O Sr. Dominique Strauss Khan não é Director Geral do FMI, e não era Ministro das Finanças de um Governo socialista que implementou a medida? O que dirá o S. Dominique às 65 horas semanais da UE, actualmente?
Uma pena que as leis (nessa coisa do trabalho e tudo o que se refira à economia) sejam estáticas e não contemplem os já sabidos e estudados ciclos da economia.
Qualquer dona de casa sabe que tem de mudar de rotinas quando o dinheiro escasseia.
O que mede o desempenho de um pais? é o pib?( não sei mesmo), mas se for o pib , um leque de leis aplicado conforme sobe ou desce , não era má ideia.
Há alguns anos, em Genève, encontrei num supermercado um cartaz, de razoáveis dimensões, com os seguintes dizeres:
«Assine o abaixo-assinado a favor do AUMENTO do horário de trabalho». O espantoso é que era da autoria da Comissão de Trabalhadores!
Pensei que aquela gente não devia saber o que fazer com o tempo livre que, porventura, conquistara ao longo de anos de luta sindical.
Mas houve quem me desse uma explicação com alguma lógica:
«Da mesma forma que um comerciante procura aumentar as receitas vendendo maior quantidade do seu produto, nós fazemos o mesmo com as horas de trabalho, que é a única coisa que temos para vender».
Ainda me interroguei porque é que não tentavam, antes, ‘aumentar o preço’ de venda, mas cada um lá sabe de si.
.
Claro, claro, o que é bom é não haver regras. O JM por acaso não consegue pensar que as duas partes do contrato de trabalho não estão em posição de igualdade ?
Um destes dias tive de ir à secretaria da Escola Superior de Belas no Porto solicitar um documento,
Bem passei às 9.45 e só abria as 10…
Voltei às 12,20 e tinha fechado ao meio dia
Aproveitei fui dar uma volta na baixa, almoçar e volto às 14.15 mas só abria às 14.30..
Esperei tratei do assunto e fiquei a saber que pelos vistos fecha às 16…
Para tratar do assunto, um pedido de certificado de fim de curso, estiveram duas funcionárias de longa data, uma a tentar fazer o pedido no computador e a outra a explicar-lhe como se trabalhava com o computador.
Esta gente não tem a noção do mundo em que vive, praticam esse tipo de horários no atendimento ao publico, com um nivel de eficiência jurássico, depois vão ao hipermercado ao domingo comprar artefactos feitos na China por gente que trabalha por quase nada, quase todo o dia e praticamente todos os dias do ano
outro pormenor interessante a China é um pais governado por um partido irmão do partido que por cá está sempre do lado das reclamações dos funcionários públicos
««Claro, claro, o que é bom é não haver regras. O JM por acaso não consegue pensar que as duas partes do contrato de trabalho não estão em posição de igualdade ?»»
Já expliquei várias vezes que não há regra nenhuma que altere a relação de desigualdade entre as parte. Será que preciso de explicar ao Pedro Sá que se o Estado fixa um horário de 35 horas, o trabalhador vai passar a ganhar menos ou, o mais provável, terá muito maior probabilidade de ir para o desemprego? O que é que o trabalhador ganha com isso? Nada. Fica igual ou pior.
parece que o Obama tb vai convencer os chineses a implementar as 35 horas , tal como acabar com as armas nucleares no mundo … estou para ver o próximo Daily Show
Também não sei do que se queixam…
Não é nesse grande expoente do socialismo mundial tal sol do antigamente que além das 35 horas, tem mais dias de férias, amis direito á greve, salarios altissimos?
Então? é só uma questao de copiar os bons exemplos oras.
hoje em dia não se pode trabalhar 35 horas porque na china não se trabalha, não se pode ganhar tanto porque na china não se ganha, tem de produzir mais porque na china produz-se, não pode haver sindicatos nem greves porque na china não há, não se pode refilar tanto porque na china não se refila.
Com tanta osmose chinesa isto deixa-nos a pensar que raio de país ideal estes tipos terão na cabeça.
