La Bourse de Paris dégringolait toujours vendredi en fin de matinée, l’indice CAC 40 poursuivant sa chute libre sous le seuil symbolique des 3 000 points et perdant 10,62 % à 2 959,29 points à 11 h 50, un plus bas depuis mai 2003. (AFP)
Paniqués, les marchés financiers ont à nouveau dégringolé vendredi, craignant une récession profonde et durable, alors que l’Opep a réduit sa production de pétrole pour tenter d’enrayer la chute des cours.
Malgré tous les plans de soutien annoncés ces dernières semaines, les investisseurs sont affolés par les conséquences de la crise sur la rentabilité des entreprises.
Vers 11h35, les principaux marchés européens dégringolaient. Londres cédait 7%, Francfort 7,5% et Paris 9,5%, dans le sillage de Tokyo, qui a chuté de 9,6% en clôture, terminant au plus bas depuis plus de cinq ans.
Ailleurs en Asie, Séoul a dégringolé de 10,6%, Hong Kong de 8,30%, Shanghai de 1,92%. A 09H15 GMT, Bombay plongeait de 9,83%.
Les principaux marchés européens et asiatiques ont perdu environ la moitié de leur valeur depuis le début de l’année.
Creio que estou a começar a entender porque é que a economia dos outros países europeus e dos estados unidos só cresciam e portugal não crescia tanto. Era mentira. Afinal os números eram todos uma virtualidade. E nunca se viu um presidente de um país acabar o seu mandato e vingar-se do mundo destruindo toda a economia e ainda querer promover guerra.
Com uma monotonia que começa a cansar, muitos dos nossos ilustres economistas e comentadores escrevem estes dias sobre o alvorecer de um novo capitalismo com um Estado regulador forte. Descobre-se que, até agora (isto é, antes da crise dos mercados financeiros), se vivia um capitalismo selvagem desregulado de inspiração neoliberal, ou,…
Descobre-se que, até agora (isto é, antes da crise dos mercados financeiros), se vivia um capitalismo selvagem desregulado de inspiração neoliberal, ou, na expressão patusca do Dr. Mário Soares, uma economia de casino e de “off-shores”. Infelizmente isso é uma mentira, e que por mais repetida que seja continua a ser uma mentira.
Nunca a economia esteve tão regulada e regulamentada como nos últimos dez anos. Nunca houve tanta legislação técnica, tanta burocracia, tanta regulamentação, tantas e múltiplas agências administrativas e regulatórias, tanta intervenção do mundo político na organização dos mercados. Estado regulador existe e bem forte. Em Portugal, na União Europeia (basta ver o conteúdo quase exclusivamente regulador das directivas e dos regulamentos), e não menos nos Estados Unidos. O problema não é, nem nunca foi, de falta de regulação dos mercados, mas de uma má regulação desde o ponto de vista do interesse público.
Na última década, a forte regulação exercida pelo Estado foi capturada por interesses privados bem conhecidos. Entre os favores políticos e sem a atenção aos óbvios conflitos de interesse, o poder político permitiu aos grandes interesses económicos utilizar a regulação pública para aumentar os lucros privados. Foram ignoradas as externalidades sociais para favorecer, de forma sustentada, os grandes interesses económicos. Fala-se de economia de mercado, mas isso é uma grosseria técnica. Temos, sim, uma economia de oligopólios dominantes regulada por favores políticos. No caso português, uma versão modernizada e em grande escala do Estado corporativo.
O problema é, pois, político, e não económico. A classe política, durante os últimos dez anos, conviveu, promoveu, defendeu (e em muito beneficiou) a captura da regulação pública por interesses privados. Que credibilidade pode ter agora? Como podemos acreditar que o “novo” Estado regulador não é mais do mesmo, se os personagens são exactamente e literalmente os mesmos? Muito provavelmente, os mesmos interesses políticos de sempre vão “re-regular” o que já está regulado, para favorecer os mesmos interesses económicos de sempre.
Isto é mas é uma grande farsa. Os mercados começam a recuperar e surgem logo umas vozes a dizer que é a catastrofe e lá vem tudo por aí abaixo outra vez. Basta aparecer um outro idiota a dizer que vai subir e sobe tudo. A seguir aparece logo o outro idiota a garantir que vai piorar e piora tudo. Grande farsa. O melhor é fechar a tasca, contar os tostoes e abrir com nova gerencia.
E que mal fez a França e a Europa ao mundo para que Segolene Royal tivesse perdido as eleições para Sarcozy.
“A persistente crise financeira «põe em perigo o próprio futuro da humanidade»” uma frase de Sarcozy. O presidente deve estar está em panico. É impulsivo demais para presidente em contexto de crise. Oh gosh!
o texto de Nuno garoupa esta bem esgalhado, discordando dele apenas nesta parte:
«problema não é, nem nunca foi, de falta de (leis de)regulação dos mercados…»
O problema (além do que mto bem aponta), também tem a ver com um claro ataque à legislação de regulação dos mercados que existia (e que já na altura Soros e Buffet avisavam que era insuficiente).
1998 o Governo EUA e Alan Greenspan suspendem por meio ano a entidade reguladora CFTC.
