Despesa pública
17 Outubro, 2008
Não desceu, aumentou.
Política de contenção? Não existiu, gastou-se cada ano mais.
Redução de despesa pública? Uma mentira.
A diminuição do déficite público face ao pib (que não depende do governo), apenas se alcançou com aumento significativo da receita arrecadada.
O Estado gasta cada vez mais. E paga-se ainda mais.


“When in a hole, the first thing to do is stop digging…”.
Bem, parece que o nosso esforçado e diligente governo gosta de (en)cavar cada vez mais o país.
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A brilhante obra do suposto engenheiro expressa em números.
Voltem a votar PS, voltem, que vos espera um lindo enterro.
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como dizia Jô Soares
«estão mexendo no meu bolso»
o conde drácula vive da propaganda
MFL arrasou o animal
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O fim do crédito fácil vai demonstrar o verdadeiro desastre das políticas de aumento desmesurado do Estado seguidas na Europa Ocidental e EUA nas últimas décadas. Agora as pessoas vão começar a entender o que significa mesmo crescer a 1% ao ano. O crédito já não está aí para camuflar o desastre.
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Mas não é isso que o povo quer? Um Estado grande e protector, que lhe dê algo sempre que o pobrezinho estende a mão?
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Para se ter uma ideia aquele ritmo de cerca de >3% de crescimento de Despesa Publica implica que esta vai aumentar para o dobro em cerca de 20 anos. O crescimento da economia a 1% implica que a economia duplica só a cada 60-70 anos.
Óbviamente nada disto é sustentável e vai dar o estouro mais tarde ou mais cedo quando a Europa que também já tem as mãos cheias de asneiras parecidas não nos aturar mais. Nessa altura vai ser o fim do Estado Social ou então uma pobreza generalizada a la Cuba.
Não há volta a dar, quem tem Governado o País e os Media que os sustentam são simplesmente loucos. E os que não têm Governado (PCP,BE) querem Cuba por opção.
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Pois é,
à conta do pobrezinho e do riquinho a classe média está cada vez mais enterrada!
Isto é um país de parasitas e gatunos e equivocados, respectivamente.
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.
Fóra de tema, começam a surgir rumores preocupantes nos EUA antes das eleições: talvez fosse bom um Warning solene Bush com ambos os candidatos presidenciais, se tal vier a suceder haverá uma reacção fulminante e instantanea contra os santuários.
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O que este país precisava era de se boicotar a si mesmo. Boicotar o estado. Votar em branco! Todos.
Era o único sinal (e o melhor) de se mostrar o descontentamento profundo aos nossos políticos e lá fora… talvez os santanetes da vida tivessem vergonha.
Seria histórico.
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“Mas não é isso que o povo quer? Um Estado grande e protector, que lhe dê algo sempre que o pobrezinho estende a mão?”
Sim . Em parte foram manipulados pela classe Político-Jornalista para o quererem sem saberem os custos que tal implica, em parte deixaram-se manipular porque era mais cómodo e os custos seriam para quem viesse : os filhos.
O Estado Insustentável sob a capa do Social é o Populismo das últimas décadas feitas por todos os partidos. Mas como nos código mediátiacos o populismo é só algo que se aplica á direita…ficou sem ser dito.
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Anónimo,
que rumores? e onde?
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Hmmmm curioso.
Em 2006 fiz um boneco parecido e estava agora a olhar para a fonte que usei (um PDF do min. finanças sobre a execução orçamental, publicado em 15-02-2007).
Nesse PDF vemos:
Execução orçamental 2006
1. Estado, despesa total=43.067,2
2. Serviços e Fundos AutónomosServiços Autónomos, despesa total=21.430,3
3. Segurança Social, despesa total=18.701,8
4. Administração RegionalAdministração, despesa total=2.072,6
5. Administração Local, despesa total=6.377,6
Somando os itens 1, 2, 4 e 5 (suponho que nesta tabela tenha deixado de fora a segunrança social), obtemos que a despesa total pública em 2006 foi de 72.947,70. Ou seja, 1291,90 milhões de euros de dirença.
Onde está o erro?
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A falácia do défice:
– Sobe a despesa
– Aumenta-se nos impostos para cobrir
– O aumento de impostos atrofia o desenvolvimento (capital disponível é fundamental)
– Quando há crise não se pode baixar os impostos porque são estes que sustentam o défice baixo
– A economia mirra
– Descem as contribuições e é necessário subir mais os impostos (como se está a ver)
– O governo desce umas migalhas nos impostos em desespero (caso do IRC 12,5%)
– No fim estamos pior do que no início
O pior disto tudo é que a maioria dos analistas não percebe isto e insiste que o défice foi reduzido de facto e sem qualquer impacto negativo. Isto são erros de palmatória.
