Não desce porque é um factor de produção que afecta o preço dos refinados, quando sobe. Quando desce deixa de ser um factor de produção, passando o mercado a regular-se pele lei da oferta e da procura, como já foi várias vezes explicado neste blog. A isto chama-se mercado regulado, por reguladores, que na prática são pessoas, como o ministro da economia, o PM ou qualquer outro cidadão comum que pode mandar bitaites e dizer asneiras, como eu.
“Não desce porque é um factor de produção que afecta o preço dos refinados, quando sobe. Quando desce deixa de ser um factor de produção, passando o mercado a regular-se pele lei da oferta e da procura”… trocadilho engraçado!
As campanhas eleitorais começam cada vez mais cedo!
Agora é que vai descer, porque o Pinho já está muito arreliado:
Governo ameaça intervir se os preços dos combustíveis não baixarem nas bombas
18.09.2008 – 09h23 PÚBLICO
O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirma que “se por acaso o preço da gasolina” nas bombas não baixar ficará “extremamente surpreendido” e não hesitará em tomar medidas. Não disse no entanto quando as tomaria nem que tipo de medidas ponderava.
“Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa do consumidor”, afirmou ontem, durante uma entrevista no programa Negócios da Semana, à noite na SIC Notícias. Disse que o Governo “não hesitou na chamada ‘taxa Robin dos Bosques’, não hesitei quando não permiti o aumento das tarifas de electricidade de 16 por cento… Portanto, quando se trata de defender os consumidores e as empresas, o Governo está aqui para o fazer”, disse ainda.
Perguntem à galp se é verdade que deu há pouco tempo aumentos muito elevados de salários nas refinarias, sem os trabalhadores contarem. Estará aí a explicação, mas é preciso procurar.
Outra razão poderá ser o facto de as empresas de refinação não terem conhecimento sobre da existência de contabilidade de custos, ou tendo e praticando-a, o Estado não ter qualquer acesso à contabilidade, por se tratar de organizações privadas e/ou não participadas.
anónimo Diz:
“Em vez de venderem a gasolina abaixo do preço de mercado para irmos todos de cu tremido para o café que fica a 500m…”
Tem toda a razão. Ficamos todos ansiosamente à espera que descubram qualquer outra utilização mais prosaica para o uso dos combustíveis antes de poder colocar questões sobre o preço desse produto de ultra-luxo e sem qualquer outra aplicação prática do que tremer o cu aos milionários sem cheta para uma maquina de café expresso.
Portanto, segundo esse brilhante raciocínio, a gasolina e o petróleo DEVEM ser baratos para sempre, independentemente das condições de mercado e da sua escassez.
Caso contrário, a nossa responsabilidade é virmos todos para aqui chorar e fazer figuras de junkies na ressaca.
anónimo Diz:
“Portanto, segundo esse brilhante raciocínio, a gasolina e o petróleo DEVEM ser baratos para sempre, independentemente das condições de mercado e da sua escassez.”
Não caro anónimo. Visto que, segundo o seu incandescente argumento, só serve para “ir ao café de cu tremido” pode até desaparecer imediata e definitivamente pois poucos darão pela sua falta. 🙂
Por mim já só espero a confirmação dos prejuízos trimestrais da GALP devido ás vendas com enormes perdas que tem vindo certamente a praticar. A falência, ainda antes do final do ano, é mais do que certa. Venda já, antes que se arrependa! 😉
o que interessa na fixação do preço é a lei da oferta e da procura, mas o artigo do Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios é certamente enganador quando se fixa em apenas duas datas especificas para fazer o quadro final do artigo. A esse propósito veja isto: http://fotos.sapo.pt/d2aIUlfpPMAV8Hp3ZOaP
Esse quadro foi feito por mim para avaliar a validade do pedido da Anarec para que os preços baixassem ao níveis de Janeiro. Mas posso-lhe garantir que para os restantes períodos as diferenças não são
Liberalização e concorrência em áreas de monopólio, oligopólio e negócios infiltrados por partidos políticos são das coisas mais fascinantes da economia.
