Voz da credibilidade
PSD pede ao Governo que seja sensível e procure entendimento com sector transportes
O PSD apelou hoje ao Governo para que seja sensível às dificuldades do sector dos transportes e procure chegar a um acordo que minimize os efeitos do aumento dos preços dos combustíveis, que levou à paralisação de milhares de camionistas no país desde esta madrugada.
O deputado social-democrata Jorge Costa fez, “em nome da presidente do PSD”, Manuela Ferreira Leite, “um apelo ao Governo para que seja sensível às dificuldades do sector e abandone uma atitude mais arrogante, mais sobranceira, de assobiar para o ar”.
Parece que não. A voz da credibilidade optou por não dizer a verdade. Manuela Ferreira Leite optou por embarcar na ilusão de que se o governo for “sensível” às reivindicações dos camionistas a realidade económica do sector muda. Não muda. Se o preço dos combustíveis sobe, o sector dos transportes terá que se reestruturar. Muitas empresas terão que falir, outras terão que mudar de métodos de trabalho.

Pior, segundo ouvi no noticiário, perante a pergunta do jornalista sobre o que faria o PSD, o deputado social democrata respondeu que o PSD não tem que apresentar soluções.
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É pá… ultimamente tou a concordar bué com o JM. Huumm… mau sinal.
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Luis
Essa faz lembrar a resposta do «cacilheiro», nome porque era conhecido na Marinha (de guerra),um vice presidente do PSD, no Verão passado.
Com uma página inteira do Sol por conta, logo no início e à pergunta de alternativas para a Ota, respondia:
que era o governo que tinha de apresentar alternativas.
Assim se vê, a força daquele PSD.
E não são analfabetos.
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O PSD tem tantos buracos como um passe vite
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Com um Governo do PSD “estamos feitos” quem mais berrar, mais tem. Começa mal Manuela Ferreira Leite. A credibilidae do Estado exige outra posutura.
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Já repararam que os espanhóis, que tem combustíveis baratos, também estão em greve?
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portugal vai morrer da cura devido ao nanismo das politicas governamentais.
não há transporte maritimo de cabotagem , nem fluvial, nem ferroviário.
o país importa 80% do que come e 80% de Espanha. camiões com comida “no pasaran!”
não há energias alternativas.
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Não há dúvida nenhuma. O Governo é que deve apresentar alternativas de governo, que é disso que se trata, não de alternativas de oposição.
Só tem um pequeno probleminha: só há uma alternativa possível, que é governar bem, e isso, o actual governo não sabe fazer, logo a alternativa é só uma, ir-se embora e não alagar mais o pântano.
O problema está em que a alternativa não existe, já que não alterna coisa nenhuma e tem política em tudo igual.
Como isto não é uma casa de alterne, é uma Nacinha, já foi Nação, a solução talvez seja fechar a porta e entregar isto a uma empresa de drenagem de pântanos.
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E o jeito que agora nos dava ter uma rede de caminho-de-ferro bem organizada…
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POIS ENTÃO O MOBIL DA COISA É ACABAR COM AS PEQUENAS EMPRESAS …
vão criar empresas de mega transportes na banca
é como a reestruturação das pescas , vamos agora fazer super traineiras ou criar rodovalhos pró chinês na banheira de cada pescador tuga …
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Uma coisa é certa o PSD não vai lá, com um discurso deste tipo. Valha-nos que temos o Sócrates e o Cavaco caso contrário era pedir ao paizinho subsídios…para o contribuinte pagar!
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espere pela pancada …
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Os países também se abatem, se os governantes os atraiçoarem ao longo dos anos, é dum golpe só. não têm desculpa, anotem. Eu sei que novecentos anos é muito tempo para gente que não se enxerga e se perdeu: cercaram-nos de corrupção e descrédito.
Um presidente de sorriso arreganhado que confunde o dia da raça (9 em vez de 10, tal foi a necessidade de se furtar às perguntas dos jornalistas sobre a crise) é a cereja em cima do bolo. O homem de leme afundou-se, nas áfricas o irmão gémeo apoucou-se.
Há bolor pelas paredes das nossas casas, cheiros fétidos emanam das sarjetas, o ar mal se respira de pesado, os pneus lisos e os escapes das nossas viaturas não escondem as prestações por pagar. Algumas caras se enrugam de vergonha, outras apatetadas regressam ao tempo das cavernas.
