O regresso aos preços tabelados?
IVA: ministro da Economia pede explicações à Galp e convoca presidente da ASAE
O ministro da Economia convocou de urgência o presidente de ASAE para analisar as circunstâncias que levaram a Galp a manter o preço nas botijas de gás butano, mesmo depois da descida da taxa máxima do IVA.
Este pedido surge depois do deputado comunista Honório Novo ter denunciado, durante uma audição do ministro das Finanças no Parlamento, que a Galp não reflectiu a descida do IVA de 21 para 20 por cento no preço das botijas de gás doméstico, à venda num posto de abastecimento de Viseu.
Alguém me consegue informar:
1. Se o gás butano está sujeito a um regime de preços fixados pelo Estado.
2. Se os preços em geral estão sujeitos a um regime de preços fixados pelos Estado.
3. Qual é a lei que proíbe as empresas de aumentarem os preços quando lhes apetecer, inclusive no dia em que baixa o IVA.
4. Qual é a lei que obriga as empresas a acompanhar uma descida do preço do IVA.
5. Se a obrigação de baixar o preço se aplica ao dia em que o IVA desce ou se se aplica para sempre. Qual é o dia a partir do qual o preço pode voltar a ser igual ou superior ao preço anterior à descida de IVA? 15 dias após a descida de IVA as empresas já podem vender aos preços anteriores? Ou só após 1 mês? 3 meses? 1 ano?

30 aqnos de socialismo conduziram portugal à miséria
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O tabelado é o imposto. Tinham as facturas com o imposto a 21%. Nao foi isso? Dizem que foi erro da máquina do 0/1
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ó anónimo 1, trata-te.
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JM,
Tem razão.
Contudo, levo-o para outro campo, que é este: nestas circunstâncias, os Clientes da GALP deveriam procurar alternativas, dado que este tipo de prática é no mínimo oportunista. E neste caso, mudar para as marcas que tivessem um comportamento mais “decente”.
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J,
Tem razão.
Contudo, o consumidor médio português é demasiado preguiçoso para ir buscar a sua própria cerveja ao frigorífico, quanto mais procura uma bilha de gás mais barata.
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Errata:
*procurar
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Anónimo 2:
Não. Não foi isso. A questão que foi levantada consistiu no seguinte:
– No dia 30 de Junho uma botija de gás (com IVA de 21%) custava X. No dia 1 de Julho a mesma botija de gás (com IVA a 20%) custava o mesmo.
E o JM pergunta qual é o problema de se aumentar o preço em € 0,15 no dia em que diminui o IVA.
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Há quem não faça ideia do trabalho que representa mudar os preços de todos os produtos, alterar software de dezenas ou milhares de máquinas, alterar milhares de preçários, facturas, máquinas registadoras… E pretende-se que tudo seja feito num segundo, à meia-noite do dia em que muda a taxa?
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“- No dia 30 de Junho uma botija de gás (com IVA de 21%) custava X. No dia 1 de Julho a mesma botija de gás (com IVA a 20%) custava o mesmo.”
Claro. Limitaram-se a alterar a ‘string’ da máquina registadora que diz “Iva incluido à taxa de 21%”. Nos dias seguintes logo se fazem as outras corecções todas.
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PARA se acompanhar melhor este caso, ver duas facturas das referidas botijas de gás – [aqui].
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Jcd,
Esses malditos especialistas que não trabalham em 2 segundos! Malandros.
Contratassem alguém com espírito crítico e capaz de pelo uso do senso comum, achar uma solução empírica para o problema.
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É curioso que quando o IVA sobe, e as marcas mantêm os preços, ninguém parece ficar indignado, nem se lembre de chamar a Autoridade da Concorrência.
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Acho piada a esta malta que acha que quem tem de pressionar as empresas a baixar preços são as autoridades (tal só é compreensível em caso de monopólio regulado). Como se os grandes responsáveis por pressionar os preços para baixo não fossem os consumidores. Mas não quem tem de manter os preços bixos são os burocratas. Isso de andar a ver quem é que vende mais barato deve ser uma grande chatice que deve passar para a alçada de um gabinete lá em Lisboa. Esse que tomem conta de nós. “Portugal liberal”, estás tão longe de acontecer.