Em seguida retira defenitivamente das competencias desta autoridade a supervisão dos derivados.
Poe essa altura ainda, uma parte essencial de legislação sobrante do tempo da grande depressão é defenitivamente excluida da regulação dos mercados, por parte do governo USA.
Depois disto tudo a executivo americano começou a pressionar a banca (Fredie Mac e Fannie Mae)para ceder,ceder,ceder, ao fornecimento de emprestimos Subprime.
O rsto da historia e das consequencias desta politica do Hepicentro EUA, são por todos conhecidas.
A Europa continua a viver em Liberdade, graças a dois americanos fantásticos: Reagan e Bush. O primeiro acabou com a guerra-fria, libertando metade da Europa de cerca de 50 anos de terror e escravatura social-fascista. O segundo, combatendo sem tréguas o nacional-socialismo islamita.
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Só há uma Crise PRODUÇÃO (Empresas Economimcas) e DESEMPREGO. Mas enquanto os Politicos/Partidos/Admnistrações Publicas continuarem no sonho de serem “GRANDES BANQUEIROS COM OS DEPOSITOS/IMPOSTOS” ……. a CRISE agrava-se (implosão do Euro é o risco maximo do jogo de casino em que a Politica/PARTIDOS se meteram). Nem novas Ordens os salvam porque estão a jogar cegos às outras Lógicas que cercam a Europa. Pois o problema é na Europa.
“Depois de destruirem a economia mundial os estados unidos vao recuperar rapidamente e ficar de novo os maiores do planeta”.
Pode ser isso que venha a acontecer. Mas, ninguém obrigou o sector financeiro internacional a enfiar-se no “buraco engro” das armas de destruição maciça (como Buffett chamou aos “produtos financeiros exóticos”).
Buffett, nessa altura, assim como Soros, investiram biliões em euros, desvalorizando o dolar. Agora, regressam ao dólar e o dólar já recuperou mais de 20%.
Oh JM,
Recoloque lá o gráfico da relação entre dólar versus Euro, que Você colocou como tendência (que agora, é indubitável),…e que lhe chamaram nomes!
.. e acrescento alucinados pelos estados unidos e pela globalização. A globalizção está a destruir o mundo e a criar pobreza e ainda não decidiram parar com a idiotice.
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(cont 16):
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e claro uma talhada de Paises na Europa corre o risco de entrar em falência.
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è que não estamos em nehuma Nova Ordem Internacional das FINANÇAS mas num Poderoso Reajustamento Planetário da ECONOMIA (Produção e Desemprego) em que a CRISE FINANCEIRA é consequência e não causa. Por isso certas apostas/palpite de certa Europa, incluindo Portugal-OE’2008, estão totalmente erradas. E nesta situação há uma resposta comum mas de várias Europas algumas em contradição absoluta.
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Eu apoiava, se não estivesse nas lonas, por causa dos capitalistas. E fica assim a intenção, que daria qualquer coisinha pa derrubar um invasor do Iraque, o cínico, mais prepotente e ladrão.
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ou mais claro:
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FINANÇAS= Privadas (Instituições Financeiras) – Publicas (Fisco/Admnistração Publica)
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ECONOMIA= Empresas Economicas.
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Duas coisa diferentes, E quando se aumentam as Despesas das Finanças Publicas a contar que a Economia é que as pague …. e em RECESSÃO ? E em risco de falências de Estados ? E com Receitas Fiscais de IMI, IRC e IRS que o Estado já pagou anteriormente embutido no “preço” dos Vencimentos, Obra e Consumos que paga ……
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não se percebe.
Aí o anónimo do 15 deve ser a Ana Gomes ou aquele cabeçudo, gordo, ex-oaxá do CDS, que deram o prémio “Sarkozy” ao chinês dissidente (podia), e não a algum resistente iraquiano, muito mais merecedor, desde há mais tempo.
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e é excatamente por isto que SAI MAIS BARATO suspender o IRC, IRS e IMI, acompanhado por uma AMNISTIA FISCAL completa, criando uma ECONOMIA DE “GUERRA” a nivel interno e de alta competitividade internacional aumentando em simultâneo o PODER DE COMPRA GERAL por esta mesma via.
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Como a dos 100% de garantia dos depósitos bancários, ponham-se outra vez a “olhar para ontem” que quando lá chegarem é só mais um pois já estão quasi outros que souberam tirar o maximo rendimento da OPORTUNIDADE (no caso dos 100% a Irlanda)
não me lixem! as regulações existentes não passam de tinta invisivel que deixaram os bancos e os fundos de investimentos gigantescos especularem à vontade
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(cont 26)
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vá lá os “chico-espertos” do costume corram lá para a “festança da comunicação social”,
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mas ATENÇÃO a seguir há “mar muito forte para navegar” e vocês não “sabem nadar”
“A globalizção está a destruir o mundo e a criar pobreza e ainda não decidiram parar com a idiotice”.
Olhe que não.
Na China e na India, há hoje mais 500 milhões de pessoas que pertencem à classe média: têm carro, têm uma casa, têm comida. Antes, esgravatavam na lixeira ou andavam no arrozal!
