Coisas que fascinam
4 Julho, 2008
Segundo o PÚBLICO de ontem “Sarkozy odiou que não o cumprimentassem”. Como seria o título do PÚBLICO caso o líder fosse outro? Sarkozy foi entrevistado num canal francês de televisão. O assistente de estúdio não só não o cumprimentou como não respondeu ao cumprimento do PR francês. Conclui o PÚBLICO que Sarkozy odiou que não o cumprimentassem. Imaginemos que alguém se recusava a cumprimentar Obama que, por enquanto, é só candidato…
52 comentários
leave one →

O assistente que lhe vai pôr o microfone na gola do casaco, ou qualquer outro assistente de estúdio, tem tarefas muito precisas a executar de que não se pode dispersar.
Se Sarkozy quer que as pessoas larguem o seu trabalho para o cumprimentarem, é ir ao Marché aux Pousses.
Do que sei de Obama, respeitaria um profissional concentrado no seu trabalho.
GostarGostar
….naturalmente, há um mínimo de boa educação: um “shake hands”!
GostarGostar
Por acaso não é nada assim. Os assistentes cumprimentam os convidados em estúdio tanto mais que lhes colocam microfones, ajeitam nas cadeiras… Ficam frente a frente com eles. Logo a recusa de cumprimentar um convidado torna-se muito óbvia e desagradável
GostarGostar
Definitivamente o Público não tem emenda. Só não percebo é como a Helena Matos ainda escreve nesse pasquim!
GostarGostar
Já é habitual o jornalismo ser uma treta. Quem é que se admira com esses titulos? Quando um jornal decide que nao gosta de uma pessoa anda sempre a escrever o pior dela. Já tinha reparado no publico. Dias e dias a salientar frases de pessoas a dizer mal de Sarcozy na página da net. Fazem o mesmo a Socrates. Já é normal. Nada a admirar.
GostarGostar
Notícias verdadeiramente estúpidas. Ao nível do Luís Baila atrás do autocarro da selecção.
GostarGostar
Há os public relations a quem compete esse trabalho.
GostarGostar
Acho um pouco tonto chamar Piscoiso a alguém mas vai diga-me uma coisa: já se sentou num estúdio de televisão? Os assistentes cumprimentam as pessoas. Perguntam-lhe se estão bem sentadas. Se a luz as incomoda…
GostarGostar
“Imaginemos que alguém se recusava a cumprimentar Obama que, por enquanto, é só candidato…”
Era um grandessíssimo mal educado! E se Obama estivesse à altura da falta de educação de Sarkozi, também era notícia.
GostarGostar
Não deixa de ser curioso a aversão que este acto de falta de educação nos espíritos liberais. Qual é a solução (além de dizer isso mesmo: que as pessoas – todas – Sarkozi incluído) foram umas mal educadas? É para legislar? Se for, no diploma podem acrescentar que devemos todos comportamo-nos como se vivessemos no País dasa Maravilhas.
GostarGostar
“Se Sarkozy quer que as pessoas larguem o seu trabalho para o cumprimentarem …”
Pelo que percebi, Sarkozy não quer isso. Se assim fosse, seria verdadeiramente absurdo.
Mas é normal que as pessoas se cumprimentem. E,sobretudo, que respondam a um simples “Bom dia” com pelo menos um “Bom dia”.
Para isso, o assistente de som não precisava de “largar o seu trabalho”. Esta justificação é obviamente de ma fé.
Quando muito, poderia até dizer-se que o assistente deveria ter deixado à porta do trabalho as suas convicções e simpatias pessoais e tinha a obrigação profisional de não ser incorrecto para com um convidado do programa, fosse ele quem fosse. Na circunstancia, apenas … o presidente da republica francesa, eleito por uma clara maioria do eleitorado !
A boa educação e o respeito minimo pelos outros, mesmo que tenham convicções politicas, religiões, cores de pele, condições sociais, diferentes e com as quais se antipatiza, exige que se responda a um cumprimento.
