E não se trata de elites, que é um termo equivoco, mas apenas de um órgão se soberania- Os Tribunais, tal como definidos na Constituição da República.
É preciso entender estas coisas básicas, tais como o que são e quem são os órgãos de soberania nas democracias, mesmo as que se orientam pelo liberalismo económico: Chefe do Estado ( no caso o PR), Parlamento ( No caso a AR), Executivo ( Governo) e os Tribunais ( na função específica de administrar justiça).
São esses. Não há mais. Acima deles, há o povo que vota. E Deus, para quem acredita.
Quando um desses órgãos de soberania, depende dos outros, para comer e trabalhar, está tudo dito quanto ao seu direito sindical de reivindicação de condições de trabalho. Não na veste de julgadores, mas na de trabalhadores do sector público.
O PR tem orçamento proprio que ninguém se preocupa em alterar ou controlar nos gastos em viagens, por exemplo ( um balúrdio que não se compreende).
A AR, tem autonomia tal que manda fazer obras no edifício e a Secretária Geral ganha mais que um ministro.
O Governo, esse, nem se fala. Por delegação de competências, consegue atribuir 180 milhões de euros só para parecerística, duranto um ano.
E os Tribunais?
Quem define o Orçamento é o Governo. Quem define as verbas a gastar em obras, é o Governo. Quem decide tudo sobre dinheiros e sua alocação é o Governo.
Os Tribunais, não viajam à custa do Orçamento em representação do Estado; não adquirem prédios, imóveis ou arranjam funções, inventando cargos e prebendas.
Os outros, fazem-no com toda a liberdade democrática e orçamental.
Contra quem define e orienta as suas condições de trabalho. É evidente.
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E não se trata de elites, que é um termo equivoco, mas apenas de um órgão se soberania- Os Tribunais, tal como definidos na Constituição da República.
É preciso entender estas coisas básicas, tais como o que são e quem são os órgãos de soberania nas democracias, mesmo as que se orientam pelo liberalismo económico: Chefe do Estado ( no caso o PR), Parlamento ( No caso a AR), Executivo ( Governo) e os Tribunais ( na função específica de administrar justiça).
São esses. Não há mais. Acima deles, há o povo que vota. E Deus, para quem acredita.
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Quando um desses órgãos de soberania, depende dos outros, para comer e trabalhar, está tudo dito quanto ao seu direito sindical de reivindicação de condições de trabalho. Não na veste de julgadores, mas na de trabalhadores do sector público.
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O PR tem orçamento proprio que ninguém se preocupa em alterar ou controlar nos gastos em viagens, por exemplo ( um balúrdio que não se compreende).
A AR, tem autonomia tal que manda fazer obras no edifício e a Secretária Geral ganha mais que um ministro.
O Governo, esse, nem se fala. Por delegação de competências, consegue atribuir 180 milhões de euros só para parecerística, duranto um ano.
E os Tribunais?
Quem define o Orçamento é o Governo. Quem define as verbas a gastar em obras, é o Governo. Quem decide tudo sobre dinheiros e sua alocação é o Governo.
Os Tribunais, não viajam à custa do Orçamento em representação do Estado; não adquirem prédios, imóveis ou arranjam funções, inventando cargos e prebendas.
Os outros, fazem-no com toda a liberdade democrática e orçamental.
É fácil de perceber isto. Basta querer.
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Soberania
“Chefe do Estado ( no caso o PR), Parlamento ( No caso a AR), Executivo ( Governo) e os Tribunais ( na função específica de administrar justiça).”
É uma lista com muita graça.
Mas não funciona.
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Os tribunais se a coisa corre mal deitam as culpas para o governo. Fácil
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Protestam contra o povo e a democracia, e clamam que e preciso antes de tudo preservar a sua (das elites) liberdade.
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