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No longo prazo eles estão mortos e nós endividados

16 Outubro, 2008

Ao longo do século XX foi possível expandir o sector público à custa de instituições que serviam para garantir o bem estar a longo prazo. Os recursos que de outra forma poderiam ser canalizados para a poupança privada, foram canalizados para a despesa pública. Isso é evidente no caso da segurança social, em que um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído pelo sistema de resdistribuíção público. Um fenómeno similar ocorreu com a expansão da dívida pública, que serviu para alimentar a redistribuíção pública à custa do bem estar das gerações futuras. Estes esquemas não são repetíveis porque nós somos as gerações futuras, a pirâmide demográfica inverteu e os estados atingiram os limites de endividamento.

É verdade que a longo prazo estamos todos mortos, é verdade que o Keynes morreu há 60 anos, mas nós estamos vivos e vivemos no longo prazo deles.

35 comentários leave one →
  1. ccz's avatar
    16 Outubro, 2008 13:19

    Retirado do caderno de Economia do semanário Expresso de 03 de Novembro de 2007.

    Pergunta: “Este Orçamento do Estado é sensato ou gera um sacrifício excessivo do contribuinte?”

    Resposta de Medina Carreira: “Entre 2005 e 2008 prevê-se que o produto cresça cerca de 20.000 milhões de euros (isto é típico de Medina Carreira, dos doze, é o único que apresenta números), a preços correntes; as receitas tributárias deverão aumentar qualquer coisa como 10.000 milhões de euros. Estes números revelam o extremo sacrifício que os impostos representam hoje, sobretudo para as classes média e baixa. Apesar de tudo, com a economia que temos, será difícil sair disto.”

    Estou fascinado por esta imagem:

    É mesmo um exemplo da resposta de Medina Carreira, metade do crescimento da riqueza criada é para alimentar o cuco. Reparem nas pernitas finguelitas do papa-mosca ou verdelhão, a alimentar o grandalhão…

    Resposta de Teodora Cardoso: “…Os cortes nas despesas públicas defrontam-se com a demagogia das oposições que pedem cortes abstractos, mas se opõem aos concretos e exigem reduções de impostos destinadas a aumentar o consumo. Urgente é fomentar uma cidadania responsável.”

    Imagino logo o verdelhão da foto a começar a protestar, e a argumentar de que algo na foto não está bem. E, o cuco a responder: “É urgente fomentar a cidadania responsável.”

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  2. Desconhecida's avatar
    Amilcar permalink
    16 Outubro, 2008 14:05

    O que é que se passa com o blasfémias ? em França no jogo de quarta feira com Tunisia os emigrantes que enchiam o estádio assobiam o hino frances de principio a fim, o presidente reune com a ministra do desposrto e já se pensa em acabar com os amigáveis com paises do magrebe,( na RTP há pouco o bobo de serviço disse que os adeptos franceses assobiaram o hino pq estão insatisfeitos com as exibições !!!!)…na mesma semana em que um filme de John Travolta foi suspenso quando num bairro de paris 10 carros da produção, onde se realizavam as filmagens, foram incendiados por “jovens” magrebinos….e nem uma palavra aqui no blasfemias…estamos a ficar politicamente correctos ????

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Outubro, 2008 14:11

    Quando o estado se propõe tomar as casas sem explicar que quem vai pagar é o contribuinte cumpridor com os seus impostos, já tudo é possível.

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Outubro, 2008 14:15

    Sarcozy está a incomodar muita gente. Disse que queria acabar com os paraísos fiscais. Ainda vão incentivar os de sempre para acabar com ele.

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  5. Desconhecida's avatar
    honni soit qui mal y pense permalink
    16 Outubro, 2008 15:06

    pois é uma evidência isso das gerações futuras … tá-se tudo nas tintas . live now … gone tomorrow

    que filme é esse do Travolta ?

