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Direito de matar

8 Agosto, 2008

Quando é que o Estado deve ter poder para mater? Usar snipers em casos de polícia não é o mesmo que matar o inimigo numa batalha, que a legítima defesa ou que um ataque numa acção policial incontrolável. No caso dos snipers, a decisão de disparar é pensada. A violência, ou pelo menos o nível extremo de violência, é iniciada pelo Estado. A decisão é tomada com base em critérios subjectivos (facto reconhecido por quem defende a acção de ontem como correcta) pelo poder executivo directamente envolvido na acção. Não existe um juiz com obrigação de ser imparcial a decidir.

A situação ainda é mais delicada que a da pena de morte. Na pena de morte, a decisão é tomada por um juiz após um longo processo judicial em que o acusado tem direito de defesa. No caso dos snipers, a decisão é tomada no terreno em reacção ao desenrolar dos acontecimentos. Existe uma grande probabilidade de se cometerem erros de avaliação, de se atingirem inocentes ou de a função para que foram constituídas as forças policiais ser subvertida. Existem por isso boas razões para que o uso de snipers no mínimo seja escrutinada por autoridades independentes. A principal função desse escrutínio é dissuadir os usos inadequados deste instrumento policial.

Mas esta até é uma posição moderada. Existem boas razões para se colocar em causa o poder do ramo executivo do Estado para tirar a vida através da iniciação de um nível mais elevado de violência que aquele que foi utilizado pelos alvos. A natureza do Estado recomenda que o seu poder seja sempre limitado. Devem ser-lhe retiradas as formas mais extremas de poder.

396 comentários leave one →
  1. 8 Agosto, 2008 17:11

    Pronto. Entrámos no “Mito do Eterno Retorno” …

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  2. 8 Agosto, 2008 17:13

    Voce não está bom da cabeça. A sério. É impossível demostrar a quem não está bom da cabeça, o arrazoado de argumentos, a confusão de conceitos e o facto de ignorar o que seja um ESTADO DE DIREITO assente numa CONSTITUIÇÂO democratica e uma Polícia adstrita ao princípio da LEGALIDADE e da JURISCIDADE.A legalidade, legitimidade da intervenção é total. O que defende é que não haja polícia, é isso? Ou pagarei eu uma polícia que depois não possa intervir?!

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  3. 8 Agosto, 2008 17:13

    Comecei a gozar mas sou obrigada a concordar. É um facto que uma ordem destas devia apenas acontecer em situações excepcionais. Não se manda disparar para a cabeça de alguém sem que não haja alternativas.

    Ora aqui nem tiroteio houve.

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  4. 8 Agosto, 2008 17:13

    Como se sentiria o sr. J. Miranda, com o cano de uma arma cravada no pescoço? Se fosse o sr. que ontem vivesse essa situação, hoje estaria a escrever esse comentário?Ou estaria a aplaudir a intervenção da policia?

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  5. 8 Agosto, 2008 17:15

    O João Miranda tem razão nesta regra: “Existem boas razões para se colocar em causa o poder do ramo executivo do Estado para tirar a vida através da iniciação de um nível mais elevado de violência que aquele que foi utilizado pelos alvos.”.

    E ele é válida para tudo.

    Já agora, o Maccnamara até a mencionou a propósito da invasão do Iraque

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  6. 8 Agosto, 2008 17:15

    Devem ser-lhe retiradas as formas mais extremas de poder.
    Que são: salvar cidadãos inocentes que pagam impostos das unhas de assaltantes de bancos?!
    Já leu o públicoonline?

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  7. 8 Agosto, 2008 17:16

    Salvar cidadãos do jugo ameaçador de uma pistola apontada á cabeça durante oito horas?

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  8. 8 Agosto, 2008 17:17

    É a regra da proporcionalidade. Ora, para se imobilizar alguém- a finalidade era apenas essa- imobilizar assaltantes, ninguém pode, com lucidez, afirmar que a única maneira possível é dando-lhe um tiro nos cornos.

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  9. 8 Agosto, 2008 17:17

    Pronto: está decidido a Polícia não pode atirar. Nunca. O joão retira-lhe esse puder. E fica ele entregue a quem? Sob que tipo de forma de controle?

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  10. chato permalink
    8 Agosto, 2008 17:18

    Eu sei que é chato mas dou razão ao José Rosário: se fosse o autor do post a estar com o cano da pistola no pescoço o que ele pediria mais era que a polícia agisse e depressa e bem depressa e que alguém desse ordem a um snipper para disparar.
    O problema da legalidade ou não do acto em si eu não sei discutir mas quando falamos da generalidade é muito diferente quando o caso se passa connosco.
    Pois, é chato eu sei mas é assim.

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  11. 8 Agosto, 2008 17:19

    Não há volta a dar quanto a isto.

    Eles não dispararam, não chegaram a roubar nada e apenas era necessário evitar qualquer retaliação nos sequestrados.

    Para se fazer isto ninguém pode afirmar, sem ser maluco, que em pleno século XXI só existe uma maneira- dar um tiro nos cornos, bem dado.

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  12. 8 Agosto, 2008 17:19

    Comecei a gozar mas sou obrigada a concordar. É um facto que uma ordem destas devia apenas acontecer em situações excepcionais. Não se manda disparar para a cabeça de alguém sem que não haja alternativas

    Mas é possível determinar a fronteira do EXCEPCIONAL? Não foi esta uma situação excpcional?
    perguntem áso reféns e ás famílias e depois digam-me

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  13. JFS permalink
    8 Agosto, 2008 17:19

    João: Acaso era amigo dos asaltantes e planeou o assalto com eles? Começa a parecer que sim…

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  14. JFS permalink
    8 Agosto, 2008 17:20

    * dos assaltantes,(obviamente)

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  15. 8 Agosto, 2008 17:20

    Ou a cerimónia da abertura dos JO lhe deu a volta à cabeça, ou bebeu demais ao almoço ou a sua coluna nop DN anda a ser ameaçada por falta eleito e resolveu escrever todas estas parvoices pra mostrar que tem audiência. A verdade é que não diz coisa com coisa!

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  16. 8 Agosto, 2008 17:21

    Dá-se um tiro nos cornos a quem está a disparar sobre pessoas. Ora estes não fizeram nada que provasse que a única maneira de os imobilizar era fazer precisamente o que se temia.

    Caso um dos tiros falhasse, qualquer um dos assaltantes podia perfeitamente entrar em pânico e, aí sim, disparar sobre os reféns.

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  17. 8 Agosto, 2008 17:21

    Não é ISTO uma situação EXCEPCIONAL. Que deve gerar soluções EXCEPCIONAIS?
    Então o que é?

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  18. 8 Agosto, 2008 17:22

    Zazie: leia, por favor, o link da notícia do Público.

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  19. 8 Agosto, 2008 17:23

    Leiam ou vejam algures o comunicado da PSP, e reflictam.
    Não digam disparates.

    Os sequestradores, sempre que interpelados pelos negociadores, responderam que abateriam os reféns.
    A partir daqui, e do momento em que surgiram no exterior com as armas coladas à nuca e ao pescoço dos sequestrados, o que é que os Mirandas queriam que o comando da PSP decidisse ?

    Não há pachorra para tanto disparate.
    Nem vale a pena dar trela…

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  20. Carlos III permalink
    8 Agosto, 2008 17:24

    Ou muito me engano ou segundo as regras do GOE eles só podem agir como agiram com autorização expressa do Sr. PM. Não acredito,neste caso, que a decisão fosse tomada a nível interno do GOE.

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  21. 8 Agosto, 2008 17:28

    zazie

    É costume neste politicamente correcto os polícias serem atingidos e os criminosos levados a tribunal no dia seguinte para ficarem com termo de identidade e residência. Como a polícia não atira para matar mas sim para neutraliza algo não correu bem desta vez. Depois avaliando o equipamento levado para o assalto, os criminosos não eram assim tão inexperientes.

    Curiosamente a conversa versa sempre sobre os criminosos. Sobre os reféns nem uma palavra. Até parece que são cidadãos de segunda…

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  22. 8 Agosto, 2008 17:28

    Começo a pensar que os assaltantes não eram só dois!

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  23. 8 Agosto, 2008 17:29

    zazie

    Qual é a utilidade de um refém morto para um sequestrador?

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  24. Mialgia de Esforço permalink
    8 Agosto, 2008 17:31

    O João Miranda quando quer, e quer muitas vezes, é mesmo chato. Dava um bom negociador da Polícia. Ontem, tinha moído o juízo aos assaltantes com a conversa e estes tinham-se rendido ao fim de meia hora.

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  25. 8 Agosto, 2008 17:34

    Voce, quando se mete pela filosofia, perde tudo…
    A democracia e limitada, isso e certo, mas naquelo momento, tenho a certeza que mais de 70% dos portuguese estavam a espera que a policia tivesse disparado a matar (e desses, 90% acha que deviam ter sido abatidos os dois).
    A democracia deve estabelecer seguranca, e quando esta nao existe mais vale morrer um ladrao as maos de um sniper que um comerciante as maos de um ladrao.
    Em relacao ao post em si, nao sustenta nenhum argumento.

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  26. 8 Agosto, 2008 17:35

    Concordo com absolutamente tudo. Perturba-me saber que a polícia se auto-elogia desta forma, quando o resultado está longe de ter sido o ideal. Uma morte não deve ser nunca motivo de celebração – a polícia tem a obrigação moral de ser reger por valores mais elevados.
    Acredito que talvez não houvesse outra solução para este caso, mas o desfecho está longe de ter sido o ideal. Preocupa-me saber que a polícia considera esta uma operação de excelência – isso significa que não vai lutar por melhorar o seu desempenho no futuro.
    Como sempre em Portugal, os nossos padrões de exigência são mínimos. Enquanto dos males conseguimos o menor, estamos todos satisfeitos.

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  27. 8 Agosto, 2008 17:35

    A questão não é essa, Assur. V. reage assim por corporativismo e eu reajo por racionalidade.

    A questão prática- para imobilizar alguém não é preciso dar-lhe um tiro nos cornos. Quem afirmar isto esta´a fazer demagogia e apenas a querer justificar uma retaliação por outras palavras.

    A questão é técnica e é política- técnica porque existem meios de imobilizar até animais, sem precisar de os matar- logo pode-se fazer o mesmo em seres humanos.

    Política porque agora alivia-se tudo à conta do racismo entupido. E esse racismo dos frouxos é que eu temo.

    Eu sei que os cobardes e os que vivem do avesso são sempre os mais perigosos em situações fracas- quando podem armar-se em heróis, sem arriscar nada.

    E por cá é para isto que caminhamos- o 8 ou o 80- Porta aberta, “passaporte lusófono” para clandestinos, problemas que não conhecíamos, tudo a viver de falinhas mansas, e na volta, basta uma pequena oportunidade que até temos homocídio em directo pela tv para tranquilizar as massas.

    Tranquilizar de quê? que vamos ter sempre um sniper operacional a proteger cada português?

    Vão dar banho ao cão. Isto é conversa fiada e da cobardolas.

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  28. bruno permalink
    8 Agosto, 2008 17:37

    este blog está muito informativo. agora descobri que os gajos afinal não fizeram nada. foram barbaramente executados enquanto simulavam um crédito pessoal…

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  29. 8 Agosto, 2008 17:37

    Será que a nossa polícia não poderia ter utilizado balas paralisantes ou pistolas electromagnéticas para resolver o problema?

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  30. 8 Agosto, 2008 17:39

    Uma mão lava a outra. E eu temo tanto um homicida sniper como um bando de pretos da linha de Sintra.

    Só que nuns não se toca porque é feio. Devemos deixar entrar tudo, até atolar tudo na trampa e depois basta esperar por assalto mediático (que não seja aos simples bens de um cidadão) para termos agit prop a lavar a irresponsabilidade.

    E a esquerdalhada vai atrás. Porque essa anda entupidinha e com mais racismo atravessado que até mete dó.

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  31. 8 Agosto, 2008 17:41

    Exacto, Lérias. Não pode. Essas só se usam para imobilizar animais de grande porte. Para ladrões atira-se a matar. È a forca à Texas por outras palavras.

    É entrar senhorias, é entar, que depois temos GOEs para disparar a matar.

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  32. Miguel permalink
    8 Agosto, 2008 17:42

    “Twilight” Zone por aqui………

    O vórtex temporal foi passado….estamos noutra dimensão….

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  33. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 17:42

    para a policia o crime compensa

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  34. 8 Agosto, 2008 17:42

    errata: entrar

    E sim, é bom que se saiba que são imigrantes clandestinos. Há que fazer retratos e precaver antes de atirar a matar.

    Mas a esquerdalhada prefere um morto sem nome nem nacionalidade ao “racismo” da política de controle de imigração.

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  35. 8 Agosto, 2008 17:45

    Um sniper só abate segundo ordem superior e em caso absolutamente extremo ! Foi o caso de ontem.

    “Pretos” na linha de Sintra abatem porque são assassinos. E possíveis assassinos eram os sequestradores de ontem.

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  36. 8 Agosto, 2008 17:47

    Quando é que o Estado deve ter poder para matar?

    Num caso como o de ontem, Uso legitimo da forca ( o teclado nao tem acentos nem cedilhas) diz-lhe alguma coisa? Como e obvio so deois de ultrpassadas todas as hipoteses de uma solucao pacifica. O que parece nao ter sido possivel ontem.

    “Não se manda disparar para a cabeça de alguém sem que não haja alternativas.Ora aqui nem tiroteio houve.” Esta a dizer que o sniper so devia ter disparado depois do sequestrador? Ou seja so depois de um refem morrer devia o sniper disparar?

    “É a regra da proporcionalidade. Ora, para se imobilizar alguém- a finalidade era apenas essa- imobilizar assaltantes, ninguém pode, com lucidez, afirmar que a única maneira possível é dando-lhe um tiro nos cornos.” Nem mais. Se o sequestrador estivesse a fgir a pe e desarmado bastava uma placagem ou um empurrao. Como tinha uma arma na mao, encostada a cabeca de um refem ameacando dar-lhe um tiro nos cornos, bastou…um tiro na cabeca. Bom argumento Zazie.

    “apenas era necessário evitar qualquer retaliação nos sequestrados.” Exacto. Mais ma vez, bom argumento. E como ao fim de oito horas eles davam mostras de nao se render e estavam cada vez mais descontrolados e ameacadores, antes de um refem levar um tiro,,,

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  37. 8 Agosto, 2008 17:48

    Zazie

    Nada disso. A moleza característica do politicamente correcto é que leva a esta violência policial. Tanto se dedicaram a tirar força e respeito às autoridades que agora descamba nisto. E vai piorar.

    Quanto ao homicídio em directo pela tv para tranquilizar as massas não nos serve. A ideia de ir ao banco, ficar oito horas algemado com uma pistola apontada à cabeça e acabar no hospital sujo de sangue e pecados de carne de alguém não nos atraí.

    Agora já nos enoja a política dos filósofos do politicamente correcto cujo expoente máximo é a prisão preventiva em parte-time.

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  38. 8 Agosto, 2008 17:49

    Mas vou morder bem estas reacções da esquerdalhada que agora apoia atirar a matar.

    Ai vou pois. Conheço esta trampa bem. A trampa esquerdalha, sempre cheia de pruridos e pronta a fazer autos inquisitoriais a alguém , apenas por questões de palavras- a “xenofobia, o racismo, por aí fora, é a pior.

    E quando são os deles que estão no poleiro aproveitam estas trampas para se aliviarem do que nem às paredes confessam.

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  39. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 17:49

    Imagens como estas não justificam direito de atirar havendo oportunidade para tal ?
    Vocês são loucos !! Palhaçada ridícula.

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  40. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 17:50

    ««Num caso como o de ontem, Uso legitimo da forca ( o teclado nao tem acentos nem cedilhas) diz-lhe alguma coisa?»»

    Isso está mais que discutido neste post e nos anteriores.

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  41. Said permalink
    8 Agosto, 2008 17:50

    As policias existem para proteger pessoas e bens,
    Aqui fica a pergunta:
    Quem são as pessoas que possuem bens, os ricos ou os pobres?
    Pensem nisso.

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  42. 8 Agosto, 2008 17:51

    A vida é um bem…

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  43. 8 Agosto, 2008 17:52

    Andam todos borrados de medo só por verem as Quintas da Fonte pela tv- que de resto nem em transporte colectivo se metem…

    E basta um assalto a um banco, para se preocuparem muito com “as vítimas”.

    Mas aposto que não é com as vítimas diárias de leis que eles próprios afrouxam para ilibar pecadilhos dos seus.

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  44. 8 Agosto, 2008 17:54

    “porque existem meios de imobilizar até animais” Acontece que os animais nao tem armas na mao. E quando atingidos por um tranquilizante ainda se movimentam antes de cairem. Por isso…

    “Isto é conversa fiada” Ja sabemos. “e de cobardolas.” Com tao bons argumentos ontrarios a sua opiniao nao percbo como se deixou resvalar para a bocalidade,

    “balas paralisantes ou pistolas electromagnéticas ” Ou uma varinha de condao. Qual o alcance das pistolas electromagneticas? Balas paralisantes!!! perodem a ignorancia mas o que e isso?

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  45. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 17:54

    ««Imagens como estas não justificam direito de atirar havendo oportunidade para tal ?»»

    O direito de usar snipers é independente da avaliação de casos concretos. Os casos concretos só podem ser avaliados a posteriori, e neste caso nem isso está a ser feito. A questão colocada no post é de política de fundo. Como é que se evitam os erros? Mesmo que se concorde com o uso de snipers nos casos em que o seu uso é adequado, como é que se evita o seu uso nos outros casos?

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  46. 8 Agosto, 2008 17:56

    Assur:

    Esta trampa é um caso isolado que não faz o retrato da violência real que ameaça os portugueses. E acerca dessa não se fala. Porque essa deriva de irresponsabilidades de política de porta aberta.

    E nela tanto entram os hipócritas racistas encapotados de esquerda- os que dizem que é uma “questão mental” como estes liberalóides progressistas qeu acham que meter aos bolsos em ordenados de escravatura compensa.

    São os 2 lados da mesma moeda- irresponsabilidade do “mercado” do internacionlista do capital e irresponsabilidade do mercado de bandeira de rastos do internacionalismo proletário.

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  47. 8 Agosto, 2008 17:56

    “Mas vou morder bem estas reacções da esquerdalhada que agora apoia atirar a matar”

    O que e que isto tem a ver com direita e esquerda? Nao tera a ver com bom senso? Ou sera visao distorcida de quem quer dizer mal do ministro?

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  48. 8 Agosto, 2008 17:56

    Ontem, não se tratou de gente “esquerdalha” ou “direitista”.

    Ilegais, neste país, mesmo face ao Direito Internacional, eram os tribunais plenários ao tempo de Salazar !!!

    Mas o que é que querim que a polícia e os GOE fizessem ontem ?
    Revejam as imagens finais e deixem-se de exercícios, de conjecturas, de proposições.
    Tivessem passsado pela situação de reféns, e depois de recuperados do trauma, não colocariam estes posts nem comentários…

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  49. XPTO permalink
    8 Agosto, 2008 17:56

    JM,

    «No caso dos snipers, a decisão de disparar é pensada»

    No caso dos raptores, NÃO. E com isto, o assunto fica arrumado.

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  50. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 17:57

    As coisas podiam ter corrido melhor? Óbvio que sim! A polícia pode ter cometido erros, pode ter se precipitado? Pode… mas é preciso decidir! É preciso tê-los bem no sítio para decidir, mesmo sabendo que pode estar a cometer um erro! Mas o problema é que o JM está a mandar postas de pescada, sentado na seu sofá enquanto muda de canal de segundo a segundo. Decidir numa situação tão tensa como a de ontem é de loucos! É preciso proteger os cidadãos de assaltantes de bancos que lhes enfiam uma arma no pescoço. Foi muito mau que tudo tivesse acabado desta forma, podia ter corrido muito melhor. Mas seria muito pior se acabasse de outra. Esta gente leva tão a peito este liberalismo pateta que parecem ridículos!

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  51. 8 Agosto, 2008 17:59

    Este regozijo encaputado por um bom tiro nos cornos de um bandido ilegal diz tudo.

    E estas caixinhas são um bom case study. Já por aqui apareceram comunas dos mais aguerridos a defenderem o bom do balázio.

    Até aquela “piquena” da linha da denúncia para a propaganda xenófoba da extrema-direita, desta vez acha que no pasa nada.

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  52. 8 Agosto, 2008 17:59

    Desculpa lá Zaze mas deixaste-te emlear no excesso de lógica do JM.

    Os fanáticos do Islão são avatares do grande plano multicultural, devem preservar-se. O Tibete à moda do Dalai Lama é um feudo anacrónico, mas pode invadir-se. O manelinho estava a trabalhar e arriscou-se a levar um tiro nos cornos dum ganzado qualquer que veio para cá fazer o que não quis ou não pode na terra dele, e a polícia não devia protegê-lo. Mas o ganzado veio fazer merda e de repente não faltam evangelistas de ocasião que nem sequer conseguem pragmatizar a questão – “era um ou o outro”?

    Porra, que não há vagar.

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  53. 8 Agosto, 2008 17:59

    errata

    “zazie”

    “enlear”

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  54. 8 Agosto, 2008 18:01

    E depois babam-se a invocar o Salazar. Enquanto houver salazar a que recorrer esta esquerdalhada levita.

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  55. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:01

    ««As coisas podiam ter corrido melhor? Óbvio que sim! A polícia pode ter cometido erros, pode ter se precipitado? Pode… mas é preciso decidir! É preciso tê-los bem no sítio para decidir, mesmo sabendo que pode estar a cometer um erro!»»

    Esse não é um bom argumento para conferir a agentes do Estados o poder de vida ou de morte.

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  56. 8 Agosto, 2008 18:02

    “Ora, para se imobilizar alguém- a finalidade era apenas essa- imobilizar assaltantes, ninguém pode, com lucidez, afirmar que a única maneira possível é dando-lhe um tiro nos cornos.”

    Se os criminosos têm um refém à frente como escudo a única área exposta é a cabeça.
    Dar um tiro na perna ou no braço o criminoso continua vivo e pode por isso ferir os reféns.
    Alguém referiu tasers. Isso exige alguma proximidade o que implicava entrar no banco, o que seria ainda mais perigoso.

    “existem meios de imobilizar até animais, sem precisar de os matar”

    Claro, mas se prestar atenção aos programas da natureza que passam na televisão vê que, não só o animal não adormece imediatamente, como fica bastante zangado por ter sido atingido e é necessário acertar numa zona com músculo (mais uma vez voltamos ao problema do escudo humano só deixar a cabeça desprotegida, muitas vezes nem isso).

    Mas nem me vou chatear com isto, vou mas é jogar SWAT 3 onde recebo medalhas por abater sequestradores, e é mais giro ainda acertar-lhes na cabeça (além de poupar munição) 😉

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  57. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:02

    ««Decidir numa situação tão tensa como a de ontem é de loucos!»»

    Esse é precisamente o ponto do post.

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  58. 8 Agosto, 2008 18:02

    Zazie 47

    É isso mesmo. Como dizia o Sargento do “Hill Street” cuidado lá fora.

    É que os brandos costumes morreram na fronteira aberta.

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  59. 8 Agosto, 2008 18:03

    No caso dos snipers, a decisão de disparar é pensada.
    No caso dos snipers, a decisão é tomada no terreno em reacção ao desenrolar dos acontecimentos.

    Decida-se. No caso dos snipers existe uma euipa para avaliar a situacao. Com negociadores, psicologos e um comando. E a prioridade e salvar a vida dos refens.

    “A violência, ou pelo menos o nível extremo de violência, é iniciada pelo Estado” Fazer refens, apontar-lhes uma arma a cabeca e ameacar disparar sera friendly?

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  60. 8 Agosto, 2008 18:03

    Basta-lhes o pergaminho de família- são anti-salazaristas do século XXI- tudo o que vem deles é puro. Tudo tem justificação, excepto a mesma questão num contexto histórico que arrumaram como as trevas. As únicas possíveis e imaginárias.

    São anjinhos de procissão, estas aparicções democacas.

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  61. 8 Agosto, 2008 18:05

    Excelente camarada João Louçã !

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  62. 8 Agosto, 2008 18:05

    JM,

    então não se decidia nada. Esperava-se. Não se fazia absolutamente nada, e agorapergunto eu, que conversa seria a sua se não se tivesse feito nada e um refém tivesse morrido, ou ambos, e depois os assaltantes também? Já era tudo justificado? A bem da ponderação de todos os lados da coisa (um assaltante não é “alguém”, porra!, deixa de o ser quando ameaça inocentes com armas à cabeça) depois íamos todos meditar sobre a melhor forma de evitar estas chatices?

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  63. jofer permalink
    8 Agosto, 2008 18:05

    Se os reféns fossem executados pelos assaltantes, aqui-del-rei que a polícia não teve competência para evitar a morte de inocentes. Como a polícia abateu um bandido, aqui-del-rei que as polícias especiais (snipers) devem ser escrutinadas e só deverão fazer fogo em situações excepcionais. Por acaso este caso não é uma situação excepcional? Ou então haja alguém que explique o que é verdadeiramente uma SITUAÇÃO EXCEPCIONAL.
    Já agora os policias deverão ser avisados se algum dia o JM for sequestrado, os “snipers” não deverão disparar sobre o seu sequestrador mesmo que o JM seja executado…

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  64. 8 Agosto, 2008 18:06

    “Mesmo que se concorde com o uso de snipers nos casos em que o seu uso é adequado, como é que se evita o seu uso nos outros casos?”

    OS snipers nao actuam isoladamente mas debaixo duma hierarquia. E so tem autorizacao para atirar quando estao esgotadas todas as outras alternativas.