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É para evitar esses problemas que certos comerciantes põem os preços sem IVA.
Às vezes vendem calculadoras.
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JCD,
sendo eu informatico, e tendo conhecimento de causa nos processos que refere : actualização de software, preçarios, facturas, etc, em multiplos postos : venho esclarece-lo que estes tipo de procedimentos estão mais que establecidos, podem e são previamente planeados, e não servem de justificação para o que indica.
E até com uma simples observação, acessivel ao mais leigo, se pode comprovar que essa será a “mais esfarrapada desculpa/justificação para o sucedido”, senão vejamos, e já agora responda se souber á minha questão:
– Quando a Gasolina aumenta, este aumento é reflectido em todos os postos, quase que em simultaneo, e em todo o Pais, certo ???
Porque será que o SoftWare e afins, só complicam quando se trata de baixar qqr coisa???
( … e mais, embora não conheça o sistema da GALP, digo-lhe com 99% de garantia que a suposta “string” que refere, é construida dinamicamente, e utiliza uma taxa de IVA, que está de certeza guardada numa qualquer tabela de uma Base de Dados, não sendo de certeza um valor fixo tipo texto. )
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JM
“4. Qual é a lei que obriga as empresas a acompanhar uma descida do preço do IVA.”
Esta, que me parece a mais importante, apenas gostaria de dizer o seguinte:
Naturalmente se o estado deixa de cobrar uma % do Iva, fá-lo com a intenção de que essa verba se possa reflectir no preço do consumidor final!
Vir, a coberto da liberdade de fixar preços de uma forma escandalosa, “arrecadar” aquilo que o estado quis transferir para o consumidor, é, no mínimo, uma Ciganice!!
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Esta é a prova insofismável que o Governo não deve baixar o IVA.
Os nossos empresários parecem Cães famintos!!
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««Naturalmente se o estado deixa de cobrar uma % do Iva, fá-lo com a intenção de que essa verba se possa reflectir no preço do consumidor final!»»
Mas o que é que as intenções do governo têm a ver com a obrigação das empresas. Tanto quanto julgo saber, existe um regime de preços livres. Se o Estado baixa os preços, os comerciantes reagem como lhes apetecer. A não que exista a tal lei que fixa preços. Existe?
««Vir, a coberto da liberdade de fixar preços de uma forma escandalosa, “arrecadar” aquilo que o estado quis transferir para o consumidor, é, no mínimo, uma Ciganice!!»»
Chame-lhe o que quiser. É um direito que as empresas têm.
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Não sei onde JM quer chegar com a sequencia de questões. O facto que despoletou este caso é muito simples – a Galp baixou o IVA para 20% mas continuou a cobrar os mesmos 21% e ainda por cima estampou esse “erro” em prova documental. Claro que a desculpa “Erro Informático” funciona sempre para desculpar golpes e incompetências.
Qual é a lei que proíbe as empresas de aumentarem os preços quando lhes apetecer, inclusive no dia em que baixa o IVA…
Num regime de monopólio em que a Galp funciona, a regulação estatal é obrigatória. No caso da Galp, a desatenção do governo tem sido uma constante porque também lhe interessa a manutenção da alta de preços.
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««a Galp baixou o IVA para 20% mas continuou a cobrar os mesmos 21% e ainda por cima estampou esse “erro” em prova documental.»»
Passou a cobrar como? A Galp baixou o IVA e subiu o preço base do gás de forma a que o preço final se mantivesse. Qual é a lei que o impede? As empresas não podem subir os preços quando quiserem?
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««Num regime de monopólio em que a Galp funciona, a regulação estatal é obrigatória. »»
Funciona? Mas os preços do gás são ou não são livres? É isso que eu quero perceber. O governo vai regular o preço do gás com base em que legislação?
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Não meu caro, está visto que não olhou atentamenta os dois recibos apresentados como prova. O valor não cresceu para contrabalançear o abaixamento de 1%. Simplemente, a soma está errada ! (e já foi assumido pela Galp).
