Um ex-comunista adepto do liberalismo/capitalismo é de fugir. Imaginem os taxis com preços liberalizados e actividade liberalizada. Teríamos mais de um milhão de portugueses a fazerem umas horitas extras.
Finalmente, Gabriel! Já desesperava de o ver transcrever, para o Blasfémias, um texto de um blogue sério e credível. Se se esforçar um pouco, há-de ver que há mais por aí.
Sim, Boa Ideia. Como em alguns paises do dito 3º Mundo poderiamos perguntar quanto custava a viagem para sitio tal, e regatear acerrimamente de seguida o preço da viagem. “Pois, está a ver é hora de ponta, gasto mais gasolina”, “Deixe-se disso é já ali… olhe dou-lhe 5€…”, enfim… poderiamos ter “tuk-tuk”s,”louages”,”dolmus”,”habal-habal” e mesmo riquexós…
Liberalizar o preço dos táxis não me parece fácil. Mais ainda quando esse preço é medido por taxímetros que têm que ser regulados e certificados. Parece-me um bocado chato, uma pessoa mandar parar um táxi na rua para depois constatar que esse táxi cobra mais do que a média e então mandá-lo embora para se aguardar por outro táxi…
Boa parte dos taxistas são empresários por conta própria. Quem controlaria as práticas dessa malta, por exemplo em matéria de viciação dos taxímetros? E como se impediria que essa malta, que genericamente não é um modelo de civilidade, entrasse em conflitos uns com os outros a propósito de preços praticados, acesso a parques, etc?
Alguns…
Os 10 estádios do Socrates, as SCUTS do Cravinho, o aeroporto da Ota/Alcochete, o TGV, as Estradas de Portugal S.A., o armazém publico para a colecção privada do Berardo, a alienação “à melhor oferta” dos estabelecimentos prisionais, Hospitais e estruturas das Forças Armadas.
Como grande consumidor de táxis, não creio que essa liberalização me fosse favorável. Por isso sou contra, até que me convençam do contrário.
A não ser que os táxis passasem a trazer o preço bem visível no tejadilho.
LL,
Taxímetro para quê? Mando parar um taxi e pergunto: «daqui á Boavista quanto leva?» Se for razoável, aceito, senão vou a pé, ou pergunto a outro.
Assim funciona em muito lado.
No norte de África até funciona.
Uma pessoa fica ali debaixo de sol uns dez minutos a discutir o preço sem chegar a acordo. Entretanto desiste porque sabe que já não chega a tempo.
Taxímetro para quê? Mando parar um taxi e pergunto: «daqui á Boavista quanto leva?» Se for razoável, aceito, senão vou a pé, ou pergunto a outro.
Assim funciona em muito lado.
Nunca deve andar de Taxi, só pode. Havia de ser bonito.
«3 Estadios construidos pelos clubes, 2 com dinheiro proprio e um deles, com fortes ajudas camararias»
perdão, mas não foram 3 «contruídos pelos clubes), mas sim 4 (Luz, Alvalade, Dragão e Bessa), sendo que os 3 primeiros ficaram praticamente de graça aos clubes, conforme auditoria do Tribunal de Contas.
Acresce um 5º estádio, integralmente pago por verbas públicas em beneficio de uma associação privada (o de Guimarães).
Luis Lavoura … a forma de controlar essa malta … esses tais empresários por conta própria ( ESSE CRIME CAPITAL ) , mafiosos do taxi … é o Konzentracionne Lager , com moto : arbeit mach frei , rottweilers , cercas electricas e malta de fardas catitas pretas com caveiras nas lapelas.
tenha juízo
a não ser que passassem a ser funcionários públicos , aí já estaria bem segundo cê…nacionalizemos os taxis … já agora os do Marne tb … esses malandros da burguesia parisiense…
««bonito» nao sei, mas funciona, é prático e o preço concorrencial.»
Funciona? Conhece algum exemplo?
Estou mesmo a ver uma cena de pancadaria para apanhar o táxi que leva 10 cêntimos mais barato.
