Saltar para o conteúdo

BPN:mais regulação?

3 Novembro, 2008

O caso BPN ilustra mais uma vez a falácia da falta de regulação. A banca é um sector regulado, mas o regulador mostrou-se incapaz de detectar a existência de problemas graves no banco. O próprio Vítor Constâncio reconheceu que o Banco de Portugal não tem capacidade para supervisionar bancos que não estejam dispostos a colaborar com o regulador. Isto, claro, implica que a regulação pública só é eficaz num mundo de anjos. Mas num mundo de anjos ela não é necessária para nada. É irónico que, Vital Moreira, um dos grandes defensores de mais regulação do sistema financeiro, venha apelar à ética dos banqueiros. É que se os banqueiros tivessem ética, não seriam necessários mecanismos de regulação para nada. Vital Moreira, em vez de reconhecer os limites do sistema de regulação pública que este caso revela, prefere responsabilizar os regulados. É um pouco como responsabilizar a falta de ética dos ladrões pela ineficácia da polícia. E ainda não chegamos ao problema da evidente falta de ética dos reguladores …

95 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 09:50

    Quer dizer o regulador em vez de regulador tinha de ser policia e investigador das possíveis falcatruas, não?
    A offshore se calhar descobriu-se porque deu tal prejuízo que o bpn ficou mal. Um regulador não consegue descobrir crimes. O regulador produz regras e zela para que elas sejam cumpridas. Se um dos regulados tem uma actividade ilicita é caso de policia.

    Gostar

  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 09:53

    O João Mirada quer um estado polícia?

    Gostar

  3. Desconhecida's avatar
    honni soit qui mal y pense permalink
    3 Novembro, 2008 09:54

    Mas vê as contas .
    E então estava tudo bem, parecia estar , disse o Constâncio .
    Afinal não estão.
    Como é ? Alguém vai ser responsabilizado , ou vão comprar novas calculadoras para os TOC`s que auditaram as contas do BPN , onde estava tudo bem .

    Gostar

  4. Desconhecida's avatar
    honni soit qui mal y pense permalink
    3 Novembro, 2008 09:55

    E com as contas do Estado . Está tudo bem ?
    De certeza ? . Não vamos ter nenhuma surpresa a mais ?
    É só emitir titulos de divida ?

    Gostar

  5. monárquico's avatar
    monárquico permalink
    3 Novembro, 2008 10:00

    o regime desmorona-se, e agora o presidente não fala ao país?
    Os sinais são preocupantes ,no entanto, o seu silêncio também quer dizer algo……isto está mesmo negro!

    Gostar

  6. Sokal's avatar
    Sokal permalink
    3 Novembro, 2008 10:12

    Vitor Constâncio perdeu a credibilidade há mais tempo. Foi quando se prestou à encenação de Sócrates relativamente ao défice orçamental deixado pelo governo de Santana Lopes, para o qual inventou um número “rigorosíssimo” de 6,83%.

    Gostar

  7. Mula da comprativa's avatar
    Mula da comprativa permalink
    3 Novembro, 2008 10:22

    O regulador anda cansado…

    Gostar

  8. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 10:28

    Numa coisa, VM está certo:

    «Agora, sabe-se das tramóias descobertas no BPN, conhecido pelas suas ligações a algumas figuras gradas da direita política.»

    Não ouvimos MFL pronunciar-se sobre esta questão, nomeadamente sobre a intervenção estatal no capital do banco. Dias Loureiro ainda é um político de peso no PSD, para além de ser conselheiro de Estado. Não me admirava nada que isto também tivesse o “dedinho” do Sr. Presidente da República.

    Estes dois grandes partidos governam e desgovernam a seu belo prazer sempre em função dos interesses instalados, quer de um lado, quer de outro, e nós, os “papalvos” ainda legitimamos
    a eleição dos seus mentores, ficando todos contentes quando o partido em que votámos sai vencedor, como se de um jogo de futebol se tratasse…

    Gostar

  9. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 10:31

    Em resumo:
    O regulador, Vítor Constâncio, não regula bem.

    Agora, dizer que a Banca tem regulação, é a mesma coisa que dizer que eu sou uma pessoa que tem dinheiro, já que tenho 100 euros.
    Quando se fala de regulação deveria falar-se de regulação eficaz, não de regulação nominal.

    Gostar

  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 10:38

    Um banco tem um balcão virtual, contas paralelas, um banco insular que nem estava “registado” no banco popular, tudo escondido. Quando a coisa dá para o torto e perdem milhoes é que tornam a coisa publica. E a culpa é do regulador? O que não entendo e isso está a fazer-me uma confusão enorme é como é que isto é descoberto há 6 meses e ninguém está ainda acusado pelo menos, ou detido. Não é suficientemente grave?

    Gostar

  11. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 10:39

    .. registado no banco de portugal ou na associação dos bancos, sei lá..digo.

    Gostar

  12. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 10:50

    No mínimo, exige-se demissão imediata deste senhor e todo o seu grupo de trabalho directamente afecto à regulação dos bancos. Estes sujeitos são geradores de instabilidade, desconfiança e alarme social e o país só vai acordar quando acontecer o que quase inevitavelmente vai acontecer logo a seguir às eleições, que é aparecerem mais problemas e novos, se der para aguentar até lá. Quando aparecerem vão todos novamente dizer que não sabiam. Daí que concorde com alguém que dizia que o melhor para o PSD é perder as próximas eleições e deixar isto afundar. Pode ser que depois os portugueses concordem que é necessário eliminar as máfias que ocupam parte significativa dos partidos.

    Gostar

  13. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 10:52

    “Luís Filipe Menezes diz a Ferreira Leite para se calar e ir-se embora”

    No Jornal Publico de hoje.

    Gostar

  14. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 10:55

    Há uma porção detida a 100% pelo banco que dá pelo nome de “BPN Cayman, Limited”.

    Gostar

  15. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:06

    Anónimo das 10:38,

    O período dos seis meses foi o tempo necessário para a administração do banco proceder à desanexação dos activos de valor, como sejam os eventuais terrenos que alguém disse na televisão que o banco possuía. Quando o banco é nacionalizado, os únicos activos existentes são as acções que, entretanto, perderam valor atendendo a todos estes expedientes.

    Não deixa de ser curioso o Dr. Miguel Cadilhe ter vindo falar de umas moedas comemorativas (já não sei de quê) que pretendia vender ao Banco de Portugal e que deve ser a única coisa que lá ficou.

    Gostar

  16. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:08

    Parabéns, João Miranda. Curto e grosso, mas calramente objectivo.

    É que Você, ao contrário do Camarada Vital, não parece estar vendido aos “vendilhões do templo”.

    Ainda bem que há portugueses, como o João Miranda.

    Os que vêm para aqui escrever que o BdP não é um Polícia, ou são apaniguados ou são iletrados. Após o Euro, o BdP só serve para realizar regulação. A emissão e o controlo monetário é do BCE. Se o BdP nem serve para regular a actividade financeira, acabe-se com ele. São 1.470 indivíduos altamente bem pagos, que não servem Portugal.

