Socialismo versus Capitalismo II
28 Maio, 2008
Forma socialista de lidar com o Peak Oil: Subsidiar os combustíveis fósseis e as alternativas aos combustíveis fósseis. O resultado é gasolina artificialmente barata e energia fotovoltaica com custos 10 vezes superiores aos da energia produzida pelas centrais a gás.
Método capitalista de lidar com o Peak Oil: Deixar os especuladores fazer reflectir nos preços presentes a escassez futura. Deixar outros especuladores aproveitar a subida de preço para apostarem o dinheiro deles nas melhores alternativas ao petróleo. O resultado é o alisamento da curva de produção de petróleo.
31 comentários
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O JM já admite poder haver o famoso Peak Oil? 😉
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««O JM já admite poder haver o famoso Peak Oil? ;-)»»
Já expliquei isso. Se existe um recurso finito, se o consumo é crescente, então ocorrerá um pico. O peak oil é uma banalidade matemática.
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Método anarquista para lidar com o Peak Oil: deixar rebentar a bolha; rezar para que durante o crash subsequente grande parte dos especuladores opte por saltar da varanda; rezar ainda mais forte para que a varanda seja bem alta; utilizar os “restos” dos especuladores como biocombustível.
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“Já expliquei isso. Se existe um recurso finito, se o consumo é crescente, então ocorrerá um pico. O peak oil é uma banalidade matemática.”
A primeira vez que lhe falei no peak oil, Vc. considerava ser uma teoria de conspiração anti-capitalista.
Vc. deu-me uma ideia. Shortar pitroil. 😉
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««A primeira vez que lhe falei no peak oil, Vc. considerava ser uma teoria de conspiração anti-capitalista.»»
Tudo o que lhe está associado é. Os defensores do peak oil acham que os mercados não ajustam à escassez futura e por isso inventam todo o género de teorias catastrofistas.
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“Os defensores do peak oil acham que os mercados não ajustam à escassez futura e por isso inventam todo o género de teorias catastrofistas.”
Depende de quem lê.
Outros defendem a provável existência do peak oil e fazem o que Vc. apontou na posta: aproveitaram as subidas do crude.
Independentemente disso, quando alguém dizia que não faltava pitroil para ser explorado e acaba, mais tarde, por admitir que os recursos são escasos, derivado da informação retirada dos preços, é altura de shortar. Além disso, 1000% em menos de 10 anos está para além da razoabilidade económica. 😉
É por isso que adoro os mercados. 🙂
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Portugal no seu melhor:
“Polémica na corrida à liderança social-democrata
Conselheiro da Jurisdição do PSD considera “vergonhoso” que Patinha Antão tenha incluído nome de um militante falecido na lista de candidatura
Jorge Varanda, um dos membros que integra o Conselho de Jurisdição Nacional (CJN) do PSD, considera “inqualificável” e “vergonhoso” que Patinha Antão tenha incluído na primeira lista de assinaturas que apresentou para formalizar a sua candidatura à liderança do partido o nome de um militante já falecido.
“Essa irregularidade, [entretanto suprida], é, do meu ponto de vista, inqualificável”, disse ao PÚBLICO, fazendo notar que as candidaturas que discordam da forma como o processo eleitoral foi conduzido têm ao seu dispor instrumentos que lhes permitem impugnar a decisão, podendo sempre solicitar a intervenção do Conselho de Jurisdição.
Presidido por Amorim Pereira, o CJN validou, anteontem à noite, por unanimidade, as candidaturas de Manuela Ferreira Leite, Pedro Santana Lopes, Pedro Passos Coelho e Mário Patinha Antão à liderança do PSD, na sequência da avaliação técnica do processo eleitoral que os serviços administrativos e jurídicos do partido fizeram a pedido do Conselho de Jurisdição. O relatório técnico apontava um conjunto de “ocorrências anómalas em cada uma das candidaturas”, mas Patinha Antão era aquele que mais irregularidades comportava, não só porque foi o único que apresentou o nome de uma militante já falecido, o que significa que houve falsificação de assinatura, o que é crime, como apontava um militante social-democrata, mas também porque incluiu o nome e assinatura de dois ex-militantes.”
