Recordam-se do que disseram da ida do Guilherme de Oliveira Martins para Presidente do Tibunal de Contas?!! E, no entanto, ele aí está a fazer um excelente lugar.
««Recordam-se do que disseram da ida do Guilherme de Oliveira Martins para Presidente do Tibunal de Contas?!! E, no entanto, ele aí está a fazer um excelente lugar.»»
Isso é totalmente irrelevante para a análise de incompatibilidades. O regime de incompatibilidades deve seguir regras formais sob pena de tudo ficar dependente de análises subjectivas de personalidade e de honradez.
Neste caso, estou absolutamente de acordo com JM. Só acrescentaria o seguinte: para além do cumprimento de regras formais e universais, espera-se também que faça parte do comportamento formal e informal dos que foram escolhidos por essas regras formais a honradez.
Não houve “um outro” que funcionou precisamente ao contrário…?! Era para ir, ou foi mesmo, para a Justiça e depois, de até tomar posse, optou pela “cadeira” no Governo.
Afinal, nada de novo…
Antes do 25 de Abril de 1974 (o que foi apresentado como negativo):
– Ausência de liberdade
– Prisões políticas
– Guerra colonial
– Monopólios económicos
– Grandes divisões sociais, com pessoas muito ricas e outras muito pobres
– Miséria
– Empregos baseados na cunha e nos conhecimentos pessoais
– Privilégios sociais só para alguns
– Subserviência aos detentores do poder
– Grande emigração, por ausência de expectativas de vida
E hoje? O que temos?
– Liberdade condicionada
Porquê? Porque são cada vez mais as situações em que as pessoas se calam, ou falam muito baixo, para não perderem os seus empregos. É visível em muitas circunstâncias, a arrogância, a má educação, a falta de respeito, de quem dirige instituições, empresas, departamentos, secções, perante os subordinados. Há uma nova classe de dirigentes que confundem liderança, com chefia, e fazem do desprezo dos seus colaboradores o lema da sua afirmação. São temidos, mas não são respeitados e caso existissem alternativas, muitos dos que se calam sairiam do local onde trabalham. Se é inteiramente verdade o facto de existirem pessoas que não gostam de trabalhar e preferem viver às custas de subsídios, também é real a situação de trabalhadores desmotivados e pouco produtivos, em função de más direcções.
– Censura
Porquê? Porque ao contrário do que se apregoa nem todos têm acesso, de igual modo, aos órgãos de comunicação social. E ainda porque a dependência do Estado é tal, que o receio de incomodar os governantes, ministros ou autarcas, pode conduzir a ignorar, e até silenciar, muitas vozes críticas do poder.
– Novos monopólios económicos
Porquê? Porque é visível a ausência de liberdade de escolha por parte dos consumidores, como é ainda visível a concentração decisória dos que anunciam os preços dos bens colocados à disposição dos cidadãos. Desiludam – se os que supõem existir em Portugal liberdade económica, livre oferta e livre procura. É falso que elas existam. Que o digam os consumidores da EDP, da maioria dos Transportes, dos Correios, dos inúmeros serviços prestados por empresas como a PT, com uma posição de quase monopólio em inúmeros domínios, etc. Estes novos monopólios conduziram à criação de uma nova classe de gestores pagos acima da média praticada em diversos países desenvolvidos. Muitos desses gestores são os novos marajás de Portugal, comportando-se como príncipes de abastada fortuna diante a desproporção salarial da maioria dos quadros das suas empresas.
– Empresas privadas com actividade dependente do Estado
Porquê? Porque é patente o nível de intervenção público nos negócios de muitas empresas, de muitos escritórios, de muitos consultores. Apesar de se afirmarem como arautos da iniciativa, do dinamismo, da modernização, do risco, todos sabemos como muitos destes “empreendedores” são grandes e vistosos em função dos contratos que fazem com a Administração Pública. Por isso a sua suposta independência é igual à que existia entre os vassalos e os antigos senhores feudais.
