Campanha de Manela ignora ideias de Pacheco Pereira
No DN
Caso Manuela Ferreira Leite vença as eleições para a liderança do PSD, o partido vira à esquerda. “Não somos liberais, somos de centro-esquerda“, afirmou Amândio de Azevedo, ex-ministro do Trabalho no governo do bloco central liderado por Mário Soares, quarta-feira à noite na sede da distrital do Porto, onde a candidata se apresentou aos militantes. Manuela Ferreira Leite anuía com a cabeça enquanto o ex-secretário geral do partido, e seu apoiante, usava da palavra numa sala cheia de velhos e “notáveis” rostos: Albino Aroso, Valente de Oliveira, Paulo Mendo e a ex–sindicalista Manuela Teixeira, entre outros há muito fora da política.
É muito pertinente este post de Paulo Gorjão onde Pacheco Pereira é citado a dizer que a única oposição possível é liberal.

A Dona Leite está entregue à bicharada.
Até lhe querem tirar o Pacheco.
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Quem é o Pacheco Pereira?
Cumprimentos.
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Digam-me algo que eu ainda não saiba…
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andam todos a assobiar para o lado com receio da vaga de crises portuguesas: escassez de alimentos, fome, desemprego, ausência de tecnologia ou de transferência da mesma, um governo paralisado e politicamente imobilista.
a culpa é do psd.
“ninguém dá pontapés num cão morto”
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Desculpem! O Pacheco é um cretino e MFL desta forma foi a tempo de n perder eventuais apoios que lhe podem ser vitais. N sejam idiotas, senhores.
Preocupem-se é com a senhora a dias da educação que ainda africaniza o país: http://criticademusica.blogspot.com/
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Aqui há uns anos o JPP escreveu uma crítica memorável ao partido dos senhoritos, então CDS/PP.
Anos depois, assenta como uma luva no próprio partido do JPP.
Não acreditam? Vejam como pegando no execelente artigo dele se pode adaptar aos dias de hoje:
O Partido do Senhorito Pacheco Pereira
Estamos hoje a debater o PSD, e com esta eleição a aresentação, uma tardia mas justa razão política para discutir o futuro do PSD e do país. De facto, o PSD ao confrontar-se com a eleição da nova liderança dá razão aos argumentos políticos da liderança cessante, a saber: que são os orgãos internos do partido a sede para o debate e o confronto político plural entre visões políticas dentro do partido, e que o tipo de críticas globais e sistemáticas que o Pacheco Pereira fazia ao anterior líder e ao PSD implicava a consequência de uma candidatura própria à Presidência do partido, instrumento potencial para provocar a queda do anterior líder, Filipe Menezes.
Verdade seja dita que só com relutância o faria por se ter colocado no seu flirt com outros membros do partido, já que num beco sem saída, a si e ao seu movimento contra líderes eleitos por sufrágio directo no partido, depois da anterior liderança o ter desafiado a trazer o debate político para a sede partidária, o que punha em causa a tese que o Pacheco Pereira queria alimentar de que os orgãos próprios do partido estavam bloqueados ao debate. Não estavam bloqueados e o Dr. Pacheco Pereira, se fosse responsável perantes os seus pares militantes do partido, que elegeram a direcção demisssionária, apresentar-se-ia ele próprio à liderança do partido e não se escudaria na imprensa e na blogosfera, para se recusar ir a votos. Muito menos se escudaria por trás de outros candidatos a líderes, deixando aos demais o trabalho díficil de conduzir uma candidatura e consequente vitória no pleito eleitoral.
As bravatas recentes do Dr. Pacheco Pereira, para quem todo o mundo a começar pelos ditos populistas do partido e a acabar nos próprios elitistas do PSD, estão arrojados a seus pés, quase a pedir desculpa por existirem, destinam-se exactamente a esconder isto mesmo: o Dr. Pacheco Pereira ausentou-se do confronto eleitoral directo com outros candidatos a líder porque não tinha outra alternativa e porque não podia continuar mais o perigoso conúbio que mantinha com a actuação oposicionista a várias direcções eleitas por sugrágio directo e universal, sem pôr em causa a sua própria imagem, como franco atirador, que despreza as regras internas do partido em nome de um pretenso papel intelectual superior dentro do partido.