A globalização está a ser boa para muita gente na Ásia, na Europa do Leste.
Para os Americanos, ….parece que não, já que se focaram na “economia financeira”.
Mr. Chairman, Ranking Member Davis, and Members of the Committee:
Thank you for this opportunity to testify before you this morning.
Greenspan
We are in the midst of a once-in-a century credit tsunami. Central banks and governments are being required to take unprecedented measures. You, importantly, represent those on whose behalf economic policy is made, those who are feeling the brunt of the crisis in their workplaces and homes. I hope to address their concerns today.
This morning, I would like to provide my views on the sources of the crisis, what policies can best address the financial crisis going forward, and how I expect the economy to perform in the near and longer term. I also want discuss how my thinking has evolved and what I have learned in this past year.
In 2005, I raised concerns that the protracted period of underpricing of risk, if history was any guide, would have dire consequences. This crisis, however, has turned out to be much broader than anything I could have imagined. It has morphed from one gripped by liquidity restraints to one in which fears of insolvency are now paramount. Given the financial damage to date, I cannot see how we can avoid a significant rise in layoffs and unemployment. Fearful American households are attempting to adjust, as best they can, to a rapid contraction in credit availability, threats to retirement funds, and increased job insecurity. All of this implies a marked retrenchment of consumer spending as households try to divert an increasing part of their incomes to replenish depleted assets, not only in 401Ks, but in the value of their homes as well. Indeed, a necessary condition for this crisis to end is a stabilization of home prices in the U.S. They will stabilize and clarify the level of equity in U.S. homes, the ultimate collateral support for the value of much of the world’s mortgage-backed securities. At a minimum, stabilization of home prices is still many months in the future. But when it arrives, the market freeze should begin to measurably thaw and frightened investors will take tentative steps towards reengagement with risk. Broken market ties among banks, pension, and hedge funds and all types of nonfinancial businesses will become reestablished and our complex global economy will move forward. Between then and now, however, to avoid severe retrenchment, banks and other financial intermediaries will need the support that only the substitution of sovereign credit for private credit can bestow. The $700 billion Troubled Assets Relief Program is adequate to serve that need. Indeed the impact is already being felt. Yield spreads are narrowing.
As I wrote last March: those of us who have looked to the self-interest of lending institutions to protect shareholder’s equity (myself especially) are in a state of shocked disbelief. Such counterparty surveillance is a central pillar of our financial markets’ state of balance. If it fails, as occurred this year, market stability is undermined.
What went wrong with global economic policies that had worked so effectively for nearly four decades? The breakdown has been most apparent in the securitization of home mortgages. The evidence strongly suggests that without the excess demand from securitizers, subprime mortgage originations (undeniably the original source of crisis) would have been far smaller and defaults accordingly far fewer. But subprime mortgages pooled and sold as securities became subject to explosive demand from investors around the world. These mortgage backed securities being “subprime” were originally offered at what appeared to be exceptionally high risk-adjusted market interest rates. But with U.S. home prices still rising, delinquency and foreclosure rates were deceptively modest. Losses were minimal. To the most sophisticated investors in the world, they were wrongly viewed as a “steal.”
The consequent surge in global demand for U.S. subprime securities by banks, hedge, and pension funds supported by unrealistically positive rating designations by credit agencies was, in my judgment, the core of the problem. Demand became so aggressive that too many securitizers and lenders believed they were able to create and sell mortgage backed securities so quickly that they never put their shareholders’ capital at risk and hence did not have the incentive to evaluate the credit quality of what they were selling. Pressures on lenders to supply more “paper” collapsed subprime underwriting standards from 2005 forward. Uncritical acceptance of credit ratings by purchasers of these toxic assets has led to huge losses.
It was the failure to properly price such risky assets that precipitated the crisis. In recent decades, a vast risk management and pricing system has evolved, combining the best insights of mathematicians and finance experts supported by major advances in computer and communications technology. A Nobel Prize was awarded for the discovery of the pricing model that underpins much of the advance in derivates markets. This modern risk management paradigm held sway for decades. The whole intellectual edifice, however, collapsed in the summer of last year because the data inputted into the risk management models generally covered only the past two decades, a period of euphoria. Had instead the models been fitted more appropriately to historic periods of stress, capital requirements would have been much higher and the financial world would be in far better shape today, in my judgment.
When in August 2007 markets eventually trashed the credit agencies’ rosy ratings, a blanket of uncertainty descended on the investment community. Doubt was indiscriminately cast on the pricing of securities that had any taint of subprime backing. As much as I would prefer it otherwise, in this financial environment I see no choice but to require that all securitizers retain a meaningful part of the securities they issue. This will offset in part market deficiencies stemming from the failures of counterparty surveillance.
There are additional regulatory changes that this breakdown of the central pillar of competitive markets requires in order to return to stability, particularly in the areas of fraud, settlement, and securitization. It is important to remember, however, that whatever regulatory changes are made, they will pale in comparison to the change already evident in today’s markets. Those markets for an indefinite future will be far more restrained than would any currently contemplated new regulatory regime.