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“Voltem a votar PS, voltem, que vos espera um lindo enterro.”
O enterro já foi! Estamos fase da exumação do cadáver.
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Há uma coisa que os socialistas fazem bem: conseguem atirar para cima dos outros os problemas da sua responsabilidade, como na CML. Nisto são difíceis de bater.
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Preparem-se para 2009-2013 porque depois da e-escolinha com os Magalhães a 50 euros vem o programa e-casinha com o lema “pague só metade pela mesma casa e depois vê-se”. Eles vão criar um “fundo”.
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“Há uma coisa que os socialistas fazem bem: conseguem atirar para cima dos outros os problemas da sua responsabilidade, como na CML.”
Em Portugal da Extrema Esquerda á Extrema Direita são todos Socialistas.
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Jorge (12)
vou ver isso
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“Em Portugal da Extrema Esquerda á Extrema Direita são todos Socialistas.”
Tem razão, mas olhe que há uns que são mais socialistas que os outros.
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Lucklucky,
Acho que está a fazer mal as contas. Se tivermos em conta a inflação, uma despesa pública de 70645 em 2005, seria equivalente a 78129 em 2009 (70645 x 1,031 x 1,025 x….). Prevê-se 79848, por isso o crescimento real da despesa pública será de 79848-78129/78129 = 2,2% em 4 anos, ou 0,55% em média anual.
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São todos socialistas porque o povo assim o obriga. Ninguém ganha eleições a anunciar cortes na despesa e ninguém tem tomates para criticar Sócrates pelo que ele faz realmente mal. Andamos ao sabor de fait-divers e propagandas e medidinhas, como diz o Miranda e bem.
Qualquer outro partido faria o mesmo, como bem sabemos…
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Anónimo Diz:
17 Outubro, 2008 às 5:13 pm
A brilhante obra do suposto engenheiro expressa em números.
Voltem a votar PS, voltem, que vos espera um lindo enterro.
——————-
e vamos votar em quem?
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Jorge (12)
para 2005 e 2006 usei a fonte da DGO: http://www.dgo.pt/FP/ContasAdministracoesPublicas/ContasAPs-2006_2005.pdf
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Ihihi, endiabrados, valentes a explicar a crise portuguesa, os liberais deixaram de cuidar das liberais doutrinas de fé que apregoaram, para ensaiarem faladura superficial a esmo.
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Vá lá Diz:
17 Outubro, 2008 às 6:55 pm
São todos socialistas porque o povo assim o obriga. Ninguém ganha eleições a anunciar cortes na despesa e ninguém tem tomates para criticar Sócrates pelo que ele faz realmente mal. Andamos ao sabor de fait-divers e propagandas e medidinhas, como diz o Miranda e bem.
Qualquer outro partido faria o mesmo, como bem sabemos…
Concordo. Ninguém em Portugal ganha eleições dizendo a verdade e aplicando o necessário.
A única solução é trocar de portugueses. Como isso não é possível, eu estou de partida, vou ser mais um português lá fora, nomeadamente Irlanda.
E você aí ? Está à espera de ser o último a apagar a luz ?
http://jobserve.com/
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Uma coisa é certa : este é o primeiro Governo que reduz os efectivos da Administração Pública! Há que fazer melhor como menos servidores!
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O 25 é melhor levar o candeeiro para a Irlanda. Não vá chegar e não haver luz, já que estão em bancafurada.
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Tem razão Tina fiz uma asneira grosseira. I stand corrected.
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“Lica Diz:
17 Outubro, 2008 às 6:56 pm
e vamos votar em quem?”
Nem que seja no Rato Mickey…
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“José Manuel Dias Diz:
17 Outubro, 2008 às 7:39 pm
Uma coisa é certa : este é o primeiro Governo que reduz os efectivos da Administração Pública! Há que fazer melhor como menos servidores!”
Só contaram pra você.
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“Uma coisa é certa : este é o primeiro Governo que reduz os efectivos da Administração Pública! Há que fazer melhor como menos servidores!”
Por esta altura José Sócrates e o seu governo já reduziram pelo menos 10% dos funcionários públicos que o governo de Guterres lá meteu em dois anos, numa fase conhecida por “fase dos jobs for the boys”, também designada por “pântano”. E Sócrates fez parte desses governos.
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“e vamos votar em quem?”
Eu voto no menos mentiroso.
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lucklucky Diz:
17 Outubro, 2008 às 5:40 pm
… e o Mundo acaba para a semana que vem!
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“e vamos votar em quem?”
