No longo prazo eles estão mortos e nós endividados
Ao longo do século XX foi possível expandir o sector público à custa de instituições que serviam para garantir o bem estar a longo prazo. Os recursos que de outra forma poderiam ser canalizados para a poupança privada, foram canalizados para a despesa pública. Isso é evidente no caso da segurança social, em que um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído pelo sistema de resdistribuíção público. Um fenómeno similar ocorreu com a expansão da dívida pública, que serviu para alimentar a redistribuíção pública à custa do bem estar das gerações futuras. Estes esquemas não são repetíveis porque nós somos as gerações futuras, a pirâmide demográfica inverteu e os estados atingiram os limites de endividamento.
É verdade que a longo prazo estamos todos mortos, é verdade que o Keynes morreu há 60 anos, mas nós estamos vivos e vivemos no longo prazo deles.

Retirado do caderno de Economia do semanário Expresso de 03 de Novembro de 2007.
Pergunta: “Este Orçamento do Estado é sensato ou gera um sacrifício excessivo do contribuinte?”
Resposta de Medina Carreira: “Entre 2005 e 2008 prevê-se que o produto cresça cerca de 20.000 milhões de euros (isto é típico de Medina Carreira, dos doze, é o único que apresenta números), a preços correntes; as receitas tributárias deverão aumentar qualquer coisa como 10.000 milhões de euros. Estes números revelam o extremo sacrifício que os impostos representam hoje, sobretudo para as classes média e baixa. Apesar de tudo, com a economia que temos, será difícil sair disto.”
Estou fascinado por esta imagem:

É mesmo um exemplo da resposta de Medina Carreira, metade do crescimento da riqueza criada é para alimentar o cuco. Reparem nas pernitas finguelitas do papa-mosca ou verdelhão, a alimentar o grandalhão…
Resposta de Teodora Cardoso: “…Os cortes nas despesas públicas defrontam-se com a demagogia das oposições que pedem cortes abstractos, mas se opõem aos concretos e exigem reduções de impostos destinadas a aumentar o consumo. Urgente é fomentar uma cidadania responsável.”
Imagino logo o verdelhão da foto a começar a protestar, e a argumentar de que algo na foto não está bem. E, o cuco a responder: “É urgente fomentar a cidadania responsável.”
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O que é que se passa com o blasfémias ? em França no jogo de quarta feira com Tunisia os emigrantes que enchiam o estádio assobiam o hino frances de principio a fim, o presidente reune com a ministra do desposrto e já se pensa em acabar com os amigáveis com paises do magrebe,( na RTP há pouco o bobo de serviço disse que os adeptos franceses assobiaram o hino pq estão insatisfeitos com as exibições !!!!)…na mesma semana em que um filme de John Travolta foi suspenso quando num bairro de paris 10 carros da produção, onde se realizavam as filmagens, foram incendiados por “jovens” magrebinos….e nem uma palavra aqui no blasfemias…estamos a ficar politicamente correctos ????
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Quando o estado se propõe tomar as casas sem explicar que quem vai pagar é o contribuinte cumpridor com os seus impostos, já tudo é possível.
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Sarcozy está a incomodar muita gente. Disse que queria acabar com os paraísos fiscais. Ainda vão incentivar os de sempre para acabar com ele.
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pois é uma evidência isso das gerações futuras … tá-se tudo nas tintas . live now … gone tomorrow
que filme é esse do Travolta ?
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http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20081016122851&o=3
já alguém viu isto? no publico? os professores a cantarem músicas a louvar os magalhães? rídiculo
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Os Parasitas
A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma Comissão Administrativa cuja presidente é a mãe do António Costa e do Ricardo Costa. Nome: Maria Antónia Palla Assis Santos. O ministro José António Vieira da Silva declarou em Maio último que esta Caixa manteria o mesmo estatuto, ou seja, regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública, SNS e outros subsistemas!
