Operação de combate à criminalidade apanha pilha galinhas
30 Agosto, 2008
GNR deteve 53 pessoas em operações na Região Centro
A GNR de Coimbra anunciou a detenção de 53 pessoas na madrugada de hoje, no âmbito de uma operação de combate à criminalidade realizada em cinco distritos da Região Centro abrangidos pela Brigada Territorial nº5.
[…]
Das 53 detenções efectuadas, 44 deveram-se a condução sob o efeito de álcool, cinco foram por falta de habilitação legal para conduzir veículos, dois por posse e tráfico de estupefacientes, um por posse ilegal de armas e outro por situação ilegal no país.
51 comentários
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Vá lá que eram pilha-galinhas e não “inocentes”, não é JM?
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Já não é mau, embora seja trabalho em boa parte para tentar projectar a ideia de que andam a tentar apanhar os piores.
Rusgas sistemáticas, prédio a prédio (quarteirão a quarteirão) daria mais resultado. O pó esfumar-se-ia pelo esgoto, de qualquer forma, mas ao armamento seria mais difícil.
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Isto é mais folclore e caça á multa…
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Não há direito que as polícias andam a incomodar as pessoas.
Mas cá está o JM para defender os perseguidos pela sanha pidesca da GNR.
Valha-nos ao menos isso!
Nem tudo, afinal, está perdido: há uma luz ao fundo do túnel para os assaltantes armados e sequestradores. O Miranda vela por eles.
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Foi noticiado que numa destas rusgas foram detidas duas pessoas e apreendida uma arma branca. Agora até já nos levam as facas da cozinha.
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Quanto ao aumento dos juros nas pretações à habitação, a polícia apanhou algiuma coisa?
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Quando esteve em Portugal o republicano Rudi Giugliani dos nossos queridos EUA deu alguns conselhos como prevenir as ondas de criminalidade. Seria bom para o JM conhecê-los
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««Quando esteve em Portugal o republicano Rudi Giugliani dos nossos queridos EUA deu alguns conselhos como prevenir as ondas de criminalidade. Seria bom para o JM conhecê-los»»
O que é que ele disse sobre rusgas para mostrar serviço?
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CD,
Nem mais: RGiugliani, que por algumas vezes dele me lembrei desde esta onda de assaltos-com-vítinas (o que Mr.JMiranda parece menosprezar), limpou Nova Iorque do banditismo de rua, e de que maneira !
Mr. João Miranda,
Informe-se sobre Nova Iorque antes, durante e depois de RGiugliani.
Vc. não percebeu ? Simples: dureza sobre assaltantes e assassinos ! Protecção aos cidadãos em geral.
(Eu, por acaso, conheci e conheço todas estas fases).
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Normal, amigos.
O resto é conhecido mas está guardado. Queriam o quê? O fim desta República?
Abraço,
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Mr. João Miranda,
Vá ao blog Portugal dos Pequeninos e leia o recente post de João Gonçalves sobre o excelente resumo de Paulo Portas face a esta “onda” de assaltos.
Assaltos-com-vítimas, naão se esqueça, Mr.JM.
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««Informe-se sobre Nova Iorque antes, durante e depois de RGiugliani.
Vc. não percebeu ? Simples: dureza sobre assaltantes e assassinos ! Protecção aos cidadãos em geral.»»
Foi o Rudi Giugliani que inventou essa brilhante ideia? E como é que ele distinguia uns dos outros?
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Mas ainda não percebi como é que as ideias do Rudi Giugliani encaixam em rusgas cuja única função é dar uma ilusão de que a polícia actua. Eles agora chamam “operação de combate à criminalidade” àquilo que eram operações de trânsito.
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Bem haja!!
Parece que as minhas prezes foram ouvidas: http://planetaspolitik.blogspot.com/2008/08/isto-s-que-mais-vezes.html
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Mr. João Miranda,
Muito melhor do que eu, os factos novaiorquinos o elucidarão. Informe-se sff.
Foi RGiugliani que, conjuntamente com peritos em criminalidade, mais polícias (certamente Vc. sabe que há nos USA diversos departamentos policiais), mais entidades representativas da cidade, mais representantes de comunidades, mais, mais, começou e resolveu o problema.
Vc. pergunta, ingenuamente ou por provocação: (…)”E como é que ele distinguia uns dos outros ?” Ora, caro MR. JMiranda, pergunta de escuteiro, esta…
Mas informe-se sobre os períodos antes, durante e post RGiugliani.
Ou sobre o “ambiente” em New Jersey, Newark, etc, post influência de ideias e de práticas de RG.
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Errata:
terceiro parágrafo, “começou a resolver o problema”.
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Não é piada. O Giugliani há uns anos deu mesmo em Liboa um colóquio sobre segurança nas cidades.
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CD,
Essa conferência/comunicação ocorreu há cerca de 2 anos.
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E a essa conferência/comunicação de Rudy Giugliani, assistiram também “autoridades” portuguesas !
