Louçã defende sub-sub-prime
9 Outubro, 2008
O sistema bancário é uma injustiça porque quando o crédito é escasso as taxas de juro sobem:
O Bloco de Esquerda considera que a subida para máximos históricos da taxa euribor “é a confirmação de uma injustiça do sistema bancário” e defende “medidas corajosas” para evitar os empréstimos mais caros.
É incrível. O Sr Zé da Esquina paga uma taxa mais elevada que um banco:
“Os juros são mais baratos entre os bancos, mas cobram mais às pessoas”, afirmou hoje no Parlamento o dirigente bloquista Francisco Louçã.
Tem que se criar o crédito sub-sub-prime para desempregados:
Para contrariar a situação e apoiar as famílias portuguesas, Louçã insiste em duas medidas de emergência, já ontem apresentadas no debate quinzenal com o primeiro-ministro: dar crédito bonificado aos desempregados de longa duração […]
Ola, afinal o sistema de poupanças privadas pode servir para alguma coisa:
e permitir que o dinheiro aplicados em Planos Poupança Reforma possam ser utilizados para amortizar os empréstimos à habitação.
Esta ideia não é má de todo. Sugiro o mesmo se aplique à poupança realizada sob a forma de descontos para a Segurança Social. A Segurança Social devia pagar antecipadamente esse dinheiro a quem o desejasse.

“A Segurança Social devia pagar antecipadamente esse dinheiro a quem o desejasse”.
Ora, nem mais. Assim, tinha a garantia de não pagar as Reformas do Aníbal e do Mário.
Porque, tal como o “sistema demográfico” de pagamento das pensões está desenhado, não terei direito a mais do que a uma refomra mínima. Se não for pior!
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só se for aí na europa. por aqui, no brasil, sem esperanças
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Não deixa de ser interessante ver o esforço do JM em oferecer uma lição de economia ao FL.
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Quer dizer, o FL pretende fazer exactamente aquilo que levou à existência do problema actual.
Um génio (em) bruto.
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Permitir que o dinheiro aplicado em Planos Poupança Reforma possa ser utilizado para amortizar os empréstimos à habitação é uma excelente ideia: resolve o problema da falta de liquidez dos bancos. Como é bem sabido, a tarefa primordial que temos em mãos nos tempos que atravessamos é a de ajudar os bancos.
Já a sugestão do João Miranda, que se aplique o mesmo à “poupança”realizada sob a forma de descontos para a Segurança Social, não tem qualquer sentido uma vez que neste caso não há poupança alguma.
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O Loução na impossibilidade de comcorrer com o inginheiro que dá computadores vai providenciar aos aflitos gays e lésbicas a quem a sociedade nunca mais deixa casar um dos seus kits de jogos sexuais que sobraram das jornadas de verão…
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O Loução inconomista imérito com muitos libros em que aborda a problemática da divisão daquilo que não é dele,feitos em papel higiénico reciclado de bairros sociais de minoritários deveria ter um tratamento igual ao do imperador Galba.Ouro derretido pela goela abaixo…
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Para contrariar a situação e apoiar as famílias portuguesas, Louçã insiste em duas medidas de emergência, já ontem apresentadas no debate quinzenal com o primeiro-ministro: dar crédito bonificado aos desempregados de longa duração […]
LOLOL
esta tirada foi genial
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Então lá chegamos aos “Dias D”, Amanhã parece que chegam os “Derivados” à cena, Sábado parece que vai chegar outra Nova Ordem Mundial, o novo mundo multipolar que talvez induza automáticamente quasi todos as actuais conflitualidades incluindo militares.
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Vamos ver para que lado vai caír
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Os palpites internacionais fervilham. Acaba o Euro ? Haverá um pacto histórico de pacificação da Europa com a Russia ? O novo patrão da Goldman vão ser os Russos ? O do Morgan etc vão ser os Chineses ? Vence o Liberalismo ou o Totalitarismo na Europa contra a sagrada aliança “Socialismo/Capitalismo Selvagem” que deu este resultado ?
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Uma coisa a Europa não pode abdicar. Os Direitos Sociais dos Cidadãos. Os mais avançados de todo o Mundo. O Sonho, a Meta e a Logica, mais devagar ou mais depressa, de cada Cidadão dos países emergentes, asiaticos, arabes, americanos ou africanos. A arma da ideia, muito mais poderosa que a militar, neste reajustamento planetário em curso há alguns anos.
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Por cá “no pasa nada”. As ‘elites’ e as ‘governanças’ andam á nora. Desnorteadas. Nem elas próprios sabem se irão ou não desaparecer de cena neste “black hole” devorador que está a gerar vertiginosamente o NOVO.