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na França pelo menos há gerações futuras bem activas …
era uma vez o império romano … no final com a integração das tribos barbaras as quais se tornaram mais importantes e cuja pressão acrescida aquela exercida pelos hunos e outras tribos germânicas acabou por fazer implodir o Império no Ocidente .
Ficou no Oriente até 1453 quando os turcos ajudados por canhões idealizados por europeus ocidentais deitaram abaixo os muros de Constantinopla.
Entretanto cairam mil anos de alguma , ( grande … dizem alguns )escuridão , alumiada pelas cópias dos clássicos gregos , romanos e outros copiados pelos arabes das bibliotecas dos Oriente , vd Damasco . A tão chamada esclarecida “civilização islâmica”…bla ,bla , al-andaluz , blá , blá.
Entretanto depois de anos e anos de sangue , os ocidentais lá redescobriram os clássicos, inventaram a relogoaria , e f…… os turcos em Viena .Continuaram a fazer rolar cabeças e sangue.
Uns amoxaram para dentro , outros sairam para fora … colónias, etc e tal.
E mais sangue e morte .
Entretanto vem a 1ª , com o fim das ilusões imperiais , e a 2ª com o fim das ilusões tout court.
A malta fartou-se de guerreolas , queria era reformas e segurança do berço á cova . E viver dos prazeres.
Outros nem por isso .E varriam o chão, trabalhavam na construção, na agricultura como apanhadores e outras coisas menores que os burgueses não queriam fazer … nem os ( poucos ) filhos dos burgueses.
No final os filhos dos que variam o chão , e trabalhavam na agricultura , não reconheciam a nacionalidade atribuída por jus soli, nem a identidade cultural de um País de burgueses de que não gostavam .
Entretanto os burgueses juntavam-se em condominios privados para evitar chatiches e viviam de crédito fácil.
O futuro num qualquer cinema , em exibição no intervalo das 5 orações obrigatórias da religião de estado.
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Time to banish the god of growth
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Doomer
Nobody ( or only a few )want to live within their means.
They need lots of credit to fulfill theirs ilusions of wealth.To buy goods … and pleasures , they think .
So…credit crunch.Ruined lives.
Goverments need their votes, so they run to help solve the blood stream flow.If they can .
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Caro honni soit qui mal y pense,
Explique-me uma coisa que nunca consegui preceber: porquê NA frança e não EM frança?
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e entretanto,
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na parte mais sólida da Europa a BURGUESIA continua a ser a variante do Capitalismo que sempre foi, as “oficinas”, o Povo dos mestres aos aprendizes que bebe nas raizes e na energia autêntica da Revolução Francesa. Outra parte da Europa, a especulativa, é a NOBREZA travestida em BURGUESIA.
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É obvio que aquela BURGUESIA não atura a NOBREZAS travestidas de Burguesia. Não procurem nomes, sigam as energias: as carcaças desaperecem, ideias perduram.
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Há um País, o unico, em que no Sec XVIII isto foi definitivamente arrumado e vai MUDAR porque tem Liberdade para das suas bases, que mandam, saír permanentemente NOVO. Descodifiquem.
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É assistir ao desfecho a acontecer vertiginosamente. Os que querem ir no “black-hole” metam-se nele AGORA. Os que querem proteger-se dele, saiam AGORA. Descodifiquem o caso Português mo meio disto tudo, os episodios parti´dários fortuitos e apreciem os vários DISCURSOS.
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É tão simples como isto. O Poder, e o contra-poder, que funcionem. Eles é que dizem que sabem tudo.
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“…um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído…”
Pois, é isso, antigamente é que era bom…
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uns escassos anos depois
http://www.youtube.com/watch?v=dh6teNursh8
Já viram esta gente novamente no Governo da Nação?
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Ja passou a fronteira, o habito das tangas do Cherne:
Sacorzi já lhe deu tampa, agora é o mestre de cerimonias da CE
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” Os recursos que de outra forma poderiam ser canalizados para a poupança privada, foram canalizados para a despesa pública.” Carto mas Portugal nem é dos paizes ondes os impostos são mais altos.
