Gémeos políticos *
Manuela Ferreira Leite, Vítor Constâncio e o ministro Pinho juram o mesmo: não há condições para baixar os impostos! Neste momento “não há margem”, garantem.
Para os ‘estatistas’ convictos, nunca chegará a ocasião certa para descer os impostos – mas todos têm grande facilidade em justificar as constantes subidas. Os países que baixaram os impostos ficaram mais ricos. Por cá, persiste-se no modelo que coloca o Estado como centro de todas as coisas e os cidadãos como meros ajudantes da máquina administrativa.
Há um ano, escrevi neste jornal que o PS podia ser derrotado em 2009 apesar das sondagens. Mas José Sócrates nunca será vencido por quem defende soluções iguaizinhas às suas. Entre o que está e uma cópia mais fossilizada a escolha é segura.

diarreia verbal pró-menezes
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diarreia verbal pró-santana
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Não queria dizer “sheep talk”?
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Não posso estar mais de acordo – é óbvio!
Quanto ao balde de merda, a falar de diarreia parece um pleonasmo mal cheiroso.De esquerda? Talvez da direita Socrática..
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Caro CAA, desculpe, mas isto é pura demagogia:
“Manuela Ferreira Leite, Vítor Constâncio e o ministro Pinho juram o mesmo: não há condições para baixar os impostos! Neste momento “não há margem”, garantem.
Para os ‘estatistas’ convictos, nunca chegará a ocasião certa para descer os impostos – mas todos têm grande facilidade em justificar as constantes subidas.”
A partir do segundo semestre veremos se a baixa do IVA de 21 para 20%, SEM REDUÇÃO DA DESPESA, ajudará Portugal e os portugueses.
Parece-me que os meus amigos julgam que isto á matemática pura, tipo economia planificada socialista. Mas a partir de Julho cá estarei para vos lembrar o que se escreve agora demagógicamente. A menos que sejam claros: Portugal pode e deve abandonar o €uro.
A ver vamos.
PM E note-se que eu apoiei a descida do IVA de 21% para 20%. Mas se fosse hoje, face aos recentes indicadores, eu teria muita cautela. Mais. Baixar os impostos, nesta situação portuguesa, com forte défice orçamental e derrapagem da despesa pública, mais que demagógico é irresponsabilidade. Para não dizer outra coisa.
PM 2 Porque será que nas crises, as empresas evitam baixar os preços dos seus produtos e serviços? Será por burrice dos seus gestores? Pois…
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“PM 2 Porque será que nas crises, as empresas evitam baixar os preços dos seus produtos e serviços? Será por burrice dos seus gestores? Pois…”
Será mesmo assim?
Pois não é nas crises que as empresas baixam os preços dos seus produtos? (às vezes baixam tanto que mostram o rabo).
Não é verdade que quando não o fazem, frequentemente fecham as portas?
Já reparou que se chegou a uma situação tal que já não vai haver dinheiro nem para impostos?
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So uma pergunta: Qual é a profissao desta mulher? Bancaria! Num posto de responsabilidade e sobretudo de poder, por isso ela esta ali ou aqui como queiram, para defender os interesses do: povo, dos pobres, do aflitos, Santa Manuela! amen……………ah! ah! ah! ah!
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Um país doente geralmente morre de duas coisas: da doença ou da cura.
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há mais psd e portugal para alé de gaia
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Manuela Ferreira Leite não é concorrente de José Sócrates… quanto muito, de Teixeira dos Santos.
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“PM 2 Porque será que nas crises, as empresas evitam baixar os preços dos seus produtos e serviços? Será por burrice dos seus gestores? Pois…”
Habitualmente, nas crises, baixam-se os preços. Quando uma empresa não vende, ou arranja novos produtos ou baixa os preços para conquistar mercado. Ou então fecha portas. No caso do nosso estado,a terceira alternativa parece a mais interssante.
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“Habitualmente, nas crises, baixam-se os preços.”