The financial landscape that will greet the end of the crisis will be far different from the one that entered it little more than a year ago. Investors, chastened, will be exceptionally cautious. Structured investment vehicles, Alt-A mortgages, and a myriad of other exotic financial instruments are not now, and are unlikely to ever find willing investors. Regrettably, also on that list are subprime mortgages, the market for which has virtually disappeared. Home and small business ownership are vital commitments to a community. We should seek ways to reestablish a more sustainable subprime mortgage market.
This crisis will pass, and America will reemerge with a far sounder financial system.
POr se terem fechado à globalização é k Cuba e Coreia do Kim são umas maravilhas de bem estar social.
Até nem tinham micro ondas, torradeiras eléctricas e—Tlemóveis.
Como toda a gente sabe, os admiradores do gangue Castro nunca usaram telemóveis, mas mesmo nunca, muito menos de alta gama, e autómóveis, nem pensar, e casas com todas as comodidades, computador, play station and so on nunca lhes passaram pela cabeça, nem em sonhos!
Abdicaram dos luxos da podridão capitalista em nome do internacionalismo cubano, maldita globalização que lhes deu estes símbolos do fim do capitalismo e não os preservou na paradisíaca vivência da prisão miserável do Fidel.
Abaixo a globalização e os produtos made in Nokia, in Japan, in China, in USA, in RFA…
Vivam a proibição dde torradeiras eléctricas, férias em Punta Cana, habitações condignas, Autoeuropas: de trabant é que é bom ( ou pouco pior do que de bicicleta ou a pé)
O Rangel do PSD, ( não é do tempo do PPD) está a levantar O “carceu” por causa dos carcalhois para o partido, tem medo que lhe cortem as vases. tal a votação dos emigrantes em frança – eu pensava, que os emigrantes em frança tivesse sido naciolanizados “franciu”, tal como o Deco, vejam bem, era se ele numa proxima eleição Brasileira, votava Lula da Silva – mas que raio de Portugues era ele? tinha direito a võtos e logo intercontinentais.
Tal como os “carcanhois”, meses que andam a negociar e pelos vistos quem é que não quer que se mexa no “presunto” – quem é?
Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam, podemos começar pelos Franceses,Chineses, Soviéticos e Alemães Ocidentais…e para aqueles que nos media tentaram ajudar os Jiahdistas a ganhar a guerra.
Também quero um tribunal para a relação simbiótica ente os Media e o Terrorismo…
“Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam”
E os americanos ficam de fora? Eles também lhes venderam as armas. E até as quimicas que Sadam usou.
Li no jornal que o presidente do banco de portugal ganha o dobro de Bernanke do fed. Isto é na verdade extraordinário. Alguma coisa tem de ser feito para corrigir esta coisa.
““Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam”
E os americanos ficam de fora? Eles também lhes venderam as armas. E até as quimicas que Sadam usou.”
Informe-se e deixe de dizer asneiras. Os americanos não forneceram armas químicas. Aliás ninguém forneceu armas químicas ao Iraque. Foram desenvolvidas no próprio Iraque com ajuda de técnicos especialmente da Alemanha Ocidental e de Leste vindos dos investimentos Europeus em fábricas químicas no Iraque. Os Americanos não forneceram mais de 0,1%(a maioria Helis de transporte) do armamento importado pelo exército Iraquiano.
Senão você talvez possa encontrar os aviões de combate Iraquianos fornecidos pelos EUA, os Navios e os Tanques…Fico á espera.
P.S: Foi por causa deste assunto que pura e simplesmente deixei de comprar jornais Portugueses.
Posso deixar aqui o meu NIB, para os comentadores começarem a transferir para a minha conta?
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São 11 da manhã e ainda ninguém do Blasfémias comentou a capa do Público
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La Bourse de Paris dégringolait toujours vendredi en fin de matinée, l’indice CAC 40 poursuivant sa chute libre sous le seuil symbolique des 3 000 points et perdant 10,62 % à 2 959,29 points à 11 h 50, un plus bas depuis mai 2003. (AFP)
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“Greenspan: livre mercado é incapaz de se auto-regular” – Público
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Paniqués, les marchés financiers ont à nouveau dégringolé vendredi, craignant une récession profonde et durable, alors que l’Opep a réduit sa production de pétrole pour tenter d’enrayer la chute des cours.
Malgré tous les plans de soutien annoncés ces dernières semaines, les investisseurs sont affolés par les conséquences de la crise sur la rentabilité des entreprises.
Vers 11h35, les principaux marchés européens dégringolaient. Londres cédait 7%, Francfort 7,5% et Paris 9,5%, dans le sillage de Tokyo, qui a chuté de 9,6% en clôture, terminant au plus bas depuis plus de cinq ans.
Ailleurs en Asie, Séoul a dégringolé de 10,6%, Hong Kong de 8,30%, Shanghai de 1,92%. A 09H15 GMT, Bombay plongeait de 9,83%.
Les principaux marchés européens et asiatiques ont perdu environ la moitié de leur valeur depuis le début de l’année.
