A crise está a chegar a Portugal IV
9 Outubro, 2008
Os números representam a posição de Portugal num ranking de 134 países. No item “Hiring and firing practices” Portugal está em 125º.
74 comentários
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Os números representam a posição de Portugal num ranking de 134 países. No item “Hiring and firing practices” Portugal está em 125º.

Aqui temos em todo o seu “golden” esplendor as reformas estruturais do Sócretinismo:a via portuguesa para o Burundi.
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A crise já cá está há uns anos. Agora aparecem é os resultados impiedosos da “asneirada” combatida por tantos, há anos, fóra dos Partidos. O tal “divórcio “Partidos-País” que sustentou a sagrada aliança “Socialismo/Capitalismo Selvagem” que está em cerimonias funebres. Não há motivos para regozijos, apenas tristeza que se chegasse ou que se chegou em Portugal. Mas a Vida continua.
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Money as Debt – Dinheiro é Dívida
Já alguma vez pensaram porque é que os bancos têm tanto dinheiro, enquanto os países, as empresas e os indivíduos estão tão endividados?
Neste vídeo, «Money as Debt» [Dinheiro é Dívida], Paul Grignon pega num assunto tabu e, de forma inteligente e divertida, torna-o num tópico facilmente entendível. Costuma dizer-se que a verdade liberta, mas primeiro, costuma deixar-nos zangados. Depois de conhecer a verdadeira história do sistema bancário já não é possível voltar à crença mística da banca como um elemento útil da sociedade.
O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Toda a gente gosta de dinheiro, toda a gente o deseja, toda a gente precisa e depende dele. O que quase ninguém percebe são os fundamentos do dinheiro. O que é o dinheiro e donde é que ele vem? Estas são algumas das difíceis realidades que Grignon expõe em linguagem simples.
Este curto segmento (8:20m) do vídeo conta a história de um ourives do Renascimento, e de como ele começou a cobrar juros de um ouro que não possuía e que não existia.
Os primeiros oito minutos e vinte segundos (8:20m) do vídeo ‘Money as Debt’ – legendados em português.
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JM está a ser demagógico. Então não menciona que estamos em número 1 do mundo em incidência de malária? assim sim, vamos atrair investimento!
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Todo o santo ano se repetem as mesmas discussões, fazem-se os mesmos diagnósticos, mas fica tudo na mesma.
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espanha ainda está pior que nós…
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estamos à frente de mais de 100 países!!!
e ainda se queixam por ser dificil despedir pessoas
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Ai, então, ainda não chegou, eu pensava que sim.
Nós estamos mortinhos para que chegue, ate vou abrir uma Perrigno
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Conclusão: a super protecção dos empregados hoje, vai criar desempregados no futuro. Agora estamos a viver o futuro.
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E isso foi antes do novo código de trabalho.
Quem diria que afinal o país era tão competitivo. 43º lugar em 134. É obra. Para um país decre´pito que nunca vale nada e é um zero à esquerda. Quem diria!
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Money as Debt – Dinheiro é Dívida
Já alguma vez pensaram porque é que os bancos têm tanto dinheiro, enquanto os países, as empresas e os indivíduos estão tão endividados?
Neste vídeo, «Money as Debt» [Dinheiro é Dívida], Paul Grignon pega num assunto tabu e, de forma inteligente e divertida, torna-o num tópico facilmente inteligível. Costuma dizer-se que a verdade liberta, mas primeiro, costuma deixar-nos zangados. Depois de conhecer a verdadeira história do sistema bancário já não é possível voltar à crença mística da banca como um elemento útil da sociedade.
O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Toda a gente gosta de dinheiro, toda a gente o deseja, toda a gente precisa e depende dele. O que quase ninguém percebe são os fundamentos do dinheiro. O que é o dinheiro e donde é que ele vem? Estas são algumas das difíceis realidades que Grignon expõe em linguagem simples.
Este curto segmento (8:20m) do vídeo conta a história de um ourives do Renascimento, e de como ele começou a cobrar juros de um ouro que não possuía e que não existia. Em suma, a essência da banca.