“Isso é evidente no caso da segurança social, em que um sistema de poupança e solidariedade familiar foi destruído pelo sistema de resdistribuíção público.”- este é o caso Português, porquê na Finalandia e na Dinamarca a segurança social funcionava muito bem e recomendava-se.
“Um fenómeno similar ocorreu com a expansão da dívida pública, que serviu para alimentar a redistribuíção pública à custa do bem estar das gerações futuras.” POis… mas a teoria socialista que entende que é preciso injectar riqueza para criar riquesa (para incentivar o investimento e etc e tal) só funcionaria se a maioria dos bancos fossem públicos e se os emprestimos fossem concedidos segundo critérios racionais e benefícos para a colectividade e não apenas para quem os faz. Junte-se a isto os investimentos públicos com derrapagens orçamentais que resultam a favor de alguns em deterimento dos contribuintes (desconheço se se trata de incompetência ou de furtos descarados) e temos o actual Estado.
“Estes esquemas não são repetíveis porque nós somos as gerações futuras, a pirâmide demográfica inverteu e os estados atingiram os limites de endividamento.”- E quem quer ter filhos num paiz assim ? Onde se anunciam 400 creches que ninguém conhecece a sua localização, enquanto se fecham outras públicas por falta de condições, permitindo que as privadas pratiquem preços astronómicos a que muitos se sujeitam por falta de alternativas? Isto está bom é para os ciganos (tanto é que só os filhos deles chegam para entupir as maternidades)- e isto não é um comentário racista. è uma constatação de um facto.
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País,digo.
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“Candidato do PSD nos Açores estranha pagamento aos agricultores a três dias das eleições”
Aprendeu com a Madeira e com Continente
Há quem dê frigorificos nas eleições.
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por algm motivo agora sou “pula”…
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Correcção :”Certo”, “Filândia”, “riqueza”…
e mais outros tantos erros devem ser ignorados (juntou-se uma porcaria de teclado à disléxia e ao meu mau português. Peço desculpa).
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retiram milhões,
devolvem magalhões.
o estado socialista faliu
vai morrer de inanição a curto prazo
quando deixarem de emprestar dinheiro
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Deve-se ser mãozinha da “secreta” do Socrates.- avaria momentanea do teclado?.
Hum, cheira-me a esturro
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Anti Lolinha:
Foi a melhor desculpa que arranjei;)
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Vivendo os nossos orçamentos, todos os anos, de 7 a 10 por cento de empréstimos externos, quanto tempo mais vai durar esta bagunça?
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Zé Preto (comentário 7):
Como é que V. se permite escrever sobre uma coisa que totalmente desconhece, dando informações falsas?
A Caixa de Previdência dos Jornalistas deixou de funcionar há mais de dois anos. Isto é, não existe!!!
Francamente…
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no posto do SNS de 7 rios há
20 mil utentes sem médico de família
quando puxo o autoclismo despejo os keynesianos nos canos
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“Explique-me uma coisa que nunca consegui preceber: porquê NA frança e não EM frança?”
Pela mesma razão de NA América e NO Porto e não EM América e EM Porto.
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http://www.theglobeandmail.com/servlet/story/RTGAM.20081016.wkarlmarx1016/BNStory/International/?page=rss&id=RTGAM.20081016.wkarlmarx1016
Reuters
October 16, 2008 at 10:04 AM EDT
BERLIN — Two decades after the Berlin Wall fell, communism’s founding father Karl Marx is back in vogue in eastern Germany — thanks to the global financial crisis.
His 1867 critical analysis of capitalism, “Das Kapital,” has risen from the publishing graveyard to become an improbable best-seller for academic publisher Karl-Dietz-Verlag.
“Everyone thought there would never ever again be any demand for ‘Das Kapital’,” managing director Joern Schuetrumpf told Reuters after selling 1,500 copies so far this year, triple the number sold in all of 2007 and a 100-fold increase since 1990.
