A crise está a chegar a Portugal III
4 Outubro, 2008
Para quem duvida que os países desta tabela sejam comparáveis com Portugal, o gráfico mostra a evolução do PIB (PPP) per capita entre 2001 e 2013 (os últimos anos são previsões do FMI). Portugal foi ultrapassado pela Eslovénia em 2001, pela República Checa em 2005. Será ultrapassado pela Eslováquia e pela Estónia este ano. Será igualado pela Hungria e pela Lituânia em 2013. Em 2013 a Polónia continuará a aproximar-se de Portugal. Há muito que estamos atrás da Espanha e da Grécia.


Eloquente
.
ccz
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Assim se demonstra que os portugueses não fazem o que deveriam fazer para que o país se tornasse mais viavel e mais propero. Com o mentirosocrates a desbaratar as finanças implementando uma politica neo liberal, PORTUGAL E OS PORTUGUESES CADA VEZ ESTARÃO MAIS NO FUNDO DAS TABELAS DO DESENVOLVIEMNTO.
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Não foi descoberta a pólvora. Os países da Europa Central sempre tiveram mais potencial do que Portugal. Têm maior nível de educação, melhor qualificação profissional, um maior capital humano. Tudo isso constitui a base para o desenvolvimento. Foi só chegar o capital financeiro e a democracia política para demonstrarem o que valem.
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“politica neo liberal”
-Pouca liberdade económica.
-Impostos Altos.
-Imprevisibilidade para quem faz alguma coisa sem o Governo.
-Intervenção do Estado nos mercados.
Não sei o que dirá então das políticas dos países que nos ultrapassaram. 10x ultra neo liberal?
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Pelos vistos Portugal está em crise desde pelo menos 2001!… É tão horrível sermos sempre os últimos, sentir que os outros nos olham por cima do ombro, entre a pena e o desprezo.
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Sem admiração perante tanta imbecilidade, falta de rigor e atropelos sucessivos ao bom senso, aliados a carências de ambição pessoal, social e colectivas, entretanto associadas a por patetices ninfomaníacas de telelixo ou de futeboladas, ou de politiquices de meia tijela e de propaganda barata, que se consomem a rodos e são frutuosas; mas Portugal terá que se aceitar assim, sem falsas modéstias, adquirir a força das raízes, sem querer ser mais do que é, para porteriormente aprender a mudar e conseguir um lugar mais digno, de facto!
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” Os países da Europa Central sempre tiveram mais potencial do que Portugal. Têm maior nível de educação, melhor qualificação profissional, um maior capital humano. Tudo isso constitui a base para o desenvolvimento. Foi só chegar o capital financeiro e a democracia política para demonstrarem o que valem.”
Já comparou com o crescimento da França, Italia?
Os incentivos e recompensas que uma sociedade dá ou não dá, podem anular toda a qualificação profissional.
Melhor qualificação profissional e educação(para não haver confusões estou a falar de níveis superiores) não são fundações para uma boa economia. Isso é colocar o carro á frente dos bois.
Para uma boa economia é primeiro preciso um rápido e eficiente sistema de justiça que puna os infractores, que a regulação seja simples e constante, impostos baixos, mínimos constragimentos em começar um negócio e um mercado livre com o mínimo distorções possíveis. Só depois vem o resto.
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As previsões do FMI relativas a Portugal para 2009, que vão ser divulgadas no próximo dia 8, serão quase certamente desastrosas, muito provávelmente uma diminuição do produto.Isto apesar de os homens de FMI que por cá passaram estarem muito provávelmente intoxicados pela propaganda optimista dos habituais “artistas”nacionais de que tudo está bem ,o sistema financeiro é sólido,a supervisão rigorosa e outras patranhas do género.Ora quem cá vive e conhece as “coisas”por dentro sabe que não é assim.A situação portuguesa é desastrosa e o gráfico é só um reflexo desse estado.O País,Estado,organizações e familias estão globalmente falidos e tal tem sido mascarado com acrobacias várias ao longo dos ultimos anos.A crise internacional vai revelar essa situação em todo o seu esplendor,”golden”com certeza.As conclusões da cimeira de hoje são claras.Vai ser o chacun pour soi,cada país terá de resolver os seus próprios problemas.O governo alemão já tem este week-end o do Hypo nas mãos porque os outros bancos alemães não arriscam.Em Portugal,sem a habitual caridade da UE, há todas as condições para haver um terramoto seguido de tsunami.No final, depois de enterrados os mortos e tratados os feridos,veremos quem ficará incólume.