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adenda,
onde se lê “talvez induza automáticamente quasi todos as actuais conflitualidades incluindo militares” deve ler-se:
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“talvez induza automáticamente o FIM DE quasi todos as actuais conflitualidades incluindo militares”
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Tive uma ideia!
E porque não conceder crédito bonificado a ladrões de bancos?
Faz todo o sentido. Seria uma espécie de legalização do consumo, aplicado ao dinheiro.
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Tenho uma dúvida. Existencial.
A crise resulta de crédito à habitação mal parado.
Taxas de juro altas levam a maior dificuldade de muitas famílias a suportar os encargos do seu empréstimo.
Isso resulta de muitas famílias (americanas ou portuguesas) serem incautas e, à data do empréstimo, não terem previsto a subida das taxas de juro.
Por outro lado,
Se as taxas de juro baixassem, haverá menos crédito mal parado. E haveria maior confiança.
Então, porque se mantêm altas as taxas de juro?
Por falta de liquidez? Por falta de confiança entre as instituições?
Agradecia que me explicassem como se eu fosse muito loira
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Loirissima, nao sei os termos tecnicos que expliquem isso.
Mas a taxa de juro no Japao é 0.5% e nao andam mto confiantes, ainda assim.
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“Por falta de confiança entre as instituições?”
Sim mas não só, falta tembém confiança nas pessoas que pedem empréstimos. E é preciso que haja um maior diferencial para os bancos se capitalizarem. Isto é, pedir emprestado ao Banco Central a 1-2% e emprestar a 5-6%. Evidentemente os Bancos Centrais não têm recursos para dar todo o dinheiro que os bancos precisam, só os empréstimos á habitação são cerca de 60% de toda a riqueza em Portugal.
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A crise nasce mesmo dos emprestimos a longo prazo que quase sempre houve.O problema foi depois acrescentarem globalização(deslocação das fábricas) e ainda por cima importação de milhões de imigrantes.O cu dos devedores não aguentou…
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“Sim mas não só, falta tembém confiança nas pessoas que pedem empréstimos”.
Não é bem assim. O que os bancos procuram é reduzir o risco, aumentando a receita a partir daqueles que pagam.
Por outro lado, dizer que a crise só foi provocada pelo crédito mal parado, concedido para habitação, é só meia verdade. O problema é que a “aliança” construção/ finança, fez daquela a forma de rentabilização rápida de não sei quantos produtos financeiros inventados pelos bancos e com que eles aliciavam muitos clientes. Se quiserem, foi uma espécie de D. Branca, só com uma diferença: a senhora foi parar à cadeia.
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Como cá o cu dos indígenas só com UM ORDENADO/PENSÃO também não vai aguentar.Foi-se a industria e ainda por cima vieram as por enquanto minorias e TEM QUE HAVER PARA TUDO mas á conta de pouquinhos…
Bem avisados andaram os políticos que embora formados nas novas oportunidades do PREC nunca se esqueceram de ir coleccionando REFORMAS…
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As propostas de Louçã são feitas no âmbito duma economia de mercado.
E eu a julgar que o BE era contra estas tretas, só confiava no Estado todo-poderoso-planificador-de- direcção-central.
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No post anterior estava a ficar loiro.
Agora vou tentar deixar de ser.
A crise nasceu duma sobreavaliação dos imóveis ( tipo: empresto 50 000 pq avalio a casa nesse preço, hipoteco como garantia e o juro é 5%; com a subida dos juros para 10%, as prestações deixaram de ser pagas, multiplicando-se por milhares, o banco executa a hipoteca e põe à venda, ninguém quer comprar, pq o preço é alto; baixa o preço do imóvel para 30 000; isto multiplicado por milhares;o banco deixa de ter liquidez pq ninguém paga e como o juro é alto, ninguém compra mesmo descendo para 20 000; continuam os mutuários a deixar de pagar e o banco sem conseguir vender; tem que pedir $$$ emprestado; no overnigth sobem os juros; fica mais endividado e quase a cair; não pode emprestar às empresas, a economia arrisca-se a parar; intervem o banco central; estes descem a taxa de referência para os juros interbancários descerem e as empresas terem crédito mais fácil, para revitalizar a economia; vai demorar mas é o caminho certo; vai começar nos USA daquia 2 ou 3 meses…).
O estranho é os muitos milhões da China e da OPEP andarem “escondidos”, nem investem na bolsa!
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“O estranho é os muitos milhões da China e da OPEP andarem “escondidos”
Será estranho? Guardado está o bocado para quem o há de comer.
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“Por outro lado, dizer que a crise só foi provocada pelo crédito mal parado, concedido para habitação, é só meia verdade. O problema é que a “aliança” construção/ finança, fez daquela a forma de rentabilização rápida de não sei quantos produtos financeiros inventados pelos bancos e com que eles aliciavam muitos clientes.”