Estes são uma opção: “O inquérito da Entidade das Contas (EC) ao financiamento do PS/Brasil nas eleições legislativas de 2005, pela chamada ‘Máfia dos Bingos’, deverá ser arquivado pelo Tribunal Constitucional”
Vota “Mafioso”.
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Banco de Portuga, o tal:
Défice das balanças corrente e de capital aumenta 33,2% até Julho
O saldo negativo das balanças corrente e de capital atingiu os 9,26 mil milhões de euros nos sete primeiros meses do ano, mais 2,31 mil milhões de euros do que no período homólogo de 2007.
Segundo os Indicadores de Conjuntura de Outubro hoje divulgados pelo Banco do Portugal, o agravamento do défice reflectiu o aumento do défice da balança corrente em 3,1 mil milhões de euros, que mais do que contrabalançou o crescimento do excedente da balança de capitais, em 790,2 milhões de euros.
A mesma fonte precisa que “a evolução do défice da balança corrente resultou de um agravamento do défice da balança de mercadorias, da balança de rendimentos e da redução do excedente da balança de transferências correntes, compensando o aumento do excedente da balança de serviços.”
Já segundo a informação relativa ao comércio internacional de mercadorias, divulgada pelo INE, em Julho as exportações nominais nacionais aumentaram 9,6%, e as importações nominais aumentaram 15,3% em termos homólogos. No mesmo período, e excluindo os combustíveis, as exportações nominais cresceram 6,8% e as importações nominais aumentaram 4,6% em termos homólogos, respectivamente, no período de Janeiro a Julho de 2008.
“Considerando a informação preliminar relativa ao comércio internacional (…) em Agosto, as exportações nominais registaram uma diminuição de 0,2%, enquanto as importações registaram um aumento de 4,2%, em termos homólogos”, lê-se no texto do documento.
Relativamente ao comércio internacional de serviços, o Banco de Portugal adianta que em Julho as exportações e as importações portuguesas
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Aconselho, seriamente a assistirem na TVI, a conversa com o Ex-Ministro das Finanças.
Finalmente alguêm que não tem papas na língua e diz a pouca vergonha que deslaça a pouca vergonha da política neste país.
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Leia-se: “(…)tem papas na língua e deslaça a pouca vergonha da nossa política(…)”
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“Défice das balanças corrente e de capital aumenta 33,2% até Julho”
Ui que isto afunda-se.
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Medina Carreira esteve na TVI e o resultado é o de sempre: verdades inconvenientes. Até estou aqui a pensar porque não vai ele à RTP.
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39 porque já foi? Já foi ao prós e contras várias vezes
a tvi convidou primeiro?
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Já agora, se alguém souber onde poder visualizar novamente a conversa com Medina Carreira (e possivelmente a reportagem sobre o Rendimento Social de Inserção), agradecia que colocassem. Foram colocadas questões bastante pertinentes sobre ambos os temas.
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É bom que a despesa pública tenha aumentado. É sinal que se distribui mais dinheiro…
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Ao 40,
Já o vi nesse programita, mas a apresentadora “mata-o”. Não conta.
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“É bom que a despesa pública tenha aumentado. É sinal que se distribui mais dinheiro…”
Agora só falta arranjar alguém para pagar o que se distribuiu.
Talvez os espanhóis?
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Se vão procurar o jornal da TVI vejam a agenda do nosso Primeiro em 10 dias: mais de 7000 Kms, 3 creches inauguradas, o apoio ao César a dizer mal da Madeira, um protocolo da tanga, mais umas coisas que não dizem respeito ao Governo e pronto (conclui a reportagem) CRECHE E APARECE.
É o Sótraques a inaugurar creches num país que faz menos filhos como o Odorico em Sucupira a abrir o cemitério sem ter mortos para enterrar.
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O número de funcionários públicos reduziu-se em 39.373 nos últimos dois anos. A Administração Pública tinha assim 708.507 efectivos em 2007, o número mais baixo desde 1999.
Fonte: Semanário Expresso
Há que continuar a diminuir o peso das Despesas c/ Pessoal. Há que fazer mais com menos. O Objectivo de redução de 75.000 efectivos deve ser cumprido.
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Medina Carreira disse hoje que 0,1 por cento de crescimento do PIB corresponde a um café para todos os portugueses, mas de três em três dias. Se a previsão do Governo de um crescimento de 0,8 por cento se mantiver, sempre dá para mais de dois cafèzinhos por dia para cada um de nós. E asim se vai fazendo a convergência com a restante Europa: é que se a emigração se mantiver – tudo leva a crer que sim – a convergência vai ser rápida.
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E concordam com o que Medina Carreira propoe para resolver o problema?