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“JCD,
sendo eu informatico, e tendo conhecimento de causa nos processos que refere : actualização de software, preçarios, facturas, etc, em multiplos postos : venho esclarece-lo que estes tipo de procedimentos estão mais que establecidos, podem e são previamente planeados, e não servem de justificação para o que indica.”
O gás da GALP é vendido em centenas de sítios, com sistemas diferentes e diferente software. Além disso, o preço está escrito em preçários, a tinta. Custa-me a acreditar que a correcção seja automática. Quase que aposto que não é.
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Última hora: a al-jazigo está a informar que o ministro vai dizer ao director da ASAE que se alguém vier a vender botijas produzidas em Portugal mais caro do que em Espanha isso constitui um crime de especulação nos termos da lei. A al-jazigo, emissora oficial do PS até ao desastre das próximas eleições, informa também que o presidente da ASAE está com muita cera nos ouvidos e tem graves problemas de visão. Aproveitando a oportunidade, a al-jazigo informa também que tendo em vista o debate-comício de hoje, a AR mandou pedir a título urgente informações sobre a problemática das emissões de dióxido de enxofre pelo Estado na fábrica de Leça da Palmeira, pensando aproveitar essa fonte para produzir produtos de limpeza de baterias de carros eléctricos, a usar nas bombas de electricidade da empresa, já que o seu efeito corrosivo-cancerígeno tem elevado potencial como energia renovável.
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a culpa é do gás PUTANO
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««Não meu caro, está visto que não olhou atentamenta os dois recibos apresentados como prova. O valor não cresceu para contrabalançear o abaixamento de 1%. Simplemente, a soma está errada ! (e já foi assumido pela Galp).»»
A soma está errada? Não há soma nenhuma. O que há é uma substracção e parece-me certa. Ver aqui. Onde é que está o erro?
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“Não meu caro, está visto que não olhou atentamenta os dois recibos apresentados como prova. O valor não cresceu para contrabalançear o abaixamento de 1%. Simplemente, a soma está errada!”
Olhando para as facturas, não é isso que está em causa. O preço final é o mesmo, o IVA diminuiui. Não há soma nenhuma. Mudaram no sistema o IVA, não actualizaram o PVP.
(ver as facturas em causa no comentário do Carlos Medina Ribeiro #9)
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Já agora, os comerciantes não fixam o preço base e depois somam o preço do IVA. O que eles fazem é ver qual o preço final da concorrência, com base nisso fixam o seu preço final, depois calculam o IVA correspondente a esse preço final e finalmente calculam o preço base subtraindo o preço do IVA.
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“O que eles fazem é ver qual o preço final da concorrência, com base nisso fixam o seu preço final, depois calculam o IVA correspondente a esse preço final e finalmente calculam o preço base subtraindo o preço do IVA”.
Este argumento vem suportar a “marosca” que o governo fez no IVA das Pontes sobre o Tejo! Isto é, depois de ter perdido com Bruxelas, a taxa de 5% de IVA, o que o Ministro Lino / Jamais veio dizer foi o que fez a Galp. Qualquer coisa do género, “o preço final é o mesmo, altera-se o valor e o IVA”…..
Kennedy disse que “consumidores somos todos nós”. Agora parece que “vigaristas somos todos nós”. Será?
———————————
Quanto a virem dizer que é o Consumidor que tem que verificar e mudar, e não devem ser os Burocratas a substituir os Consumidores, até concordo com o princípio. Mas, então acabe-se com as Entidades Reguladores. pois, se não servem para verificar da legalidade dos procedimentos….”file, erase”
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JM
««Vir, a coberto da liberdade de fixar preços de uma forma escandalosa, “arrecadar” aquilo que o estado quis transferir para o consumidor, é, no mínimo, uma Ciganice!!»»
“Chame-lhe o que quiser. É um direito que as empresas têm.”
É certo que as empresas tem o Direito de ficar com o era suposto ser para outros, mas por isso tambem temos o Direito de chamar os Bois pelo seu nome…
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Tem razão.
