Não conheço o nível de cobertura desta “opinião”, mas acredito que o MEC vá deixar muita imprensa mal disposta.
Concordo com o seu ponto de vista, na medida em que o blog se tem vindo a afirmar como alternativa à imprensa institucionalizada, quer pelo bom como pelo mau que comportam. Com isto refiro-me ao facto de dificilmente serem censurados e promoverem o livre debate de ideias a par com o denuncia anónima de casos “quentes”, mesmo sem demonstração de prova… que é diferente de enxovalhar o bom nome de alguém.
Outras questões poderiam ser aqui discutidas mas o post Anonimato, já promoveu esse debate.
Ainda há bocado abri o site do LeMonde e num dos links para uma secção, a página abriu completamente tapada com um frasco de colónia Hugo Boss. A coisa até nem seria irritante se cheirasse.
A colónia da Boss é a única que uso, muito, muito raramente. Tem cheiro a tabaco e é dos anos noventa. Meados. Ainda dura, o frasco.
Em finais dos oitenta, na Av.António de Aguiar, havia uma loja da Boss. Havia nessa altura uns blusões de inverno, em tecido de lã e cachemira. Entrei e experimentei. Ainda o uso. Na altura, cheirava a qualquer coisa específica que depois vim a descobrir ser colónia da Boss. Ainda a tenho, como disse.
Depois dos noventa a Boss tornou-se uma loja para pessoas que não ligam bem comigo. Amaricada. Para não dizer outra expressão.
Piscoiso, é o pecado da gula. Os jornais pensam que têm as suas audiências cativas e que lhes podem espetar com um pré-anúncio para pagar as despesas. Deviam aprender a servir esses anúncios apenas aos para quedistas dos motores de busca – e nem todos.
Não conheço o nível de cobertura desta “opinião”, mas acredito que o MEC vá deixar muita imprensa mal disposta.
Concordo com o seu ponto de vista, na medida em que o blog se tem vindo a afirmar como alternativa à imprensa institucionalizada, quer pelo bom como pelo mau que comportam. Com isto refiro-me ao facto de dificilmente serem censurados e promoverem o livre debate de ideias a par com o denuncia anónima de casos “quentes”, mesmo sem demonstração de prova… que é diferente de enxovalhar o bom nome de alguém.
Outras questões poderiam ser aqui discutidas mas o post Anonimato, já promoveu esse debate.
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Ainda há bocado abri o site do LeMonde e num dos links para uma secção, a página abriu completamente tapada com um frasco de colónia Hugo Boss. A coisa até nem seria irritante se cheirasse.
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Essa é outra vantagem dos blogs, não levas com colónias; a não ser q ela própria seja a notícia.
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A Estela diz numa entrevista à Sábado que deu uma resposta à Helena Matos e ela não a publicou…
COmo é?
A entrevista é interessante e fiquei bem impressionado com a Estrela. Vou escrever um postal, logo, sobre isso..
Repito: gostei.
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Piscoiso:
A colónia da Boss é a única que uso, muito, muito raramente. Tem cheiro a tabaco e é dos anos noventa. Meados. Ainda dura, o frasco.
Em finais dos oitenta, na Av.António de Aguiar, havia uma loja da Boss. Havia nessa altura uns blusões de inverno, em tecido de lã e cachemira. Entrei e experimentei. Ainda o uso. Na altura, cheirava a qualquer coisa específica que depois vim a descobrir ser colónia da Boss. Ainda a tenho, como disse.
Depois dos noventa a Boss tornou-se uma loja para pessoas que não ligam bem comigo. Amaricada. Para não dizer outra expressão.
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Obrigado, Gabriel.
Piscoiso, é o pecado da gula. Os jornais pensam que têm as suas audiências cativas e que lhes podem espetar com um pré-anúncio para pagar as despesas. Deviam aprender a servir esses anúncios apenas aos para quedistas dos motores de busca – e nem todos.
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