Espero que suba
Raramente ando de carro em Lisboa. Por azar, hoje levei meia hora do Campo Pequeno ao Saldanha
Haja vergonha
Felizmente que os eeuu abandonaram o capitalismo neo-liberal
Como andamos a reboque…..
É assim… quem não tem dinheiro não tem vícios… logo, toca a caminhar que até faz bem, mas esse é o menos… O problema está em toda uma economia dependente deste combustível e, assim sendo, competeria ao governo, nesta e noutras áreas fundamentais para a segurança do Estado (uma desgraça nunca vem só), mantê-las, dum modo ou de outro, sob apertado controlo. Até mesmo pela nacionalização! A bem da Nação!!!
Quem “ouvir” as explicações da Galp e outras quejandas sobre leis de oferta e procura, factores económicos, cotações do dólar e não sei que mais para explicar esta aberração, poder-se-ia convencer de que estamos a falar do preço dos pacotes de pastilha elástica. Mas não é. Estamos a falar de um bem essencial cujo controlo foi passado para as mãos de um mercado cujos interesses não podiam estar mais longe dos do país e dos cidadãos. Imagine-se, como termo de comparação, que se entregava a uma única entidade privada a gestão da distribuição de água e alimentos. Seria impensável, não seria ?
E já agora, alguém tem reparado na evolução do preço do GPL. aí acho que a coisa é muito mais séria, muito mesmo.
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Não desce porque é um factor de produção que afecta o preço dos refinados, quando sobe. Quando desce deixa de ser um factor de produção, passando o mercado a regular-se pele lei da oferta e da procura, como já foi várias vezes explicado neste blog. A isto chama-se mercado regulado, por reguladores, que na prática são pessoas, como o ministro da economia, o PM ou qualquer outro cidadão comum que pode mandar bitaites e dizer asneiras, como eu.
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Em #2 quis dizer “Não desce porque o petróleo é …”
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A análise parece razoável e lógica.
Apenas uma pergunta: verificou-se a mesma tendência relativa aquando da subida?
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Quando começarmos a consumir energias alternativas (paneis solares ou cataventos), vamos pagar impostos por consumirmos a luz do sol e o vento.
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Anónimo 2 (supra):
“Não desce porque é um factor de produção que afecta o preço dos refinados, quando sobe. Quando desce deixa de ser um factor de produção, passando o mercado a regular-se pele lei da oferta e da procura”… trocadilho engraçado!
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O sol que entra na minha janela é mesmo meu.
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As campanhas eleitorais começam cada vez mais cedo!
Agora é que vai descer, porque o Pinho já está muito arreliado:
Governo ameaça intervir se os preços dos combustíveis não baixarem nas bombas
18.09.2008 – 09h23 PÚBLICO
O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirma que “se por acaso o preço da gasolina” nas bombas não baixar ficará “extremamente surpreendido” e não hesitará em tomar medidas. Não disse no entanto quando as tomaria nem que tipo de medidas ponderava.
“Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa do consumidor”, afirmou ontem, durante uma entrevista no programa Negócios da Semana, à noite na SIC Notícias. Disse que o Governo “não hesitou na chamada ‘taxa Robin dos Bosques’, não hesitei quando não permiti o aumento das tarifas de electricidade de 16 por cento… Portanto, quando se trata de defender os consumidores e as empresas, o Governo está aqui para o fazer”, disse ainda.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1343138&idCanal=12
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A coisa até já chegou ao futebol!
Li hoje que o Deco vai começar a fazer barulho!
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Perguntem à galp se é verdade que deu há pouco tempo aumentos muito elevados de salários nas refinarias, sem os trabalhadores contarem. Estará aí a explicação, mas é preciso procurar.
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“Perguntem à galp se é verdade que deu há pouco tempo aumentos muito elevados de salários nas refinarias…”
Epá, malvados da Galp que deram aumentos aos trabalhadores da refinaria sem eles contarem, isso não se faz…tststs
Em vez de venderem a gasolina abaixo do preço de mercado para irmos todos de cu tremido para o café que fica a 500m…
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Outra razão poderá ser o facto de as empresas de refinação não terem conhecimento sobre da existência de contabilidade de custos, ou tendo e praticando-a, o Estado não ter qualquer acesso à contabilidade, por se tratar de organizações privadas e/ou não participadas.