Os primeiros oito minutos e vinte segundos (8:20m) do vídeo ‘Money as Debt’ – legendados em português.
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“espanha ainda está pior que nós…”
É no que dá votar à vista de sondagens baseadas em manifs “espontâneas” marcadas por telemóvel. Votaram em negociadores de terrorismo. Lixaram-se. Eles que se desmerdem.
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=Portugal tem um “elevado nível de informatização” nos tribunais, a par da Áustria, Dinamarca, e Finlândia e à frente da Alemanha, Holanda e Itália, concluiu a Comissão Europeia para a Eficiência da Justiça (CEPEJ). =
Isto é que uma crise
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“Quem diria que afinal o país era tão competitivo. 43º lugar em 134. É obra. Para um país decre´pito que nunca vale nada e é um zero à esquerda. Quem diria!”
Sim, realmente é uma grande razão de orgulho ficar à frente do Burundi e do Zimbabwe. Enquanto em relação à Europa, estamos a 3 ou 4 lugares do fim, contando até com os países do leste!…
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Pois Tina,é uma coisa terrível. E principalmente por causa da desgraça do 7º pilar. A dificuldade e os custos do despedimento. É mesmo terrível para o trabalhador do país. Coitados que o país não é competitivo por causa dessa maravilha que é ser contratado e despedido com facilidade.
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Pois eu tenho orgulho de estarmos quase em ultimo nos firing’s. Mas enfim até isso já mudou.
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Que mais tem ser o 125º ou um 12,5º, não distante de 1,25º, pa jogar comparações como umas do JM ainda há pouco?!…
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Sem clubite,
em relação ao Botswana, Senegal, Islandia e Espanha, Portugal está assim:
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http://business.timesonline.co.uk/tol/business/industry_sectors/banking_and_finance/article4912649.ece
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A Irlanda e a Dinamarca,”nas pontas da Europa como nós”, os 2 primeiros em Recessão na Europa antes da crise, e os tais dos 100% de garantia de todos os depositos dos seus cidadãos, não se queixam agora. Safaram-se do Totalitarismo sem nexo que por cá anda no ar.
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“Coitados que o país não é competitivo por causa dessa maravilha que é ser contratado e despedido com facilidade.”
pois, mas nesses países há muita flexibilidade de emprego, as pessoas não têm de trabalhar a vida inteira no mesmo sítio como acontece tanto em Portugal. Aqui as pessoas tornam-se escravas do mesmo emprego porque há muito pouco emprego qualificado. Tornam-se medricas e de horizontes estreitos porque só conhecem uma coisa a vida inteira. Além disso, nesses países o PIB per capita é mais elevado do que o português, o qual está a ficar para trás em relação a qualquer país da Europa e do ocidente, precisamente devido às leis tão rígidas de trabalho e de impostos. Em breve seremos o país ocidental mais pobre mas podemos orgulharmo-nos que do nosso emprego ninguém nos tira. E mesmo que depois os nossos filhos tenham que emigrar, o problema é deles, nós cá já nos safámos à custa de nos impormos onde não somos desejados, e isso é o que interessa.
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bem que se podem catar com esses estudos. 95% ou mais das empresas que querem despedir alguém fazem-no sem grandes espinhas. Alguém vive no mundo real?
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Tina, repito:
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“A “quadratura do circulo” do Socialismo/ Capitalismo Selvagem: sacam os lucros e rendimentos do Cidadãos e Empresas com uma carga Fiscal ESPECULATIVA. Proibem comprar e investir com dinheiro próprio. Depois aparecem com LINHAS DE CREDITO para comprar e investir qualquer coisita, mas a PAGAR JUROS. Viciam a livre concorrência e o marcado livre”
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Depois a culpa é dos outros, dos que pediram emprestdo de mais. A treta das “bubles” ….
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E acrescento:
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a China está a comprar-nos com o mesmo dinheiro com que pagámos o que importámos de lá. Que pagou até o Emprego miseràvel deles. No meio deste arraial todo, é tão simples como isto. Ou seja, os da façanha estão a caír que nem tordos.