    Quanto ao tal off shore de Cabo Verde, não é com TODA a CERTEZA, a única razão para a nacionalziação do BPN. Porquê que Oliveira e Costa foi obrigado a sair em fevereiro, quando o off shore só foi descoberto em Junho?

    Há quantos anos se comentava que os balcões do BPN não tinham sequer um único cliente por dia? Há quantos anos se sabia que o BPN tinha cerca de 200 empresas associadas, que eram um molho de bróculos incontrolável?

    O Dr. Vítor só descobriu tudo em Junho? Porque não denunciou o Dr. Vítor ao Ministério Público as situações anteriores?

    Aliás, o BPN até mudou de Auditora, e o BdP sabia porquÊ. Porque a Auditora anterior não queria escrever aquilo que o banco queria. E os pareceres dos Revisores Oficiais de Contas?

    Num país com uma comunicação social forte e conhecdeora, este poderia ser o começo do fim do regime, é que nas Administrações do BPN passaram muitos ex-Ministros.

    Já agora, sabem quem financiou a aquisição do SIRESP?

    E será que é verdade que o Fundo de Pensões da Segurança Social tem investimentos no BPN?

    Gostar

  17. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:08

    “Fundo de Carbono: Quercus apresenta queixa contra Portugal”

    Dá-lhes com força, fazer a queixa tambem a ONU e á NATO.

    Gostar

  18. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:16

    O governador do Banco de Portugal tem confiança na actual administração do BPN, pelo que não a demitirá. Pois devia, quanto mais não fosse em nome da contenção de despesas com encargos administrativos.
    Este senhor já devia ter sido afastado do BP há muito tempo, já mostrou que a sua administração é ineficaz e incapaz de controlar o que quer que seja. Mas, tem vindo a ser apadrinhado pelos dois sectores mais importantes da política partidária, o PS e o PSD.

    Mas o PS tem telhados de vidro (Mota & Engil / Lisconte) e favor com favor se paga.

    Gostar

  19. Piscoiso's avatar
    3 Novembro, 2008 11:21

    É um pouco como responsabilizar a falta de ética dos ladrões pela ineficácia da polícia.

    Não me diga que os Bancos são ladrões !!!

    Gostar

  20. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 11:22

    J,

    Coloca muitas e interessantes questões, algumas do foro criminal, sem dúvida. Afinal o país está como saiu de 1975, só que entretanto recebeu balões de oxigénio com que foi disfarçando a sua natureza, aparentando estar em desenvolvimento. Que ilusão! As pessoas continuam na mesma.

    Gostar

  21. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:23

    O Governo, este, Soube do problema, quando tomou posse.

    Agiu, quando achou oportuno.

    Se o caso, for ate ás ultimas consequencias, muitas trutas caem na alçada do tribunal e acontece o mesmo que ao Vale deAzevedo Aliás ele andou na Universidade do PPD/PSD,é especialista de off shores.

    O Cadilhhe, teve uma reunião com pessoal do Grupo (quadros), em que lhes contou o que se passava e o risco que corriam.

    E mais não digo

    Gostar

  22. Desconhecida's avatar
    Vou ali e já venho... permalink
    3 Novembro, 2008 11:28

    Segundo o “Jumento”

    “Há muito que o BPN estava sob suspeita, nasceu pela iniciativa dos enriquecidos pelos governos de Cavaco Silva desde há meses que o banco entrou em crise, a sua falência nada teve que ver com a crise financeira. O que o governo fez não foi salvar um banco vítima da crise, foi nacionalizar o prejuízo de um banco gerido por gente duvidosa que o usou para os seus negócios.

    É bom lembrar que o BP foi uma criação de dois homens fortes de Cavaco Silva, Oliveira e Costa foi secretário de Estado do Orçamento (que tinha o pelouro do fisco) e tesoureiro do PSD, Dias Loureiro foi secretário-geral do PSD e mais tarde ministro da Administração Interna. Pela sua liderança passou também Daniel Sanches, o homem do SIS de Dias Loureiro”

    Enfim, liberalices…

    Gostar

  23. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 11:30

    Os bancos, agem como se fossem “alcateia de ladrilhos”.

    Agora, debitam uma mensalidade, sem o cliente saber, sem o seu acordo, á sorrapa, custos de manutenção – quando, antigamente, anualmente, pagavam juros, pouco, mas pagavam.

    E vêr se te avias, é um fartar vilanagem – se isto não é roubo, então o que é?

    Gostar

  24. lica's avatar
    lica permalink
    3 Novembro, 2008 11:42

    pedido ao sT antonio

    Ó meu rico Santo António
    Meu santinho Milagreiro
    Vê se levas o Zé Sócrates
    P’ra junto do Sá Carneiro

    Se puderes faz um esforço
    Porque o caminho é penoso
    Aproveita a viagem
    E leva o Durão Barroso

    Para que tudo corra bem
    E porque a viagem entristece
    Faz uma limpeza geral
    E leva também o PS

    Para que não fiquem a rir-se
    Os senhores do PSD
    Mete-os no mesmo carro
    Juntamente com os do PCP

    Porque a viagem é cara
    E é preciso cultivar as hortas
    Para rentabilizar o percurso
    Não deixes cá o Paulo Portas

    Para ficar tudo limpo
    E purificar bem a coisa
    Arranja um cantinho
    E leva o Jerónimo de Sousa

    Como estamos em democracia
    Embora não pareça às vezes
    Aproveita o transporte
    E leva também o Menezes

    Se puderes faz esse jeito
    Em Maio, mês da maçã
    A temperatura está boa
    Não te esqueças do Louça

    Todos eles são matreiros
    E vivem à base de golpes
    Faz lá mais um favorzinho
    E leva o Santana Lopes

    Isto chegou a tal ponto
    E vão as coisas tão mal
    Que só varrendo esta gente
    Se salvará Portugal

    E como o carro vem vazio
    E é preciso poupar
    Traz de volta o nosso tio
    O Professor Salazar

    E para este não vir sozinho
    Mais um ou dois não faz mal
    Por também fazer falta
    Traz o Marquês de Pombal!

    Gostar

  25. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 11:44

    Se não se pode deixar falir os bancos, por um lado, e não há regulação que se consiga eficaz, por outro, então o corolário lógico é de que não deve haver sistema financeiro privado.

    Gostar

  26. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 11:50

    Acabar com a regulação está fora de questão. São os próprios bancos que clamam por ela. Já para não falar no cidadão comum totalmente incapaz de descortinar se uma instituição financeira é fiável ou não.

    E deixar falir os bancos nem se fala. Se o BPN falisse como poderia reaver os meus depósitos? Tenho culpa de lá ter colocado as minhas poupanças?

    Gostar

  27. Rute Marlene's avatar
    Rute Marlene permalink
    3 Novembro, 2008 11:56

    Portanto como existem ladrões e sempre vão existir, a polícia não serve para nada. Bravo.