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  65. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:07

    Assur:

    “Qual é a utilidade de um refém morto para um sequestrador?”

    Salvar a vida, por exemplo.

    Ou acha que se os sequestradores tivessem morto os reféns, a sangue frio, seriam executados no lugar, como foram?

    São estas contradições que nos remetem para a ponderação de todo o nosso sistema jurídico penal.

    Tem toda a razão – e já lha dei há muito tempo, com comentários de apoio- quando refere sistematicamente a actual situação de quase incentivo ao crime, com as nossas leis penais, aprovadas por este bloco central, com ideias de esquerda, dos anos sessenta e inspiradas em sociedades quem não são as nossas e em ideias peregrinas que não deveriam ser as nossas. Já escrevi que Figueiredo Dias e Costa Andrade, entre outros, têm muitas contas a prestar a quem de direito pela bandalheira que se vive em Portugal, nesse aspecto.

    Mas isso é uma coisa. Outra, é passar desse abandono para este rigor de intervenção, que me parece no caso concreto desproporcionado, mesmo com as imagens que vi.
    Dá a impressão que os snipers estiveram apenas à espera que os bandidos aparecessem à porta para lhes descarregarem os balázios.

    Isto assim, já parece o Brasil. O que é contraditório com as leis penais que temos e o que este ministro Rui Pereira anda por aí a proclamar, em termos de princípio.

    Espero que não tenha sido ele a dar a ordem para matar. Mas desconfio que sim. E alguém o vai dizer um dia destes.

    Nesse dia, Rui Pereira- out!

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  66. Alberto Mendes permalink
    8 Agosto, 2008 18:07

    Ao que da posta percebi o JM só pergunta como se escurtina este tipo de acções.
    É muito grave o Estado abater um ser humano e não haver uma forma independente de avaliar a acção. Julgo que o JM quer discutir o principio geral e não o caso particular.

    Em relação ao caso particular, como escurtinar a informação obtida se ela vem toda de fontes da policia? Onde estão as gravações da conversa entre os assaltantes e o negociador? Como será a partir de agora se o que se ventilou para a imprensa for verdade?(negociador como engodo para por os assaltantes a tiro).

    Aprovo, em principio, a opção tomada ontem se as informações de que estavamos no limite são verdadeiras, mas sabemos mesmo?

    Para essa validação é que serviria a autoridade independente.

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  67. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:08

    ««OS snipers nao actuam isoladamente mas debaixo duma hierarquia. E so tem autorizacao para atirar quando estao esgotadas todas as outras alternativas.»»

    Desde quando é que temos poderes executivos não controlados? A ideia do post é que o poder de matar com snipers é de tal forma grande que no mínimo deve haver um controlo externo ao poder executivo.

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  68. 8 Agosto, 2008 18:08

    É isso mesmo. Como dizia o Sargento do “Hill Street” cuidado lá fora.

    É que os brandos costumes morreram na fronteira aberta.

    Pois morrem e eu sei disso. E sei que esta malta é hipócrita e que tudo se resume a isso.

    Mas estes cabrões são os mesmos que depois até se vêm com os wilders que trabalham para a Mossad e chamam a essa trampa- “integração no laicismo”.

    Os frouxos são sempre os piores. Porque reagem por medo. E que anda meio mundo borrado desde que começaram a mostrar um niquinho da realidade na tv, anda.

    Eles também não conhecem outra realidade que não seja a que dá na tv. Transporte público é bom pró preto.

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  69. 8 Agosto, 2008 18:09

    Quem é a “esquerdalhada” aqui, como comentador ?
    O raciocínio, a lógica, perante o que ontem se passou, obedece a tendência própria de “esquerdalha” ?
    O comando dos GOE são “esquerdalha” ?
    Os portugueses (certamente bastantes) que entendem certa a decisão e acção dos GOE, são “esquerdalha” ?

    Obviamente que melhor teria sido o desfecho sem um morto e um ferido grave. Mas não havia dois reféns indefesos e INOCENTES ? E não havia dois POTENCIAIS ASSASSINOS ?
    Portugal, apesar de tudo o que possa estar mal, não é um Estado de Direito ? Os cidadãos não têm que ser protegidos de assassinos e de assaltantes ?

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  70. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:09

    ««Em relação ao caso particular, como escurtinar a informação obtida se ela vem toda de fontes da policia? »»

    Exacto.

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  71. 8 Agosto, 2008 18:10

    A Zazie anda baralhada.

    Comunas, Salazar !!! So falta falar no Bush e no Stalin.

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  72. 8 Agosto, 2008 18:12

    “É muito grave o Estado abater um ser humano e não haver uma forma independente de avaliar a acção”

    E certamente que ira ser realizado um inquerito para apurar se a decisao de abater os sequestradores foi a mais certa. Se nao foi, quem decidiu vai ser castigado. Se foi, vai ser louvado.

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  73. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:15

    Imaginem que os sniper do GOE, rinham falhado.

    O que deveriam fazer os bandidos para salvar a pele, sabendo que poderiam de novo ser alvo de execução legalmente apoiada na tal proporcionalidade e oportunidade e portanto na legalidade estrita?

    Pois,o mais lógico, seria…matar os reféns, imediatamente. E atirar as armas fora.

    A partir daí, nenhum polícia, sniper ou náo tinha legitimidade para agir daquela forma.

    E depois, o que diriam os comentadores daqui que defendem a acção de força dos GOE? Que estes deveriam ter executado os bandidos?

    Vamos lá! Força nessa imaginação!

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  74. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:17

    Segundo percebo a zazie, refere-se ao facto de ideologicamente a Esquerda que vamos tendo, incluindo aquela que perdeu a identidade, embora continue a proclamá-la, para não perder também a face ( Sócrates e Vital Moreira, por exemplo), defenderia exactamente o oposto se estivesse na oposição. Quando está no poder, acabam-se os pruridos.

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  75. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:19

    Os GOE correram altissimos riscos. Altíssimos. Safaram-se com o resultado porque podem sempre afirmar a eficácia.

    Mas o Rui Pereira, não se vai safar de explicar muita coisa.

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  76. O Silva permalink
    8 Agosto, 2008 18:19

    “A violência, ou pelo menos o nível extremo de violência, é iniciada pelo Estado.” diz JM….

    Não foi o estado, que fez refens e se veio exibir para a rua… não foi o estado que ameaçou ninguem… ja agora a culpa disto tudo deve ser socrates e do pinto da costa… ora bem brasileiros…brasileiras…verde.. fruta…fruta…brasileiras…brasil…arbitros…e o valentim tem conta no bes….por isso o fcp deve descer para a IIIdivisão…

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  77. JFS permalink
    8 Agosto, 2008 18:22

    Portanto:

    Um indíviduo ameaça que mata um refém com uma arma de fogo. O polícia deve então pegar no MACE e no Tazer para enfrentar o individuo. muito boa, essa ideia. Já não chega a maior parte dos policias terem que pagar o colete anti-bala do seu bolso, como ainda é seu dever meterem-se na boca do lobo em situação de desvantagem…

    Além disso, o gás pimenta e tazer iam dar um jeitão quando batessem no vidro que separava policia dos assaltantes. Iam de facto ser muito eficazes!

    Infelizmente ontem não aconteceu o óptimo: Sequestrados libertados, sequestradores presos, zero mortes.

    Infelizmente as negociações não surtiram efeito. Infelizmente teve que se recorrer à força. Infelizmente, o sujeito morreu. Mas é uma moralidade muito periclitante, vir questionar e criticar a acção do GOE. Ainda bem que acontece só aos outros!

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  78. 8 Agosto, 2008 18:23

    de factum pá….que péssimo gosto o dos reféns que não escolheram desenvencilharçe çózinhus dos meliantes e forçaram o “Estado” a ter um reflexo quase pavloviano gastando horrores dos nossos impostos para acabar por violar de modod grosseiro os direitos naturais dos assaltantes….

    e de fora, acabamos todos especialistas em ângulos e alças de tiro…. como profundos conhecedores de situações tácticas….

    ao fim de oito horas com ameaças de execução dos reféns mas sabendo de antemão do bluff, uma vez que o Miranda já tinha resolvido a “densidade psicológica da cena” com o dilema do prisioneiro e sabia que os assaltantes não tinham nenhuma vantagem racional em acabar com os reféns pelo que no comando da situação nunca daria ordem de ataque nem tiraria o tapete aos negociadores… e tudo se resolveria pelo melhor…..

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  79. 8 Agosto, 2008 18:26

    “o poder de matar com snipers é de tal forma grande que no mínimo deve haver um controlo externo”

    O poder de matar com snipers e excepcional. Nao se ira (espera-se) repetir nos proximos anos. Por outro lado, quando ha uma situacao de refens tem de ser , de imediato, enviada uma equipa. Que integra negociadores, psiologos, Goe’s e um comando. A decisao de atirar e tomada pelo comando deois de todos os outros dizerem que nao ha solucao negocial possivel. Sendo a prioridade a seguranca dos refens. Controlo externo existe a posteriori. Desde logo, porque se se passasse a enviar um controlo externo para situacoes destas deixava de ser externo porque passava a ser mais um elemento da equipa.

    O que importa e assegurar que ha protocolos de procedimento, que sao respeitados, e que ha competencia nas dcisoes. Se nao houver, castigue-se quem decide mal.

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  80. F.Teixeira permalink
    8 Agosto, 2008 18:27

    Para mim, é assim:
    Quem põe em causa, de arma na mão, a paz, a tranquilidade, a segurança e a vida dos outros, só pode esperar uma coisa: um tiro nos cornos.
    Tudo o resto é paleio de diletantes que acham que dizer tudo e coisa nenhuma sobre todos os assuntos é muito importante, mas só prova a sua ignorância sobre a natureza humana. Para eles é tudo igual: o bem, o mal e o mais ou menos.

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  81. Ricardo Silva permalink
    8 Agosto, 2008 18:29

    Este é o mesmo blog que defendeu carga policial no bloqueio dos camionistas??? Ou será que a gerência mudou?? Parece-me que bateu mesmo no fundo…..

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  82. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:29

    ««Quem põe em causa, de arma na mão, a paz, a tranquilidade, a segurança e a vida dos outros, só pode esperar uma coisa: um tiro nos cornos.»»

    É uma boa teoria. Dura até ao primeiro erro da polícia.

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  83. 8 Agosto, 2008 18:30

    No dia em queum dos que acusam a polícia de ser precipitada, tiver uma arma apontada à cabeça por um bdido qualquer, vai acusar a polícae inoperância, por não o ter libertdo mais cedo. Deixem-se de hipocrisias politicamente correctas e ponham-se no lugar dos reféns!

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  84. 8 Agosto, 2008 18:30

    “Existem muitas razões para uma pessoa inocente ser vítima de snipers se o seu uso se generalizar”

    Mas que mente delirante imagina o uso generalizado dos snipers?

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  85. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:31

    ««Este é o mesmo blog que defendeu carga policial no bloqueio dos camionistas???»»

    Não, não é preciso uma carga policial para desbloquear estradas. Sim, o Estado tem obrigação de garantir a circulação.

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  86. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:33

    ««Mas que mente delirante imagina o uso generalizado dos snipers?»»

    Não sei se se vai generalizar ou não. O que sei é que, de acordo com os critérios que tenho lido por aí, não há nenhum obstáculo (legal ou da opinião pública) para que isso aconteça.

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  87. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:35

    ««No dia em queum dos que acusam a polícia de ser precipitada, tiver uma arma apontada à cabeça por um bdido qualquer, vai acusar a polícae inoperância, por não o ter libertdo mais cedo»»

    Este é o tipo de argumento que vale zero num debate em que estão em questão questões tão abstractas como os limites ao poder do Estado. As minhas preferências pessoais sobre o que eu faria se tivesse uma arma apontada à cabeça são irrelevantes para a discussão.

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  88. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:35

    Um tiro nos cornos para cada bandido que apareça, é uma medida já experimentada, em tempos. De facto, era a lei de Pecos. No Oeste americano.

    Mas para isso, não precisaríamos de faculdades de Direito e muito menos daquelas onde se aprende a negociar em técnicas especializadíssimas de interpetração dos dilemas e paradoxos godelianos, ó Piotr!

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  89. José permalink
    8 Agosto, 2008 18:39

    Até me chateia estar a concordar com o João Miranda, acreditem. Prefiro discordar e bater nos argumentos. Mas neste caso, a razão está mais do lado dele, do que dos que defendem a acção directa, tipo terminator.

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  90. Emparedado permalink
    8 Agosto, 2008 18:39

    Dois cidadãos normais, na sua labuta mormal, são violentados e ameaçados por dois homens perigosos que faziam tensão de alvejá-los a qualquer momento. Foram 8 horas de intenso terror para estas duas pobres criaturas. Finalmente houve alguém com competência que neutralizou o duo ameaçador.
    Salvaram-se aquelas duas vidas inocentes com a vantagem acrescida de se ter eliminado dois focos de violência futura. Moral da história: OPORTUNIDADE+COMPETÊNCIA=JUSTIÇA, ou não será o princípio do LIBERALISMO ?

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  91. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 18:40

    Pelos comentários descabelados, parece haver caminho aberto para o autoritarismo socrático mascarado de democracia, poder continuar a crescer.
    Nem parece que os portugueses tiverem a experiência do uso justificado da força para aplainar todos os erros e insuficiências policiais, desde o 28 de Maio. Será que gostamos de ditaduras e execuções por meios extra-judiciais. Quem lê o ordralfabeletix fica na quase certeza.

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  92. 8 Agosto, 2008 18:40

    Caro José

    Aqui discordamos. Mal o refém fosse abatido, o sniper limpava o criminoso. Era um perfeito alibi.

    Tal como já tínhamos dito à Zazie, também achamos que a intervenção desproporcionada na medida em que neste Portugal politicamente correcto o desfecho é um polícia ferido (no melhor dos casos) e o “herói” sujeito à “pesada” media de coacção TIR (porque é obrigatória). Essa do TIR ser uma medida de coacção…

    Quanto ao nosso Brasil, já nos “conhecemos” há muito pelo que conhece a convergência das nossas opiniões sobre essa matéria.
    Sobre o, segundo as más línguas, maçon Rui Pereira, como não conseguiu ser PGR …

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  93. 8 Agosto, 2008 18:40

    O Público já deu a versão da PSP. Espera-se que Fernandes possa entrevistar o assaltante ainda vivo, para ter um editorial à maneira.

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  94. 8 Agosto, 2008 18:40

    “É para rir, ou para chorar?
    É mentira! É tudo mentira!

    As cenas de faroeste a que o país sintético ontem assistiu, em directo, pelas televisões, não ocorreram, como foi por má fé informado, em Campolide, Lisboa. Fontes fidedignas garantem que o acto de banditismo aconteceu numa localidade começada por “C”, mas com um “C” de Campanhã, no Porto. Só podia, não é…

    A mesma fonte adianta que Pinto da Costa está por trás de toda esta encenação, que se trata do “sistema” novamente em plena actividade criminosa. O mesmo se processou com o forjado western na Quinta da Fonte, onde pudemos ver vários indivíduos de caçadeira aos tiros em plena via pública. Eram ciganos sim, mas provenientes do Norte do país e a mando de um testa de ferro do líder portista. Aconteceu numa Quinta, sim, mas da Conceição, em Leça.

    O honorável escriva, Domingos Amaral, filho do insuspeito Doutor Professor, e outras importâncias terminadas em ôr, Freitas do Amaral, bem se empenhou a alertar o povão quando comparou o Porto a Palermo – terra de mafiosos -, por consequinte, é imperioso acreditar sem mais demoras, nas fontes. O senhor disse, está dito, agora só temos de acreditar.

    Lisboa, é o Paraíso deste semi-país, e do Mundo. Não são só os empresários que são os melhores e mais civilizados, é tudo o que por lá acontece. Tudo!

    Resulta desta evidência a urgência em constituir uma equipa especial de investigação lisboeta para deslindar esta farça conspiratória das forças ocultas do Porto e do seu principal responsável que já sabemos quem é.!

    Publicada por Rui Valente em Sexta-feira, Agosto 08, 2008

    http://renovaroporto.blogspot.com/

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  95. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 18:41

    Estes não mataram ninguém e foram condenados à morte … Outros, como recentemente sucedeu, com antecedentes, levam 3 anos de pena … Esclareço que o que acho mal não é esta justiça sumária … é a outra … a que quanto mais pensa e, reflecte e analisa, piores resultados obtém …

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  96. 8 Agosto, 2008 18:43

    “Não sei se se vai generalizar ou não”

    Ha qua tos nos temos Goe’s? Este foi o primeiro caso de snipers. Por isso a probabilidade de ocorrer um novo caso nos proximos anos e escassa. Ate porque tambem nao vai ser pratica generalizada o sequestro de refens.

    Isso e uma evidencia tao clara que so por retorica se pode dizer “Não sei se se vai generalizar ou não”

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  97. 8 Agosto, 2008 18:45

    Agora sabe-se que o gajo alvejado, tinha um emblema do Porto.

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  98. 8 Agosto, 2008 18:46

    o autor deste(s) post(s) pseudo-polémicos assim tipo: vou colocar as coisas de um modo “fracturante” deve trabalhar para a estatística do comentário e do numero de visitas ao blog! Por mim, tentarei não lhe alimentar o peditório!

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  99. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 18:49

    Se os tivessem executado os refens daqui a 25 anos máximo estariam cá fora … Sugere-se ao Ministro a divulgação do CP sob a forma de prospectos … poderão estar à entrada dos bancos por exemplo …

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  100. 8 Agosto, 2008 18:50

    “A violência, ou pelo menos o nível extremo de violência, é iniciada pelo Estado.”

    Este é o catch. Uma arma apontada à cabeça é violência, e é isso que interessa. Na situação de ontem: criminosos com armas (presume-se) carregadas apontadas a cidadãos são alvos legítimos.

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  101. 8 Agosto, 2008 18:50

    “autoritarismo socrático mascarado de democracia”

    Mas que raio e que os Goe’s e os snipers tem a ver com o Socrates? Porque e que eu nao pposso ser contra o SOcrates e a favor da actuacao da policia (nao do Governo) ontem? Porque e que tem de meter a politica em todo o lado? So falta dize rque sao os lampioes (ou os dragoes) os culpados do que aconteceu ontem.

    “Será que gostamos de ditaduras e execuções por meios extra-judiciais.” Claro que nao. Nem ninguem aqui disse que gostou do que viu ontem. Dizer que a policia actuou bem nao e o mesmo que dizer que gostou de ver duas pessoas (mesmo que criminosas) abatidas. Mas antes os ciminosos que os inocentes. E isso que esta em causa.

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  102. Cfe permalink
    8 Agosto, 2008 18:52

    Vcs estão loucos!

    Foi essa porcaria de discurso que fez com a violência disparasse no Brasil, minha terra natal.

    Fiquem com esse palavrório que vai ver o que acontece a Portugal.

    A polícia usou o poder que tinha para libertar 2 refens. Queriam o que? Que jogassem flores? Que pedissem educamente: “Por favor, queiram ter a amabilidade de baixar vossas armas e entregarem-se”.

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  103. Eduardo Correia permalink
    8 Agosto, 2008 18:53

    João já procurou informações sobre a eficiência dos tiros dos snipers?

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  104. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:55

    ««Este é o catch. Uma arma apontada à cabeça é violência, e é isso que interessa. Na situação de ontem: criminosos com armas (presume-se) carregadas apontadas a cidadãos são alvos legítimos.»»

    Não contesto que seja legítimo. As questões que coloco são outras:

    1. o poder do estado deve ser limitado. É boa ideia que o poder executivo tenha poder para accionar snipers, ainda por cima em questões criminais (não é terrorismo, nem defesa do Estado)?

    2. Se a resposta à pergunta anterior for positiva, deve cada uso concreto de snipers passar por uma investigação rigorosa e independente?

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  105. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 18:55

    ««João já procurou informações sobre a eficiência dos tiros dos snipers?»»

    Ontem foi de 50%.

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  106. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 18:57

    Cfe não quer fazer uma troca: nós mandamos para o seu país estes artistas que dão flores aos xungosos e você traz para cá os seus amigos que querem trabalhar e viver numa boa.

    P.S.: mande-os para o Rio para a Favela do Alemão. Não duram um dia e também não fazem cá falta nenhuma!

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  107. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 18:58

    Espero que para a próxima seja o Janeca ou alguém da família dele a ser sequestrado!

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  108. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 18:59

    “Mas que raio e que os Goe’s e os snipers tem a ver com o Socrates? ”

    O que está em causa é o clima e o tempo. Houve uma execução e ninguém quer assumir que aconteceu.
    Servirá de exemplo? Talvez.
    Servirá para responder aqueles que criticam o governo pela direita? Certamente.
    Não serve a democracia nem servirá de prevenção para futuros candidatos a assaltante de bancos. Apenas vai tornar de início cada assalto numa luta de morte ou vida, para os assaltantes ou para os futuros reféns, já que a polícia espreitará pela mira, ao abrigo da noite e no conforto da mediocridade reinante.

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  109. 8 Agosto, 2008 19:00

    ««João já procurou informações sobre a eficiência dos tiros dos snipers?» Ontem foi de 50%.

    Dois tiros, dois alvos atingidos, 100%.

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  110. 8 Agosto, 2008 19:01

    Ricardo Silva, 83

    Exactamente !

    Mr. João Miranda, leia o comt. 83 e elucida-mos, sff !

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  111. Eduardo Correia permalink
    8 Agosto, 2008 19:03

    “Ontem foi de 50%.”

    ??
    Foram neutralizados, correcto? Logo a eficácia, no caso concreto, foi de 100%.

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  112. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 19:03

    ««Dois tiros, dois alvos atingidos, 100%.»»

    Nope. Os dois assatantes deviam ter sido abatidos ao mesmo tempo. Devia ter havido dois tiros em simultâneo e não houve. Dois alvos, um tiro. Portanto, 50%.

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  113. 8 Agosto, 2008 19:04

    “O que está em causa é o clima e o tempo”

    Mas explique-me la o que tem o Socrates e o Cavaco a ver com a decisao do comandante das forcas policiais em activar o sniper?
    Ou e contra a existencia de Goe’s e de snipers?

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  114. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 19:04

    ««Foram neutralizados, correcto? »»

    Não, não foram. O segundo assaltante teve tempo de matar o refém.

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  115. 8 Agosto, 2008 19:05

    “Devia ter havido dois tiros em simultâneo e não houve”

    Entao, se o criterio e esse, a eficiencia foi de… 0%. O Joo Miranda nao e bom a fazer contas.

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  116. Pic@miolos permalink
    8 Agosto, 2008 19:09

    Aqueles srs da Quinta da Fonte também vão levar tiros na cabeça?
    É que também tinham armas de fogo, só que em vez de as apontarem a alguém e ameaçarem dispararam mesmo. Quanto tempo vão ficar presos? Ahhhh poisé!

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  117. Eduardo Correia permalink
    8 Agosto, 2008 19:10

    “O segundo assaltante teve tempo de matar o refém.”

    Não, o segundo assaltante disparou institivamente, só. Acto de reflexo.

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  118. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 19:11

    “Mas explique-me la o que tem o Socrates e o Cavaco a ver com a decisao do comandante das forcas policiais em activar o sniper?”

    Acredita que não houve autorização superior? Ministro/PM?

    Esta execução caiu que nem ginjas para mostrar que o governo é forte e controla a situação. ( alguém se lembra da Quinta da fonte e da reacção apardalada do ministro das polícias?)

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  119. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 19:12

    ««Não, o segundo assaltante disparou institivamente, só. Acto de reflexo.»»

    Induzir um disparo por acto reflexo quando o criminoso tem a pistola encostada à cabeça do refém soa-me a fracasso em potência. Tiveram sorte, então …

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  120. JSBACH permalink
    8 Agosto, 2008 19:12

    Ah pá!
    Enganei…entrei no Arrastão 😉

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  121. Eduardo Correia permalink
    8 Agosto, 2008 19:16

    No momento do disparo, como se pode vislumbrar nas imagens captadas, a pistola não se encontrava encostada à cabeça do refém.

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  122. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 19:23

    Confesso que hoje até estava com vontade de comentar, mas valha-nos Deus quando leio a maioria ds comentários!
    Está tudo doido?
    Teria a Polícia, então, de esperar que os mabecos começassem a disparar para só, então, depois reagir?
    Sobre o JM já pus a barba de molho, o homem hoje deu-lhe para isto, parece viver num mundo que não é o nosso, mas que a sua ilusão tenha eco em tantos comentadores…
    O Verão (e o Sol.) até nem está assim tão forte, as temperaturas baixas que temos, para a época, não explicam isto!
    Valha-nos Deus.

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  123. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:23

    Assur:

    “Aqui discordamos. Mal o refém fosse abatido, o sniper limpava o criminoso. Era um perfeito alibi.”

    Nunca. Aqui era homicídio puro e simples. Aí, acusava o smiper, numa situação dessas.

    O problema da nossa discordãncia, radica simplesmente no seguinte:

    Esta acção, é um duplo sintoma. Primeiro, do estado miserável que as leis penais, principalmente a processual, mas também a substantiva que continuam a proclamar a fé inabalável na recuperação de delinquentes e por isso lhes dá todas as oportundiades e mais algumas de andarem a provar o contrário, na prática e de há vinte anos para cá.
    O Figueiredo Dias, quando em 1995, o CDS propôs ( e obteve) o aumento da pena de prisão máxima de 20 para 25 anos ( teóricos, porque ninguém cumpre 25 anos), disse numa entrevista, exasperado e despeitado por desfazerem na sua obra prima, ao O Diabo: “Então, matem-nos!” Foi assim e segundo a filosofia que os criminosos são uns coitadinhos que precisam de amor e compreensão e serão recuperados socialmente. É por isso que existe uma coisa chamada IRS ( Instituto de Reinserção Social que emprega largas centenas de pessoas…técnicas de serviço social e afins).
    A estatística real dos jornais diários que o Assur tem feito de há uns anos para cá, deveria ser suficiente para mostrar-lhes que estão profundamente errados. Mas são obtusos e convencidos. O Figueiredo Dias, é do mais convencido que pode haver. Prometeu que se pronunciaria sobre esta recente reforma processual penal que arrasou em alguns colóquios, mas ficou-se por aí. E não vai ao fundo da questão que continua a ser problema que lhe diz respeito a ele próprio.