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Isto é pura demagogia. A comparação dos PIB per capita não presta para nada.
O gráfico não mostra a distribuição do magalhões, de casas para jornalistas artistas e afins, de caixas de correio electrónico para todos os portugueses.
Além disso também não leva em conta o simplex, as novas oportunidades, o novo método de atribuição de notas a matemática. E seria também preciso que mostrasse o TGV, o novo aeroporto, e as novas autoestradas.
Enfim, lixo blogosférico.
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Desde esse grande Visionário que viu o “Pântano” que se percebeu que Portugal iria a nenhures.
No entanto, depois do Barroso de “tanga” e do Sócrates da “modernidade”, os portugueses estão e continuarão a estar na “terra de ninguém”.
É a vida! Ou como dizi, O’Neil, é o regresso à “vidinha”. Pobres, tristes, saudosistas e a caminhar para a emigração.
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Não afecta a sua tese, mas os balticos são candidatos a se tornarem uma Argentina nos proximos tempos. Portanto o crescimento nacional acaba por ser melhor do que estes por ser menos volátil.
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Eloquente, como disse o Sr. Anónimo, e impressionante, digo eu. Apesar de se terem ouvido referências ao nosso fraco crescimento, não há como um bom gráfico para ficarmos ao nível. Resta saber a que nível.
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Ai, então quando vier o TGV é que até a curva entorta para baixo!… Vai ser um caso fenómeno na história do PIBs europeus e muito badalado pela imprensa.
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Realmente o JM é o mais inteligente de todos! Este já é o 3º post ‘irónico’ e ainda niguém percebeu…
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O que menciona, lucklucky, consegue-se em média dúzia de meses se existir vontade política. O que falta – educação e qualificação profissional – demora pelo menos uma geração. Devíamos começar pelo “resto” urgentemente.
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A crise está para chegar? Onde é que tem estado?
A crise já se encontra entre nós há muito tempo.
Agora seria bom que estas previsões do FMI não se verificassem.
AMCD
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O PIB da Estónia em 1990 era menos de metade do Português.
O que é mais chocante nisto tudo é que este assunto não esteja no centro da política desde há anos.
E na minha opinião só demonstra o peso da esquerda na comunicação social e a inabilidade da direita em colocar um assunto na agenda.
A esquerda não quer falar de tal coisa porque:
-As políticas seguidas no Leste têm sido mais ou menos liberais. Impostos com taxa única e relativamente baixos etc.
-Prova, mais uma, que a pobreza a Leste se devia ao Comunismo.
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Um exemplo dos monstros que o sistema educativo português anda a criar:
apanhei um taxi e como a música foleira que o tipo, de brinquinho, estava a ouvir me impedia de ouvir a minha, nos headphones, pedi-lhe para desligar a dele, nos altifalantes.
– Quê? Por alma de quem?
Foi a resposta do animal. Saí do carro mas tive que pagar ter entrado lá dentro.
– O senhor não devia andar a conduzir um táxi, disse-lhe e reparei que ele deitou a mão a qualquer coisa. Valeu-me estarem dois sujeitos, negros por sinal, por perto com quem começei a falar. Não iria o sacana do estupôr do bronco português sacar de uma arma e depois dizer que eu o provoquei?!
Moral da história? Se fôr empresário não empregue portugueses que são umas bestas de uns incompetentes e só lhe vão dar problemas: empregue imigrantes que esses estão cá para trabalhar.
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Um exemplo dos monstros que o sistema educativo português anda a criar:
apanhei um taxi e como a música foleira que o tipo, de brinquinho, estava a ouvir me impedia de ouvir a minha, nos headphones, pedi-lhe para desligar a dele, nos altifalantes.
– Quê? Por alma de quem?
Foi a resposta do animal. Saí do carro mas tive que pagar ter entrado lá dentro.