L`Express
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É meio-dia e ainda ninguém do Blasfémias comentou a capa do Público (o João Miranda deve estar à procura de algum gráfico)
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Creio que estou a começar a entender porque é que a economia dos outros países europeus e dos estados unidos só cresciam e portugal não crescia tanto. Era mentira. Afinal os números eram todos uma virtualidade. E nunca se viu um presidente de um país acabar o seu mandato e vingar-se do mundo destruindo toda a economia e ainda querer promover guerra.
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Nuno Garoupa
A mentira dos mercados desregulados
Com uma monotonia que começa a cansar, muitos dos nossos ilustres economistas e comentadores escrevem estes dias sobre o alvorecer de um novo capitalismo com um Estado regulador forte. Descobre-se que, até agora (isto é, antes da crise dos mercados financeiros), se vivia um capitalismo selvagem desregulado de inspiração neoliberal, ou,…
Descobre-se que, até agora (isto é, antes da crise dos mercados financeiros), se vivia um capitalismo selvagem desregulado de inspiração neoliberal, ou, na expressão patusca do Dr. Mário Soares, uma economia de casino e de “off-shores”. Infelizmente isso é uma mentira, e que por mais repetida que seja continua a ser uma mentira.
Nunca a economia esteve tão regulada e regulamentada como nos últimos dez anos. Nunca houve tanta legislação técnica, tanta burocracia, tanta regulamentação, tantas e múltiplas agências administrativas e regulatórias, tanta intervenção do mundo político na organização dos mercados. Estado regulador existe e bem forte. Em Portugal, na União Europeia (basta ver o conteúdo quase exclusivamente regulador das directivas e dos regulamentos), e não menos nos Estados Unidos. O problema não é, nem nunca foi, de falta de regulação dos mercados, mas de uma má regulação desde o ponto de vista do interesse público.
Na última década, a forte regulação exercida pelo Estado foi capturada por interesses privados bem conhecidos. Entre os favores políticos e sem a atenção aos óbvios conflitos de interesse, o poder político permitiu aos grandes interesses económicos utilizar a regulação pública para aumentar os lucros privados. Foram ignoradas as externalidades sociais para favorecer, de forma sustentada, os grandes interesses económicos. Fala-se de economia de mercado, mas isso é uma grosseria técnica. Temos, sim, uma economia de oligopólios dominantes regulada por favores políticos. No caso português, uma versão modernizada e em grande escala do Estado corporativo.
O problema é, pois, político, e não económico. A classe política, durante os últimos dez anos, conviveu, promoveu, defendeu (e em muito beneficiou) a captura da regulação pública por interesses privados. Que credibilidade pode ter agora? Como podemos acreditar que o “novo” Estado regulador não é mais do mesmo, se os personagens são exactamente e literalmente os mesmos? Muito provavelmente, os mesmos interesses políticos de sempre vão “re-regular” o que já está regulado, para favorecer os mesmos interesses económicos de sempre.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=337372
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Isto é mas é uma grande farsa. Os mercados começam a recuperar e surgem logo umas vozes a dizer que é a catastrofe e lá vem tudo por aí abaixo outra vez. Basta aparecer um outro idiota a dizer que vai subir e sobe tudo. A seguir aparece logo o outro idiota a garantir que vai piorar e piora tudo. Grande farsa. O melhor é fechar a tasca, contar os tostoes e abrir com nova gerencia.
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E que mal fez a França e a Europa ao mundo para que Segolene Royal tivesse perdido as eleições para Sarcozy.
“A persistente crise financeira «põe em perigo o próprio futuro da humanidade»” uma frase de Sarcozy. O presidente deve estar está em panico. É impulsivo demais para presidente em contexto de crise. Oh gosh!
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o texto de Nuno garoupa esta bem esgalhado, discordando dele apenas nesta parte:
«problema não é, nem nunca foi, de falta de (leis de)regulação dos mercados…»
O problema (além do que mto bem aponta), também tem a ver com um claro ataque à legislação de regulação dos mercados que existia (e que já na altura Soros e Buffet avisavam que era insuficiente).
1998 o Governo EUA e Alan Greenspan suspendem por meio ano a entidade reguladora CFTC.
Em seguida retira defenitivamente das competencias desta autoridade a supervisão dos derivados.
Poe essa altura ainda, uma parte essencial de legislação sobrante do tempo da grande depressão é defenitivamente excluida da regulação dos mercados, por parte do governo USA.
Depois disto tudo a executivo americano começou a pressionar a banca (Fredie Mac e Fannie Mae)para ceder,ceder,ceder, ao fornecimento de emprestimos Subprime.
O rsto da historia e das consequencias desta politica do Hepicentro EUA, são por todos conhecidas.
António
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Depois de destruirem a economia mundial os estados unidos vao recuperar rapidamente e ficar de novo os maiores do planeta.
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São duas da tarde e ainda ninguém do Blasfémias comentou a capa do Público
Será que o João Miranda cortou os pulsos? Alguém que vá a casa dele ver se está tudo bem…
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A Europa continua a viver em Liberdade, graças a dois americanos fantásticos: Reagan e Bush. O primeiro acabou com a guerra-fria, libertando metade da Europa de cerca de 50 anos de terror e escravatura social-fascista. O segundo, combatendo sem tréguas o nacional-socialismo islamita.
