BPMP
«”Será estabelecida nesta mui antiga e mui leal cidade do Porto, uma livraria com o título de Real Bibliotheca Publica da Cidade do Porto”».
Assim determinou D. Pedro de Bragança, a 9 de Julho de 1833, faz hoje 175 anos, conforme consta do jornal oficial «Chronica Constitucional do Porto» desse dia. Ainda sob efeito do Cerco, foi uma feliz e profícua forma, à época, de se assinalar o primeiro aniversário do desembarque e entrada na cidade das tropas liberais. Alexandre Herculano foi nomeado seu 2º bibliotecário a 17 de Junho, vindo a recolher no seu acervo grande parte das bibliotecas dos conventos e de particulares que se encontravam abandonadas ou tinham sido confiscadas. É desde então uma das principais bibliotecas do país, e eu, como utilizador frequente (menos do que gostaria é certo), só lamento que não disponha de qualquer espécie de serviço online, (de que esta iniciativa, é um bom exemplo), o que nos dias de hoje é algo de verdadeiramente incompreensível.

gostei imenso das pesquizas feitas sobre a saídas dos liberais em 1928, seus jornais, maçonaria dos irmãos Passos no regresso de Eaubonne onde gastaram 1/3 do património familiar
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é muito giro dar “uma de cultura” (para bom serviço e governo das élites) mas o país por acaso parece que deve ter outras prioridades; assim como assim os hábitos de acesso dos portugueses à internet em geral não excederão 7 por cento; ainda pior em certos guetos, p/e o blogue da Póvoa era lido apenas por 1 por cento da população
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Concordo com a crítica, devia sofrer uma informatização.
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“Se esses livros estão de acordo com o Livro de Deus, não são necessários; se estão em desacordo, não são desejados. Portanto, destrua-os.”
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Anotem esta pérola, sffavor.
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“Tragam-me cá os optimistas que eu também venho”(Henrique Medina Carreira @ SIC – Jornal da Noite 09/07/2008 21:30)
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publica?? privatize-se
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é optimo ver o Porto orgulhar-se pelo que tem de melhor, sem se queixar de Lisboa.
Parabéns!
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Não creio que seja mais importante do que a biblioteca do Pacheco Pereira.
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http://jpn.icicom.up.pt/2008/07/09/biblioteca_municipal_do_porto_uma_historia_com_1_milhao_e_300_mil_documentos.html
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Debate do Estado da Nação na SICN, incluindo a “blasfema” Helena Matos (acho que o blogue deveria anunciar isso de forma condigna…)
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Atravesso sempre o Jardim de S. Lázaro em diagonal, respirando aquela folhagem, antes de entrar por aquela porta monumental da biblioteca, logo em frente.
Habituei-me desde jovem a ir para lá ler as revistas de banda desenhada.
Mais tarde, apaixonei-me por uma obra que ali morava e que passei a manusear com frequência: a História da Literatura do Albino Forjaz de Sampaio.
Isto porque na escrivaninha do meu pai, estava um livro “Palavras Cínicas” do tal Albino.
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