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Assistencialismo ao empreendedorismo

20 Julho, 2008

Manuela Ferreira Leite é contra o assistencialismo aos jovens. Não apenasdo Estado, mas também das famílias.

«Há uma política errada no que respeita à juventude. Não pode ser uma política assistencial, de ajudas, subsídios e patrocínios que começa na família e acaba no Estado»

Em alternativa defende apoio ao empreendedorismo dos jovens e à sua iniciativa privada:

«Tem de ser uma política de apoio ao empreendedorismo dos jovens, de apoio à sua iniciativa privada»

Manuela Ferreira Leite mostra aqui que não faz a mínima ideia do que fará se for Primeira-Ministra. “Apoio ao empreendedorismo” e “apoio à iniciativa privada” são expressões que não fazem sentido. Ou bem que é “apoio” ou bem que é “empreendedorismo”. Ou bem que é “apoio” ou bem que é “iniciativa privada”. Na prática, esta retórica resulta em programas inúteis que mais não são do que assistencialismo ao empreendedorismo. Manuela Ferreira Leite é uma estatista. Para ela, até a iniciativa privada e o empreendedorismo têm que resultar de “políticas” do Estado.

36 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    José permalink
    20 Julho, 2008 17:20

    A senhora é um bluff. Com o tempo, até o Abrupto chegará à conclusão ( se entretanto, desistir de prebendas ou cargos de Estado, com sumo de réditos).

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  2. Boggie Solitaire's avatar
    Boggie Solitaire permalink
    20 Julho, 2008 18:20

    Começa a ficar claro que Manuela Ferreira Leite se situa bem à esquerda de José Sócrates. Sendo ela a líder de um partido à direita do PS, pode parecer um contra-senso, mas é a dura realidade. Quem conseguir despir a farda partidária facilmente percebe que assim é. Não verdade, enquanto Sócrates se revela bem mais amigo do capital, MFL dá mostras de depositar mais confiança na iniciativa estatal. Não admira que assim seja. É por demais consabido que a idade opera transformações profundas na personalidade dos indivíduos: torna-as mais condoídas, e por isso menos capazes de cortar a direito, quando é isso que se exige.

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    20 Julho, 2008 18:44

    Não sei porquê mas fez-me lembrar Sócrates nas últimas legislativas. Também não sabia nada do que ia fazer e do que sabia pouco fez. MFL terá um governador à mão?

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  4. VCI's avatar
    20 Julho, 2008 19:20

    Neste país, as oportunidades da conjuntura já não bastam. Toda a gente quer um negócio, viável, rentável de preferência, já montado, a funcionar e todo subsidiado. E depois é chamar-lhe iniciativa privada.

    Como os gestores medíocres que temos, até assim dão com os negócios na falência, por quererem é meter o bago em contas fora daqui, enquanto quem vai pagando é o desgraçado que escreve o modelo 3 pelo próprio punho, sem gabinete de contabilidade que ajude.

    O país está a saque, e o que interessa é que a população geral se mantenha calma e as estradas desimpedidas enquanto “eles”, sempre os mesmos, fogem tranquilamente daqui com as malas cheias das notas ainda com o suor do nosso trabalho.

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  5. Luis Moreira's avatar
    Luis Moreira permalink
    20 Julho, 2008 19:24

    Mas dar de bandeija aos grupos económicos as obras do Estado ou um mercado protegido,já não tem nada de “apoio estatista”…

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  6. MJRB's avatar
    20 Julho, 2008 19:49

    Se quiserem, leiam o interessante artigo de opinião de Vasco Pulido Valente, hoje editado no Público, sobre os “predadores” do –e no– PSD, dos quais fazem parte alguns blasfemos.

    Impresionante a “raccaille” opinativa neste país (e noutros, quando por interesses pessoais ou por antipatias, tentam destruir uma pessoa eleita há menos de dois meses.
    “Fantástico, maique !”

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  7. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    20 Julho, 2008 20:20

    MJRB,

    O Blasfémias não é nem tem que ser uma secção do PSD. Nem tem que fazer política para favorecer o PSD, a direita ou Manuela Ferreira Leite. Da minha parte, Manuela Ferreira Leite será criticada sempre que se justificar.

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  8. Desconhecida's avatar
    ferro permalink
    20 Julho, 2008 20:26

    Penso que as palavras de ferreira leite foram em conta à imensa pressão e os ataques que a apelidam de socialista. Para dar um ar de direita liberal. Só que as criticas parecem-me são mais pessoais que ideologicas.