O problema de fundo é que ha pessoas sectarias e que não respeitam os outros.
Nomeadamente, no que se refere à politica e às ideias.
Independentemente da orientação politica. Ha-os de esquerda como de direita.
Mas a verdade é que, nos tempos de hoje, este tipo de atitude sectaria é muito mais frequente em certas pessoas ditas de “esquerda”.
Os jornais franceses relatam hoje o caso de um aluno de uma escola primaria que utilizou uma foto de Sarkozy para fazer uma composição visual sobre o tema do “mau” (“méchant”).
A lavagem ao cérebro e a cultura da intolerancia começam bem cedo !!…
GostarGostar
E se o Senhor do som for um argelino profundamenter vexado com a política de imigração francesa, é legítimo exigir-se-lhe que cumprimente o Presidente francês?
GostarGostar
O homem fez o seu trabalho? fez. Tem que ser simpático? não. Vai na volta apalpou-o e ele estava à espera de um beijinho também…
Logo vindo de quem insulta eleitores em plena campanha eleitoral…
GostarGostar
E porque não? Tenho de cumprimentar qualquer um, porque?
GostarGostar
“Qual é a solução (além de dizer isso mesmo: que as pessoas – todas – Sarkozi incluído) foram umas mal educadas? É para legislar?”
Não serão certamente os “espiritos liberais” a propor soluções legislativas especificas para a ma educação !…
Esse é um tique intervencionista bem mais caracteristico dos “espiritos socialistas” !…
GostarGostar
Independentemente da concentração no trabalho, da existência ou não de precedentes sobre cumprimentar ou não, quando alguém estende a mão a “obrigação” do outro é retribuir. A não retribuição é considerada uma enorme falta de educação do ponto de vista social e um insulto para quem estendeu a mão.
GostarGostar
“E se o Senhor do som for um argelino profundamenter vexado com a política de imigração francesa, é legítimo exigir-se-lhe que cumprimente o Presidente francês?”
Cada um faz o que entende e pode e é responsavel pelo que faz.
Mas, por essa ordem de ideias … qualquer atitude se pode justificar.
No fim de contas, tudo isto revela que ha quem não consiga separar a divergencia de ideias do respeito minimo devido a qualquer interlocutor. E, diga-se o que se disser, de quem cada um espera igualmente e reciprocamente respeito e correcção.
A questão de fundo é mesmo a ideia e a pratica da tolerancia !!
GostarGostar
Fernando S Diz:
4 Julho, 2008 às 11:59 am
Precisamente!
GostarGostar
“No fim de contas, tudo isto revela que ha quem não consiga separar a divergencia de ideias do respeito minimo devido a qualquer interlocutor.”
Portanto, se um comunista se recusasse a apertar a mão a Salazar, isso também seria uma manifestação de falata de educação?
GostarGostar
“falta” de educação…
GostarGostar
“Acho um pouco tonto chamar Piscoiso a alguém…
Seria a primeira vez que alguém me chamava Piscoiso, e para isso teria de me encontrar pessoalmente, o que é difícil, porque não frequento estúdios de televisão.
Mas reconheço, que a pessoa a quem vai ser colocado um microfone, antes que lhe toquem na roupa, tenha necessidade de estabelecer algum diálogo. São carências a que um profissional de som pode não estar habilitado a suprir.
GostarGostar
Sem querer constatar o óbvio, a questão não é se o assistente foi ou deixou de ser mal-educado (foi de facto) ou quais os motivos que o levaram a ser, mas sim a forma como a notícia é dada. Ao dizer que “Sarkozy odiou não ser cumprimentado” está-se desde logo a classificar a pessoa como alguém pomposo. Ora, a forma correcta de descrever a notícia seria dizer um assistente não retribuiu o cumprimento o presidente francês e que isto o aborreceu – como aborreceria a maioria das pessoas.
Aquilo que a Helena Matos quer demonstrar é que neste caso a notícia foi o estado de espírito de Sarkozy e não a atitude do assistente como deveria ter sido.