In http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1330440
Aposto que ele não se responsabilizará pelo sucedido. É Portugal no seu melhor… Glup!
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“Gasolina artificialmente barata”? Isso nao tem sentido nenhum a nao ser que queiras piorar a ja debil situacao financeira do governo.
Quanto ao teu metodo capitalista… Ja se fala de petroleo como sendo escasso a mais de 30 anos e houve muitas alturas em que o preco era muito mais baixo que o actual. Nao te podes esquecer de factores como a crescente procura de combustiveis fosseis por parte da China e India, por exemplo.
Sera que agora a culpa e so dos especuladores. Sao assim tantos? Tem assim tanto dinheiro para influenciar de tal maneira os precos? Sao questoes que tem de ser ponderadas…
Esse alisamento nao e tao linear e sera os USA a nao permitir que isso aconteca.
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“Deixar os especuladores fazer reflectir nos preços presentes a escassez futura.”
E deixá-los fazer reflectir nos preços futuros a abundância presente.
Isto são teorias futuristas, é claro…
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longe vão os tempos em que o preço do petróleo era culpa do afeganistão/iraque/irão/furacão katrina/inverno/verão/quebra das reservas….
os argumentos para justificar o injustificável mudam conforme as necessidades… dos especuladores.
alguém acredita que mais de 100 anos após a criação do motor de combustão ainda ninguém tenha sido capaz de criar um outro tipo de motor que funcione de uma forma completamente diferente? (biodiesel/etanol e hibridos são fplclore).
até que ponto é que as petrolíferas são responsáveis por este “congelamento” às alternativas energéticas?
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Caro Luikki, já aqui me disseram que o futuro está na vela…porque não há alternativas a custo competitivo.
Quando não se está interessado…
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Anatole Kaletsky no The Times:
“Just as the credit crunch seemed to be passing, at least in the US, another and much more ominous financial crisis has broken out. The escalation of oil prices, which this week reached a previously unthinkable $130 a barrel (with predictions of $150 and $200 soon to come), threatens to do far more damage to the world economy than the credit crunch.
Instead of just causing a brief recession, the oil and commodity boom threatens a prolonged period of global “stagflation”, the lethal combination of high inflation and economic stagnation last seen in the world economy in the 1970s and early 1980s. This would be a disaster far more momentous than the repossession of a few million homes or collapse of a couple of banks.
Commodity inflation is far more lethal than a credit crunch for two reasons. It prevents central banks in advanced economies from cutting interest rates to keep their economies growing. Even worse, it encourages the governments of developing countries to turn their backs on global markets, resorting instead to price controls, trade restrictions and currency manipulations to protect their citizens from the rising costs of energy and food. For both these reasons, the boom in oil and commodity prices, if it lasts much longer, could reverse the globalisation process that has delivered 20 years of almost uninterrupted growth to America and Europe and rescued billions of people from extreme poverty in China, India, Brazil and many other countries.
That is the bad news. The good news is that the world is not as impotent as is often suggested in the face of this danger, since soaring commodity prices are not the ineluctable outcome of some fateful conjuncture of global economic forces, but rather the product of a typical financial boom-bust cycle, which could be deflated – especially with some help from sensible political action – as quickly as it built up.
The present commodity and oil boom shows all the classic symptoms of a financial bubble, such as Japan in the 1980s, technology stocks in the 1990s and, most recently, housing and mortgages in the US. But surely, you will say, this commodity boom is different? Surely it is driven by profound and lasting changes in global supply and demand: China’s insatiable appetite for food and energy, geopolitical conflicts in the Middle East, the peaking of global oil reserves, droughts caused by global warming and so on. All these fundamental points are perfectly valid, but they tell us nothing about whether the oil price will soon jump to $200, stay at $130 or fall back to $60 next month.
To see that these “fundamentals” are all irrelevant, we have merely to ask which of them has changed in the past nine months. The answer is none. The oil markets didn’t suddenly discover China’s oil demand nine months ago so this cannot explain the doubling of prices since last August. In fact, China’s “insatiable” demand growth has decelerated. In 2004 it was consuming an extra 0.9 million barrels a day; in 2007 it was consuming just an extra 0.3 mbd. In the same period global demand growth has slowed from 3.6 mbd to 0.7 mbd. As a result, the increase in global demand growth is now well below last year’s increase of 0.8 mbd in non-Opec production, according to Mike Rothman, of ISI, a leading New York consulting group.