O Miranda vive num mundo que não é este.
Explique-me lá como é que uma semana de 35 horas vai mandar alguém para o desemprego? Pelo menos um link para uma teoriazinha qualquer.
E será que se fossemos todos obrigados a fazer semanas de 80 horas isso ia gerar ainda mais emprego?
Mas no fundo, no fundo a pergunta é: porque é que alimentamos todos este troll que é o JoaoMiranda?
Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?
««Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?»»
O senso comum aplicado à economia dá sempre asneira. Outra coisa que dá asneira é não perceber que os efeitos aumentar e diminuir o horário de trabalho não são simétricos.
O que o Miranda quer dizer é a treta do costume: mais horas de trabalho implica maiores lucros para a empresa que serão depois investidos criando mais postos de trabalho precário, mal-pago e abusivo que irá gerar ainda mais lucros que serão depois investidos, blá-blá-blá.
As boas notícias é que o JoaoMiranda passará a ter muito menos tempo para arrotar as postas do costumes. E o resto de nós não terá mais que desmascarar este impostor que torna actuais expressões como: “lacaio do capital”.
Um trabalhador recebe um salário X por uma semana de trabalho de 40h. Por lei, o seu empregadoor é obrigado a baixar o seu horário de trabalho para as 35h. No entanto, a sua remuneração não baixa para 35/40 de X (tal lei seria impossível de aprovar…). isto significa que o custo do trabalho é artificialmente aumentado pela lei, o que pode tornar mais difícil a viabilização económica da empresa, diminui os seus lucros, e logo a sua capacidade de investir dinheiro na sua modernização. Quando a empresa abre falência, o investidor é considerado pela “população” como um explorador que atirou gente para o desemprego…
Mas o pessoal parece esquecer que 4 de cada 5 habitantes do globo terrestre são chineses. Será interessante ver como vai ser “democratizado” o mercado do trabalho com mais alguns anos de “globalização”.
A lei das 35 horas tem como principal efeito a redução da produtividade e da procura agregada. A redução da procura agregada inviabiliza qualquer aumento do emprego e torna inviável a teoria de “partilha de emprego”. O produto diminui, os salários estagnam e é muito provável que o emprego aumente. Em França a experiência teve péssimos resultados.
“ou acaba a globalização ou tenderemos a alinhar pelo menor denominador comum (china vietnam etc etc)”
Espantoso como é que ainda há umas almas iluminadas que vêem a globalização como um processo que resulta da iniciativa de uns poucos malvados resolveram impôr sobre a pobre humanidade, que até então em alegria coberta pelo arco-iris do Estado Social, em plena harmonia no gozo da sua semana de 35 horas e de uma lista infindável de direitos adquiridos (só direitos, que as responsabilidades ficam com o pai Estado).
A globalização iniciou-se com a própria humanidade, e nós portugueses até damos uma grande contribuição para a expandir com a aventura dos descobrimentos. De resto, recentemente a única coisa que mudou foi que o processo de globalização se acelerou muitíssimo na esteira de progressos técnologicos assinaláveis nos transportes e comunicações. Mais, a globalização é um enorme sucesso porque o mundo, todos nós cidadãos do globo, contribuimos activamente para isso, viajando, comunicando e consumindo bens, mercadorias e serviços produzidos um pouco por todo o mundo
O João Miranda é cada vez mais uma besta.
Pronto, está dito.
Mas não se preocupe que se tiver sucesso na minha trajectória para o poder, irei instalar a semana de 100 horas especificamente para este senhor limpar os passeios à minha frente enquanto caminho.
Vai é ganhar o mesmo que já ganhava a fazer exactamente a mesma coisa (é, não é? Limpar o trajecto dos que vêm atrás).
