O livro tem algumas ideias interessantes mas é, em grande parte, propaganda politicamente correcta. Surpreende-me que uma pessoa normalmente esclarecida e céptica como o João Miranda publicite a patranha. Jared Diamond ignora a causa fundamental da disparidade tecnológica entre povos que é o bem documentado diferencial de inteligência medida pelo g psicométrico [1].
As grandes inovações tecnológicas surgiram na Eurásia porque os Asiáticos do Leste e os Europeus tem um QI médio de 105 e 100 pontos, respectivamente (a distribuição é aproximadamente Gaussiana com um desvio padrão de 15 pontos) [2]. Os Ameríndios, com um QI médio de 85 pontos, desenvolveram civilizações com alguma sofisticação. A África sub-sariana, tendo uma população com um QI médio de 70 pontos (2 s.d. abaixo do da população europeia, note-se), não produziu qualquer desenvolvimento tecnológico digno de registo.
De facto, a inteligência medida pelo g psicométrico é mais importante do que os gastos em educação para prever o nível de desenvolvimento dos países [3]. Adicionalmente, e já que estamos num blogue de liberais, a inteligência é mais determinante para o desenvolvimento económico e social das nações do que liberdade económica ou política [4-6].
[1] J.P. Rushton and A.R. Jensen (2005), “Thirty years of research on race differences in cognitive ability”, Psychology, Public Policy, and Law, 11, 235-294.
[2] R. Lynn (2006), “Race Differences in Intelligence: An Evolutionary Analysis”, Washington Summit Publishers.
[3] R. Rindermann (2008), “Relevance of education and intelligence at the national level for the economic welfare of people”, Intelligence 36(2) 127-142.
[4] G. Jones, W. Schneider (2006), “Intelligence, Human Capital, and Economic Growth: A Bayesian Averaging of Classical Estimates Approach”, Journal of Economic Growth, 11(1) 71-93(23)
[5] D. L. Whetzela and M. A. McDaniel (2006), “Prediction of national wealth”, Intelligence 34(5) 449-458.
[6] R. E. Dickerson (2006), “Exponential correlation of IQ and the wealth of nations”, Intelligence 34(3), 291-295.
“Os Ameríndios, com um QI médio de 85 pontos, desenvolveram civilizações com alguma sofisticação”, se acha que alguma sofisticação é o o conceito do zero ( que o senhor anónimo nem deve compreender) que os Maias ( não os do Eça) desenvolveram, a rede de vias de comunicação do imperio Inca, feita praticamente em escavação e digo-lhe para fazer aquilo com aqueles taludes é preciso saber muito, as proprias cidades planeadas numa malha urbana com rede sanitaria e as piramides quer muita inteligência!
Agora o senhor cientista afirma que os porcos só servem para carne, é ignorância pois desconhece que o João Miranda quando era novo bebia muito leite de porco preto.
O segredo de uma civilização é uma boa casa de putas, sem o instinto para a putaria um povo não avança!
Minhoto, dois esclarecimentos.
Foram os Maias que desenvolveram a rede viária dos Incas, ou foram os próprios Incas a fazé-lo?
E o leite que João Miranda bebia, era de porco ou de porca?
No meu site de favoritos, postei outros links que me parecem melhores para download (menos partes): Jared Diamond.
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O livro tem algumas ideias interessantes mas é, em grande parte, propaganda politicamente correcta. Surpreende-me que uma pessoa normalmente esclarecida e céptica como o João Miranda publicite a patranha. Jared Diamond ignora a causa fundamental da disparidade tecnológica entre povos que é o bem documentado diferencial de inteligência medida pelo g psicométrico [1].
As grandes inovações tecnológicas surgiram na Eurásia porque os Asiáticos do Leste e os Europeus tem um QI médio de 105 e 100 pontos, respectivamente (a distribuição é aproximadamente Gaussiana com um desvio padrão de 15 pontos) [2]. Os Ameríndios, com um QI médio de 85 pontos, desenvolveram civilizações com alguma sofisticação. A África sub-sariana, tendo uma população com um QI médio de 70 pontos (2 s.d. abaixo do da população europeia, note-se), não produziu qualquer desenvolvimento tecnológico digno de registo.
De facto, a inteligência medida pelo g psicométrico é mais importante do que os gastos em educação para prever o nível de desenvolvimento dos países [3]. Adicionalmente, e já que estamos num blogue de liberais, a inteligência é mais determinante para o desenvolvimento económico e social das nações do que liberdade económica ou política [4-6].
[1] J.P. Rushton and A.R. Jensen (2005), “Thirty years of research on race differences in cognitive ability”, Psychology, Public Policy, and Law, 11, 235-294.
[2] R. Lynn (2006), “Race Differences in Intelligence: An Evolutionary Analysis”, Washington Summit Publishers.
[3] R. Rindermann (2008), “Relevance of education and intelligence at the national level for the economic welfare of people”, Intelligence 36(2) 127-142.
[4] G. Jones, W. Schneider (2006), “Intelligence, Human Capital, and Economic Growth: A Bayesian Averaging of Classical Estimates Approach”, Journal of Economic Growth, 11(1) 71-93(23)
[5] D. L. Whetzela and M. A. McDaniel (2006), “Prediction of national wealth”, Intelligence 34(5) 449-458.
[6] R. E. Dickerson (2006), “Exponential correlation of IQ and the wealth of nations”, Intelligence 34(3), 291-295.
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“Os Ameríndios, com um QI médio de 85 pontos, desenvolveram civilizações com alguma sofisticação”, se acha que alguma sofisticação é o o conceito do zero ( que o senhor anónimo nem deve compreender) que os Maias ( não os do Eça) desenvolveram, a rede de vias de comunicação do imperio Inca, feita praticamente em escavação e digo-lhe para fazer aquilo com aqueles taludes é preciso saber muito, as proprias cidades planeadas numa malha urbana com rede sanitaria e as piramides quer muita inteligência!
Agora o senhor cientista afirma que os porcos só servem para carne, é ignorância pois desconhece que o João Miranda quando era novo bebia muito leite de porco preto.
O segredo de uma civilização é uma boa casa de putas, sem o instinto para a putaria um povo não avança!
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Minhoto, dois esclarecimentos.
Foram os Maias que desenvolveram a rede viária dos Incas, ou foram os próprios Incas a fazé-lo?
E o leite que João Miranda bebia, era de porco ou de porca?
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