As peripécias que rodearam a demissão da anterior direcção e o conteúdo da mesma são por tudo isto uma oportunidade ideal para se compreender o que faz e o que quer o Dr. Pacheco Pereira, ou melhor, a parte do nome da coisa élites do PSD e que coisa é esta de élites do PSD, senão apenas um conjunto de Senhoritos. Aliás, muito significativamente, nos papéis recentes do Dr. Pacheco Pereira, a parte do elitismo que é sua imagem de marca dentro do PSD fica-se apenas pelas intervenções fora do partido contra membros do partido, enquanto que as regras internas que dominam e merecem respeito para garantir a democracia dentro do partido são ignoradas por este Senhorito. O Dr. Pacheco Pereira tem vergonha dos militantes do PSD. Tem vergonha do próprio PSD.
De facto, chamar a uma parte do PSD elitistas e populistas é um daqueles usos dos adjectivos de que falava G. Orwell para designar exactamente o contrário daquilo que se é.Nem os elitistas são élites, mas apenas Senhoritos, uma espécie de caciques mediáticos. Nem os populistas o são na medida que são eleitos pelo voto directo dos militantes do partido, de acordo com as regras democráticas vigentes da organização interna do PSD.
Do mesmo modo, o “elitista” é bem pouco superior, a meio caminho entre um arremedo de uma cópia tardia dos tempos modernos dos caciques de há mais de 100 anos atrás e a vontade de se rever naquilo que na Espanha de Garcia Lorca se chamaria um “partido de señoritos”. É um partido “elitista” entre aspas, a que falta o povo, os militantes do PSD, e, a que falta acima de tudo, a expressão dos interesses, aspirações e necessidades, dos militantes do PSD, o mesmo povo que a gente suspeita que, em privado, entre os amigos do Dr. Pacheco Pereira se considera a “canalha”, a velha “canalha” assustadora da Revolução Francesa com que este tipo de direita radical e ultramontana sempre conviveu muito mal.
O PSD do Dr. Pacheco Pereira é hoje um partido sem história, sem memória, sem referências e gaba-se disso. Os seus amigos dentro do partido pensam que há nisto mérito porque lhes dá uma liberdade de acção que é conveniente à ligeireza das suas posições mas tem o péssimo resultado de pensarem que estão livres para dizerem tudo o que lhes vem à cabeça e para não aceitarem responsabilidades por nada. Têm o complexo de Adão: pensam que o mundo começou com eles e, embora não o digam, pensam também que, como se diz no Apocalipse, quando no lugar de Armagedão, a taça cheia da ira de Deus se quebrar e surgir uma nova liderança do PSD a si não afecta, o mundo também acabará em simultâneo com eles. Encolherão os ombros e olharão para a “canalha” com desdém porque acham que esta não os merece e desaparecerão para o seu mundo de interesses privados a que chamam abusivamente “sociedade civil”.
De facto, uma das coisas que caracteriza a actual actuação do Dr. Pacheco Pereira é um consistente ataque e desvalorização da regras internas do partido, usando todos os clichés clássicos do anti parlamentarismo, muito em voga na velha direita da “ordem nova” dos anos 20 e na “nova direita” dos anos 70. E esse ataque é feito porque é esta escolha por sufrágio directo, nas suas qualidades e defeitos, que melhor representa a soberania popular: precária, desigual, pouco elitista para o “fino” gosto do Dr. Pacheco Pereira, contraditória e plural, como é feito o tecido do país, o Portugal dos portugueses.
No meio disto tudo, a demissão da anterior liderança do partido parece um breve hiato numa lamentável prática anti-democráctica em que o Dr. Pacheco Pereira se tem especializado. Parece um intelectual democrata mas não o é.
Após a sua eleição democrática e legítima da da anterior liderança, logo a Direcção do partido é atacada pela sistemática menorizarão que é feita pelo próprio Dr. Pacheco Pereira e seus aliados, julgando-se élites e eleitos por deus no PSD. Tratados eles também de “populistas” na acusação genérica do Dr. Pacheco Pereira, atacados também por estarem em “desgraça junto das élites” e não trabalharem com essas supostas élites, sujeitos a todas as invectivas contra aquilo que se chama a “classe política populista do PSD” por parte desse típico membro da “élite política do PSD” que é o Dr. Pacheco Pereira.