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yeah pois zé preto e a seguir vai fazer o mesmo, criar o caos e depois aparece para salvar o mundo. Já se viu esse filme.
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Só há uma Crise PRODUÇÃO (Empresas Economimcas) e DESEMPREGO. Mas enquanto os Politicos/Partidos/Admnistrações Publicas continuarem no sonho de serem “GRANDES BANQUEIROS COM OS DEPOSITOS/IMPOSTOS” ……. a CRISE agrava-se (implosão do Euro é o risco maximo do jogo de casino em que a Politica/PARTIDOS se meteram). Nem novas Ordens os salvam porque estão a jogar cegos às outras Lógicas que cercam a Europa. Pois o problema é na Europa.
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“Depois de destruirem a economia mundial os estados unidos vao recuperar rapidamente e ficar de novo os maiores do planeta”.
Pode ser isso que venha a acontecer. Mas, ninguém obrigou o sector financeiro internacional a enfiar-se no “buraco engro” das armas de destruição maciça (como Buffett chamou aos “produtos financeiros exóticos”).
Buffett, nessa altura, assim como Soros, investiram biliões em euros, desvalorizando o dolar. Agora, regressam ao dólar e o dólar já recuperou mais de 20%.
Oh JM,
Recoloque lá o gráfico da relação entre dólar versus Euro, que Você colocou como tendência (que agora, é indubitável),…e que lhe chamaram nomes!
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http://www.chinadaily.com.cn/index.html
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“Mas, ninguém obrigou o sector financeiro internacional a enfiar-se no “buraco engro” das armas de destruição maciça”
claro que não. A culpa é de todo o mundo. O pior é que quem vai pagar não são apenas os alucinados pelos estados unidos que nada criticam, são todos.
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3 e meia e ainda sem referências à capa do público…começo também a ficar genuinamente preocupado com JM.
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.. e acrescento alucinados pelos estados unidos e pela globalização. A globalizção está a destruir o mundo e a criar pobreza e ainda não decidiram parar com a idiotice.
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(cont 16):
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e claro uma talhada de Paises na Europa corre o risco de entrar em falência.
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è que não estamos em nehuma Nova Ordem Internacional das FINANÇAS mas num Poderoso Reajustamento Planetário da ECONOMIA (Produção e Desemprego) em que a CRISE FINANCEIRA é consequência e não causa. Por isso certas apostas/palpite de certa Europa, incluindo Portugal-OE’2008, estão totalmente erradas. E nesta situação há uma resposta comum mas de várias Europas algumas em contradição absoluta.
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Eu apoiava, se não estivesse nas lonas, por causa dos capitalistas. E fica assim a intenção, que daria qualquer coisinha pa derrubar um invasor do Iraque, o cínico, mais prepotente e ladrão.
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ou mais claro:
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FINANÇAS= Privadas (Instituições Financeiras) – Publicas (Fisco/Admnistração Publica)
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ECONOMIA= Empresas Economicas.
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Duas coisa diferentes, E quando se aumentam as Despesas das Finanças Publicas a contar que a Economia é que as pague …. e em RECESSÃO ? E em risco de falências de Estados ? E com Receitas Fiscais de IMI, IRC e IRS que o Estado já pagou anteriormente embutido no “preço” dos Vencimentos, Obra e Consumos que paga ……
.
não se percebe.
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Aí o anónimo do 15 deve ser a Ana Gomes ou aquele cabeçudo, gordo, ex-oaxá do CDS, que deram o prémio “Sarkozy” ao chinês dissidente (podia), e não a algum resistente iraquiano, muito mais merecedor, desde há mais tempo.
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e é excatamente por isto que SAI MAIS BARATO suspender o IRC, IRS e IMI, acompanhado por uma AMNISTIA FISCAL completa, criando uma ECONOMIA DE “GUERRA” a nivel interno e de alta competitividade internacional aumentando em simultâneo o PODER DE COMPRA GERAL por esta mesma via.
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Como a dos 100% de garantia dos depósitos bancários, ponham-se outra vez a “olhar para ontem” que quando lá chegarem é só mais um pois já estão quasi outros que souberam tirar o maximo rendimento da OPORTUNIDADE (no caso dos 100% a Irlanda)
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não me lixem! as regulações existentes não passam de tinta invisivel que deixaram os bancos e os fundos de investimentos gigantescos especularem à vontade
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(cont 26)
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vá lá os “chico-espertos” do costume corram lá para a “festança da comunicação social”,
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mas ATENÇÃO a seguir há “mar muito forte para navegar” e vocês não “sabem nadar”
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A função publica marcou uma greve para 21/11/2008….Adivinhem a que dia da semana é que vai calhar ?????
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“A globalizção está a destruir o mundo e a criar pobreza e ainda não decidiram parar com a idiotice”.
Olhe que não.
Na China e na India, há hoje mais 500 milhões de pessoas que pertencem à classe média: têm carro, têm uma casa, têm comida. Antes, esgravatavam na lixeira ou andavam no arrozal!
A globalização está a ser boa para muita gente na Ásia, na Europa do Leste.
