O «soberano» é ele
«Eu não queria ver os cidadãos europeus acordarem daqui a uns meses e descobrirem que uma companhia europeia pertence maioritariamente a investidores estrangeiros que compraram acções ao preço da chuva», disse Sarkozy.
Para ele, estrangeiro, é mau. (Antigamente chamavam-lhe outros nomes).
Cidadãos europeus versus estrangeiros? Mas não somos nós europeus, estrangeiros uns em relação aos outros? O que difere para um português um italiano, quanto a estrangeirice, de um mexicano?
Compraram ao preço da chuva? Porreiro pá, não deixaram falir a coisa, acreditam na empresa, pensam que ela no futuro valerá mais. Ao contrário dos tais nacionais que a venderam, que perderam dinheiro, que geriram mal, que não acreditam que pudessem vir a obter lucros com ela.
Obrigadinho aos estrangeiros pelos empregos garantidos. Obrigadinho aos estrangeiros pelo dinheiro cá colocado. Obrigadinho aos estrangeiros por investirem e acreditarem no nosso trabalho e capacidades. Venham mais.
Oh Sarkozy, e se fosses dar uma volta ao bilhar grande amais esses teus «cidadãos europeus»?

Devem estar com medo dos islamicos. Depois tinha tudo de usar burka para ir trabalhar.
Desconfio que é por isso que os estados unidos andam a comprar acções dos bancos.
GostarGostar
Gabriel:
Esses “cidadãos europeus” somos nós, mas se acha que numa União económica e monetária já com vários traços federalistas as companhias ficam bem entregues a estrangeiros que compraram a preço de chuva, de certeza que também pensa o mesmo no que toca às companhias portuguesas. Portanto é favor de uma União Global com todos os prós e contras que isso acarreta. (No caso português com muitos mais contras).
Na minha modesta opnião o que nos tem safado é sermos “cidadãos europeus”.
GostarGostar
É isso mesmo, Gabriel.
GostarGostar
Estamos claramente numa “fase tonta”. Então o catavento Sarkozy vem bradar contra o capital estrangeiro, quando existem “n” empresas fora de França, detidas por capital francês.
O que é que Sarkozy está a pedir? Chuva. E que tal, se em África, começarem a nacionalizar os interesses Franceses? E na Ásia fizessem o mesmo? E se os Japoneses decidissem nacionalizar a parte que a Renault tem na Nissan?
GostarGostar
MIa(Hoje Com Uma Veia Conservadora) (3)
«mas se acha que numa União económica e monetária já com vários traços federalistas as companhias ficam bem entregues a estrangeiros que compraram a preço de chuva»
eu acho bem que estrangeiros ou quem quer que seja invistam nas empresas, que apostem o seu capital, certamente tentando obter retorno. Acho que é positivo para as pessoas.
Mas nada tem a ver com fazer-se ou não parte de um união qualquer. É assim em todo o lado.
«de certeza que também pensa o mesmo no que toca às companhias portuguesas»
Sim, claro.
«Portanto é favor de uma União Global com todos os prós e contras que isso acarreta»
não vejo porque é que julga que eu concordaria tal cosia, e obviamente que não defendo tal horror (e não vejo nenhum pró na coisa).
GostarGostar
na minha aldeia diziam «quem dá pão é pai»
quem tem dinheiro aproveite para comprar barato.
alguém conhece a origem do dinheiro que se movimenta pelo mundo fora.
a velha europa faliu. o sistema social foi com ela para o bueiro
GostarGostar
Já agora, o Gabriel podia dizer ao seu colega de blog CAA (que ora se julga intocável, impedindo comentários aos seus posts) o seguinte:
Quando é que o CAA chega à conclusão (óbvia para toda a gente com um mínimo de senso) de que os seus textos, publicados no CM e aqui reproduzidos, apenas o desqualificam, definitiva e irremediavelmente?
Desconfie, CAA, dos “amigos” que lhe gabam tais posições, porque são todos de Peniche.
Obrigado, Gabriel.
GostarGostar
Se os cidadãos europeus ou americanos não sabem que as empresas para quem trabalham , ou os terrenos dos seus Estados estão nas mãos dos detentores da divida , e dos fundos soberanos … é porque não querem saber .
Tanto se lhes dá … desde que não sejam yanques.Já fuçar para os parasitas das terras do bin ladem tá bem e recomenda-se.
GostarGostar