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Gabriel
Põe lá aí um quadro com a variação da despesa em percentagem do PIB.
E já agora dos anos antecedentes a 2005.
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Ok Gabriel, são ambos números oficiais mas o meus devem ser mais oficiosos.
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RV sou eu.
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“Põe lá aí um quadro com a variação da despesa em percentagem do PIB.”
Já cá faltava a velha história da despesa em percentagem do PIB. A economia crescer mais é desculpa para se gastar mais quando se quer reduzir a despesa?
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Este país vai ter um enorme desastre no próximo ano e não vai ser com a crise do crédito.
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O país deve reduzir é a despesa mal gasta.
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Gabriel,
Grande serviço a Portugal.
É preciso “pôr a nú”, o Senhor José Sócrates, tal como ele é.
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Este é o modelo Social Democrata (Nórdico) de sucesso:
O Estado islandês deixou de ter capacidade para responder às dívidas externas do país, o que está a ser interpretado como um pré-aviso da declaração oficial de falência de Reykjavik. Também um relatório do Banco Central alerta que os islandeses devem estar preparados para o pior.
O Estado islandês suspendeu, quinta-feira, o pagamento de 750 milhões de dólares de amortização por um empréstimo contraído por um dos bancos recentemente tornados públicos.
Na prática, a suspensão do pagamento, que não foi motivada pelas autoridades islandesas, significa que o Estado perdeu a capacidade de responder pelos compromissos financeiros internacionais da banca islandesa nacionalizada.
Também o último relatório do Banco Central da Islândia é interpretado como um pré-aviso da declaração oficial de bancarrota e falência do Estado islandês.
O documento do Banco Central explica que o colapso do enorme sistema bancário do país, associado a investimentos desastrosos de alto risco e ao descrédito internacional na economia islandesa, faz antever uma grave crise económica.
Neste sentido, o Banco Central alertou que os islandeses devem preparar-se para tempos muito difíceis.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1030705
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É que a malta pensa que nacionalizar dá garantias……mas, nacionalizar cria garantias para pagar!
Ou seja, se o Estado português vier a nacionalizar o BCP, tem que assumir toda a sua dívida.
Bons sonhos!
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Que grande manipulação Gabriel,
Por que é que apenas colocou uma coluna com a inflação? E o crescimento real do PIB?
A despesa pública, ou qualquer outra grandeza que se analise, é sempre comparada com o PIB e não com a inflação.
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“E concordam com o que Medina Carreira propoe para resolver o problema?”
O melhor é deixar tudo como está e afundarmos todos.
Desse modo não se incomoda ninguém.
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(55) “O país deve reduzir a despesa mal gasta”.
O País deve acabar com gastos inúteis, poupar e gerir bem os seus recursos, fiscalizar rigorosamente a utilização dos dinheiros públicos, ser implacável com a corrupção. Não podemos tolerar que as empreitadas dupliquem sistematicamente o valor das adjudicações, ter mais parcimónia na despudorada engorda dos serviços públicos, mas também coisas “menores” como um autocarro de 50 lugares ser usado para transportar uma dúzia de crianças para a escola, as luzes públicas acenderem às 17 horas, qualquer pequeno município do litoral dar-se ao luxo de construir uma piscina olímpica, etc, etc. Numa palavra, moralização. Com estas medidas dar-se-ia um grande passo para isto sair do atoleiro.
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Ao 61,
O país está prestes a comprar as casas de quem não paga a mensalidade ao banco há 3 meses, ou pelo menos é essa a promessa eleitoral. Enquanto discutimos o problema dos autocarros, uns senhores engravatados estouram milhões de euros em coisas inacreditáveis.
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Ao 62,
Por grosso, ou a retalho, os dinheiros públicos, oriundos duma pesadíssima e paralizante fiscalidade, são mal gastos. Estamos num sistema político em que os seus agentes estão lá para se governarem e fazem o que lhes apetece sem que alguém seja responsabilizado. Os pequenos gastos que referi, correspondem a canos furados, sempre as escorrer, o que impede que, no final, em vez de correr cheio só deite umas gotas.
Esta 2ª República está a falir como a primeira que agora se celebra. Em Portugal folcloriza-se tudo: até a desgraça!
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Levy (59)
«A despesa pública, ou qualquer outra grandeza que se analise, é sempre comparada com o PIB e não com a inflação.»
Não.
A despesa deve ser sempre comparada com a receita. Do OE. Pode deves-e comparar a evolução da receita face a anos anteriores. Foi o que foi feito.
O PIB não tem a ver com o OE, mas com o conjunto do país, que para já, ainda é mais que o estado.