Nas janelas apodrecerão as bandeiras, na estranja veremos os nossos craques que partem ombro a ombro com os nossos filhos mais lúcidos e corajosos. Não levam desta vez saudades na bagagem. Abandonam um sítio para recuperar a dignidade.
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E gasóleo para iates ao mesmo preço que o gasóleo dos pescadores? É normal?
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“Manuela Ferreira Leite optou por embarcar na ilusão de que se o governo for “sensível” às reivindicações dos camionistas a realidade económica do sector muda.”
Não. A MFL só embarcou na campanha que se vai fazer até às próximas legislativas.
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Portugal continuará a ser um case study nas escolas de economia por este mundo fora. Desta vez, não por ser um caso de êxito sem precedentes (como se dizia nos anos 90), mas porque é talvez a primeira economia desenvolvida que se pode designar de economia submergente. Tal como manda a definição, a economia portuguesa vive um processo de empobrecimento continuado, sustentado e possivelmente irreversível.
Artigo de Nuno Garoupa no Jornal de Negócios.
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O João Miranda fala de falências e de despedimentos com a facilidade de quem discute penáltis e foras de jogo à mesa de café. É raríssimo encontar alguém tão indiferente ao destino dos outros. E, quando estes raros momentos sucedem, é aterrador.
A razão de ser dos Estados é o provimento do bem comum. Nesse sentido, não devem deixar a economia entregue à selva das leis do mercado, posto que, como sói suceder nas paragens selvagens, os fortes despojam e esmagam os fracos. Ora, felizmente, os homens não vivem na selva – constituíram aquilo que, para nosso bem, menos se deve assemelhar a uma: as civilizações. Nelas há regras, e ninguém é deixado para trás para morrer só porque «o mercado funciona assim», desculpa fatalista e determinista muito similar (e igualmente insatisfatória) ao «é a vontade de Deus» dos cristãos e ao mais prosaico «é a vida» de António Guterres. Constituídos as sociedades politicamente organizadas quem a elas pertence deve ser apoiado e impedido de morrer, e nunca deixado à sua sorte. Logo, se em Portugal existem pequenas empresas de camionagem, elas devem ser apoiadas, e a sua sobrevivência assegurada: sobretudo se alternativa for o desemprego de muitos milhares de portugueses.
Não ter percebido isto depois de ver os efeitos de termos deixado a nossa economia, nomeadamente no que à indústria diz respeito, totalmente entregue às «leis(??????????) do mercado», é singularmente grave.
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JM,
Para chegar ao longo – prazo, é preciso passar pelo curto – prazo.
Talvez se chegue às baterias eléctricas, que fazem alimentar os automóveis/ camiões.
Enquanto não se chega, não se pode optar pelo Darwinismo, do “salve-se quem puder”. Ou então, vem-se dar razão aos caminoistas Europeus que estão abloquear a Europa.
Os EUA cobram metade das taxas que os Europeus cobram.
Se calhar, melhor seria agravar as taxas aos automóveis individuais e desagravar aos transportes públicos e de mercadorias.
Cuidado, com a falta de “freios” nos cérebreos……é que a panela de pressão pode rebentar …..
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CUIDADO!
Hoje é dia da raça. lolololololololol
Este PR é cada tiro, cada melro.
INTERNEM-NO!
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««O João Miranda fala de falências e de despedimentos com a facilidade de quem discute penáltis e foras de jogo à mesa de café. É raríssimo encontar alguém tão indiferente ao destino dos outros.»»
Peço desculpa. Retiro o que disse. O aumento do preço do petróleo vai fazer prosperar o sector dos transportes.
Está bem assim?
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H.Ramos, vc que até mostra estar bem informado quanto aos combustíveis em Espanha, veja lá se deixa se propalar esses boatos dos iates… Apenas os barcos destinados à indústria do turismo e devidamente credenciados para tal, têm gasóleo + barato.
Não vale a pena insistir nessa.
Veja é se o seu PR não nos envergonha a todos com a falta de cultura democrática que lhe sai da boca: Dia da Raça!