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A Russia e o Brasil são casos diferentes. Entretanto, de facto os cidadãos europeus estão a tirar o tapete (corrida aos bancos) aos “engenheiros financeiros” da Santa Aliança “Socialismo/Capitalismo Selvagem.
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Excepto na Irlanda, Dinamarca, Alemanha, Austria e Grecia, os tais ao lado dos Cidadãos=100% de garantia dos depósitos bancários aos Cidadãos. Sem duvida nenhuma já estão a salvo com alguns reajustamentos estruturais sem significado “macro”. Disseram NÃO ao TOTALITARISMO.
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Ena pá descobriram a polvora dos bancos…..só agora?
Pena que nao tenha, “descobrido” antes de irem lá pedir o tal do dinheiro que não existe para torrar em casas, viagens, carros …e depois não terem nem para os livros dos seus petizes.
É claro que já sabiam disso tudo muito antes e mesmo assim não deixaram de ir lá pedir o dinheiro e torrá-lo nas maiores mordomias deixando para que os outros paguem o seu próprio calote e culpem os outros.
É por isso que a Merkel fez o manguito ao resto da europa dizendo que do país dela tratavam eles e se franciu ou portuga queria dinheiro que o produzisse.
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Na “mouche” 22.
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Face à actual crise financeira mundial (que ameaça ser económica e, pior ainda, social) gostava de saber onde se enfiaram agora todos aqueles “especialistas” que sempre defenderam o “Estado mínimo” e a “eficiência” dos mercados. Ou onde estão aquelas “sumidades” que defenderam (ainda recentemente) a privatização da Caixa Geral de Depósitos, por exemplo…
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Quer dizer, quem estava bem está agora mal, ainda que nem tanto a vice-versa… Isto é, país habituado a sustentar-se da desgraça, que tem a perder, tipo Etiópia, Burkina Faso, o Bangladesh, qual Portugal… que tem a oerder, seja a deixar de crescer onde não cresce?
Já uma Irlanda, o Luxemburgo,Suíças e Canadás, além da Islândia, pudera, cresciam muito, travem um pouco, é justo, caramba…
E enfim, já a China, segundo o JE de hoje, pode crescer este ano 9,7% como 9,3%, apenas, coitada, e assim a Índia, entre, creio, 7,8% e uns 7,2% ou coisa, tamém coitada da pobre…
E porquê? Oh, porque é a sua hora, depois de terem estagnado muito tempo.
Também Portugal, É a Hora!, disse-o uma vez, sonhadamente, Pessoa!
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isso de ser dificil de despedir em Portugal é treta. É só ler jornais.
Claro que há multinacionais que querem despedir mas como receberam dinheiro do estado…
Além disso esses países que estão à nossa frente não andaram a distribuir os subsídios pelos amiguinhos.
Quando uma empresa de sucesso como a Chipidea é comprada por uma multinacional que agora despede os seus trabalhadores portugueses o que é somos levados a pensar? É assim tão difícil despedir?
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Nunca interrompas o teu inimigo enquanto estiver a cometer um erro
Bonaparte, Napoleão
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Face à actual crise financeira mundial (que ameaça ser económica e, pior ainda, social) gostava de saber onde se enfiaram agora todos aqueles “especialistas” que sempre defenderam o “Estado mínimo” e a “eficiência” dos mercados.
Ora, António, o estado mínimo é o menos, ainda, agora se nos dissessem o que fazer com estado e sem estado, neste entrementes…
Verá que quando a coisa der ao rumo evidente não faltarão a dizer que a solução era, obviamente, essa.
Eu mesmo, hoje, fazendo a cama, dei-me a pensar, carago, que tolo sou em não comprar mil acções Galp, da Mota-Engil, do caraças, para as vender todas pelo Natal ao triplo e quádruplo…
Mas se nem diligente fui a vender as que tinha, há semanas, pelo dobro do que hoje valem, que lhe hei-de fazer, eu que não sei de teoria a metade deles?!
Por essas e outras tamém não moro em casa da câmara, lisboeta ou outra, perdida a ocasião que outros não perdem, sempre mais espertos…
É a vida, que outro dizia, tal é a verdade comezinha.
