Hoje, não perca n’ O Diabo
20 Maio, 2008
João Miranda, Rui Moreira e Mendo Castro Henriques, entre outros, falam da Expo 98, 10 anos depois desta se ter precipitado sobre nós, numa excelente peça da responsabilidade da jornalista Ana Clara.
A dado passo, João Miranda, no seu melhor estilo, afirma que “a Expo 98 foi um projecto relativamente bem sucedido de especulação imobiliária promovida pelo Estado“…
49 comentários
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um contributo:
http://criticademusica.blogspot.com/2004_04_01_archive.html
depois há o Corvo, suposta ópera (por acaso assisti à estreia no tal Teatro Camões) do Phillip Glass a quem pagaram muitos milhões e que se recusou a gravá-la por não ter o nível das outras que criou… etc, etc…
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Foi um fartote…
Para as imobiliárias e não só, mas de facto imagino que o foi sobretudo para as imobiliárias e construtoras (como sempre em Pt e em países “assim”…)
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A expo é um projecto bem sucedido.
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Dez anos parece-me uma bonita efeméride. E que tal divulgar as contas finais da coisa?
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Pelos vistos seria bem sucedido se continuassem os milhões de toneladas de lixo e os petróleos.
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Caro Mialgia De Esforço,
Quais contas finais?
Se andam a fugir disso à 10 anos, bem podemos esperar mais uma dezenas…
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As contas foram obtidas, à data, por acordo parlamentar PS / PSD e ficaram-se por escassos 113,6 milhões de contos.
Depois disso houve mais algumas cosméticas ulteriores…
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“especulação imobiliádia”???!!!
Eu julgava que no mundo conceptual do João Miranda não existisse especulação. No mundo do João Miranda só existe Oferta e Procura. A Expo 98 foi uma operação de Oferta de imobiliário. Essa Oferta foi ao encontro de uma Procura existente, de tal forma que (quase) todas as casas construídas na zona da Expo 98 foram vendidas, a um preço devidamente regulado pela Lei da Oferta e da Procura.
Não houve especulação nenhuma. Houve apenas um loteamento normal, com o objetivo de aumentar a Oferta de imobiliário e dessa forma satisfazer a Procura.
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Como diz a Lololinhazinha, que comprou casa na zona da Expo, a Expo foi um projeto bem sucedido. Loteou-se, construiu-se, e vendeu-se. Não houve especulação nenhuma, houve uma oferta de casas que satisfez a procura de casas existente.
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Bom, se foi por acordo parlamentar, então está bem. E até parece que 113,6 foi um preço simpático. Espero que esse valor já inclua o que alguns pequenos aproveitaram para levar quando deram à sola…
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Bem, a Expo foi um investimento aceitável. Valeu a pena, apesar de tudo.
Contudo, quanto dinheiro ganharam meia dúzia de “titãs” à custa de todo um Portugal e de milhões de europeus financiadores?
É que a malta que vive em Trás-Os-Montes ou no Alentejo, para além da visita ao Oceanário, usufruiram muito pouco!
Aliás, compare-se o projecto inicial com o actual!
O Luís Filipe Vieira ganhou muito com a Expo…
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O Orelhudo branqueou muito com a Expo!
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Caro J,
Não foi só o LFV que ganhou muito com a Expo. O …, e o …, e o …, mas também o …, mais o gajo da mala… É melhor ficar por aqui. São só “bocas” que ouvi e mais não digo! O nacional-porreirismo é o que está a dar. 113,6 milhões de contos é o valor que deu mais jeito ao bloco central, não vá o Tribunal de Contas investigar a fundo as contas dos partidos, como os excelentíssimos blasfemos podem adivinhar. (Acho que já estou a escrever/falar demais)
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ssss
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A renovação urbana de uma zona da capital mais cara de sempre. Quem falou na altura foi gozado, enchovalhado e acusado de pouco português, na altura o défice não era notícia. Tristes almas que nos governam…
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Pronto, já se começou a falar do Orelhas e isto, não tarda, descamba. Que diabo, foram aqueles terrenos que não podiam ser urbanizados, mas que agora já podem porque por acaso o arquitecto trabalhava por acaso com o gajo que podia alterar o PDM e alterou; mas que afinal não vão ser por causa da ponte, e no fim disto tudo o Orelhas ainda vai ser indemnizado.