– Enormes divisões sociais
Porquê? Porque nunca como agora o fosso entre muito ricos e muito pobres foi tão evidente. A nossa proximidade com o que se passa em vários países da América Latina é total e não fora a natural propensão dos portugueses para gritarem muito, mas não abraçarem a violência e a ruptura da ordem instalada poderia dar – se.
– Cunhas nas colocações
Porquê? Porque, salvo honrosas excepções, sem cunha não há emprego
– Retorno em massa da emigração
Porquê? Porque as fábricas fecharam, os campos desapareceram, a miséria está aí e os portugueses voltaram a seguir os passos dos seus Avós e dos seus Pais procurando lá fora o que não sentem poder alcançar em território nacional
– Corrupção com total impunidade
Porquê? Porque as leis foram feitas para proteger os corruptos, dificultando a vida aos investigadores criminais e colocando pedras no caminho das autoridades policiais.
– Leis modificadas para proteger pedófilos
Porquê? Porque o regime, vá – se lá saber porque razão, esteve mais preocupado em proteger os pedófilos do que em descobrir a verdade e acusar os responsáveis pela violação a que os menores à guarda do Estado, na Casa Pia, foram sujeitos. O escândalo é tal que nem os publicamente suspeitos foram incriminados, nem aqueles que os incriminaram foram alvo de exemplar punição por difamação e atentado ao bom nome. Conclusão: tudo bons rapazes que na paz do sistema continuam impávidos e serenos, como se nada de grave tivesse sucedido.
– Sistema político clientelar
Porquê? Porque os eleitores mandam cada vez menos e nos partidos de sempre as lutas são entre novos barões, contra velhos barões que desejam o seu protagonismo, o seu lugar, o seu poder. Se outrora só uma pequena clientela aspirava a ocupar os cargos de governação, hoje só uma reduzida classe se sente no direito de alcançar o governo.
– Negócios no Estado, em nome de todos mas apenas para benefício de alguns
Porquê? Porque são inúmeros os casos de propriedades, de terrenos, inseridos em reservas ecológicas e agrícolas, que após a venda se transformam em terrenos urbanizáveis. Porque são várias as situações de compra de equipamentos cuja inutilidade é total, apesar do inequívoco benefício dos intermediários no negócio. E porque, pese embora as notícias de denúncia sobre muitas dessas compras, as investigações se arrastarem e serem, na maior parte das vezes arquivadas.
Perante o que fica dito faço uma pergunta simples: foi para isto que fizeram o 25 de Abril?
por aqui, no Blasfémias ?
Lido o seu comentário, presumo que o seu partido estará mal, muito mal, para usar este blog como veículo de uma posição pessoal….
Manuel Monteiro, parabéns pelas afirmações certeiras. Verdades como punhos. Como os canhotos não vão ter coragem de as refutar, ninguém vai mais querer falar nisso.
Pois pois. Pouca gente se importa com essas minudicências. Já repararam que os post mais comentados são os que envolvem futebol? E no “antigamente” é que futebol era usado para alienar as massas? Eram uns verdadeiros aprendizes.
É bom enviar alguém que possa abafar o TC. Já começa a chatear demais, esse Oliveira Martins. Já se esqueceu que é socialista ou uma coisa assim? A ministra da doença ainda pode quinar com aqueles milhões que ela deixou escoar para os mellos.
As ordens são: infiltrar, abafar, retardar, desvalorizar, e ainda dizem que o inginheiro não sabe fazer política (à portuguesa! Que injustiça, ele nunca deixa de zelar por nós.
As simpatias manifestam-se depois na actividade da Instituição onde ficam colocados.
O problema é que o Sr. em causa vai para JUÍZ do Tribunal de Contas, vai julgar possíveis infracções financeiras e determinar responsabilidades de políticos: Câmaras e titulares de altos cargos públicos.
Não se compara à CGD( para o 17, e o A.Vara?),à EDP ou CMVM.
E para cúmulo, o Ministério Público junto do T.Contas arquivou cerca de 90% (NOVENTA por cento) dos processos de responsabilidade financeira até recentemente.