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“isso de ser dificil de despedir em Portugal é treta. É só ler jornais.”
é, é. Por exemplo, o caso de uma professora que dá mais faltas do que aquelas permitidas por lei, e o caso tem andado entre a Junta Médica e a Inspecção Geral só porque ninguém se atreve a fazer o que ela merece, que é ser despedida. A psicóloga da escola também alega uma saúde mental débil e não faz nenhum e ninguém a despede. Se fosse num país a sério, elas já estariam no olho da rua.
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Se fosse num país a sério, elas já estariam no olho da rua.
Se fosse, tina, é mesmo, já estariam no olho da rua, com a reforma relativa de direito.
Se fosse, pois que por cá não, não se liberta um trabalhador antes de o fazer sofrer bem para além do que ele estava disposto.
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Por cá as pessoas gostam muito de enrabar primeiro e despedir depois..tipo casa pia..para mim se os trabalhadores portugueses são sornas..e até admito que sejam algo…por outro lado os patrões são uns chulos..aprendam com o da IKEA…vejam lá se para esse os portugueses não trabalham bemm. e no Luxemburgo com quase 15 por cento de portugueses…fraco rei faz fraca forte gente..e Portugal é um coio de fracos patrões e governentes..por mim importavam-se dinamarqueses, suecos, finlandeses e norugueses para governantes e patrões..se se pode contratar esterngeiros para a selecção…
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por mim importavam-se dinamarqueses, suecos, finlandeses e norugueses para governantes e patrões..se se pode contratar esterngeiros para a selecção…
eh, por mim, importava-se dessas bandas o governo todo e os seus patrões, dando-lhes os nossos de presente, que lá vivessem, felizes, com essa gente, ihihi…
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burps.
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A mentalidade deste último comentador diz tudo sobre o estado de sítio que Portugal se tornou. A culpa é dos patrões, são todos muito maus, por isso justifica-se uma lei que protege excessivamente os trabalhadores. Os sindicatos têm assim muito poder, graças a este tipo de mentalidade.
Por exemplo, na TAP todos gostavam muito do Fernando Pinto quando era o Cardoso e Cunha que enfrentava os trabalhadores. Agora que é o Fernando Pinto a falar em despedimentos, passou a ser um patrão muito mau. Para os trabalhadores da TAP o problema não é o preço do petróleo nem de terem empregados a mais, o problema é o Fernando Pinto que é muito mau.
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E eu sei como os trabalhadores da TAP tiram facilmente baixa com atestados médicos, basta-lhes dizer que andam a dormir mal por causa do horário errático dos voos que a médica do centro de saúde lhes passa um atestado médico. Como é que uma companhia assim pode dar lucro, quando os empregados tiram baixa porque andam a dormir mal?
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Por amor cde deus ..diga-me um único empresário português que não tenha tido sucesso senão no 3º mundo’
Os portugueses podem ter montes de defeitos mas chamar empresários á grande maioria dos ditos empresários portugueses é um insulto á própria palavra..não diz nada sobre a IKEA ..6 meses de licença de maternidade..500 euros á mãe e flores no dia do nascimento,,flexiblização do horário para ter tempo para os filhos..todos mesmos os contratados com conntrato a termo certo e não temporário…e repare que o dono não dorme em hotes de luxo têm o mesmo carro á 14 anos e viaja em classe normal de avião…
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Olhe que eu conheço controladores que se dormirem mal você vai desejar não estar num avião nessa altura…
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Como é que uma companhia assim pode dar lucro, quando os empregados tiram baixa porque andam a dormir mal (pois andam, e o pitroil é tão caro nas particulares do lucro BP e Galp)?
Bem visto!