    Segundo: esta polícia que vimos em actuação ontem, é um modelo tecnocrático que surgiu há uns poucos anos, copiada de modelos estrangeiros e que deu guarida a vários indivíduos de espírito militar que todos os países precisam, mas não para lhe ser entregue um caso destes, sem um comando mais competente e seguro.
    Este caso, mostra a eficácia de uma polícia que devemos ter, mas mostra também que a letra não diz com a careta. Isto é, a operação deveria ser reservada para outro caso, ou noutro caso que não neste, segundo me apercebi pelas notícias ( veiculadas pela polícia esclusivamente).
    Houve, a meu ver excesso de força…vontade de fazer o gosto ao dedo. Houve espírito de Pecos a mais e táctica isrealita a menos ( e estes percebem destas coisas).

    É só isso.

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  124. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 19:23

    Graças a Deus a polícia atirou a matar. Espero que se torne rotina. A xungaria que se cuide!

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  125. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:24

    O anónimo, só o é relativamente, porque me esqueci de assinar

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  126. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:27

    JoaoMiranda Diz:
    8 Agosto, 2008 às 7:03 pm

    ««Dois tiros, dois alvos atingidos, 100%.»»

    Nope. Os dois assatantes deviam ter sido abatidos ao mesmo tempo. Devia ter havido dois tiros em simultâneo e não houve. Dois alvos, um tiro. Portanto, 50%

    Não sou especialista mas é possível que essa coisa do simultâneo não exista e que o que aconteceu seja o normal. Há uma decisão, e nos videos SIC e TSF sabe-se quando ela foi tomada, percebe-se pela movimentação de um operacional junto à parede que até aí estava atrás dos colegas e se coloca ao lado deles. Cerca de 2 segundos depois foi o disparo.

    Ou seja, há uma decisão, todos ficam a postos e o início da operação é o 1º tiro do sniper.
    Ora bem, onde quero chegar. Um sniper é um agente autonomo, não dispara quando lhe dão a ordem, dispara quando tem condições para cumprir a ordem exigindo grande concentração, paciência, avaliação e decisão. Ora esse momento dificilmente pode ser partilhado em simultaneo por duas pessoas penso eu. Poder deve poder, mas nunca será perfeito dada a concentração que é exigida a cada um no seu alvo. Enquanto um decide disparar o outro entretanto por uma fracção de segundo pode ver deterioradas as suas condições. Não sou especialista mas parece-me que entre o disparo de um seguido do disparo de outro, mesmo sendo curto o tempo decorrido, o primeiro disparo pode colocar o outro refém em posição de perigo, e isso de certa forma aconteceu, com o sequestrador e o refém masculino a baixarem-se muito juntos tendo depois o sequestrador puxado o refem para trás.

    Portanto não sei até que ponto isto não funciona mesmo assim, correndo-se o risco com o 2º refém tirando partido do efeito surpresa que foi total, e o sniper então após decorrido o primeiro impacto avalia rapidamente a situação e prossegue com o 2º disparo. Mas estou apenas a especular. Repare-se que também quem foi primeiro abatido parece ter sido o mais velho que provavelmente os operacionais já sabiam que era o lider.

    Outro factor que pode ter corrido mal foi o sangue frio da refém feminina, que estava a falar a olhar para o sequestrador quando se deu o tiro que o abateu. Ela correu imediatamente a fugir o que se calhar nem toda a gente no lugar dela faria com a mesma velocidade e sangue frio, e pode eventualmente ter-se colocado na linha de fogo ou proxima e o sniper decidiu não arriscar.

    O ideal era um especialista elucidar-nos mas dificilmente estas coisas serão explicadas na televisão por razões obvias.

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  127. 8 Agosto, 2008 19:28

    “As minhs prfrências pessoais sobre o que faria se tivese uma arma apontada à cabeça são irrelevantes para a discussâo”

    Está completamente enganado, João Miranda! O que é irrelevante é pensar as coisas no plano teórico, se não as sabemos por em prática. Os lunáticos, idealistas e algum esquerda do croquete são useiras e vezeiras nessa prática. Pelos vistos, a direita também. Os extremos ( as vezes) tocam-se…

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  128. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 19:28

    A Dona Aldina gosta de demonstrações gratuitas de força. Recomendo que veja o Wrestling. Tem palhaços, é mais divertido e doi muito menos.

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  129. 8 Agosto, 2008 19:28

    “Acredita que não houve autorização superior? Ministro/PM?”

    Se houve e lamentavel e ridiculo. E devia levar a demissao do ministro por interferencia da accao das forcas policiais.

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  130. 8 Agosto, 2008 19:29

    A violência, neste país, está num crescimento galopante. Mais polícias, como tem vindo a ser decidido, não pode ser o caminho. Logo, talvez se pudesse redireccionar a utilização destas forças (menos tempo gasto com o pobre do cidadão que tem um pequeno descuido e não lhe perdoam, e mais atenção à marginalidade bem conhecida) e reverem a política de fronteiras abertas e os brandos códigos que tornam inúteis os esforços policiais que, depois de os prenderem os encontram de seguida praticando os mesmos delitos porque de imediato foram postos em liberdade.
    Quanto ao caso, os snipers só podem ter disparado com autorização superior e, em qualquer caso, dada a recusa de negociação e o perigo que os reféns corriam, o tiros tinham que ser fulminantes para impossibilitar qualquer reacção. E esta acção teve outro aspecto positivo: é preciso dar um sinal de firmeza para pôr termo a esta impressionante escalada de criminalidade.

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  131. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:30

    Houve, a meu ver excesso de força…vontade de fazer o gosto ao dedo. Houve espírito de Pecos a mais e táctica isrealita a menos ( e estes percebem destas coisas).
    É só isso.

    Ainda ninguém respondeu à pergunta várias vezes feita. Se as negociações demoraram horas, se acabaram repentinamente com os sequestradores a querer sair do banco ameaçando a execução dos refens, se se colocaram à porta o que revela uma atitude já descontrolada e de desepero e se as autoridades mesmo assim esperaram cerca de 30 minutos, o que acham os criticos que deveria ser feito. Deixar ir embora os assaltantes com os refens ? Qual é a situação milagrosa que oferecem ?

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  132. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 19:30

    “1. o poder do estado deve ser limitado. É boa ideia que o poder executivo tenha poder para accionar snipers, ainda por cima em questões criminais (não é terrorismo, nem defesa do Estado)?”

    O poder de deve ser limitado. Mas este caso é bastante claro estavam em risco duas vidas. Também penso que o porte de arma devia ser livre para qualquer cidadão mas isso é outro assunto.

    “2. Se a resposta à pergunta anterior for positiva, deve cada uso concreto de snipers passar por uma investigação rigorosa e independente?”

    Se coloca assim a questão Não Deve. Porque a questão não é o sniper é o uso de violència para parar a violència ou a falta de violència para parar a violência.
    A sua investigação institui bias á partida e desvirtua o problema existente que é tanto o uso como o não uso de um sniper.
    Deve haver uma investigação rigorosa e independente quando não se usou um sniper com quando se usou.
    Se não, a tendência é para cortar qualquer uso de violència e escolher o habitual: Não agir e ficarem todos sentados, que é o que se passa cada vez mais com a polícia normal não travando o incentivo a cada vez mais casos de violência.
    Há um argumento que pode ser feito de que o trauma de cidadãos inocentes aumenta por se esperar tanto tempo nestes casos. Quando se dá tempo ao criminoso está-se a fazê-lo ás custas da vítima.

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  133. 8 Agosto, 2008 19:31

    “Esta execução caiu que nem ginjas para mostrar que o governo é forte e controla a situação.”

    Se o Governo fizer aproveitamento politico ( e bem provavel que o faca) isso e lamentavel e ridiculo. E sinal de fraqueza. Porque so quem e fraco precisa de deonstracoes de forca.

    Mas acredito que a decisao partiu do comando das forcas no terreno.

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  134. 8 Agosto, 2008 19:34

    João Miranda em reposta ao comentário 103 (este comentário resume tudo):

    «1. o poder do estado deve ser limitado. É boa ideia que o poder executivo tenha poder para accionar snipers, ainda por cima em questões criminais (não é terrorismo, nem defesa do Estado)?

    2. Se a resposta à pergunta anterior for positiva, deve cada uso concreto de snipers passar por uma investigação rigorosa e independente?»

    Que se saiba sempre que um polícia dispara há uma investigação. E o poder do estado sempre foi limitado. O João Miranda como não gosta da noção de «estado» contesta tudo.
    Agora quer o quê? uma comissão a analisar se um sniper deve disparar?
    Temos forças policiais treinadas para estas situações, que raramente actuam, felizmente. Infelizmente agora, tiveram que actuar e fizeram-no. Os reféns estão em casa, era isso que importava.
    Terá o estado o direito de usar snipers? quer usar o quê? o bom senso de quem toma reféns?

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  135. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 19:36

    ««Não sou especialista mas é possível que essa coisa do simultâneo não exista e que o que aconteceu seja o normal. »»

    Nesse caso, o que aconteceu ontem longe de ser uma operação perfeita, foi o resultado de uma lotaria. Ou então tem que se admitir que eles sabiam que o segundo assaltante não mataria o refém, o que ainda é pior. Se eles sabiam que o segundo assaltante não mataria o refém, então fica mais difícil justificar o uso de snipers.

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  136. ORAP permalink
    8 Agosto, 2008 19:36

    Atrevo-me a comentar, comentando alguns excertos do texto e de outros comentários. Perdoem-me a forma de opinar e o pleonasmo também.

    “…não é o mesmo que matar o inimigo numa batalha, que a legítima defesa…”
    A legitima defesa aplica-se na nossa protecção física, na dos outros ou dos nossos bem como do nosso património.

    “…para tirar a vida através da iniciação de um nível mais elevado de violência que aquele que foi utilizado pelos alvos…”
    Não! Exactamente o mesmo nível de violência. Armas apontadas à cabeça.

    “Não se manda disparar para a cabeça de alguém sem que não haja alternativas.”
    Exactamente!

    “É a regra da proporcionalidade…”
    Mais do mesmo. A proporcionalidade do nível de violência. Armas apontadas à cabeça.

    “Eles não dispararam, não chegaram a roubar nada e apenas era necessário evitar qualquer retaliação nos sequestrados.”
    Ainda mais do mesmo. Armas apontadas à cabeça. De quem disparar primeiro, depende o desfecho infeliz ou mais infeliz ainda, mesmo trágico da situação. Para “…evitar qualquer retaliação nos sequestrados.” É necessário fazer qualquer coisa. E foi qualquer coisa que foi feito. Felizmente, antes de haver “retaliação nos sequestrados”.

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  137. 8 Agosto, 2008 19:37

    É isso mesmo, José. Os vitais, inginheiros e quejandos só se lembram de “humanismos” quando não são eles que estão no poleiro. Em lá estando fazem tudo ainda pior.

    E mais, conseguem vender propaganda securitária com merdas destas.

    Mas perguntem-lhes pelas leis e bem podem esperar sentados.

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  138. JoaoMiranda permalink*
    8 Agosto, 2008 19:38

    ««Que se saiba sempre que um polícia dispara há uma investigação.»»

    Dentro da instituição, entre amigos. O que eu defendo é que no caso do uso de snipers deve haver uma investigação independente.

    «« E o poder do estado sempre foi limitado. O João Miranda como não gosta da noção de «estado» contesta tudo.»»

    Gostar da noção do «estado» não impede a avaliação independente das acções executivas.

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  139. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 19:40

    José

    Concordo com o seu primeiro ponto, em parte, há de facto um excesso de garantias em determinados casos.
    Mas, depois no segundo ponto: «esta polícia (…), copiada de modelos estrangeiros e que deu guarida a vários indivíduos de espírito militar que todos os países precisam, mas não para lhe ser entregue um caso destes, sem um comando mais competente e seguro.», «Isto é, a operação deveria ser reservada para outro caso, ou noutro caso que não neste, segundo me apercebi pelas notícias (veiculadas pela polícia exclusivamente).», Meu caro, isto é uma contradição, alem de que reserva a sua aprovação para este tipo de operações num outro caso, mas que caso? O que entende seria necessário que os sequestradores fizessem mais para que a Polícia agisse? Que matassem um dos reféns?
    «Houve, a meu ver excesso de força…vontade de fazer o gosto ao dedo. Houve espírito de Pecos a mais e táctica isrealita a menos ( e estes percebem destas coisas).» Por este parágrafo a única coisa que se percebe é que não está conhecedor dos factos porque se sim a afirmação chega a ser insultuosa para os homens que ontem arriscaram as suas vidas em prol de valores que a Comunidade defende.

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  140. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 19:41

    Graças a Deus o país começou a ficar mais seguro. O trauma da polícia acabou. O Reino de Terror instalado pela esquerda começou a definhar!

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  141. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:43

    Então vamos lá:

    Os bandidos, estavam há oito horas em negociações? Demos de barato que sim. Fracas negociações, portanto que deram em nada. Que pretendiam? Não sabemos, mas podemos especular: queriam safar-se da situação que criaram. Sem dinheiro vivo, com reféns que fizeram provavelmente para o que desse e viesse, naquela situação queriam apenas safar-se, parece-me.

    Então, devemos perguntar, o que os levou a assomar á porta do banco e a ficarem expostos, sabendo que poderiam ser alvejados pelos tais snipers? A vontade de executarem os dois reféns? E isso tem alguma lógica, para além daquela que apontei? E se o fizessem, teriam nesse caso, mais hipóteses de se safarem? Não tinham, é óbvio. Por muito estúpidos que fossem, pensaram nisso, com certeza.
    Uma coisa me parece certa: nunca supuseram que iam levar com um balázio, se assomassem à porta. Viram o aparato policial, com dezenas de polícias. Viram-se num beco, porque não sabemos que tipo de negociação se fez e porque se frustrou.

    Perante este cenário, é provável que iriam matar os reféns, se não houvesse a acção da polícia, do modo que houve?

    Responda quem não seguir estritamente a lei de Pecos.

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  142. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:43

    Quem acha que houve uma decisão política é ignorante. Uma decisão destas acarreta imensos riscos e jamais um político se poria nesta situação. Porque se há criticas numa operação 100% eficaz, os refens estão em casa são e salvos, imaginem o que seria com uma decisão que tivesse corrido mal.

    A retórica filosófica tem limites, estes post’s e algunms comentários roçam o absurdo. Quem tomou a decisão tomou uma decisão muito dificil e corajosa com a informação que tinha disponível. O problema deste país é o inverso, cobardia de assumir riscos e tomar decisões dificeis. O habitual é remeter tudo para as burocracias e dispersas decisões por camadas decisórias lentas a reagir. A discussão teórica sobre quem controla quem decide é ridicula neste contexto. Havia um problema, alguém teve que o resolver decidindo e assumindo riscos, e por tudo o que sabemos decidiu bem. E a decisão certamente será escrutinada, situações bem menos graves que estas são sujeitas a investigação, esta também o será.

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  143. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:46

    Aprendiz:

    Não há contradição alguma, porque defendo essa actuação, se a situação merecer. E no caso, não me parece evidente que assim fosse, como escrevi no último comentário.

    Quanto á actuação do GOE, não quero insultar. Apenas lembro o discurso de um intendente dos ditos, ontem, no fim da operação, a explicar as virtualidades da bala disparada. Dizia o indivíduo que uma bala daquelas é mesmo para matar e falava em modo técnico, frio e sem qualquer problema relacionado com quem se vai matar.

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  144. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 19:46

    José

    « Uma coisa me parece certa: nunca supuseram que iam levar com um balázio, se assomassem à porta. Viram o aparato policial, com dezenas de polícias. Viram-se num beco, porque não sabemos que tipo de negociação se fez e porque se frustrou.»
    Veja o vídeo do Público em que o sequestrador tem algo por cima da sua e da cabeça da refém precisamente para evitar o tiro do sniper.

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  145. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:47

    A minha experiência permite dizer que quanto mais os filósofos semeiam ventos mais tempestades colhem.
    Se tivessem sido evitadas as invasões de quem “nos escolhe”, se a autoridade do Estado tivesse sido preservada, se a lei fosse sempre aplicada sem excepções ou se não fossem tão mal feita estes 2 brasileiros estariam vivinhos da silva.
    Deixaram abandalhar de tal maneira que não tenham dúvida que parir outra situação mais normal vai ter dores de parto.E se tal não acontecer quem governa é um nado morto…
    Mas infelizmente cá no burgo é tudo a desmoronar muros, a arrasar instituições a criar factos que nos enterram colectivamente.
    Para grandes males grandes remédios… e para os filósofos que investigam o “como deveria ser” tenham calma que ainda um dia vão pedir medidas muito mais radicais do que as que ontem viram…
    basta serem directamente afectados ou algum familiar… que ainda exite muita gente a viver noutro mundo.Que ainda não acordou para a triste realidade existente e como ela só se pode agravar ainda mais… e aí meus se não houver ninguém a fazer justiça será cada um por si…
    Só me admira que a malta aceite “justiça exemplar” para combater o racismo e a xenofobia” exegerando portanto penas e forçando situações e não aceite ver em directo “a persausão da lei” para tentar acalmar as coisas… ou ainda não se deram conta de que isto está a ficar descontrolado?

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  146. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:48

    Não houve decisão política? Isso é o que vamos ver.

    O ministro Rui Pereira, ontem expôs-se demasiado ao dizer que estava em contacto permanente com o director geral.

    Só pergunto: quem deu ordem para matar e com autorização de quem?

    O ministro não soube disso? Então para que estava em contacto permanente com o director geral?

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  147. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 19:48

    José
    « Apenas lembro o discurso de um intendente dos ditos, ontem, no fim da operação, a explicar as virtualidades da bala disparada. Dizia o indivíduo que uma bala daquelas é mesmo para matar e falava em modo técnico, frio e sem qualquer problema relacionado com quem se vai matar.»
    Mas tem de ser para matar, só assim garante que o sequestrador não tem tempo para reagir e atingir ou o refém ou os polícias. Ou estes não contam, também!

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  148. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:50

    O problema da filosofia destas coisa, é que o mal vem precisamente daí, da filosofia que isto permitiu.

    Agora, deve filosofar-se ao contrário, mas não é com medidas drásticas que se conseguem resultados. Desfazer demorou vinte anos. Para fazer vai demorar o dobro.

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  149. amcslb permalink
    8 Agosto, 2008 19:53

    O JMiranda é do bloco e andou a esconder isso durante este tempo todo…. BRAVO!!!!

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  150. Tone permalink
    8 Agosto, 2008 19:55

    Os assaltantes não seriam da al-qaeda??

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  151. José permalink
    8 Agosto, 2008 19:55

    Claro que tem. Não é essa a questão. É o estilo. Pecos. Puro Pecos. Clint Eastwood no filme Dirty Harry, se quiserem imagem cinematográfica.

    A polícia já não precisa de ser assim. Não sei que filosofia os enforma, quem são os mestres, os gurus. Mas sei que o espírito do tempo, tem vindo a evoluir.
    A ASAE, neste caso, é o equivalente ao GOE. Uma questão de estilo, é tudo.

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  152. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 19:58

    José
    É triste que um homem tenha morrido? É. Que outro esteja gravemente ferido? É.
    Mas repare bem:
    Um mineiro corre o risco de acidente na mina e ficar soterrado;
    Um camionista corre o risco de morrer num acidente de viação;
    Um piloto aviador corre o risco de morrer de acidente de aviação.
    E assim com muitos outros cidadãos no exercício de uma actividade legal.
    Mas, o que há de comum afinal entre estes e os sequestradores de ontem?
    Demasiado simples a resposta.
    Estes trabalham e contribuem para o desenvolvimento da sociedade em que se inserem os outros, os de ontem, anulam aquilo que os anteriores tentam criar.
    De um modo frio, aquele que o meu caro amigo não gosta, eu diria que os sequestradores correm o risco de serem apanhados e, por cruel que pareça, eliminados pela polícia, em pleno exercício da actividade que escolheram.

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  153. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 19:58

    JoaoMiranda Diz:
    8 Agosto, 2008 às 7:36 pm
    Nesse caso, o que aconteceu ontem longe de ser uma operação perfeita, foi o resultado de uma lotaria. Ou então tem que se admitir que eles sabiam que o segundo assaltante não mataria o refém, o que ainda é pior. Se eles sabiam que o segundo assaltante não mataria o refém, então fica mais difícil justificar o uso de snipers.

    Como referi, eu não faço ideia se o que eu disse tem lógica. Mas não tenho problemas em concordar parcialmente consigo, que há alguma “lotaria”, mas penso que não se pode chamar lotaria porque certamente que os responsáveis são competentes o suficiente para avaliarem mais ou menos o risco que correm e pesam todas as soluções. A alternativa, eventualmente sugerida por si, fuga dos assaltantes com os reféns, essa sim seria uma lotaria sobre o qual ninguém saberia sequer avaliar os riscos e respectivo desfecho. O 2º refém para mim efectivamente correu um risco de vida enorme, o BES até lhe deveria oferecer uma reforma vitalícia 😉 , mas ninguém sabe os riscos que correriam com outro desfecho. Repare que até nesse pormenor já temos riscos diferentes, esta solução à partida teria boas probalidades em pelo menos salvar um refém, em vez de deixar partir os dois para destino incerto. Pode ser cruel, mas não duvido que este tipo de forças e as decisões que tomam tenham contabilidades deste género.
    E uma coisa é certa, aquelas pessoas não se queriam render de forma alguma mesmo após muitas horas de negociação, e queriam levar consigo os reféns. Viu-se isso porque algemaram os reféns, o que denota algum profissionalismo e calma fria, não era um maluco qualquer chateado com o gerente do banco que o arruinou, e nota-se pelos plasticos que a certa altura o suposto lider tentou colocar sobre si e sobre o refém. Já agora, essa parte dos plasticos, provavelmente nunca saberemos o que falavam, mas essa parte parece-me indiciar que quem estava a negociar ou falar com eles conseguiu criar uma qualquer manobra de ganhar tempo que seria depois preciosa.

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  154. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 20:00

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 7:50 pm
    O problema da filosofia destas coisa, é que o mal vem precisamente daí, da filosofia que isto permitiu.
    Agora, deve filosofar-se ao contrário, mas não é com medidas drásticas que se conseguem resultados. Desfazer demorou vinte anos. Para fazer vai demorar o dobro.

    A filosofia que isto permitiu ? Então imaginemos outro cenário, aos assaltantes e reféns era lhes permitido a fuga. Depois algures os reféns eram abatidos. Que precedente e filosofia traria essa sequência de eventos ?

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  155. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 20:06

    O JM está a antecipar-se de facto ao BE e a outros fracturantes, nomeadamente jornalistas e redacções que é meter um grãozinho de areia na máquina…desde que tenham publicidade por “excepção”, isto é que sirvam de guias á manada…numa modadlidade “inovadora”
    Para mim o Estado tem o direito de tirar a vida sim senhor e a lei diz em que situações.Eu, se o Estado não o fizer , como lhe compete, e se me afectar directamente…

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  156. José permalink
    8 Agosto, 2008 20:07

    “Estiveram prestes a renderem-se durante as negociações, mas o volte face levou a que pedissem um carro para fugir”. Agora mesmo na TVI, mais ou menos com estas palavras.

    Queriam matar os reféns? Alguém aposta?

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  157. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 20:08

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 7:43 pm
    Responda quem não seguir estritamente a lei de Pecos.

    proivavelmente ninguém sabe responder. Se eles estavam à porta a apontar armas aos reféns é porque queriam sair dali com eles. O que iriam depois fazer com eles provavelmente ninguém sabe ou teria capacidade de saber. Decidir que eles eram uns anjinhos e uma vez fugidos simplesmente desapareciam sem magoar ninguém seria uma decisão irresponsável, não é preciso ter muito cérebro para perceber porquê. Imagine que era um familiar seu. Que assistia à polícia deixar ir embora os assaltantes com os reféns, mesmo tendo a oportunidade de os abater com snipers. E passado algum tempo o seu familiar era maltratado pelos refens deixados em fuga. O que pensaria nessa situação ? O que diria ao responsável que lhe viria com a conversa que você agora teve ?

    Acordem, estão a filosofar numa realidade paralela qualquer !

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  158. Tolstoi permalink
    8 Agosto, 2008 20:11

    Não se pretende que se transfiram actos comuns em alguns países para o nosso, a resposta deve ser determinada. Um criminoso que não entrega os reféns ao fim de horas de negociação mantendo-os sobre ameaça de morte sabe que sobe a parada. Tenho pena que homens ainda jovens tenham sido abatidos mas teria mais pena
    que cidadãos que estavam apenas a cumprir a sua actividade profissional fossem mortos ou feridos. O efeito dissuasor que a acção policial vai ter, pode evitar mais actos deste tipo no nosso país.

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  159. 8 Agosto, 2008 20:15

    Resumindo: Discute-se aqui o direito de o Estado ter snipers e matar gajos que fazem reféns. O Estado insiste em impedir os agentes económicos de exercer a sua actividade. Mais uma ingerência intolerável na auto-regulação do Mercado. Não se faz.