Acho acima de tudo engraçado como o lacaio é mais dedicado à causa do que sua senhoria.
não tenho nada contra a globalização nem acho que possa “acabar”
agora nunca poderemos competir a trabalhar 35 horas semanais, se na função publica se pode disfarçar à custa dos nossos impostos, no sector privado os resultados começam a fazer-se notar
com a ajuda da tecnologia, da gestão e do marketing poderemos evitar a ter de trabalhar tantas horas como um chines, mas mais de 35 serão de certeza
gostava que me explicassem a relação entre muitas horas de trabalho, igual a muita produtividade, igual a muita qualidade no trabalho. estou a ver os pilotos dos aviões a não largarem o mesmo avião até ao fim dos seus dias. vai ser bonito……..;-)
Os que querem trabalhar assim podem ir para a China.
Eles agradecem mais mão-de-obra.
Não me importo nada de ficar aqui só com os preguiçosos não produtivos e não competitivos como eu. Não me importo mesmo nada de me assumir como habitante do terceiro mundo. Aliás, prefiro roubar para comer do que comer à conta da pseudo-bondade do colonizador.
Resta saber se a malta (isto é, todos os europeus) vai aceitar ser encavada passivamente enquanto continua a ver os amigos do poder em grandes almoçaradas pagas por nós…
A finança deve achar que revoluções são coisa do passado…
” Segundo o projecto de “renovação da democracia social” agora aprovado e contestado pelos partidos da esquerda, as empresas podem ultrapassar o limite das 35 horas de trabalho semanal sem terem de pagar horas extraordinárias “
Curiosamente a própria noticia releva incongruências incontornáveis.
Vejamos um parágrafo mais à frente :
“Os defensores da nova lei, por seu turno, consideram que a lei dá “a possibilidade de os assalariados trabalharem mais para ganharem mais”.
Como é que os trabalhadores ganham mais, se não lhes pagam as horas extraordinárias ?
Logo, vão trabalhar mais, por menos dinheiro.
««Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?»»
JoaoMiranda Diz: “O senso comum aplicado à economia dá sempre asneira.”
Agora JMiranda está numa de chamar à lógica senso comum, e qual stalinista, ser contra o povo (senso comum).
Mas, vamos partir do princio que JMiranda talvez tenha razão, e vamos a ver que explicação dá ele para dizer que o senso comum está errado, e ele está certo
” Outra coisa que dá asneira é não perceber que os efeitos aumentar e diminuir o horário de trabalho não são simétricos. ”
Ou seja, não explicou.
Ele diz que o senso comum aplicado a economia dá asneira, e que ele tem razão (mais os neo-liberais), porque sim.
Depois começa a falar de geometria, que como se sabe, tem tudo a ver com senso comum. E economia, ehe.
“efeitos”, simetrias, etc, passamos para a gemoetria, quem sabe, arquitectura.
JM a lutar contra essas leis parvas que impedem os países pobres como a França e o Reino Unido de enriquecerem como os países ricos que têm práticas liberais, como Portugal.
Há tempos apareceu um artigo interessante na SciAm, intitulado “The Economist Has No Clothes”.
Alguns parecem esquecer-se que a economia e o funcionamento dos mercados são fenómenos que podem ser profundamente irracionais, dado que se baseiam em interacções efectuadas entre seres humanos, que têm uma tendência para ser desequilibradas. Se juntar a isso a ganância desmesurada que tem grassado desde sempre, verá que o senso comum afinal pode ser um bom guia.
Ferro 12
A resposta ao ideal que estes tipos terão na cabeça é simples e concreta.
O ideal seria a CHINA ela mesmo.
E não precisa de ser por osmose que isso são complicações fisico/quimicas.
Mas também lhe digo…com tanto elogio durante décadas a um sistema tão perfeito como o citado, não me admiro que até os mais recalcitrantes tenham aderido a ele e por isso tenha passado a ser o ideal.
Tal como em Portugal, o governo incapaz de atribuir vencimentos e regalias que faltavam, ainda, a alguns sectores da população, optou por reduzir, congelando, os vencimentos e retirando as regalias a quem há muito dispunha delas.
O que se espera de qualquer governo, é que consiga pôr os necessitados remediados, em vez do que, é mais fácil, tornar os remediados necessitados.