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http://br.youtube.com/watch?v=53dqcGNltpA&feature=related#
esta é ainda a mentalidade portuguesa… (que deficientes!…)
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Pois, mas o dono da Ikea é o homem mais rico da europa!… Aqui andamos com a carroça à frente dos bois, queremos distribuir riqueza quando ainda não há riqueza nenhuma!…
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Minha cara não diga mal de quem foi grande..mesmo que não concorde com as suas ideias..você e muitos tinham que lamber muitos cus para chegar aos calcanhares deste homem…é que ser homem não se mede pela quantidade de dinheiro em caixa ou fodas que se dão ..é pela coerencia pela dignidade..pela verticalidade..eu no ano em que Zeca morreuiniciava eu a minha profissão..Zeca dva aulas em Azeitão na Escola EB23..,e mesmo debilitado ainda foi várias vezes ás aulas..
você e outros deviam ler este texto do Sabato..identifiquem-se e vivam felizes no vosso casulo solitário..boa noite e sejam felizes se puderem
O homem não pode manter-se humano a esta velocidade, se viver como um autómato será aniquilado. A serenidade, uma certa lentidão, é tão inseparável da vida do homem como a sucessão das estações é inseparável das plantas, ou do nascimento das crianças. Estamos no caminho mas não a caminhar, estamos num veículo sobre o qual nos movemos incessantemente, como uma grande jangada ou como essas cidades satélites que dizem que haverá. E ninguém anda a passo de homem, por acaso algum de nós caminha devagar? Mas a vertigem não está só no exterior, assimilá-mo-la na nossa mente que não pára de emitir imagens, como se também fizesse zapping; talvez a aceleração tenha chegado ao coração que já lateja num compasso de urgência para que tudo passe rapidamente e não permaneça. Este destino comum é a grande oportunidade, mas quem se atreve a saltar para fora? Já nem sequer sabemos rezar porque perdemos o silêncio e também o grito.
Na vertigem tudo é temível e desaparece o diálogo entre as pessoas. O que nos dizemos são mais números do que palavras, contém mais informação do que novidade. A perda do diálogo afoga o compromisso que nasce entre as pessoas e que pode fazer do próprio medo um dinamismo que o vença e que lhes outurgue uma maior liberdade. Mas o grave problema é que nesta civilização doente não há só exploração e miséria, mas também uma correlativa miséria espiritual. A grande maioria não quer a liberdade, teme-a. O medo é um sintoma do nosso tempo. A tal extremo que, se rasparmos um pouco a superfície, poderemos verificar o pânico que está subjacente nas pessoas que vivem sob a exigência do trabalho nas grandes cidades. A exigência é tal que se vive automaticamente sem que um sim ou um não tenha precedido os actos.
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Só se escreve de crise, para não se falar disto.
Este assunto está na gaveta, como o Socialismo ou quê?
Ó morgadinha, este assunto? Está esquecido?
Que é feito dos inquéritos?
http://www.youtube.com/watch?v=I4rdU2mbLj8
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E deve ter enriquecido a chular as pessoas..
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“Génese da Crise”
Em História breve, a ver por isto:
“O grande aliado do capital foi a chamada flexibilização laboral e, em especial, a eliminação de restrições para despedir trabalhadores (o sistema ficou conhecido pela frase hire and fire, contrata e despede).”
Vid.: http://resistir.info/crise/nadal_08out08.html
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pois, tal como eu suspeitava … palavras para quê, é um comunista português!…
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Meu caro vá chamar comunistA A PUTA QUE O PARIU ..ODEIO COMUNISTAS MAS ODEIO MAIS É BETOS ARAMADOS EM NEOLIBERAIS..LEIA ESTA QUE VAI RIR E COM ISTO TERMINO QUE JÁ GASTEI MAIS SEBO DO QUE DEVIA..VÁ A CAS PIA..
ouvi agora na Sic..Wall street caiu cerca de 8 por cento e ameaça cair mais com a noticia da reavaliação das cotações da genrel motors..
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E já agora, desculpem a minha ignorância, mas quantos países da Europa é que ainda têm partidos comunistas? Tenho a certeza que se encontraria também uma boa correlação entre PIB per capita e votantes à esquerda… de uma forma inversamente proporcional claro!…
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comuna, comuna, comuna…
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Ó Tina…
Isso dos professores já parece paranóia!
“aqui ainda não há riqueza nenhuma…” Olhe que não parece, a julgar pelos bons negócios no ramo imobiliário “gama alta”, carroçarias “Premium”, turismo tipo “exclusive”.