Caro JCD, acha mesmo que sim? Não vá por aí. Nunca, mas nunca, um gestor baixa os preços, senão forçado. Baixar os preços dos produtos e serviços, sem uma sustentabilidade operativa forte por base, é levar uma empresa à falência.
Mas se acha que é o contrário, pergunte aos principais estrategas das melhores empresas do mundo. 😉
“No caso do nosso estado,a terceira alternativa parece a mais interssante.”
Eu entendo a sua visão. Mas Vc. acha que a economia portuguesa está pronta a arrostar com taxas d ejuro na casa dos dois dígitos? Se acha que ela aguenta…
Os portugueses têm que aprender a dura lição. Quando o Estado gasta dinheiro ele não nasce de uma cornucópia ou de um pote mágico no fim de um arco-iris. Portanto, os portugueses se querem menos carga fiscal EXIJAM MENOS DESPESA PÚBLICA. Não se pode ter tudo: baixos impostos e um monstro estatal que tudo devora.
Em última instância Portugal tem o seu maior problema na despesa Estatal. Ela é o príncipio e o fim do descalabro português. Portanto, baixar a carga fiscal e subir o défice é a mesma coisa que sedar o tecido económico, pois défices presentes são impostos no futuro.
Eu pretendo que se diga claramente aos políticos: CORTEM NA DESPESA PÚBLICA. E não se ande a brincar com a fiscalidade de um país, ao sabor da conjuntura económica ou do mercado de um dado produto, neste caso o pitroil.
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1. CAA, Você está a escrever demasiado certo, num país sem orientação, sobretudo ao nível da cúpula.
2. Anti-Comuna, percebo-o, mas se quiser dou-lhe imensos exemplos de indústrias/empresas que têm que fazer dumping (sei que é proibido), para sobreviver. Porque há sobrevivência hoje e sobrevivência para daqui a 3 anos ou 5 anos. Quanto a abandonar o Euro, acho que seria o fim de Portugal.
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Caro J, eu não neguei que as empresas não baixem os preços. Baixam é pouco e só em quase desespero ou para destruir adversários, por exemplo, no chamado dumping.
O que eu nego é que as empresas baixem os preços dos produtos de ânimo leve, como sugere o JCD. Não baixam. Não podem baixar. Porque põem em causa a própria sobrevivência da empresa.
E o que eu pretendo demonstrar é que baixar a carga fiscal nesta altura do campeonato e sem cortes na despesa é demagógico. E até me podem dizer que a actividade económica será dinamizada (mas não o suficiente face às forças depressivas em presença) e dizer que em último caso o Estado cobrará as mesmas receitas fiscais, já que o consumo se manterá. Mas é duvidoso, face por exemplo, à alta das taxas de juro.
É que às tantas o raciocínio deste tipo de medidas faz-me lembrar os socialistas da economia planificada. Tira-se dali, põe-se acolá; corta-se aqui e acrescenta-se acolá. Mas não. A economia não se comporta como muitos julgam, a começar pelos maluquinhos da econometria, por exemplo.
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“E o que eu pretendo demonstrar é que baixar a carga fiscal nesta altura do campeonato e sem cortes na despesa é demagógico”.
Sem dúvida. De acordo. Ou seja, é preciso colocar à discussão e em funcionamento um novo modelo de Portugal.
O actual modelo não atrai investimento, nem português, nem estrangeiro, ao contrário do que diz o Pinócrates e seguidores (Pinho e Basílio).
Sem investimento, o Portugal do interior vai-se manter ás moscas.
A indústria fecha todos os dias. Não há indústrias novas, de dimensão.
Cortar a Despesa pública? Sim. Aonde? Aonde ela se revela altamente ineficiente:
– Educação: miserável, com gastos extraordinários.
– Justiça: miserável, com gastos sumptuosos.
-Ensino Superior: fraquíssimo, mas com as castas a não quererem abdicar…..e muitos deles passaram pelos Governos…..