O mesmo se passa com os horários de trabalho e outros direitos humanos. Já que ninguem pensa impôr na China os horários dos européus, então dão-se aos européus os horários que praticam os trabalhadores chineses.
Grandes governos!
A grande vantagem é que quando isto der para o torto (ver história do século XX) serão os animais teóricos de práticas laborais que lhes são alheias a venderem o alma e o corpo para copular com a nova ordem, também essa fruto da mesma árvore que a ordem velha.
Começa a fazer sentido dizer: “Miranda, vai trabalhar”.
O 35 deve estar á espera de mais uma mortandade tipo Tienamen.
Enquanto que o 34 tem a logica ao contrario, pois pelo que eu saiba lá é que os direitos humanos e outros direitos dos povos é que sempre foram respeitados.
Aqui o capitalismo desenfreado é que quer essas coisas de direitos, ferias pagas e extensas, horaios de 35. Isso é so exploraçao.
“Portantes” seguindo os bons exemplos dos governos dos povos, a verdadeira revolução é imitá-los…a esses grandes expoentes da liberdade e da economia dos direitos.
Assim como assim tentem verificar qual é o rácio entre os mais ricos e mais pobres neste horrivel capitalismo e depois procurem o mesmo rácio lá.
Será que é aproximadamente uns 300% mais.??
Nada de Tienamen. O que eu quero é mesmo um regicídio à boa maneira Portuguesa mas já um pouco esquecido. E o termo está correto – é pena é que seja uma monarquia de palermas e não de descendentes.
O Sr. Dominique Strauss Khan não é Director Geral do FMI, e não era Ministro das Finanças de um Governo socialista que implementou a medida? O que dirá o S. Dominique às 65 horas semanais da UE, actualmente?
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Uma pena que as leis (nessa coisa do trabalho e tudo o que se refira à economia) sejam estáticas e não contemplem os já sabidos e estudados ciclos da economia.
Qualquer dona de casa sabe que tem de mudar de rotinas quando o dinheiro escasseia.
O que mede o desempenho de um pais? é o pib?( não sei mesmo), mas se for o pib , um leque de leis aplicado conforme sobe ou desce , não era má ideia.
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e nos países civilizados(escandinávia- os tais da fleigurança)? também já acabou a semana de 35 horas?
não, claro que não!….
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O paraíso de Miranda, desde que sejam os outros na linha de montagem, claro.
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Há alguns anos, em Genève, encontrei num supermercado um cartaz, de razoáveis dimensões, com os seguintes dizeres:
«Assine o abaixo-assinado a favor do AUMENTO do horário de trabalho». O espantoso é que era da autoria da Comissão de Trabalhadores!
Pensei que aquela gente não devia saber o que fazer com o tempo livre que, porventura, conquistara ao longo de anos de luta sindical.
Mas houve quem me desse uma explicação com alguma lógica:
«Da mesma forma que um comerciante procura aumentar as receitas vendendo maior quantidade do seu produto, nós fazemos o mesmo com as horas de trabalho, que é a única coisa que temos para vender».
Ainda me interroguei porque é que não tentavam, antes, ‘aumentar o preço’ de venda, mas cada um lá sabe de si.
.
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Claro, claro, o que é bom é não haver regras. O JM por acaso não consegue pensar que as duas partes do contrato de trabalho não estão em posição de igualdade ?
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Um destes dias tive de ir à secretaria da Escola Superior de Belas no Porto solicitar um documento,
Bem passei às 9.45 e só abria as 10…
Voltei às 12,20 e tinha fechado ao meio dia
Aproveitei fui dar uma volta na baixa, almoçar e volto às 14.15 mas só abria às 14.30..
Esperei tratei do assunto e fiquei a saber que pelos vistos fecha às 16…
Para tratar do assunto, um pedido de certificado de fim de curso, estiveram duas funcionárias de longa data, uma a tentar fazer o pedido no computador e a outra a explicar-lhe como se trabalhava com o computador.
