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Tele-Escola para políticos – O nome

10 Setembro, 2008
14 comentários leave one →
  1. caodeguarda's avatar
    10 Setembro, 2008 07:20

    alguns erros… o cherne não é de direita nem a MFL, nem sabem o que isso é, e josé socrates são dois nomes próprios… fora isso até tá bem visto…

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  2. Zé's avatar
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    10 Setembro, 2008 10:11

    muito bom, muito bom.

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  3. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    10 Setembro, 2008 10:41

    Ora aí está!… Afinal, João Miranda é de esquerda.

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  4. Desconhecida's avatar
    Goodfeeling permalink
    10 Setembro, 2008 11:03

    Confirmado. Pedro Miranda–> esquerda

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  5. Tiago Carneiro's avatar
    10 Setembro, 2008 11:13

    Isto os jornalistas não dizem. Estão feitos com o sistema que enterra o país…

    Vim aqui só para dizer que ontem soube que:

    Há uma escola onde os alunos passam com 5 negativas. Sempre. Sem ponderação.
    Com 5 passam!

    NESTA ESCOLA PASSAM COM 5 NEGAS…

    E se for a 3ª vez no 7º passam com todas.

    O resto da notícia no meu blog.

    Por esse motivo encerrei o meu blog:
    http://democraciaemportugal.blogspot.com

    Abraço
    Até sempre
    Tiago

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    10 Setembro, 2008 11:20

    João Miranda

    Esquerda?

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  7. caodeguarda's avatar
    10 Setembro, 2008 12:37

    pois… e o José Maria Carrilho ou o José Sá Fernandes? Fassístas!

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  8. tancredo's avatar
    tancredo permalink
    10 Setembro, 2008 12:52

    Só pode,com as teorias que defende…….

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  9. Minhoto's avatar
    Minhoto permalink
    10 Setembro, 2008 12:54

    João Miranda

    Anarquista!

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  10. João Pereira's avatar
    10 Setembro, 2008 13:47

    Descobri que profissionalmente sou de direita, socialmente e no mundo da blogosfera: de esquerda!
    Dá assim uma especie de centralista. Sempre ouvi dizer que no meio é que está a virtude!

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  11. Vlad's avatar
    Vlad permalink
    10 Setembro, 2008 15:30

    Só erraram numa coisa: meteram o Sócrates nos de esquerda…

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  12. anabela's avatar
    10 Setembro, 2008 17:49

    Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca demonstrou possuir uma
    ideia sobre Educação

    Aministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, tem aparecido na televisão e até no
    Parlamento, o mesmo não sucedendo ao seu secretário de Estado, Valter Lemos. É pena,
    porque este senhor detém competências que lhe conferem um enorme poder sobre o ensino
    básico e secundário. Intrigada com a personagem, decidi proceder a uma investigação. Eis
    os resultados a que cheguei.
    Natural de Penamacor, Valter Lemos tem 51 anos, é casado e possui uma licenciatura em
    Biologia: até aqui nada a apontar. Os problemas surgem com o curriculum vitae
    subsequente. Suponho que ao abrigo do acordo que levou vários portugueses a
    especializarem-se em Ciências da Educação nos EUA, obteve o grau de mestre em Educação
    pela Boston University. A instituição não tem o prestígio da vizinha Harvard, mas
    adiante. O facto é ter Valter Lemos regressado com um diploma na “ciência” que, por esse
    mundo fora, tem liquidado as escolas. Foi professor do ensino secundário até se aperceber
    não ser a sala de aula o seu habitat natural, pelo que passou a formador de formadores,
    consultor de “projectos e missões do Ministério da Educação” e, entre 1985 e 1990, a
    professor adjunto da Escola Superior do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
    Em meados da década de 1990, a sua carreira disparou: hoje, ostenta o pomposo título de
    professor-coordenador, o que, não sendo doutorado, faz pensar que a elevação académica
    foi política ou administrativamente motivada; depois de eleito presidente do conselho
    científico da escola onde leccionava, em 1996 seria nomeado seu presidente, cargo que
    exerceu até 2005, data em que entrou para o Governo. Estava eu sossegadamente a ler o
    Despacho ministerial nº 11 529/2005, no Diário da República, quando notei uma
    curiosidade. Ao delegar poderes em Valter Lemos, o texto legal trata-o por “doutor”,
    título que só pode ser atribuído a quem concluiu um doutoramento, coisa que não aparece
    mencionada no seu curriculum. Estranhei, como estranhei que a presidência de um
    politécnico pudesse ser ocupada por um não doutorado, mas não reputo estes factos
    importantes. Aquando da polémica sobre o título de engenheiro atribuído a José Sócrates,
    defendi que os títulos académicos nada diziam sobre a competência política: o que importa
    é saber se mentiram ou não.
    Deixemos isto de lado, a fim de analisar a carreira política do sr. secretário de Estado.
    Em 2002 e 2005, foi eleito deputado à Assembleia da República, como independente, nas
    listas do Partido Socialista. Nunca lá pôs os pés, uma vez que a função de direcção de um
    politécnico é incompatível com a de representante da nação. A sua vida política
    limita-se, por conseguinte, à presidência de uma assembleia municipal (a de Castelo
    Branco) e à passagem, ao que parece tumultuosa, pela Câmara de Penamacor, onde terá
    sofrido o vexame de quase ter perdido o mandato de vereador por excesso de faltas
    injustificadas, o que só não aconteceu por o assunto ter sido resolvido pela promulgação
    de uma nova lei. Em resumo, Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca
    demonstrou possuir uma ideia sobre Educação, nunca fez um discurso digno de nota.