– O senhor não devia andar a conduzir um táxi, disse-lhe e reparei que ele deitou a mão a qualquer coisa. Valeu-me estarem dois sujeitos, negros por sinal, por perto com quem começei a falar. Não iria o sacana do estupôr do bronco português sacar de uma arma e depois dizer que eu o provoquei?!
Moral da história? Se fôr empresário não empregue portugueses que são umas bestas de uns incompetentes e só lhe vão dar problemas: empregue imigrantes que esses estão cá para trabalhar.
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lucklucky (7),
Esqueceu-se da base de tudo: A educação.
Os alunos das escolas portugesas são do melhor que frequenta as escolas portuguesas. Sabe porquê? Os pais são excelentes educadores. São invariavelmente todos muito educados – pais e alunos. Trabalhadores. Nunca passa pela cabeça de um pai ou mãe desautorizar um professor. Nunca perturbam. Se têm dúvidas perguntam. Fazem os seus trabalhos cuidadosamente. São bons colegas. Não entendem a falta de educação dos portugueses, não têm nível. Não são serviçais. São crescidos.
É uma diferença abismal com os portugueses. Como as coisas estão a decorrer pela paróquia em matéria deseducativa brevemente estamos pior que o burundi. De quem é a culpa? Das pessoas.
Daquelas que permitem que pirosas de donas Marias e socretinos espatifem o maior que qualquer povo tem ao seu alcance: o conhecimento.
Um povo destes merece tudo o que de pior lhe possa acontecer. Tudo.
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Corrijo naturalmente
“Os alunos dos países de leste são do melhores alunos das escolas portuguesas.
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Sempre que vejo este tipo de gráficos, pergunto-me para que serviu estarmos na UE? Não estou a ser ingrato. Se fosse Alemão exigia poder vir para Portugal passar férias de graça.
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Zonas economicas especiais nos Países Pequenos das pontas da Europa.
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Confirma-se a única Crise e Regulação que sugeri e defendi, a garantia a 100% dos depositos e Poupanças dos Cidadãos nos Bancos. O resto vem por arrasto com custo ZERO para os Impostos dos Eleitores:
http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/3136653/European-leaders-agree-to-12bn-financial-crisis-rescue-package.html
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Os primeiros a chegar enriquecem mais e saiem mais depressa da Recessão e do “Crunch”. A Irlanda foi a 1ª. A Grécia não hesitou foi a 2ª. A Governança Portuguesa continua a dormir apesar de lhe ter sido dada a sopinha antecipadamente e em Português, “made in Portugal”. É só procurar aqui nas Caixas de Comentários e ver as datas.
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As decisões da Cimeira do G4 hoje em Paris surgem politicamente RECTAS, rigorosas e indutoras de moralização das FINANÇAS. Á Alemã, a ECONOMIA, Empreender e Trabalhar, é que criam a Riqueza (o dinheiro). Sem ECONOMIA não há FINANÇAS Privadas nem Publicas. Nem Estado Social. Aguardemos como o aprovado politicamente surgirá regulamentado e posto em prática.
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Apenas 2 reparos colaterais:
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-o efeito de concorrencia desleal entre INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Sãs e Especulativas, e entre aquelas e as EMPRESAS ECONÓMICAS.
-o efeito “CORRUPÇÃO-CARTEIS DE FINANÇAS ESPECULATIVAS PUBLICAS E PRIVADAS” nos Países recebedores de Ajudas Europeias induzido pelo modelo actual dos FUNDOS DA CEE. Efeito apenas sustido pela via da forte Baixa Geral de Impostos no mesmo valor, ou pelo menos maioritário, provocador da nascença de muito mais Economia sustentada e menos transitória, Trabalho produtivo de riqueza directa, Emprego e mais Consumo interno da Produção “Made in EU”.
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E que interessa, caro João, se a riqueza de um país é medida em dólares com aquela volatibilidade e escravidão de um sistema monetário baseado em dívida a um banco central?
