Agrado
24 Outubro, 2008
Teixeira dos Santos agradado com possibilidade de principais bancos recorrem às garantias do Estado
“O Governo regista com agrado o acolhimento positivo que a concessão de garantias por parte do Estado está a merecer por parte das principais instituições de crédito que operam no nosso mercado”, afirmou Teixeira dos Santos.
Não percebi muito bem o que é que agradou ao ministro. Será que o ministro gostou de saber que os bancos portugueses estão tão mal que precisam mesmo de garantias públicas? Será que o ministro acha que está tudo bem com os bancos, mas não se importa que eles usem uma garantia que foi concebida para situações extraordinárias? Será que o ministro não se importa de colocar em risco 12% do PIB?
14 comentários
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Isso não interessa. É o ego a falar.
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ainda bem que ficou contente … nós nem por isso
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Teixeira dos Santos e o governo gostariam que esses bancos recorressem a parte desse montante, para que a populaça ignorante e agradecida reconsiderassem o voto no PS em 2009.
Está por demais evidente que alguns bancos vão mesmo recorrer, depois de alguns dos seus administradores (…e políticos…) terem garantido publicamente que a crise não atingiria Portugal.
Nota-se que este é um “sítio” governado por mentirosos, interesseiros, onde a cunha, o favor, a corrupção, a mentira, são cada vez mais uma instituição nacional — vidé outro caso, os volumosos gastos do governo em assessorias inúteis ou pouco mais do que úteis, “prestadas” por escritórios de advogados, de consultores económicos, etc, etc.
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Felizmente que existe o MJRB para nos elucidar…
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e vc, para constatarmos que há muitos idiotas uteis.
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E então ninguém fala da especulação Petrolífera?
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é evidente que a situação começa a ficar negra e já não dá para sorrir….estamos entregues a irresponsáveis e isto começa a estar parecido com a situação das vésperas do 28 de Maio de 1926.
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A ser verdade, enlouqueceu…
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As grandes empresas, já tinham desistido de concorrer às grandes obras, por não conseguirem financiamento.
Será que, agora, os bancos já conseguem financiar as grandes empresas e estas concorrerem às grandes obras?
Se assim for, está tudo esclarecido.
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Não enlouqueceu nada. O senhor Sócrates e parceiros sabem mais do que quase todos nós juntos e farão tudo para que a bomba rebente depois das eleições. Basta ver que o BdP nem sequer faz parte da equação. É no meio desta aberração eleitoral que estamos todos.
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Não temam caros conterrâneos porque os nossos governantes já disseram inúmeras vezes que o país está muito melhor preparado para enfrentar qualquer crise que o assole. E esta crise nem nos deve afectar muito (não é que faça grande diferença, tendo em conta o cenário económico dos últimos anos…). Devemos por isso continuar todos a confiar a maior parte do nosso dinheiro a quem já demonstrou saber dar-lhe o melhor destino: os nossos excelentíssimos políticos!
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Eis o melhor exemplo de como gerir o graveto todo.
Depois de mil e muitas vezes repetida a declaração, oficial e única, de o “orçamento ser em prol das famílias, das PME e dos portugueses”.
Este é um efeito colateral da crise mas prático quanto ao “money, money, money”.
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Penso que a questão se prende com o “rácio de credibilidade” que oferece o Estado português junto «das principais instituições de crédito que operam no nosso mercado», “vis-à-vis” das operações interbancárias de refinanciamento por parte da banca nacional.
Se as nossas contas públicas não estivessem em ordem; se a estabilidade política e social não fosse uma realidade; se não tivesse ficado provada a tão proclamada “cooperação estratégica” entre o Governo e a Presidência da República (através da proclamação-relâmpago do diploma que autoriza o Estado a dar o seu aval), quem sabe se, nesta altura, não estaríamos no 2º lugar da lista dos países europeus declarados insolventes…?
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Re(s)publica das Bananas!
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