Claro que é idiota o Estado fixar o preço e nº de táxis disponíveis mas hão-de existir outras soluções (exemplo: preços definidos por companhia de táxis / associação de taxistas e do conhecimento prévio dos clientes).
“No Palácio de Belém, ladeado pelos jovens campeões europeus de Sub-18 (na Suécia) e pelo seleccionador Humberto Coelho, Jorge Sampaio saltou de alegria, enquanto o presidente da Assembleia da República, Almeida Santos, comentava: «O país está na moda».
O PR chegou mesmo a comentar que a organização do Euro-2004 terá uma «impacto semelhante, para mais» em comparação com a Exposição Mundial de Lisboa de 1998.
O primeiro-ministro, António Guterres, por seu turno, sublinhou que «Portugal está em grande forma», considerando tratar-se de uma «vitória de um país moderno e prestigiado no Mundo». O ministro José Sócrates, um dos mentores da candidatura, garantiu que a UEFA «não se arrependerá», enquanto Gilberto Madail, presidente da FPF, considerou que o futebol em Portugal «nunca mais será o mesmo.”
Os palcos e os seus custos
O Campeonato da Europa de futebol de 2004, cuja organização foi atribuída pela UEFA a Portugal, vai disputar-se em 10 estádios, cinco dos quais novos, de Norte a Sul do país.
No total, serão investidos praticamente 65 milhões de contos na construção/remodelação dos estádios, com o Governo a contribuir com 25 por cento desse montante, ou seja, mais de 15 milhões de contos. Números que não assustam quer os responsáveis da candidatura quer o Governo, na medida em que se prevê, no plano meramente económico, a obtenção de assinaláveis lucros.
Como aqui se vê, basta trocar EURO e ESTADIOS por TGV e NOVO Aeroporto de Lisboa que a cantilena dos lucros garantidos, “sem medos” e do “País moderno” já cá estavam todos.
A conta vem depois quando os artistas principais já estiverm a gozar as reformas garantidas e sem terem que es+erar até aos 68 anos.
Eu também conheço uns exemplos… A India, A Tailândia, As Filipinas… enfim quantos querem… e também sei o que é andar meia hora de mochila ás costas á procura de um taxista que não me tente aldrabar, pelo menos não muito. Tenham juizo…
Para quê ir tão longe? Se vier a Portugal e tiver uma fisionomia que passe por estrangeiro arranja logo um exemplo, em 1ª, mão de preços “livres” praticados nos taxis… e não só.
“sim, nos states”
Da última vez que estive em NY, ao sair do aeroporto havia uma fila de táxis e uma fila de pessoas à espera do táxi. Não dei por ninguém à procura do táxi mais barato… Aliás, até me pareceu que todos praticavam o mesmo preço.
É verdade, assim como, a estafada crise, é a banhos no Algarve- esta cheio a estancia turistica.
Isto é que vai uma crise
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Todo o governo PSD/CDS da muito dinheiro a muita gente
O Casino de Chelas, SIRESP, 2 submarinos, o tunel do Marques, O Palacio aonde estava o Tribunal de Cascais.
Faltou-me algum negocio chorudo?
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Um ex-comunista adepto do liberalismo/capitalismo é de fugir. Imaginem os taxis com preços liberalizados e actividade liberalizada. Teríamos mais de um milhão de portugueses a fazerem umas horitas extras.
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Finalmente, Gabriel! Já desesperava de o ver transcrever, para o Blasfémias, um texto de um blogue sério e credível. Se se esforçar um pouco, há-de ver que há mais por aí.
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Sim, Boa Ideia. Como em alguns paises do dito 3º Mundo poderiamos perguntar quanto custava a viagem para sitio tal, e regatear acerrimamente de seguida o preço da viagem. “Pois, está a ver é hora de ponta, gasto mais gasolina”, “Deixe-se disso é já ali… olhe dou-lhe 5€…”, enfim… poderiamos ter “tuk-tuk”s,”louages”,”dolmus”,”habal-habal” e mesmo riquexós…
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Sem dúvida, só o corporativismo Socialista-Salazarento mantém coisas dessas em vigor.