    Gostar

  28. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    3 Novembro, 2008 11:57

    «E deixar falir os bancos nem se fala.

    porquê? não é o normal acontecer quando tem problemas?

    «Se o BPN falisse como poderia reaver os meus depósitos?»

    recebia um máximo de 100.000 euros, é o que a actual lei diz.

    «Tenho culpa de lá ter colocado as minhas poupanças?»

    claro, risco seu, alguém o obrigou? Tinha mais onde escolher. Não acompanhava as notícias sobre o seu banco?

    Gostar

  29. Rute Marlene's avatar
    Rute Marlene permalink
    3 Novembro, 2008 11:58

    Caro JoÃo Miranda,

    Para clarificar : O Governo não deveria ter salvo o BPN ?

    Gostar

  30. Rute Marlene's avatar
    Rute Marlene permalink
    3 Novembro, 2008 12:02

    “claro, risco seu, alguém o obrigou? Tinha mais onde escolher. Não acompanhava as notícias sobre o seu banco?”

    E no caso recente da AIG, por exemplo ? Mantém -se o argumento ?

    Gostar

  31. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 12:04

    Não me digam que nem o Santana Lopes nem o Paulo Portas tiveram nada a ver com as trafulhices do BPN.

    Se não foram eles foi o Vale e Azevedo!

    As trafulhices do BCP, essas… Bibi? Mãe da Joana? Pais da Maddie?

    Gostar

  32. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    3 Novembro, 2008 12:06

    “E deixar falir os bancos nem se fala. Se o BPN falisse como poderia reaver os meus depósitos? Tenho culpa de lá ter colocado as minhas poupanças?”

    Certamente quem ainda tem culpa menos culpa são os Contribuintes que não lá puseram um chavo…

    Mas é claro que tem culpa, notícias de tropelias no Banco já existem há muito. Tem o Fundo de Garantia e nunca se deve ter o dinheiro num só Banco, a partir do momento que é maior que o Fundo de Garantia deve abrir outra conta outro Banco, logo culpa sua por não actuar. O BPN devia simplesmente falir e só o triste estado do Ocidente com a Social Democracia=Governo sem Dôr o permite. Já estamos a pagar a conta do intervencionismo Político e mais se seguirá, o estrangulamento de quem cumpre continuará até ao dia que crises á Argentina serão comuns. Está-se a desenhar a mais rápida transferência de poder entre países sem haver Guerra de que há memória.

    Gostar

  33. José Silva's avatar
    3 Novembro, 2008 12:08

    O FMI “já cá está”. O Norte salvou-se.

    Hoje é um grande dia, muito maior do que o dia da derrota da OTA. Norte salvou-se por vários anos da Drenagem e sabotagem que Lisboa constantemente exerce. A anunciada emissão de dívida para capitalizar os bancos coloca Portugal a caminho de sérios problemas cuja solução implicará a mudança radical de paradigma. Vejamos os factos:

    * Déficit da balança de transacções correntes incrementa-se;
    * O custo do financiamento da dívida pública nacional alarga-se face à dívida alemã; Também aqui a mesma conclusão;
    * Até Sócrates já vai referindo a necessidade de equilibrar a balança de pagamentos (provavelmente não se apercebeu das implicações do que disse…);
    * Já se fala em expulsar certos paises do Euro;
    * UE mais pessimista do que o governo para o próximo ano e Durão apela ao Keynesianismo;
    * Porém Portugal está demasiado endividado para Keynesianismo tradiconal e a partir de amanhã sofrerá competição intensa por parte das «PPP» de Obama;

    O risco Portugal está a aumentar. Os financiamentos estão a passar de caros para impossíveis. Continuando cego à realidade, Portugal corre o risco de ser expulso do Euro ou deixar de receber financiamento externo. Para continuarmos no Euro teremos que aceitar e reequilíbrio da balança de transacções correntes, como em 1982, cancelar projectos que requerem endividamento e apostar na economia dos bens e serviços transaccionáveis. Não é/será necessário uma declaração formal do BCE sobre a situação portuguesa, nem mesmo a vinda efectiva do FMI. As circunstâncias, os mercados, os decisors políticos nacionais e estrangeiros acabarão por implementar o que aqui escrevo. Estes factos macro-económicos tem força incrível e nem mesmo o descaramento propagandístico socrático ou a mafiosidade do bloco centralista de interesses consegue suplantar. Como se tem visto, aliás, nas últimas semanas, com constantes e descredibilizadores quebras de garantias de estabilidade.

    Portanto as obras drenadoras, Alcochete, TGV Madrid, TTT, Nova Alcantara terminam definitivamente. Há 1 ano afirmei-o com base no encarecimento do custo de crédito que as tornaria não rentáveis para os privados. Hoje afirmo-o por causa da moratória que as circunstâncias estão a impôr à balança de pagamentos.

    O Norte salva-se. O Centro, e Algarve também. É onde existe a economia dos bens e serviço transacionáveis. Lisboa em sentido metafórico, nos próximo 5 anos, será o dia seguinte dos sonhos dos superdragões.

    A acção do governo está vedada. O keynesianismo terá que usar pouco financiamento externo e terá que gerar divisas. Ou seja, as obras públicas terão que ser de pequena dimensão e grande produtividade, como reclamava há dias Belmiro. Isto requer uma análise mais fina, só possível de ser gerida com a Regionalização.

    No fim de semana MFLeite acertava: «Só tem sentido o apelo à ponderação dos investimentos públicos já previstos e à sua manutenção desde que melhorem a competitividade» Cedo ou tarde, esta marionete acabará por aceitar a Regionalização e deixar cair Alcochete e TGVs, mesmo que os «compromissos externos já tenham sido assumidos»…

    É certo que o Norte terá recessão como todo o mundo ocidental. Porém a queda do modelo de desenvolvimento de Lisboa, por Drenagem, abrirá novos horizontes. As prioridades a Norte já não devem ser combater a privatização da ANA ou afins, porque estão completamente enterradas (ao cuidado de Alexandre Ferreira). Deverá ser sim em captar pequeno investimento público gerador de competitividade territorial, nomeadamente nos transportes, reengnhearia da admiinistração pública (Regionalização + Fusão Autarquias) e criar/consolidar um pensamento estratégico próprio.

    O que escrevo só passará de aparente para realidade daqui por ano. No entanto respiro já de alívio.

    Gostar

  34. Piscoiso's avatar
    3 Novembro, 2008 12:08

    A Lica desmereceu
    Na limpeza do bacio
    Uma vez que se esqueceu
    Da caca desse Rui Rio.

    Gostar

  35. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    3 Novembro, 2008 12:11

    “E no caso recente da AIG, por exemplo ? Mantém -se o argumento ?”

    A AIG aparentemente só foi intervencionada porque o Ministro das Finanças Alemão “implorou”-palavras do próprio Ministro- ao Paulson para não a deixar cair.