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não se cansem; esta é a OPINIÃO de JM sobre o tema:
Publicado por JoaoMiranda em 9 Junho, 2008
(…)Parece que Marcelo Rebelo de Sousa terá declarado que a greve de transportadores é inconstitucional por ser uma forma de lock out. Lock out? Terça-Feira é feriado. Se fosse na Função Pública, hoje, Segunda-Feira, chamavam-lhe “ponte” e Quarta-Feira chamavam-lhe “tolerância de ponto”. Como é no sector privado chamam-lhe lock out.(…)
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Acabei de ouvir um dos “bloqueadores” afirmar que não querem forçar nem prejudicar ninguém. Que estão ali com uma atitude perfeitamente liberal.
Julgo que o João Miranda vai gostar de saber que do outro lado também há liberais.
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Ainda assim, não me parece bem…
Já agora, raça quê?
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Logo, há que acabar com as ilusões e admitir que todos os grandes partidos portugueses são socialistas, pesem embora as diferentes e criativas colorações. Tal como é preciso admitir que os mercados modernos não são livres, baseando-se num sistema bancário unificado que funciona como um fraudulento esquema em pirâmide. E é este sistema que promove uma economia baseada em dívida e crédito ilusório, na qual é mais que natural que prospere a destruição incremental das PME’s e da classe média, e a cartelização entre o estado e os special interests. É o caso das petrolíferas que não são mais que special interests, neste caso a criar uma crise de escassez artificial. Porém, não são mais que os pequenos proxenetas de bairro das casas bancárias que servem. O público faz um terrível serviço a si próprio ao concentrar-se nas petrolíferas como o inimigo real.
Já agora. A simbologia maçónica que meteram no espaço para as fotos deveria ser seriamente repensada.
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Seria o Camões da raça decassílaba ?
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Voz da credibilidade, eheehhehehehe não é por nada… mas acreditar que neste pais com estes partidos existir credibilidade, é o mesmo que acreditar que pai natal existe.
ele existe, nos pensamos logo ele existe…
… até costuma andar na zona dos monumentos consumistas na época natalícia.
O facto é que todos nos sabemos que a democracia é como o pai natal, o pai natal ilude os mais pequenos, a democracia os mais grandes 😛
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Desta vez estamos muito de acordo.
Depois de MFL se ter intitulado arauta das classes desfavorecidas, não será de esperar outra atitude até uma remota tomada de poder.
Se tal acontecer, teremos a segunda dose da “contabilista”.
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“E gasóleo para iates ao mesmo preço que o gasóleo dos pescadores? É normal?
É gasóleo, não é? As “coisas” devem ter preços diferentes em função de quem o compra?
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Que giro.´É a linguagem de Cavaco. O governo tem de ser sensível. Nunca diz é como deve ser sensível nem se compromete com nada.
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«O aumento do preço do petróleo vai fazer prosperar o sector dos transportes.»
Não deturpe o que eu escrevi. Nunca disse que o aumento dos combustíveis não ia acarretar dificuldades para os sectores que dele dependem directamente: o que escrevi foi que as pessoas normais, perante isso, defendem a implementação de políticas que possam minorar o sofrimento dos que atravessam essas dificuldades, e não propugnam que sejam abandonados à sua sorte, à sorte da «reestruturação», encarando sem o mínimo de preocupação a eventualidade de haver mais não-sei-quantos milhares de desempregados. Os seres humanos normais não querem viver na selva, e não querem que a bem da economia a sua civilização seja transformada numa: pelo que quando há situações de ruptura defendem políticas de auxílio, não de total indiferença pelos que com elas sofrem em nome de fatalismos.
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««Nunca disse que o aumento dos combustíveis não ia acarretar dificuldades para os sectores que dele dependem directamente:»»
Bem, isso já é um avanço.
«« o que escrevi foi que as pessoas normais, perante isso, defendem a implementação de políticas que possam minorar o sofrimento dos que atravessam essas dificuldades,»»
Ah, sim, claro. Quer que eu diga que se dermos paliativos aos camionistas tudo fica bem e eles não precisam de mudar de vida? Pronto, aqui vai: se dermos paliativos aos camionistas tudo fica no melhor dos mundos e todos ficamos bem com a nossa consciência.
«« e não propugnam que sejam abandonados à sua sorte, à sorte da «reestruturação», encarando sem o mínimo de preocupação a eventualidade de haver mais não-sei-quantos milhares de desempregados.»»