Não não é meia verdade. Os produtos financeiros baseados no imobiliário estavam dependentes de que quem pediu o empréstimo pagasse e que os preços das casas não baixassem. A rentabilização rápida dos produtos fienanceiros deveu-se á bolha da habitação. A bolha da habitação atingiu com esta dimensão porque havia 1% de taxa de juro e o Governo Americano tinha a Fannie Mae e Freddie Mac com o objectivo social de dar juros baratos ou por outras palavras dar dinheiro barato a todos os Americanos segurando os empréstimos que outros faziam. Ora a espiral de preços das casas parou e veio a descida. Isto foi do lado Americano, ainda há muita coisa no ar e não se sabe bem o que se passou na Europa. Se foram investimentos que correram mal ou toda a gente tratou de limpar os livros nesta altura.
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Pensar que este gajo (F. Louçã) recebe um salário mensal chorudo, pago por mim e por muitos outros, para dizer este tipo de imbecilidades, dá-me arrepios.
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“Será estranho? Guardado está o bocado para quem o há de comer”
Partindo do princípio que $$$ parado não rende…, era expectável que andassem a investir.
Há a hipótese de estarem a comprar a dívida pública USA; o que cria uma interdependência entre os blocos económicos muito grande: a China assegura que os USA aumentam o PIB para vender os seus produtos, senão as fábricas não produzem; A OPEP assegura que os USA gastam gasolina para eles venderem o crude.
Em parte é bom sinal pq ninguém lucra em fazer guerras; todos dependem de todos.
A OPEP anda a querer estragar isto:
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=335034
Quer diminuir a produção para o preço do crude subir; ficam cheios de $$$ mas o resto do Mundo tem que aguentar inflação e, lá está, subida dos juros, descida do PIB.
Complicado!
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“O estranho é os muitos milhões da China e da OPEP andarem “escondidos”
“Será estranho? Guardado está o bocado para quem o há de comer”
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Já está a comer (noticias actualizadas)
http://www.iht.com/articles/ap/2008/09/19/business/AS-China-Bank-of-China-Rothschild.php
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9- Até agora os Russos parecem mais interessados na indústria militar, apesar dos seus soldados viverem miseravelmente, como conta um blog excelente “UA Zapping”.
Ainda estão a funcionar com o preço do crude e gaz a 150$$$/barril…
Quando perceberem que já desceu, e não há tanto $$$ para os mísseis põem os pés na terra.
A UE, coitados, andam cheios de medo com a chantagem energética do Kremlin; parecem uns Chamberlains
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24- 20% do LCFR é algo significativo, mas não significa nenhum controlo financeiro mundial.
Os cerca de 20% que já têm dos títulos de dívida pública USA são muitíssimo mais.
Mas como a China vive da exportação, precisa de ter mercados que comprem os seus produtos: USA e UE, principalmente.Se os PIB destes estagnarem, eles não vendem.
Por outro lado, as novas gerações já querem produtos de consumo; o que implica muita importação. E precisa de infra-estruturas, empresas do Ocidente.
Se olharmos para os problemas demográficos que vai enfrentar dentro de 30 ou 40 anos, por causa da política do filho único; e graves problemas de poluição (rios, ar) como se viu com o leite, a China ainda tem muito que fazer para se tornar potência.
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JM, na impossibilidade de fazer uns posts pacíficos sobre a bondade do liberalismo-selvagem em curso, saca da arma mais fácil e atira para tudo o que mexe – não fosse o caso de, como normalmente, o fazer com o habitual chumbo demagógico.
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…ou é assim uma coisa do outro mundo, por exemplo, REGULAR a Euribor com base no estipulado pelo BCE (ou quem a defina)?
Então os nossos banqueiros e/ou especuladores, responsáveis em primeira linha pelo actual estado do mercado financeiro, podem continuar a querer levar à falência os seus bancos – uma coisa normal para os liberais – e simultaneamente esperar pela ajuda do Estado (contribuintes, para os que têm horror à palavra) sem que nada os atormente, nem que seja uma simples medida de a Euribor não ultrapassar a TXJuro definida pelo BCE, quando se trate de empréstimos interbancários? Há alguma coisa de keynzianismo, na merda desta medida?
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“Será estranho? Guardado está o bocado para quem o há de comer”
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Já está a comer (noticias actualizadas)
Hehe já não há mais a América hyperpuissance da esquerda agora é pauvre America…Só o pensamento dominante de esquerda nos Media e a sua falta de cultura é que poderia esperar que os recursos demográficos e como consequência económicos da China não chegariam a todo o lado após o anbandono da pobreza forçada do socialismo/comunismo ou talvez os preconceitos que os terríveis exploradores capitalistas manteriam os chineses sempre pobres. O turismo chinês deve estar a chegar aí não tarda e isso é bom.