Why, then, are commodity prices still rising? The first point to note is that many no longer are. Rice, wheat and pork are 20 to 30 per cent cheaper than they were two months ago, when financial pundits identified Asian and African food riots as the first symptoms of a commodity “super-cycle” that would drive prices much higher. And the price of industrial commodities such as lead, zinc and nickel, supposedly in short supply a year ago, has now dropped by 40 to 60 per cent. In fact, most major commodity indices would already be in a downtrend were it not for the dominance of oil.
But oil is the commodity that really matters and surely the latest jump in prices proves that demand really does exceed supply? Not at all. In the late stages of financial bubbles, it is quite normal for prices to become completely detached from economic fundamentals. House prices in Florida and Spain kept rising even after property developers built far more homes than they could possibly sell. The same thing happened in credit markets: mortgage securities kept rising even while banks created “special purpose vehicles” to acquire vast “inventories” of bonds for which there were no genuine buyers – and dozens of similar examples can be cited from the bubbles in internet stocks and Japan. Similarly, the International Gold Council reported this week that gold demand for commercial uses and investment fell 17 per cent in January, just as the gold price surged through $1,000 for the first time.
Now consider the situation today in oil markets: the Gulf, according to Mr Rothman, is crammed with supertankers chartered by oil-producing governments to hold the inventories of oil they are pumping but cannot sell. That physical oil is in excess supply at today’s prices does not mean that producers are somehow cheating by storing their oil in tankers or keeping it in the ground. All it suggests is that there are few buyers for physical oil cargoes at today’s prices, but there are plenty of buyers for pieces of paper linked to the price of oil next month and next year. This situation is exactly analogous to the bubble in credit markets a year ago, where nobody wanted to buy sub-prime mortgage bonds, but there was plenty of demand for “financial derivatives” that allowed investors to bet on the future value of these bonds.
In short, the standard economic assumption that supply and demand drive prices is only a starting point for understanding financial markets. In boom-bust cycles, the textbook theory is not just slightly inaccurate but totally wrong. This is the main argument made by George Soros in his fascinating book on the credit crunch, The New Paradigm for Financial Markets, launched at an LSE lecture last night. In this book Mr Soros explains how financial bubbles always start with some genuine economic transformation – the invention of the internet, the deregulation of credit or the rise of China as a commodity consumer.
He could have added the Netherlands’ emergence as a financial centre triggering Tulipmania or Britain’s global dominance as a naval power before the South Sea Bubble of 1720. The trouble is that these initial perceptions of a new paradigm tell us nothing about how far financial prices will adjust in response – will Chinese demand drive oil prices to $50 or $100 or $1,000?
Instead they can create a self-fulfilling momentum of rising prices and an inbuilt bias in the way that investors interpret the world. The resulting misconceptions drive market prices to a “far from equilibrium position” that bears almost no relation to the balance of underlying supply and demand.
The people who tell you that commodity prices today are driven by “economic fundamentals” are the same ones who said that house prices in Britain were rising because of land shortages. The amazing thing is that just months after losing hundreds of billions in the housing and mortgage bubbles, investors and governments around the world have reverted to the discredited fallacy that financial markets always reflect economic reality, instead of the boom-bust cycles and misconceptions that George Soros’s book vividly describes.”
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JM,
Até o percebo, mas há uma coisa que faz parte do preço da gasolina, mas não faz parte do preço das batatas ou das calças ou dos brinquedos que se chama: Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
É que o ISP é uma externalidade, que não existe em outros produtos e que distorce tudo o que o JM propõe.
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“–Alguém acredita que mais de 100 anos após a criação do motor de combustão ainda ninguém tenha sido capaz de criar um outro tipo de motor que funcione de uma forma completamente diferente?–”
Basta comprar aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=QmqpGZv0YT4
E aqui na minha terrinha já existe um importador nacional de carros eléctricos e bem catitas.
Mas tuga que se preze tem que andar de BM e grande, e nada que tenha autocolantes azuis atrás que é piroso.