Esta gente não tem a noção do mundo em que vive, praticam esse tipo de horários no atendimento ao publico, com um nivel de eficiência jurássico, depois vão ao hipermercado ao domingo comprar artefactos feitos na China por gente que trabalha por quase nada, quase todo o dia e praticamente todos os dias do ano
outro pormenor interessante a China é um pais governado por um partido irmão do partido que por cá está sempre do lado das reclamações dos funcionários públicos
até quando vai ser possivel?
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««Claro, claro, o que é bom é não haver regras. O JM por acaso não consegue pensar que as duas partes do contrato de trabalho não estão em posição de igualdade ?»»
Já expliquei várias vezes que não há regra nenhuma que altere a relação de desigualdade entre as parte. Será que preciso de explicar ao Pedro Sá que se o Estado fixa um horário de 35 horas, o trabalhador vai passar a ganhar menos ou, o mais provável, terá muito maior probabilidade de ir para o desemprego? O que é que o trabalhador ganha com isso? Nada. Fica igual ou pior.
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Medida para aplicar na China brevemente.
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just a joke …
parece que o Obama tb vai convencer os chineses a implementar as 35 horas , tal como acabar com as armas nucleares no mundo … estou para ver o próximo Daily Show
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Também não sei do que se queixam…
Não é nesse grande expoente do socialismo mundial tal sol do antigamente que além das 35 horas, tem mais dias de férias, amis direito á greve, salarios altissimos?
Então? é só uma questao de copiar os bons exemplos oras.
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hoje em dia não se pode trabalhar 35 horas porque na china não se trabalha, não se pode ganhar tanto porque na china não se ganha, tem de produzir mais porque na china produz-se, não pode haver sindicatos nem greves porque na china não há, não se pode refilar tanto porque na china não se refila.
Com tanta osmose chinesa isto deixa-nos a pensar que raio de país ideal estes tipos terão na cabeça.
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O Miranda vive num mundo que não é este.
Explique-me lá como é que uma semana de 35 horas vai mandar alguém para o desemprego? Pelo menos um link para uma teoriazinha qualquer.
E será que se fossemos todos obrigados a fazer semanas de 80 horas isso ia gerar ainda mais emprego?
Mas no fundo, no fundo a pergunta é: porque é que alimentamos todos este troll que é o JoaoMiranda?
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Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?
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««Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?»»
O senso comum aplicado à economia dá sempre asneira. Outra coisa que dá asneira é não perceber que os efeitos aumentar e diminuir o horário de trabalho não são simétricos.
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O que o Miranda quer dizer é a treta do costume: mais horas de trabalho implica maiores lucros para a empresa que serão depois investidos criando mais postos de trabalho precário, mal-pago e abusivo que irá gerar ainda mais lucros que serão depois investidos, blá-blá-blá.
As boas notícias é que o JoaoMiranda passará a ter muito menos tempo para arrotar as postas do costumes. E o resto de nós não terá mais que desmascarar este impostor que torna actuais expressões como: “lacaio do capital”.
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Um trabalhador recebe um salário X por uma semana de trabalho de 40h. Por lei, o seu empregadoor é obrigado a baixar o seu horário de trabalho para as 35h. No entanto, a sua remuneração não baixa para 35/40 de X (tal lei seria impossível de aprovar…). isto significa que o custo do trabalho é artificialmente aumentado pela lei, o que pode tornar mais difícil a viabilização económica da empresa, diminui os seus lucros, e logo a sua capacidade de investir dinheiro na sua modernização. Quando a empresa abre falência, o investidor é considerado pela “população” como um explorador que atirou gente para o desemprego…
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Mas o pessoal parece esquecer que 4 de cada 5 habitantes do globo terrestre são chineses. Será interessante ver como vai ser “democratizado” o mercado do trabalho com mais alguns anos de “globalização”.