Talvez fosse melhor que o João Miranda e outros capitalistas(e eu não sou comunista, nem socialista, nem nacionalista) medissem a riqueza de um país na tecnologia que tem ao serviço das pessoas e na eficiência com que lida com os seus recursos naturais. Cada vez mais me convenço que esta coisa do dinheiro tem apenas o objectivo de manter as pessoas burrificadas, cada vez menos dispostas a dar o melhor de si, presas a um emprego miserável por um punhado de dólares que lhes pague o empréstimo, o mesmo que as faz totalmente dependentes das elites(que nem intelectuais são, e aí está a tragédia) e das suas coorporações.
Até um blockbuster como o Robocop nos dá uma noção desta realidade, vejam lá.
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Olhe Vitor Pimenta interessa muito que é para os portugueses não terem de continuar a emigrar à procura de emprego. Enquanto assim for, somos um país ao nível de um país africano qualquer em que uma grande percentagem da população vive lá fora. Até os outros países europeus mais pobres, em breve deixarão de ter emigrantes. O Mário, que é romeno e vive aqui, já está a pensar em voltar para o seu país. Um dia, estaremos nós a emigrar para a Roménia. Se a tendência continuar assim, isso acontecerá SEM DÚVIDA NENHUMA!…
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“Daquelas que permitem que pirosas de donas Marias e socretinos espatifem o maior que qualquer povo tem ao seu alcance: o conhecimento.”
Isto seria impossível lá no país dos educados. Os professores na net a insultarem a torto e a direito e a dar e exemplo
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Se calhar no país dos educados não são só os pais que são crescidos. Os professores também são crescidos. Não se comportam ao estilo se eu berrar muito, insultar muito, bater com o pé no chão tenho o que quero só para mim. É o exemplo. Dão o exemplo.
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Bom dia. Parece-me que nenhum dos comentadores reparou que metade do gráfico é constituído por previsões. Relaivamente ao lote de países escolhido, é preciso ter cuidado porque se pode inferir que se o PREC tivesse durado mais tempo estariamos mais ricos (tirando a Espanha e a Grécia, claro). Obg.
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Mas o principal problema do país é a justiça. é demasiado esquisita.
Por exemplo não consigo entender como é possível ocupar a justiça e receber indemnizações por alguém se sentir ofendido com termos como palhaço como foi Alberto Jardim, ou agora peixeirada. Alberto Jardim foi condenado a pagar 20000 euros a outro político por usar o termo peixeirada. Amor com amor se paga, mas é ridículo. Acho ridículo o tribunal se ocupar com estas coisas. Ainda se fosse ofender a mãe…bolas. Qualquer dia ninguém pode falar que fica teso.
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Anabela os professores não parecem interessados em sair do Ministério Soviético e passarem a lidar com os consumidores de saber directamente.
Tem razão na crítica á atitude dos Portugueses mas isso são consequências de uma cultura que é mais tolerante com o falhanço na escola do que no futebol. Por isso no futebol ainda damos, algumas cartas, porque não há tolerância.
Pense no que é que uma criança julga que é importante quando as regras do jogo de futebol no recreio da escola são cumpridas e aí ele tem de ser competitivo e esforçar-se, mas chega ás aulas onde um colega que sabe alguma coisa tem um três e um que não sabe o minímo tem um três também. Chega á óbvia conclusão que é uma palhaçada sem valor.
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Não é justa esta comparação.O nosso africanizador nº1 – o que diz que Portugal é o país mais africano da Europa- quer-se comparar com África!O Cravinho(filho) já dev andar a tratar da adesão á União Africana ae aí sim o Sócrates tem umas belas esattísticas para mostrar ás centenas de milhar de africanos que cá tem por nossos conta “portuguesíssimos” que lhe vão dar a victória nas próximas eleições…
Por isso é que anda por aí um “stress” policial a catar “ilegais” mas que são só “notificados”para se irem embora, mas claro com toda a malta a rezar que o não concretizem para depois da “nacionalização” a riqueza ser total…
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A questão não é os professore quererem sair do ministério soviético. É mais fazer com esse ministério deixe de ser da educação soviética e passe a ser do ensino.