“Even bankers and managers are now reading ‘Das Kapital’ to try to understand what they’ve been doing to us. Marx is definitely ‘in’ right now,” Mr. Schuetrumpf said.
The revival of Marx’s treatise reflects a broader rejection of capitalism by many in eastern Germany, a communist country until 1989 and now racked by high unemployment and poverty.
A month of intense financial turmoil has toppled banks in the United States and forced a series of government bailouts in Germany and elsewhere, reinforcing anti-capitalist sentiment.
Chancellor Angela Merkel, herself an easterner, unveiled a 500 billion euro financial rescue package this week, a move decried as a reward for irresponsible bankers.
A recent survey found 52 per cent of eastern Germans believe the free market economy is “unsuitable” and 43 per cent said they wanted socialism rather than capitalism, findings confirmed in interviews with dozens of ordinary easterners.
“We read about the ‘horrors of capitalism’ in school. They really got that right. Karl Marx was spot on,” said Thomas Pivitt, a 46-year-old IT worker from east Berlin.
“I had a pretty good life before the Wall fell,” he added. “No one worried about money because money didn’t really matter. You had a job even if you didn’t want one. The communist idea wasn’t all that bad.”
Unemployment in the former communist east is 14 per cent, double western levels, and wages are significantly lower. Millions of jobs were lost after reunification. Many eastern factories were bought by western competitors and shut down.
“I thought communism was shit but capitalism is even worse,” said Hermann Haibel, a 76-year old retired blacksmith, who was strolling near Alexanderplatz in the heart of old East Berlin.
“The free market is brutal. The capitalist wants to squeeze out more, more, more,” he said.
Free market hopes were high in the east when Chancellor Helmut Kohl promised “flourishing landscapes”.
But while some areas on the outskirts of Berlin, in Leipzig and along the Baltic shore are thriving, much of the rest suffers from depopulation and high unemployment.
The opposition Left party, which traces its roots to Erich Honecker’s SED party, has capitalized on the frustration and become the east’s most popular party with support of 30 per cent.
“I don’t think capitalism is the right system for us,” said Monika Weber, a 46-year-old city clerk.
“The distribution of wealth is unfair. We’re seeing that now. The little people like me are going to have to pay for this financial mess with higher taxes because of greedy bankers.”
Like many other east Germans, Ralf Wulff said he was delighted about the fall of the Berlin Wall and to see capitalism replace communism. But the euphoria was ephemeral.
“It took just a few weeks to realize what the free market economy was all about,” said Mr. Wulff. “It’s rampant materialism and exploitation. Human beings get lost. We didn’t have the material comforts but communism still had a lot going for it.”
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25.
É por isso que assinas “anónima”! Existe sim senhor, mas querem que ela seja fantasma!
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Zé Preto:
Existe, como? E o que faz?
Já agora, explica lá isso, porque preciso de saber, por razões óbvias.
Que eu saiba, a Caixa dos Jornalistas não exerce qualquer actividade há uns dois anos. A menos que ainda “funcione” apenas para pagar o ordenado à Maria Antónia Palla… Se for isso, a coisa fia mais fino e precisa de ser denunciada – e não apenas aqui.
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Nacionalizar a energia, seguradoras e banca. Imperativo nacional.
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“…Os cortes nas despesas públicas defrontam-se com a demagogia das oposições que pedem cortes abstractos, mas se opõem aos concretos e exigem reduções de impostos destinadas a aumentar o consumo. Urgente é fomentar uma cidadania responsável.”
Esta é que é uma grande verdade.
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“No longo prazo eles estão mortos e nós endividados”
No longo prazo eles estão feitos e nós espanhois
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O socialismo mata. Mata, de imediato, quando aplicado puro. Mata, a longo prazo, quando parasita outro sistema. O que se passa actualmente na Educação e na Justiça é um exemplo claro. Estamos a pagar, e iremos pagar cada vez mais, o que foi sendo semeado ao longo das últimas décadas. E com as pensões vai acontecer o mesmo.
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