Estes são indicadores de quê?
O que parece difícil é despedir gestores incompetentes e mentirosos.
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‘Tenho a certeza que se encontraria também uma boa correlação entre PIB per capita e votantes à esquerda… de uma forma inversamente proporcional claro!…’
É a tina a dizer, pra quem não entenda, que nos mesmos States, apontam sondagens, se prepara uma votação a 30%, à direita, contra a esquerda a 51%.
Ou mera correlação do PIB, em tempo de magras vacas.
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Não tenho nada contra professores. Aliás, são muito terra a terra e no caso que eu apontei é o próprio Conselho Executivo que gostaria de se ver livre destas empregadas irresponsáveis mas não consegue.
Quanto à riqueza do país, vá a um post mais abaixo onde o João publicou o gráfico de PIB per capita na Europa. É simplesmente assustador ver como o declive da curva de crescimento para Portugal é inferior à dos outros países. Vê-se que há um estrangulamento consistente do crescimento e não há dúvida nenhuma que é um problema estrutural e não de indivíduos ou de eventos.
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Strong, nos States não há esquerda, só há direita moderada e direita menos moderada.
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Ai, tina,
que pobre de História, de Psyche e de Teologia…
Então os States não são religiosos até à crendice, desde Palin criacionista até hoje e sempre?
E onde se senta deus, se não entre os bons e os maus, a dreita e esquerda dos States?
Ai, ai.
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Acho que se deveria iniciar um movimento de recolha de assinaturas a exigir um referendum para integração de Portugal no âmbito da “Ibéria”. Os políticos portugueses são corruptos, incompetentes e perversos e Portugal vai acabar por sucumbir. A questão é à custa de quem. Um movimento de integração de base popular genuíno impediria que os corruptos políticos nacionais e locais portugueses, e as famílias do costume, se colassem, amanhã, quando percebessem a inevitabilidade do processo, como sendo defensores da integração, só para manterem o poder dentro da “autonomia”. Já sabemos a capacidade de dar voltas e virar casacas que essa gente tem. Nesse caso seria pior a emenda que o soneto e acabaria tudo em guerra civíl (que de alguma maneira poderia “limpar” Portugal).
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http://www.triodos.com/
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A Tina deve ser muito provinciana e não sabe ao certo o que se passa nessa Europa fora. Em todos os países onde o despedimento é “mais fácil”, existem redes de protecção social que protegem a parte mais fraca da relação laboral que é sempre o empregado.
Para mais, a mentalidade é diferente e o habitual caciquismo inerente à maioria dos patrões portugueses tem pouca expressão.
A expressão “colaborador” em Portugal é apenas um chavão ao passo que na maior parte dos países onde as desigualdades são menores a expressão toma o seu verdadeiro significado.
De resto nos países civilizados, as pessoas são motivadas com cenouras, em Portugal são motivadas com a chibata. E os resultados notam-se…
É o problema de ter demasiadas Tinas em Portugal.
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Pois é! mas as redesde protecção social nos outros países da europa estão alicerçadas no PIB (riqueza produzida) e não PIG (riqueza gasta antes de a criar).
É só ver o que alguns países do antigo regime mais justo do universo, adoptantes do capitalismo, essa coisa horrivel, estão a fazer.
Ultrapassam os portugas em riqueza produzida não obstante terem condições remuneratórias e sociais bem inferiores ás dos ditos cujos.
Ou seja, para não fazerem como o ourives italiano e os seus caloteiros, primeiro acumulam riqueza e depois vão pensar em distribui-la.
Aqui, ao contrario, primeiro querem os “dreitos” e depois vão pensar em produzir…tipo assim ourives italiano e respectivos caloteiros que pedem emprestado por conta daquilo que um dia…sim um dia (não se sabe é quando) vão pagar com aquilo que ainda vão produzir.
E depois ainda falam mal dos mercados de futuros.
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Esta crise começa nos EUA com a crise nos mercados imobiliários neh?
Alguem já fez um apanhado dos triliôes gastos pelos caloteiros que á conta do credito para a casa torraram entre 20a 50% do dito cujo em Humvees e férias no Hawai?