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  160. José permalink
    8 Agosto, 2008 20:15

    V. dá-se conta do risco que correram os snipers de falharem e provicarem a morte dos reféns, devido à escalada?

    É outro aspecto que precisa de ver, para sintonizar o caso pessoal. Apoiaria uma acção dessas, antes das coisas assim sucederem, se estivesse lá um familiar seu?

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  161. José permalink
    8 Agosto, 2008 20:18

    O Moita já está a dizer que eles– os bandidos- iriam disparar contra outras pessoas. Logo, apoia a execução.

    Mas por que raio anda o Moita nas tv´s a debitar a sua opinião sobre estas coisas, como se fosse o especialista que nos falta desde os tempos do Artur Varatojo?

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  162. 8 Agosto, 2008 20:29

    parece que o primo do assaltante relatou um telefonema em que o assaltante dizia que preferia morrer e levar os reféns com ele a render-se… em face desta info a policia devia ter dado um Audi A8 e uma garrafa de Barca Velha ….

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  163. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 20:30

    “Nesse caso, o que aconteceu ontem longe de ser uma operação perfeita, foi o resultado de uma lotaria.”

    Então as “8 horas” de “negociação” não foram uma lotaria?

    “A polícia já não precisa de ser assim. Não sei que filosofia os enforma, quem são os mestres, os gurus. Mas sei que o espírito do tempo, tem vindo a evoluir.”

    Não brinque. Isso demonstra uma falta de cultura enorme. A polícia, note-se que não estou falar especialmente de Portugal, só ainda tem alguma mão por causa da aculturação da violência e das regras que teve no passado. Se quiser da imagem de um Estado que já não existe. É essa dissuasão que ainda funciona para a maioria, mas com o tempo cada vez mais buracos no Estado vão passando para o conhecimento e no Fim o resultado é sempre o mesmo: Os incentivos sociais e culturais em vigor passam a ser a lei do comportamento.
    Pergunte-se porque á volta de Lisboa o porquê da quantidade de casas e estabelecimentos com segurança privada? São as novas regras a fazer o seu caminho.

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  164. helenafmatos permalink
    8 Agosto, 2008 20:31

    João , no caso da pena de morte a decisão é tomada quando o réu já não representa um perigo para a sociedade. E tendo em conta o tempo que países como os EUA demoram a executá-los dificilmente se vê que os condenados representem nesse momento um perigo para quem quer que seja.

    Em termos de uso do poder por parte dum Estado – e concordando consigo na grande probabilidade de erros de avaliação por parte das forças policiaIS QUE dão ordem para disparar – não encontro maior poder por parte dum Estado que aquele que assiste a quem no sossego duma sala de tribunal decide tirar a vida a alguém. Nenhuma ordem para disparar numa situação de sequestro se iguala a isto

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  165. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 20:33

    “O Moita já está a dizer que eles– os bandidos- iriam disparar contra outras pessoas. Logo, apoia a execução.”

    É repugnate você chamar “execução” quando o assaltante estava armado. Devia ter mais respeito pelo significado das palavras.

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  166. Tolstoi permalink
    8 Agosto, 2008 20:37

    Essa do estilo Pecos tem muita piada, o Sr. José esteve lá e verificou a actuação dos negociadores? Não esteve, e fala do que não sabe. Talvez o Sr. José queira constituir-se como GURU dos negociadores e editar a sua tese de como comunicar e negociar com detentores de reféns.

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  167. 8 Agosto, 2008 20:40

    uma coisa é certa mais duas destas e o Sócrates é reeleito com 80% de votos….

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  168. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 20:42

    Lucky:

    Leia “execução do tiro mortal”. Fica mais satisfeito?

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  169. Cardinale permalink
    8 Agosto, 2008 20:46

    mas isto é com cada blasfémia!!!!

    e Zazie … por favor … cale-se por um bocadinho

    que comentadora tão repetitiva … e tão vácua

    não podemos estar postos em sossego a ler esta colectânea de comentários sem tropeçar constantemente nas palavras de Zazie a discorrer sobre os tiros nos cornos deste ou daqueloutro
    irra!
    ou os reféns levavam com um tiro nos cornos ou os assaltantes ARMADOS levavam com um tiro nos cornos … é caso para dizer que venham João ou Zazie e escolham! diachos!

    e eu sou completamente apática politicamente, e não de esquerdalhada (cruzes credo!) para que se saiba

    a opinião não é ditada pelo posicionamento político mas sim pela realidade do que aconteceu

    olha que trampa! o criminoso não terá consciência que tem uma “profissão” de risco?!? … queriam assaltar um banco (à mão armada, como se usa dizer) e escapar impunes? com reféns e tudo? que a polícia se mantivesse no seu cantinho à espera do desenrolar dos acontecimentos?
    trampa!

    mas isto é com cada blasfémia!!!!

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  170. José permalink
    8 Agosto, 2008 20:52

    Tolstoi:

    Estamos em pé de igualdade quanto a estarmos ao lado dos negociadores. Por isso, a sua razão vale o que valerem os seus argumentos. Pergunto-lhe: há algum motivo especial que o leve a acreditar que os bandidos queriam matar os reféns,naquela altura ou tenham pensado e manifestado isso, de modo inequívoco? Passo por cima do argumento do “primo” que o Anarca Piotr usa para defender o seu argumento.

    Sabendo que estiveram quase a renderem-se, basta esse facto para o desvalorizar como argumento absoluto.

    De resto, estamos aqui a brandir argumentos pró e contra, baseados em alguma especulação, mas com interesse em analisar como cada um se coloca, em termos de princípio perante a actuação policial mais brutal.

    Fico ciente que depois de 48 anos de ditadura e quase outro tanto em democracia, ainda permanecem os velhos resquícios da lei do Oeste: quem saca primeiro, safa-se.

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  171. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 20:53

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 8:18 pm
    O Moita já está a dizer que eles– os bandidos- iriam disparar contra outras pessoas. Logo, apoia a execução.
    Mas por que raio anda o Moita nas tv´s a debitar a sua opinião sobre estas coisas, como se fosse o especialista que nos falta desde os tempos do Artur Varatojo?

    José, acredite, você não abomina mais essa personagem do que eu proprio, duvido que chegue aos meus calcanhares sobre essa abominação. Esqueça esse folcore desse idiota, quem esteve ontem à noite a decidir e dar o corpo às balas nada tem a ver com esse senhor.

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  172. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 20:55

    Leia “execução do tiro mortal”. Fica mais satisfeito?

    Não não fico, isso são típicas técnicas de propaganda para manter a palavra no ouvido.

    “Logo, apoia o tiro mortal.”

    Sim.

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  173. José permalink
    8 Agosto, 2008 20:56

    E como sempre, a defesa à outrance ( repare-se na diferença e no realce da expressão francesista) da Law and order, está bem e recomenda-se.

    Não é Piotr?

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  174. 8 Agosto, 2008 21:01

    passas por cima??? mas imagina que o primo de facto foi à policia e deu conta do telefonema…. não muda nada na situação “táctica”? e que diabo é “quase a renderem-se”? o que é que isso quer dizer? estiveram quase a premir o gatilho… estiveram quase a entrar para o curso de Entropias Celulares …estiveram quase… que raio de argumento é esse?

    depois de oito horas estiveram quase? e ameaçaram executar os reféns ou não? isso era bluff? porque não é o mais racional no contexto e na circunstância? mas quem é que fez o diagnóstico e o profile dos assaltantes?

    e eu nem defendo que os snipers tenham a autorização assim sem mais nem outra… nem que o uso da força seja por dá cá aquela palha … mas acho extraordinária a discussão…concluir-se a partir dum incidente (que é o primeiro com actuação de snipers) que estamos quase à beira do faççismu….

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  175. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 21:02

    “há algum motivo especial que o leve a acreditar que os bandidos queriam matar os reféns,naquela altura ou tenham pensado e manifestado isso, de modo inequívoco? Passo por cima do argumento do “primo” que o Anarca Piotr usa para defender o seu argumento.”

    A partir do momento em que alguém está com uma arma apontada á cabeça é o bastante. Se não sabe uma das regras básicas para lidar com armas é: Quem tem o dedo no gatilho pode disparar. Nem é preciso apontar.

    “ainda permanecem os velhos resquícios da lei do Oeste”

    Que construiram uma civilização. Algo que agora aos poucos estão destruir. Muita violência vai ser preciso para juntar os cacos.

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  176. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 21:05

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 8:52 pm
    Sabendo que estiveram quase a renderem-se, basta esse facto para o desvalorizar como argumento absoluto.

    E quem lhe diz que eles se estiveram quase a render ? Quem lhe diz que não foram eles que enganaram os negociadores dizendo que se renderiam ? Quem lhe diz ? A televisão ? A TVI ? Valha-nos a nossa senhora….

    Repare nesta imagem do video do Público:

    O sequestrador cobre-se com um plástico a si e à sequestrada. Acha que era para se renderem ?

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  177. José permalink
    8 Agosto, 2008 21:10

    Lucky:

    Um pouco mais de subtileza. Quem anda á chuva molha-se…se não tiver guarda-chuva. Quem aponta uma arma, pode disparar. Entre o possibilidade, mesmo concreta e a acção realizada, vai a distância que separa a vida da morte.

    Já viu um cadáver numa morgue? A diferença por vezes, é tão estranha que julgamos que o mistério da vida é uma coisa assombrosa. E toda a gente percebe a diferença.

    Agora, o perfil dos bandidos. Alguém o conhecia a sério? O recado do “primo”, chega para a polícia acreditar piamente que os bandidos iam matar os reféns? É essa a atitude de um polícia que se preze? Acreditar logo no perfil homicida de um bandido ( repare-se que eu não poupo a palavra), com base no depoimento de um primo que conta uma conversa de um tipo que me parece mais um “desperado”?

    Há medida que vou lendo, vendo e ouvindo coisas, cada vez me convenço mais do amadorismo da oporação, com destaque para o profissionalismo do sniper. Que teve sorte, mantenho.

    Até concordo que o resultado, foi positivo, de acordo com os princípios que são apresentados pela polícia.

    Mas desconfio dos argumentos da polícia. É mais isso…

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  178. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 21:10

    Ainda ninguém, apesar de ter sido questionado já umas 10 vezes em vários tópicos, ainda ninguém respondeu ao que fariam após negociações que demoraram horas, acabaram repentinamente com os sequestradores a querer sair do banco ameaçando a execução dos refens, se se colocaram à porta o que revela uma atitude já descontrolada e de desespero e se as autoridades mesmo assim esperaram cerca de 30 minutos, o que acham os criticos que deveria ser feito. Deixar ir embora os assaltantes com os refens ?

    Isto é o que se chama o treinador bancada que nem sequer tem uma táctica de bancada, o que é um feito notável. Apenas nos serve a rodos o vácuo e a desonestidade intelectual. Estamos apenas a perder o tempo com estas galinhas aparentadas de intelectuais.

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  179. José permalink
    8 Agosto, 2008 21:14

    “Há” medida que vou escrevendo até troco preposições por verbos.
    Continuo a dizer, mesmo depois de ver as imagens que ainda falta esclarecer o essencial: os bandidos iam matar? Havia indícios disso, suficientemente seguros para arriscar a pena de morte, em modo de execução via sniper? Ou comno prefere o Lucky, em modo de execução de tiro com mira telescópica visando a cabeça do alvo?

    Não sei, meus caros. E não dou crédito total à polícia, porque tenho cabeça para pensar e julgo que faltam algunas explicações básicas e essenciais.

    A de Rui Pereira, então, é primordial.

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  180. 8 Agosto, 2008 21:18

    Além daqueles filmes, como o Dirty Harry, de que fala o José, existem vários exemplos na filmografia americana em que aparecem uns sujeitos na polícia, ditos especialistas em dialogarem com sequestradores, e também com suicidas.
    Se houve algum desses especialistas utilizado ontem, não há qualquer referência. Sabe-se que foram utilizados snipers e valorizam a acção destes.
    Dos negociadores nada se sabe. Se calhar não eram tão especializados como os snipers.
    A arma da palavra não é de manejo fácil.

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  181. Lavadex permalink
    8 Agosto, 2008 21:18

    Vocês, ilógicos defensores de criminosos, irão sempre estar ao lado de um criminoso em detrimento do apoio a um sequestrado inocente…deviam ter vergonha e pensar melhor antes de debitarem carradas de asneiras online.

    Por isso não evoluímos, não podemos ser condescedentes com estas criaturas. Eles não servem para nada, não tem utilidade e só causam problemas. Qual o sentido de existir algo sem nenhum fim? É o mesmo que não existir. Pena só terem morto 1 dos “nadas” do mundo.

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  182. José permalink
    8 Agosto, 2008 21:18

    Se vocês querem acreditar piamente nas declarações da polícia, num caso como este, num wishfull thinking que me parece perigoso, é lá com vocês.

    A única questão, aqui, é esta:

    Os bandidos iriam matar os reféns?

    A resposta a esta questão, tem de partir dos dados de facto, da experiência, dos elementos disponíveis naquelas horas, do perfil dos bandidos, da experiência da polícia nestas coisas.

    Não deve depender apenas do palpite ou desejo de justiça sumária que por aqui vou lendo, vindo até de quem não esperaria à partida.

    That´s all folks.

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  183. José permalink
    8 Agosto, 2008 21:22

    Lavadex: nunca defendo um criminoso nos actos que pratica. Procuro sempre defender a Justiça, mesmo relativamente a criminosos e a minha noção, não passa pela pena de morte.

    Se para alguns, isso não passa de um pormenor, pois está bem. No Texas, ainda há pouco tempo matava-se gente na cadeira eléctrica. Alguns estavam inocentes, como se sabe.

    Não é essa a minha ideia de Justiça. Matar alguém porque matou outrém, ou matar alguém porque poderia matar outrém, não é, definitivamente a minha ideia de justiça. E escusam de vir com o paleio dos reféns e das vítimas, porque nisso, julgo que não tenho lições a receber.

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  184. 8 Agosto, 2008 21:22

    Só para espalhar ainda mais a confusão:

    Se não havia dinheiro mas apenas papéis … de que papéis estariam eles à procura? Seria necessário assegurar-se de que os homens não falariam matando-os? O que vai acontecer da próxima vez dado que agora os potenciais assaltantes tem um padrão da actuação da polícia? Começam a matar 1 refém de 5 em 5 minutos enquanto não virem as exigências satisfeitas para não darem tempo aos agentes da lei de pensar? E que raio de gente vai assaltar um banco sem dinheiro? Dado que a maioria dos roubos não é cometido por estrangeiros … que tal pedir a expatriação de todos os portugueses, esse bando de criminosos?

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  185. Pi-Erre permalink
    8 Agosto, 2008 21:26

    Ó João Miranda, “por qué no te callas?”.

    Já chega de disparates. Não há nada para investigar lá no laboratório de biotecnologia?

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  186. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 21:27

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 9:18 pm

    Se vocês querem acreditar piamente nas declarações da polícia, num caso como este, num wishfull thinking que me parece perigoso, é lá com vocês.

    A única questão, aqui, é esta:
    Os bandidos iriam matar os reféns?

    That´s all folks.

    Ninguém sabe José, e era preciso tomar decisões.
    Já agora não se esqueca de uma coisa importante. É muito mais fácil para a polícia negociar com alguém que parece inteligente e calculista, do que negociar com alguém que parece tomar decisões irreflectidas e eventualmente estupidas.

    Você tem vindo a menorizar a inteligência dos assaltantes, mas acredite que se alguma vez tiver uma arma apontada à sua cabeça prefirá mil vezes que a pessoa que o faz seja inteligente e não burra. Pense nisso e se calhar entenderá melhor certas decisões !

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  187. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 21:27

    José

    «os bandidos iam matar? Havia indícios disso, suficientemente seguros para arriscar a pena de morte, em modo de execução via sniper? Ou com no prefere o Lucky, em modo de execução de tiro com mira telescópica visando a cabeça do alvo?»

    Não José.
    Os sequestradores o que queriam era, dado a avançado da hora, levar os reféns a comer um bitoque ou pelo menos tomar um chazinho com umas bolachinhas.

    Pergunte-se antes: se conseguissem ter saído dali com os reféns quantas mais pessoas poderiam ver as suas vidas e perigo porque a Polícia perderia o controlo da situação? Numa fuga de automóvel que tipos de perigos iriam eles criar para outros cidadãos? Além de ninguém garantir que libertariam os reféns ilesos, claro.

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  188. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 21:28

    Estes excitados comentadores ao defenderem acerrimamente a execução de criminosos como medida preventiva, sem se avaliar das diligências negociais levadas a cabo (presumo que devem ter tido uma equipa de psicólogos/psiquiatras) lembram-me que é muito português, esta maneira de não pensar. O povo adora a força, e quem a detêm., e mais vale ser bruto que ser maricas (Sr. PM veja agora se não se deixa trair por estridências vocais)
    Alguém dizia com razão, que o Sócrates com mais duas execuções destas poderá ver renovada a maioria absoluta; não custa nada, é só o SEF fazer vista grossa e não fazer perguntas quando chegarem novos “voluntários” brasileiros.

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  189. lucklucky permalink
    8 Agosto, 2008 21:28

    “Um pouco mais de subtileza. Quem anda á chuva molha-se…se não tiver guarda-chuva. Quem aponta uma arma, pode disparar. Entre o possibilidade, mesmo concreta e a acção realizada, vai a distância que separa a vida da morte.”

    É mais importante estar ou não o dedo no gatilho que a arma apontada.

    “Já viu um cadáver numa morgue? A diferença por vezes, é tão estranha que julgamos que o mistério da vida é uma coisa assombrosa. E toda a gente percebe a diferença.”

    Não interessa mas Já.

    “Agora, o perfil dos bandidos. Alguém o conhecia a sério? O recado do “primo”, chega para a polícia acreditar piamente que os bandidos iam matar os reféns? É essa a atitude de um polícia que se preze? Acreditar logo no perfil homicida de um bandido ( repare-se que eu não poupo a palavra), com base no depoimento de um primo que conta uma conversa de um tipo que me parece mais um “desperado”?”

    O risco em que o inocente estava era insuportável. Eu não penso que seja tolerável ou que se tente salvar um bandido ás custas de um inocente. Sabe que cada minuto que passa essa pessoa pode ficar com um trauma para sempre? Sair á rua pode ser um drama. Voltar ao trabalho outro. Um voz Brazileira(podia ser qualquer outra) em publico ou numa telenovela é um arrepio. Um cheiro outro.
    Se se pode neutralizar o criminoso sem o matar melhor se não nestas circunstàncias azar o dele.

    “Há medida que vou lendo, vendo e ouvindo coisas, cada vez me convenço mais do amadorismo da oporação, com destaque para o profissionalismo do sniper. Que teve sorte, mantenho.”

    Profissionalismo que teve sorte?! sabe a distância a que estava o sniper e a que que velocidade vai uma bala? chegou ao alvo em menos de meio segundo se o sniper estava a 300m.

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  190. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 21:29

    “Não é essa a minha ideia de Justiça. Matar alguém porque matou outrém, ou matar alguém porque poderia matar outrém, não é, definitivamente a minha ideia de justiça. E escusam de vir com o paleio dos reféns e das vítimas, porque nisso, julgo que não tenho lições a receber.”

    Subscrevo.

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  191. Pi-Erre permalink
    8 Agosto, 2008 21:33

    Direito de matar

    “Tejas ejecuta al segundo inmigrante en 48 horas
    AGENCIAS
    La defensa del hondureño Heliberto Chi basaba su apelación en el hecho de que el reo no pudo recibir asistencia consular en el momento de ser arrestado

    Tejas desafía a la justicia internacional”

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  192. 8 Agosto, 2008 21:35

    «Não deve depender apenas do palpite ou desejo de justiça sumária que por aqui vou lendo, vindo até de quem não esperaria à partida.»

    Precisamente, José. Foi isso que também vi. E não me admira muito porque sei como é. Sei como são os ideólogos.

    Se isto acontecesse em tempos do Paulo Portas, eram os primeiros a berrar contra a “paranóia securitária” que até retomava métodos “faciszóides”.

    Há coisas que não mudam e estas para mim não são supresa.

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  193. Tolstoi permalink
    8 Agosto, 2008 21:37

    José
    Não se deve especular, por isso lhe disse que desconhece o papel desempenhado pelos negociadores.
    Um cirurgião quando opera e se depara com algo inesperado que lhe complica o acto também tem de decidir no momento o que fazer, não pode interromper a cirurgia e ir para casa reflectir, estudar, e mandar uns mails a uns colegas. Também naquele momento as pessoas envolvidas tiveram que decidir, e decidiram com base nos procedimentos hoje aceites como adequados (estado da arte), com base na ocorrência, nos elementos de que dispunham, na sua experiência passada. È fácil depois dos acontecimentos tecer comentários mas no momento é preciso decidir ,no caso de dúvida protege-se as vitimas.

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  194. Cardinale permalink
    8 Agosto, 2008 21:37

    José …

    … será? será? mas será que eles iam matar? será? será? será que eles iam matar? será que as armas deles tinham mesmo balas? ou até, será que eles sabiam usar as armas? será que eles tinham coragem de matar? será? será? será? iam matar?????? matar? … será que eles iam mesmo matar? será que eles iam matar? será que eles iam matar?? será que iam, mesmo?

    ó José, mas alguém saberia responder a essa pergunta???!!??????
    olhe, aposto que nenhum dos reféns estava muito curioso …
    … essa sua interrogação ficará para sempre sem resposta …

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  195. OLP permalink
    8 Agosto, 2008 21:38

    Ms melhor do que esta toda discução ético/filosófica é ver o DRector Nacional da PSP afirmar que os reféns estavam MANIPULADOS com algemas de plastico.
    Como disse? manipulados? “bailhame nossa senhora”
    Manietados será?
    Já nao bastava aquele outro general que diz verosémel….

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  196. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 21:38

    Zenóbio Diz:
    8 Agosto, 2008 às 9:28 pm
    Estes excitados comentadores ao defenderem acerrimamente a execução de criminosos como medida preventiva, sem se avaliar das diligências negociais levadas a cabo (presumo que devem ter tido uma equipa de psicólogos/psiquiatras) lembram-me que é muito português, esta maneira de não pensar. O povo adora a força, e quem a detêm., e mais vale ser bruto que ser maricas (Sr. PM veja agora se não se deixa trair por estridências vocais)

    Zenóbio, juro-lhe pela saúde dos meus filhos que não é essa a minha maneira de ser e pensar.
    Hoje revoltei-me bastante com as centenas de comentários cujo teor era elogiar o abate e o linchamento, acompanhado de uma enorme xenofobia desenfreada contra brasileiros. Cheguei até a escrever comentários nalguns dos jornais online pedindo desculpas aos brasileiros pelo que os meus compatriotas diziam.

    Eu não sou nada disso com que rotula os comentadores, mas eu acredito com toda a sinceridade que esta operação foi bem decidida e que não havia nada mais a fazer, e que alguns de vocês estão a ser extremamente injustos com quem tomou e executou esta dificil decisão.

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  197. 8 Agosto, 2008 21:39

    Depois, acho que existe outro factor que separa águas- para um ateu uma vida não vale nada.

    E, a partir daqui, é só ver a cor da camisola. Para quem vive de palavras, é quanto basta.

    Agora tocar em leis, apurar responsabilidades, falar da criminalidade real que existe e dos problemas da imigração, está quieto- isso e´que é condenável- é coisa de “salazarentos”.

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  198. 8 Agosto, 2008 21:42

    E, ao contrário do que o Zenóbio diz, o percurso é precisamente o oposto. São os que vivem de palavras e não querem ser realistas que são responsáveis por políticas criminosas, cujas consequências são sempre as mesmas. O racismo existe e existe a triplicar nos que o querem negar com paleio de treta.

    Depois é ver como viram.

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  199. 8 Agosto, 2008 21:45

    O pior racista é o que anda a apontar o dedo aos realistas que não gostam mesmo nada de “liberalismos à Pecos”.

    Além do mais, nem se trata da “raça” mas das facilidades que a imigração ilegal faculta.

    E, como temos a lei que temos e não vivemos com um sniper a guardar-nos a porta, é natural que aproveitem. Só não aproveitavam se fossem parvos.

    Mais parvos que os idiotas que acham que uma treta destas vai alterar o que quer que seja.

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  200. 8 Agosto, 2008 21:46

    Alterar o que quer que seja em matéria de criminalidade. E esta não consiste apenas em esporádicos assaltos a bancos.

    Nos intervalos precisam de praticar outros crimes menos mediáticos.

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  201. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 21:51

    Zazie,

    O melhor é atirar neste e noutros casos. Primeiro atira-se depois avalia-se os estragos e escamoteia-se as lacunas negociais da polícia. É popular, trás audiências às TVs e dividendos políticos a um PM amorfo e patologicamente mentiroso.

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  202. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 21:53

    JM

    Porque hoje é sexta-feira.
    A pergunta que deve fazer é, em substituição das que tem feito, tem o Estado o dever de agir perante uma situação como aquela?
    A resposta é clara: Sim.

    Em vez de filosofar sobre os direitos do sequestrador pense um pouco nos direitos dos sequestrados.

    Portanto, não se trata aqui de um direito de matar ou executar ou outra porcaria qualquer. Trata-se, isso sim, de saber se o Estado está em cndições de assegurar a liberdade e a integridade fisica dos seus cidadãos. Agindo.

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  203. 8 Agosto, 2008 21:56

    para um ateu a vida não vale nada….hummmm….ora aí está um argumento definitivo…e eu ateu me reduzo à minha insignificância….