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A lei das 35 horas tem como principal efeito a redução da produtividade e da procura agregada. A redução da procura agregada inviabiliza qualquer aumento do emprego e torna inviável a teoria de “partilha de emprego”. O produto diminui, os salários estagnam e é muito provável que o emprego aumente. Em França a experiência teve péssimos resultados.
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sedo curto e grosso…
ou acaba a globalização ou tenderemos a alinhar pelo menor denominador comum (china vietnam etc etc)
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“ou acaba a globalização ou tenderemos a alinhar pelo menor denominador comum (china vietnam etc etc)”
Espantoso como é que ainda há umas almas iluminadas que vêem a globalização como um processo que resulta da iniciativa de uns poucos malvados resolveram impôr sobre a pobre humanidade, que até então em alegria coberta pelo arco-iris do Estado Social, em plena harmonia no gozo da sua semana de 35 horas e de uma lista infindável de direitos adquiridos (só direitos, que as responsabilidades ficam com o pai Estado).
A globalização iniciou-se com a própria humanidade, e nós portugueses até damos uma grande contribuição para a expandir com a aventura dos descobrimentos. De resto, recentemente a única coisa que mudou foi que o processo de globalização se acelerou muitíssimo na esteira de progressos técnologicos assinaláveis nos transportes e comunicações. Mais, a globalização é um enorme sucesso porque o mundo, todos nós cidadãos do globo, contribuimos activamente para isso, viajando, comunicando e consumindo bens, mercadorias e serviços produzidos um pouco por todo o mundo
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O João Miranda é cada vez mais uma besta.
Pronto, está dito.
Mas não se preocupe que se tiver sucesso na minha trajectória para o poder, irei instalar a semana de 100 horas especificamente para este senhor limpar os passeios à minha frente enquanto caminho.
Vai é ganhar o mesmo que já ganhava a fazer exactamente a mesma coisa (é, não é? Limpar o trajecto dos que vêm atrás).
Acho acima de tudo engraçado como o lacaio é mais dedicado à causa do que sua senhoria.
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não tenho nada contra a globalização nem acho que possa “acabar”
agora nunca poderemos competir a trabalhar 35 horas semanais, se na função publica se pode disfarçar à custa dos nossos impostos, no sector privado os resultados começam a fazer-se notar
com a ajuda da tecnologia, da gestão e do marketing poderemos evitar a ter de trabalhar tantas horas como um chines, mas mais de 35 serão de certeza
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gostava que me explicassem a relação entre muitas horas de trabalho, igual a muita produtividade, igual a muita qualidade no trabalho. estou a ver os pilotos dos aviões a não largarem o mesmo avião até ao fim dos seus dias. vai ser bonito……..;-)
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já agora, rápido e bem, não há quem…………….;-)
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e que tal comprarmos carros chineses, …. são mais baratos…;-)
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Os que querem trabalhar assim podem ir para a China.
Eles agradecem mais mão-de-obra.
Não me importo nada de ficar aqui só com os preguiçosos não produtivos e não competitivos como eu. Não me importo mesmo nada de me assumir como habitante do terceiro mundo. Aliás, prefiro roubar para comer do que comer à conta da pseudo-bondade do colonizador.
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Resta saber se a malta (isto é, todos os europeus) vai aceitar ser encavada passivamente enquanto continua a ver os amigos do poder em grandes almoçaradas pagas por nós…
A finança deve achar que revoluções são coisa do passado…
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” Segundo o projecto de “renovação da democracia social” agora aprovado e contestado pelos partidos da esquerda, as empresas podem ultrapassar o limite das 35 horas de trabalho semanal sem terem de pagar horas extraordinárias “
Curiosamente a própria noticia releva incongruências incontornáveis.
Vejamos um parágrafo mais à frente :
“Os defensores da nova lei, por seu turno, consideram que a lei dá “a possibilidade de os assalariados trabalharem mais para ganharem mais”.
Como é que os trabalhadores ganham mais, se não lhes pagam as horas extraordinárias ?
Logo, vão trabalhar mais, por menos dinheiro.
