E não se pode exterminá-las?
14 Julho, 2008
Tudo aponta para que hoje tenhamos o mais retinto Prós & Prós de sempre: no estúdio, não haverá lugar que não esteja ocupado por representante de mui corporativa ordem profissional.
Está visto que “cidadão” é palavra que não existe no léxico dos jornalistas. Para eles (ou para a grande maioria), sociedade civil é sinónimo de grupos de pressão.
13 comentários
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Para os jornalistas há os que mandam nos patrões que lhes pagam os vencimentos!Ou há os que representam poderosas corporações que há muito abocanharam o Estado.
Jornalismo sério é que é muito raro!
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julgo q os corporativismo por vezes prejudica Portugal..
cada uma a puxar a brasa à sua sardinha para justificar as cotas que os subditos pagam…
oAbrupto
http://elesqueremvoltar.wordpress.com/
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A fátinha modera um programa ferido de parcialidade que não esclarece ninguém de coisa nenhuma, sobre qualquer assunto. Não percam tempo com a fátinha.
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Ministério das Corporações, era no tempo de Salazar e/ ou de Caetano?
O que é engraçado, é que 34 anos depois do 25-A, as Corporações estão com a máxima força, assim como a Família Espírito Santo, a Família Mello, e a Família Champallimaud, só não está porque o velhote faleceu e decidiu que a família seria accionista do Santander de Botin!
25 de Abril?
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Um senhor qualquer disse o seguinte: «são apenas 2 mil milhões de euros por ano, um virgula [não sei quanto] do pib. O problema é que temos um pib muito baixo».
pois é, eu sempre ouvi dizer no banco, «olhe que aquela casa é uma excelente compra, o que tenho é um salário muito baixo».
Um génio!
Vou ver o House.
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Perdi o meu tempo a ouvir lixo. Sou um tanso.
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Só nao devem dizer mal do programex no dia em que forem convidados
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sempre fui somente contribuinte
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Bom realmente aquilo foi um desfile de bastonários: bastonário dos veterinários, bastonário das biologias, bastonário de notários, de… bah. Ficámos a saber, pelo bastonário dos advogados, que o abandono da Filosofia foi uma tragédia para o país, por Fernando Santo que os outros países continuam com obras públicas e que a Fátima tinha uma comichão numa perna e já põe os óculos como a avozinha. A audiência suportava estoicamente: havia carecas, havia pessoas com casaco e gravata, outros em camisa apenas, uns de bigode outros não, a maioria era gente com alguma idade que não tem que trabalhar no dia seguinte e esses riam de vez em quando.
Que saudades da Mira Técnica.
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Gostei de ouvir o Vieira Nery a explicar à Fati o desenvolvimento do tecido económico português.
É pena que ele também não tivesse falado de fado (se calhar falou quando desliguei a televisão)
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O último prós e contras da RTP1 da “época” foi o melhor a que assisti. Sem políticos ( não foi a razão principal), com a participação de bastonários de várias ordens: advogados, engenheiros, arquitectos, médicos e enfermeiros, e com intervenções do “público” marcantes, um professor de filosofia, belga, pela positiva do português ( individualista, desvantagem), mas com muitas capacidades ( vantagens), de um professor universitário com uma caracterização de uma nação sem cultura, preguiçosa e sem meritocracia. Finalmente viu-se um debate com opostos argumentativos, e atá Fátima C. Ferreira esteve bem. O português é invejoso,bom trabalhador no estrangeiro, mau na integração e trabalho em grupo, possui pouca auto-estima e sempre com saudades do passado. Tem possibiidades de dar a volta há crise, contudo não quer porque não é rigoroso, organizado e é laxista sempre a apontar o dedo ao culpado, o Outro. Valeu .
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Os estrangeiros em Portugal dizem sempre bem de nós (quando sóbrios ou em público).
Mas gostei do filósofo belga como representante dos filósofos portugueses.
Faltou lá o Tallon como representante dos médicos (e o bastonário dos jogadores de futebol)
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O Tallon ainda anda cá fora?
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