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  204. 8 Agosto, 2008 21:56

    eu espero que o cristão que disparou não se tenha convertido em incréu….

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  205. JVC Beta permalink
    8 Agosto, 2008 21:57

    Caro José
    Se eu lhe disser que o Vital Moreira concorda consigo, tem a certeza que não muda de opinião?

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  206. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 21:57

    Zazie,

    O melhor é atirar neste e noutros casos. Primeiro atira-se depois avalia-se os estragos e escamoteia-se as lacunas negociais da polícia. É popular, traz audiências às TVs e dividendos políticos a um PM amorfo e patologicamente mentiroso.

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  207. O Aprendiz de Jurista permalink
    8 Agosto, 2008 22:00

    Para acabar.
    A meu ver muitos têm posto o problema na perspectiva da legítima defesa, ora, um dos pressupostos desse instituto é que o seu exercício seja também uma agressão ilícita.
    Deste modo, não estamos perante uma situação de legitima defesa, mas sim de Estado de Necessidade justificante (Os juristas que por cá aprecem que expliquem a diferença que agora não tenho tempo.).
    E, na minha opinião, a Polícia (Estado.) tem o dever jurídico de agir nestas situações. De proteger aqueles que indefesos confiam nas instituições criadas para a protecção dos valores de uma sociedade como a nossa.
    Sob este ponto de vista, a actuação policial de ontem é inquestionável.

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  208. JVC Beta permalink
    8 Agosto, 2008 22:01

    Caro José
    Outra pergunta: se o sequestrado fosse o José e o sequestrador o Vital Moreira, tem a certeza que teria a mesma opinião?

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  209. 8 Agosto, 2008 22:02

    e o que pensará a doutora Ferreira sobre este apaixonante açuntu?

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  210. 8 Agosto, 2008 22:03

    a doutora Ferreira, note-se, não pertençe a essa inenarrável raça de ateus ….

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  211. José permalink
    8 Agosto, 2008 22:06

    JVC:

    Há pouco tempo, escrevi a louvar um escrito de Vital Moreira e a concordar com o dito. E ultimamente, o afadigado cenobita da causa dele, tem escrito coisas que subscrevo. Coisas simples, como as relacionadas com o parecer de freitas do Amaral sobre o Apito…

    Logo, vai ter de arranjar melhor argumento para me dissuadir de discutir o assunto, algumas vezes fazendo o papel de advogado do diabo.

    Mas quanto a isto, à falta de outros elementos de facto ( amanhã ou Domingo a coisa aquece, estou convencido), fico por aqui. That´s all, folks.

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  212. 8 Agosto, 2008 22:07

    Pois, é que há muito ateísmo com outras crenças. As crenças que a “paranóia securitária” só são “facistas” quando praticadas pelos outros, o que políticas de porta aberta e lei à Pecos, são barbárie.

    O que me espanta até é outra coisa- a brutal necessidade de alívio.

    Afinal parece que não são só os “facistas” que apreciavam os filmes do Dirty Harry- como sempre se disse. Agora apreciam-nos em palhaçadas televisivas e batem palmas por as mortes terem sido “eficazes”.

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  213. Tolstoi permalink
    8 Agosto, 2008 22:07

    Zenóbio

    Não misture assuntos não traga o Sócrates à discussão neste caso. O homem governa mal, já se sabe, mas não tem relação com o assunto em discussão
    E já agora lhe digo que estou cansado de pacifistas e tolerantes que por trás da cortina negoceiam com grupos criminosos (como por exemplo as FARC ).
    O excesso de tolerância faz com que o espaço seja sempre ocupado pelos menos escrupulosos.

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  214. 8 Agosto, 2008 22:09

    Para quem viveu o PREC nada disto causa admiração. A esquerda é mil vezes mais perigosa. E como é precisa do triplo de cuidados com a língua. Para que não se perceba e justifiquem o “serem de esquerda”.

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  215. José permalink
    8 Agosto, 2008 22:10

    Se o sequestrador fosse o Vital, recomendaria à polícia, uma imagem de S.Bento, padroeiro da Europa. E um crucifixo, como se fazia dantes aos súcubos. Na falta desses instrumentos de liberdade, recomendaria um simples padre da Opus Dei.

    O gajo caia para o lado.

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  216. 8 Agosto, 2008 22:10

    Pois, eu também vou indo que já sei como costumam acabar estas conversetas, quando os “algozes são dos nossos”.

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  217. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 22:10

    Zenóbio Diz:
    «e escamoteia-se as lacunas negociais da polícia. É popular, trás audiências às TVs e dividendos políticos a um PM amorfo e patologicamente mentiroso»

    O que o leva a pensar que houve lacunas ? Que relação tem com o PM ? Nada nem nenhuma obviamente. Apenas considerações de teor político, afinal as unicas que o movem. Na verdade está-se completamente nas tintas para os reféns, para si muito mais divertido teria sido se eles fossem abatidos, seria bem mais lucrativo para difundir a sua retórica política.

    Assim fica-se pela frustração idiota e mal disfarçada pelo facto de duas pessoas estarem sãos e salvas em casa com as respectivas familia em suas casas, numa operação que resolveu um problema grave com 100% de eficácia. Não dei conta que o Socrates dissesse alguma coisa sobre o assunto, mas é por demais evidente que você já vomitou imensa frustração pelo desfecho. Nem toda a gente desce tão baixo assim, lá em baixo por onde afoga toda essa infelicidade a merda é mole e cheira muito mal.

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  218. 8 Agosto, 2008 22:11

    Entrava em auto-exorcismo

    “:O)))))

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  219. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 22:12

    Estou muito feliz por verificar que a minha polícia começa a trabalhar como deve ser!

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  220. José permalink
    8 Agosto, 2008 22:14

    Só mesmo para finalizar: será esta, mesmo, a polícia de Alberto Costa?

    Gostaria de saber.

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  221. 8 Agosto, 2008 22:15

    já lá vai o tempo em que as coisas eram simples …. do lado de lá a esquerdalhada do lado de lá a “situação” e tal e coisa ….e do lado de cá sempre os mesmos ….o mexilhão…..

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  222. 8 Agosto, 2008 22:16

    e lá está…mais duas situations destas….mais o silence da doutora Ferreira e o Sócras vai aos 85%….

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  223. tancredo permalink
    8 Agosto, 2008 22:16

    Para a gentalha de esquerda só este comentário:os reféns não contam,a vida dos reféns não tem valor e ainda que os assaltantes não são os culpados, mas sim as pessoas que têm os bens.É necessário ser mesmo estúpido para defender tais atitudes, mas vindo da matriz do BE ou lá próximo já nem admira.

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  224. Tolstoi permalink
    8 Agosto, 2008 22:25

    Não sei porque se queixam meus caros tolerantes, o Otelo Saraiva levava o combate aos criminosos bem mais longe, até deixava ordens de prisão em branco já assinadas. Não fosse aparecer alguém a fazer reféns.

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  225. 8 Agosto, 2008 22:27

    O autor do post só pode estar a brincar. Ou então anda a fumar merdas esquisitas.

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  226. 8 Agosto, 2008 22:28

    Ainda bem que a PSP tem “snypers” bem treinados… apesar do 2 tiro só ter acertado paricialmente no alvo… parabéns!

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  227. Zenóbio permalink
    8 Agosto, 2008 22:39

    Anónimo das 10:10 pm

    O seu comentário não merece uma resposta educada, por isso não lhe vou responder. Cresça.

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  228. Aiken permalink
    8 Agosto, 2008 22:52

    João Miranda:

    A investigação independente que o João quer aos snipers já existe: Acção Penal tutelada pelo Ministério Público.

    Caro José:

    Num post infra disse que não acusava o sniper de homicidio. Talvez porque entenda que há causa de justificação (presumo eu…) Sendo assim estamos a discutir o quê então?

    Abraços;

    Aiken

    PS: Inteiramente de acordo quanto aos comentários relativamente ao Figueiredo Dias.

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  229. Aldina permalink
    8 Agosto, 2008 22:53

    O Janeca já fuma há muito tempo. Agora está na fase das alucinações.

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  230. Pêndulo permalink
    8 Agosto, 2008 23:03

    De que modo sugeriam que o Estado assegurasse o direitos daquele senhor e daquela senhora irem para casa, direito esse que estavam a ser impedidos de exercer por dois sujeitos que lhes apontavam armas?

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  231. ferro permalink
    8 Agosto, 2008 23:03

    Existem boas razões para se colocar em causa o poder dos EUA para tirar a vida através da iniciação de um nível mais elevado de violência que aquele que foi utilizado pelos alvos[…]

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  232. 8 Agosto, 2008 23:08

    e esqueci-me… vejam a quantidade de posts que o miranda mandou!

    Desde:

    1. «O seu comentário não merece uma resposta educada, por isso não lhe vou responder. Cresça.»
    2. «Começo a pensar que os assaltantes não eram só dois!»
    3. «Curiosamente a conversa versa sempre sobre os criminosos. Sobre os reféns nem uma palavra. Até parece que são cidadãos de segunda…»

    estão todos sintonizados com o magnífico cérebro do miranda.

    q_s_F.
    Amen

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  233. 8 Agosto, 2008 23:12

    Tiros enviados na hora adequada e ponderada por especialistas! Pena que entre alguns dos distintos comentadores aqui apresentados não aparecesse nenhum voluntário com sentimentos altruistas para substituirem aqueles dois pobres funcionarios do BES.E que estes bem pensantes conhecem bem o ditado: “Mais vale um cobarde (neste caso pateta) vivo, que um heroi morto”.

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  234. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:19

    Sei de fonte segura que a policia não chegou a um acordo de rendição porque não quis. Numa fase já avançada das negociações os sequestradores só punham como condição para se renderem, a garantia de uma pena de prisão inferior a cinco anos. O director do GOE rejeitou: impôs que os sniperes fossem accionados, pois há muito tempo que estavam à espera de uma oportunidade destas para exercitarem: Por isso não podiam desperdiça-la.

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  235. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 23:21

    Pois a mim preocupa-me muito mais o direito do estado proibir a eutanásia. Olha só , mata , ou manda para a morte os soldadinhos , quando lhe dá jeito , agora os velhotes têm de gramar até ao fim , todos babados e senis ,mesmo que não queiram.

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  236. 8 Agosto, 2008 23:28

    fabuloso ó Nuspirit…você sabe de fonte segura …. e o “director” do Goe recusou? fantástico…e eu que nem sabia que o “director” do Goe podia negociar penas…pençava que era só o tribunal é que era competente para aplicar penas ….mas afinal as “penas” podem ser “negociadas” com o director do Goe…. o que um gajo aprende nestes comentários…..

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  237. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:28

    Aiken:

    Estávamos a discutir se um sniper da PSP, nas circunstâncias que são conhecidas e naquele caso concreto, deveria ter atirado a matar. Era isso e já dei para o peditório.

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  238. 8 Agosto, 2008 23:30

    Compraz-me dar, juntamente com o JM, as boas-vindas à AnArqUiA.

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  239. 8 Agosto, 2008 23:30

    eça fonte é segura porque tem seguros na Allianz ou porque usa sempre a camisinha? ou lava os dentes todos os dias? impagável…. aparecem sempre humoristas de primeira….

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  240. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:31

    Está neste momento, na SIC Notícias, um ex-responsável pelo GOE a dizer pérolas deste jaez:

    Um sniper não atira a matar. Atira para neutalizar. É claro que isso implica por vezes matar…

    Outra: A partir do momento em que o sequestrador colocou o nariz de fora do bando, estava mesmo a pedir que o sniper disparasse. Foi assim mesmo.

    Como já disse, fico nesta. E cada vez fico pior. Com algumas náuseas, já.

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  241. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:32

    Já se comenta dentro do GOE que o grupo de comando dos Sniperes não esteve bem. Houve uma falha de coordenação. A pontaria está Okay. Mas dispararam em tempos diferentes; uma falha de principiante!! A causa deesta tremenda falha vai ser averiguada e terá severas consequências internas.

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  242. 8 Agosto, 2008 23:34

    vão levar tau tau

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  243. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:36

    Piotr,

    Desculpa a franqueza mas és um bocado básico. Os sequestradores quando pedem uma pena inferior estam-se a marimbar se o director GOE tem esse poder ou não.

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  244. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:36

    Por mim, vou ver o dvd Zappa plays Zappa. Homenagem do filho ao pai. É pra já.

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  245. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:39

    ZAPPA? o josé é um velhote!! Perceberá de snipers?

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  246. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 23:39

    José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 11:31 pm
    Como já disse, fico nesta. E cada vez fico pior. Com algumas náuseas, já.

    Não se afogue no seu próprio vómito…
    Eu ajudo a ver a luz:

    «Informações veiculadas pelo jornal e pela rede de televisão portuguesa SIC dão conta de que Wellington teria telefonado ao primo antes de sair do banco com o refém, dizendo que “preferia morrer a entregar-se a polícia.” O assaltante também teria pedido ao familiar que ligasse para sua mãe e lhe dissesse que “está bem e com muito trabalho”.

    Rodrigo Nazaré teria se dirigido ao banco logo após a conversa telefônica e se apresentado a polícia como parente de um dos criminosos. Para o semanário, o conhecimento do telefonema de Wellington ao primo teria sido fundamental para a decisão de encerrar as negociações e atacar mortalmente os seqüestradores, já que estes não iriam desistir.
    O jornal “Expresso” afirma ainda que Rodrigo teria tentado convencer o primo a entregar-se à polícia, mas que Weliington “estava muito nervoso e só dizia ‘eu suicido, eu suicido’.»

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  247. 8 Agosto, 2008 23:40

    estamçe com certeza a marimbar …. e vai daí o “director” (será geral?) do GOE “aproveitou” para testar o treino dos operacionais…e como se constata precisam de mais treino porque dispararam de modo descordenado ….já não podem ir aos jogos olimpicos prá natação sincronizada …içu pareçem certinho…..

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  248. 8 Agosto, 2008 23:42

    Zappa …um perigoso ateu….

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  249. 8 Agosto, 2008 23:44

    e note-se o pedido dos assaltantes…uma pena inferior a cinco anos….da próxima vez não se esquecem de levar um código penal e um código do processo penal pró assalto….dá sempre geito ter à mão ou ao pé…..

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  250. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:44

    O caso em apreço , 2 reféns + 2 sequestradores, na hierarquia da dificuldade de resolução aparece em 2º lugar a contar do fim. Mais fácil só mesmo 1 refém+1 sequestrador. O facto do GOE ter falhado, está a pôr em polvorosa a sua estrutura interna.

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  251. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:44

    Não, pazinho. O pouco que percebo já é do tempo do Lee Harvey. Antigo. Velho, como dizes.

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  252. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 23:45

    Nuspirit Diz:
    8 Agosto, 2008 às 11:19 pm

    Sei de fonte segura que a policia não chegou a um acordo de rendição porque não quis. Numa fase já avançada das negociações os sequestradores só punham como condição para se renderem, a garantia de uma pena de prisão inferior a cinco anos. O director do GOE rejeitou: impôs que os sniperes fossem accionados, pois há muito tempo que estavam à espera de uma oportunidade destas para exercitarem: Por isso não podiam desperdiça-la.

    Você acha realmente que alguém acredita nas suas babuseiras ? Que patético… veja se consegue comprar um cérebro ou pelo menos alugar um.

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  253. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:46

    O director do comando de operações nem pôs sequer à consideração a quem de direito, a possibilidade de garantir uma pena até 5 anos!!!

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  254. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:48

    “Você acha realmente que alguém acredita nas suas babuseiras ? Que patético… veja se consegue comprar um cérebro ou pelo menos alugar um.”

    Perante a verdade algumas pessoas reagem assim. Compreendo.

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  255. 8 Agosto, 2008 23:51

    ahhahahaha ….cada vez melhor…. e quem de direito é que poderia considerar a pena antes dum julgamento? em que país é que você vive? no Miguel Bombarda?

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  256. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:51

    Zappa, Steey Dan, Dylan, L. Anderson, enfim velhadas. Não tem nada de mal ser saudosista.

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  257. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:52

    Piotr,

    Estou farto de lhe explicar tudo.

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  258. 8 Agosto, 2008 23:53

    quem de direito será o director geral das alfândegas? o procurador adjunto do tribunal de familia? o secretário da prezidênçia da répública? o chançeler das ordens de mérito agricula?

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  259. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:54

    Beethoven, Bach, Schubert, estes então, nem te digo nem te conto, ó Nuspirit. Música mais caquética não há.

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  260. Anónimo permalink
    8 Agosto, 2008 23:54

    Perante a verdade algumas pessoas reagem assim. Compreendo.

    Não percebe porquê é que precisa de adquirir urgentemente um cérebro devido ao nível básico das suas petas ? Por uma razão muito simples, não foi nem cabe ao comandante dos GOE negociar.

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  261. 8 Agosto, 2008 23:56

    epá….de factum ….não explique tudo senão ainda me explica a constante de lambda ….

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  262. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:57

    Bem!é a ultima vez que lhe explico. O Comando de operações é assessorado por secções de várias especialidades. Está da pena de prisão é um clássico. O Director numa situação destas tem por obrigação consultar o seu assessor jurico. Não o fez. Tão simples como isto.

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  263. José permalink
    8 Agosto, 2008 23:58

    O Napoleon Murphey Brock, continua a cantar bem. Ao espectáculo, falta-lhe a centelha de génio que Zappa lhe acresentava. Zappa, o velhote. Continuado pelo filho Dweezil, com a mesma guitarra e os mesmos acordes.

    O lojista que me vendeu o dvd disse-me que valia a pena. E vale.

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  264. Nuspirit permalink
    8 Agosto, 2008 23:58

    José não te queria ofender!! Eu também gosto. Ás vezes, melhor dizendo.

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  265. 8 Agosto, 2008 23:59

    ainda lhe dá para explicar a fórmula resolvente de equações diferenciais não lineares ….bolas….

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  266. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:00

    O José gostou muito da fórmula da sua juventude. Acontece com quase toda a gente. Acompanha para toda a vida.

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  267. Mighell permalink
    9 Agosto, 2008 00:00

    acho muito bem que se comece a abater a escória da sociedade

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  268. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:00

    O Nuspirit, além de convencido, é um néscio. Já disse pelo menos uma asneira que detecto a olho nu, na minmha senectude. Balha-nos santa Ingrácia. e balha-nos a músiquinha de Zappa que agora começa: “call any vegetgable”. Apropriado.

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  269. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:01

    Equações diferenciais e correlativos é o meu forte.,de facto.

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  270. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 00:01

    A tolerancia acaba quando se coloca a vida de alguem em perigo
    As forças policiais deram todas as possibilidades aos assaltantes na minha opiniao até demais;porque situações destas não podem continuar a existir no futuro senão o nosso pequeno pais em poucos anos “vira favela”

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  271. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:03

    Eiiiiii José. Eu sei que sou um néscio. Não te ofendas. Peço perdão.

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  272. 9 Agosto, 2008 00:04

    o Comando da Divisão Operacional ou será o Operacional do Grupo de Comando? quem sabe o Comandante da Direcção do Regimento Operacional de Baterias de Companhia de Esquadrão …. tlvez tenha conçultado a Brigada de Operacionais Comandantes de Direcção de Serviços e Açeços Condiçiunados….

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  273. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:04

    Ó pá! Queres saber qual a pena que os dois desgraçados arriscavam com o assalto frustrado, com tomada de reféns?

    Vai ao Google, digita PGD ( de procuradoria distrital de lisboa) e procura na legislação o código penal. COmo tem um +índice, será facil verificar.

    Mas para te poupar o tempo, aposto que num julgamento, daqui a um ano ( se tudo correr bem e o bandido que ficou ferido se recompuser), a pena previsível para este caso, não ultrapassará os cinco anos pela certa.

    Vai uma aposta?

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  274. 9 Agosto, 2008 00:07

    já agora que estamos em presença dum especialista…uma dúvida…. o sniper no cálculo da trajectória da bala desconta a gravidade ou a declinação do movimento de rotação da Terra é suficiente para compensar a lei de Van Allen?

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  275. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:07

    Acredito José. Nessa matéria, tu melhor que ninguém o sabe. Os reféns eram uns basicos: nem isso sabiam.

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  276. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:08

    Os sequestradores queria eu dizer.

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  277. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:09

    Piotr, Ès um tipo simpático, mas isto é um assubto sério.

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  278. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:11

    Piotr: a essa respondo eu, continuando a ouvir e ver o dvd em Florentine Pogen: Segundo o ex-responsável pelo GOE, na SIC, há bocado, as balas, são especiais e de modo a não desviarem da rota nem sequer um nano qualquer coisa que interfira na trajectória certa direita ao cerebelo de um desgraçado a quem tenha sido endereçada.

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  279. 9 Agosto, 2008 00:13

    opá….no próximo assalto os meliantes além da edição do código penal anotado levam um portátil com um kanguru pra conçultar o site da procuradoria e negociarem o crime mais favorável…. além dum capaçete e duma lona com buraquinhus pra levarem os reféns debaixo e dificultarem a coisa …. e quem sabe um ipod com o Apostrophe….

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  280. Joaquim Amado Lopes permalink
    9 Agosto, 2008 00:14

    João Miranda:
    O direito de usar snipers é independente da avaliação de casos concretos.
    Pois a minha opinião é de que é precisamente o contrário.

    Discutir os princípios no abstrato não faz qualquer sentido. Por exemplo, na questão em discussão: deve ou não a polícia usar snipers para eliminar assaltantes?
    Se se fizer a discussão sem concretizar em casos concretos, pode-se estar a pensar apenas em situações em que os assaltantes não querem fazer mal a ninguém, até não são maus de todo mas a situação evoluiu num sentido que não esperavam, precipitaram-se e, com um bocadinho de paleio, eles até se entregam pacificamente. Então é claro que não, os snipers não devem ser usados.

    Chegando-se a essa conclusão, estando o princípio estabelecido como universal e inquebrável, qualquer caso concreto, incluíndo os que não foram considerados, está vinculado ao princípio.
    Mas esse resultado só foi atingido porque se foi completamente alheio à realidade em que o princípio vai ser aplicado.

    É precisamente na fase de definição do princípio que se devem explorar os casos concretos.
    Os casos concretos incluem assaltantes que estão totalmente disponíveis para executar reféns na hipótese (mesmo que remota) de virem a atingir os seus objectivos.
    E incluem assaltantes que não querem magoar ninguém mas também não se querem entregar sem explorar todas as possibilidades de não serem presos, incluíndo jogadas de força. Ou que perdem a cabeça e, mesmo por acidente, acabam por matar reféns.

    Se se centrar a discussão na relação autoridades-assaltantes e se esquecer os reféns (um pouco o que muitos conseguiram fazer na discussão sobre a despenalização do aborto a pedido), então as autoridades terão de fazer tudo para evitar recorrer a snipers e esperar tanto tempo quanto o necessário.

    Mas se os reféns (os únicos inocentes) também entrarem na equação, então o papel das autoridades é fazerem tudo o puderem, incluíndo recorrer a snipers, para resolverem a situação o mais depressa possível, de forma a minimizar a probabilidade de reféns serem magoados ou mortos. Se isso quer dizer matar a tiro os assaltantes na primeira oportunidade que se colocar, a responsabilidade por esse desfecho recai única e exclusivamente sobre os próprios assaltantes. Foram eles que criaram a situação e são eles que, deliberadamente ou por precipitação, colocam os reféns em risco. Numa situação dessas, proteger os reféns é o mais importante e manter os assaltantes vivos deve ser a última e menos importante coisa a considerar.

    Imagine que os snipers tinham várias oportunidades de eliminar os assaltantes mas não o faziam, apesar das ameaças dos assaltantes e tensão crescente. E os reféns acabavam por ser executados pelos assaltantes, que depois saiam aos tiros e eram eliminados pelos agentes da polícia presentes no local.
    Continua a achar que os casos concretos não devem ser considerados?

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  281. 9 Agosto, 2008 00:15

    ora aí está….. na próxima os meliantes removem cirurgicamente o cerebelo antes da golpada….

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  282. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:15

    Nada disso. Bastava lerem o Correio da Manhá, mais vezes. Ou o 24 Horas. Ficavam a saber que em Portugal, qualquer crime compensa. Menos o de sequestro, com reféns. Esse, dá direito a pena de morte.

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  283. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:16

    Eu agora estou a ouvir Royal Scam dos steely Dan e o “culpado” é o José!!

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  284. Canus permalink
    9 Agosto, 2008 00:16

    O direito de matar começou quando se fez sentir o mesmo do lado oposto quantos ás forças policiais 100%de acordo com a actuação
    foram dadas todas as possibilidades só não as aproveitou quem não quiz; quantos aos defensores da vida humana, queria saber qual era a vossa posiçao se fosse um familiar vosso que tivesse com uma pistola apontada á cabeça se isso não vos alteraria a vossa opinião, acho que a lei terá de ser comprida senão dentro de poucos anos teremos um país com outro nome “FAVELA”

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  285. 9 Agosto, 2008 00:18

    «Nada disso. Bastava lerem o Correio da Manhá, mais vezes. Ou o 24 Horas. Ficavam a saber que em Portugal, qualquer crime compensa. Menos o de sequestro, com reféns. Esse, dá direito a pena de morte.»

    Que grande boca. Esta merecia post.

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  286. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 00:19

    piotr kropotkine Diz:
    9 Agosto, 2008 às 12:07 am
    já agora que estamos em presença dum especialista…uma dúvida…. o sniper no cálculo da trajectória da bala desconta a gravidade ou a declinação do movimento de rotação da Terra é suficiente para compensar a lei de Van Allen?

    Num tiro a longa distância calcula, o que não era o caso. Mas o vento por exemplo certamente foi um factor importante quando chegou a hora de disparar.