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  9. tina's avatar
    20 Julho, 2008 20:39

    Acho muito boa ideia esta do apoio ao empreendedorismo. Posso pensar em algumas ideias que me teriam ajudado quando eu tive um negócio hà uns tempos atrás. Aplicação gradual de IRC, não compromissos com segurança social no início, etc. Cada vez gosto mais de Manuela Ferreira Leite.

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  10. tina's avatar
    20 Julho, 2008 20:43

    “Se quiserem, leiam o interessante artigo de opinião de Vasco Pulido Valente,…”

    Como é que MRJB pode ligar à opinião de um homem que usa um nome falso? O nome dele é VASCO CORREIA GUEDES e era bom que as pessoas deixassem de fazer a mesma figura que ele faz e passassem a chamá-lo pelo verdadeiro nome.

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  11. Curiosamente's avatar
    Curiosamente permalink
    20 Julho, 2008 20:45

    Curiosamente, discordo de JMiranda.
    Apoiar o empreendedorismo, e a iniciativa privada, não é estatismo.
    Se se diz que os impostos altos desmotivam a formação de novas empresas (por exemplo), o contrário também se aplica.

    Segundo, a educação (a começar pela universitária) pode dar um contributo importante para isso. É ou foi demais conhecido, licenciados em Economia e Gestão, que não sabiam formar empresas, muito menos que isso até que era uma boa ideia. Muitos jovens que lá saiam, era simplesmente para serem quadros de empresas já existentes.
    Como muitas faliram, e / ou não precisam de mais pessoas, muitos jovens partiram do zero , se é que tiveram a ideia de formar alguma empresa.

    Terceiro, há discursos que podem motivar as pessoas, para terem mais iniciativa. Tal como JMiranda repara que há discursos que apela a ter casas de borla, também se pode fazer discursos a apelar a uma iniciativa privada maior.

    Quarto, só noto que em Portugal, os empresários (os que já existem, curiosamente) precisam de ordenados menores e despedir rapidamente (o que é estranho tal necessidade numa empresa que se diz sólida.).
    Não se nota, em lado algum, as dificuldades que é formar uma empresa, desde burocracias, a quantias, a ser por exemplo empresário em nome individual, a querer ter apenas uma negócio que dê para viver. As obrigações parecem ser muitas.
    Muita gente acaba por desistir, pelo que se ouve

    Falta por isso, muito a fazer no tal “empreendedorismo” e “iniciativa privada”.
    Onde o JMiranda pode criticar, é que estes discursos (no geral) só acontecem quando se está na oposição, regra geral. E sem conteúdo prático.

    Curiosamente, também não percebo o mal estar evidente que JMiranda tem cada vez que se fala em empreendedorismo. Já outros comentadores falaram nisso, e JMiranda rejeita, aparentemente, porque não entra nas teorias neo-liberais, pelo que me apercebi.
    Daí, elas mais uma vez estarem erradas.

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  12. Curiosamente's avatar
    Curiosamente permalink
    20 Julho, 2008 20:48

    tina Diz:
    ” Acho muito boa ideia esta do apoio ao empreendedorismo. Posso pensar em algumas ideias que me teriam ajudado quando eu tive um negócio hà uns tempos atrás. Aplicação gradual de IRC, não compromissos com segurança social no início, etc ”

    Já começam a aparecer pessoas interessqadas, JMiranda.
    É o mundo real.

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  13. MJRB's avatar
    20 Julho, 2008 20:50

    Mr. João Miranda,

    Mas parece, mas parece…

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  14. C. Medina Ribeiro's avatar
    20 Julho, 2008 20:52

    JULGO QUE pode não ser um paradoxo a ajuda ao empreendedorismo.

    Vou dar um exemplo:

    Para pessoas que há muitos anos trabalhem no ramo da restauração, abrir um novo estabelecimento é fácil. Toda a burocracia, pelo menos, é algo que para elas é familiar.

    Inversamente, se alguém (especialmente jovem – mas não necessariamente) quiser entrar no mesmo negócio terá, no início, dificuldades – pelo que não vejo mal nenhum que haja quem lhes dê uma “mãozinha” nos primeiros passos.

    Podemos é achar que esse apoio inicial não compete ao Estado. Seja. Mas, se for, também não morre ninguém…
    .

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  15. MJRB's avatar
    20 Julho, 2008 20:53

    Miss Tina,

    Eu leio-o, eu conheço-o e trato-o como Vasco, Vasco Pulido Valente. Não me interessam minudências como as que Vc. relevou.
    É o Vasco Pulido Valente e pronto !