Claro que os carros e as férias mencionadas são só exemplos esteriotipados do regabofe que milhoes usufruiram e que agora, apntam o dedo a outros.
Lá como cá os exemplos estão muito próximos.
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Até estava a escrever um textozito para lhe responder OLP, mas não vale a pena. Basta dizer-lhe que esse alheamento da realidade é tratável, basta ler um bocadinho.
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Uma empresa contrata trabalhadores a 600€ e exige pelo menos 10 horas de trabalho diário. Ao fim de pouco tempo a maioria está descontente, o trabalho é mal feito, começa a perder dinheiro. O que faz? Despede estes e contrata outros nas mesmas condições pois desempregados não faltam por aí. As coisas voltam ao mesmo e a cena repete-se. Contrata outros desta vez a 500€ pois precisa obter algum lucro. Népia. Entra num ciclo vicioso e os trabalhadores levam com a fama de chulos, preguiçosos e perigosos comunistas. A empresa lá vai sobrevivendo na corda bamba, pois a coisa até dá para o patrão comprar um BMW e uma vivenda com piscina, mas não chega para meia dúzia de computadores.
A maioria das empresas em Portugal funciona assim, e depois o PIB é baixo, a produtividade nula, a formação inexistente.
Há outra empresa que prefere ter empregados satisfeitos, com ordenados decentes, boas condições de trabalho, e formação constante pois só assim pode exigir esforço e produtividade. Essa empresa tem sucesso.
Ah, e o patrão até pode ter o seu BMW e a sua vivenda com piscina, mas só depois de comprar os tais computadores que a empresa necessita.
Um país com esta mentalidade empresarial em que lugar vai no ranking?
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Hoje o Bush vai falar aos americanos, provavelmente despedir-se, ganhar o Nobel da paz, quem sabe.
A minha aposta é que vai dizer: amigos, era tudo uma brincadeira. Podem ficar descansados. Aqui eu e o meu amigo Paulson já descobrimos que afinal os produtos toxicos de destruição maciça dos bancos não existem. Fomos enganados mais uma vez pelos especialistas sobre o assunto.
Assim podem voltar à vossa vidinha de sempre e vamos festejar.
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“Em todos os países onde o despedimento é “mais fácil”, existem redes de protecção social que protegem a parte mais fraca da relação laboral que é sempre o empregado.”
Pode ser, mas essas redes foram criadas à medida que houve riqueza para o fazer. Aqui, já tiram a riqueza antes desta haver. Por exemplo, um trabalhador independente aqui tem de pagar no mínimo 150 euros de segurança social. Seja que dinheiro faça por mês, 1000 ou 400 ou até mesmo nada (se estiver doente, por exemplo), 155 têm de sair todos os meses do seu bolso para segurança social. Ora isso é o que os espanhóis também têm de pagar mas em Espanha os salários são mais elevados, as pessoas são mais bem pagas e o custo de vida é semelhante. Aqui estrangulam completamente a iniciativa própria com impostos elevados e exigências de natureza social em vez de dar lugar para respirar, crescer, expandir.
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O problema não está nem nos trabalhadores nem nos patrões. O problema é que as leis estão mal feitas, favorecem muito o trabalhador, por isso este aproveita-se enquanto o patrão para se defender é obrigado a usar tácticas, recibos verdes, etc.
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@56 e @60 – Concordo 110%
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As tinas eram antigamente umas vasilhas grandes, hoje não passam, como a Palin, de umas beatas mal dispostas com a criadagem.
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eh, danadas com a criadagem.
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Da sua realidade é tratavel? leia tb nao soletre e leia nas entrelinhas que é coisa que a realidade de muitos não é capaz.
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Relativamente à crise há um aspecto extremamente preocupante que nos afecta diariamente, que é o valor dos combustíveis.
É simplesmente aberrante que quando o barril do crude subia uns céntimos, esse valor se repercutisse quase instantaneamente no preços dos combustíveis; e agora que o preço do barril está a descer de forma significativa, encontrando-se o seu valor igual ao do final de 2007, os preços não baixem e se equiparem aos de então, em que o gasóleo estava a um valor 0,20€ inferior.
