Testar os limites da arte?
26 Abril, 2008
Vêm-se multiplicando os casos de “experiências artísticas” na fronteira do aceitável (de um e de outro lado dessa fronteira). Depois desta história, desmentida, depois confirmada e agora em dúvida, surgiu mais esta (que motiva este texto), ainda mais radical, por pretender envolver terceiros (ainda que a intervenção destes se pretenda voluntária), para além do “artista” e dos eventuais voyeurs interessados em ver “a obra”.
Provavelmente, trata-se de meras manobras de marketing, habilmente aproveitadas e a discussão coloca-se apenas no plano do gosto (mau, no caso). Mas se assim não for, se esta gente se levar mesmo a sério, o que pensar desta aparente tendência?
12 comentários
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É capaz de ser boa ideia.
O Expresso quando fala em doentes terminais ressuscita-os!
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E não percebem que vocês, liberais, são os culpados disto. Pronto, não diria culpados, mas cúmplices.
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A falta de ideias destes “artistas” e a banalização de tudo e mais alguma coisa é algo de profundamente abjecto.
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Arte?
Demência, Senhores!!!
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A vossa etiqueta é branda.
Cretinismo?
O fim da civilização, queiram ou não.
Vou fazer um link para o Vosso blogue.
Cumprimentos.
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Creio que o termo mais apropriado para descrever este caso é um dos usados como tags: cretinismo.
Cretinismo da menina, de quem colaborou activa ou passivamente no tal “projecto” e de quem venha agora defendê-lo por o considerar uma forma de “expressão criativa”. Cretinos destes deviam ser ignorados, excepto pelas autoridades sanitárias. É que certos cretinos precisam de ser internados, para sua própria protecção.
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Não foi aqui no Blasfémias que vimos fotos de “anus” pendurados em Serralves como exposição de arte?
Sobre arte só sei se gosto ou não.Lembro-me sempre de “Guernica”.Só o achei maravilhoso quando o compreendi.
Palpita-me que a menina vai ter publicidade de graça…
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mas… mas… mau gosto? enta~o, o direito ‘a livre expressa~o, a individualidade, deixar o mercado funcionar, etc… deveria haver, sei la’, um ministe’rio das artes para carimbar a boa e a ma’ arte?
ah, ta~o liberais que no’s somos…
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“Vêm-se multiplicando os casos de “experiências artísticas” na fronteira do aceitável…”
Quem é que define essa fronteira ?
Em que época ?
A arte tem de ser aceitável ?
Só cousas que mapoquentam.
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a arte tornou-se uma indústria controlada por uns quantos. o gosto de hoje é como ir ao pronto a comer: todos a comer o mesmo, tudo a saber ao mesmo
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então…e o liberalismo? a liberdade de criação e consumo da arte não deve ser suprema? ou isso é só para o que interessa?
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Arte é isso? Isso é arte? Como nós simples mortais podemos julgar o sentimento do próximo… não estamos mais no academismo…
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