Quem pode aguenta, quem não aguenta muda, quem não muda desiste, quem não desiste compra uma bicla.
Gato.
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«Tudo o que lhe está associado é. Os defensores do peak oil acham que os mercados não ajustam à escassez futura e por isso inventam todo o género de teorias catastrofistas.»
Pode-se ser peak oiler e ser um defensor do mercado, tal não invalida que se reconheça que o peak oil seja um evento de ramificações tão poderosas que nem o mercado possa dar uma solução satisfatória à maioria.
É óbvio que o mercado acaba por se ajustar à oferta e à procura, mesmo que seja à custa da destruição de procura por preços altos, o que na ausência de alternativas viáveis, significa menor actividade económica e pobreza.
Acho que a teoria que dizia que o peak oil seria um “não evento” comparável ao pico de produção dos discos de vinil, é que já lá vai…
O próprio JM, agora é um peak oiler optimista 🙂
Claro que o mercado livre e as iniciativas de adaptação individuais serão mais efectivas que qualquer tipo de socialismo. Mas repare na reacção da maioria aos preços altos do petróleo, clamam por culpados, fazem caças às bruxas, pedem intervenção dos governos. Não é por gostarmos do mercado livre que ele funciona, imagine quando estivermos do outro lado da curva de produção!
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««Acho que a teoria que dizia que o peak oil seria um “não evento” comparável ao pico de produção dos discos de vinil, é que já lá vai…»»
Ainda não vi nada de grave acontecer, para alem de muita gente mimada porque lhe fica mais caro passear de carro.
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Se tal se lhe pode chamar aos EUA, é de notar que no país dos liberais, entre 2000 e 2007 o estado baixou consideravelmente os impostos sobre a gasolina.
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Método João Miranda de lidar com o Peak Oil: Escrever conversa fiada no blasfémias.
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«Ainda não vi nada de grave acontecer, para alem de muita gente mimada porque lhe fica mais caro passear de carro.»
Sim é só isso e o receio de uma recessão mundial. E ainda não estamos do outro lado da curva…
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Nada disso. Há petróleo que nunca mais acaba… então a Venezuela não se gaba duma reserva imensa… mais as que, entretanto, continuam a surgir no Brasil, Timor…, mais os consumos brutais que os americanos continuam a fazer com os seus HUMMERS e outros pesados carrões, enquanto a nós nos querem pôr a andar de joelhos…
Mas alguém acredita que a crise vem daí?!
Mas que crise se, a toda esta fartura, juntarmos a banha de porco que, derretida e ainda quentinha, pode ser utilizada como carburante e de grande rendimento. Ora, está provado que temos o problema resolvido, bastando que se “derretam” os muitos, demasiados, porcos que neste país e, principalmente, na classe política abundam e… ´tá feito!
Preocupa-me, isso sim e isso é que devemos passar a discutir, o cheiro nauseabundo que a queima de tal “gordura” trará ao nosso lindo, brilhante e ajardinado país… por outro lado, a vantagem de muito menos porcaria por aí…
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“Ainda não vi nada de grave acontecer, para alem de muita gente mimada porque lhe fica mais caro passear de carro.”
E se o preço da comida continuar a aumentar, essa gente mimada também pode bem passar um bocado de fome para ver se ficam menos gordos.
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««Sim é só isso e o receio de uma recessão mundial. E ainda não estamos do outro lado da curva…»»
Recessões há a cada 10 anos. Qual é a novidade?
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frases aleatórias não relacionadas entre si:
“threatens to do far more damage to the world economy than the credit crunch.”
“É por isso que adoro os mercados. :-)”
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“Ainda não vi nada de grave acontecer, para alem de muita gente mimada porque lhe fica mais caro passear de carro.”
Esta é uma anormalidade do JM. É como as recessões mundiais, acontece de 5 em 5 “posts”!
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frases aleatórias sobre a especulação e o liberalismo:
“Método capitalista de lidar com o Peak Oil: Deixar os especuladores fazer reflectir nos preços presentes a escassez futura”
” it encourages the governments of developing countries to turn their backs on global markets”
“which could be deflated – especially with some help from sensible political action”
bears almost no relation to the balance of underlying supply and demand.
