Estava em LM-Moçambique… farto de ser sugado pela Metrópole e desejoso de me tornar independente… africano branco.
E você…?! A mamar à minha custa com tudo por aqui muito baratinho e, eu é que era o sacana/explorador… eheheh…!
Mas que “cromos”…
Ora, ora. Então não se lembra da célebre pergunta (imagem de marca do Baptista Bastos) que fazia (até em tom inquisitorial) nas suas entrevistas? Veja as séries do Público…..
Sim, já me lembro.E fazia umas entrevistas muito convenientes a uns amigos de esquerda, que davam ares de serem os únicos e verdadeiros democratas.Isso irritava-me solenamemte.
O Batista Bastos é dos poucos indivíduos de Esquerda que aprecio. É um personagem rico. De experiências, de cultura clássica de Esquerda e de referências interessantes. Parece, ainda por cima, ser um tipo porreiro.
Só pode ser, aliás.
Encontreio vai para uns meses num funeral! ainda está mais idiota do que era! agora não larga o telefone……..para dizer idiotices (um heroi da abrilada)
Eu estava em Moçambique, perto de Porto Amélia, talvez a matar uma surucucu com uma fisga ou mesmo a subir a uma árvore e a escutar o meu Pai dizer com esperança e convicção que iria ficar toda a vida em Moçambique, que a situação iria mudar para melhor e iríamos todos construir uma grande nação…passado um ano, foi o que se viu e estávamos a embarcar num avião para a Metrópole…o ambiente era tal e qual o que o Júlio Magalhães descreveu na sua obra sobre os retornados. Creio que a ponte aérea foi um ritual colectivo por que passámos todos nós, quando viemos parar a um local e a uma cultura completamente estranhos…
Remontando às minhas memórias passadas, o 25 de Abril significou uma quimera dourada que se desfez num mar de dor, abandono e muita violência! Do Amor ao Ódio foi um passo!
Eu estava em Angola e tinha 6 anos. Lembro-me de o meu pais ter ouvido na rádio, talvez a BBC, que tinha havido uma revolução e disse à minha mãe: «Houve uma revolução na Metrópole, mas está tudo bem». Lembro-me como se fosse hoje
Ao fim de mais de 20 anos a trabalhar sem ter férias, os meus pais, quem eram empresários do comércio e dos serviços, tinham férias marcadas para 1975. Na incerteza viemos em 14 Julho de 75. Deixámos tudo em Angola, incluindo as camas feitas, na esperança de voltarmos um ou dois meses depois.
Ainda temos os bilhetes de regresso da TAAG que nunca foram usados.
Ficou lá tudo.
Apenas ficámos com a roupa que tínhamos no corpo e dinheiro para dois meses.
Graças ao 25 de Abril, estamos de “férias” há 33 anos. Viva, pois, o 25 de Abril…
Com os amigos, a dar uns pontapés na bola lá na rua da casa dos meus pais. E você, onde estava?
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estava a preparar as “partilhas”
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Estava a fazer chi-chi.
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Anda a qui uma coisa na minah cabeça.sabem alguma coisa da vida de José Pacheco Pereira,é csado com quem’ Tem filhos?
Não é por nada é só curiosidade!!
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O Baptista Bastos porquê?
No dia 25 estive no Largo do Carmo.
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Estava em LM-Moçambique… farto de ser sugado pela Metrópole e desejoso de me tornar independente… africano branco.
E você…?! A mamar à minha custa com tudo por aqui muito baratinho e, eu é que era o sacana/explorador… eheheh…!
Mas que “cromos”…
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foi a minha 1ª e última comemoração. revolução da corrupção, miséria, desemprego, fome, falta de(saúde, habitação, justiça, ensino)
PQP
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Pergunta o Luis Moreira:
“O Baptista Bastos porquê?”
Ora, ora. Então não se lembra da célebre pergunta (imagem de marca do Baptista Bastos) que fazia (até em tom inquisitorial) nas suas entrevistas? Veja as séries do Público…..
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Entre outros sítios no largo do Carmo…Fui empurrada de encontro ao carro do Spínola… o vidro entreaberto… ia-lhe tirando o monóculo… (A sério)
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Sim, já me lembro.E fazia umas entrevistas muito convenientes a uns amigos de esquerda, que davam ares de serem os únicos e verdadeiros democratas.Isso irritava-me solenamemte.
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Eu? A fazer uma riquíssima sesta depois de uma bela “queca”.
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R tu?
Tu estavas, há gajos que já na américa planeavam o 11/09.
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piscoiso Diz: ” Estava a fazer chi-chi. ”
Ehe, este é o verdadeiro piscoiso, ehe.
Quanto a mim, não curiosamente, também o devo ter feito, mas só me lembro de estar em casa.
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às voltas nos tomates do meu pai…
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O Batista Bastos é dos poucos indivíduos de Esquerda que aprecio. É um personagem rico. De experiências, de cultura clássica de Esquerda e de referências interessantes. Parece, ainda por cima, ser um tipo porreiro.
Só pode ser, aliás.
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Encontreio vai para uns meses num funeral! ainda está mais idiota do que era! agora não larga o telefone……..para dizer idiotices (um heroi da abrilada)
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Eu estava em Moçambique, perto de Porto Amélia, talvez a matar uma surucucu com uma fisga ou mesmo a subir a uma árvore e a escutar o meu Pai dizer com esperança e convicção que iria ficar toda a vida em Moçambique, que a situação iria mudar para melhor e iríamos todos construir uma grande nação…passado um ano, foi o que se viu e estávamos a embarcar num avião para a Metrópole…o ambiente era tal e qual o que o Júlio Magalhães descreveu na sua obra sobre os retornados. Creio que a ponte aérea foi um ritual colectivo por que passámos todos nós, quando viemos parar a um local e a uma cultura completamente estranhos…
Remontando às minhas memórias passadas, o 25 de Abril significou uma quimera dourada que se desfez num mar de dor, abandono e muita violência! Do Amor ao Ódio foi um passo!
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Batista Bastos – o pateta profissional.
o que é optimo para o ego dos outros patetas.
e porque não os mandamos para a PQP?
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Eu estava em Angola e tinha 6 anos. Lembro-me de o meu pais ter ouvido na rádio, talvez a BBC, que tinha havido uma revolução e disse à minha mãe: «Houve uma revolução na Metrópole, mas está tudo bem». Lembro-me como se fosse hoje
Ao fim de mais de 20 anos a trabalhar sem ter férias, os meus pais, quem eram empresários do comércio e dos serviços, tinham férias marcadas para 1975. Na incerteza viemos em 14 Julho de 75. Deixámos tudo em Angola, incluindo as camas feitas, na esperança de voltarmos um ou dois meses depois.
Ainda temos os bilhetes de regresso da TAAG que nunca foram usados.
Ficou lá tudo.
Apenas ficámos com a roupa que tínhamos no corpo e dinheiro para dois meses.
Graças ao 25 de Abril, estamos de “férias” há 33 anos. Viva, pois, o 25 de Abril…
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