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Ainda não percebi de que forma é que uma operação de controlo de álcool no sangue e caça à multa se enquadra nas ideias de Rudy Giugliani.
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83% das detenções foram por efeito do alcool.
Deve ser um cheirete nas esquadras, depois da apreensão dessa gente.
Se calhar alguns até vomitam para cima do comissário.
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Oh Mr. JMiranda !
Nunca ouviu a frase, “as conversas são como as cerejas” ?
Vc. só responde “hermeticamente” ao sentido dos seus posts ? — olhe que não, olhe que não…
Rudy Giugliani veio “à baila” (e muito bem) pelo comentador CD,7, a propósito deste seu post. E eu, por diversas ocasiões, após o assalto em Campolide, recordei-me de RG em Nova Iorque e hoje trouxe o caso novaiorquino aqui.
Insisto: informe-se sff sobre esses períodos em NYC.
Sintetizando — “porrada” (sem contemplações) neles !!!
Vc. não sabe que a pequena criminalidade é também “a base” que sustenta a mega-criminalidade ?
Vc. já leu (sugeri-lhe atrás), a síntese de João Gonçalves no blog Portugal dos Pequeninos, sobre o qual estou de acordo com Paulo Portas ?
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Mas nessas operações stop não se podem perseguir os fugitivos,por causa dos acidentes/despites,das ideias do JM e das ordens do IGAI.Então façam-se operações stop por convite, já agora o teor dos convites é elaborado pelo JM.
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Não percebo porque andam às voltas com o Giuliani e não dizem a máxima sobre a qual ele ficou conhecido, que era a da janela partida. Ele defendia que ser brando com os pequenos crimes, como partir uma janela, era deixar que os pequenos delinquentes fossem evoluindo para criminosos perigosos, pelo que se deviam punir desde logo. Não me parece contudo que essa filosofia se encaixe neste tipo de operações na estrada, mas também confesso que sou absolutamente leigo na matéria.
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tancredo Diz:
“Mas nessas operações stop não se podem perseguir os fugitivos”
Claro que não. O tempo que perdem na perseguição não compensa a perca de receita que os elementos deixam de arrecadar para a Corporação Policial,E.P, se ficarem sossegados no seu posto de trabalho a emitir facturas/recibos. 🙂
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Anónimo
30 Agosto, 2008 às 5:05 pm
As facturas/recibos que os polícias que têm competência para o fazer(sim porque há polícias que não têm essa competência)emitem,são consequência da lei.Vc DEVERIA ser um homem corajoso(contrário de cobarde)e, se não concorda criticar a AR e não as polícias.
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Acho que estas operações de nada servem a não ser arrumar areia para os olhos da populaça. As fuscas que estão em casa lá ficam, quem as tinha no carro fica ao longe pois os telemóveis são muito úteis, quem estava a beber umas cervejas continua e volta mais logo. Entretanto debica umas moelas … de galinha e bem temperadas (para fazer mais sede).
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Mau. Opá, isto até estava calmo pur aqui…
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Operações stop por convite assinado pela gentalha do costume.
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Teatro para fazer esquecer o resto.
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Calma JM… Não confunda combate à criminalidade com angariação de fundos. Esta foi uma operação deste género justamente para financiar o combate à criminalidade.
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tancredo Diz:
“As facturas/recibos que os polícias que têm competência para o fazer”
Claro que sim. Os serviços, como regra, são remunerados. Como excepção há o Estado que é a única entidade com competência legalmente (auto)atribuída para cobrar serviços sem os prestar efectivamente. Os policias, em qualquer uma das suas múltiplas designações (e como elas tem aumentado!…), são hoje apenas mais um corpo de funcionários públicos encarregues da angariação de receita.
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Quando é que começam a apanhar os gajos com “N” reformas de milhares de euros por meia dúzia de anos de trabalho?
Não se chamaria combate ao banditismo “de alto a baixo” mas sim “de alto a alto”.
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Se ainda fossem Pilha-Galinhas eu estaria satisfeito ao contrário de João Miranda. O crime combate-se parando os pequenos crimes.
“44 deveram-se a condução sob o efeito de álcool, cinco foram por falta de habilitação legal para conduzir veículos, dois por posse e tráfico de estupefacientes, um por posse ilegal de armas e outro por situação ilegal no país.”
Isto não são pilha-galinhas é gente que não cumpre um dos muitos regulamentos.
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Nao são não ( pilha galinhas).
os que assaltam de arma na mao é que são.
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Alguém me sabe dizer se, actualmente, os polícias que autuam recebem uma percentagem da multa?
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Para o JM conduzir com 1.8 g/l de sangue é pilha galinhas. Queira Deus que um “pilha galinhas” desses não lhe provoque um dissabor na vida. Queira Deus que não venha a mudar de ideias em relação a essa gente. É bom sinal.
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Se estas operações têm ou não o efeito que a polícia (e os cidadãos de bem) quer não sei. Úma coisa sei, mal não fazem. Todos os detidos cometeram crimes.