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««Alguém quererá explicar ao JM que, trabalhando mais horas, são necessários menos empregados, o que tem como consequência o AUMENTO do desemprego e não a sua diminuição?»»
JoaoMiranda Diz: “O senso comum aplicado à economia dá sempre asneira.”
Agora JMiranda está numa de chamar à lógica senso comum, e qual stalinista, ser contra o povo (senso comum).
Mas, vamos partir do princio que JMiranda talvez tenha razão, e vamos a ver que explicação dá ele para dizer que o senso comum está errado, e ele está certo
” Outra coisa que dá asneira é não perceber que os efeitos aumentar e diminuir o horário de trabalho não são simétricos. ”
Ou seja, não explicou.
Ele diz que o senso comum aplicado a economia dá asneira, e que ele tem razão (mais os neo-liberais), porque sim.
Depois começa a falar de geometria, que como se sabe, tem tudo a ver com senso comum. E economia, ehe.
“efeitos”, simetrias, etc, passamos para a gemoetria, quem sabe, arquitectura.
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JM a lutar contra essas leis parvas que impedem os países pobres como a França e o Reino Unido de enriquecerem como os países ricos que têm práticas liberais, como Portugal.
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Há tempos apareceu um artigo interessante na SciAm, intitulado “The Economist Has No Clothes”.
Alguns parecem esquecer-se que a economia e o funcionamento dos mercados são fenómenos que podem ser profundamente irracionais, dado que se baseiam em interacções efectuadas entre seres humanos, que têm uma tendência para ser desequilibradas. Se juntar a isso a ganância desmesurada que tem grassado desde sempre, verá que o senso comum afinal pode ser um bom guia.
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Ferro 12
A resposta ao ideal que estes tipos terão na cabeça é simples e concreta.
O ideal seria a CHINA ela mesmo.
E não precisa de ser por osmose que isso são complicações fisico/quimicas.
Mas também lhe digo…com tanto elogio durante décadas a um sistema tão perfeito como o citado, não me admiro que até os mais recalcitrantes tenham aderido a ele e por isso tenha passado a ser o ideal.
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Tal como em Portugal, o governo incapaz de atribuir vencimentos e regalias que faltavam, ainda, a alguns sectores da população, optou por reduzir, congelando, os vencimentos e retirando as regalias a quem há muito dispunha delas.
O que se espera de qualquer governo, é que consiga pôr os necessitados remediados, em vez do que, é mais fácil, tornar os remediados necessitados.
O mesmo se passa com os horários de trabalho e outros direitos humanos. Já que ninguem pensa impôr na China os horários dos européus, então dão-se aos européus os horários que praticam os trabalhadores chineses.
Grandes governos!
GostarGostar
A grande vantagem é que quando isto der para o torto (ver história do século XX) serão os animais teóricos de práticas laborais que lhes são alheias a venderem o alma e o corpo para copular com a nova ordem, também essa fruto da mesma árvore que a ordem velha.
Começa a fazer sentido dizer: “Miranda, vai trabalhar”.
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O 35 deve estar á espera de mais uma mortandade tipo Tienamen.
Enquanto que o 34 tem a logica ao contrario, pois pelo que eu saiba lá é que os direitos humanos e outros direitos dos povos é que sempre foram respeitados.
Aqui o capitalismo desenfreado é que quer essas coisas de direitos, ferias pagas e extensas, horaios de 35. Isso é so exploraçao.
“Portantes” seguindo os bons exemplos dos governos dos povos, a verdadeira revolução é imitá-los…a esses grandes expoentes da liberdade e da economia dos direitos.
Assim como assim tentem verificar qual é o rácio entre os mais ricos e mais pobres neste horrivel capitalismo e depois procurem o mesmo rácio lá.
Será que é aproximadamente uns 300% mais.??
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E o 36, em que parcela do rácio se encontra?
Nada de Tienamen. O que eu quero é mesmo um regicídio à boa maneira Portuguesa mas já um pouco esquecido. E o termo está correto – é pena é que seja uma monarquia de palermas e não de descendentes.
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