GostarGostar
“Sofia Ventura Diz:
4 Julho, 2008 às 12:20 pm
Portanto, se um comunista se recusasse a apertar a mão a Salazar, isso também seria uma manifestação de falata de educação?”
Quem não se lemra do debate Carrilho/Carmona Rodrigues… “Malcriadão!!!”, e sim, se
numa situação social ou de trabalho, fora de actuação política se recusasse, seria falta de educação… também sempre cumprimentei os senhores Ramalho Eanes, Mário Soares, Cavaco Silva, Álvaro Cunhal, entre outros que tive o prazer de conhecer numa ou noutra altura da vida e sempre discordei mais ou menos veementemente do que defendiam ou de como actuavam…
GostarGostar
Na aldeia da minha tia Henriqueta, todas as pessoas se cumprimentam umas às outras.
Quando foi para a cidade, continuou a cumprimentar toda a gente, mas ninguém lhe respondia. Achou que eram todos uns mal educados.
Então ela, que se achava o centro do mundo.
GostarGostar
“… se um comunista se recusasse a apertar a mão a Salazar, isso também seria uma manifestação de falata de educação?”
Claro. Como seria se Salazar recusasse apertar a mão a um comunista.
De resto, não seria de admirar que algo do género pudesse acontecer, tendo em conta o peso da intolerancia nas ideias e atitudes de um e de outro.
Claro que o contexto também pode e deve ser levado em conta.
Por exemplo, compreenderia melhor que o comunista recusasse apertar a mão a Salazar se estivesse preso e fosse forçado a estar na sua presença.
O contexto do episodio com Sarkozy é bastante diferente.
Acessoriamente, o modo como a pergunta esta feita leva a supor que para a Sofia o mais provavel é o comunista recusar apertar a mão a Salazar do que o contrario. Pensando bem … também me parece !
Seja como for, Sarkozy pode ter muitos defeitos e ser contestado e odiado por muita gente. Mas não é nem um comunista totalitario nem um direitista autoritario. Não me parece apropriado coloca-lo ao mesmo nivel de personagens deste calibre (neste como noutros assuntos)!
GostarGostar
Helena, viu o video? reparou que o assistente tinha os auscultadores pendurados nas orelhas? sabe se ele sequer ouviu o presidente dizer “bonjour”? e sabe sequer se o presidente se estava a referir ao técnico … ou a queixar-se da manifestação de trabalhadores da France 3 que o recebeu à entrada? Tantas certezas…
GostarGostar
Já aqui na parvónia a coisa pia de forma diferente.
O nosso ex-selecionador mandou todos os jornalistas “tomá no cu” e nenhum deles se ofendeu e continuaram a lamber o dele.
Se e repito se o assistente não respondeu intencionalmente ao entrevistado apenas terá sido porque não lhe ensinaram regras básicas de boa educação e nunca apenas uma atitude de cracter poltico significante.
Pelo meu lado se encontrasse o nosso PM nunca por nunca deixaria de lhe dizer “Bom dia senhor Inginheiro”.
GostarGostar
“shake hand”, a educação é minima nestes casos para o ser humano
htto://fabiosantos.wordpress.com
GostarGostar
“shake hand”, a educação é minima nestes casos para o ser humano
http://fabiosantos.wordpress.com
GostarGostar
Como os franceses são, em geral, mal educados, o técnico não deve estar habituado a que o cumprimentem e nem deve ter reparado!
GostarGostar
Ninguém reparou que a Matos está-se borrifando se cumprimentaram o Sarkozy ou não. A Matos é muito mais retorcida. Voltem a ler o post e verão onde ela quis chegar.
GostarGostar
Piscoiso Diz:
“Mas reconheço, que a pessoa a quem vai ser colocado um microfone, antes que lhe toquem na roupa, tenha necessidade de estabelecer algum diálogo.”