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Outubro, 2008 15:08

    http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20081016122851&o=3

    já alguém viu isto? no publico? os professores a cantarem músicas a louvar os magalhães? rídiculo

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  7. Zé Preto's avatar
    16 Outubro, 2008 15:09

    Os Parasitas

    A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma Comissão Administrativa cuja presidente é a mãe do António Costa e do Ricardo Costa. Nome: Maria Antónia Palla Assis Santos. O ministro José António Vieira da Silva declarou em Maio último que esta Caixa manteria o mesmo estatuto, ou seja, regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública, SNS e outros subsistemas!

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  8. Desconhecida's avatar
    honni soit qui mal y pense permalink
    16 Outubro, 2008 15:24

    na França pelo menos há gerações futuras bem activas …

    era uma vez o império romano … no final com a integração das tribos barbaras as quais se tornaram mais importantes e cuja pressão acrescida aquela exercida pelos hunos e outras tribos germânicas acabou por fazer implodir o Império no Ocidente .
    Ficou no Oriente até 1453 quando os turcos ajudados por canhões idealizados por europeus ocidentais deitaram abaixo os muros de Constantinopla.
    Entretanto cairam mil anos de alguma , ( grande … dizem alguns )escuridão , alumiada pelas cópias dos clássicos gregos , romanos e outros copiados pelos arabes das bibliotecas dos Oriente , vd Damasco . A tão chamada esclarecida “civilização islâmica”…bla ,bla , al-andaluz , blá , blá.
    Entretanto depois de anos e anos de sangue , os ocidentais lá redescobriram os clássicos, inventaram a relogoaria , e f…… os turcos em Viena .Continuaram a fazer rolar cabeças e sangue.
    Uns amoxaram para dentro , outros sairam para fora … colónias, etc e tal.
    E mais sangue e morte .
    Entretanto vem a 1ª , com o fim das ilusões imperiais , e a 2ª com o fim das ilusões tout court.
    A malta fartou-se de guerreolas , queria era reformas e segurança do berço á cova . E viver dos prazeres.
    Outros nem por isso .E varriam o chão, trabalhavam na construção, na agricultura como apanhadores e outras coisas menores que os burgueses não queriam fazer … nem os ( poucos ) filhos dos burgueses.

    No final os filhos dos que variam o chão , e trabalhavam na agricultura , não reconheciam a nacionalidade atribuída por jus soli, nem a identidade cultural de um País de burgueses de que não gostavam .

    Entretanto os burgueses juntavam-se em condominios privados para evitar chatiches e viviam de crédito fácil.

    O futuro num qualquer cinema , em exibição no intervalo das 5 orações obrigatórias da religião de estado.

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  9. Desconhecida's avatar
    doomer permalink
    16 Outubro, 2008 15:43

    Time to banish the god of growth

    IMAGINE an industry that runs out of raw materials. Companies go bust, workers are laid off, families suffer and associated organisations are thrown into turmoil. Eventually governments are forced to take drastic action. Welcome to global banking, brought to its knees by the interruption of its lifeblood – the flow of cash.

    In this case we seem to have been fortunate. In the nick of time, governments released reserves that should with luck get cash circulating again. But what if they hadn’t been there? There are no reserves of fish, tropical hardwoods, fresh water or metals such as indium, so what are we going to do when supplies of these vital materials dry up? We live on a planet with finite resources – that’s no surprise to anyone – so why do we have an economic system in which all that matters is growth (see “Why our economy is killing the planet and what we can do about it”)? More growth means using more resources.

    When the human population was counted in millions and resources were sparse, people could simply move to pastures new. But with 9 billion people expected around 2050, moving on is not an option. As politicians reconstruct the global economy, they should take heed. If we are to leave any kind of planet to our children we need an economic system that lets us live within our means.

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  10. Desconhecida's avatar
    honni soit qui mal y pense permalink
    16 Outubro, 2008 15:55

    Doomer

    Nobody ( or only a few )want to live within their means.
    They need lots of credit to fulfill theirs ilusions of wealth.To buy goods … and pleasures , they think .
    So…credit crunch.Ruined lives.
    Goverments need their votes, so they run to help solve the blood stream flow.If they can .