Propõe como exemplo o futebol… Bom, se é aplicar as mesmas regras do futebol ao ensino então, meu caro, estamos em desacordo. Basta ver que no futebol conseguimos criar uma elite (pequeniníssima) de grandes jogadores e treinadores. Mas esta elite só existe à custa de centenas ou milhares de remediados jogadores portugueses mais tipo “liga dos últimos”. O que se conseguiu no futebol foi, aliás como em muitas outras situações, importar a qualidade. Na primeira liga, a maioria dos jogadores são estrangeiros (não se esqueça dos naturalizados!).
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Na escola não deve haver consumidores de saber. Deve haver cidadãos, com direito a obter conhecimento e com o dever de se esforçarem por apreende-lo, de modo a justificar a sua cidadania.
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Cara Tina, a emigração e imigração não me incomoda pela necessidade, mas pelo que encontram emigrantes e imigrantes nos locais para onde vão. Dependendo da perspectiva, é o que se passa dentro do próprio país, com gente que migra do interior para o litoral. E que interessa se somos todos cidadãos do mundo? Temos com isto a prova provada que a sociedade do conhecimento morre com o capitalismo porque as pessoas nascem individadas, e não há baptismo que as livre dessa cruz.
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” Mas esta elite só existe à custa de centenas ou milhares de remediados jogadores portugueses mais tipo “liga dos últimos”.”
E então? Não sabe o que querem dizer as palavras melhor, excelência, inovação? São uma palavras que excluíem, discriminam e ainda bem.
Óbviamente a excelencia está sempre em movimento tal como a inovação. Só toca a alguns porque por definição são caminhos dificilmente explorados. A competição e inovação produz a elite e sem a elite esses remediados jogadores de quem você diz mal nem sequer jogavam. A existência da competição levanta todos porque até os remediados aprendem com os melhores . Todos querem ser o Cristiano para usar um exemplo. E por vezes o Cristiano perde porque aqueles remediados que despreza têm saber suficiente para num certo dia o substituirem.
“Na escola não deve haver consumidores de saber. Deve haver cidadãos, com direito a obter conhecimento e com o dever de se esforçarem por apreende-lo, de modo a justificar a sua cidadania.”
Por haver essa estúpida ideia é que educação foi o sector que menos evoluiu desde o Século XIX, não há consumidores, não há escolha/competição , não há crítica logo não melhora . Piorou até. E se fizermos as contas com os milhões que se gastam agora com que gastava no passado ao contrário de todas as industrias e ao arrepio do desenvolvimento tecnologico a educação tornou-se menos eficiente.
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Calminha.
O eixo vertical devia começar no zero. Não vejo uma boa razão para não começar. Claro que é assim que o Excel faz.
As previsões do FMI não têm sido lá muito boas, e francamente prever a economia a 4 anos é … uma brincadeira não é?
Saber usar o exel não é o mesmo que saber matemática nem saber economia.
José Simões
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Só tenho uma ´dúvida : o crescimento desses países é baseado em quê? será que também vão sofrer as consequências da falada bolha do imobiliário? e outra : as indústrias que se foram embora por acaso assentaram arraiais por lá?
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Todos vão sofrer uns mais outros menos. Por lá talvez possa existir uma bolha de salários demasiado altos.
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Eu, que sou lento, pensava nunca ter ela de cá saído.
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(36)
1- “que desprezo”: onde é que eu disse isso. Se inferiu, inferiu mal.
2- Claro que tem que existir competição. Não tem que existir é só competição.
3- Quanto ao resto é só certezas. Ainda bem para si.
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“a emigração e imigração não me incomoda pela necessidade, mas pelo que encontram emigrantes e imigrantes nos locais para onde vão” – Vítor Pimenta
É porque você nunca teve de viver longe dos seus, falar outra língua, ser tratado como emigrante, ter de adoptar outros costumes, sentir-se sempre um de fora. Quanto às condições que se encontram lá fora, tem muita razão, os emigrantes na Venezuela e na África do Sul que o digam. No último caso vivem numa situação de guerra permanente, já muitos foram mortos, mas o governo português não faz nada para ajudar. Como vê, para si não é importante se o país é rico ou pobre, enquanto para outros pode ser uma questão de vida ou de morte.
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O João Miranda
é tal um adivinho,
além de grande inventor
e visionário, graças a deus,
o autêntico profeta.