À margem de qualquer papel significativo no “novo” PSD, os amigos do próprio Dr. Pacheco Pereira, que antes nas palavras Dr. Pacheco Pereira, teria sempre a sua oposição, concerteza para se demarcarem dos excessos “populistas” da anterior direcção do partido, são rebaixados na sua condição de líderes partidários e de homens políticos, e assistiram primeiro à subalternização do orgãos internos do partido através do desnecessário apelo intervencionista exterior ao partido dos seus amigos: aceitando que fosse fora dos orgãos do partido e à revelia dos seus militantes, que fossem conduzidos todos os actos relevantes de um processo que é intrinsecamente antidemocrático, tentando decepar o partido da sua legítima liderança.
(…)
Começa por ser uma política disfarçada, escondida, ocultada nos seus fins e objectivos. Do mesmo modo que os amigos do Dr. Pacheco Pereira não podem nomear a sua política verdadeira, que consiste na tomada revolucionária do poder político, também o Dr. Pacheco Pereira não o pode fazer porque detrás de todas aquelas grandes palavras está uma realidade comezinha e pouco brilhante: O Dr. Pacheco Pereira não tem qualquer representação política popular dentro do partido, apesar dessa falta de legitimidade política, tudo faz para afastar da vida política os seus adversários dentro do partido. E aspira a ter a oportunidade de impor uma liderança a um PSD enfraquecido, pelas consumadas conspirações ccontra as lideranças democraticamente eleitas. e deste modo fazendo do PSD refém de um pequeníssimo grupo de amigos e aliados do Dr. Pacheco Pereira. Quer ver acabar o PSD maioritário, quer ver afastado qualquer líder que não lhe agrade e se sujeite à sua actuação cortesã, em especial a parte do partido que elegeu como inimigo principal, os “populistas”. Quer um PSD adiado porque sabe que os seus amigos precisam dos seus louvores públicos, que o próprio Dr. Pacheco Pereira sabe nunca ir ter dentro do partido. Mas quer ser endeusado por uma frágil coligação de interesses em que o agente menos legitimidado politicamente e mais pequeno mande. Neste caso o próprio Dr. Pacheco Pereira. Que nunca teve a coragem de ele próprio se sujeitar a votos e protagonizar uma candidatura à liderança. O líder por si escolhido traria os votos, o Dr. Pacheco Pereira, qual Rasputin de trazer por casa, exerceria o poder.
Todas as grandes palavras do Dr. Pacheco Pereira servem só para esconder isto e é contra isto que os militantes do PSD têm que combater, porque o projecto político do PSD não pode ser hipotecado ao de um pequeno grupo de amigos do Dr. Pacheco Perereira, grupo que se considera elitista e acima de todos os outros e a um grupo de dirigentes políticos exaltados, que faz política subordinada aos desejos de um opinador e escrevinhador de jornais, que não conhece o seu próprio partido e que está obcecado por uma vontade de poder sem grandeza nem dimensão.
O que se disse atrás revela uma das características mais negativas da actual actuação política do Dr. Pacheco Pereira e seus aliados e que consiste precisamente em esconder e disfarçar as suas verdadeiras posições políticas por detrás de arrogantes proclamações morais. Este teatro da indignação moral a que o Dr. Pacheco Pereira dá a voz e o corpo todos os dias, tem o duplo efeito de degradar a acção e o o combate político do próprio PSD, e de abastardar o papel dos valores democráticos quer na acção política colectiva, quer no ethos individual, onde estes têm outro lugar e outra fala.
Esconder a política por detrás de proclamações morais é sempre uma má política e uma péssima ética. Ao conduzir uma política com uma linguagem feita de proclamações morais, o Dr. Pacheco Pereira impede que as suas posições políticas sejam debatidas no mesmo plano de todas as outras, instituindo assim uma dicotomia entre “nós”, os puros, os da “fortaleza das convicções” como, sem o senso de ridículo, se auto classifica o grupo do Dr. Pacheco Pereira e os “outros” os incompetentes, os inaptos, os corruptos, os populistas, os aparelhistas, etc, etc. Esta é uma linguagem que, na simplicidade do seu preto e branco, é estruturalmente repressiva.