Estou muito preocupado com a eventualidade de haver mais não-sei-quantos milhares de desempregados. Já mostrei que sou boa pessoa. Podemos agora voltar à realidade?
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O caríssimo João Miranda realmente fala de despedimentos e falências com um à vontade que não deixa de impressionar… pela ignorância e pela frieza. Não é algo que me espante, tendo em conta o desprezo que este blogue nutre pela espécie humana (a.k.a gado bovino: raça portuguesa (a raça aqui ficou bem, ou não ?).
Ora vamos lá a ver. Ignorância: os camionistas não são um todo. Você fala em restruturação de métodos de trabalho, blá bla blá, bolas, você nem sabe do que fala, que métodos de trabalho? Parece-me existir aqui uma ligeira confusão entre grandes transportadores e pequenas transportadoras. As grandes – Luís Simões, Patinter, etc – não são propriamente exemplos de sucesso por aquilo que fizeram em Portugal, elas são aquilo que são hoje porque desde há muito tempo se deslocalizaram para Espanha e expandiram o seu volume de negócios para toda a Europa. Escaparam, por assim dizer, à armadilha portuguesa.
No entanto, como é natural, nem todos os transportadores puderam expandir-se, especialmetne por falta de capital, porque tudo começa com um negócio familiar e um único camião (e existem muitos camionistas hoje que são proprietários do camião e têm que pagas todas as despesas, são uma minoria, mas existem: não é o respeito pelas minorias umas das marcas de pensamento de um liberal ?, como eu julgo que sou e o João certamente é ? ) ou muitas e conseguiram, no máximo, constituír pequenas empresas de camionagem: 5 a 25 camiões. Essas operam maioritariamente em Portugal, e, em menor escala, Espanha. E, como tal, não são vítimas dos mesmos problemas que as grandes transportadoras: menos capacidade de renovar frotas, logo, maiores consumos de combustíveis, mais gastos em peças (apenas um exemplo: mais despesas para menos lucros).
A questão aqui é saber se um eventual subsidiamento dos combustíveis aos camionistas deve ser considerado de interesse nacional para o país. Atenção, não é algo que me agrade, apenas se me torna insuportável a forma como o problema está a ser lidado: afinal, se todas as transportadores “realmente pararem”, o país vai pelo mesmo caminho: o transporte de mercadorias em Portugal é TODO feito por via rodoviária. Permita-me um pequeno aparte: camionistas não são pescadores, há quinze anos que os ouço a pedir gasóleo profissional, e convém não esquecer que até há uns seis anos, por falta de legislação laboral adequada, os camionistas chegavam a trabalhar 14/16 horas por dia.
E daqui passamos para a frieza: essas pequenas transportadoras são aquelas que asseguram a principal fatia de mercadoria transportada aqui em Portugal, e também são aquelas que empregam o maior número de trabalhadores, porque nos Luís Simões não há lugar para todos. Logo despedimentos, famílias que muitas vezes dependem desesperadamente de um salário de 800 ou 1000 euros (mais um outro já reservado para a renda da casa, créditos, alimentação: o psico-drama nacional) a troco de muitas noites sem dormir, no decorrer de quinze, vinte, trinta anos de carreira profissional. E, acontece, que essas famílias não são propriamente gado bravo, ou gado bovino, caprino, joguetes que podemos manipular qual Monopólio: nelas também existem pessoas “normais”, que vivem, estudaram, epá, lêem livros, até arranjam tempo para ler o blogue do Insurgente e que por sua vez têm filhos que estudam umas parvoíces na faculdade, etc. Como é que raio é que alguma vez se poderá construír um Estado dito liberal em Portugal, quando os liberais portugueses, conservadores ou não, dão tais mostras de elitismo e de desprezo pelos seus conterrâneos. De facto, não deixam pois de repetir os mesmos pecados dos seus antecessores de 1820.