Na economia de mercado estão todos melhores se todos estiverem bem.
Eles têm uma vantagem não sofreram o desastre da contra-cultura e a consequente destruição da escola no Ocidente.
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«Mas como a China vive da exportação, precisa de ter mercados que comprem os seus produtos: USA e UE, principalmente.Se os PIB destes estagnarem, eles não vendem.»
Esta é uma questão chave realmente, e de facto a China tem cada vez mais titulo do tesouro USA.
No entanto, a China está a crescer a 7% , se cair 4 pontos, continuará a ter um crescimento positivo (3%). Mas se o resto do mundo perdesse 4 pontos agora, seria o desastre total.
Essa é a grande mais valia da China, no que toca a crise economica.
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Não há aqui nenhuma proposta que defenda o sub-prime, pela simples razão de que a bonificação dos juros é para quem já tem o empréstimo concedido. Não facilita a concessão de crédito a desempregados, acreditando até que algum consegue, ou tem intenção, de pedir um empréstimo.
Quando muito, João Miranda, o que esta proposta afecta é o crédito malparado, diminuindo-o.
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«pela simples razão de que a bonificação dos juros é para quem já tem o empréstimo concedido»
«o que esta proposta afecta é o crédito malparado, diminuindo-o.»
No exemplo apresentado existe um incumprimento, só assim fará sentido falarmos em diminuição e não em prevenção de crédito malparado.
O Zé tem um empréstimo que contratou livremente com o Banco e que não cumpriu. A justificação que apresenta é que ficou desempregado.
O Zé tem uma prestação de 500 € e deve ao Banco quatro prestações: 2000 €.
Com a bonificação ficará com uma prestação de 375 € (os contribuintes para além de financiarem o Zé no subsídio de desemprego vão, também, pagar 125 € da prestação do Zé).
O Zé continua sem pagar a parte dele…
O Banco continua com a dívida anterior (os 2000€) e vai acumulando mais 375 € por mês, os contribuintes vão injectando 125 € por mês, o Zé vai-se injectando e tem esperança que o Banco vá à falência e a dívida fica perdoada (o Zé é ateu mas neste particular acredita no perdão).
Perdoai-lhes senhor…
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Pedro Oliveira,
Diminuição do valor total de crédito malparado, evitando futuras situações de incumprimento. Por que é que quis complicar?
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Sinceramente tenho andado é a pensar realizar com o meu banco (CGD) um apoio que eles tinham (não sei se ainda teem) que é um seguro sobre a prestação mensal da casa. Eu explico
Na CGD quem fica desempregado tem direito a (pelo menos) 1 ano de pgt da prestação mensal da habitação,por parte do banco. no caso de ficar desempregado.
Se tiver subsidio desemprego , eles pagam na mesma a prestação da casa durante um ano.
Para ter o seguro DE DESEMPREGO CGD tenho de ter contrato de trabalho por tempo indeterminado (NÃO CONFUNDIR COM TERMO INCERTO), ou então declaração da empresa como estando a efectivo.
Para ter este seguro no meu caso teria de passar a pagar apenas mais 6 euros por mes na mensalidade.
Mas sabia que se ficasser por qualquer motivo desempregado teria esse problema da prestação da casa resolvido (pelo menos durante 1 ano inteiro).
Não acho que va ficar desempregado mas um contrato a 30 anos com um banco, convem contar com o longo prazo
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Pedro Sales,
É um tema que domino muito bem.
Imagine um funcionário da CP que nunca viajou de borla nos comboios ou um bancário sem usufruir de empréstimos com taxas, ridiculamente, baixas… pois.
Ninguém é obrigado a endividar-se.
As taxas em finais dos anos oitenta (séc. XX) eram de cerca de 20% agora mesmo com margens («spreads») de 2% nunca atingirão 8%, portanto, os mutuários que façam contas antes de mergulharem no consumismo.
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Ninguém está a discutir que as taxas de juro estão muito abaixo dos finais dos anos 80 (também a inflação, já agora, o que torna a comparação pouco relevante), mas sim em arranjar uma forma de compensar, provisoriamente, as taxas de quem se viu sem emprego. Parece-me uma medida correcta, o que é discutível, e que não tem nada a ver com o sub-prime( o que é um facto). Mas, compreende-se, o João Miranda tinha que meter a piadinha.
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O Nobel da economia está para saír, será que vamos ter mais uma alegria!? O Saramago ganhou o da literatura, por isso tudo é possível.
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Nao sabia que me Portugal os bancos concediam créditos a gente no desemprego. Está-se sempre a aprender com o mestre Miranda.
Vamos lá a ver se é desta que lhe dao o Nobel.
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