Racionalidade, diz ela
O processo de reestruturação da Casa Pia de Lisboa vai passar pela alteração de símbolos como o logótipo e o hino, com marca do Estado Novo, e pela introdução de uniformes “mais elegantes”, disse ontem a presidente da instituição.
Joaquina Madeira, presidente do conselho directivo da Casa Pia, descreveu o projecto de reestruturação que iniciou há dois anos e meio como “inacabado” e “em evolução”.
O logótipo, com muitos símbolos heráldicos, herdado do Estado Novo, vai ser substituído por uma imagem de fundo azul da qual sobressai, a branco, a figura de uma criança.
“Saímos do século XX da racionalidade para o século XXI das emoções e dos sentimentos, de uma realização mais completa, mais equilibrada”, afirmou.
Segundo Joaquina Madeira, a escolha de “um novo hino” para a Casa Pia está a ser um processo “controverso”, sublinhando que a música é bonita, mas a letra “é datada”.
PÚBLICO

Escrevem a notícia como se o processo reestruturaçao fosse o símbolo e o hino para ridicularizar. Está certo. É mesmo assim.
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O que é preciso é “informar”.
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Lamento profundamente é que o nome “casa pia” nao desapareça. Isso era essencial para começar de novo.
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Eu quero é ver o que o Ferreira Dinis vai dizer em julgamento, agora que andou a dizer qos jornais que vai “contar tudo”…
Invada-se a Birmânia, Já!
http://criticademusica.blogspot.com/
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Mudar hino e simbolo?
Hum… Parece que querem branquear qualquer coisa…
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Fundo azul com a imagem de uma criança em Branco (Omo lava mais branco…)?
Hummmm…
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Os uniformes mais elegantes deve ser porque as crianças devem estar pouco atraentes…
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Voto no candidato a Presidente (dos EUA, claro que são os únicos que parecem contar… e fazer…) que prometer invadir a Birmânia e julgar os generais.
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7 – Pois…
quem será o estilista?
tudo isto é meio nubloso…
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É ver os comentários anteriores como o de Tonibler. Sem fazer desaparecer completamente o nome estes comentários estarao sempre presentes e qualquer pessoa que mais tarde diga que cresceu ou trabalhou na casa pia, ficará com o carimbo. Eu acho insuportável. Deviam mudar tudo, inclusive o nome. A extinçao da instituiçao.
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O próprio imóvel onde está, devia ser vendido, como fizeram com alguns quartéis. Com o dinheiro, construiam instalações mais modernas, noutro local, com um túnel de congelação por causa da ASAE.
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Ainda não percebi qual é a objecção da Helena Matos no assunto. Porque alguma objecção há-de ter, não é? Eu acho a alteração dos simbolos uma coisa importante e com reflexos na imagem e auto-estima de quem lá vive e trabalha, que é uma coisa de que a provedora também deve cuidar. Por alguma razão são simbolos e eu acho que quase todos sabemos que os simbolos não são menosprezáveis. Mas há quem ache que são mudanças apenas cosméticas, como se os simbolos fossem uma coisa meramente cosmética…
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Mudar os símbolos faz parte de um processo de recuperação da imagem. Acho positivo que o façam. Agora, para dizer a verdade, o novo símbolo é horrível. O CAA disse uma vez que só lhe fazia lembrar um puto a fugir e, realmente, a mim também é isso que me faz lembrar.
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Um dos mistérios da Casa Pia, para mim, é a preponderância do certas pessoas do ISCTE, na instituição. E já agora, também no ministério da Segurança Social.
É ver os nomes e tentar perceber como é que surgem redes de cumplicidade. E como é que surge o fenómeno da Casa Pia, como escândalo sexual de proporções gigantescas e que ainda não estão à vista de todos.
Curiosamente, sobre o caso Maddie, publicaram-se já alguns livros dos peritos em criminologia ( Barra da Costa, um PJ e segue-se já outro, logo que saia do segredo de justiça).
Sobre a Casa Pia e os seus fenómenos mil vezes mais interessantes, nada de substancial, para além dos libelos de defesa dos entalados.
Nenhum polícia escreveu sobre o assunto, para dar a conhecer o que soube. Nenhum interveniente ( mesmo Pedro Nanmora) ainda foi suficientemente claro e consistente, na imputação concreta aos intervenientes do “terramoto”, de factos susceptíveis de abalar a estrutura político-partidária do regime.
E no entanto, todos os que sabem destas coisas, sentem que isso será inevitável, malgrado as tentativas de encobrimento que passam pelo secretismo dos julgamentos cíveis (!!!), das tentativas de conquistar um certo poder mediático que são por demais evidentes e apoiadas em sectores da vida económica em que o Estado participa de modo mais que activo: militante mesmo, como é o caso da CGD e do BCP.
Para mim, não restam dúvidas que um dia a verdade vai estourar e vai doer a muitos que fazem de conta que não vêem…
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Os resquícios do Estado Novo que se phodam !
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