Este tipo de linguagem pretensamente moral assume assim um carácter totalitário, próximo da “língua de madeira” que os comunistas falam, tornando absolutas e inquestionáveis posições que são de um partido, que como as de todo e qualquer partido, são parciais e representam escolhas, e opções tão legítimas como quaisquer outras, mas de nenhum modo eticamente superiores, como quase sempre se apresentam. Esconder que este é o carácter da linguagem política em democracia e substituí la por invectivas morais sobre os bons e os maus, os populitsas e as élites do partido, é destruir o espaço do debate público do partido, a igualdade da escolha que se coloca ao último julgador: os militantes o primado das leis.
A enorme arrogância do Dr. Pacheco Pereira, patente nas mais pequenas declarações, patente nos tiques e nos truques da linguagem, na falsa e estudada indignação dos seus escritos, é pois um mecanismo de ocultação, no fundo uma pequena táctica politiqueira ao serviço de posições tão precárias, circunstanciais, dependentes de interesses e idiossincrasias, egoísmos e ideais como quaisquer outras.
A arrogância do Dr. Pacheco Pereira não tem apenas como alvo os líderes escolhidos pelos militantes e suas direcções, mas tudo o que é actividade política dentro e fora do seu partido. Na apresentação daquilo e que chama a “verdadeira alma populista” política do PSD que dirigiu a anteriores direcções do PSD em perfeito estilo intimidatório quer aos militantes que livremente escolheram o líder do partido,que aos “agitadores da rua” como ele poderia chamar aos dirigentes do PSD eleitos por esse país fora. Disse-se que o Dr. Pacheco Pereira já tivera com a demissão de anteriores líderes, “significativas vitórias”, entre as quais ter obrigado o partido a novas eleições e a votarem no grupo de amigos do Dr. Pacheco Pereira, a reboque desta sua estratégia minadora de qualquer direcção adversa às suas simpatias. Mas estas vitórias do Dr. Pacheco Pereira são pesadas derrotas para o seu próprio partido, que se vê a braços com mais uma crise provocada pelo Dr. Pacheco Pereira e seus amigos dentro do partido, quando tem pela frente um duro combate pela credibilização junto do eleitorado português, na conquista de uma vitória que traga uma outra alternativa às actuais más políticas económicas e orçamentais do actual governo. As vitórias políticas do Dr. Pacheco Pereira, como se pode comprovar pelos últimos 4 anos, saldam-se smepre por uma profunda derrota do partido e dos seus miltantes. Se as vitórias do Dr. Pacheco Pereira o tornam ainda mais endeusado por um grupo de interesses à sua volta, são apenas vitórias de Pirro, já que a cada vitória dele, somam-se pesadas derrotas do seu próprio partido. Quase se diria, que o que é bom para o Dr. Pacheco Pereira é mau para o PSD. E quanto pior estiver o PSD, maior o brilho das posições do Dr. Pacheco Pereira. E quanto mais o PSD se submete aos ditames do Dr. Pacheco Pereira mais se arrasta pelo país, acumulando derrotas políticas em cima de derrotas políticas.
Existe há muito a convicção de que muito do que nesta intervenção se afirmou corresponde àquilo que muitos militantes do PSD gostariam de ter dito ao Dr. Pacheco Pereira.
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Desculpem os vários erros do texto, mas foram feitas adaptações feitas à presa e com os olhos, um no burro e outro no cigano.
Mas penso que vale a pena rever o artigo do JPP mas sob a actualiade. ahhahahhah
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ó senhores do blasfemias.net
ponham lá o link para o blog ou o site a sério da Ferreira Leite.
assim n tá bem!
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Ela vai ser muito boa para o PSD, não necessariamente para Portugal.
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“Não somos liberais, somos de centro-esquerda“,
Noutras palavras, vamos continuar a cobrar um IRC alto e deixar o Estado e o funcionalismo publico a mamar 50% do PIB.
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Pacheco Pereira nao é líder de nenhum partido. Se a opiniao dele é assim tao forte e escutada a culpa nao é dele.
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Acho que há lá muita gente que nem sabe o que anda a fazer… isto, claro está está, para além do óbvio ” a tratar da vidinha”.
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Ideias do Pacheco Pereira? Isso sim seria uma novidade…
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É evidente que o PSD se deve situar na área do “centro-esquerda”. A “esquerda” é feudo do PCP (a velha) e do BE (a nova); a “direita” é do CDS (a velha) e, pasme-se, do PS (a nova).