    Óbviamente. Os Bancos podem falir e nem é preciso haver dolo basta más decisões. Nunca deve ter colocar todos os ovos no mesmo Banco. Tem o fundo de Garantia que é bem mais do que se tinha no passado.

    Gostar

  36. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    3 Novembro, 2008 12:17

    “E no caso recente da AIG, por exemplo ? Mantém -se o argumento ?”

    sempre.
    porque razão devem ser sustentadas pelos contribuintes as empresas? Se tem viabilidade alguma outra empresa lhe deitará a mão,se não que fechem.

    Gostar

  37. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 12:22

    “recebia um máximo de 100.000 euros, é o que a actual lei diz.”

    Pois!! Mas isso nem um décimo é do que eu lá tenho depositado! Acho uma injustiça dizer que sou culpado por ter lá colocado as minhas poupanças. Todas as informações oficias que obtive garantiam uma forte solidez financeira do BPN. Noticias boateiras é que mais há.

    Gostar

  38. bulimundo's avatar
    bulimunda permalink
    3 Novembro, 2008 12:22

    E ninguem fala /a nao ser a Sic/que foi feita uma auditoria a cerca de 3 ou 4 anos e que a mesma nunca mais apreceu e o auditor foi despedido..paraece que segundo a sic era da Deloite an Touch…

    Gostar

  39. bulimundo's avatar
    bulimunda permalink
    3 Novembro, 2008 12:23

    apareceu…parece..

    Gostar

  40. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 12:23

    De resto os contribuintes podem ficar descansados. Teixeira dos Santos explicou hoje que a proposta apresentada pela actual administração do BPN, liderada por Miguel Cadilhe, ao Governo e que seria “pôr os contribuintes portugueses a suportar as perdas da instituição” foi liminarmente rejeitada.

    Gostar

  41. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 12:24

    Deviam fazer bem as contas e se na verdade a falencia do bpn não causar falencia de mais nenhum banco ou colocar em causa o resto sistema financeiro, devia mesmo falir, a sociedade lusa de negócios arrecadar com os prejuízos, quem tiver de ser acusado na justiça ser acusado. A mim parece-me que bastava dizerem que este banco ir à falencia pelas falcatruas para todos os outros bancos continuarem credíveis e seguros. A não ser que saibam que há mesmo risco de falencia de todo o sistema. Espero que a AR ou o desparecido presidente da republica digan alguma coisa mais e se esqueçam na avaliação do caso de politiquices. Estou para ver se são capazes.

    Gostar

  42. bulimundo's avatar
    bulimunda permalink
    3 Novembro, 2008 12:25

    Olha o JS..tambem surfa por aqui…

    Gostar

  43. Desconhecida's avatar
    JoaoMiranda permalink
    3 Novembro, 2008 12:25

    ««Pois!! Mas isso nem um décimo é do que eu lá tenho depositado! Acho uma injustiça dizer que sou culpado por ter lá colocado as minhas poupanças. »»

    Acima de 50 mil euros o risco é seu, não é do contribuinte.

    Gostar

  44. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    3 Novembro, 2008 12:26

    Nuspirit (37)

    «Acho uma injustiça dizer que sou culpado por ter lá colocado as minhas poupanças.»

    então quem foi o responsável?

    Gostar

  45. Rute Marlene's avatar
    Rute Marlene permalink
    3 Novembro, 2008 12:27

    Como se pode manter o exemplo ? Um coitado que adquire o seu seguro de reforma na AIG deveria saber a exposição que a AIG teria ao subprime ?

    Alguém tem noção das possíveis consequências que a falência de uma empresa da dimensão da AIG teria nos mercados financeiros ?

    Gostar

  46. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    3 Novembro, 2008 12:33

    «m coitado que adquire o seu seguro de reforma na AIG deveria saber a exposição que a AIG teria ao subprime ?»

    mas então,se o estado é sempre responsável pelas decisões particulares, para que é que ele precisava de um «seguro de reforma»?

    Gostar

  47. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 12:35

    O caso é diferente. Desde que começou a crise que toda a gente sabe que TODOS os bancos de TODO o mundo estão em risco ( tirando talvez o banco do Vaticano porque o papa disse que só em Deus se pode confiar). Os governos disseram que garantiam os depósitos uns na totalidade outros até um certo montante. O Nusprit se deixa o seu dinheirinho todo na mesma conta é porque pode arriscar e tem muito dinheiro.

    Gostar

  48. Luís Lavoura's avatar
    Luís Lavoura permalink
    3 Novembro, 2008 12:35

    O João Miranda tem razão neste post.

    Mas seria igualmente falacioso pretender deduzir do facto de a regulação falhar que ela é totalmente inútil e inconsequente.

    Mais regulação seria positiva, embora certamente que não iria evitar todos os problemas.

    Gostar

  49. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 12:35

    Gabriel Silva tem toda a razão.
    A última coisa que nós necessitamos é de um “protectorado” estatal. As pessoas que confiaram os seus depósitos ao BPN, já o fizeram com a intenção de vir a obter dividendos acima da média, contrariamente aos obtidos pelos bancos de referência portugueses. Portanto, à partida, já assumiram o risco.
    Desde quando é que um banco fundado com base no capital de um jogador de futebol, teria viabilidade se não recorresse à prática de expedientes de circunstância para crescer?
    Mas, na perspectiva de haver uma vaca leiteira destinada a repor os níveis de solvabilidade, óptimo; aqui já não há lugar a criticas ao governo.

    Gostar

  50. Piscoiso's avatar
    3 Novembro, 2008 12:37

    A Lica remata mal
    Ao querer desenterrar
    Do lixo regimental
    Um tal de O. Salazar.

    Gostar

  51. Rute Marlene's avatar
    Rute Marlene permalink
    3 Novembro, 2008 12:37

    Estamos a desconversar caro Gabriel. Sejamos objectivos:

    A questao é simples, um consumidor que vai adquirir um seguro de Reforma, ou de Saúde ou o que for, deveria ser penalizado por qd optou pela AIG, não saber a exposição q esta tinha no subprime ?

    Gostar

  52. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 12:41

    Agora o governo disse que não ia deixar falir nenhum banco e está a afzer o seu papel. Mas o caso do bpn com as falcatruas a mim parece-me completamente diferente. Um banco que rouba o estado e os contribuintes e ainda por cima é salvo pelos mesmos, só mesmo se a sua falencia causar ainda pior prejuízo!

    Gostar

  53. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    3 Novembro, 2008 12:45

    «A questao é simples, um consumidor que vai adquirir um seguro de Reforma, ou de Saúde ou o que for, deveria ser penalizado por qd optou pela AIG, não saber a exposição q esta tinha no subprime ?»

    o consumidor faz as suas escolhas com base na informação que se dá ao trabalho de reunir. Tenha mais ou menos informação, a decisão é sempre sua e assume o risco da mesma: vantagens patrimoniais quando a coisa corre bem, prejuízos quando corre mal.
    O sistema onde não existe risco chama-se socialismo, mas tem algumas desvantagens associadas, como, apenas a título de exemplo, também não existirem aplicações de risco.