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“O eixo vertical devia começar no zero.”
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Não é o que diz nem Edward Tufte, nem Stephen Few para o tipo de gráfico que o JM desenhou. Os gráficos de linha enfatizam a evolução global dos dados, mostram tendências, flutuações, ciclos, velocidades de mudança e como conjuntos diferentes de dados se relacionam entre si.
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Agora apresentar gráficos de barras sem que o eixo vertical comece no zero isso sim é erro. Por que esses são gráficos que salientam os valores individuais e facilitam a comparação entre eles.
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http://bizviz.jorgecamoes.com/livros-recomendados/
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Caro Eduardo (29).
As previsões a 4 anos têm, certamente, maior incerteza que para o próximo ano. No entanto, estas previsões resultam da consideração de um cenário macro externo igual para todos os países. Poder-se-iam fazer simulações com outros cenários macro, mais pessimistas ou mais optimistas, mas a conclusão relativa seria a mesma: Portugal ficaria sempre pior na fotografia.
Por isso, o seu comentário é beside de point.
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(cont.)
Aliás, se considerar as estimativas de PIB potencial, que se são praticamente independentes da conjuntura, verá que a história que contam é, no fundo, a mesma: Portugal apresenta o pior potencial de crescimento da UE, estando numa trajectória de divergência estrutural com UE, que é, ela mesma, uma das zonas mais anémicas do mundo.
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Alemanha acaba de garantir 100% dos depositos e poupanças guardados nos Bancos Alemães.
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A velocidade dos acontecimentos é vertiginosa. A solução Europeia naturalmente é diferente dos EUA (FORBES http://www.forbes.com/opinions/2008/10/01/goldman-morgan-run-oped-cx_nr_1002roubini.html
.~
Mas um há dias no DN dizia ‘educadamente’ que era “uma ideia de malucos” ……… Pois é “era areia de mais para a camioneta dele” e doutros que andam por aí …
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Olha, agora sim. Agora é que houve verdadeira censura no Blasfémias. Num post do JPLN
Foram apagados todos os comentários e não havia por lá insultos.
Havia isso sim, um excelente comentário do anti-comuna, seguido de boa informação acerca de Portugal e críticas ao PM.
E eu entrei até para fazer perguntas práticas ao anti-comuna, acerca de coberturas do governo em relação a contas bancárias.
Depois apareceu um papagaio nonó de série z, com as habituais monguices dos avatares a berlinde e trau- foi tudo apagado.
Esta agora teve piada. Censura de críticas ao governo no Blasfémias …
Anonymous | Homepage | 10.05.08 – 3:15 pm | # no PC
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anti-comuna,
Pode colocar esse comentário outra vez ?
Mas isto anda tudo louco ou quê ? Agora nem se pode criticar o governo ?
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Com a crise que se avizinha acho que o gráfico será mais plano (para todos)
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50 –
o Miranda tem de andar na linha senão perde a coluna no orgão oficioso do governo, o DN.
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Uma imagem vale mais do que mil palavras… ou, palavras para quê?
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“Há Migalhães mas faltam manuais escolares. Jorge Pedreira ameaça editores
Se os problemas na distribuição de manuais escolares continuarem por mais duas semanas, os alunos do 1º CEB irão para a escola carregando às costas o Migalhães mas com a mochila menos pesada: é que continuam a faltar manuais.
O nível de modernidade do pais é tão “elevado” que chegámos a este paradoxo: as crianças de 6 anos e 7 anos de idade têm Migalhães mas não têm manuais.
Já sabíamos que há alunos da escola de música do Conservatório Nacional sentados no chão por falta de mesas e cadeiras. As tais mesas e cadeiras que foram pedidas há 5 meses e que ainda não chegaram. Agora, sabemos que um quarto dos manuais escolares ainda não chegou às livrarias.
Jorge Pedreira, secretário de estado Adjunto e da Educação, ameaçou o grupo Leya com um pedido de indemnização se não resolver em breve o problema da falta de manuais escolares.