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  11. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Outubro, 2008 16:04

    Caro honni soit qui mal y pense,

    Explique-me uma coisa que nunca consegui preceber: porquê NA frança e não EM frança?

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  12. Ruben's avatar
    Ruben permalink
    16 Outubro, 2008 16:07

    e entretanto,
    .
    na parte mais sólida da Europa a BURGUESIA continua a ser a variante do Capitalismo que sempre foi, as “oficinas”, o Povo dos mestres aos aprendizes que bebe nas raizes e na energia autêntica da Revolução Francesa. Outra parte da Europa, a especulativa, é a NOBREZA travestida em BURGUESIA.
    .
    É obvio que aquela BURGUESIA não atura a NOBREZAS travestidas de Burguesia. Não procurem nomes, sigam as energias: as carcaças desaperecem, ideias perduram.
    .
    Há um País, o unico, em que no Sec XVIII isto foi definitivamente arrumado e vai MUDAR porque tem Liberdade para das suas bases, que mandam, saír permanentemente NOVO. Descodifiquem.
    .
    É assistir ao desfecho a acontecer vertiginosamente. Os que querem ir no “black-hole” metam-se nele AGORA. Os que querem proteger-se dele, saiam AGORA. Descodifiquem o caso Português mo meio disto tudo, os episodios parti´dários fortuitos e apreciem os vários DISCURSOS.
    .
    É tão simples como isto. O Poder, e o contra-poder, que funcionem. Eles é que dizem que sabem tudo.

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  13. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    16 Outubro, 2008 16:15

    “…um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído…”

    Pois, é isso, antigamente é que era bom…

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  14. COMISSARIO PARDAL's avatar
    16 Outubro, 2008 16:22

    uns escassos anos depois

    http://www.youtube.com/watch?v=dh6teNursh8

    Já viram esta gente novamente no Governo da Nação?

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  15. COMISSARIO PARDAL's avatar
    16 Outubro, 2008 16:27

    Ja passou a fronteira, o habito das tangas do Cherne:

    Sacorzi já lhe deu tampa, agora é o mestre de cerimonias da CE

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  16. MIa(hoje com uma veia conservadora)'s avatar
    16 Outubro, 2008 16:45

    ” Os recursos que de outra forma poderiam ser canalizados para a poupança privada, foram canalizados para a despesa pública.” Carto mas Portugal nem é dos paizes ondes os impostos são mais altos.
    “Isso é evidente no caso da segurança social, em que um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído pelo sistema de resdistribuíção público.”- este é o caso Português, porquê na Finalandia e na Dinamarca a segurança social funcionava muito bem e recomendava-se.
    “Um fenómeno similar ocorreu com a expansão da dívida pública, que serviu para alimentar a redistribuíção pública à custa do bem estar das gerações futuras.” POis… mas a teoria socialista que entende que é preciso injectar riqueza para criar riquesa (para incentivar o investimento e etc e tal) só funcionaria se a maioria dos bancos fossem públicos e se os emprestimos fossem concedidos segundo critérios racionais e benefícos para a colectividade e não apenas para quem os faz. Junte-se a isto os investimentos públicos com derrapagens orçamentais que resultam a favor de alguns em deterimento dos contribuintes (desconheço se se trata de incompetência ou de furtos descarados) e temos o actual Estado.

    “Estes esquemas não são repetíveis porque nós somos as gerações futuras, a pirâmide demográfica inverteu e os estados atingiram os limites de endividamento.”- E quem quer ter filhos num paiz assim ? Onde se anunciam 400 creches que ninguém conhecece a sua localização, enquanto se fecham outras públicas por falta de condições, permitindo que as privadas pratiquem preços astronómicos a que muitos se sujeitam por falta de alternativas? Isto está bom é para os ciganos (tanto é que só os filhos deles chegam para entupir as maternidades)- e isto não é um comentário racista. è uma constatação de um facto.

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  17. MIa(hoje com uma veia conservadora)'s avatar
    16 Outubro, 2008 16:46

    País,digo.