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Liberalizar o preço dos táxis não me parece fácil. Mais ainda quando esse preço é medido por taxímetros que têm que ser regulados e certificados. Parece-me um bocado chato, uma pessoa mandar parar um táxi na rua para depois constatar que esse táxi cobra mais do que a média e então mandá-lo embora para se aguardar por outro táxi…
Boa parte dos taxistas são empresários por conta própria. Quem controlaria as práticas dessa malta, por exemplo em matéria de viciação dos taxímetros? E como se impediria que essa malta, que genericamente não é um modelo de civilidade, entrasse em conflitos uns com os outros a propósito de preços praticados, acesso a parques, etc?
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Rodolfo Diz:
“Faltou-me algum negocio chorudo?”
Alguns…
Os 10 estádios do Socrates, as SCUTS do Cravinho, o aeroporto da Ota/Alcochete, o TGV, as Estradas de Portugal S.A., o armazém publico para a colecção privada do Berardo, a alienação “à melhor oferta” dos estabelecimentos prisionais, Hospitais e estruturas das Forças Armadas.
Quer continuar?… 🙂
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Como grande consumidor de táxis, não creio que essa liberalização me fosse favorável. Por isso sou contra, até que me convençam do contrário.
A não ser que os táxis passasem a trazer o preço bem visível no tejadilho.
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LL,
Taxímetro para quê? Mando parar um taxi e pergunto: «daqui á Boavista quanto leva?» Se for razoável, aceito, senão vou a pé, ou pergunto a outro.
Assim funciona em muito lado.
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No norte de África até funciona.
Uma pessoa fica ali debaixo de sol uns dez minutos a discutir o preço sem chegar a acordo. Entretanto desiste porque sabe que já não chega a tempo.
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Então os táxis colectivos são uma curtição.
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Vital, esse adepto de Adam Smith e de Milton Friedman.
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Taxímetro para quê? Mando parar um taxi e pergunto: «daqui á Boavista quanto leva?» Se for razoável, aceito, senão vou a pé, ou pergunto a outro.
Assim funciona em muito lado.
Nunca deve andar de Taxi, só pode. Havia de ser bonito.
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7 estadios feitos pelas,Aveiro e Loule por exemplo, tudo camaras, em grande, maioria do PSD.
3 Estadios construidos pelos clubes, 2 com dinheiro proprio e um deles, com fortes ajudas camararias (Porto e Gaia?
Ai tem os 10 estadios
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«Havia de ser bonito.«
«bonito» nao sei, mas funciona, é prático e o preço concorrencial.
Ou acha mais «bonito» ser o governo a fixar os preços e quantos taxistas podem existir?
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«3 Estadios construidos pelos clubes, 2 com dinheiro proprio e um deles, com fortes ajudas camararias»
perdão, mas não foram 3 «contruídos pelos clubes), mas sim 4 (Luz, Alvalade, Dragão e Bessa), sendo que os 3 primeiros ficaram praticamente de graça aos clubes, conforme auditoria do Tribunal de Contas.
Acresce um 5º estádio, integralmente pago por verbas públicas em beneficio de uma associação privada (o de Guimarães).
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afinal na africa do sul, angola e moçambique é que sabem …
taxi colectivo á vital
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Luis Lavoura … a forma de controlar essa malta … esses tais empresários por conta própria ( ESSE CRIME CAPITAL ) , mafiosos do taxi … é o Konzentracionne Lager , com moto : arbeit mach frei , rottweilers , cercas electricas e malta de fardas catitas pretas com caveiras nas lapelas.
tenha juízo
a não ser que passassem a ser funcionários públicos , aí já estaria bem segundo cê…nacionalizemos os taxis … já agora os do Marne tb … esses malandros da burguesia parisiense…
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“7 estadios feitos pelas,Aveiro e Loule por exemplo, tudo camaras, em grande, maioria do PSD.