É mais ou menos isto. Uma história de acasos e coincidências.
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113.6 milhoes de contos so?
mas isso custou um carril da metro a superficie do Porto, quase tanto que a Comedia da Musica..
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in illo tempore ouvi responsável importante referir os custos escondidos da expo
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n ha edição online??
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Como a Expo 98 foi um projecto bem sucedido, principalmente o aluguer dos barcos para alojamento, seguiu-se outro projecto estrutural – os 10 estádios do Euro 2004.
A seguir vem o aeroporto e o TGV que também serão estruturais.
Se não fossem projectos como estes ainda estavamos na cauda da Europa.
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O Luís Lavoura não percebe nada! O João Miranda nada tem contra a especulação imobiliária. O problema surge quando ela é promovida pelo Estado. Aí, sim. Aí há todas as razões para se criticar severamente.
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«n ha edição online??»
Não. Compre que vale a pena.
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Aliás diga-se desde já que especulação só existe quando o Estado está de permeio. Sem Estado não existe especulação. Existe apenas a lei da oferta e procura a funcionar.
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Notícias que fazem um país grande:
Corrupção: Pinto Monteiro defende sentimento de condenação na opinião pública para combater prática
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/813f9f6c0ce80ba65455c1.html
Ressalvou, no entanto, que nem todas as denúncias conduzem a inquéritos e que é preciso escolher entre “o bom e o mau”.
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Hoje é o dia 20 e ainda a DGO não publicou a execução orçamental de Janeiro a Abril, inclusivé. Como seria exigivel.
http://www.dgo.pt/Boletim/0408-ind.html
Isto mostra que não temos oposição, não temos um PR vigilante ou sequer uma imprensa a sério que questione o governo do porquê destes sistemáticos atrasos na publicação dos dados.
Percebe-se o porquê. A execução orçamental parece estar a correr muito mal ao governo, que já não sabe o que fazer para mascarar a realidade.
Só nos resta rir da palhaçada que é a nossa desgovernação.
INTERNEM-NOS!
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Neste país de bananas só mesmo com críticas nos comentários de um blogue é que se disponibilizam os dados que por lei já deviam ter sido publicados.
Os assessores do desgoverno, além de andarem activos por aqui, ainda são suceptíveis de serem manipulados. 😉
INTERNEM-NOS!
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Infelizmente está aberto o caminho para o desastre nacional.
Receitas fiscais abaixo do orçamentado.
Despesas do Estado acima do Orçamentado, em especial a despesa corrente do Estado que cresce acima das receitas fiscais.
Receitas do IVA a crescer abaixo da inflação, mostrando que vivemos já sob uma pesada recessão económico.
Com estes dados, escusado será dizer que vamos ter que pedir ajuda ao FMI, para nos livrar deste pesadelo económico-financeiro.
INTERNEM-NOS!
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A Casa da Musica custou muito perto disso, para que? para dar musica 1 vez por ano, valha-me Stº Ovideo.
Desperdiço de dinheiro enterrouse as patacas
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Alguma vez teria que estar de acordo com o João Miranda.
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A gare do Oriente é excelente.
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O desastre orçamental, que tudo parecia acontecer em 2009 vai já acontecer este ano.
Numa breve análise à execução orçamental assiste-se a coisas curiosas. A despesa corrente cresce acima da inflação. Cresce “apenas” 3,3%. As receitas correntes crescem abaixo da inflação, 2,1%
O défice orçamental, através do saldo corrente, mostram que isto está a ir tudo para o galheiro. O ano passado o défice era de 1 422 milhões de euros, este já está a subir para os 1 606 milhões. E ainda procissão está no adro.