    Gostar

  54. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 12:48

    http://www.asemana.publ.cv/article.php3?id_article=36779

    Parece que só se descobriu porque o banco de Cabo Verde informou o banco de Portugal.

    Gostar

  55. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 12:48

    Não percebo a atrapalhação dos depositantes.

    Segundo as notícias, o Ministério da Segurança Social fez aplicações de centenas de milhares de euros no BPN (com perdas de centenas de milares de euros) e até agora ninguém lhe perguntou porque é que o fez, quando a situação do BPN era já falada à muito.

    Se calhar era para lhes dar uma ajuda com o dinheiro do ministério, ou porque o retorno era interessante.

    Gostar

  56. Desconhecida's avatar
    Gato Fedorento permalink
    3 Novembro, 2008 12:58

    Aqueles que andavam sempre a pregar pelo excesso de regulação do estado, são os mesmos que agora atiram pedras á entidade reguladora.
    O polícia é que o culpado pela infração do condutor quando este infrigiu as regras de transito.
    bem bolado né…

    Gostar

  57. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 12:59

    “então quem foi o responsável?”

    Em última instância sou eu. Mas está errado, não devia ser. Os depósitos á ordem e prazo deveriam ter risco zero ( pelos vistos têm). Quem coloca as poupanças em instituições financeiras nunca em circunstancia alguma deveria ser penalizado. É que esse acto tem um impacto extraordinariamente benéfico na comunidade. È por assim dizer uma externalidade positiva ( exclui-se obviamente as poupanças colocadas debaixo do colchão e investimentos). A questão reside em saber encontrar uma forma de o risco zero dos depósitos não representar um custo para o contribuinte.

    Gostar

  58. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 13:01

    E essa aplicação no BPN foi feita quando? No tempo do psd ou já depois de saberem os problemas?

    Gostar

  59. Nuspirit's avatar
    Nuspirit permalink
    3 Novembro, 2008 13:03

    E até acho que é possível encontrar uma forma de garantir o risco zero sem penalizar o contribuinte. Mas mesmo que não seja, continua a ser um bom negócio para a comunidade.

    Gostar

  60. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    3 Novembro, 2008 13:26

    Risco zero não existe onde raio você julga que vive? Num planeta sem as leis da física?

    Gostar

  61. Entrelinhas's avatar
    Entrelinhas permalink
    3 Novembro, 2008 14:24

    É uma pouca vergonha esta história do BPN. Um banco que muda de auditor até encontrar um que “faça o frete” e a entidade de supervisão assobia para o lado? Já repararam que em termos práticos o BdP só actuou quando foi informado pelo próprio BPN – com nova administração – do que se andava a passar lá dentro?

    Resmas de entidades de supervisão neste país e só nos saem duques…falidos!

    Gostar

  62. Piscoiso's avatar
    3 Novembro, 2008 14:24

    Há riscos e riscos.
    Mas eçe banco era uma riscallada.

    Gostar

  63. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 15:08

    Não é Regulação, meu caro amigo. É nacionalização.

    Gostar

  64. JOSE FERREIRA DA SILVA's avatar
    JOSE FERREIRA DA SILVA permalink
    3 Novembro, 2008 15:31

    ÉS PARVO OU QUË ?

    OS BANQUEIROS GOSTAM DE FURAR O SITEMA.

    O BPN TEVE AZAR PORQUE é DO NORTE FOI LOGO NACIONALIZADO .

    OLHEM PARA O BCP . FEZ MUITO MAIS FALCATRUAS;
    ESTA EM BOAS MÃOS LISBOETAS POR ISSO SEGUE EM FRENTE.

    Gostar

  65. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 15:34

    E como explicará isto o Ministro José Vieira da Silva:

    INVESTIMENTOS E SUBSÍDIOS

    Maria José Nogueira Pinto
    Jurista
    Quando se torna público que a Segurança Social já perdeu 200 milhões de euros na sua carteira de investimentos, pareceria normal que o ministro Vieira da Silva explicasse, sentisse mesmo necessidade de explicar, como é que este fundo é gerido, quem decide das aplicações, que decisões foram essas, porque é que 500 milhões de euros foram aplicados no BPN (um banco de vida atribulada…), etc. Quanto mais não fosse para não tornar ridículas as lições de moral sobre o capitalismo e o mercado que o primeiro- -ministro nos prodigou, se o motivo maior – o de este fundo dizer respeito aos descontos e às reformas de cada um de nós – não relevar para o Governo.

    http://dn.sapo.pt/2008/10/23/opiniao/investimentos_e_subsidios.html

    Gostar

  66. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 15:36

    Está explicada a nacionalização. Com a nacionalização tenta-se controlar as perdas da Segurança Social!

    E o que fez o “Engenheiro”, depois de vir falar em investimentos arriscados em acções na Bolsa?

    Bem sabemos, que o BPN não tem acções cotadas em Bolsa!

    Será que a Segurança Social comprou, fora de Bolsa, as acções pertencentes a um Angolano distinto?

    Gostar

  67. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 15:51

    Ó 58. Foi no tempo do PS, porquê?

    Gostar

  68. AS's avatar
    3 Novembro, 2008 16:24

    Responsabilidade individual. Dos administradores da banca que irá ser nacionalizada. Sobre as falhas, faltas, ou excessos de regulação tivemos já dezenas de posts-esclarecimento. Sobre a responsabilidade individual das vítimas potenciais (os depositantes que têm a obrigação de saber mais do que o regulador) também já tivemos vários comentários recriminatórios. Sobre a responsabilidade individual dos administradores da banca que irá ser nacionalizada é que nada, népia, nem uma palavra. É como se não existissem. É caso para perguntar: o conceito de responsabilidade individual também se aplica a esta malta ?

    Gostar

  69. Portuguez's avatar
    Portuguez permalink
    3 Novembro, 2008 16:28

    A Licas rematou
    pior do que mal
    ao desejar o retorno
    do Marquês de Pombal!

    Gostar

  70. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 16:36

    Ó 58. Foi no tempo do PS, porquê?

    Porque como as coisas estão, se foi decidido por alguém do psd que tinha interesses no banco era melhor ser investigado. Ou se calhar é melhor investigar de qualquer forma. Se foi alguém que sabia das contas falsas do banco e contas offshores acho que deve uma explicação ao país. É só por isso mais nada. Acho incrivel que estando um governo a lutar contra a fuga ao fisco como no caso do ultimo governo do psd, tivesse menbros do governo que no bpn tinha contas que fugiam ao fisco. A mim está-me cá a fazer um raio de confusão não ver ninguém acusado que nem imaginam!!!

    Gostar

  71. Desconhecida's avatar
    miguel permalink
    3 Novembro, 2008 16:46

    O bpn vai continuar a dar 6.5% nos depósitos a prazo(até 50 mil euros) ?
    É que assim estou com vontade de meter lá algum ..

