Precisamos de um plano quinquenal para a competitividade
Competitividade: Portugal desce três lugares no ranking
The Global Competitiveness Report 2008-2009
O Ministro da Economia defendia ontem que Portugal está a fazer grandes progressos. Parece que a resposta a uma candidatura ao Prime, que anteriormente demorava 6 meses, agora só demora 3 meses. Aquilo que o ministro parece não ter entendido é que este governo tem uma opção política clara: prefere apoiar as empresas através de programas burocráticos em vez de baixar os impostos sobre a actividade económica. A opção do governo garante-lhe o controlo político-burocrático sobre as empresas. A opção de baixar os impostos impediria esse controlo. A existência de um programa Prime é por si só um sinal de falta de competitividade e de burocratização da actividade económica. É por isso pouco relevante que em vez de 6 meses as respostas agora só demorem 3 meses.

“A opção de baixar os impostos impediria esse controlo.”
Nem parece seu. Os impostos são a coluna de sustentação do défice, ou daquilo a que se pode chamar de “falso défice” ou “défice encoberto”. A via escolhida foi a errada e se agora tivesse de corrigir o erro a sério, ficava sem absolutamente nada para apresentar nas eleições.
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Não há pachorra. Logo agora que o engenheiro vai financiar o crescimento do endividamento das PME’S…
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A Madona não vai nisso e, definitivamente, proíbe a Sara Palin, terrorista, vulgo por cá benfiquista, de assistir aos seus concertos, alegando que lhe perturba a mística, conspurcando o ambiente.
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The most problematic factors for doing business in Portugal:
1. Restrictive labour regulations
2. Inefficient governmente bureaucracy.
2. Tax regulations
Como se vê, o Estado e as suas leis resctrictivas e burocráticas são o grande impedimento ao desenvolvimento da economia portuguesa.
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“(…)prefere apoiar as empresas através de programas burocráticos em vez de baixar os impostos sobre a actividade económica. A opção do governo garante-lhe o controlo político-burocrático sobre as empresas. A opção de baixar os impostos impediria esse controlo.”
Desculpa lá JMiranda mas não é nada disso. A questão é bem mais prosaica. È que se baixar impostos fica sem dinheiro para pagar aos professores, e programas burocráticos não custam dinheiro. Ás vezes as coisas são mais simples do que parecem.
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“e programas burocráticos não custam dinheiro”.
Programas burocráticos não custam dinheiro? Não,apenas alimentam os políticos e os ministérios. A própria União Europeia é uma burocracia pegada.
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Tina,
Basta dizer que há instituições do estado que contratam grandes empresas de consultoria para ajudar no processamento do IVA e interpretação do respectivo código. É preciso dizer mais alguma coisa?
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«Ás vezes as coisas são mais simples do que parecem.»
Com efeito! Já bater nos profs é coisa complicada e fora do alcance de qualquer um.
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«A opção de baixar os impostos impediria esse controlo.»
Ora aqui está uma simplicidade que só vê quem quer.
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Segundo a esquerda a crise é facil de resolver:
1º Aumentar a felicidade com os casamentos gay e lésbico, coisa que a juventude socialista precisa como pão para a boca , além dos alentejanos e margem sul…
2ºComo a CGD está cheia de massa garantir um “tecto” nos juros de habitação, tendencialmente próximo do zero como no SNS, tese do PCP
3ºAcabar com o desemprego distribuindo “cotas” entre o Estado central e as autarquias por forma “limpar” os cadernos dos centros de emprego
4ºOs ricos que paguem a crise(ir`as mais valias do Berardo no BCP…)
5ºDistribuir uma G-3 a cada cidadão para aumentar a segurança, obter uma justiça rápida e fazer poupanças em prisões…
6ºComo todas estas medidas fariam disparar a competitividade, a produção nrevelariam certamnete uma futura falta de mão de obra, pelo que delegaçõe do SEF devem ser enviadas para África distribuir passaportes que assegurem a criação de riqueza futura(de preferência a analfabetos para dar trabalho aos examinadores “orais” da língua Portuguesa…
7ºQuem não concordar com as medidas antecedentes quer casar com um do mesmo sexo…
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“A opção do governo garante-lhe o controlo político-burocrático sobre as empresas”.
Ora, aqui está uma frase simples e objectiva.
Coelho, Ferreira do Amaral, Mexia, Vara e afins, como conseguiriam sobreviver sem esta TEIA de interesses obscuros entre o Estado (o “Pai” de todos) e os filhotes favoritos (Mota, EDP, Caixa, BCP, etc.).
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um plano quinquenal?
a sério? como aqueles da união soviética?
depois das
nacionalizaçõesdas garantias de intervenção nos bancos “com significado”, das injecções – muito disfarçadas – de “nota” na cdg, já nada me surpreende…GostarGostar
Antes de ir dar mais umas notas de euro ao Belmiro aconselho o Sócrates a decretar a paridade do euro ao padrão ouro.É que o pai da pátria não gosta de neo-cons, os responsáveis por acabarem com aquela ligação.Imaginem que em vez de papel os produtores de petróleo, tinham milhares de toneladas de ouro…
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“das injecções – muito disfarçadas – de “nota” na cdg”
1. Há 15 dias, foi a venda à Parpública, de acções da REN e ADP, que a CGD tinha, no valor de 400 milhões de euros.
2. Ontem, foi uma emissão obrigacionista de 400 milhões.
Destinatários: BPN? Finibanco? Banif? BCP?
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Toca a nacionalizar a banca. O tuga fica salvaguardado e os banqueiros vão especular para outro lado! Vamos a ver se o sector de luxo é ou não é afectado. O pequeno não pode viver sem o grande mas o grande também não pode viver sem o pequeno. Aumentar impostos é que não. Neste momento o Estado precisa de dinheiro para comprar a banca e salvar o nosso dinheiro para depois sim poder aumentar os impostos e ficar com ele.
Força camaradas. Abaixo o capitalismo!
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“1. Há 15 dias, foi a venda à Parpública, de acções da REN e ADP, que a CGD tinha, no valor de 400 milhões de euros. 2. Ontem, foi uma emissão obrigacionista de 400 milhões.”
De uma das últimas vezes a manipulação serviu para aldrabar o défice, como é Público. Entra como proveito e depois volta a sair, mas não como custo. Quando praticado na contabilidade de privados chama-se “habilidade”. Neste caso chama-se “acto público”.
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Portugal desceu 3 lugares na competitividade porque ainda não mandou delegados do SEF para África passar passaportes.Como se vê pela actual cintura africana (ex-cintura industrial) são ainda poucos para fazer baixar os salários.Esta reserva de mão de obra a RSI precisa de aumentar muito para fazer emigrar os indígenas medrosos de se fazerem ao mundo.Aí sim com abundantes remessas dará para pagar os africanos e ainda sobra para pagar os magros vencimentos do pequeníssimo número de eleitos e seus assessores…
ah e nada de fabricar nada cá dentro pois essas coisa do co2 e poluição é tramada…
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Não se preocupem com a competitividade. Por causa das aldrabações climáticas, Portugal vai dar de mão beijada à Rússia, Rep. Checa e Polónia, 200 a 300 milhões de euros, em dois anos, sem receber nada. É o que diz o representante da Comissão Nacional das Aldrabações Climáticas. Estes países vão concorrer com Portugal em vantagem ou desvantagem económica? Se calhar o Louçã que luta contra as aldrabações climáticas encontrará vantagens.
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