O que ainda agrava mais a responsabilidade da Galp.
Não se trata afinal dum erro informático (como tentaram fazer crer). Trata-se de fazer reverter em proveito próprio o abaixamento do IVA, em que os dois intervenientes deveriam ser sómente, o Estado e o Comprador.
Se o Governo ficou tão “ofendido” com aquilo que os ginásios fizeram, mais deveriam ficar agora com uma empresa que controlam e que funciona em monopólio.
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««Tem razão.
O que ainda agrava mais a responsabilidade da Galp.
Não se trata afinal dum erro informático (como tentaram fazer crer). Trata-se de fazer reverter em proveito próprio o abaixamento do IVA, em que os dois intervenientes deveriam ser sómente, o Estado e o Comprador.»»
Mas deviam porquê? Porque é que uma empresa não pode arrecadar a baixa do IVA? Porque raio é que passou pela cabeça do governo que o abaixamento do IVA pode passar todo para o consumidor. Será que eles não sabem como funciona uma economia de mercado? Acho que sabem. Estão é a fazer demagogia. Numa altura em que a inflação é de 3%, daqui a um mês já ninguém sabe se os preços sobem por causa do IVA ou porque, após a redução da vigilância pública voltaram aos preços antigos.
««Se o Governo ficou tão “ofendido” com aquilo que os ginásios fizeram, mais deveriam ficar agora com uma empresa que controlam e que funciona em monopólio.»»
Existe um monopólio do gás butano?
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JoaoMiranda 10 Julho, 2008 às 9:13 am : 12 valores
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Nas facturas vê-se claramente que a Galp cobrou 3.51 de IVA antes, e 3.38 de IVA depois da descida.O preço antes de imposto é de 20.25-IVA, i.e.: 16.74 antes, e 16.87 depois da descida do IVA.
Nada de maroscas com a string, nada de enganos, nada de somas erradas, está lá preto no branco.
É um direito do produtor, do distribuidor e do vendedor subir o preço quando bem quer, no valor em que bem entender.
É um direito do consumidor fazer o que bem entender face isso.
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Então e os preços dos ginásios? Também não foi baixado o IVA destes estabelecimentos e não se reflectiu nos preços praticados. Bem reclamei à menina do balcão do ginásio que frequento (em tom de bricadeira, não fossem banir-me sem retorno das práticas saudáveis que ali se levam a cabo) e ela mais não teve do que responder-me muito admirada e com olhar de profunda pena “Mas os clientes não pagam IVA!”. Perante esta manifestação da minha ignorância (!!!) só pude calar-me porque tudo o mais que pudesse dizer ia-se voltar contra mim!
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Percebe-se que um engenheiro quimico queira trabalhar na área em que foi formado, eu vou propor uma petição online para por o João Miranda a trabalhar na GALP.
Com esta estoria do recibo dá para ver que a GALP aproveita a descida do IVA para subir o preço do produto. (A GALP já admitiu que errou, mas há sempre gente mais papista que o papa ou melhor mais golpista que o GOLPE para agradar ao grande capital para ter o seu tachinho).
O PDS tem razão em relação ao software mas se este não dá resposta ao pretendido ou muda-se de programa com respectiva indemnização ou volta-se para o lapís de tráz da orelha.
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“Se o Governo ficou tão “ofendido” com aquilo que os ginásios fizeram, mais deveriam ficar agora com uma empresa que controlam e que funciona em monopólio.”
O “meu” gás é Repsol.
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“É certo que as empresas tem o Direito de ficar com o era suposto ser para outros”
Esse direito não existe. Basta-me ir à concorrência e lá se vai o direito das empresa a ficar com o que é meu.
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Notícias da República Socialista de Portugal:
http://clix.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200807098535408
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Michael Seufert (34):
Finalmente! Alguém que percebeu o que é que a Galp fez! Alguém que fez as contas e viu que não há trapaça nenhuma!
Realmente, é muito triste quando se está tão raivoso para acabar com “os ricos que enganam o pobre” e nem se vê o que está à frente do nariz…
O que por vezes acontece aquando das alterações no IVA é que os vendedores (especialmente as grandes empresas) deixam o preço final igual e fazem o ajuste do IVA dentro da composição do preço. Tal como a Galp fez neste caso.