    Gostar

  72. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 17:01

    Neste momento o Banco de Portugal gerido por Constâncio tem a mesma credibilidade do Mr.Bean e é com esta credibilidade que o país vai ficar. Se Constâncio se enterra em mentiras quando diz que não sabia de nada, mais ainda se enterra quando diz que não havia qualquer indício e nada apontava para isto. Claro que ele não lê a revista Exame. Provavelmente nem sabe que existe, ou então sabe que pode dizer barbaridades em público sem qualquer receio. Quanto ao Presidente da República, deve pensar que está tudo bem, caso contrário diria alguma coisa.

    Gostar

  73. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 17:06

    Só espero que o presidente da republica como conhece todos os trafulhas do bpn não conhecesse as trafulhices. Ou então nem o presidente escapa a não ser sério.

    Gostar

  74. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 17:24

    a regulação está feira para ajudar os grupos económicos. não é um problema de falta de regulação mas de regulação que não funciona porque não é feita para regular esses amigos.

    Gostar

  75. jose manuel santos ferreira's avatar
    jose manuel santos ferreira permalink
    3 Novembro, 2008 17:33

    o regime desmorona-se, e agora o presidente não fala ao país?
    —-
    Chiuuuu!!!!
    Os maiores figurôes do BPN são do PSD
    —-
    É como os aviões para Guantanamo
    —-
    O PS enquanto puder encobre

    Chiuuu !!!!!

    Gostar

  76. Desconhecida's avatar
    All & Baba permalink
    3 Novembro, 2008 17:38

    “reguladores”… de quê e para quê!? Claro que temos reguladores e “dos bons”! Tão bons que permitem a regulamentação da aldrabice (este, infelizmente, não é caso virgem).
    Não estarão lá, eles, para isso mesmo, para que “acreditemos naquilo que eles nos dizem e, só neles”…
    O príncipe do BdP… o “vitinho” está, certamente e bem, a desempenhar o “seu papel”, para isso é (superiormente) pago.
    E, depois, diz-nos, o dito cujo, que só nele devemos acreditar… Claro, tarde e a más horas… eheheheh
    Isto é que vai um ano…

    Gostar

  77. Desconhecida's avatar
    Amonimo permalink
    3 Novembro, 2008 17:55

    .
    O caso BPN que é um simples caso de Leis (para não ir mais longe) está politicamente enquadrado no “elite portuguese style”:
    .
    no mesmo discurso tanto é uma Nacionalização como uma Intervenção do Estado, coisas distintas.
    .
    Se Nacionalização, à marxista, propriedade do Estado e continua o que os próprios accionistas e admnistrações confirmam: é um Bamco inviavel,
    .
    Se Intervenção do Estado então é um Banco para desmantelar (fechar sem falência).
    .
    Em ambos os casos o mesmo mecanismo: uma ou outro capricho intelectual pago pelos Cidadãos.
    .
    Obvio que na origem de no mesmo “statement” politico a Governança ter o mesmo e o contrário não foi um expressão intelectual de seriedade ou de principio ideologico. Apenas um exercicio Demagogia em que nem se apercebeu do ora explicitado.
    .
    O Estado só deve garantir a 100% os depositos e Poupanças dos Cidadãos nos Bancos. Nada mais. A Governança não tem representatividade nem legitimidade eleitoral ou constitucional para ser “O Banqueiro dos Instituições Financeiras”

    Gostar

  78. NunoA's avatar
    NunoA permalink
    3 Novembro, 2008 18:43

    Ridiculo!

    Gostar

  79. leandro's avatar
    leandro permalink
    3 Novembro, 2008 19:11

    JM vai dormir… Outra vez com a merda da regulação. Já mete impressão… Fica lá com as tuas certezas! Eu já há muito que deixei de te levar a sério pah

    Gostar

  80. O  Raio's avatar
    3 Novembro, 2008 19:13

    Pede-se apoio para esta proposta para melhorar o estado do país:
    http://cabalas.blogspot.com/2008/11/proposta-para-melhorar-o-estado-do-pas.html

    Gostar

  81. Desconhecida's avatar
    3 Novembro, 2008 19:38

    75.

    Existem uns agentes de imprensa contratados pelo governo, que estão sempre a postos para “levar para a brincadeira” assuntos da maior relevância política e, consequentemente, social, com o objectivo de distrair a atenção dos cidadãos para as suas práticas de malabarismo duvidoso.

    As coisas são muito simples:

    1- ou existe um sistema de regulação eficiente e eficaz sobre o modus operandi da actividade financeira em Portugal, protagonizada pela banca, e nesse caso, é aceitável que o Estado dê o seu apoio em caso de crises sistémicas, devendo essa regulação ser extensiva à presença de um auditor em regime de permanência contínua no centro operativo da contabilidade;

    2 – ou se abdica do sistema de regulação, deixando o mercado de capitais funcionar livremente, e nesse caso, o Estado fica ilibado de responsabilidades, devendo o corpo accionista e administração responderem perante os seus clientes, em caso de insolvência.

    No caso do BPN, apesar de ter funcionado a regulação, ela mostrou-se ineficaz, portanto, é o caso do governador do BdP apresentar a sua demissão, ou então, ficaremos todos a pensar que também ele terá os seus segredos, os quais ninguém na política quererá ver revelados.

    Gostar

  82. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    3 Novembro, 2008 19:42

    Alan Greenspan tem umas coisas para falar com JoaoMiranda sobre o tema regulação.

    Gostar

  83. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    3 Novembro, 2008 19:44

    que chatice!
    o polícia (BdeP) estava ausente quando o assassino (BPN) disparou!

    as nossos velhos conhecidos querem prender o polícia!

    Gostar

  84. AJ's avatar
    3 Novembro, 2008 20:09

    NINGUÉM SE MEXE, QUANDO TUDO ACONTECE AOS NOSSOS OLHOS????? FICA TUDO DE BICO CALADO ESCREVENDO DE FININHO A VER SE NÃO LHE TOCA NADA. ACHAM CERTO OS LUCROS E A AGRESSIVIDADE DEMONSTRADA POR MUITAS GRANDES EMPRESAS. POR EXEMPLO O BES APRESENTOU NO ANO PASSADO LUCROS DE 30%,EM PUBLICO DIZIA-SE QUE TINHAM CRESCIDO NOS MERCADOS EXTERNOS, ESTE ANO 31% de PERDAS QUANDO A ECONOMIA NACIONAL ESTÁ ESTAGNADA.ESTAMOS A SER ROUBADOS!!!MUITAS VEZES AS SIMPLES PESSOAS SÃO TRATADOS COMO PACOVIOS PELA ARROGANCIA DESTES GRUPOS INSTALADOS.

    JÁ NÃO ESTÃO FARTOS DOS MESMOS SOBRENOMES!!!!!!!!!!