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O simplismo da análise é interessante…porque pelo menos sabemos como um capitalista vê o socialismo. Uma das coisas que esquece é que os especuladores não produzem nada, investem em matéria, em orgãos produtivos já estabelecidos, se os especuladores comparticipassem no mercado de produção com alguma visão de futuro…então eram verdadeiros investidores de risco. As alternativas precisam de investidores, não de especuladores. Os especuladores de risco são um mito, o especulador transita capital para negócios seguros, não financia negócios de futuro, é por isso que o sector mobiliário, e matérias primas são tão apetecíveis, não é preciso perceber nada do ofício e dá para controlar todo o mercado produtivo. Os especuladores entrarão no negócio das alternativas quando estas forem seguras e se estas forem tão “domesticáveis” quanto as energias fósseis. Ou seja, não serão de certeza os especuladores a fazer dar o salto das alternativas, mas com certeza estarão lá para recolher os lucros quando o negócio for seguro.
Por outro lado só podia dar asneira tentar simular o ponto de vista socialista, até porque bastante mais do que o próprio capitalismo, o socialismo apresenta variadas hipóteses, em geral tem a participação da sociedade ou do Estado como manifestação da vontade da mesma. Uma das manifestações da sociedade já está a acontecer, boicotar os postos Galp, pessoalmente prefiro políticas de regulação de mercado, por exemplo, acabar com o sigilo bancário.
Mas como dizia, esta simulação do pensamento socialista é fraquinha, porque nenhum socialista iria querer subsídios para manter aquilo que sempre desejou exterminar, o consumo de combustíveis fósseis… Nem é preciso ser socialista, nos departamentos das Universidades, não se vêem estudos energéticos que não sejam alternativas aos combustíveis fósseis… Uma das medidas verdadeiramente socialistas era criar no Estado os meios para ter já uma participação no mercado das alternativas, por exemplo, criar infraestruturas físicas e capturar meios humanos para ter um lugar no mercado das energias renováveis. No futuro, se houvesse especulação em relação a essas energias, então o Estado podia ser o garante de que o mercado funcionaria sempre com regularidade, porque estabilizava os preços e obrigava a concorrência a estabelizar…ou a sair de jogo.
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Outro efeito do peak oil a ter em conta.
O declínio das exportações de petróleo como resultado do pico na produção em países exportadores, quando ao mesmo tempo, aumenta o consumo interno nesses mesmos países.
Esta combinação de diminuição da produção e aumento do consumo interno leva a diminuir as exportações de petróleo a uma taxa muito mais rápida do que a própria produção.
http://en.wikipedia.org/wiki/Export_Land_Model
Os efeitos do “Export Land Model” na Indonésia que esta semana abandonou a OPEC.
Do pico de produção a importador em pouco mais de 10 anos.
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“Recessões há a cada 10 anos. Qual é a novidade?”
JM tens de me dizer onde arranjas informação para te baseares em comentários como este…
Vê este gráfico e se faz favor corrige o teu comentário pois está errado e tudo o que não deves queres é transmitir ideias não verdadeiras aos teus leitores… Certo?
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Mas alguém liga pevide ao que o JoãoMiranda escreve?
Sinceramente eu só venho ao Blasfémias para ler a bujarda do dia do Miranda.
Antes ainda me irritavam algumas coisas, agora apenas acho cómico.
O Liberalismo é uma doença que um pouco de fome e má-sorte cura num instante.
E ainda gostava de saber como é que o Miranda aranjou o tachinho no DN.
Fico invejoso. Eu também gostava de ser pago para escrever disparates.
Dito isto começo a achar que isto do petróleo é pacífico… Petróleo caro implica uma aposta séria em outras energias, representa mais consciência nas pessoas… O povo não deixa de passar horas na IC19 porque é mau para o meio ambiente, mas vai deixar de o fazer quando a gasosa para o automóvel estiver a 2€. Good times.
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Pela boca morre o peixe, subi a pagina e vi que o JoãoMiranda tem a mesma opinião que eu sobre as primeiras consequencias do preço do petróleo.
Posso ir escrever para o DN também?
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eu ñ vou deixar uma resposta,eu vou deixar uma pergunta.
O que significa socialismo e capitalismo?
responda a minha pergunta por favor…….
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