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  18. COMISSARIO PARDAL's avatar
    16 Outubro, 2008 16:48

    “Candidato do PSD nos Açores estranha pagamento aos agricultores a três dias das eleições”

    Aprendeu com a Madeira e com Continente

    Há quem dê frigorificos nas eleições.

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  19. caodeguarda's avatar
    16 Outubro, 2008 16:50

    por algm motivo agora sou “pula”…

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  20. MIa(hoje com uma veia conservadora)'s avatar
    16 Outubro, 2008 16:50

    Correcção :”Certo”, “Filândia”, “riqueza”…
    e mais outros tantos erros devem ser ignorados (juntou-se uma porcaria de teclado à disléxia e ao meu mau português. Peço desculpa).

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  21. bis coito's avatar
    bis coito permalink
    16 Outubro, 2008 17:07

    retiram milhões,
    devolvem magalhões.

    o estado socialista faliu
    vai morrer de inanição a curto prazo
    quando deixarem de emprestar dinheiro

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  22. anti lolinha's avatar
    16 Outubro, 2008 17:07

    Deve-se ser mãozinha da “secreta” do Socrates.- avaria momentanea do teclado?.

    Hum, cheira-me a esturro

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  23. MIa(hoje com uma veia conservadora)'s avatar
    16 Outubro, 2008 17:40

    Anti Lolinha:

    Foi a melhor desculpa que arranjei;)

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  24. Pedro C.'s avatar
    16 Outubro, 2008 17:50

    Vivendo os nossos orçamentos, todos os anos, de 7 a 10 por cento de empréstimos externos, quanto tempo mais vai durar esta bagunça?

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  25. Anónima's avatar
    Anónima permalink
    16 Outubro, 2008 18:09

    Zé Preto (comentário 7):

    Como é que V. se permite escrever sobre uma coisa que totalmente desconhece, dando informações falsas?
    A Caixa de Previdência dos Jornalistas deixou de funcionar há mais de dois anos. Isto é, não existe!!!
    Francamente…

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  26. bis coito's avatar
    bis coito permalink
    16 Outubro, 2008 18:44

    no posto do SNS de 7 rios há
    20 mil utentes sem médico de família

    quando puxo o autoclismo despejo os keynesianos nos canos

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  27. Desconhecida's avatar
    16 Outubro, 2008 19:16

    “Explique-me uma coisa que nunca consegui preceber: porquê NA frança e não EM frança?”

    Pela mesma razão de NA América e NO Porto e não EM América e EM Porto.

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  28. Desconhecida's avatar
    Karl Marx permalink
    16 Outubro, 2008 19:30

    http://www.theglobeandmail.com/servlet/story/RTGAM.20081016.wkarlmarx1016/BNStory/International/?page=rss&id=RTGAM.20081016.wkarlmarx1016

    Reuters

    October 16, 2008 at 10:04 AM EDT

    BERLIN — Two decades after the Berlin Wall fell, communism’s founding father Karl Marx is back in vogue in eastern Germany — thanks to the global financial crisis.

    His 1867 critical analysis of capitalism, “Das Kapital,” has risen from the publishing graveyard to become an improbable best-seller for academic publisher Karl-Dietz-Verlag.

    “Everyone thought there would never ever again be any demand for ‘Das Kapital’,” managing director Joern Schuetrumpf told Reuters after selling 1,500 copies so far this year, triple the number sold in all of 2007 and a 100-fold increase since 1990.

    “Even bankers and managers are now reading ‘Das Kapital’ to try to understand what they’ve been doing to us. Marx is definitely ‘in’ right now,” Mr. Schuetrumpf said.

    The revival of Marx’s treatise reflects a broader rejection of capitalism by many in eastern Germany, a communist country until 1989 and now racked by high unemployment and poverty.

    A month of intense financial turmoil has toppled banks in the United States and forced a series of government bailouts in Germany and elsewhere, reinforcing anti-capitalist sentiment.