E o que é certo é cada ano que passa a despesa em termos reais (daí descontar-se a inflação) gasta cada vez mais.
E para tal, cada vez tem de arrecadar mais e endividar-se. Imagine quem paga?
Manipulação e demagogia grosseira é dizer-se que a despesa desceu porque o pib aumentou.
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Isto anda mal mas temos cá uma imensa riqueza com o valor de diamantes ainda não lapidados(as centenas de milhar de africanos em bairro social e a RSI), somos magnânimos a vender barragens e a perdoar dívidas, a “cooperar” nomeadamente a reconstruir o que a africanidade em tempos arrazou para destruir as provas da nossa passagem como aconteceu na cidade velha em Cabo Verde…
Portanto Sócrates quando fala sabe para quem se dirige e com quem se compara: com África…
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Ainda mais. De acordo com o Público de hoje:
“No relatório do OE 2009, sem que o governo alertasse para a existência de mudanças metodológicas, era indicado que o peso da despesa pública baixaria de 46,1 para 46 por cento em 2009. No entanto se tivesse seguido a mesma metodologia, o que teria surgido no relatório era uma subida deste indicador para 47,8%, um novo máximo histórico”
Confirma-se que estamos mesmo em maus lençóis e o governo já não sabe o que fazer quanto à situação senão tentar mistificar o público.
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64 Gabriel
“Manipulação e demagogia grosseira é dizer-se que a despesa desceu porque o pib aumentou.”
Nada disso. Acho que ninguém diz isso. Em termos absolutos despesas e receitas sobem. Mas em termos relativos não. Era para esse ponto que queria chamar a atenção. Porque podia subir em termos absolutos e relativos também.
O que o Gabriel está a tentar dizer, é que a despesa do estado não deveria ir buscar dinheiro ao aumento da riqueza entretanto criada. Este raciocionio está certo porque a despesa é coberta em parte pelo deficit, pelo que, enquanto ouver deficit, não deveia haver aumento da despesa. Apesar de ela estar a descer em relação ao PIB, mas estar a crescer acima da inflação. Está bem assim?
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#67 “Acho que ninguém diz isso.”
Sócrates afirmou-o explicitamente aquando da apresentação das contas de 2006. Insisitu em nos querer convencer que a despesa pública dimiuiu, comparando-a em termos da relação despesa/PIB.
“Porque podia subir em termos absolutos e relativos também. ”
A receita subiu excepcionalmente por via do aumento de impostos (o IVA, por exemplo). O objectivo seria diminuir a despesa (para depois baixar os impostos novamente); não era fazer baixar a relação entre a receita e a despesa.
“Está bem assim?”
Quanto ao que o Gabriel achará, não sei. Para mim não está bem. Paguei mais impostos e a despesa pública aumentou na mesma. O IVA apenas baixou 1%, logo o controlo do défice continua a ser feito à conta do meu esforço financeiro.
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enfim, acho que nao podemos continuar num meio termo e mandarmos pedras á admin. Pub, ou pk interveem ou pk nao interveem na economia, das duas uma, ou queremos um estado intervencionista ou não queremos!
um ponto áparte, acho que tinhamos um sistema poitico mto mais transparente, se em vez de contabilizarmos o produto interno, contabilizassemos a despesa interna.
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aliás, tão branco como o algodão era contabilizar-se os dois e fazer-se um balanço(PIB&DIB);)
penso também que devia ser formada uma comissão de fiscalização ao trabalho de quem se senta dps de ser eleito, pois se foram eleitos é pk o oratório convenceu a maioria dos eleitores, mas se for um falso oratório – o que pode ser facilmente verificado 6 meses após – (o que tem acontecido há mais de 30 anos), as pessoas em causa deviam ser chamadas á pedra e, explicar por A+B o porquê da nao concretização das “tais promessas”.
isto sim, era uma medida socio-politica que nem se devia perder tempo a ponderar…….
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pois no fundo, estes senhores cheios da paleio e q´s, não passam duns merdas (mas oportunistas), que se aproveitam de terem nascido em circulos já fechados para andarem a brincar com a vida de estranhos (que lhes pagam a vida de lord´s que levam)..
Afinal quem tem o poder? aqueles que brincam ao monopolio com as fichas dos outros, ou os que lhes dao as fichas pa brincarem? abram a pestanex ng anda aki a dormir
antes de brincarem com o futuro dos outros pensem no vosso
P.S. ISTO È MESMO DE QUEM ESTÀ SATURADO DE TODA A ENCENAÇÃO QUE A POLITICA (E PARTIDOS) ENVOLVE
+RESPEITO MEUS CAROS + RESPEITO
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