    ÀS ARMAS CONTRA OS LADRÕES MARCHAR MARCHAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Gostar

  85. Desconhecida's avatar
    Contribuinte furiosa permalink
    3 Novembro, 2008 20:54

    Exige-se a demissão imediata de Constâncio!!!!! Já tinha demonstrado total incompetência no caso BCP e agora..é a gota de água! Rua com o gajo!!

    Gostar

  86. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    3 Novembro, 2008 23:08

    Exige-se a demissão imediata de Constâncio!!!!!

    E a prisão imediata de quantos estão envolvidos nas tramóias do BPN

    Gostar

  87. Francesco's avatar
    Francesco permalink
    4 Novembro, 2008 05:00

    Todo o Poder aos Sovietes!

    Gostar

  88. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    4 Novembro, 2008 19:22

    Pelas proprias palavras de Victor Constancio ao reconhecer a sua incapacidades, toda a sua equipe e o proprio, deviam ter a dignidade de se demitir, dadas as continuadas provas de imcompetencia e de pouca exenção em relação ao partido do governo.
    Quanto à nacionalização è uma aldrabice forjada pelo governo, que deu a mão ao BCP com dinheiro e administradores e no fim não garante solidez nenhuma ao banco. Basta o pipeline da Caixa parar (tudo à conta do contribuinte) medidas de repressão do BCP, ninguem as toma contra as administrações que criaram as aldrabices.
    Quanto ao BPN, pregunta-se porque o grupo proprietario não está obrigatóriamente envolvido na recuperação do banco?
    Tudo isto são os abutres do Socrates a engendrar esta trafulhice!

    Gostar

  89. Camarada Liberal's avatar
    Camarada Liberal permalink
    4 Novembro, 2008 21:06

    Porquê nacionalizar?

    Não sou testemunha de nada, mas acho que esta pressa em avocar o banco onde as irregularidades estão à escancara,trás muita água no bico…

    E as afirmações do Dr. Cadilhe não deixam dúvidas…à muito pó para pôr debaixo do tapete…

    Este pais não tem remédio, e os senhores que mandam nele – sempre os mesmos – querem mantê-lo em ligado em coma induzido por tempo indetermnado.

    O probema é que a morte cerebral está muito próxima…

    Só falta saber qual é a funerária e como vai ser adjudicado o serviço…

    Gostar

  90. Hermenegildo Ferreira's avatar
    Hermenegildo Ferreira permalink
    10 Junho, 2009 12:28

    O SENHOR GOVERNADOR DEVE SER EXONERADO DAS SUAS FUNÇÕES jÁ verificadas á muitos anos conforme o nº. 2 do artigo 14º. dos Estatutos do SEBC/BCE.

    JÁ BASTA!….a chocante protecção dos CRIMES PRATICADOS PELO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS.(BCP)

    Senhor Primeiro Ministro de Portugal e Ministro das Finanças dão a vergonhosa protecção.

    Leia por favor entrevista, não foi publicada porque o BCP comprou as paginas onde seria inserida a entrevista:

    Hermenegildo Ferreira (18:51:09) :

    PARABENS
    BCP
    A VERDADE DURA

    AS PERGUNTAS QUE FALTAM A 66 RESPOSTAS!..
    SURPREENDA-SE
    Refªs:
    – Sua Excelência Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
    – Senhor Presidente do BCP Doutor Carlos Santos Ferreira
    – Engenheiro Jardim Gonçalves
    – Doutor Alípio Dias
    – Doutor Filipe Pinhal
    – Doutor Paulo Teixeira Pinto
    – Doutor António Vitorino
    – Doutor Miguel Beleza
    – Doutor Miguel Cadilhe
    – Doutor Abel Mateus
    – Doutor Paulo Portas
    – Doutor Diogo Feio
    – Doutor Carlos Tavares
    – Doutor Vítor Constâncio
    – Senhor Provedor
    – Exmo. Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados Doutor
    Marinho Pinto
    – Exmos. Senhores Procuradores-Gerais da Republica Doutores Pinto
    Monteiro e José Souto de Moura
    – Senhor Director Nacional Adjunto da Policia Judiciaria
    – Exmo. Senhor Presidente dos Magistrados do Ministério Público
    Doutor António Cluny
    – Auditores externos
    – Auditor nomeado pelo Tribunal (108 crimes noticia JN)
    – Grupo FUTOPE
    – TRIBUNAL
    – PARLAMENTO EUROPEU

    “o que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos nem dos desonestos, nem dos sem carácter, nem dos sem ética.
    O que mais preocupa é o silêncio dos bons”
    Martin Luther King

    Primeiro de Janeiro

    A/c da Senhora Jornalista Marlene Lima, bem como
    do Doutor Paulo Leal e do Sr. Carlos Lima

    Na sequência da nossa conversa remeto muito sumariamente os pontos da entrevista a publicar no V/prestigiado Jornal e disponibilizo-me para prestar todos os esclarecimentos que porventura julguem necessários.

    IMPORTANTE: Para o efeito pretendido a entrevista terá de sair no próximo dia 23, sendo o ideal no próprio dia da AG e se possível a nível Nacional. Se não sair a 23, 24, 25, 26 ou 27 a nível do Porto, como é óbvio o efeito pretendido é praticamente nulo, Para fazer sentido todos as questões não devem ser SUPRIDADAS da entrevista

    Aqui vão a respostas a algumas questões de relevo da entrevista. É só V.Exªs colocarem as perguntas, assumindo eu perante o Jornal Primeiro de Janeiro toda a veracidade das minhas declarações.

    Não foi publicada por incumprimento de contrato do próprio jornal, dado nesse dia ter saído uma pagina a cores inteira com publicidade do BCP e assim a incompatibilidade era muito grande, ou seja o BCP pagou mais e a entrevista ficou por publicar.

    Fiz no próprio dia (27 de Maio) cerca de 500 dossiers e entreguei aos Senhores Accionistas na Assembleia-geral.

    O TITULO DEIXO Á CRIATIVIDADE DE VOSSAS EXCELENCIAS

    A Assembleia-Geral Anual do BCP irá realizar-se no próximo dia 27 de Maio de 2008, pelas 15 horas na EXPONOR. (27 / terça-feira)

    ENTREVISTA

    HERMENEGILDO FERREIRA, do Porto, lesado pelo Banco Comercial Português, em entrevira exclusiva ao Primeiro de Janeiro denuncia os escandalosos crimes cometidos pelo BCP, com conhecimento do Ex-Presidente Eng.º. Jardim Gonçalves, Ex-presidente Dr. Paulo Teixeira Pinto, Ex-Presidente Dr. Filipe Pinhal, Administrador Dr. Alípio Dias que foi constituído Arguido bem como o Próprio Banco e também já com o conhecimento do actual Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira.

    1) HF – Penso que esta entrevista de grande relevância social deverá constituir esclarecimentos cabais a todos os Senhores accionistas e ao Publico em geral por parte do BCP e todos os entidades públicas envolvidas.