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  287. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:19

    Pois fazes muito bem, ó Nuspirit. O Royal Scam, é desses velhotes dos Dan, que citam o Kid Charlemagne e as caves de Altamira. Tudo coisas antigas.

    Ouve antes do Pretzel Logic que é mais do teu tempo: hamburgers.

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  288. 9 Agosto, 2008 00:21

    É evidente que o João Miranda e o José têm razão total.

    Mas as imagens não são elucidativas?

    Dando de barato que as negociações correram mal, um aspecto perfeitamente evidente é que o tiro que vem de dentro para fora e felizmente não atingiu ninguém, mostra claramente que o sequestrador teve princípios no momento de disparar, não o fazendo contra o refém.

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  289. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:22

    Mas já que ouves o Royal, não te esqueças de atentar na letra de Don´t take me alive. É sobre o mesmo assunto que por aqui falamos…

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  290. 9 Agosto, 2008 00:23

    ahhhh …. eu pur acas fui artilheiro de campanha média (15 e meio…) eçe óbus da sigunda guerra mundial…e nas tabelas de tiro pra cálculo da alça e tal nunca tinha lá visto a cintura de Van Allen….. a lei então nunca me tinha cruzado com ela mas talvez se desconte o vento sim senhora….

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  291. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:24

    Qual é o meu tempo, caro José? Estás a referir-te ao da juventude? Esse é igual ao teu. Se te referes aos tempos mais recentes Pretz Logic já está um bocado requentado. Hoje há coisas bem mais interessantes.

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  292. 9 Agosto, 2008 00:24

    e a humidade? senhores ouvintes a humidade….

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  293. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:24

    Ora repara lá nisto:

    Agents of the law
    Luckless pedestrian
    I know you’re out there
    With rage in your eyes and your megaphones
    Saying all is forgiven
    Mad Dog surrender
    How can I answer
    A man of my mind can do anything
    CHORUS:
    I’m a bookkeeper’s son
    I don’t want to shoot no one
    Well I crossed my old man back in Oregon
    Don’t take me alive
    Got a case of dynamite
    I could hold out here all night
    Yes I crossed my old man back in Oregon
    Don’t take me alive

    Can you hear the evil crowd
    The lies and the laughter
    I hear my inside
    The mechanized hum of another world
    Where no sun is shining
    No red light flashing
    Here in this darkness
    I know what I’ve done
    I know all at once who I am

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  294. 9 Agosto, 2008 00:25

    João,

    comentário 105:

    1) Sim

    2) Sim

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  295. Nuspirit permalink
    9 Agosto, 2008 00:26

    Então o piotro se ataé conhece oto melara, não se percebe tanta renitência naquilo que eu disse.

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  296. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:26

    Há bocado o tal ex-responsável falou expressamente no vento como factor irrelevante no caso destas magic bullets. Portanto, o melhor é continuar a ouvir The cosmik debris

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  297. 9 Agosto, 2008 00:27

    louveçe a ética do meliante que teve principios pá….na hora de disparar disparou de modo a não atingir ninguém …it gets better by the hour….

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  298. 9 Agosto, 2008 00:31

    num tiro a cem metros….. hummmm o vento ….o vento ……

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  299. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:32

    Disse que a magic bullet percorria oitocentos metro in a second. Logo, o vento, será talvez um sopro de inércia a favor, apenas.

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  300. 9 Agosto, 2008 00:34

    não tou a ver a bullet mas magic ou não a cem metros não há factor vento….nem com vendaval…..

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  301. 9 Agosto, 2008 00:34

    basta ter feito a carreira de tiro pra saber eça….

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  302. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:35

    Anyway, I´m the Slime, soa como no original. E garanto-te que comprei hoje o dvd que nem conhecia. Mas tem sido uma óptima banda sonora para este pequeno teatro de absurdo, nesta discussão que assim me parece um pouco.

    Pensa um pouco e “don´t eat the yellow snow” que vem já a seguir. Ou então “Eat that question”.

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  303. José permalink
    9 Agosto, 2008 00:39

    E sobre Zappa ser ateu: estou certo que se o Reino dos Céus acolhe gente como nós, Zappa estará lá à espera. Em bom lugar, porque era tipo porreiro. E porque Jesus disse “Nem todo aquele que diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos Céus, mas todo aquele que segue a minha palavra”. A palavra é a do amor ao próximo, depois do amor a Deus. É do livro e é a minha esperança última…porque fica sempre um lugar à espera dos ímpios que se arrependem e reconhecem a verdade no momento final.

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  304. 9 Agosto, 2008 00:40

    eça magic bullet deve ter uma polvora bestial…. por acaso numa funesta misscalculation de cargas de pólvora em Vendas Novas fezçe um belo incêndiu florestal…. em Julho com temperaturas do camandru….. e um pedaço de ferro a mil graus …. e zás…. “tiro não visto” gritava o Observador Avançado….. “tiro não visto?! cá vai outro….” ….”não visto”…..e dai a nada começava o incêndia dois kilométrius à frentex do sitio onde era suposto cair a bendita granada….. já se via a olho nu…..

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  305. 9 Agosto, 2008 00:42

    aqui toca Charlie Handen Gonzalo Rubalcaba “Land of the Sun”….

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  306. 9 Agosto, 2008 01:03

    “para um ateu a vida não vale nada”

    Entre tanta idiotice, esta e o climax das idiotices. Nao sera uma contradicao? Para um ateu a vida vale tudo, pois nada existe para alem da vida.

    “Sei de fonte segura que a policia não chegou a um acordo de rendição porque não quis. Numa fase já avançada das negociações os sequestradores só punham como condição para se renderem, a garantia de uma pena de prisão inferior a cinco anos. O director do GOE rejeitou: impôs que os sniperes fossem accionados”

    Se assim for e muito grave, e o dito director dos GOE deveria ser condenado por homicidio. Se sabe de fonte segura deve denunciar o caso e a fonte segura ao Ministerio Publico.. Caso contrario diremos que e um cobarde. Ou entao um basofias.

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  307. 9 Agosto, 2008 01:17

    UNIDADE ESPECIAL INTEGRA CINCO FORÇAS

    A Unidade Especial de Polícia (UEP) está vocacionada para intervir em situações complexas e é constituída por cinco forças policiais. Criada em 2007 no âmbito da Lei orgânica da PSP, a UEP é chefiada pelo intendente Magina da Silva e inclui no mesmo comando o Grupo de Operações Especiais, o Corpo de Intervenção, o Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo, o Corpo de Segurança Pessoal e o Grupo Operacional Cinotécnico. A UEP está instalada na quinta das Águas Livres, em Belas, em Sintra. A primeira intervenção desta nova unidade foi no dia 27 de Julho, quando um agente do GOE foi baleado com gravidade numa operação em Abrantes, durante o cerco aos homens que agrediram e roubaram uma arma a agentes da PSP do Entroncamento. A UEP tem por objectivo coordenar o funcionamento das cinco forças especiais da PSP.

    MODO DE AGIR

    ARMAS USADAS

    As armas usadas pelos snipers no assalto ao BES foram carabinas de calibre 7,62 mm, Mauser e PSGI.

    EQUIPA DE 25 HOMENS

    O GOE tem uma equipa de cinco elementos sempre em posição de assalto, de um total de 20 a 25 homens, prontos a avançar num sistema de rotatividade.

    CONCENTRAÇÃO

    Os snipers estão organizados com o objectivo de garantir sempre a máxima concentração e disponibilidade física.

    CADEIA DE COMANDO

    A cadeia de comando tem início no superintendente, seguindo-se o comandante de serviço na Unidade Especial de Polícia (UEP).

    NEGOCIAÇÃO

    A Unidade de Negociação define qual o comissário a dialogar com os assaltantes, sendo acompanhado de psicólogos.

    NOTAS

    ORDEM – ‘NEUTRALIZAR’

    O disparo foi feito à palavra de ordem ‘neutralizar’, que partiu do comandante da PSP de Lisboa, superintendente Barreira

    PRÁTICA – UNIDADE ESPECIAL

    A operação foi realizada pela Unidade Especial de Polícia (UEP), sob o comando do intendente Coroado, uma vez que o intendente Magina estava fora de Lisboa

    NEGOCIAÇÃO – TERMINOU SEM SUCESSO

    As negociações com os assaltantes ficaram a cargo do comissário Luís Moisés. Esgotada a via diplomática foi decidido recorrer aos snipers, uma vez que os reféns estavam expostos à morte

    OPERAÇÃO – INÍCIO COM NEGOCIAÇÃO

    A primeira fase da intervenção policial consistiu na negociação. Esta foi feita por uma equipa, que transmitiu informações ao posto de comando de acordo com o diálogo estabelecido com os dois assaltantes

    COMANDO – ANÁLISE MANDA ABATER

    Recolhidos os elementos, a informação foi analisada pelo posto de comando, que se decidiu por abater os dois assaltantes. Nesse momento o negociador desconhecia a decisão que tinha sido tomada

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  308. 9 Agosto, 2008 01:37

    SONDAGEM
    Resposta a um inquérito a 850.000 habitantes em Portugal:
    Você pensa que existem demasiados emigrantes em Portugal?
    20% – Sim
    13% – Não
    67% – Oi?!

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  309. 9 Agosto, 2008 01:56

    JD: vc está bêbado. Mas deixe lá porque o joaoMiranda já está em coma alcoolico, o que faz de si um sóbrio. Ao pé dele, claro!

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  310. Eppur si muove permalink
    9 Agosto, 2008 01:59

    Primeiro, uma declaração de interesses:
    – abomino este Governo;
    – já vi cadáveres numa morgue, por razões profissionais e também por razões pessoais;
    – sou contra a pena de morte em qualquer situação;
    – sou ateu;
    pois parece que isto é importante para a questão…

    Posto isto, algumas notas:
    – ou eu não estou a ver bem a coisa, mas além do inquérito interno nas forças policiais que provavelmente haverá, não estou a ver como não haja um inquérito dirigido pelo Ministério Público visto que morreu um homem em consequência de disparo de armas de fogo. Ou seja, a tipicidade do crime de homicídio ficou preenchida, pelo que apenas com o funcionamento de causas de justificação ou de exclusão da culpa o acto de disparar efectuado pelos policiais em concreto não é crime. Tal decisão terá que ser tomada desde logo pelo Ministério Público no inquérito que, a meu ver, obrigatoriamente terá que ser aberto.
    Ou seja: há controlo externo da actuação da polícia.
    Eu sei, eu sei: o Ministério Público não anda muito bem cotado neste blog, e o chato destes inquéritos é que em regra bloggers e comentadores não podem ir para lá opinar.
    Mas há controlo externo;
    – segundo: a questão não será muito diferente da actuação de um médico numa situação de urgência. Aqui, como também ali, há decisões que têm que ser tomadas em segundos. Se começamos a ver tudo pelo resultado, estamos tramados. Não há médico que queira operar com medo de levar com um processo em cima caso a coisa corra mal. Assim como não haverá polícia que queira disparar primeiro, mesmo que a situação seja, para usar o termo tão querido acima, muito “excepcional”.
    Portanto, e para evitar isso, há protocolos, guidelines, para estas situações. A questão que importa é saber se foram respeitados ou não. Se sim, nada a criticar.
    Mas, então, e que tal deixarmos todos ser treinadores de bancada a mandar bitaites sobre o que pareceu a intervenção da polícia com base em excertos trazidos à luz pelos media ?
    Se é esse o nível de exigência que usam nas respectivas actividades profissionais, então sim é caso para termos todos muito medo.
    Eu não gosto mesmo nada do MAI, e tenho também receio de se descambar para um estado policial – há sempre esse receio em qualquer sociedade -, mas até prova do contrário, confio – e não tenho dados concretos para me contradizer – que o que se passou ontem respeitou as regras.
    O resto é especulação e demagogia.
    Uma coisa é a sociedade civil estar vigilante à actuação das instituições.
    Outra é andar a fazer demagogia e a atirar bocas.

    – terceiro: sim, ter que usar a força é um mal. E sim, é um mal necessário. E eu não prescindo de ser usado quando necessário.

    Para finalizar, muito do que aqui se disse me faz pensar numa famosa frase de Einstein – relativamente ao qual se divide a doutrina ser era ou não ateu. Seria mesmo ?

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  311. 9 Agosto, 2008 02:06

    É sempre assim, fazer posts para gerar comentários e muitos números. Acho uma hipocrisia este tipo de posts. Se a polícia acho que era a única solução então acho que fez muito bem, ou será que nestas situações a vida dos bandidos é mais importante do que a dos… reféns?

    Se o senhor tivesse vergonha retirava era este post.
    😛

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  312. 9 Agosto, 2008 02:08

    JD, está a querer insinuar que o problema são os emigrantes? Até parece que também não há portugueses bandidos, corruptos e oportunistas. Aliás, Portugal é o mais que menos se pode queixar disso. LOL.

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  313. 9 Agosto, 2008 02:16

    claro que há, CHAPLIN.

    Já era de esperar esse tipo de comentários. infelizmente, um dos piores efeitos colaterais que resultam de crimes cometidos por cidadãos estrangeiros em Portugal, é o aproveitamento desonesto que pessoas com graves tiques de xenofobia fazem do acontecimento…

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  314. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 02:19

    CHAPLIN Diz:
    9 Agosto, 2008 às 2:06 am
    É sempre assim, fazer posts para gerar comentários e muitos números. Acho uma hipocrisia este tipo de posts. Se a polícia acho que era a única solução então acho que fez muito bem, ou será que nestas situações a vida dos bandidos é mais importante do que a dos… reféns?
    Se o senhor tivesse vergonha retirava era este post.
    😛

    O JM desde há uns meses tem uma especie de magazine, perdão, problema. Que é ter que entregar uma crónica na 6ªfeira para ser publicada no DN ao sábado. De certa forma o Blasfémias e a respectiva caixa de comentários tornaram-se um laboratório de emoções onde o JM avalia certas coisas e analisa as reacções. Aqui nesta caixa somos mais ou menos uma especie de ratos de laboratório sujeitos a provocações/excitações com o objectivo de fazer iluminar alguma ideia interessante para a crónica do DN. Para quem como eu aprecio o JM desde os tempos do Liberdade de Expressão olho para isto tudo com alguma triseza e não pude deixar de notar o pouco cuidado com que ele recentemente lança certas polémicas. Mas enfim, deve ser da velhice, o Jcd hoje também é uma sombra do fabuloso jaquinzinhos. Estamos todos a ficar velhos e decadentes.

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  315. Francisco Matos permalink
    9 Agosto, 2008 02:25

    “José Diz:
    8 Agosto, 2008 às 6:15 pm

    Imaginem que os sniper do GOE, rinham falhado.

    O que deveriam fazer os bandidos para salvar a pele, sabendo que poderiam de novo ser alvo de execução legalmente apoiada na tal proporcionalidade e oportunidade e portanto na legalidade estrita?

    Pois,o mais lógico, seria…matar os reféns, imediatamente. E atirar as armas fora.

    A partir daí, nenhum polícia, sniper ou náo tinha legitimidade para agir daquela forma.

    E depois, o que diriam os comentadores daqui que defendem a acção de força dos GOE? Que estes deveriam ter executado os bandidos?

    Vamos lá! Força nessa imaginação!”

    Fico completamente abismado com estes comentários dignos de comentador de bancada…

    Para além de demonstrar uma total falta de respeito quer para com os reféns, que viram a sua situação resolvida, quer para com os agentes policiais que fizeram o que DEVERIAM fazer, ainda se coloca a dizer asneiras de principiante, daquelas que parecem ser cometidas por quem escreve muito bem, mas não sai de casa e não conhece minimamente a realidade envolvente…

    “O que deveriam fazer os bandidos para salvar a pele, sabendo que poderiam de novo ser alvo de execução legalmente apoiada na tal proporcionalidade e oportunidade e portanto na legalidade estrita?

    Pois,o mais lógico, seria…matar os reféns, imediatamente. E atirar as armas fora.”

    Sim, e por acaso os assaltantes teriam “besta” escrito na testa? Quer dizer, de certa forma teriam, ao colocar-se na boca do lobo (sair do banco com centenas de Polícias bem treinados no lado de fora).

    Quer dizer, se um dos tiros dos atiradores especiais falhasse, o segundo sequestrador abateria um refém? Para quê? Para apanhar 25 anos de prisão ao invés de 3 ou 4?! Já para não falar que o Grupo de Operações Especiais não são só constituídos por atiradores especiais, mas também por unidades de assalto, aliás, foi uma dessas unidades que neutralizou um dos assaltantes (o que levou 2 tiros, o segundo tiro não foi de atiradores, mas de unidades de assalto).

    Os assaltantes estariam tensos, e poderiam abater os reféns quer voluntariamente quer acidentalmente. A decisão do disparo foi bem tomada. Lembrem-se que os GOE treinam todos os dias para situações como esta, portanto sabiam bem o que estavam a fazer, ao contrário de muita gente que por aqui escreve, que devia pensar um pouco mais antes de “disparar” comentários 😉

    Para muitos “Senhores do Conhecimento” que aqui opinam, o ideal seria deixar os ladrões ir à sua vida, estupidificando a Polícia e o direito à Segurança, desgraçando ainda mais a (pouca) autoridade da Polícia, e mais tarde, porque não, deixar os pobres reféns numa valeta?

    Triste país este, de papagaios… Enquanto assim for não sairemos da “sepa torta”… Desliguem o PC e saiam à rua, para além do percurso sossegado casa – trabalho, na zona fina.

    As melhoras aos reféns, e PARABÉNS PSP!

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  316. Acordem para a life permalink
    9 Agosto, 2008 02:26

    Não posso crer que pessoas andem a “chorar” por estes criminosos que durante várias horas mantiveram cativas pessoas inocentes, é curioso que não pensem nas familias a sofrer por fora, eu por mim nenhum dos assaltantes morria para poderem sofrer e bem na prisão, já destas pessoas que os defendem tenho curiosidade de saber a reacção caso fossem familiares seus na situação, imaginem a vossa mãezinha ou filha nas mãos desses porcos e depois digam-me. Acordem para a vida, parecem que vivem no mundo cor de rosa da filosofia.

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  317. Acordem para a life permalink
    9 Agosto, 2008 02:34

    Se fosse má pessoa até me punha a pensar como seria engraçado o Sr.João Miranda fechado e manietado durante várias horas com uma arma apontada ao pescoço e a diferença entre a vida e a morte seria o flectir de um dedo.

    Eu cá digo que é um corajoso.

    P.S-As visitas e comentários quebraram a escala, isso sim o mantém contente, vocé é mais esperto do que pela opinião do post aparenta. 😉

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  318. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 02:34


    j Diz:
    9 Agosto, 2008 às 12:21 am
    É evidente que o João Miranda e o José têm razão total.
    Mas as imagens não são elucidativas?
    Dando de barato que as negociações correram mal, um aspecto perfeitamente evidente é que o tiro que vem de dentro para fora e felizmente não atingiu ninguém, mostra claramente que o sequestrador teve princípios no momento de disparar, não o fazendo contra o refém.

    É profundamente lamentável continuarem aqui pessoas a difundirem mentiras deste género.
    Não houve nenhum tiro de dentro para fora. Se o 2º tiro no vidro lhe parece que foi de dentro para fora recomendo-lhe que estude um pouco de fisica, de impactos e pode também começar por exemplo pela propagação de ondas sonoras.

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  319. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 02:46

    j Diz:
    9 Agosto, 2008 às 12:21 am
    um aspecto perfeitamente evidente é que o tiro que vem de dentro para fora e felizmente não atingiu ninguém

    ________________________________

    As aparências iludem. Já reparou que você está redondamente enganado logo nos pilares da sua argumentação ? Que credibilidade podem assim ter as suas opiniões ?
    Se não sabe sequer interpretar o que aconteceu ao vidro no 2º tiro só lhe posso recomendar que se cale e deixe de dizer disparates sobre um suposto tiro vindo do interior.
    Se para si continua a ser um mistério o que viu, elucide-se com este video no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=oBQ-KoOBvRA

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  320. 9 Agosto, 2008 02:48

    Eppur si Muove: caramba, podia ter vindo mais cedo! É isso mesmo!

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  321. 9 Agosto, 2008 02:50

    Pá não respondam ao J. Respeitem os cabelos brancos. O J anda cansado, da vista e de tanto azul e branco á sua volta. Haja comiseração.

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  322. Jose permalink
    9 Agosto, 2008 02:58

    Uma pergunta a tantos comentaristas? Já pegaram numa arma? Já dispararam? Sabem a diferença de “sniper” para um polícia? O conceito de “sniper” é utilizado em situação de guerra ou guerrilha e que se encontra devidamente enquadrado para aumentar o número de baixas (mortes) ao opositor (legitimo ou não); os policias utilizados na situação tem a especialidade de atiradores (já vem da guerra colonial) e neste casos só devem disparar em caso de extrema gravidade e de acordo com ordem superior. Estes atiradores bem como os restantes elementos dos GOE todos dias disparam e muito, por isso não tem necessidade de “dar ao gatilho”. em quqlquer parte do mundo civilizado a situação teria de ser resolvida assim quando os srs assaltantes/sequestradores sairam para a porta do BES. A solução única era essa e não pode ser feita com armas imaginárias e tem de ser letal para que os reféns tenham hipótese de sairem ilesos ou vivos. Disparei muita munição real com vários tipos de armas desde a G3 à AK-47 passando Walter mas só contra alvos não humanos e posso-vos garantir que o HOMEM que efectuou o disparo fatal o fez com firme convicção que o estava a fazer para salvar outras vidas (inocentes) humanas, tal como os restantes elementos dos GOE. Não sou nem nunca fui policia, mas o GOE é a única unidade de policia na qual eu tenho que reconhecer competência e boa formação, ao contrário de outras. Para quem nunca viu o que uma arma faz o melhor é não dar opiniões e chamar homicidio ao cumprimento de ordem/dever é de Ignorante, mas espero que nunca precisem do GOE numa situação semelhante, se um estivesse numa situação idêntica gostaria muito que eles lá estivesse e agissem caso fosse necessário com o mesmo empenho e precisão como ontem.

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  323. 9 Agosto, 2008 03:04

    Peço imensa desculpa, mas não estou de acordo com o artigo. Os GOE fizeram o seu trabalho de uma maneira brilhante. Morreu alguém? Usaram-se snipers? Quando a segurança de indíviduos está em jogo, se for preciso matar, mata-se. Basta de sermos um país de 3º mundo. Que faria o senhor se tivesse uma arma apontada à cabeça no meio de um assalto? Deixar-se-ia matar porque não aceita decisões tomadas no momento ou pediria ajuda à polícia, mesmo que isso implicasse a morte da personagem errante? Enfim. É uma questão de pensamento.
    Sinceramente, acho que muitas vezes nós, Portugueses, somos retrógados. Em caso de ligítima defesa não só estou de acordo com a defesa a 100% (isto inclui matar se necessário) como também, já agora, falamdo de julgamentos, sou a favor da pena de morte e da prisão perpétua. Infelizmente os nossos criminosos vivem num país fácil, onde são castigados de uma maneira muito soft. Isto tem de acabar. A polícia tem de ter o direito de defender o cidadão de inergumes assim como nós também temos esse direito. A liberdade acaba quando tocam na nossa própria liberdade. E digo de boca cheia… Se um dia for preciso matar para me defender, ou defender a minha família na minha propriedade, no meu dia-a-dia… Estando eu totalmente inocente e atacando-me… EU MATO.

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  324. XPTO permalink
    9 Agosto, 2008 03:11

    Caro João Miranda,

    Deveria ter sido, então, permitido que os raptores seguissem até ao carro, é isso? E confiar no destino? Diga qual seria a sua atitude, por favor.

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  325. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 03:47

    É provável que o assaltante tivesse vindo até à porta para cometer suicidio. Nao se sabe se pretendia matar os refens.

    Que tragédia!
    Pobre gente.

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  326. Anónimo permalink
    9 Agosto, 2008 03:50

    Morreu em directo na tv.
    Isto é mesmo mau.

    Começo a perceber que foi mesmo muito mau , pior péssimo.

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  327. Português Velho permalink
    9 Agosto, 2008 09:21

    Diziam os antigos juristas romanos: “Necessitas non habet legem”

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  328. Aldina permalink
    9 Agosto, 2008 09:31

    Então o ferido grave, de quem o João se tornou muito amigo, tentou fugir? Apercebeu-se de que já tinha cá fora um ajudante, o Miranda.

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  329. 9 Agosto, 2008 09:36

    os policias , num sequestro, jamais deveriam ter o direito de disparar sobre os sequestradores, excepto se… o refém for eu.

    haja paciência

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  330. 9 Agosto, 2008 09:52

    o que o Sr. João quis colocar em questão é se o Estado deve alimentar uma instituição que prende cidadãos privando-os de liberdade. ou se quisermos ir ao fundo, mas ao fundo mesmo, o que o Sr. João pergunta é se deve haver Estado.
    eu percebo-o.

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  331. 9 Agosto, 2008 10:06

    Preocupa-me o estado mental do autor do post e de alguns comentadores.
    Principalmente porque não sei como evitar cruzar-me com eles em qualquer rua menos iluminada ou numa agência bancária.
    É que todo o cuidado é pouco.

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  332. Pi-Erre permalink
    9 Agosto, 2008 10:26

    .
    Jose Ernesto Medellin Executed in Texas

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  333. Aldina permalink
    9 Agosto, 2008 11:07

    Temos Ministro! Só por isso vou votar no partido a cujo governo ele pertença!