O mais gravoso e paradigmático da incompetência deste ministro é que, se escondeu transferências de capital para que o défice global não crescesse. Apenas foram apagados, cerca de 280 milhões de euros das despesas, de molde a que o défice global não se mostrasse tão mau.
O problema é que, pior que estes primeiros números ano, serão os que decorrerão até ao final do ano. É que, com o país em recessão, o défice orçamental deste ano, em vez de cair para os tais 2,2% prometidos pelo desgoverno, deverão voltar a subir para cima dos 3%. Com receitas extraordinárias e tudo!
Diziam que o problema do défice orçamental estava resolvido? Pois diziam. Só que, além de não estar, estamos pior que em… 2001!
Ponham os pára-quedas e maldigam os nossos desgovernantes, porque isto está a implodir.
Aos nossos matraquilhos que nos desgovernam, só nos resta gritar:
INTERNEM-NOS!
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Perante o desastre orçamental dos primeiros 4 meses do ano, vamos ver como a imprensa adocificará a incompetência deste desgoverno, em particular deste ministro.
Também estou para ver as explicações do ministro da despesa pública para justificar a sua incompetência.
Claro, agora além de não poder descer os impostos, o melhor, se calhar, é usar a mesma receita: aumente-se o IVA para 25% lolololololololol
INTERNEM-NOS!
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Caro “Pirolito”,
Tenho curiosidade em ver até onde está disposto a ir para tentar branquear o derrapanço na Expo98. Bem pode somar as derrapagens todas nas obras do Porto. São inferiores à Expo. Só mesmo se somar o custo do CCB mais o do Metro do Terreiro do Paço chega lá. E não precisa da Vasco da Gama.
Mas isso não está em causa. O que está em causa é o desperdicio de dinheiros públicos. Que a si, pelos vistos, só incomoda se for no Porto.
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O Espanhol do déficit que dita leis em Bruxelas, já disse que Portugal acabou de sair da lista mas vai entrar novamente.Julga ele que nós não sabemos.O único que foi enganado foi ele.
E não sabe o que nós adivinhamos que vem aí…
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Mr. CAA,
pela consideração que tenho por si, recomendo-lhe que cuide pela sua saúde mental. Lisboa não é o Inferno que um dia atingirá o Norte e o Porto.
O Sul não é inimigo do Norte.
Eu, aqui, poderia escrever um comentário longuíssimo sobre o seu post e sobre a Expo’98 e sua importância TAMBÉM PARA O NORTE E PARA O PAÍS.
Mas não vale a pena.
Já intuí (este “tuí” nada tem a ver com o jogador do SCP) que o meu amigo acorda e deita-se periodicamente a pensar nos “bandidos” de Lisboa e do Sul.
Menosprezar os resultados GLOBAIS –GLOBAIS, repito !– da Expo’98 é o mesmo que não reflectir sobre o país (no caso, sobre uma parcela do país) e rasurá-lo para que se enleve, no caso, só uma outra parcela, o Porto, o Norte, como o meu amigo às vezes quer por falta de calma e ânsia de episódico protagonismo.
Foi à Expo’98 ? Como sabe, “olhar” é bem diferente do que VER. Nada, nadinha de útil retirou ? Para o país ? Para muitíssimas centenas de milhar de portugueses que pensavam QUE O MUNDO COMEÇAVA NA SUA ALDEIA E TERMINAVA NA SEDE DE CONCELHO OU NA CAPITAL DE DISTRITO ?
Abraço.
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Adenda:
“protagonismo temático”, entenda-se.
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Mr. Álvaro,
Conheço o seu blog.
Sobre a ópera de PGlass e de RWilson, a “estória” não é bem nem toda essa.
Mas quase acertou.