    Chancellor Angela Merkel, herself an easterner, unveiled a 500 billion euro financial rescue package this week, a move decried as a reward for irresponsible bankers.

    A recent survey found 52 per cent of eastern Germans believe the free market economy is “unsuitable” and 43 per cent said they wanted socialism rather than capitalism, findings confirmed in interviews with dozens of ordinary easterners.

    “We read about the ‘horrors of capitalism’ in school. They really got that right. Karl Marx was spot on,” said Thomas Pivitt, a 46-year-old IT worker from east Berlin.

    “I had a pretty good life before the Wall fell,” he added. “No one worried about money because money didn’t really matter. You had a job even if you didn’t want one. The communist idea wasn’t all that bad.”

    Unemployment in the former communist east is 14 per cent, double western levels, and wages are significantly lower. Millions of jobs were lost after reunification. Many eastern factories were bought by western competitors and shut down.

    “I thought communism was shit but capitalism is even worse,” said Hermann Haibel, a 76-year old retired blacksmith, who was strolling near Alexanderplatz in the heart of old East Berlin.

    “The free market is brutal. The capitalist wants to squeeze out more, more, more,” he said.

    Free market hopes were high in the east when Chancellor Helmut Kohl promised “flourishing landscapes”.

    But while some areas on the outskirts of Berlin, in Leipzig and along the Baltic shore are thriving, much of the rest suffers from depopulation and high unemployment.

    The opposition Left party, which traces its roots to Erich Honecker’s SED party, has capitalized on the frustration and become the east’s most popular party with support of 30 per cent.

    “I don’t think capitalism is the right system for us,” said Monika Weber, a 46-year-old city clerk.

    “The distribution of wealth is unfair. We’re seeing that now. The little people like me are going to have to pay for this financial mess with higher taxes because of greedy bankers.”

    Like many other east Germans, Ralf Wulff said he was delighted about the fall of the Berlin Wall and to see capitalism replace communism. But the euphoria was ephemeral.

    “It took just a few weeks to realize what the free market economy was all about,” said Mr. Wulff. “It’s rampant materialism and exploitation. Human beings get lost. We didn’t have the material comforts but communism still had a lot going for it.”

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  29. Zé Preto's avatar
    16 Outubro, 2008 19:44

    25.

    É por isso que assinas “anónima”! Existe sim senhor, mas querem que ela seja fantasma!

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  30. Anónima's avatar
    Anónima permalink
    16 Outubro, 2008 20:14

    Zé Preto:

    Existe, como? E o que faz?
    Já agora, explica lá isso, porque preciso de saber, por razões óbvias.
    Que eu saiba, a Caixa dos Jornalistas não exerce qualquer actividade há uns dois anos. A menos que ainda “funcione” apenas para pagar o ordenado à Maria Antónia Palla… Se for isso, a coisa fia mais fino e precisa de ser denunciada – e não apenas aqui.

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  31. josé Manuel Faria's avatar
    16 Outubro, 2008 21:41

    Nacionalizar a energia, seguradoras e banca. Imperativo nacional.

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  32. tina's avatar
    16 Outubro, 2008 22:01

    “…Os cortes nas despesas públicas defrontam-se com a demagogia das oposições que pedem cortes abstractos, mas se opõem aos concretos e exigem reduções de impostos destinadas a aumentar o consumo. Urgente é fomentar uma cidadania responsável.”

    Esta é que é uma grande verdade.

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  33. Desconhecida's avatar
    17 Outubro, 2008 00:22

    “No longo prazo eles estão mortos e nós endividados”

    No longo prazo eles estão feitos e nós espanhois

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  34. Desconhecida's avatar
    Arsénio permalink
    17 Outubro, 2008 07:30

    O socialismo mata. Mata, de imediato, quando aplicado puro. Mata, a longo prazo, quando parasita outro sistema. O que se passa actualmente na Educação e na Justiça é um exemplo claro. Estamos a pagar, e iremos pagar cada vez mais, o que foi sendo semeado ao longo das últimas décadas. E com as pensões vai acontecer o mesmo.

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