Se nesta operação foi apanhada uma arma, já foi muito boa. É menos uma arma ilegal que anda nas ruas. se 1 dia antes dos dois polícias terem morrido na Amadora, tivesse havido uma operação stop a arma do barsileiro tivesse sido apreendida, talvez (talvez porque não há certezas) os dois polícias estivessem vivos. Mas para efeitos de estatísticas só tinha sido uma arma.
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Se numa operação STOP antes dos trágicos assaltos ao ourives em Setúbal e ao alemão em Boliqueime, as respectivas armas tivessem sido apreendidas, talvez eles estivessem vivos. Mas é só mais uma arma. O que é isso?
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Estas operações são pouco eficazes contra a grande criminalidade. O problema é político e só se resolve por meios políticos. Rusgas e operações “stop” podem afagar a auto-estima da Polícia, mas apenas confirmam que há muita gente que comete pequenas infracções as quais os grandes criminosos até têm a esperteza de saber evitar.
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“Estas operações são pouco eficazes contra a grande criminalidade. O problema é político e só se resolve por meios políticos. Rusgas e operações “stop” podem afagar a auto-estima da Polícia, mas apenas confirmam que há muita gente que comete pequenas infracções as quais os grandes criminosos até têm a esperteza de saber evitar.”
Mais um estudo de um especialista.
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Pode crer.
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Na apanha da batata.
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voces minhas bestas, estão a pedir para serem atropelados, por um tipo sem carta, que vos parta a cornadura, e depois não exista seguro para vos pagar!
Um país sem qualquer vigilancia, hoje, coloca os seus cidadãos,
no maior risco! já se esqueceram do assalto ao carro da Prossegur, com equipamento militar? anda tudo a dormir!
Quando vos rebentar uma bomba nos cornos, ai vão achar, que è preciso segurança (já faltou mais, para isso acontecer) dia 11 de Stembro faz 7 anos, que as torres gemeas foram para o caraças!
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Anónimo
30 Agosto, 2008 às 6:57 pm
Peça ao BE que acabe com o EStado.Se formos para uma anarquia, não me importo por aí além.Maio de 68,sexo droga e rock in roll.
Carlos III:
A grande criminalidade que eu saiba é da responsabilidade de outra polícia.Não tente misturar aquilo que não é miscível.
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Mr. Go, já vejo que não aceita de opiniões diferentes da sua, o que me faz pensar que Vc. cumpre bem a sua obrigação: defender quem lhe dá o pão a ganhar. Felicidades.
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Mr. Tancredo: a luta contra a grande ou pequena criminalidade começa sempre por ser uma questão política. A Polícia cumpre (ou devia) o seu dever que é obdecer às ordens que recebe. Agora custa-me ver a polícia (ou as polícias) serem manipuladas apenas para iludir a opinião pública ou para fazer entrar mais uns cobres nos cofres do Tesouro. Não são precisas metralhadoras para eliminar mosquitos.
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Carlos III:
Estão definidas em lei,quais as competências de cada uma das polícias.Há bairros onde a polícia tem dificuldade em entrar,basta ser um observador atento,para perceber tal.Logo,acredito que haja necessidade de tomar uma posição de força.Segundo me dizem, poucos polícias, fardados, quando entram em certos bairros,são apedrejados e outra coisas que tais.
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Estando as competências das diferentes forças policiais definidas por lei, significa o que eu dizia: trata-se, à partida, de uma questão política que está nas mãos do Governo gerir – e a verdade é que de vez em quando o Governo altera essas leis e as polícias devem obedecer (embora possam e devam dar sempre o seu parecer técnico). Questão diferente são as tácticas para fiscalizar o cumprimento das leis, ou os dispositivos técnicos que uma operação exige. Às forças políciais cumpre essa fiscalização seja a que nível fôr. Mas fingir que as operações Stop – que até podem ser úteis, mas têm objectivos muito limitados (contraordenações) – serve para combater a criminalidade violenta é, em meu etender, atirar poeira para os olhos das pessoas.
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As últimas operações noticiadas não foram só operações stop.A tv mostrou revistas a pessoas e buscas domiciliárias.Concordo em absoluto que a táctica é da competência das respectivas polícias,embora penso que as operações stop,bem planeadas e executadas,sejam a melhor forma de combater,por exemplo, o carjacking.Como digo,estas operações não se destinam a combater a grande criminalidade, desde logo porque a competência para tal,nem sequer é destas polícias.Ninguém fique espantado com o teor político disto,porque os dirigentes de TODAS as polícias são nomeações políticas.
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“Das 53 detenções efectuadas, 44 deveram-se a condução sob o efeito de álcool, cinco foram por falta de habilitação legal para conduzir veículos, dois por posse e tráfico de estupefacientes, um por posse ilegal de armas e outro por situação ilegal no país.” nada disto é crime, por isso não pode ser chamada de operação de combate á criminalidade…
nomes… nomes.. nomes… o JM já devia saber que a polícia não prima pela grandeza dos nomes que dá às operações.
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