Abraço e Viva a Cultura !
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Caro MJRB,
As “…muitíssimas centenas de milhar de portugueses que pensavam QUE O MUNDO COMEÇAVA NA SUA ALDEIA E TERMINAVA NA SEDE DE CONCELHO OU NA CAPITAL DE DISTRITO…” regressaram às suas terrinhas, depois da visita deslumbrante à GRANDE EXPO98, e vivem a mesma vida de abandono que viviam anteriormente, apenas alegrada pelo postal desbotada colado na porta do frigorífico. Se não fosse tão triste, até chegava a ser poético…
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MJRB,
«Menosprezar os resultados GLOBAIS –GLOBAIS, repito !– da Expo’98 é o mesmo que não reflectir sobre o país…»
É curioso mas as 5 pessoas que fizeram essa reflexão n’ O Diabo chegam a conclusões muito próximas umas das outras – urge, portanto, tratar-lhes da saúde mental…
Quanto a resultados globais, estes podem ser aferidos pelos prejuízos reais (e não pelos obtidos por acordo). Já que os pagamos todos e não a meia dúzia que goza os proventos desse investimento público.
«Foi à Expo’98 ?»
Claro que não. Não alinho em nacionais-parolismos eivados de centralismo esquizofrénico.
Mas, sabe, fui como muito gosto a Sevilha em 92. E a Hannover em 2000. Países mas civilizados onde as coisas nem começam nem acabam na macrocefalia da capital.
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Poispois,
Obviamente que esses muitíssimos milhares de pessoas que vieram à Expo e tiveram, dentre outras sensações, a de que há muito mais e melhor mundo para além do que vivem quotidianamente, voltaram infelizmente ao seu dia-a-dia que lamento.
A Expo não lhe ia resolver problemas, mas proporcionou-lhes momentos inolvidáveis e conhecimento.
E não estou a referir-me exclusivamente a pessoas das aldeias ou vilas…
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MRJB,
O problema essencial é de formulação muito simples: e se ao tomarem conhecimento de que …há muito mais e melhor mundo para além do que vivem quotidianamente…e que esse mundo é pago pelo próprio dinheiro, essas gentes pretenderem que a suprema e efémera felicidade vivida seja substituída por um quotidiano não tão paradisíaco mas mais duradouro?
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Não percebi. Sei que a Expo vale mais meio milhão de turistas anuais desde 1998 (eu próprio fiz as contas). Do ponto de vista turístico, foi um grande sucesso, e ainda é. Mas é turismo em Lisboa cidade e região, mas nada mais.
Afinal quais são esses resultados globais de que fala, MJRB?
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Mr. CAA,
Como sabe, quando um meio de comunicação quer enaltecer ou denegrir algo, escolhe as pessoas certas para as entrevistas e mesas-redondas “rentáveis”.
Houve prejuízos avultados, sim senhor ! Concordo: “pagamos todos”, o que não devia acontecer, uma e outra coisa.
Infelizmente, muitos outros eventos têm dado prejuízo.
Meu caro:
Perdeu um momento excelente por não ter vindo à Expo.
O nacional-parolismo manifestou-se ocasionalmente a nível do poder político, que ficou completamente esbatido e arredado não só com o decorrer do certame, mas sobretudo com as consequências positivas post encerramento. Estão à vista !
Fui ao Porto, por quatro ocasiões e proprositadamente durante a Capital da Cultura 2001 — cuja organização e particulares resultados, como sabe, também não foi pontualmente brilhante. Fui com enorme gosto e sem mínima (porque inexistente) sensação de ter partido e “ser de Lisboa”.
Quando ocorrer outro grande evento no Porto, lá estarei se a programação me cativar e tiver tempo disponível. Aliás, muitas vezes tenho ido à Casa da Música, a Serralves, e não só.
Concordo também consigo: Alemanha ou Espanha são mais desenvolvidos do que Portugal. Em todos os domínios.