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anónimo Diz:
“Em vez de venderem a gasolina abaixo do preço de mercado para irmos todos de cu tremido para o café que fica a 500m…”
Tem toda a razão. Ficamos todos ansiosamente à espera que descubram qualquer outra utilização mais prosaica para o uso dos combustíveis antes de poder colocar questões sobre o preço desse produto de ultra-luxo e sem qualquer outra aplicação prática do que tremer o cu aos milionários sem cheta para uma maquina de café expresso.
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Doe, J
Portanto, segundo esse brilhante raciocínio, a gasolina e o petróleo DEVEM ser baratos para sempre, independentemente das condições de mercado e da sua escassez.
Caso contrário, a nossa responsabilidade é virmos todos para aqui chorar e fazer figuras de junkies na ressaca.
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anónimo Diz:
“Portanto, segundo esse brilhante raciocínio, a gasolina e o petróleo DEVEM ser baratos para sempre, independentemente das condições de mercado e da sua escassez.”
Não caro anónimo. Visto que, segundo o seu incandescente argumento, só serve para “ir ao café de cu tremido” pode até desaparecer imediata e definitivamente pois poucos darão pela sua falta. 🙂
Por mim já só espero a confirmação dos prejuízos trimestrais da GALP devido ás vendas com enormes perdas que tem vindo certamente a praticar. A falência, ainda antes do final do ano, é mais do que certa. Venda já, antes que se arrependa! 😉
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Caro PMF,
o que interessa na fixação do preço é a lei da oferta e da procura, mas o artigo do Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios é certamente enganador quando se fixa em apenas duas datas especificas para fazer o quadro final do artigo. A esse propósito veja isto:
http://fotos.sapo.pt/d2aIUlfpPMAV8Hp3ZOaP
Esse quadro foi feito por mim para avaliar a validade do pedido da Anarec para que os preços baixassem ao níveis de Janeiro. Mas posso-lhe garantir que para os restantes períodos as diferenças não são
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Porquê ?
Porque é um mercado liberalizado.
E quem pode e manda faz o que quer e esta-se a cagar para os pobrezinhos deste mundo.
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Tudo na Galp, nada contra a Galp, nada fora da Galp!
O Eterno Retorno
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Liberalização e concorrência em áreas de monopólio, oligopólio e negócios infiltrados por partidos políticos são das coisas mais fascinantes da economia.
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deixem a merda da gasolina em paz. discutam o facto dos EUA ser neste momento um país a caminho do socialismo. ou isso já não interessa?
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Espero que suba
Raramente ando de carro em Lisboa. Por azar, hoje levei meia hora do Campo Pequeno ao Saldanha
Haja vergonha
Felizmente que os eeuu abandonaram o capitalismo neo-liberal
Como andamos a reboque…..
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Um texto algo esquizofrénico…
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É assim… quem não tem dinheiro não tem vícios… logo, toca a caminhar que até faz bem, mas esse é o menos… O problema está em toda uma economia dependente deste combustível e, assim sendo, competeria ao governo, nesta e noutras áreas fundamentais para a segurança do Estado (uma desgraça nunca vem só), mantê-las, dum modo ou de outro, sob apertado controlo. Até mesmo pela nacionalização! A bem da Nação!!!
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Peço desculpa… esqueci-me do eheheheh.
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Quem “ouvir” as explicações da Galp e outras quejandas sobre leis de oferta e procura, factores económicos, cotações do dólar e não sei que mais para explicar esta aberração, poder-se-ia convencer de que estamos a falar do preço dos pacotes de pastilha elástica. Mas não é. Estamos a falar de um bem essencial cujo controlo foi passado para as mãos de um mercado cujos interesses não podiam estar mais longe dos do país e dos cidadãos. Imagine-se, como termo de comparação, que se entregava a uma única entidade privada a gestão da distribuição de água e alimentos. Seria impensável, não seria ?
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