Por acaso gostava de saber se quando o IVA subiu, houve medalhas e louvores e palmadinhas nas costas para as empresas que mantiveram os preços finais iguais…
Ah, esperem lá! As operadoras de telemóveis (pelo menos a TMN) ajustaram os tarifários por causa da descida do IVA!! Eh pá, sim senhor, esses sim, são gente decente. Não aldrabam, nem maltratam o cliente, nem têm práticas menos correctas. Não são como a Galp, essa corja de malfeitores, opressores dos fracos e oprimidos…
É sempre mais fácil chamar “gatunos” e “ladrões” a toda a gente do que usar um bocadinho a cabecinha para fazer as contas, mas especialmente para *pensar*…
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Obviamente que não houve problema informático algum.( O JCD de quando em vez é um bocado básico). A intenção da Galp era obviamente manter o preço na esperança que ninguém desse conta. Até porque a pratica usual da Galp é avisar com antecedência sempre que há aumentos dos preços.
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Eu exijo das empresas uma postura que explicite as suas preocupações com questões sociais e com a ética. A Galp para mim morreu. Vou vender todas as minhas acções.
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JCD,
como muito bem diz “O gás da GALP é vendido em centenas de sítios, com sistemas diferentes e diferente software. Além disso, o preço está escrito em preçários, a tinta. Custa-me a acreditar que a correcção seja automática. Quase que aposto que não é.“.
1- Quando fala em alterar um “string”, esta a falar de facto em alterar Software, ou seja alterar versões de programas. Não acredito que a alteração de uma taxa (no caso o IVA) origine este tipo de operação no Sistema.
Assim como os aumentos dos preços da gasolina, á venda em centenas de postos, corre sempre bem, sem qualquer problema logistico. (…pelo menos não tenho conhecimento de ocorrerem aumentos de preço na gasolina, e de aparecerem postos de abastecimento a vender ao preço antigo, no entanto não sou dono de toda a sabedoria…)
2- Quando a tax de IVA aumentou, não me recordo de ter existido algum posto de abastecimento a vender gasolina ou gás aplicando a taxa antiga.
3- a questão que aborda agora : “o preço está escrito em preçários, a tinta” : é a que diariamente surge e é resolvida sem grandes problematicas (apesar de esta sim ser mais morosa e de caracter manual!) em qualquer hipermercado, em todas as bombas de gasolina pois são obrigadas a afixar os preços em vigor (para além das alterações nos SI), etc, etc.
4- este tipo de situação e de justificação não é minimamente plausivel nem tem sentido, para a problematica em discussão.
5 – Ainda assim, e caso seja necessário alterar o SoftWare em virtude de a realidade ter sido ela tambem modificada (no caso alteração da taxa de iva), MAS ninguem mexer uma “palha”, obviamente que o SoftWare cuntinuará a fazer as contas da forma que foi programado. Nesta situação a responsbilidade continua a da GALP, e nunca do SoftWare, que coitadito, continua a fazer o que sempre fez.
6 – No caso concreto, e apenas olhando para as facturas é obvio que houve alteração nos Sistemas, e as “facturas/recibos” foram de facto alterada, de forma consciente, para aplicarem a nova taxa de IVA. Da mesma forma que , conscientemente, o PVP foi mantido no mesmo valor.
7 – Tenho a ceteza absoluta que o Software, não teve a minha hipotese de opinar/decidir o que iria ser feito relativamente a toda esta problematica ,o) !!!
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Este tema só prova que o Português não está preparado para uma verdadeira economia de mercado. Causa: O clubismo!!!
Todas as decisões tugas são baseadas na noção de Grupo de Pertença ou Clube do Coração. Senão vejamos… “Eu sou adepto da Galp. Gosto mais do seu combustível. E para além disso se fosse por combustível ou comprar botijas de outra marca, perderia os pontos e depois não conseguiria comprar aquele plasma muito giro que lá está no catálogo por 4000000000000 de pontos. Também ouvi dizer que na BP os gajos adulteram o combustível.”