É caso para perguntar: o que está o Mº Pº a fazer no T.C.???
Depois, claro, relatórios do T.C., IGF sobre despesismo em cadeia por essas Instituições públicas.
( O facto de T.C.–Direcção Geral– referir excesso de despesa não significa que os autores sejam responsabilizados: tem que haver acção interposta pelo MºPº, que, como se sabe, se fica nas lonas…)
As simpatias manifestam-se depois na actividade da Instituição onde ficam colocados.
O problema é que o Sr. em causa vai para JUÍZ do Tribunal de Contas, vai julgar possíveis infracções financeiras e determinar responsabilidades de políticos: Câmaras e titulares de altos cargos públicos.
Quem governava Portugal quando Sousa Franco, militante do PSD era presidente do Tribunal de Contas? Era Cavaco Silva! E Sousa Franco não fez bem o seu trabalho?
Não sou advogado de defesa nem vou com a cara dele, mas o homem não se sentou na cadeira e já se está com conjecturas negativas sobre ele.
Será que só a direita é honesta neste país? Será que nos partidos de direita não há filhos da puta como nos da esquerda?
caro Jofer:
Sousa Franco nunca fez parte de nenhum Governo de Cavaco; aliás, creio q já nem era do PSD.
Mas, mesmo que fosse, fazia parte dos críticos.
Mr. João Miranda,
Maior “perfeição” sobre incompatibilidades, não há, com essa TRANSIÇÃO…
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Recordam-se do que disseram da ida do Guilherme de Oliveira Martins para Presidente do Tibunal de Contas?!! E, no entanto, ele aí está a fazer um excelente lugar.
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««Recordam-se do que disseram da ida do Guilherme de Oliveira Martins para Presidente do Tibunal de Contas?!! E, no entanto, ele aí está a fazer um excelente lugar.»»
Isso é totalmente irrelevante para a análise de incompatibilidades. O regime de incompatibilidades deve seguir regras formais sob pena de tudo ficar dependente de análises subjectivas de personalidade e de honradez.
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O regime das imcompatibildades é só para alguns. É que esta malta do Governo é muito polivalente e como são todos fantásticos são muito requisitados.
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Neste caso, estou absolutamente de acordo com JM. Só acrescentaria o seguinte: para além do cumprimento de regras formais e universais, espera-se também que faça parte do comportamento formal e informal dos que foram escolhidos por essas regras formais a honradez.
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Não houve “um outro” que funcionou precisamente ao contrário…?! Era para ir, ou foi mesmo, para a Justiça e depois, de até tomar posse, optou pela “cadeira” no Governo.
Afinal, nada de novo…
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A ideia é boa!Vai “julgar” as suas próprias contas!Alguem as conhece melhor do que ele?
Afinal o resultado seria sempre o mesmo!
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FOI PARA ISTO QUE FIZERAM O 25 DE ABRIL?
Antes do 25 de Abril de 1974 (o que foi apresentado como negativo):
– Ausência de liberdade
– Prisões políticas
– Guerra colonial
– Monopólios económicos
– Grandes divisões sociais, com pessoas muito ricas e outras muito pobres
– Miséria
– Empregos baseados na cunha e nos conhecimentos pessoais
– Privilégios sociais só para alguns
– Subserviência aos detentores do poder
– Grande emigração, por ausência de expectativas de vida
E hoje? O que temos?
– Liberdade condicionada
Porquê? Porque são cada vez mais as situações em que as pessoas se calam, ou falam muito baixo, para não perderem os seus empregos. É visível em muitas circunstâncias, a arrogância, a má educação, a falta de respeito, de quem dirige instituições, empresas, departamentos, secções, perante os subordinados. Há uma nova classe de dirigentes que confundem liderança, com chefia, e fazem do desprezo dos seus colaboradores o lema da sua afirmação. São temidos, mas não são respeitados e caso existissem alternativas, muitos dos que se calam sairiam do local onde trabalham. Se é inteiramente verdade o facto de existirem pessoas que não gostam de trabalhar e preferem viver às custas de subsídios, também é real a situação de trabalhadores desmotivados e pouco produtivos, em função de más direcções.