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  16. MJRB's avatar
    20 Julho, 2008 20:54

    Mr. Carlos Medina Ribeiro,

    De acordo.

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  17. tina's avatar
    20 Julho, 2008 21:06

    “me interessam minudências como as que Vc. Relevou..”

    MRJB, para mim, minudência é usar outro nome que não o próprio, qual estrela de Hollywood. Neste contexto, torna-se suspeito tudo o que ele diz.

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  18. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    20 Julho, 2008 21:12

    Primeiro há a semântica. Por definição das palavras ter subsídios do estado não é empreendedorismo nem iniciativa privada. Podem chamar-lhe qualquer outra coisa mas essas não o são.

    “Acho muito boa ideia esta do apoio ao empreendedorismo. Posso pensar em algumas ideias que me teriam ajudado quando eu tive um negócio hà uns tempos atrás. Aplicação gradual de IRC, não compromissos com segurança social no início, etc”

    Em vez de impostos baixos para todos e regras básicas e simples para não alimentar uma burocracia galopante, prefere mais regras especiais para alimentar a burocracia e mais uns milhares de empregos de “paper movers” que vão definir quem tem direito a què. Que claro implica outros “paper movers” porque seguir há outros casos especiais para X,Y,Z…

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  19. Tiago Moreira Ramalho's avatar
    20 Julho, 2008 21:26

    A cultura portuguesa não tem, de todo, como pilar o empreendedorismo. Não somos pessoas empreendedoras de natureza. Isto significa que para que a iniciativa privada e o empreendedorismo aumentem, haja uma mudança de mentalidades. Esta mudança de mentalidades pode acontecer de duas formas: apoio ou necessidade, por outras palavras, prevenção ou remédio. Obviamente n~~ao existe em Portugal uma necessidade flagrante de empreender (no sentido dos negócios, claro está), afinal temos uma taxa de desemprego relativamente elevada mas que não constitui propriamente um escandâlo quando comparada a outras realidades. Isto significa que para haver esta iniciativa privada tem de haver um incentivo, uma educação para. Este incentivo pode perfeitamente vir de políticas do Estado, nomeadamente, políticas educativas que incluam o empreendedorismo nos programas (por exemplo nos cursos de economia ou de ciências). Não me parece, portanto, descabido o que a MFL disse.

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  20. tina's avatar
    20 Julho, 2008 21:33

    “Em vez de impostos baixos para todos e regras básicas e simples para não alimentar uma burocracia galopante, prefere mais regras especiais para alimentar a burocracia..”

    Lucklucky, mesmo que se proponha uma descida geral de IRC, esta nunca seria suficiente para facilitar suficientemente a vida aos novos empresários. Para uma regra simples, então elimine-se completamente o IRC das novas empresas nos primeiros 3-4 anos. Acho que assim, poderia haver muito menos imprensas a falir.

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  21. tina's avatar
    20 Julho, 2008 21:44

    “nomeadamente, políticas educativas que incluam o empreendedorismo nos programas (por exemplo nos cursos de economia ou de ciências).”

    Outra medida muito boa. Lembro-me de um professor no Técnico ter dito que nós saíamos de lá sem qualquer espírito empreendedor. Nunca me esqueci disso. Agora, acho que se tivéssemos tido cadeiras a orientar-nos nesse sentido, já nos teríamos sentido mais familiares com a ideia, mais confiantes. Não há dúvida que teris sido uma boa preparação para a vida.

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  22. Desconhecida's avatar
    JoãoMiranda permalink
    20 Julho, 2008 22:26

    MJRB Diz:

    ««Mas parece, mas parece…»»

    Caro MJRB,

    Não estou minimamente preocupado com as aparências.

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  23. Luis Moreira's avatar
    Luis Moreira permalink
    20 Julho, 2008 22:31

    Concordo que a melhor maneira de ajudar os jovens empreendedores é no ínicio da vida da empresas,isentá-las de contribuições,taxas…

    O meu filho é um jovem empresário e quem teve que o isentar de custos nos primeiros dois anos,foi o papá,porque para o Estado,cegueta e inutil,é preciso é sacar!mesmo quando não há!

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  24. tina's avatar
    20 Julho, 2008 22:57

    “porque para o Estado,cegueta e inutil,é preciso é sacar!mesmo quando não há!”

    Parabéns Luís, esta foi a maior verdade dita neste blogue nos últimos tempos!..