Conclusão: Somos dos mais fieis às marcas, mesmo que estas nos traiam, haveremos de ser seus clientes até morrermos. Mudar é sinal de burrice.
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««6 – No caso concreto, e apenas olhando para as facturas é obvio que houve alteração nos Sistemas, e as “facturas/recibos” foram de facto alterada, de forma consciente, para aplicarem a nova taxa de IVA. Da mesma forma que , conscientemente, o PVP foi mantido no mesmo valor.»»
Tudo perfeitamente legal. A única ilegalidade que poderia ter sido cometida seria a não aplicação da nova taxa de IVA. A nova taxa de IVA foi aplicada. O resto é a livre fixação de preços.
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«3. Qual é a lei que proíbe as empresas de aumentarem os preços quando lhes apetecer, inclusive no dia em que baixa o IVA.»
Uma empresa fixa o preço de 100€. O preço de venda é 120€. É simples. Há locais que até anunciam os seus preços sem IVA (Makro). Esse “1º” preço é o preço fixado e é o preço que interessa ter por referência. Sim, têm toda a liberdade para fixar esse preço. Já o segundo… 🙂 Nem me vou referir aos outros pontos, porque se parte dum princípio errado do que é o “preço” fixado pela empresa… nem vale a pena, mesmo.
«Há quem não faça ideia do trabalho que representa mudar os preços de todos os produtos, alterar software de dezenas ou milhares de máquinas, alterar milhares de preçários, facturas, máquinas registadoras… E pretende-se que tudo seja feito num segundo, à meia-noite do dia em que muda a taxa?»
:O
Para quem tem isso informatizado é só mudar o valor da taxa… Só demora um segundo se contar o tempo que leva a mover o dedo até à tecla/butão, pois a partir daí são milésimos de segundos.
Afixar os preços demora tempo? Sim… demora, mas o que interessa é o código de barras e isso é informatizado, mesmo que o preço afixado ainda não esteja actualizado, está em vigor..
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Para o senhor João Miranda vivemos num mundo onde as empresas tem o direito de fazer tudo…
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“Há locais que até anunciam os seus preços sem IVA (Makro).”
Isso só acontece porque a Makro é um grossista que vende para clientes que deduzem o IVA. Em todas as lojas que frequento os preços incluem IVA. Muitas vezes nem sei se estou a pagar 5%, 12% ou 20%.
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“Uma empresa fixa o preço de 100€. O preço de venda é 120€. É simples. Há locais que até anunciam os seus preços sem IVA (Makro). Esse “1º” preço é o preço fixado e é o preço que interessa ter por referência. Sim, têm toda a liberdade para fixar esse preço.”
Ou seja. A 30 de Junho poderiam ter um preço de 100€. A 1 de Julho poderiam ter um preço de 100.83€.
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É um grave erro o que JM comete.Uma coisa é a fixação do preço, outra é a taxa do IVA fixada por Lei.Não pode subir ou descer o preço á custa do IVA!
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««É um grave erro o que JM comete.Uma coisa é a fixação do preço, outra é a taxa do IVA fixada por Lei.Não pode subir ou descer o preço á custa do IVA!»»
As empresas não estão impedidas de subir o preço base dos produtos. Podem ajustar o preço base de forma a que o preço final com IVA fique igual. Aliás, as empresas fazem isso em relação a outros custos todos os dias.
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««Para o senhor João Miranda vivemos num mundo onde as empresas tem o direito de fazer tudo…»»
A lei proíbe a livre fixação de preços?
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“Para o senhor João Miranda vivemos num mundo onde as empresas tem o direito de fazer tudo…»»
Vivemos num mundo onde as empresas tentam vender o mais caro possível e os consumidores tentam comprar o mais barato possível.
Onde está a perplexidade?
Se o consumidor acha caro, não compra. Se a empresa vende caro, não vende.
Como queria que fosse?
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“Não pode subir ou descer o preço á custa do IVA!»»”
Claro que pode. E o consumidor pode não comprar. Cada um sabe de si.
