Jovens na política II
27 Abril, 2008
A preocupação dos partidos políticos com a questão dos jovens e a política é essencialmente uma preocupação com a cacicagem. Os jovens são um alvo fácil da cacicagem, por terem tempo livre, por serem tabulas rasas, por terem dificuldade em detectarem maquiavelismo político por detrás das “Grandes Causas”.

“Os jovens são um alvo fácil da cacicagem…” (?)
Só se for na sua paróquia.
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Pois… E alguns aprendem logo, de tenra idade, como bem usar a política para trepar na vidinha…
E esta da PJ se avaliada pelo número de acusações:
http://criticademusica.blogspot.com/ ?
As condenações que se lixem. O que interessa é o show-off.
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já foi desmentido isso da Pj. Deve ser de novo a epoca ds noticias falsas. Um dia é sim, no dia seguinte já nao é. Desinformaçao.
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Os jovens dos “partidos”.
Mas esses já nasceram velhos.
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O PR podia convidar para reunir aqueles jovens anarcas que desfilaram em Lisboa contra as policias todos encapuçados.
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A preocupação das empresas com a questão dos jovens e o trabalho é essencialmente uma preocupação com a cacicagem. Os jovens são um alvo fácil da cacicagem, por terem tempo livre, por serem tabulas rasas, por terem dificuldade em detectarem maquiavlismo político por detrás dos “Grandes Projectos”.
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Caro João Miranda,
Qual é a definição de “jovem na política”?
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Também estava a ver se percebia… mas não me parece que se esteja a referir aos jotinhas em sentido mais amplo… Porque existem jotinhas nas direcções e os que vão votar. Porque existem jotinhas com 30 anos e outros com bem menos… E porque o João Miranda, como outros “adultos” – e como jovens políticos” – também sofre de algum dos vícios que aponta.
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Eh, paternalismo sobre os jovens, a ver se nos distraímos da manha dos caciques da política. Como o Socrates, determinado a deixar obra de regime, frente ao palácio dele, como se faltasse obra e dinheiro gasto à volta do CCB de Belém. Mas por esse e mais abusos dos dinheiros públicos os jovens se estão cagando pra mentira dos políticos como esse de agora e outros de há algum tempo, vampiros, abusadores.
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o Pedro Morgado
qual é a definição de jovem na política?
por que o não pergunta ao cavaco, ao socratico, que é que levantaram a lebre? e então não sabe?
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««A preocupação das empresas com a questão dos jovens e o trabalho »»
Nõ consta que as empresas tenham revelado tal preocupação.
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as tábuas rasas desta revolução são os politicos de hoje.
“enquanto houver um português com um pão, a revolução continua”, mas portugal não
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«por que o não pergunta ao cavaco, ao socratico, que é que levantaram a lebre? e então não sabe?»
A perspectiva do Cavaco sobre os jovens é absurda pois mostra um total desconhecimento da realidade. Apresenta-o como o problema, mais uma “geração rasca”, no fundo, ignorando por completo as causas. Nada de anormal, sabendo quem são os também dinossauros que o aconselham.
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Estes jovens são velhos aos 25 mas ricos aos 40!A partir daí é só administrações,bancos,Europa…
E os filhos a serem convidados para assessores!
As castas na Índia não é assim que funcionam?
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Se as jotas contassem tanto como JM deseja, elas floresciam. Estão às moscas. Os partidos não lhes ligam até haver campanha eleitoral, porque aí lembram-se da mão-de-obra gratuita que têm.
JM deve estar a referir-se ao período cavaquista em que a JSD contou dentro do partido. Foi exemplo único.
Se as jotas fossem importantes, poderiam funcionar como escolas e, fora dos centros urbanos, não teríamos o vazio de conteúdo dos autarcas populistas.
O mal não é ter jotas mas elas existirem e não darem frutos. Não há mal nenhum em ser jota, tirar um curso superior, arranjar um emprego e vir a ser um contributo, com consistência ideológica, para o partido. O mal reside em quem imagina que o estado é uma esponja que dá emprego a jotas e que esse emprego é fictício. Como se isso fosse possível, para mostrar bem a falácia, ainda imagina que os jotas são muitos!
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pois fica a informação: as empresas preocupam-se, e muito, com a idade do candidato.
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