Estamos a ser chulados às claras e ninguém faz nada !!!???
Devia ser criado um movimento nacional que colocasse término a este corporativismo.
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By George Yaksick, Washington Staff Writer
As federal lawmakers debate the merits of long-range tax reform, including the lowering of U.S.
corporate tax rates in order to spur economic growth, some reform proponents point to Ireland as an
example of what such a change in policy could do in the United States.
Ireland, which has one of the lowest corporate tax rates in the industrialized world, is unlikely to change
its policies anytime soon, said Paul Reck, tax partner, of Deloitte Ireland, LLP, on January 31, 2008.
Reck believes that Ireland’s 12.5 percent corporate tax rate will remain on the books for the near future
because of its beneficial economic effects. The development is likely to encourage proponents of
lowering the U.S. corporate tax rate, which is three times higher, ranging from 35 to 39 percent.
No Change in Ireland
Ireland adopted its 12.5 percent corporate tax rate on January 1, 2003. “When Ireland introduced its
rate, the government looked at making it effective for 25 years,” Reck said. However, this would likely
have generated some controversy with Ireland’s relationship with its European Union member
countries. Reck spoke during a webcast hosted by Deloitte Touche, LLP.
Combined with lower levels of government spending, the tax changes have jump-started an economic
miracle in Ireland: once one of the poorer countries in Western Europe, it now boasts the highest per
capita GDP on the continent. Moreover, the influx of young educated professionals looking to take part
in the Irish resurgence has also made the country’s population one of the youngest in the Western
world.
Reck said there are no proposals in Ireland now to change the 12.5 percent rate. “At a political level,
there is a consensus that it will remain unchanged for the near future.”
Reck explained that Ireland’s 12.5 percent corporate tax rate has benefited a variety of taxpayers and
has led to high job growth. Manufacturing, especially in the pharmaceutical sector, has been attracted
to Ireland because of its lower corporate tax rate.
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Ireland did exactly that a few years ago, lowering their corporate tax rate to 12.5% and as a result, they became one of the fastest growing economies in the world. Suddenly, they found companies from all over the world falling over themselves to open up offices in Ireland, or move their entire operations to the Emerald Isle. Instead of losing tax revenues when they lowered the corporate tax rate, they saw a massive increase in tax revenues, not only from all the new businesses which came to Ireland, but also from secondary sources, like sales and personal income taxes from increased salaries and additional salaries of immigrant workers brought in by those companies or attracted to the booming economy. The result is that their new lower corporate tax rate brought the government far more money than it had received at the previous higher tax rate.
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“Ireland did exactly that a few years ago, lowering their corporate tax rate to 12.5% and as a result, they became one of the fastest growing economies in the world.”
Exactamente. Mas Portugal não pode fazer isso porque os dinheiros de impostos já estão comprometidos a muito curto prazo. 60% dos impostos colectados é para pagar o funcionarismo público! Se Portugal baixasse os impostos, os funcionários públicos deixavam de receber no mês seguinte. Desta maneira, estrangularam completamente a economia, é como se estivéssemos de mãos atadas e a única coisa que podemos fazer é ver os outros a ultrapassarem-nos enquanto vamos afundando devagarinho.
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Mas de certeza que a culpa não é dos funcionários públicos. Portugal é dos países que tem menos funcionários públicos em relação ao total da população activa (16%). Deve estar no conjunto dos 25, nos últimos cinco lugares. Em primeiro lugar está a Suécia com 33% de funcionários públicos.
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RC
Mas em percentagem de PIB, o que isso representa? E para um PIB mais pequeno, a mesma percentagem terá um efeito maior… é o que eu penso. Mas claro, não serão só os funcionários públicos mas outros compromissos imediatos de segurança social, saúde, educação, etc.
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Reading by numbers…se a economia é assim tão importante poorque razão não se matem os velhos que são um peso morto. os deficientes que não produtivos..começem a idade laboral aos 14 anos..reforma aos 80..ordenados de 100 euros..adoro a china capitalista…
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