Para os Americanos, ….parece que não, já que se focaram na “economia financeira”.
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O JM não tem nada a haver com o Publico, escreve, para o DN que é pago para tal – o porquê da insistencia, é por ser do “ti Belmiro” ?
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6ª feira, suponho.
Ja esta marcada outra para Fevereiro
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Esta malta de esquerda tem muita imaginação- e desplante- para sacr €€€€.
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Nem um único comentério sobre o post própriamente dito, que varinas.
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Todo o Mundo tem armas e centrais atomicas, por via disso, quem vai levar com elas, é cá o “JE”. Até nisto somos “anjolas”
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Mr. Chairman, Ranking Member Davis, and Members of the Committee:
Thank you for this opportunity to testify before you this morning.
Greenspan
We are in the midst of a once-in-a century credit tsunami. Central banks and governments are being required to take unprecedented measures. You, importantly, represent those on whose behalf economic policy is made, those who are feeling the brunt of the crisis in their workplaces and homes. I hope to address their concerns today.
This morning, I would like to provide my views on the sources of the crisis, what policies can best address the financial crisis going forward, and how I expect the economy to perform in the near and longer term. I also want discuss how my thinking has evolved and what I have learned in this past year.
In 2005, I raised concerns that the protracted period of underpricing of risk, if history was any guide, would have dire consequences. This crisis, however, has turned out to be much broader than anything I could have imagined. It has morphed from one gripped by liquidity restraints to one in which fears of insolvency are now paramount. Given the financial damage to date, I cannot see how we can avoid a significant rise in layoffs and unemployment. Fearful American households are attempting to adjust, as best they can, to a rapid contraction in credit availability, threats to retirement funds, and increased job insecurity. All of this implies a marked retrenchment of consumer spending as households try to divert an increasing part of their incomes to replenish depleted assets, not only in 401Ks, but in the value of their homes as well. Indeed, a necessary condition for this crisis to end is a stabilization of home prices in the U.S. They will stabilize and clarify the level of equity in U.S. homes, the ultimate collateral support for the value of much of the world’s mortgage-backed securities. At a minimum, stabilization of home prices is still many months in the future. But when it arrives, the market freeze should begin to measurably thaw and frightened investors will take tentative steps towards reengagement with risk. Broken market ties among banks, pension, and hedge funds and all types of nonfinancial businesses will become reestablished and our complex global economy will move forward. Between then and now, however, to avoid severe retrenchment, banks and other financial intermediaries will need the support that only the substitution of sovereign credit for private credit can bestow. The $700 billion Troubled Assets Relief Program is adequate to serve that need. Indeed the impact is already being felt. Yield spreads are narrowing.
As I wrote last March: those of us who have looked to the self-interest of lending institutions to protect shareholder’s equity (myself especially) are in a state of shocked disbelief. Such counterparty surveillance is a central pillar of our financial markets’ state of balance. If it fails, as occurred this year, market stability is undermined.
What went wrong with global economic policies that had worked so effectively for nearly four decades? The breakdown has been most apparent in the securitization of home mortgages. The evidence strongly suggests that without the excess demand from securitizers, subprime mortgage originations (undeniably the original source of crisis) would have been far smaller and defaults accordingly far fewer. But subprime mortgages pooled and sold as securities became subject to explosive demand from investors around the world. These mortgage backed securities being “subprime” were originally offered at what appeared to be exceptionally high risk-adjusted market interest rates. But with U.S. home prices still rising, delinquency and foreclosure rates were deceptively modest. Losses were minimal. To the most sophisticated investors in the world, they were wrongly viewed as a “steal.”
The consequent surge in global demand for U.S. subprime securities by banks, hedge, and pension funds supported by unrealistically positive rating designations by credit agencies was, in my judgment, the core of the problem. Demand became so aggressive that too many securitizers and lenders believed they were able to create and sell mortgage backed securities so quickly that they never put their shareholders’ capital at risk and hence did not have the incentive to evaluate the credit quality of what they were selling. Pressures on lenders to supply more “paper” collapsed subprime underwriting standards from 2005 forward. Uncritical acceptance of credit ratings by purchasers of these toxic assets has led to huge losses.
It was the failure to properly price such risky assets that precipitated the crisis. In recent decades, a vast risk management and pricing system has evolved, combining the best insights of mathematicians and finance experts supported by major advances in computer and communications technology. A Nobel Prize was awarded for the discovery of the pricing model that underpins much of the advance in derivates markets. This modern risk management paradigm held sway for decades. The whole intellectual edifice, however, collapsed in the summer of last year because the data inputted into the risk management models generally covered only the past two decades, a period of euphoria. Had instead the models been fitted more appropriately to historic periods of stress, capital requirements would have been much higher and the financial world would be in far better shape today, in my judgment.
When in August 2007 markets eventually trashed the credit agencies’ rosy ratings, a blanket of uncertainty descended on the investment community. Doubt was indiscriminately cast on the pricing of securities that had any taint of subprime backing. As much as I would prefer it otherwise, in this financial environment I see no choice but to require that all securitizers retain a meaningful part of the securities they issue. This will offset in part market deficiencies stemming from the failures of counterparty surveillance.