    Chegada aqui, deparei-me com uma problema: como saber o que pensa do mundo este senhor?
    Depois de buscas por caves e esconsos, descobri um livro seu, O Critério do Sucesso:
    Técnicas de Avaliação da Aprendizagem. Publicado em 1986, teve seis edições, o que
    pressupõe ter sido o mesmo aconselhado como leitura em vários cursos de Ciências da
    Educação. Logo na primeira página, notei que S. Excia era um lírico. Eis a epígrafe
    escolhida: “Quem mais conhece melhor ama.” Afirmava seguidamente que, após a sua
    experiência como formador de professores, descobrira que estes não davam a devida
    importância ao rigor na “medição” da aprendizagem. Daí que tivesse decidido determinar a
    forma correcta como o docente deveria julgar os estudantes. Qualquer regra de bom senso é
    abandonada, a fim de dar lugar a normas pseudocientíficas, expressas num quadrado
    encimado por termos como “skill cognitivos”. Navegando na maré pedagógica que tem
    avassalado as escolas, apresenta depois várias “grelhas de análise”. Entre outras coisas,
    o docente teria de analisar se o aluno “interrompe o professor”, se “não cumpre as
    tarefas em grupo” e se “ajuda os colegas”.
    Apenas para dar um gostinho da sua linguagem, eis o que diz no subcapítulo
    “Diferencialidade”: “Após a aplicação do teste e da sua correcção deverá, sempre que
    possível, ser realizado um trabalho que designamos por análise de itens e que consiste em
    determinar o índice de discriminação, [sic para a vírgula] e o grau de dificuldade, bem
    como a análise dos erros e omissões dos alunos. Trata-se portanto, [sic de novo] de
    determinar as características de diferencialidade do teste.” Na página seguinte, dá-nos a
    fórmula para o cálculo do tal “índice de dificuldade e o de discriminação de cada item”.
    É ela a seguinte: Df= (M+P)/N
    em que Df significa grau de dificuldade, N o número total de alunos de ambos os grupos, M
    o número de alunos do grupo melhor que responderam erradamente e P o número de alunos do
    grupo pior que responderam erradamente.
    O mais interessante vem no final, quando o actual secretário de Estado lamenta a
    existência de professores que criticam os programas como sendo grandes demais ou
    desadequados ao nível etário dos alunos. Na sua opinião, “tais afirmações escondem muitas
    vezes, [sic mais uma vez] verdades aparentemente óbvias e outras vezes “desculpas de mau
    pagador”, sendo difícil apoiá-las ou contradizê-las por não existir avaliação de
    programas em Portugal”. Para ele, a experiência dos milhares de professores que, por esse
    país fora, têm de aplicar, com esforço sobre-humano, os programas que o ministério
    inventa não tem importância.
    Não contente com a desvalorização do trabalho dos docentes, S. Excia decide bater-lhes:
    “Em certas escolas, após o fim das actividades lectivas, ouvem-se, por vezes, os
    professores dizer que lhes foi marcado serviço de estatística. Isto é dito com ar de quem
    tem, contra a sua vontade, de ir desempenhar mais uma tarefa burocrática que nada lhe
    diz. Ora, tal trabalho, [sic de novo] não deve ser de modo nenhum somente um trabalho de
    estatística, mas sim um verdadeiro trabalho de investigação, usando a avaliação
    institucional e programática do ano findo.” O sábio pedagógico-burocrático dixit.
    O que sobressai deste arrazoado é a convicção de que os professores deveriam ser meros
    autómatos destinados a aplicar regras. Com responsáveis destes à frente do Ministério da
    Educação, não admira que, em Portugal, a taxa de insucesso escolar seja a mais elevada da
    Europa. Valter Lemos reúne o pior de três mundos: o universo dos pedagogos que, provindo
    das chamadas “ciências exactas”, não têm uma ideia do que sejam as humanidades, o mundo
    totalitário criado pelas Ciências da Educação e a nomenklatura tecnocrática que rodeia o
    primeiro-ministro.
    MFM

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  13. PDuarte's avatar
    10 Setembro, 2008 19:07

    Este post e o seu video despertou-me uma curiosidade:

    Agostinho Nuno de Azevedo Ferreira Lopes
    António Moreira da Costa Albuquerque
    Carlos Humberto Palácios Pinheiro de Carvalho
    Francisco José Névoa de Melo
    Inês Cristina Quintas Zuber
    João Alberto Bicudo Decq Mota
    José Afonso Teles de Figueiredo
    José Maria dos Prazeres Pós-de-Mina
    Júlio António Delaunay Filipe
    Rogério Ventura Lages dos Santos Reis
    Maria Leonor Horta Barão
    Paulo Valério Loya
    Rogério Ventura Lages dos Santos Reis
    Ruben Luís Tristão de Carvalho e Silva
    Rui Pedro de Araújo e Sá

    …garanto que estes nomes não pertencem a ninguém da Opus Dei.

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  14. anabela's avatar
    11 Setembro, 2008 03:18

    “Foi nomeado Director-Geral do Ensino Superior o nosso colega Jorge Pedreira, Prof. Auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, que exerceu as funções de Vice-Presidente da segunda Direcção do SNESup (1993-96) e de Presidente da terceira (1996-98). Quem conhece a capacidade de trabalho e brilhantismo do Prof. Jorge Pedreira, que neste Sindicato tem numerosos amigos e admiradores, sabe que o Ministério da Educação fez, com esta nomeação, uma valiosa aquisição [para ajudar a destruir a classe].”
    Impressa Sindical
    Informação aos associados Setembro de 2001
    VER EM:
    http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/09/ex-sindicaleirismo.html

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