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  334. Diogo permalink
    9 Agosto, 2008 11:14

    Estou fascinado com a burrice de algumas pessoas…
    Estavam a espera de que?os BANDIDOS mostraram-se irredutiveis, queriam sair dali, com o dinheiro e sem “espinhas”, estavam a espera que eles saissem dessem um tiro num policia ou num refem para ai sim, a policia reagir?Acho que todo o bandido devia ser tratado como tal, não é eu estar a trabalhar para BANDIDOS estarem na prisao a comer comidinha boa, numa caminha fofinha, la dentro protegidos, tadinhos dos meninos…deviam era estar todos a dormir no xao duro sem tv sem convivio sem NADA!!!mas nao..saem, com dinheiro no bolso, e sabe-se la o que fazem quando chegam ca fora…
    MAU PESADA NESSES MARGINAIS…
    Nem vou falar na questao da imigraçao seja ela legal ou ilegal, porque nao se deve generalizar, mas ha ai muito imigrante que devia levar um pontape no cu e voltar para de onde veio!!

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  335. Diogo permalink
    9 Agosto, 2008 11:15

    eu queria dizer obviamente “MÃO PESADA”

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  336. atom permalink
    9 Agosto, 2008 11:46

    Vencido e convencido pela brilhante argumentação de João Miranda, só tenho forma de o demonstrar através desta proposta:
    Os snipers só devem ter ordem para disparar depois de um Referendo Nacional Vinculativo (para quem não saiba, com mais de 50% dos votos expressos).

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  337. CMO permalink
    9 Agosto, 2008 11:46

    O João Miranda demonstra a sua superficialidade e infantilidade nestes comentários. Tem uma boa imaginação e um bom sentido da provocação que suscita resposta. Mas a certa altura percebe-se que falta QI.

    Para se navegar no politicamente correcto as balizas estão bem estabelecidas pelo que não é necessário ter inteligência especialmente aguda. Vai-se com a maré. Quando se sai dessa onda e se é apenas bonzinho fazem-se as figuras que o João Miranda fez com as eólicas, o carro eléctrico e o uso de força letal por parte do estado contra um agressor incontrolável e na posse de reféns.

    Adeus.

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  338. Pinto permalink
    9 Agosto, 2008 12:09

    Gosto de ver estes filósofos de meia tijela a verificar se houve tiro, se não houve, se o cabelo do sequestrador estava para a direita, se estava para a esquerda…..

    Em todos os países do mundo, numa situção destas a polícia atira para neutralizar o criminoso. Vi semelhante situação (ou nem tão grave) no Luxemburgo há cercca de 6 anos. A resposta foi a mesma.

    O que aconteceu foi LEGÍTIMA DEFESA e ponto final. A agressão era actual (apontar a arma à cabeça e sequestrar é, por si só, agressão) e era ilícita (não há penalista que não enquadre isto em legítima defesa). A acção está devidamente enquadrada com a lei vigente; tudo o resto é conversa de pseudo-intelectuais com ideias anárquicas.

    Nem a polícia não podia esperar para ver se eles premiriam o gatilho ou não. Imaginesse que o sequestrador matava o refém e no dia a seguir fosse notícia que o GOE tinha tido os sequestradores sob mira mas nada fez. Era um escândalo.

    O JM fala assim porque não sai de volta do computador e perdeu um pouco a noção da realidade. Porque se o JM estivesse no lugar dos sequestrados não cantava esta música. Pimenta no rabo dos outros é refresco…

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  339. Filipe Guimaraes permalink
    9 Agosto, 2008 13:46

    Eu só me pergunto o que é que as mesmas pessoas que agora afirmam ter sido um excesso por parte da polícia disparar sobre os assaltantes que estavam com armas apontadas á cabeça de pessoas inocentes, que ganham a vida de forma honesta, que nada fizeram para serem colocadas nessa situação, caso essas mesmas pessoas fossem suas familiares, pai,mae,irmao etc, ou mesmo se um dos assalantes tivesse disparado sobre um refem! Aí, os polícias “levavam” com mais críticas duras, e nesse caso até justificadas, pois em vez de dispararem sobre o assaltante o assaltante dispara sobre o refem. Preso por ter cao e por nao ter! è incrivel como é que ha gente que ainda vem criticar a atitude da nossa policia que salvaguardou os refens sem qe nada lhes tivesse acontecido! PARE-SE DE VITIMIZAR OS CRIMINOSOS! Ninguem obrigou os dois individuos a assaltarem o banco, fizeram no de livre vontade e com consciencia do que estavam a fazer, nao eram malucos, estavam conscientes do qe estavam a fazer, qeriam dinheiro facil, e tiveram o desfecho q tiveram. È sempre lamentável a perda de vidas humanas, claro que o é, mas a perda de vidas inocentes na minha óptica ainda é mais. Têm que haver mão mais pesada por parte da justiça, cada vez mais os criminosos sentem se intocáveis nao por parte da nossa policia mas sim pelos tribunais, ou menos desta vez fez-se justiça!
    E como já vi alguem a dizer, já era dos policias que dispararam, serem condecorados no 10 de julho!

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  340. Contador de Histórias permalink
    9 Agosto, 2008 15:13

    Nunca
    O Estado deve, pelo contrário, tudo fazer para preservar a vida dos seus cidadãos, de quem nele vive, seja ou não natural desse Estado.
    Através de governantes mal formados, de vez em quando arroga-se o direito não só de matar rápida e violentamente, como o de ir causando, lentamente, a morte aos habitantes, quer através das forças policiais, em actos de verdadeiro desespero de causa, em demonstrações de propaganda…
    Não se delega em nenhum eleito o deireito de matar seja em que circunstância for, mas sim o de defender e salvaguardar os Direitos consagrados na Magna Carta dos Direitos Humanos que se esquecem existe para ser respeitada.
    Não há muito tempo Portugal foi condenado por não respeitar esses direitos, prova cabal de que não soube nem sabe fazê-lo.

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  341. termasun permalink
    9 Agosto, 2008 15:28

    Ainda bem que há casos destes para comentar, pois aqui dá para avaliar a estupidez de um povo, desde uma voz de direita atirar-se á esquerdalhada ( Nem sei bem o que é que a esquerda tem a ver com isto), os relatos jornalisticos são de uma falta de chá, vivemos para dizer mal, porque sim e porque não, PENA DE MORTE sou contra e já me manifestei contra .A não ser que alguem seja apanhado em flagrante delito violento, aí sim limpem o sarampo a essa gajada, que só cá está para gastar o dinheiro dos contribuintes, e infernizar o juizo da gente, Por exemplo um Pedófilo é apanhado em flagrante, tiro nos cornos, um bando de encapuzados assalta uma bomba de gasolina usando arma um tiro nos cornos, um gajo dá um tiro na mulher por dá cá aquela palha, ( Bêbado, ciumento, drogado) não interessa, um tiro nos cornos, tentativa de assalto a um banco fazendo refens; só foi pena aquele tiro que mandou o assaltante para o hospital não tivesse deixado o gajo logo ali estendido, alto ,espera aí ,estou a esquecer o essencial, estas situações são culpa dos desgovernos que temos tido durante 30 anos, deixaram entrar escumalha, não prenderam quem explora mão de obra ilegal, não deram educação a estes senhores e senhoras que vêem para aqui cagar postas de pescada, agora a coisa está assim ,esquisita, e vai piorar, não se resolvem estas situações de um dia para o outro mas enquanto a coisa não evolui no bom sentido, estas manobras decisões são as mais acertadas.

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  342. Mario Cruz permalink
    9 Agosto, 2008 17:17

    Bem..Se a Policia não tem a autoridade e legitimidade para poder actuar e até mesmo atirar de forma a abater assaltantes ou criminosos, será que os criminosos podem matar quem quiserem? Para se viver em sociedade existem regras a cumprir, apartir do momento que um determinado comportamento de um cidadão ponha em perigo os demais, as autoridades têm que o deter de qualquer forma de modo a proteger os demais cidadãos..Quer dizer..qualquer temos os crimnosos todos cá fora..e as autoridades lá dentro…Vamos mas é abater estes deliquentes..

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  343. 9 Agosto, 2008 17:49

    Perante este post proponho o seguinte exercicío:
    “Imaginem que quem se encontra refem é algum dos vossos familiares com quem mantém uma relação muito próxima e que estimam bastante….”
    Agora quem nao concorda com a morte dos assaltantes ponha o dedo no ar!

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  344. JoaoMiranda permalink*
    9 Agosto, 2008 18:00

    ««Perante este post proponho o seguinte exercicío:
    “Imaginem que quem se encontra refem é algum dos vossos familiares com quem mantém uma relação muito próxima e que estimam bastante….”
    Agora quem nao concorda com a morte dos assaltantes ponha o dedo no ar!»»

    Mas essa é que é a base da política de justiça que defende? Não é suposto a política criminal ser imparcial e livre desse tipo de sentimentalismo? Acha que um juiz deve poder julgar um caso em que a respectiva família esta envolvida? Que a polícia deve agir como se os reféns fossem da família?

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  345. Contador de Histórias permalink
    9 Agosto, 2008 18:21

    Incoerência do ministro

    Há dias, quando duma operação stop realizada em Gondomar, um jovem tentou escapar, por qualquer motivo, foi baleado pelas forças policiais, vindo a morrer dois dias depois num hospital do Porto.
    De imediato saiu uma Circular Normativa que impede os agentes da autoridade a atirar em perseguições policiais.
    Mas, neste caso do assalto ao BES, a circular de nada valeu, o ministro dá o dito por não dito, e dá luz verde para atirar a matar.
    Sabemos das parcerias entre o BES e a Liga de Futebol, podemos ver escrito nas costas dos jogadores BES e talvez por isso, que sei eu, o ministro dá as ordens que deu e morre um dos assaltantes, estando gravemente ferido o outro.
    O ministro mostra total incoerência e até desfaçatez, porque os valores do banco não são superiores ao valor da vida humana.
    Defendo os direitos humanos e sou contra a pena de morte. E num país que se diz civilizado, é inadmissível que um ministro se possa mostrar tão incoerente e demonstre a sua incapacidade para lidar com estes e outros actos de violência que, na maioria dos casos é provocada pelas más políticas sociais do país.
    Abrem-se as fronteiras e permite-se a entreda de tudo e de todos, porque isso – dizem – é progresso e faz parte da globalização mundial. Mas, ao mesmo tempo permite-se que deambulem por aí os indesejados em Estados pacatos e de brandos costumes como o nosso Portugal era até há pouco tempo.
    Tratasse-se de um qualquer outro tipo de assalto, de perseguição e talvez a Circular Normativa se mantivesse no activo e os agentes policiais não tivessem recebido essa luz verde para atirar a matar. Mas tratava-se do BES e era preciso demonstrar que afinal sempre existe autoridade de Estado, isto em resposta a críticas recentemente recebidas pelo governo e proferidas por Paulo Portas.
    Enfim, se se soubesse manter a coerência e a polícia nas ruas, que é o seu lugar em vez de se passearem de carro quando lhes apetece, talvez a insegurança acabasse e não acontecessem assaltos destes.
    Quanto a mim, tratou-se de mais uma demonstração de incapacidade por parte do ministro que não pode mandar matar sempre que lhe der na gana, permitindo que outros, que andam por aí, cometam crimes de corrupção e outros graves e de graves consequências e repercussões sociais.

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  346. termasun permalink
    9 Agosto, 2008 18:33

    JoaoMiranda
    A questão é que a Democracia é uma mariquice, O Politicamente correcto, mas cada um puxa a brasa á sua sardinha,e depois não sai nada de jeito, não se faz nada, ou se faz muito pela vida, O que interessa os refens, primos ,irmãos isso não interessa.
    Ladrão vai a fugir com uma arma na mão depois de um assalto!… Atira Nele, O problema é que as polícias antigamente usavam e abusavam da força e do poder, e ainda, vai havendo aí alguns casos.
    Então deliberou-se retirar poder ás policías,não fui eu ,foram os seus amigos. Agora a realidade é outra ,o crime é mais violento, o criminoso tem mais meios. A Policía tem mais educação e cultura, temos de lhes dar instrumentos para que possam ser mais eficazes,não sou a favor da guerra pela paz, e tambem temos o caso do brasil muita força gera força contrária etc,etc.
    Nunca deveremos pôr em causa, os perigos a que as sociedades hoje estão sujeitas, vivemos esta realidade , não outra!………..

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  347. paulo silva permalink
    9 Agosto, 2008 18:45

    Louvo a eficácia da polícia neste caso. Nunca é demais referi-lo. Se eu estivesse na situação daqueles reféns, e que têm filhos para sustentar, queria era que a polícia acabasse com a situação antes de eu levar com uma bala na cabeça. Se o autor do post estivesse na mesma situação, muito provavelmente pensaria o mesmo. Duvido que estivesse com pena do homem que tinha a sua vida nas mãos. Ou gritaria para a polícia não matar ninguém? Provavelmente até estaria com as calças bem castanhinhas, muito longe da calma e coragem demonstrada pelos reféns deste caso. Já vi várias pessoas com este tipo de mentalidades mudaram na vida. Só passndo pela realidade é que abrem os olhos e deixam-se de tretas como a deste post.

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  348. 9 Agosto, 2008 19:32

    Ouve um brasileiro (politico axo eu) k uma x disse… local de bandido é morto, enterrado, e de pé, para k nao ocupe mt espaço….

    Não sou dessa opinião, mas… antes morrer os criminosos que os inocentes…
    Ainda ah sensivelmente um mês, a policia apanhou um brasileiro com uma caçadeira de canos cerrados, foi perseguido das docas, ate a praça de espanha…
    Segundo ouvi, a policia mal agarrou na arma, ela disparou logo….
    Temos k ter cuidado…

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  349. 9 Agosto, 2008 19:36

    Era para vos deixar a falar sozinhos porque aqui não se aprende nada, mas decidi ainda dizer mais qualquer coisinha antes de “fechar a porta” (nem se dêm ao trabalho de responder)…

    Dinis: Vá chamar bêbado a quem lhe fez as orelhas! Não nos conhecemos. Não lhe admito nem a si nem a ninguém que me fale assim. E só o faz porque é mais um dos muitos heróis atrás de um teclado, que aqui são muito fortes, mas que se estivessem com uma arma apontada à cabeça iriam borrar-se todos e chamariam pela mãezinha!…

    Chaplin: Dizer que a criminalidade aumenta devido à subida da imigração (especialmente a ilegal) NÃO É O MESMO QUE DIZER QUE SÓ OS IMIGRANTES COMETEM CRIMES! Se por aqui não percebem isso é porque vivem num mundo virtual, de Internet, de “fumos” ou qualquer outro!

    Saiam à rua! Andem de transportes públicos! Vejam a realidade!
    O crime não tem cor, mas não é racismo denunciar as étnias que esmagadoramente se dedicam a práticas ilegais! Isso não é dizer, repito, que só eles o fazem! Mas quem aparece nas “Quintas das Fontes” de Portugal?!!! Eos Polícias assassinados nos últimos anos?!!! E o “arrastão”?!!! Ops… Não houve arrastão… Não eram 500… Eram menos… Já não houve arrastão…

    Acordem! Deixem-se de moralidades pacóvias, de tolerâncias utópicas!

    A PSP agiu bem naquele caso! E de assuntos de Polícia percebe a Polícia! Não percebem meia dúzia de criancinhas que fumam demasiadas substâncias “psicotrópicas” (adoro este termo para definir DROGAS!!!!) e que vêm para aqui largar diarreia verbal sem saber do que falam!~E não percebem também a meia dúzia de velhinhos “anti-fascistas” (???!!!!!) que com a babinha ao canto da boca, vêem fantasmas por todos os lados!

    Passem bem!

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  350. Tímido permalink
    9 Agosto, 2008 23:57

    Sr. Miranda, não se deixe intimidar por este bando de assassinos decidido a fazer fogo de barragem sobre o seu blog. Nós sabemos – sei eu e sabe o senhor – que nestas situações manda a prudência que se aguarde pela execução do primeiro refém, a fim de podermos avaliar das verdadeiras intenções dos sequestradores. E se ainda assim dúvidas houvesse quis a sorte que existissem não um, mas dois reféns, tornando possível fazer um «double check»…

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  351. 10 Agosto, 2008 02:25

    O DIREITO DE MATAR

    Artigo lúcido, onde sobressai em pleno a defesa dos Direitos Humanos num Estado de Direito, que todos os outros comentadores esquecem, e que numa outra circunstância qualquer lhes pode bater à porta.
    Parabéns ao João Miranda – “Os caniches ladram e a caravana passa!”

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  352. 10 Agosto, 2008 03:14

    Concordo inteiramente com a decisão de atirar a matar. Chega de deixar este pais entregue ao crime. Queixam se que isto é uma republica das bananas? A policia, esperou e esperou… é óbvio que não podia permitir que os delinquentes levassem a bom porto a sua tentativa de fugirem, muito menos com reféns…
    Ao mesmo tempo serve como elemento dissuasor e relembrar a possíveis infractores, das possíveis consequências de quebrar a lei.
    As leis existem por alguma razão… As medidas são pré pensadas….
    Os militares portugueses são letrados e de níveis de escolaridade e educação dos mais elevados do mundo, o seu próprio treino foca muito esse tipo de decisões.
    Agradeçam mas é de em Portugal, pelo menos neste aspecto as coisas estarem bem.
    E o sniper, em vez de criticas devia receber era louvores.
    Que nunca nos falte homens assim em Portugal!!

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  353. OLP permalink
    10 Agosto, 2008 09:52

    Perante este grande numero de opiniões proponho o seguinte exercício.
    Caso os ditos e alegadamente emigrantes, ( nao digo a nacionalidade pq é xenofobia), tivessem desviado uma avioneta de Tires e atirado sobre a casa da Ana,( isto tudo a mando do bush e cia, claro) quantas Guantanamos (Berlengas)teriam os portugas criado?

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  354. 10 Agosto, 2008 11:32

    O Estado não tem o direito de matar. Em alternativa, o Governo tem o “direito” de matar esgotados todos os meios disponiveis para evitar o inevitável. Foi o caso do BES.

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  355. Asdrubal Andrade permalink
    10 Agosto, 2008 14:43

    No passado dia 5, a PSP do Porto fez anunciar a detenção de um indivíduo suspeito de ter cometido mais de duzentos crimes de roubo e burla com carros topo de gama. Tudo ascenderia a mais de meio milhão de euros. Os crimes tinham sido cometidos em todo o Grande Porto, tal como em Braga e Guimarães.
    O que confirma que a nossa polícia sabe trabalhar. Mas há umas coisas que me matraqueiam a cachimónia, já que todos sabemos do que se passou com a ponte Hintze Ribeiro em Entre-os-Rios, com o Clube Boavista com as obras públicas e constantes derrapagens de centenas de milhões, que mais não ocasionam que uma ou outra demissão que de imediato é tomada por “Grande Demonstração de Dignidade!!!”
    Todavia, os causadores da desgraça alheia, como no caso daquele clube portuense, como no caso das derrapagens.., como nos casos de corrupção sobretudo a de colarinho branco, que de imediato levam à mudança de cor das camisas usadas pelos meninos bem comportados e geralmente amigos dos seus amigos políticos, que de imediato abonam a boa conduta deles e afirmam tratar-se de um mero acidente de percurso, mantêm em silêncio a maioria dos cidadãos que são os mais lesados.
    No caso do BES e do assalto de que foi alvo, um ministro dá luz verde à atitude de aturar a matar sobre os ditos assaltantes e sequestradores.
    A justiça é representada por uma estátua duma mulher vendada e com uma balança bemequilibrada numa das mãos.
    Para uns, a venda mantém-se bem apertada e mantendo a “senhora sem poder ver. Para outros, parece que levantam a venda e que a “dama” pode ver nitidamente a cara do cliente, que se mantem na mais pura, tanto quanto obscura, impunidade.
    Um criminoso deve ser punido. Dois criminosos também, de igual modo pela mesma justiça que cegamente pune um. Ora, o ministro em questão nem é juiz nem ministro da justiça, para a exercer pelas próprias mãos ou pelas mãos dos agentes das forças policiais.
    Detenham-se os criminosos, julguem-se de acordo com as leis vigentes, mas não se arrogue um ministro o direito de condenar seja quem for à morte.
    Penso que é chegado o momento de dizer sinceramente ao ministro que basta e que se não sabe o que fazer, tire umas longas férias…

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  356. Isabel Mestre permalink
    10 Agosto, 2008 14:57

    De facto, quem tem o direito de matar? E quem tem o direito de manter reféns pessoas inocentes para roubar um banco? Quem tem o direito de mantê-las presas com uma arma apontada à cabeça? O seu texto dá-me a sensação de profunda inversão dos valores, onde os polícias é que são os maus da fita e os ladrões são uns pobres desgraçados, vítimas da sociedade.
    Para a polícia ter tomado aquela decisão, é porque devem ter achado que seria a melhor solução do caso. Não se sabe qual seria a reacção dos ladrões caso os polícias atirassem só para ferir. Poderia acabar numa tragédia maior e nesse caso, os polícias seriam massacrados porque não tinham atirado a matar e tinham ‘deixado’ que os ladrões se tornassem em assassinos.
    É sempre muito fácil falar, comentar e criticar as acções políciais, quando se está de fora. Fica muito bem defender os direitos humanos dos criminosos. Mas quem fala assim, é porque nunca esteve numa situação em que o poder de matar está do lado duma pessoa descontrolada e não se sabe como vai reagir.
    Também sou contra a pena de morte, mas defendo que o cidadão comum deve ter a sua vida assegurada por uma polícia legítima e actuante.

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  357. 10 Agosto, 2008 15:18

    matar? quem pode matar? quem matou foi a política. Veio logo um ministro elogiar a polícia. Este senhor veio elogiar a acção. Em minha opinião é reú. Se calhar, como andam as coisas em Portugal foi o que deu ordem para matar na primeira oportunidade, só para fazer crer que exerce autoridade.
    Há possibilidade de neutralizar pessoas sem matar. Aqui, estou de acordo que o Estado matou quando deve defender a vida.
    Exercício de autoridade não é matar, é ecercer a autoridade para ser julgada por quem deve julgar.

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  358. 10 Agosto, 2008 17:02

    Será que está tudo Maluco? Não senhor a policia não pode matar, mas o cidadão comum pode ser morto, assaltado, violado e não se passa nada. É isso que está correcto?
    Em nome dos direitos Humanos chegou-se a um ponto em que os únicos que são constantemente protegidos são os criminosos. Chega, Já ninguém consegue andar na rua descansado, e pior do que isso é que as nossas cidades tornaram-se mais perigosas do que outras grandes cidades Europeias, há que dar a volta a isso.
    Não sou apologista do que se passou, mas alguma coisa tem de ser feita. E a policia em vez de andar armada aos cágados com o cidadão, que faça o seu trabalho com os criminosos. E que a justiça ajude.

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  359. Julio Carvalhais permalink
    10 Agosto, 2008 17:29

    Obrigado ao Goe, pelo professionalismo demonstrado e pela segurança transmitida ao comum cidadão.
    Os nossos politicos deviam por os olhos em Itália e em Berlusconi, que veda as fronteiras aos parasitas e criminosos, connosco dvia ser o mesmo , mas os acordos com O vermelho Lula, colocou de gatas Portugal.
    Bravo-zulo, para a força…

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  360. permalink
    10 Agosto, 2008 19:45

    “Perante este post proponho o seguinte exercicío:
    ‘Imaginem que quem se encontra refem é algum dos vossos familiares com quem mantém uma relação muito próxima e que estimam bastante….’
    Agora quem nao concorda com a morte dos assaltantes ponha o dedo no ar!”

    Olé!
    Falar com o cú na cadeirinha do escritório é muito fácil…

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  361. 10 Agosto, 2008 19:59

    O DIREITO DE MATAR

    Volto a perguntar: será que existe? Está escrito onde? Particularmente num caso isolado estando em risco a vida de 2 reféns, não se prova que estivessem esgotados todos os argumentos que levassem os criminosos à rendição?
    A polícia revelou que atraíu os sequestradores à porta para que os snipers os tivessem sobre o alvo. Crime premeditado. Por um ministro que quer mostrar trabalho feito.
    Os GOE têm de actuar assim. Foi para isso que foram “ensinados”.
    Mas meus caros senhores lembrem-se do precedente que o caso BES abriu.
    Qualquer dia, um de vós está no meio de um grupo, em risco, e de repente pode levar com um balásio que… era para outro.
    Não é só bonito falar nos DIREITOS HUMANOS, é preciso defender a sua essencia. A insegurança está patente neste país exercida por todos os cidadão, inclusivé nacionais.
    Mas os estrangeiros estão cá porque lhes abriram as portas de par-em-par sem se precaverem de fechar as janelas…
    Porque nesta história – como em outras, muita coisa ficará por contar.
    Se puderem dêm uma olhadela a http://algarve_reporter.com – “”Dois tiros resolveram o drama”
    Da discussão nasce a luz.

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  362. Álvaro Rocha permalink
    10 Agosto, 2008 19:59

    O ESTADO deverá intervir, sempre que o cidadão comum, pagador de impostos e de cadastro limpo esteja com a vida em perigo, como foi o caso.
    Se tivesse sido consigo ou com algum dos seus famíliares, certamente não teria escrito essas linhas.
    Portugal está a ficar o caixote do lixo do Mundo…..já não basta o que temos de aguentar cá dentro, ainda temos de aturar o entulho importado, assim sendo “UMA BALA, UM HOMEM” é o mais acertado, já que eles estão “doentes” os nossos GOE são a “cura”.