3 Estadios construidos pelos clubes, 2 com dinheiro proprio e um deles, com fortes ajudas camararias (Porto e Gaia?”
Esta é a mentalidade do Bacharel!
As coisas aparecem feitas…..com o dinheiro de todos nós! Mas, a aparência é que foram os outros….
O Bacharel também dizia há 30 dias, que “tínhamos as contas em dia, tínhamos feito o trabalho de casa feito e acrise dos outros não é connosco”.
Agora, Caro Bacharel Zé, desemerde-se com o pitróil…..aguente-se com o problema dos outros!
Nós aguantaremos, até vê-lo cair como o Sadam!
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««bonito» nao sei, mas funciona, é prático e o preço concorrencial.»
Funciona? Conhece algum exemplo?
Estou mesmo a ver uma cena de pancadaria para apanhar o táxi que leva 10 cêntimos mais barato.
Claro que é idiota o Estado fixar o preço e nº de táxis disponíveis mas hão-de existir outras soluções (exemplo: preços definidos por companhia de táxis / associação de taxistas e do conhecimento prévio dos clientes).
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14/10/1999
Um país moderno e prestigiado em festa
“No Palácio de Belém, ladeado pelos jovens campeões europeus de Sub-18 (na Suécia) e pelo seleccionador Humberto Coelho, Jorge Sampaio saltou de alegria, enquanto o presidente da Assembleia da República, Almeida Santos, comentava: «O país está na moda».
O PR chegou mesmo a comentar que a organização do Euro-2004 terá uma «impacto semelhante, para mais» em comparação com a Exposição Mundial de Lisboa de 1998.
O primeiro-ministro, António Guterres, por seu turno, sublinhou que «Portugal está em grande forma», considerando tratar-se de uma «vitória de um país moderno e prestigiado no Mundo».
O ministro José Sócrates, um dos mentores da candidatura, garantiu que a UEFA «não se arrependerá», enquanto Gilberto Madail, presidente da FPF, considerou que o futebol em Portugal «nunca mais será o mesmo.”
Os palcos e os seus custos
O Campeonato da Europa de futebol de 2004, cuja organização foi atribuída pela UEFA a Portugal, vai disputar-se em 10 estádios, cinco dos quais novos, de Norte a Sul do país.
No total, serão investidos praticamente 65 milhões de contos na construção/remodelação dos estádios, com o Governo a contribuir com 25 por cento desse montante, ou seja, mais de 15 milhões de contos.
Números que não assustam quer os responsáveis da candidatura quer o Governo, na medida em que se prevê, no plano meramente económico, a obtenção de assinaláveis lucros.
http://www.accaosocialista.net/99/1037_14_10_1999/EURO2004.htm
Como aqui se vê, basta trocar EURO e ESTADIOS por TGV e NOVO Aeroporto de Lisboa que a cantilena dos lucros garantidos, “sem medos” e do “País moderno” já cá estavam todos.
A conta vem depois quando os artistas principais já estiverm a gozar as reformas garantidas e sem terem que es+erar até aos 68 anos.
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«Funciona? Conhece algum exemplo?»
sim, nos states
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Eu também conheço uns exemplos… A India, A Tailândia, As Filipinas… enfim quantos querem… e também sei o que é andar meia hora de mochila ás costas á procura de um taxista que não me tente aldrabar, pelo menos não muito. Tenham juizo…
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“A India, A Tailândia, As Filipinas…”
Para quê ir tão longe? Se vier a Portugal e tiver uma fisionomia que passe por estrangeiro arranja logo um exemplo, em 1ª, mão de preços “livres” praticados nos taxis… e não só.
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“sim, nos states”
Da última vez que estive em NY, ao sair do aeroporto havia uma fila de táxis e uma fila de pessoas à espera do táxi. Não dei por ninguém à procura do táxi mais barato… Aliás, até me pareceu que todos praticavam o mesmo preço.
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