Numa carta enviada aos livreiros a 24 de Setembro, o grupo reconhecia que um quarto dos manuais estava por entregar no arranque das aulas. E prometia uma solução até ao dia de ontem. Mas, segundo livreiros que se deslocaram ontem aos centros de distribuição, continuam a faltar livros. O Leya, que representa 30% do mercado, promete esclarecimentos para segunda-feira.
Nota: Com uma vénia ao engenho e à arte do http://www.wehavekaosinthegarden.blogspot.com
http://www.profblog.org/
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“Um pouco de humor em torno do “cagalhães”
E se em vez de cagalhães…desculpem…Migalhães, o 1º entregasse dicionários às escolas do 1º CEB?
A propósito do poema de Luís Costa
Migalhães… de migalhas, eu diria antes Miserães… de MISÉRIA que é para onde caminha o nosso cada vez mais MISERÁVEL país. Claro que a miséria não é para todos. Será que o migalhães também é oferecido no colégio alemão? O tal onde o eng.º Sócrates tem os filhos a estudar! Ouvi dizer que lá os professores ENSINAM. Não são guardas, amas-secas ou limpa-retretes como no ensino público. Já estou a ver, na aldeia de Valhelhas, a mãe do Manelito, que tem que levar para o curral as cabras e as ovelhas ao pôr do sol e soltá-las no dia seguinte, ao nascer, tarefa (saudável) que o filho desempenhava antes da escola a tempo inteiro:
-Atão filho? Qué iss que trazes aí?
-É o magalhães que me deram na escola.
-Ah, ainda bem Manelito, agora passas o tempe todo lá na tu escola. Nunca te vêje. É tam bom rapazinho aquele ingenhêro. É ele e a menistra. Távas mêmo a pessisá duma lanchêra.
Aparecia ainda agora em rodapé na Sic Notícias, no Jornal da meia-noite, que a microsoft já investiu este ano duzentos e cinquenta milhões (250 000 000) de euros. Imaginem quanto é que este gigante não vai sacar na volta. Estou mesmo a ver o BigBoss da microsoft deslocar-se a Portugal propositadamente para assistir, em pessoa, à grande ‘revulssão’ do plano tecnológico que, como afirmou, vai ser um exemplo para os outros países. E o nosso 1.º todo risonho a aplaudir. Cheira-me que a verdadeira razão que o trouxe cá, não terá sido o migalhães, mas os ‘milhães’ que espera receber com o software que vai vender para todos aqueles brinquedos, tanto por cá, como pelos outros países que, espera ele, vão cair na esparrela. Imaginem o bolo que a Microsoft espera receber, para se dar ao trabalho de trazer cá, a este importante país que é Marrocos, desculpem o lapso geográfico, é que Lisboa não fica em Marrocos, fica em Espanha… É caso para dizer que o tão famoso portátil não devia chamar-se Magalhães, nem tão pouco migalhães, mas cagalhães. Isso sim, era uma verdadeiro nome de có có. Viva o Cagalhães. Pim! Pam! Pum!
Luís Moura
http://www.profblog.org/2008/10/um-pouco-de-humor-em-torno-do-cagalhes.html
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Dificuldades na Wall Street para aceitar o Bailout:
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http://www.guardian.co.uk/business/2008/oct/05/wall.street.bailout
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http://business.timesonline.co.uk/tol/business/industry_sectors/
banking_and_finance/article4882281.ece
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Alem de beneficiarem da centralidade europeia, de serem o quintal da alemanha, estes paises, que já vão ultrapassando em riqueza produzida os portugas,tendo largado as amarras do sistema politico e social “mais avançado e justo do mundo”,estao no caminho mais certo por primeiro produzirem e só depois exigirem distribuiçao da respectiva riqueza.
Precisamente o contrário do que aqui se passa.
Portuga que se preze primeiro pede emprestimo porque quer “direitos” iguais aos dos alemães, exige dos outros contribuintes que suportem o seu nivel de vida e depois quando a conta não dá certa culpam sempre os outros.
È mais essa tendencia que o gráfico mostra.
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Vìtor Pimenta Diz: ” Cara Tina, a emigração e imigração não me incomoda pela necessidade, ”
Este desprezo pelas pessoas e pelas necessidades delas é atroz. Já estou a ver o Vítor a dizer quando for politico “o pais está mau ? Emigrem “
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