O PSD só pode assumir uma posição claramente à “esquerda” do PS. Infelizmente não acredito que Ferreira Leite possa liderar esse espaço político. Está demasiado conotada com o “cavaquismo” e, segundo penso, a sombra de Cavaco Silva arruinou o Partido desde 1995 ou ainda antes.
Pedro Passos Coelho suscitou-me algum entusiasmo inicial. Agora, depois de o ouvir e ler em entrevistas, decepcionou-me. Parece-me querer “liberalizar” ainda mais o PSD. Está erradíssimo! O caminho a seguir é precisamente o inverso: é o da Social-Democracia.
Neto da Silva e Patinha Antão não sei quem são.
Pedro Santana Lopes dá pena…
Até 31 de Maio, espero bem que surjam novas candidaturas. Se não, não voto.
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Como já referi ao Paulo Gorjão, não acha curioso que este e, pelos vistos, o próprio João Miranda, usem as ideias de Pacheco Pereira, APOIANTE DE MANUELA FERREIRA LEITE, para sustentarem as vossas próprias posições (sendo que a do João Miranda ainda não percebi bem qual é)?
Pelos vistos, Pacheco Pereira tem razão e merece o vosso apoio.
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««Como já referi ao Paulo Gorjão, não acha curioso que este e, pelos vistos, o próprio João Miranda, usem as ideias de Pacheco Pereira, APOIANTE DE MANUELA FERREIRA LEITE, para sustentarem as vossas próprias posições (sendo que a do João Miranda ainda não percebi bem qual é)?»»
O que é estranho é que Paheco Pereira seja apoiante de Manuela Ferreira leite. Quanto existirem pessoas que usam as palavras de Pacheco Pereira para mostrar as suas contradições, isso parece-me normal.
««Pelos vistos, Pacheco Pereira tem razão e merece o vosso apoio.»»
Tem razão quando dia que a oposição deve ser liberal ou quando apoia uma candidata que tem um projecto de centro-esquerda?
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http://militantedebase.blogspot.com/
E eu que andei toda a vida a pensar que estava num partido de centro-direita. Aliás era isso que nos distinguia do PS. Era acreditar que o peso do estado na economia tem que ser aliviado. É acreditar que o progresso de todos se constrói á custa do progresso das empresas. É acreditar que uma sociedade civil forte não se pode abnegar dos seus valores. É acreditar que falar verdade é mais útil do que ser demagógico. É acreditar num estado social construído por todos e a custa de todos para todos. É acreditar que o mérito tem de ser distinguido. É acreditar que no progresso e no desenvolvimento está o futuro.
http://militantedebase.blogspot.com/
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“E eu que andei toda a vida a pensar que estava num partido de centro-direita.”
Eu deduzo que este comentário seja de alguma forma irónico, contudo, apetece-me dizer o seguinte: uma parte da “confusão” política que se encontra neste país tem muito a ver a “futebolização” do mesmo. Isto é, muitos pertencem ou simpatizam com um partido da mesma maneira que simpatizam ou pertencem a um clube de futebol. Não conseguem passar além do “efeito de grupo” e vão na onda. Ora a “carneirização” é um efeito biológico irracional – é mero reflexo instintivo. Na política o importante é o discurso (as ideias).
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Como é que o JM sabe que ignora? Ainda não ouvi nenhumas ideias da boca de Manuela Ferreira Leite e suspeito que não vá ouvir. A estratégia é outra e foi lançada pelo Pacheco Pereira no Abrupto: não dizer nada até ganhar as eleições. É o que se chama realpolitik.
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A Ferreira Leite não è flor que se cheire! mas quem apareceu a dar a cara? uns pricipiantes pouco crediveis! Manuela Ferreira Leite, não cometeu as gafes, que Socrates cometeu e comete.
è facil descer o deficit, quando se aumenta o IVA e o ISP dos combustiveis! Mas a economia está de rastos, os portugueses tesos e os desempregados aumentaram exponencialmente!
Al gumas das coisas que o Socrates tem beneficiado, foram implantadas no tempo da Ferreira Leite. Socrates não faz vendas excepcionais, mas deixa o país sem verbas para os ministérios executar as suas actividades! Só quem disser muito claramente os pôdres da governação Socrates vence as eleições, porque o povo, esse já viu como foi aldrabado (150.000 postos de trsbalho’) não aumento dos impostos? tem sido a razia…..
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tenho duvidas.
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