– Censura
Porquê? Porque ao contrário do que se apregoa nem todos têm acesso, de igual modo, aos órgãos de comunicação social. E ainda porque a dependência do Estado é tal, que o receio de incomodar os governantes, ministros ou autarcas, pode conduzir a ignorar, e até silenciar, muitas vozes críticas do poder.
– Novos monopólios económicos
Porquê? Porque é visível a ausência de liberdade de escolha por parte dos consumidores, como é ainda visível a concentração decisória dos que anunciam os preços dos bens colocados à disposição dos cidadãos. Desiludam – se os que supõem existir em Portugal liberdade económica, livre oferta e livre procura. É falso que elas existam. Que o digam os consumidores da EDP, da maioria dos Transportes, dos Correios, dos inúmeros serviços prestados por empresas como a PT, com uma posição de quase monopólio em inúmeros domínios, etc. Estes novos monopólios conduziram à criação de uma nova classe de gestores pagos acima da média praticada em diversos países desenvolvidos. Muitos desses gestores são os novos marajás de Portugal, comportando-se como príncipes de abastada fortuna diante a desproporção salarial da maioria dos quadros das suas empresas.
– Empresas privadas com actividade dependente do Estado
Porquê? Porque é patente o nível de intervenção público nos negócios de muitas empresas, de muitos escritórios, de muitos consultores. Apesar de se afirmarem como arautos da iniciativa, do dinamismo, da modernização, do risco, todos sabemos como muitos destes “empreendedores” são grandes e vistosos em função dos contratos que fazem com a Administração Pública. Por isso a sua suposta independência é igual à que existia entre os vassalos e os antigos senhores feudais.
– Enormes divisões sociais
Porquê? Porque nunca como agora o fosso entre muito ricos e muito pobres foi tão evidente. A nossa proximidade com o que se passa em vários países da América Latina é total e não fora a natural propensão dos portugueses para gritarem muito, mas não abraçarem a violência e a ruptura da ordem instalada poderia dar – se.
– Cunhas nas colocações
Porquê? Porque, salvo honrosas excepções, sem cunha não há emprego
– Retorno em massa da emigração
Porquê? Porque as fábricas fecharam, os campos desapareceram, a miséria está aí e os portugueses voltaram a seguir os passos dos seus Avós e dos seus Pais procurando lá fora o que não sentem poder alcançar em território nacional
– Corrupção com total impunidade
Porquê? Porque as leis foram feitas para proteger os corruptos, dificultando a vida aos investigadores criminais e colocando pedras no caminho das autoridades policiais.
– Leis modificadas para proteger pedófilos
Porquê? Porque o regime, vá – se lá saber porque razão, esteve mais preocupado em proteger os pedófilos do que em descobrir a verdade e acusar os responsáveis pela violação a que os menores à guarda do Estado, na Casa Pia, foram sujeitos. O escândalo é tal que nem os publicamente suspeitos foram incriminados, nem aqueles que os incriminaram foram alvo de exemplar punição por difamação e atentado ao bom nome. Conclusão: tudo bons rapazes que na paz do sistema continuam impávidos e serenos, como se nada de grave tivesse sucedido.
– Sistema político clientelar
Porquê? Porque os eleitores mandam cada vez menos e nos partidos de sempre as lutas são entre novos barões, contra velhos barões que desejam o seu protagonismo, o seu lugar, o seu poder. Se outrora só uma pequena clientela aspirava a ocupar os cargos de governação, hoje só uma reduzida classe se sente no direito de alcançar o governo.
– Negócios no Estado, em nome de todos mas apenas para benefício de alguns
Porquê? Porque são inúmeros os casos de propriedades, de terrenos, inseridos em reservas ecológicas e agrícolas, que após a venda se transformam em terrenos urbanizáveis. Porque são várias as situações de compra de equipamentos cuja inutilidade é total, apesar do inequívoco benefício dos intermediários no negócio. E porque, pese embora as notícias de denúncia sobre muitas dessas compras, as investigações se arrastarem e serem, na maior parte das vezes arquivadas.