Mas, há mais…..o que trazem ao páis as imensas Embaixadas,es palhadas pelo mundo? Novos investidores? Não. Para que servem? O Império já acabou há muito……
Portugal deve ser pensado com uma casa, e não como o Império….que já acabou!
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Tem razão, CAA.
São gémeos políticos com posições idênticas que devem fazer com que neste momento o PCP e o Louçã devam estar a esfregar as mãos de contentamento.
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teste
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Não hevendo petróleo no Beato mas um enorme déficit quer ao nível das contas externas, quer quanto às internas, o que é que se deve e pode fazer?
a) Reduzir a despesa primária? Igual a despedir funcionários públicos, deixar de pagar pensões e os juros da dívida interna e externa?
b) Cortar na conta Educação e da segurança do Estado?
c) Privatizar o SNSaúde e abandonar todos à sua sorte?
d) Reduzir ou mesmo anular os pagamentos aos Municípios e às Reg. Autónomas?
Basta escolher o que se quer.
Agora não se pode ter é sol na eira e chuva no nabal.
Mandem vir os maiores contabilistas ( parece que uma já está encomendada..), ou
Juntem dois ou três partidos daqueles que preferem o isolacionismo e a Albânia e vão descobrir a sério o que são aventuras, tipo Emilio Salgari, com piratas, facadas e tudo,
Ainda os vou ver a declarar falência como na Argentina e a pedir ao FMI que intervenha aqui.
Agora estudar, obrigar os filhos a estudar, a não ter o telemóvel mais avançado de todos, a exigir das escolas e dos professores que ensinem e se responsabilizem pelos alunos, obrigar os proprietários dos campos a cultivá-los, etc, etc., Isso não que dá trabalho e nós queremos tudo pronto a servir, já amanhã!
Até pode acontecer que nos saia o euromilhões a todos, todas as semanas…pode ser!
MFerrer
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O CAA acha que sim?
Se eles dizem que a mesada não pode ser aumentada, quem é que prefere que lhe mexa nos bolsos? Um rapazola malcriado e socialmente perigoso ou a sua mãezinha?
Dizer que chama a polícia, não vale.
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Total acordo. “The income tax – root of all evil ” de Chodorov – é a minha bíblia e aconselho vivamente. Está lá a sua posta ponto por ponto. Acrescento mais – taxes, the root of all evil!. Quando li este artigo, tarde na vida confesso, senti-me como se devem ter sentido católicos devotos medievais confrontados com heresias. Herética mesmo! E com 60 anos de atraso, a leitura!
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Foi por isso que há pouco tempo me deixei impressionar por um candidato do próximo fim-de-semana, em entrevista a um diário, dizendo ponto por ponto muitas das coisas impressionantes que Chodorov dizia há 60 anos. Fiquei na dúvida e continuo na dúvida – o candidato pensa mesmo aquilo ou estará a aproveitar l’air du temps? Já foi acusado disso, e não é para admirar que um social-democrata venha largar lã para parecer lobo. Só tempo o dirá. Eu gostava de ver alguns lobos a desestabilizar a coisa bovina (não dá ovelhina!)
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“PM 2 Porque será que nas crises, as empresas evitam baixar os preços dos seus produtos e serviços? Será por burrice dos seus gestores? Pois…”
Antes de baixar os preços, as empresas tentam minimizar as crises, intervindo preferencialmente na redução de custos, coisa que o Estado não faz. Só depois se rendem à evidência e baixam preços.
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Estes problemas são o reflexo da sociedade que estamos todos a construir. Com Sócrates ou outro qualquer Primeiro Ministro as directrizes iriam ser as mesmas. Convençam-se que Portugal é um país adiado na educação, saúde, justiça, qualidade de vida, economia, etc. Por alguma razão continuamos na cauda da Europa. Cavaco Silva e Mário Soares estão agora indignados com as dificuldades da maioria dos portugueses. Pois descobriram a pólvora. A Manuela Ferreira Leite, agora virada para as questões sociais, não passa de um Sócrates de saias.
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