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«Quer que eu diga que se dermos paliativos aos camionistas tudo fica bem e eles não precisam de mudar de vida»
Não, quero que se porte como uma pessoa normal (acho que já o escrevi, mas como não percebeu à primeira fica aqui mais uma vez) e não se esteja marimbando para a forma como a sua vida muda. Ou seja, que mesmo considerando que a vida deles vai ter de mudar demonstre que o facto de milhares deles poderem vir a ser triturados o incomoda, e esteja de acordo com a implementação de políticas que possam almofadar essa modificação e minorar os efeitos nocivos. As pessoas normais pensam assim, João Miranda. Ninguém no seu perfeito juízo diz «eles que fiquem sem trabalho, é só o mercado a funcionar». Analisar a vida humana sob este prisma é aterrador: é considerar a sociedade sob a óptica de análise da selva. E, como já aqui afirmei, o interesse do homem é que esta seja o menos parecida possível com aquela.
Por isso, escusa de me pedir que regresse ao «mundo real». Porque se por mundo real está a referir-se a um mundo entregue a si próprio, onde nenhuma regulamentação é implementada por forma a impedir o dilaceramento dos fracos pelos fortes, esse não é um mundo onde as pessoas queiram viver, e é o tipo de mundo contra o qual vêm lutando desde que se constituiram as primeiras sociedades humanas. Idealizar a destruição de tudo o que foi granjeado em nome de um ídolo (porque o mercado é um ídolo como outro qualquer), com frases tipificadamente religiosas como aqui já referi, é retórica de fundamentalista liberal com que não compactuo. Nem eu, nenhuma pessoa normal.
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Estou de acordo com o PR…é o dia Raça
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“Muitas empresas terão que falir,”- mais do que pensam.
“outras terão que mudar de métodos de trabalho”- as privadas passam a falar espanhol, as públicas continuam bem e com razão
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Dia de Portugal .
Que raio de portugueses afinal .A darem-se consciencia que o País não vale nada, que não tem recursos , que não tem gente capaz.
Afinal quer uma ENA para quê ?
Para por os gajos nas GALPs , EDPs, CGDs da parvónia … para isso já há o PS e o PSD .
Isto é que é o sector produtivo ? as cabeçinhas para os CEO ? será as novas tecnologias ?
estão a gozar connosco !!! empresas para 3 ou 4 pessoas , e o resto ???
vai para o turismo ? esse sector estrategico que rebenta os recursos naturais e o litoral .Sim vejam a desertificação da Espanha , ponham os olhos nisso .Vamos comer o quê ? pô !!!??? o alqueva é afinal para greens como na espanha … desertos ( ver odisseia hoje )
que modelo de desenvolvimento meus amigos.? o dos bancos e do governo ? rebentar com o País com mais betão , prostituir os portugueses a servir nos resorts , desertificar o interior com serras cobertas de eolicas da martifer e edp ?
tomar no c.
eramos maus e colonialistas mas havia horizonte … agora putas de courato na mão a gritar por uns nababos na Suíça a gemer pedindo que o sonho não acabe , pois a realidade é cheia de dividas …
queriam montar na vida com bens a credito ? a banca ajudava é ? como já disseram … esse sector piramiral de especuladores que juntamente com esta actual geração politica arruina o futura do … apesar de tudo belo País …
fazer o quê ?
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Hoje é o DIA DO RASCA
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Talvez estes camionistas familiares , possam pegar na familia e ir para Angola como os nossos pais e avós … ou brasil , ou UE , ou EUA , ou …
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Caro JV,
Em resumo: o JV gostaria de mudar a minha forma de pensar e de agir para eu passar a pensar como o JV.
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A greve dos camionistas, deve continuar, até o Socrates, perceber, que não se resolvem estes assuntos acobardado atrás
de uma janela, è preciso dar a cara, coisa, que a sua cobardia não sabe fazer, manda o jamais………..
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«Em resumo: o JV gostaria de mudar a minha forma de pensar e de agir para eu passar a pensar como o JV.»
Considerando que a sua forma de agir e pensar denota brutalidade e desrespeito quimicamente puro pela espécie humana, essa é uma interpretação aceitável sem sobra de dúvida.
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JCD, devem sim.
Por isso é que há gásoleo agricola e por aí fora.
Mas não devem ser subsidiados, apenas isentos de impostos.
Acho uma estupidez que se diga que tirar o ISPP e o IVA aos combustíveis seja ‘subsidiar os combustíveis’ e ‘ah e tal vão ser pagos com o meu dinheiro dos impostos’
JCD, acha portanto que as voltinhas de família ao domingo e uma ida para o mar devem ambas pagar 1,30€/l de gasoil?
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JM mostra a sua “raça”!
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