Perante o que fica dito faço uma pergunta simples: foi para isto que fizeram o 25 de Abril?
Manuel Monteiro
Lisboa, 26 de Maio de 2008
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Mr. Manuel Monteiro,
por aqui, no Blasfémias ?
Lido o seu comentário, presumo que o seu partido estará mal, muito mal, para usar este blog como veículo de uma posição pessoal….
(Estou a ironizar).
(Mas talvez tenha acertado).
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o jogo infantil do “abafador”. varrer o lixo para debaixo do tapete
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Manuel Monteiro, parabéns pelas afirmações certeiras. Verdades como punhos. Como os canhotos não vão ter coragem de as refutar, ninguém vai mais querer falar nisso.
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Pois pois. Pouca gente se importa com essas minudicências. Já repararam que os post mais comentados são os que envolvem futebol? E no “antigamente” é que futebol era usado para alienar as massas? Eram uns verdadeiros aprendizes.
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É bom enviar alguém que possa abafar o TC. Já começa a chatear demais, esse Oliveira Martins. Já se esqueceu que é socialista ou uma coisa assim? A ministra da doença ainda pode quinar com aqueles milhões que ela deixou escoar para os mellos.
As ordens são: infiltrar, abafar, retardar, desvalorizar, e ainda dizem que o inginheiro não sabe fazer política (à portuguesa! Que injustiça, ele nunca deixa de zelar por nós.
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Manuel Monteiro subiu até ao Blasfémias. Parabéns, está a progredir!
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“Simão dá-me a tua camisola”, “Ronaldo casa comigo” em Neuchatel
Prontos.
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business as usual…
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Celeste Cardona saiu do governo e de seguida entrou na Caixa geral de Depósitos…
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Carlos Tavares saiu do Governo e foi para presidente da Bolsa de Valores…
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António Mexia saiu do governo e foi par presidente da EDP…
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As simpatias manifestam-se depois na actividade da Instituição onde ficam colocados.
O problema é que o Sr. em causa vai para JUÍZ do Tribunal de Contas, vai julgar possíveis infracções financeiras e determinar responsabilidades de políticos: Câmaras e titulares de altos cargos públicos.
Não se compara à CGD( para o 17, e o A.Vara?),à EDP ou CMVM.
E para cúmulo, o Ministério Público junto do T.Contas arquivou cerca de 90% (NOVENTA por cento) dos processos de responsabilidade financeira até recentemente.
É caso para perguntar: o que está o Mº Pº a fazer no T.C.???
Depois, claro, relatórios do T.C., IGF sobre despesismo em cadeia por essas Instituições públicas.
( O facto de T.C.–Direcção Geral– referir excesso de despesa não significa que os autores sejam responsabilizados: tem que haver acção interposta pelo MºPº, que, como se sabe, se fica nas lonas…)
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As simpatias manifestam-se depois na actividade da Instituição onde ficam colocados.
O problema é que o Sr. em causa vai para JUÍZ do Tribunal de Contas, vai julgar possíveis infracções financeiras e determinar responsabilidades de políticos: Câmaras e titulares de altos cargos públicos.
Quem governava Portugal quando Sousa Franco, militante do PSD era presidente do Tribunal de Contas? Era Cavaco Silva! E Sousa Franco não fez bem o seu trabalho?
Não sou advogado de defesa nem vou com a cara dele, mas o homem não se sentou na cadeira e já se está com conjecturas negativas sobre ele.
Será que só a direita é honesta neste país? Será que nos partidos de direita não há filhos da puta como nos da esquerda?
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O Sr. Manuel Monteiro, diz tudo o que há para dizer e, contra factos, não há argumentos!
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caro Jofer:
Sousa Franco nunca fez parte de nenhum Governo de Cavaco; aliás, creio q já nem era do PSD.
Mas, mesmo que fosse, fazia parte dos críticos.
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