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  25. MJRB's avatar
    20 Julho, 2008 23:07

    Mr. e caro João MIranda,

    É o que se depreende… È o que se depreende…
    (Já sei que Vc. não está minimamente preocupado, escusa responder).

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  26. Curiosamente's avatar
    Curiosamente permalink
    21 Julho, 2008 00:16

    19 – “nomeadamente, políticas educativas que incluam o empreendedorismo nos programas (por exemplo nos cursos de economia ou de ciências). ”

    tina Diz: “Outra medida muito boa. Lembro-me de um professor ”

    Não é por nada, mas tinha dito o mesmo (embora de forma apressada) no post 11 , segundo ponto. Mas ainda bem que o Tiago voltou a referir, e a Tina concorda.

    Tiago Moreira Ramalho Diz:
    ” A cultura portuguesa não tem, de todo, como pilar o empreendedorismo. Isto significa que para que a iniciativa privada e o empreendedorismo aumentem, haja uma mudança de mentalidades. ”

    Exacto.

    Curiosamente, SÓ alguns centros de Emprego DÃO formação na área para quem esteja desempregado.

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  27. Curiosamente's avatar
    Curiosamente permalink
    21 Julho, 2008 00:21

    ” Em vez de impostos baixos para todos e regras básicas e simples para não alimentar uma burocracia galopante, prefere mais regras especiais para alimentar a burocracia e mais uns milhares de empregos de “paper movers” que vão definir quem tem direito a què. Que claro implica outros “paper movers” ”

    Olhe que não é por aí. Nem existem mais os “papers movers”, pois curiosamente, hoje em dia é tudo computurizado.
    A burocracia não é galopante. As exigências é que são galopantes, o que curiosamente, é diferente.
    Daí, um incentivo a quem queira formar novas empresas, ser necessário.

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  28. Helder's avatar
    21 Julho, 2008 00:26

    Tina,

    nos primeiros anos o IRC não é o problema, só paga se tiver lucros e o investimento e/ou prejuízo inicial acumulado é dedutível até ultrapassado pelo lucro tributável. O lucklucky tem toda a razão, o que se pede ao estado não é que apoie, subsidie ou ajude, é que saia da frente. Quanto mais situações especiais existirem mais layers de burocracia, mais estado, mais entraves, mais custos…a coisa já é kafkiana é melhor não tentar complicá-la.

    Luis Moreira,

    o que você está a pensar e no que teve que apoiar o seu filho deve ser outra coisa: adiantamentos de impostos (não serão inconstitucionais’) como o PEC e o IVA, impostos disfarçados de taxas, dupla e tripla tributação e coisas semelhantes. Além do inferno burocrático, I presume. Lá está.

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  29. Helder's avatar
    21 Julho, 2008 00:31

    Curiosamente, SÓ alguns centros de Emprego DÃO formação na área para quem esteja desempregado.

    Como se o empreendorismo fosse uma questão de formação…

    “A burocracia não é galopante.”

    Não para a criação da empresa, mas não é a essa que o lucklucky se refere, é à que vem a seguir.

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  30. Curiosamente's avatar
    Curiosamente permalink
    21 Julho, 2008 01:39

    “Curiosamente, SÓ alguns centros de Emprego DÃO formação na área para quem esteja desempregado.”

    Helder Diz: “Como se o empreendorismo fosse uma questão de formação…”

    Já alguém respondeu a isso. Geralmente é por geração espontanea e por gente inculta.

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  31. Ruben's avatar
    Ruben permalink
    21 Julho, 2008 01:51

