Prós e prós e prós e mais outros tantos prós.
28 Abril, 2008
Na RTP, ministros, sindicalistas, ex-sindicalistas, especialistas e mais uns tantos que, provavelmente, não fazem a menor ideia do que é uma empresa, competem desenfreadamente no campeonato das grandes ideias que servirão para dar cabo do que resta do mercado de trabalho. Fascinante.
19 comentários
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Petição pelo AJJ:
http://www.petitiononline.com/np72ib2/petition.html
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Entretanto para perseguir o objectivo da competitividade e produtividade o país imita países que não estão nesses topos(finlândia etc). Tem lógica.
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O debate está a ser duma pobreza franciscana!…
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o ministro do trabalho e solidariedade social persegue o livre desemprego e a precariedade… isto é ao melhor estilo 1984.
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O direito do trabalho tem um problema fundamental: uma muito significativa parte da população trabalha fora dos quadros do Código de Trabalho em condições muito mais desfavoráveis. E, no entanto, em cada revisão do quadro legal dá-se uma enormíssima importância a trabalhadores que, no conjunto das população activa, são uns privilegiados com muito mais regalias do que os restantes.
Persiste-se no erro de demonizar a contratação a termo sem que alguma alma consiga explicar por que razão a mesma não deve ser livre, sem quaisquer penalizações para o empregador e o trabalhador. A prática dos sindicatos de, na contratação colectiva, facilitarem os contratos a termo é uma demonstração irrefutável da hipocrisia das centrais sindicais. Continua-se a falar de barriga cheia quando grande parte da população ou se encontra no desemprego ou nem sequer contrato de trabalho – sequer a termo, quanto mais sem termo – tem.
Enfim, a discussão sobre assuntos laborais é um espelho da política portuguesa. A viver no país do faz-de-conta a viver as fantasias do socialismo. A invocação de “exemplos” como a Finlândia ou a Suécia é sempre um motivo de sorriso.
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Verdadeiramente exemplar do Prós e Prós é não haver um representante das empresas no painel. Os misteriosos critérios de selecção dos convidados nem a Fátima os percebe.
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O que está a falar agora não é da CIP?
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Agora vou ver o House, que é bem mais instrutivo que esta seca. Conto com os comentadores aqui do Blasfémias para fazerem o relato do debate.. 🙂
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Uma questão inocente:
Quantos empresários existem na Tugalândia? Entenda-se que não incluo todos aqueles que vivem à mama do Orçamento de Estado por via uterina. 100?150?
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“Quantos empresários existem na Tugalândia? Entenda-se que não incluo todos aqueles que vivem à mama do Orçamento de Estado por via uterina. 100?150?”
Em qualquer mercado de qualquer cidade média encontramos facilmente 100 empresários. Esses também contam.
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Estou farto de andar à procura de gente produtiva ali e não consigo achar um. Já quase estive a contar com a apresentadora…
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De produtivo na apresentadora só se for o decote…
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Carvalho da Silva afirma no programa não ser pró Chinês. É a nova tendência dos militantes do PCP são só pró comunas, já não podem ser pró Soviéticos nem querem ser pró Chineses.
Interessante a frase deste sindicalista sobre a possibilidade dos trabalhadores substituírem os patrões, na nossa sociedade ainda não é vedado ao trabalhador constituir empresa e ser empregador.
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jcd Diz:
29 Abril, 2008 às 12:51 am
“Em qualquer mercado de qualquer cidade média encontramos facilmente 100 empresários. Esses também contam.”
É pá, se isto não é uma terra de empreendedores. Acontece que esse não é o meu conceito de empresário. O meu é mais aquele que tem uma ideia, um projecto, uma estratégia, que investe, que gera riqueza (directa e indirecta).
Aos que refere, chamo-lhes comerciantes.
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Comunistas e comunistas exilados disfarçados de socialistas a discutir trabalho é fascinante, de facto, sempre em luta contra o lobo mau que é o patrão que dá os empregos que eles exigem, principalmente quando o debate inclui um ministro importado fresco de um governo pantanoso.
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Estive a fazer de “Dr House”, suponho ter perdido pouco, a imagem que me resta é a de um tipo do governo a tirar macacos do nariz, eles já tiram qualquer coisa – está-lhes na massa.
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Eu sugeria até que criassem um automatismo, de forma a que nem tenham de vir ao blog dizer o mesmo, semana a semana, sobre o prós e contras.
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tolstoi, o sr. percebeu o que Carvalho da Silva disse: Os trabalhadores são maus, os patrões nunca são, as falências fraudulentes, a fugo ao fisco, o salário em atraso, despedimento à farta. E o trabalhador a dizer sempre, sim senhor tem razão. Este não está bem, crie a sua empresa, na hora. Forte humanismo iberal.
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e aqueles que nao percebem nada de empresas e escrevem em blogs sobre o assunto?
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