Também fui a essas Expos. Mas não me lembro de saber que pessoas doutras regiões desses países contestassem ou deixassem de ir a Sevilha ou a Hannover.
Dir-me-á: não são capitais. Pois não.
O Porto tem potencialidades (reafirmo-o mais esta vez) para se candidatar a uma Expo. Que se concretize, são os meus votos ! Mas para tal, muita gente terá de pensar e agir em conformidade com todas as suas capacidades e não com constrangimentos nem permanentes desperdícios de energias face “à capital”.
Serralves é um bom exemplo ! E creio que proximamente a Casa da Música também se estabiblizará em definitivo.
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Poipois
e
PMS,
Agora vou sair e almoçar. Mais logo cá estarei.
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Poispois
e
PMS,
Resumindo: A Expo aconteceu em Lisboa, tal como poderia ter acontecido no Porto. Com êxitos e inêxitos, boas e más gestões, extraordinárias e fracas consequências, oportunistas nos negócios “adjacentes”…
Eu teria ido ao Porto.
Sabem, por certo, que na origem (desde os primeiros segundos) da Expo’98 EM LISBOA, esteve um ilustre portuense, notável poeta e intelectual ? Vasco Graça Moura. Porquê ? Porque rendido ou vendido à “mouraria”? Ao “centralisno” ? Vão culpar VGMoura de algo que não merece ? Respondam-me sff.
Sabem também que o “Gil”, imagem difundida mundialmente (não duvidem !) foi criado por dois portuenses ? Quem os hostilizou ou reprovou em Lisboa ? Se, por hipotética má-fé (vulgarmente assim pensada sobre tudo o que seja “Lisboa”) o júri estivesse a favor do tal “centralismo”, ao abrir o envelope e verificar que António Modesto “é do Porto”, teria atribuído o primeiro prémio a um lisboeta….
Meus caros,
não acordem nem se deitem a pensar em Lisboa. Em Lisboa peca-se, mas também há gente extraordinária. Tal como no Porto.
O Porto, SE QUISER, não precisa menorizar-se nem lamuriar-se, tampouco guerrear-se contra Lisboa.
Os defensores da Regionalização (e eu votarei favoravelmente se souber como e quem a vai implementar e dirigir), nada ganham se continuarem a hostilizar “Lisboa” — advertência de amigo.
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MJRB,
Isto é ridículamente provinciano e demonstra que o MJRB devia-se chamar de «Lisboa connection», porque esses são os seu horizontes:
«Foi à Expo’98 ? Como sabe, “olhar” é bem diferente do que VER. Nada, nadinha de útil retirou ? Para o país ? Para muitíssimas centenas de milhar de portugueses que pensavam QUE O MUNDO COMEÇAVA NA SUA ALDEIA E TERMINAVA NA SEDE DE CONCELHO OU NA CAPITAL DE DISTRITO ?»
Caso não saiba, 1/3 dos Portugueses vivem fora de Portugal. 95% deles não são originários de Lisboa.
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Mr. José Silva,
Sei muito bem quantos portugueses vivem no país e no estrangeiro. Não esquecendo os seus descendentes.
Sei também e muitíssimo bem o que foi a Expo 98 e quem lá foi.
Muito provavelmente muitas pessoas que HOJE, 21 de Maio e passados precisamente 10 anos, dizem mal e/ou estão contra o evento, em 1998 orgulharam-se dele. E quantos mais dias passavam e as enchentes de visitantes portugueses e estrangeiros eram conhecidas, nem sequer se questionavam sobre a validade do evento…
(Sinais dos tempos…de hoje !).
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Mr. CAA,
Poispois
e
PMS,
Caso Vasco Graça Moura. Basta-me a vossa posição sobre este “traidor” portuense…
Grato.
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MJRB,
Tb não fui à EXPO98.
Efectivamente a sua argumentação é muito suave e típica. Enfim.
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