    .
    Ninguém investe poupanças, dinheiro pessoal, capacidade empreendedora ou esforço individual num País que não é lucrativo, não seduz com uma legislação economico-fiscal simplificada nem tem sequer um Banco de Capital de Alto Risco (aqui sim o apoio do Estado seria util) para apoiar a criação de Empresas e as já existentes quasi todas na rota da falência ou do encerramento.
    .
    Não é preciso qualquer subsidio-dependência do Empreendedorismo.
    .
    Apenas estruturar Portugal para se transformar num tecido económico altamente lucrativo o que por si só minimiza os altos riscos actuais de empreender. E atrairá quem sonha criar empresas para avançar sem medo de se meter no “grande par de botas” que é hoje ser Empresário ou Empreendedor em Portugal.
    .
    Todos fogem “como o diabo da cruz” de se meter na aventura que é hoje uma Empresa em Portugal.
    .
    Optam pela retórica que visa apenas popularizar o sossego, tranquilidade, o não correr riscos e a segurança de ser Empregado, de preferência do Estado.
    .
    O resto são balelas ou medidas educativas etc que se aplicadas hoje, e milagrosamente infaliveis, só resultariam completos daqui a uns 10/15 anos.
    .
    E o problema de Portugal não é JÁ, é ONTEM. Tem de se TRAVAR esta espiral incontrolada de empobrecimento contínuo transformando-a em enriquecimento contínuo. E é perfeitamente possivel.
    .
    Além disso como não há condições nacionais para aumentar o poder de compra dos salários, sem destruir mais o tecido economico e o Emprego, empobrecendo mais o País, resta apenas coragem politica para REFORMAR toda a politica fiscal, procedimentos simples e baixa geral de impostos tributando apenas o Consumo, para ficar na carteira de Empregados e Empregadores mais dinheiro VIVO no fim de cada mês. Sem Consumo não há crescimento económico, sem preços competitivos proactivos com a Crise no mercados internacionais. E só há nesta fase nacional uma unica solução, a forte baixa de Impostos e a reforma para a sua tributação apenas no Consumo.
    .
    Tudo resto tem sido politicamente tentado em Portugal nos ultinos anos apenas com resultados de cada vez mais empobrecimento geral desde que começou o PODEROSO REAJUSTAMENTO PLANETÁRIO anunciado há já alguns anos, previsto agravar-se ainda mais, e durando uns 7/8 anos.
    .
    Neste REAJUSTAMENTO PLANETÁRIO em curso os Países fortemente proactivos, que se mexam, enriquecerão com a crise; os adormecidos ou embasbacados ou à espera não sabem bem de quê, vão empobrecer fortemente na pior situação mundial desde a II Guerra.
    .
    É preciso a POLITICA NCIONAL não continuar a baixar os braços ou andar deprimidos. O resto, a reacção e o entusiasmo dos Cidadãos, virá por arrasto.

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  32. Desconhecida's avatar
    Matemático permalink
    21 Julho, 2008 09:37

    Excelente post JM.

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  33. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    21 Julho, 2008 17:46

    Manuela Ferreira Leite foi clara, dar a cana, mas eles que aprendam a pescar.
    Ora isto è a antitese do comportamento do portugues:
    Ser funcionario do estado, objectivo, primeiro, ñão se trabalaha muito r vamos passando na sombra (funcionarios publicos, professores, juizes , e outras profissões em que está certo ao fim do mês e segurança especial, ao contrario do individuo vulgar.
    MFL, dis à juventude que aprenda a pescar, pelo seu pulso e não estar à espera de subsidios, para tudo e para todos.
    O chamado securitismo socialista…….perceberam? a senhora fia fino, por isso trm mrdo dela!Mas o que ganhatam com o Socrates, façam as contas…………..

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  34. Desconhecida's avatar
    Português Velho permalink
    22 Julho, 2008 09:06

    Se Manuela Ferreira Leite está a posicionar o PSD à esquerda do PS só está a fazer bem. Se houve momento, nos últimos 25 anos, em que uma política Social e Democrática fez algum sentido, é agora.
    O PS é hoje em dia um Partido de Direita Liberal Populista, que fecha maternidades por não ter dinheiro o orçamento, enquanto liberaliza o ABORTO e permite a adopção de crianças por casais Homossexuais (está quase!).
    O PSD só pode ser a alternativa de Esquerda Social Cristã. O Partido deve reencontrar-se com a linha dos seus fundadores: deve estar ao lado dos que mais precisam e deve garantir a igualdade de oportunidades a todos os portugueses.

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  35. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    22 Julho, 2008 18:56

    Algumas coisas:
    Impostos sobre empresas são impostos sobre os cidadãos.
    Tirando as exportações na prática são impostos pagos pelos consumidores. As empresas reflectem os impostos pagos no preço dos produtos. Por isso quem paga somos nós.

    Todos os programas, programinhas e programões custam milhões em custos directos, ordenados e pensões aos contribuintes.

    Luís Moreira se o mercado de trabalho fosse fácil o seu filho talvez pudesse ter trabalhado em part-time ou temporáriamente sem entrar em inúmeras burocracias podia ter aprendido mais de negócios e gestão e teria arranjado algum capital e contactos.

    O grande drama em Portugal nem sequer é criar empresas é elas crescerem. Não crescem porque quando se começa a fazer contas a integrar um trabalhador e quanto custa e se as coisas correm mal pode significar o fim da empresa.

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