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Querem é ver o povo com as algibeiras vazias.
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“Claro. Limitaram-se a alterar a ’string’ da máquina registadora que diz “Iva incluido à taxa de 21%”. Nos dias seguintes logo se fazem as outras corecções todas.
Ó JCD não invente!
Então mudaram só o string que dizia “21%” para um string que dizia “20%”.
Também se deram ao trabalho de mudar o valor do IVA de 3.51 para 3.38.
Devia ser uma trabalheira… mudar também o valor final!!!
O JCD está a aldrabar para justificar a coisa da pior maneira…
Pelo contrário o JM põe a hipótese certa. a GOLP aumentou o valor base para que o valor final ficasse igual.
Mas a GOLP, ao dizer que havia erro, está a confessar que afinal estava a dar mais um GOLPE e foi apanhada, senão não dizia que ia corrigir…
Veja as facuras: http://bp1.blogger.com/_rPNN1RRB12Q/SHNvM3XR7UI/AAAAAAAAImQ/7u–c-woJgw/s1600-h/Galp.JPG
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Pura areia para os olhos…
Que eu saiba, não andam os ministros e a ASAE a rasgar as vestes e a inspeccionar em força quando os impostos sobem. Porque o fazem quando desce? Porque existiam claros interesses dos ministros em que se sentisse a mudança. Não estivessemos nós já em pré-campanha…
Espero que não, mas no dia em que o IVA subir de novo, e o preço final da bilha de Viseu porventura continuar a ser 20,25, gostava de ver tanta preocupação com o assunto.
Incomoda pagar mais uns centimos? Vão a outro lado…
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A maioria das respostas são hipócritas. Vamos ver se começam a entender – o IVA é um valor cobrado ao consumidor. O governo decidiu que queria cobrar menos valor ao consumidor por isso, baixou o IVA. Estamos de acordo?
Pronto, agora o preço de venda do produto antes da descida do IVA é X. O governo diz às empresas: “meus amigos, já não quero 21% do preço que vocês levam. Quero 20%”. As empresas, habituadas a que lhes comprem o produto pelo preço X decide manter o preço uma vez que o consumidor já o pagava. O consumidor continua a pagar. A empresa ganha um bocadinho mais. O estado ganha um bocadinho menos (como aliás, já sabia que assim seria ao baixar o imposto). Todos ficam contentes, não?
Se fosse comerciante fazia o mesmo. Se fosse governo não me armava em estúpido e, das duas uma: ou não aumentava o IVA em primeiro lugar ou, se o tivesse feito, nunca o baixaria.
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“Vamos ver se começam a entender – o IVA é um valor cobrado ao consumidor”
Vamos então ver se você começa a entender – o preço da mercadoria também é um valor cobrado ao consumidor.
“O governo decidiu que queria cobrar menos valor ao consumidor por isso, baixou o IVA. Estamos de acordo?”
A Galp decidiu que queria cobrar o mesmo valor ao consumido r por isso, subiu o preço. Estamos de acordo?
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destas celeumas todas com os preços só se pode concluir uma coisa: a gasolina cara deixa as pessoas tontinhas
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Caro 59,
Estamos de acordo nos dois pontos.
O meu argumento é, porém, que o aumento de preço realizado pela Galp não só é legitimo como era previsível e, acima de tudo, um acto em tudo idêntico ao que qualquer outro comerciante faria.
Ou também acha que os ginásios deviam ter baixado os preços?
Oferta, procura. Baixa de IVA só significa uma coisa – que o estado está disposto a arrecadar valores menores, nunca significaria para alguém com 3 ou mais neurónios que os preços para o consumidor iriam baixar porque, obviamente, os produtos já eram procurados anteriormente.
Fica então a conclusão (para quem ainda não a tinha percebido desde 1982): baixar IVA significa manter preços pagos pelo consumidor e arrecadar menor valor de imposto.
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http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=323642
Parece que a ASAE vai mesmo avançar com processos… Ainda não percebi exactamente quais eram as acusações, mas pronto.
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o meu gas é tutigas mais barato n ha!
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