There are additional regulatory changes that this breakdown of the central pillar of competitive markets requires in order to return to stability, particularly in the areas of fraud, settlement, and securitization. It is important to remember, however, that whatever regulatory changes are made, they will pale in comparison to the change already evident in today’s markets. Those markets for an indefinite future will be far more restrained than would any currently contemplated new regulatory regime.
The financial landscape that will greet the end of the crisis will be far different from the one that entered it little more than a year ago. Investors, chastened, will be exceptionally cautious. Structured investment vehicles, Alt-A mortgages, and a myriad of other exotic financial instruments are not now, and are unlikely to ever find willing investors. Regrettably, also on that list are subprime mortgages, the market for which has virtually disappeared. Home and small business ownership are vital commitments to a community. We should seek ways to reestablish a more sustainable subprime mortgage market.
This crisis will pass, and America will reemerge with a far sounder financial system.
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POr se terem fechado à globalização é k Cuba e Coreia do Kim são umas maravilhas de bem estar social.
Até nem tinham micro ondas, torradeiras eléctricas e—Tlemóveis.
Como toda a gente sabe, os admiradores do gangue Castro nunca usaram telemóveis, mas mesmo nunca, muito menos de alta gama, e autómóveis, nem pensar, e casas com todas as comodidades, computador, play station and so on nunca lhes passaram pela cabeça, nem em sonhos!
Abdicaram dos luxos da podridão capitalista em nome do internacionalismo cubano, maldita globalização que lhes deu estes símbolos do fim do capitalismo e não os preservou na paradisíaca vivência da prisão miserável do Fidel.
Abaixo a globalização e os produtos made in Nokia, in Japan, in China, in USA, in RFA…
Vivam a proibição dde torradeiras eléctricas, férias em Punta Cana, habitações condignas, Autoeuropas: de trabant é que é bom ( ou pouco pior do que de bicicleta ou a pé)
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O Rangel do PSD, ( não é do tempo do PPD) está a levantar O “carceu” por causa dos carcalhois para o partido, tem medo que lhe cortem as vases. tal a votação dos emigrantes em frança – eu pensava, que os emigrantes em frança tivesse sido naciolanizados “franciu”, tal como o Deco, vejam bem, era se ele numa proxima eleição Brasileira, votava Lula da Silva – mas que raio de Portugues era ele? tinha direito a võtos e logo intercontinentais.
Tal como os “carcanhois”, meses que andam a negociar e pelos vistos quem é que não quer que se mexa no “presunto” – quem é?
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A China e a India também estão com os mesmos problemas de recessão à vista. Não escaparam.
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Bem, centrando-me no assunto original do post …
Na pagina dos ditos, houve um protesto pelo Iraque no dia 20.
Apareceram o Conselho da Paz, o Tribunal-Iraque, Os Verdes e …
O Comité Mumia Abu Jamal !!
Só tinham 3 pessoas e foram chamar o quarto de um movimento de amnistia muito relacionado com o tema original para nao parecerem poucos?
FRANCIS:
Whatever happened to the Popular Front, Reg?
REG:
He’s over there.
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Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam, podemos começar pelos Franceses,Chineses, Soviéticos e Alemães Ocidentais…e para aqueles que nos media tentaram ajudar os Jiahdistas a ganhar a guerra.
Também quero um tribunal para a relação simbiótica ente os Media e o Terrorismo…
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“Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam”
E os americanos ficam de fora? Eles também lhes venderam as armas. E até as quimicas que Sadam usou.
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Li no jornal que o presidente do banco de portugal ganha o dobro de Bernanke do fed. Isto é na verdade extraordinário. Alguma coisa tem de ser feito para corrigir esta coisa.
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“A China e a India também estão com os mesmos problemas de recessão à vista. Não escaparam.”
Até agora não há numeros.
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““Eu quero fazer um tribunal para aqueles que forneceram armas a Saddam”
E os americanos ficam de fora? Eles também lhes venderam as armas. E até as quimicas que Sadam usou.”
Informe-se e deixe de dizer asneiras. Os americanos não forneceram armas químicas. Aliás ninguém forneceu armas químicas ao Iraque. Foram desenvolvidas no próprio Iraque com ajuda de técnicos especialmente da Alemanha Ocidental e de Leste vindos dos investimentos Europeus em fábricas químicas no Iraque. Os Americanos não forneceram mais de 0,1%(a maioria Helis de transporte) do armamento importado pelo exército Iraquiano.
Senão você talvez possa encontrar os aviões de combate Iraquianos fornecidos pelos EUA, os Navios e os Tanques…Fico á espera.
P.S: Foi por causa deste assunto que pura e simplesmente deixei de comprar jornais Portugueses.
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O Tribunal para o Iraque é uma invenção da esquerda paneleira…e já agora quem é o juiz presidente, o Baltazar Garzon ?
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Tribunal para Cuba, Venezuela, Geórgia, Chechénia, etc. Para este do pedido dou uma moeda de plástico para usar no carrinho do Hiper
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Na direita também há ( muito ) quem atraque de popa !!
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