É mais uma questão de género. Se colocar um micro num homem dificilmente trás problemas de maior já coloca-lo numa mulher pode-se revelar extremamente complicado. 🙂
GostarGostar
“Acessoriamente, o modo como a pergunta esta feita leva a supor que para a Sofia o mais provavel é o comunista recusar apertar a mão a Salazar do que o contrario. Pensando bem … também me parece !”
Se é defeito, então permitam que me confesse prevaricadora. Não é impossível, mas dificilmente me verão apertar a mão a alguém que tenha razões para não respeitar.
No resto, sou uma autómata, “bom dia” e “desculpe”, são quase reflexos.
GostarGostar
Em França, odiar (haïr) não é tão repulsivo como em Portugal. É apenas “desgostar de” (apanhar chuva, por exemplo).
GostarGostar
A minha tia Das Neves, que teve uma educação burguesa esmerada, só cumprimenta alguém, depois desse alguém lhe ser apresentado.
Pergunta a minha tia Das Neves:
“Alguém apresentou Sarkozy ao operador de som ?”
GostarGostar
Esta do Sako faz-me lembrar o recente assomo de educação da treta e fachada de muitos portugueses que me dizem abruptamente, quase agressivamente: “BOM DIA!”, como me querendo demonstrar quão bem educados eles são, e aos quais simplesmente não respondo porque muito antes deles descobrirem a sua suposta boa educação, já eu era, de facto, bem educado. http://criticademusica.blogspot.com/
GostarGostar
Se alguém se recusasse a cumprimetar o Obama era logo carimbado de RACISTA e ISLAMOFÓBICO…
GostarGostar
Sofia Ventura Diz:
4 Julho, 2008 às 11:56 am
“E se o Senhor do som for um argelino profundamenter vexado com a política de imigração francesa, é legítimo exigir-se-lhe que cumprimente o Presidente francês?”
Há uma máxima que todo o profissional não pode esquecer: As pessoas não têm que dormir juntas, só têm que trabalhar juntas. Quer dizer, no desempenho das nossas missões, os nossos problemas particulares , os nossos gostos pessoais, os nossos ódios ficam do lado de fora da porta. Todos nós vendemos o nosso trabalho, que é pago de acordo com um padrão de qualidade e exigência, assente em procedimentos internos da empresa e num contrato individual de trabalho. Mais nada.
GostarGostar
“Como os franceses são, em geral, mal educados, …”
“Os franceses” não são certamente exemplares em matéria de boa educação.
Em geral, eles proprios o dizem. Com alguma honestidade, reconheça-se.
Mas, em abono da verdade, os franceses teem mais interiorizado do que os portugueses o reflexo de dizer “Bom dia” (“Bonjour”) e “Adeus” (“Au revoir”) quando se cruzam com alguém e quando entram e saem de um local onde se encontram outras pessoas.
Os mais francofobos chamam a atenção para o caracter mecanico e distante do cumprimento. Por vezes o “Bonjour” parece camuflar um “Qu’est qu’il vient me faire chier celui-la ?!…” e o “Aurevoir” parece uma substituição no ultimo segundo de um “Oui, c’est ça, casse toi connard !…”.
Mas a verdade é que sempre vão dizendo alguma coisa e salvaguardando as aparencias !
Ja os portugueses são algo variados e instaveis. Uns cumprimentam, outros não. A mesma pessoa cumprimenta às vezes não cumprimenta noutras.
Os mais lusofilos, nos quais se inclui a generalidade dos proprios portugueses, chamam no entanto a atenção para o facto de os portugueses serem mais autenticos e calorosos nas relações com os outros. Quando cumprimentam são bem mais expressivos. Quando mandam vir ou ir aquela parte … também !
GostarGostar
“Em França, odiar (haïr) não é tão repulsivo como em Portugal. É apenas “desgostar de” (apanhar chuva, por exemplo).”
Até pode ser. Se bem que também ouço com frequencia utilizar-se em Portugal, em particular pelos mais jovens, os termos “odeio” e “adoro” com um sentido menos forte (“odeio apanhar chuva” ; “adoro pasteis de Belém”).