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  363. Lololinhazinha permalink
    10 Agosto, 2008 20:03

    1. Não li os comentários.
    2. Obviamente o que aconteceu não é comparável à pena de morte que tem por objectivo punir o crime quando este já está consumado e a pessoa já não é uma ameaça.
    3. A lógica da punição de crimes não obedece em nenhum mundo civilizado à mesma lógica da prevenção de crimes.
    4. Gostava de saber o que se diria por aqui se os reféns tivessem sido assassinados pelos sequestradores.
    5. Dito isto, ás vezes é necessário tomar decisões difíceis. Depois de tantas horas de negociação, havendo, como houve, oportunidade de intervir (poderia não voltar a haver essa oportunidade) foi tomada a decisão que pareceu a mais lógica.
    6. Para quem defende que foi só um assaltozinho, convém lembrar que foi um sequestro com reféns.

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  364. 11 Agosto, 2008 01:10

    se fosse a sua irma ou a sua mae naquela situação, aposto que não diria essas babuseiras! tenha vergonha!

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  365. 11 Agosto, 2008 11:18

    Mas, o que é isto?
    Alguns escrevem a dizer, quase que o Estado é o assassino?
    Mas, que linguagem vem a ser esta?
    Invocam-se os direitos humanos para sdedfender assassinos, e que, o deixam de ser, pelo facto de o Estado (qual assassino?) mandar responder à polícia especial para atirar para matar, pois, caso contráruio seriam mortos dois inocentes?
    Deixem de apregoar os direitos humanos, quando estão a defender elementos nefastos a uma sociedade, que o próprio estado tem olhado conm uma certa clemência!
    A hipocrisia está a prevalecer em defesa dos mais fortes que dominam tudo e todos. E, até são assassinos!
    Devedmos amar o próximo, mas sempre contra a violência, pois, existindo esta, o troco não é o melhor conselheiros, mas, para evitar pior mal, replique-se para sanar tal mal.
    Respeitar os brasileiros, pois este caso, não se pode avaliar como generalidade. Por cá também há assassinos e injustiças encobertos, muitas das vezes protegidos pela “justiça” que temos!

    AMAR O PRÓXIMO

    Se há uma forma de pensar,
    De pensar na humanidade,
    Na humanidade é criar,
    Fontes de mui felicidade.

    A felicidade criada,
    É bem uma fonte de amor,
    Que deve ser bem consagrada,
    Ao semelhante com mui ardor.

    Afastando o egoísmo,
    Existente nas nossas mentes,
    Sem algum facciosismo,
    Mas do amor gerar sementes.

    Os espíritos elevando,
    A nível muito superior,
    O semelhante bem amando,
    Desde o nosso interior.

    As quezílias são desgraça,
    No mundo a se evitarem,
    Antes conquistar-se a graça,
    De no mundo bem se amarem.

    Sílvio Teixeira (Lívios)
    2008/08/03
    VILA REAL – PORTUGAL

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  366. 11 Agosto, 2008 11:23

    Mas, o que é isto?
    Alguns escrevem a dizer, quase que o Estado é o assassino?
    Mas, que linguagem vem a ser esta?
    Invocam-se os direitos humanos para dedfender assassinos, e que, o deixam de ser, pelo facto de o Estado (qual assassino?) mandar responder à polícia especial para atirar para matar, pois, caso contráruio seriam mortos dois inocentes?
    Deixem de apregoar os direitos humanos, quando estão a defender elementos nefastos a uma sociedade, que o próprio estado tem olhado com uma certa clemência!
    A hipocrisia está a prevalecer em defesa dos mais fortes que dominam tudo e todos. E, até são assassinos!
    Devemos amar o próximo, mas sempre contra a violência, pois, existindo esta, o troco não é o melhor conselheiro, mas, para evitar pior mal, replique-se para sanar tal mal.
    Respeitar os brasileiros, pois este caso, não se pode avaliar como generalidade. Por cá também há assassinos e injustiças encobertos, muitas das vezes protegidos pela “justiça” que temos!

    AMAR O PRÓXIMO

    Se há uma forma de pensar,
    De pensar na humanidade,
    Na humanidade é criar,
    Fontes de mui felicidade.

    A felicidade criada,
    É bem uma fonte de amor,
    Que deve ser bem consagrada,
    Ao semelhante com mui ardor.

    Afastando o egoísmo,
    Existente nas nossas mentes,
    Sem algum facciosismo,
    Mas do amor gerar sementes.

    Os espíritos elevando,
    A nível muito superior,
    O semelhante bem amando,
    Desde o nosso interior.

    As quezílias são desgraça,
    No mundo a se evitarem,
    Antes conquistar-se a graça,
    De no mundo bem se amarem.

    Sílvio Teixeira (Lívios)
    2008/08/03
    VILA REAL – PORTUGAL

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  367. Maria permalink
    11 Agosto, 2008 15:14

    Para mim a policia serve para proteger pessoas inocentes e não salvar pessoas, isso é a função de médico, lamento, mas já passei por situações de assaltos e aos criminosos a lei não lhes permite colocar uma arma apontada a mim, só porque não estão bem na vida, não tem também o direito de me matar e quando isso é colocado em causa só eu como cidadã que exigo que atire a matar quem me coloca em perigo. Não preciso de Juiz nenhum. Se eu estivesse no lugar das famílias dos reféns teria feito essa mesma exigência que colocassem um fim no sequestro. Fala assim e comenta a defender quem nunca passou por uma situação idêntica, pode ser que um dia sejam postos à prova e depois veremos se uma força policial não tem a competência para tal. quando se fala no Estado, deveria pensar-se que um estado de direito não deve proteger criminosos, mas sim defender pessoas inocentes é assim que deve ser colocada a questão. Este era um caso notório em que não era necessário um Juiz para decidir, mas sim uma equipa altamente especializada e com prática de terreno para tormarem decisões, até podem ser erradas, mas alguém as tem de tomar, mas felismente alguém tomou a decisão certa para uma mãe de três crianças de idade inferior a 5 anos e para um pai com um bébe em casa e que nada contribuiram para aqueles acontecimentos, apenas estavam na hora errada no sitio errado.

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  368. Carlos Rui permalink
    11 Agosto, 2008 15:25

    “para um ateu a vida não vale nada”
    Entre tanta idiotice, esta e o climax das idiotices. Nao sera uma contradicao? Para um ateu a vida vale tudo, pois nada existe para alem da vida.

    Epa estamos a falar da vida dos outros nao da propria vida ahahaha.
    Para um ateu a vida sem ser a dele não interessa para nada, porque não existe nada além da vida. Um vazio. Um vazio o julgará pelos crimes praticados e para ateu nada o julgará.
    Ele so teme a vida dele, a dos outros nao quer saber.

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  369. Maria permalink
    11 Agosto, 2008 15:55

    Vejo aqui pessoas a colocar em causa o papel da policia, inclusive a dizer que os responsáveis da goe é que não quiseram aceitar a rendição dos sequestradores que impuseram condições, e que eram essas ou nenhumas (quase deram a entender isto mesmo)bom não atentem contra a minha pessoa, não chamem de estúpidos aos Portugueses, tenham dó, os sequestradores queriam render-se, certo, mas levavam o saco do dinheiro com eles? isso cheira a rendição? uma arma apontada à cabeça de um refém isso chama-se rendição? a reacção do tiro de pistola após um dos sequestradores ser morto, isto chama-se rendição? A rendição não é colocar as mãos no ar e pedir para se renderem? Volto a repetir, quem já passou por situações idênticas às minhas perguntas responde-se Estes homens estavam preparados para tudo, estavam inclusive, numa situação limite que preferiam serem mortos que a renderem-se, portanto, poupe-nos com ideias falsas e de ignorância, chamo de ignorância porque a atitude destes sequestradores é que estavam preparados para tudo.Aliás já houve familiares que disseram isso mesmo, portanto, enquanto portuguesa, exigo que se protega os inocentes. Já agora existe aqui quem coloca a questão de uma policia ter tomado a decisão sem que a mesma viesse de um tribunal, então um juiz tinha mais poderes sobre a vida do que quem estava no terreno e preparada para actuar nestas situações? pois é que nenhum juiz o iria permitir, pois não existe a pena de morte em Portugal, eu considero que uma equipa treinada tem mais capacidade para decidir do que um juiz, aí sim é que eu seria contra, um juiz tomar uma decisão que seria juridica e sem qualquer conhecimento técnico de intervenção e de defesa de inocentes. Continuo a afirmar, um estado só é de direito quando os interesses de inocentes são colocados à frente dos interesses dos criminosos.

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  370. Tiago permalink
    11 Agosto, 2008 16:23

    O grave é que a policia desde o inicio de 2008 atira á cabeça e não a outras partes do corpo! isto é grave! e mais grave ainda é dizer que há sucesso em operações com mortos… enfim… PORTUGAL é o nome deste país em que confio para um futuro melhor mas que é cada vez menos sério com estas atitudes da policia e que com certeza vêm por ideia de forças superiores (Ministério da Administração Interna e José Socrates) Uma vergonha

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  371. Anónimo permalink
    11 Agosto, 2008 17:24

    sempre que cidadãos inocentes, sérios e trabalhadores tiverem o direito de não morrer.

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  372. Serafim permalink
    11 Agosto, 2008 17:39

    Vamos supor… vamos imaginar… que se tratava de um familiar que estava na posse dos sequestradores…
    Eis uma reacção característica de quem não acredita no poder da mediação, quem não acredita no poder de persuasão e se mete, de cabeça, nas malhas do mais fácil que é matar o delinquente que, no fundo, é um ser humano com iguais direitos a uma sociedade mais justa para todos.
    “Sempre existiu a criminalidade, a marginalidade, a desordem social e sempre existiu a polícia para a sua manutenção!”
    A polícia foi uma invenção dos poderosos para preservarem os seus direitos, mas não verem as possíveis infracções que cometam, pela simples razão de serem poderosos.
    É um facto que todos pagamos para que haja quem mantenha a ordem pública, como há médicos para avaliarem o estado de saúde dos seres humanos, sejam ou não cumpridores dos deveres cívicos. Lembremo-nos de que existem prisões e hospitais/prisões, estes para tratarem dos que infrigiram as leis.
    Os detentores do poder ficam “siderados” quando detectam estar a cair em desgraça. Logo decidem ser necessário demonstrar que se faz justiça, mesmo a mais sumária, o que vai entreter o Zé Pagode durante uns tempos e que entretanto não se preocupa com o que mais devia preocupar-se, o modo de vida que lhe é imposto.
    Quem pode considerar que um ministro tem o poder de mandar “atirar a matar?” O pior que pode acontecer a uma sociedade, é haver quem defenda o poder absoluto de um ou mais ministros. Obrigado, mas não, muito obrigado!
    Existem outros órgãos de soberania, como o presidente da República, por exemplo, a quem deve caber a última palavra no que diz respeito a uma declaração de guerra, e falo dela porque alguns falaram de guerra; nada mais.
    Um Estado de Direito Democrático não deve nem pode decretar a morte de quem quer que seja, cabendo-lhe todo o direito de, através dos órgãos próprios, fazer respeitar os direitos de todos os cidadãos, como o de viver em paz.
    Mas, que fazem os representantes máximos deste Estado que é o nosso?
    Não cumprem minimamente com as promessas feitas e solenemente declaradas antes da obtenção do voto. Logo, teremos nós, cidadãos, o direito de considerar fora de lei um governo assim? Claro que não, assistindo-nos, no entanto, o direito de o criticar dentro das normas estabelecidas pelas leis e regras da democracia.
    Curiosamente, assiste-se a uma espécie de saudosismo, por parte de alguns, dos tempos em que as ordens eram sempre as de carregar sobre “esses imbecis sem cultura”, esses “pobres diabos que de nada percebem a não ser trabalhar quase gratuitamente para os seus senhores”.
    Esse tempo já lá vai. É passado e como tal deve permanecer, no passado.
    A sociedade tem direitos que não são respeitados. Pugna por justiça, nos tribunais e não feita pela própria mão dum ministro ou de um simples agente seu, que é pago por todos nós.
    Portugal liderou os movimentos abolicionistas da pena de morte na Europa. Não podemos pretender que haja hoje alquém que possa querer retroceder às sentenças de gabinete. Os ministros de todo e quelquer governo têm por obrigação saber manter a cabeça fria e agir com seriedade sem se colocarem ao mesmo nível que o mais vil dos sequestradores.
    Deve saber fazer a diferença e não pretender imitá-los. Será apenas por acaso que os governantes se pavoneiam com a maior arrogância logo que eleitos?

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  373. 11 Agosto, 2008 19:09

    «sempre que cidadãos inocentes, sérios e trabalhadores tiverem o direito de não morrer.»

    Ó pá, eu não sou assim muito trabalhador… será que assim já perdi o direito de não morrer?

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  374. 11 Agosto, 2008 20:17

    Estimados,

    Para quem cá anda a trabalhar, leva uma vida correcta e nada deve, este tipo de acções é de louvar. Ou será que as 12/14h que trabalho por dia não devem ser valorizadas?

    Esse Sr. que morreu, não teve mais que o desfecho que procurou. Desde logo um assalto, depois fazer reféns e não negociar com ninguém, querendo a força fugir. Pena que o 2º tiro não tivesse acabado com a vida do outro. Que raio vai ele ficar por aqui a fazer? Enfim…

    Esta sociedade Portuguesa tem de perceber que acção que a policia teve foi de louvar, que não foi tomada de animo leve e que foi pensada e repensada. O direito a matar não é de ninguém, mas neste caso qual seria o desfecho? Duas pessoas trabalhadoras, com família para criar mortas? Ou dois gatunos fugirem com o dinheiro que tanto nos custa a ganhar?

    Sinceramente portugueses, pensem bem no que dizem. O que esta sociedade não tem é consciência social. Para nós faz-se polémica de tudo. Acabem com esse pensamento mesquinha. Eduquem-se.

    Por isso concordo plenamente com uso de força letal sempre que cidadãos inocentes tiverem em perigo. E o que faz falta é uma mão mais pesada neste tipo de crimes. Porque hoje em dia assaltar um banco é igual a roubar um pão para comer. O que considero uma vergonha!!

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  375. 11 Agosto, 2008 22:02

    A policia agiu bem!quando estao em causa bens juridicamente superiores (refens) o direito deve impor-se pela força

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  376. 12 Agosto, 2008 02:18

    O DIREITO DE MATAR – 3

    Tenho lido aqui coisas verdadeiramente bestiais!
    Que ilustram verdadeiramente a ignorância deste povo mesquinho, trauliteiro, pequenino, com o pézinho a fugir-lhe para a prepotência, sempre de apetência tão forte para a ditadura.
    E depois quando ela chega… choça com eles, e metem o rabo entre as pernas, desculpem: cagam-se! Coitados.
    Merdosos. São verdadeiramente aqueles que não são capazes de distinguir um Estado de Direito de um ser humano treinado para matar, seja ele sniper ou mercenário. E confundem aprendizes de ladrões com criminosos de alta estripe, como alguns dos que temos por cá cumprindo penas máximas.
    Outros escrevm : “se fosse da vossa família…”
    Claro que se fosse a nossa família, ou os nossos amigos, NÒS, eu, tudo faríamos para os salvar. Porque vem cá de dentro, dos testículos, da força (ir)racional que nos permite e concede essa fome de justiça. E mesmo não sendo a nossa família, meus senhores, TEMOS a obrigação moral de tudo fazer para salvar uma pessoa. Seja ela sequestrada ou sequestrador.
    Alguns já perceberam isso.
    Agora, aqui, estamos a falar do DIREITO DE MATAR. Sabem o que é?
    Já calculava que poucos o sabem.
    São os demagógicos, burros que nem portas de pinho massiço, e desviam a crítica para a lamexice, para o choradinho, o faduncho do desgracadinho, para fugirem àquilo que se fossem confrontados nunca teriam a coragem de fazer: defender os Direitos Humanos. Os direitos e a dignidade dos nossos semelhantes sejam eles brancos, pardos ou amarelos!
    Aposto que muitos dos que escrevem nem sabem o que é DIGNIDADE.
    Confundem uma acção em nome da Lei, onde a polícia (os GOE – animais humanos treinados para matar sem erro: 1 tiro = 1 vida), foi manobrada POLITICAMENTE nesta oportunidade para fazer pela força do tiro, um exemplo: “Vêem? É o que vos pode acontecer!” – exemplo daquilo que as autoridades não conseguem fazer nas ruas: a segurança dos cidadão.
    E esta confusão de espírito, compreende-se. A maioria destes ‘comentadores’ blogueiros, não foram educados para admitirem o direito à vida, a não ser a deles.
    Não fujam ao tema. Marrem com a cabeça nos livros, deixem de comprar os jornais desportivos ou a crónica feminina, eduquem-se, e vejam se compreendem até onde termina o direito da liberdade de matar – seja em nome do que for – e começa o DIREITO DE MATAR!!
    Quem diz que “hoje em dia assaltar um banco é igual a roubar um pão para comer”… é um pedregulho em forma de gente, um ignorante e mentecapto.
    Só o facto da maior parte dos ‘comentários’ serem anónimos, reflecte bem a estripe destes comentadores.
    Parabéns para a excepção – que confirmam a regra. Dos cobardes!
    Eles sabem quem são.
    E parabéns ao João Miranda pela oportunidade do debate (que poucos percebem).
    karfer225@hotmail.com

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  377. 12 Agosto, 2008 02:28

    O DIREITO DE MATAR 4

    Para bom entendedor, meia palavra basta!

    «O responsável pelo departamento da Polícia Judiciária (PJ) que está a investigar o assalto a uma dependência bancária de Lisboa considera que a morte de um dos assaltantes pode ter um efeito dissuasor junto de outros criminosos, noticia a Lusa.
    Em declarações à agência noticiosa, o coordenador da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) da PJ realça que o facto de um dos assaltantes ter ficado gravemente ferido e outro ter sido abatido pela polícia «pode muito bem, na insegurança violenta em que vivemos, ter um bom efeito dissuasor».

    Pergunta-se:
    E quantos inocentes por balas perdidas vão morrer pelo precedente aberto?
    responda quem souber.

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  378. 12 Agosto, 2008 02:37

    O DIREITO DE MATAR 5

    Comentário de um leitor (Eduardo) no Portugal Diário, on line:

    …”existem sempre enganos, nao sou nem nunca fui ou serei a favor de criminosos, ate porque pertenci a uma força policial, mas meus senhores, senhoras, para se justificar actos feitos pelos polícias, isto pk é indicado pelos comandantes de unidades, é utilizado sempre nos autos de noticia ou de ocorrência o seguinte: o detido tentou a fuga, ou o detido tentou atropelar, ou o detido ofereceu resistencia a detençao, ou sacou de algo que parecia uma arma etc, coisas deste genero.
    e pk, para que se justifique perante a opiniao publica e perante os tribunais as actuaçoes que sao feitas.
    quantas vezes aparece a noticia de que o individuo tentou a fuga e coitado ele ate parou a 1º e depois de ser agredido na via publica sem justificaçao e ai sim, tentou escapar das agressoes, é que é baleado.
    em 24 anos de serviço, assisti a muita coisa e coisas destas diarias de historias que tentou atropelar etc etc, so aparece a meia duzia de anos e pk? pk dantes nao havia tantas tvs, reportagens em directo etc.
    da mesma forma que o poder da policia é a mesma de a 24 anos atras.
    sabem que se forem assaltados ou atacados ate mesmo assasinados a porta de um hipermercado, ou de um bingo, seja onde for que esteja um policia a fazer gratificado a esse local ele nao atua? nao pode sair do local, o maximo que pode fazer é pegar no tlm e chamar os colegas.
    pois é … em muitas localidades na perifiria de lisboa, existe 3/4 policias de serviço por turno coitados nao podem fazer mais horas no entanto para irem fazer gratificados ja existem 10/20 policias por turno.
    por situaçoes dessas e como outras é que sai a 4 anos, pk a policia nao existe para proteger o cidadao, mas sim outros interesses.
    alias como aqui vi um comentario e com toda a razao. o que rouba para comer ou pk esta a ficar sem a casa é preso e abatido, os que roubam neste país milhares e milhoes, a policia te lhes bate a pala e os trata por sres. dr. e ate abre caminho para eles nas estradas
    alias recordo o seguinte: os acontecimentos de a dias em lisboa no BES, era prefeitamente visivel nas imagens que as armas dos assaltantes eram 6.35 ( pistolas de alarme adaptadas a bala real ) que sao menos eficazes que uma arma de ar comprimido so fazem moça ate ai uns 5/6 metros.
    e a policia falava em armas de 7,65.
    por outro lado para quem nao percebe minimamente de resgate de refens, devo de acrescentar que embora tenha sido eficaz a acçao podia ter sido um total descalabro.
    1º ao ser baleado mortalmente um, a refem que ele tinha com ele, poderia recuar e nao avançar como o fez, e ai ela tb teria sido baleada.
    2º o outro refem ao ser arrastado para o interior poderia muito bem ter sido baleado pelo criminoso.
    resumnindo a operaçao sem sombras para duvidas e isso é comentado no seio da UEP e na COE da GNR, foi em termos teoricos um fracaso.
    relembro o seguinte, no brasil, a criminalidade nao diminui por um motivo muito simples:
    os criminosos sabem que morrem, sao mortos pela policia e …. quando sao encurralados, ja que vao morrer matam os refens e o que podem de policia.
    sejamos racionais, qualquer um de nós apos o que se passou a semana passada, e hoje, numa situaçao de ter de roubar, ao ser encurralado pela policia, sabendo que vai ser alvejado e abatido, o que fazia?

    RESPOSTA SEM DUVIDAS : ABATIA OS REFENS E ATE SER MORTO DISPARAVA CONTRA TUDO O QUE SE MEXER A NOSSA FRENTE.
    COM ISTO QUERO DIZER O SEGUINTE, EM FUTURAS SITUAÇOES O QUE VAI APARECER NAS TELEVISOES NOS JORNAIS ETC, É EXACTAMENTE ISSO ” CRIMINOSO ANTES DE SER ABATIDO PELA POLICIA MATOU 4/5 REFENS E 3/5 POLICIAS ” e oxala que nao, mas infelizmente iremos ver muitas noticias destas.»

    Comentários para quê?
    É um ex-políca português!

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  379. 12 Agosto, 2008 08:10

    Este tema sempre será polêmico, tudo o que se disser será óbivio, ou, como dizia um advogado amigo meu, cada caso é um caso, a polícia sempre deverá ter o direito de agir de acordo com as circunstâncias porém com moderação, responsabilidade.

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  380. V.C.I. permalink
    12 Agosto, 2008 19:03

    Então a solução para karfer225 seria que os polícias, vendo os criminosos com pistolas apontados a dois reféns, deviam retirar ordeiramente e em silêncio, por forma a não os perturbar? Ou devia um estafeta, sob bandeira branca de téguas, entregar um pedido de desculpas assinado pelo presidente da republica, bem como um cheque-vale em branco descontável em qualquer balcão dos CTT, por forma a pagar aos criminosos por qualquer trauma anterior causado pela sociedade, as forças de segurança, algum trauma de infância, a namorada ou outra desculpa que pudessem invocar para ter chegado aquele acto? Estaria bem assim para si?

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  381. 12 Agosto, 2008 22:12

    O anónimo V.C.I é 1 brincalhão, e candidato com futuro na ‘stand up comedy’!!

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  382. ocaloc permalink
    19 Agosto, 2008 02:01

    é tudo muito discutivel

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  383. 20 Agosto, 2008 19:30

    Sinceramente… não sei o que é mais hilariante, se o artigo ou alguns comentários que aqui vejo escritos…
    Mas alguém se convence que uma situação destas vai com palavrinhas mansas?
    Um atirador furtivo é treinado para agir à melhor oportunidade de tiro e fá-lo após ter ordem clara para tal.
    Por norma, na altura em que tem posição de tiro – e existindo tempo -, ele confirma a sua posição e dispara à ordem.
    Depois, vejamos: a ideia não é evitar tiroteio e mortes, de um ou outro lado?
    Isso é possível apenas se o lado prevaricador pousar a arma, de outra forma, nem pensar.
    Eu acho que anda aqui gente a pensar em países das maravilhas, quando a situação é completamente diferente.
    Claro que é novidade. Claro que é chocante. Claro que é espectáculo.
    Vão-se habituando.

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  384. fff permalink
    20 Agosto, 2008 21:27

    O senhor parece-me tolo.
    O senhor, estou certo, se fosse familiar do ourives que hoje levou 2 tiros na cabeça a TRABALHAR, deixava-se de tretas e vinha baboseirar em sentido contrário.

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  385. 21 Agosto, 2008 11:44

    Eu acho bem: são menos dois brasileiros. Pode ser que aprendam e se deixem ficar na terra deles. Quanto às brasileiras, acho que podem continuar a vir para cá.

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  386. Joao permalink
    24 Agosto, 2008 17:00

    Mas ha alguem que se limite a perguntar a este iluminado: Então qual a solução?

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  387. Joao permalink
    24 Agosto, 2008 17:12

    O senhor Karfer225 comete mtas imprecisões. A primeira é logo sobre uma arma 6.35 e aquilo que ela representa. Pode em mtos casos ser bem mais letal que uma 9mm pelo seu poder perfurante e não derrubante como deverá saber tendo sido polícia. Além disso não precisam de ser armas de alarme adaptadas, podem ser 6.35 de nascença. No assalto em causa encontrava-se uma 6.35 e uma 7.65, proibidas a civis, como saberá também. Por fim, se a senhora fosse para trás depois do disparo a unica dificuldade era a entrada imediata pq na direcção desse meliante não foi disparada qualquer munição além da que o matou. O crime no Brasil não diminuiu mas o conhecido BOPE passou a ter êxito no resgate de reféns com vida…DESDE QUE O GOE FEZ TREINO CONJUNTO COM ELES AINDA NO BRASIL… E esta, hein? Passaram de 100% sequestradores mortos + 20$ vitimas vivas, para números bem mais próximos do êxito total. Informemo-nos.

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