De qualquer modo, o aborrecido é que o post aqui comentado se refere a um titulo em portugues de um jornal portugues !
GostarGostar
Nem li todos os coments acima, mas parece-me que muitos portugueses conhecem particularmente bem Sarkozy e até Obama, talvez até melhor do que os seus próprios vizinhos do lado. Disse Sarkozy que tinha odiado não ser cumprimentado? O vocabulário usado é sempre fatal – com Obama é respeito, com Sarkozy é capricho.É verdade que a esquerda acha sempre que os seus candidatos eleitos representam toda a população eleitora, mas quando os candidatos eleitos são de direita nunca são os representantes de toda a população e acham natural, muito natural a indisposição e a má educação manifesta contra esses representantes.
GostarGostar
Muito bem visto, porque da França até se pode gozar, que não se é por isso, só, logo, anti-francês; agora, em se tratando de algo que aos USA respeite, já é ter mais cuidadinho, se até a HM pode resolver a coisa da forma simples que sabemos, dizendo, oh, lá está mais um pró-soviético, mais um anti-americano, de caras.
GostarGostar
A outra coisa que empolga e fascina e o nosso adianto em questão pioneirismo tecnológico da comunicação, como da educação, de meter inveja aos parceiros da Europa e do mundo todo, portanto.
Que podemos ser a miséria da comunidade, os que menos dispõem do que compra os melões e as outras coisas, andarmos abaixo da metade da média dos salários da Europa, para além de tão injustamente distribuídos entre os mais ricos e milhões dos mais pobres, que bem podemos gabar-nos, Eh, pá, mas somos os primeiros em tecnocracia e computadores, além de banda larga e banha da cobra, pá, porreiro!
GostarGostar
Pois eu acho que esse assunto não tem importância nenhuma e não é notícia. E se fosse o Obama também não seria notícia nem teria interesse.
GostarGostar
Por que razão a afirmação de Joana Amaral Dias (na SICN) de que querem fazer a “chinesização” da Europa não é uma afirmação racista?
é o mensageiro ? se fosse o Sarkozy ?
GostarGostar
“casse-toi pauvre neo-conne!”
adaptação livre da lingaugem sarkosiana
GostarGostar
Exemplo acabado do “jornalismo” indigente mental da região a oeste da Espanha.
GostarGostar
“Definitivamente o Público não tem emenda. Só não percebo é como a Helena Matos ainda escreve nesse pasquim!”
Pasquim? E como iríamos viver sem a independência de opinião J M Fernandes, a isenção da Dona Mucznik e as prosas progressistas da Helena Matos?
GostarGostar
eu também não gosto muito de trabalhar sexta-feira à tarde…
GostarGostar
«Imaginemos que alguém se recusava a cumprimentar Obama que, por enquanto, é só candidato…»
Não precisa de imaginar. Isso já aconteceu, sort of… esta semana, precisamente. A recepcionista de um ginásio, aparentemente, não o reconheceu e exigiu-lhe a identificação. Realmente não me lembro de ver nada na imprensa portuguesa sobre isso.
GostarGostar
Helena Matos:
“Os assistentes cumprimentam as pessoas.”
Claro que cumprimentam as pessoas. E as pessoas cumprimentam os assistentes. E cumprimentam-se umas as outras se tiverem que tratar umas com as outras.
Só um assistente idiota o não faria. Só um idiota um não faria. Só um idiota acha que um assistente “apenas” coloca microfones independentemente de se tratar de um porco ou de uma pessoa. A não ser que confunda porcos e pessoas, ou que ache Sarkozy um porco, quer seja assistente quer ache normal que eles pensem assim. Enfim, cabeças de porco.
.
GostarGostar
… passando ao lado do facto de o assistente estar ali em representação, esbatida que seja, de quem lhe paga.
Se não quer encarar alguém, levanta o problema anteriormente. Mas provavelmente quer encarar para depois deixar a sua mijadela.
.
GostarGostar