    2) HF – Como introdução permita-me referir que por determinação do Exmo. Senhor Procurador-Geral da Republica. Doutor José Adriano Machado Souto Moura, cujo mesmo entendimento teve o Senhor Director Nacional Adjunto da Policia Judiciaria, foi instaurado contra o Banco Comercial Português, Inquérito (DIAP) por indícios muito fortes de gravíssimas ilegalidades cometidas pela Instituição Financeira (BCP), nomeadamente; abuso de confiança, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, fraude fiscal, trafico de influencias e outros, tudo com conhecimento pessoal e por escrito do Ex-Administrador do Millennium-BCP Dr. Alípio Dias.

    3) HF – Fiz uma transferência em 25/10/99 de 90.212.848$00, esse dinheiro não consta em nenhum extracto. Pura e simplesmente sumiu.

    4) HF – Extracto falsificado no montante de 207.000 contos, o próprio gestor judicial ficou estupefacto com tal documento dando conta desse extracto denunciado por mim só no final da peritagem que demorou cerca de 4 anos.

    5) HF – Permita-me referir que o Sr. Perito nomeado pelo Tribunal, teve inúmeras reuniões com o Exmo. Senhor Magistrado, com Advogados e Economistas do BCP e nunca deu com o documento falso (extracto com menos 206.000 contos) inserido no processo, nem nunca fez referencia á transferência avultada de 90.212.848$00.

    6) HF – Obviamente que o Senhor Magistrado foi muito complacente com o Sr. Perito, pois este tipo de auditoria no máximo de 3 semanas estaria resolvido e demorou cerca de 4 anos.

    7) HF – Por coincidência o Sr. Perito tem escritório no mesmo edifício onde reside o Ex-Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, sendo o Sr. Perito acusado de 108 crimes de associação criminosa, tendo o Ministério Publico desmantelado uma rede que á 10 obtinha elevados lucros, referindo ainda que o Sr. Perito era Presidente da Associação dos liquidatários e que entravam também no esquema criminoso alguns funcionários judiciais que tinham de influenciar os Senhores Juízes…, noticia publica no Jornal de Noticias.

    8) HF – Pedi a substituição do Sr. Perito, indicando inclusive um novo, mas foi indeferido a minha petição

    9) HF – Tenho de falar em promiscuidade, tráfico de influências, relevando abuso de poder, talvez por influência do Ex. Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, visado na denuncia crime que fiz, ter sido Membro Consultivo do Banco de Portugal e Vice-Presidente da Associação de Bancos.

    10) HF – Conforme noticia do “Correio da Manha” o Ex-Administrador Dr. Alípio Dias tinha conhecimento dos vários crimes cometidos pela Instituição e não denunciou nada ás autoridades, nessa mesma noticia refiro a solicitação de pedido de esclarecimentos Sr. Governador do Banco de Portugal e para o Sr. Presidente da CMVM, denunciando 23 situações muito graves e que deveriam ser esclarecidas antes da Assembleia Geral do dia 15 de Janeiro passado. No cumprimento aos “Princípios Fundamentais” dos Regulamentos nacionais e internacionais.

    11) HF – Sendo tão simples como o Parecer/entendimento do Exmo. Senhor Ex-Ministro da Justiça Doutor António Vitorino que simplesmente explica: “Na prática a criminalidade económica são transacções financeiras muitas vezes a favor de aceder a actos ilícitos de corrupção e branqueamento de capitais”.

    12) HF – Deixe-me acrescentar, e tem toda a razão, julgo que foi a Exma. Senhora Directora do DIAP Doutora Hortênsia Calçado que muito recentemente afirmou publicamente “ Quem comete crimes obviamente não vai comunicar á Policia”.

    13) HF- Estanho também foi o Tribunal não levar em consideração 3 relatórios apresentados por mim por auditores externa que confirmam as trapalhadas. Tendo o Eng. Jardim Gonçalves cometido o crime de desobediência porque não compareceu no Tribunal conforme notificação do Exmo. Sr. Juiz, também o BCP sempre se furtou a entregar os dados solicitados pelo Tribunal.

    14) HF – Sem meu consentimento explicito e á revelia do aconselhamento de analistas financeiros, que com um rigor notável, fizeram um diagnóstico perspectivando uma retoma invulgar e imparável do Mercado de Valores a Administração do BCP já detentores do Banco Mello deram instruções para a venda intempestiva de uma carteira de acções em finais de Outubro de 1999. Efectivamente a previsão supra, viria a confirmar-se, sendo certo que passado 15 dias com a subida do PSI 20 desde Novembro/99 a finais de Fevereiro de 2000 valorizou 28%, bem como acções que valorizaram nesse período em 150% e 270%.

    15) HF – Como refiro acima, o BCP prejudicou-me gravemente com benefícios que deixei de obter em consequência da intempestiva e total abuso de poder, estando provado a Má gestão com o procedimento da venda da carteira de acções supra e de conseguirem um arresto de uma carteira de acções antes 15 dias da valorização bolsista.

    16) HF – Em 1 de Agosto de 2000 dei conhecimento ao Conselho de Administração e ao próprio Presidente do BCP Eng.º Jardim Gonçalves da calamitosa injustiça emergente da intervenção intempestiva e imponderada que lograram convencer ardilosamente o tribunal ao procedimento de um arresto de uma minha carteira de acções no valor superior a 120.000 Mil contos.

    17) HF – Espantoso Administração do BCP após tais condutas criminais, inclusive após ludibriar o Tribunal com a obtenção do arresto, passado dois meses reiterou toda a confiança na minha pessoa atribuindo-me um cartão de crédito Gold da American Express que é da gestão exclusiva do BCP, com um credito substancialmente alto. Confiança que sempre tive pois cheguei a movimentar 496.000 mil contos a descoberto na compra venda de acções sem qualquer garantia real com autorização para movimentar valores muitíssimo superiores e nunca foi interpelado para qualquer incumprimento das minhas obrigações.

    18) HF – Em 16 de Dezembro de 2002 e sem meu consentimento e na sequência do Aumento de Capital procederam o BCP procederam á venda de 33.001 direitos de subscrição, reclamei informado que o procedimento era contrario á lei. Que faz lembrar a famigerada campanha de compra de acções com baixo risco, lesando centenas de trabalhadores e clientes. Os clientes dizem que na altura valeu tudo, convencer analfabetos, idosos e leigos na área do investimento a comprar e aceitar crédito para compra de acções do BCP. Nem que fosse preciso ir a casa do potencial cliente, ou ir a um banco da concorrência fazer-se passar por sobrinho de um potencial cliente, isto segundo Informações de um gerente do BCP que tinha instruções precisas para o efeito.

    19) HF – Publicado no Expresso a SEFIN – Associação Portuguesa de Consumidores e Utilizadores de Produtos Financeiros, pela voz do seu Presidente considera a situação grave e após das análises das queixas e dos documentos fornecidos pelos ex-funcionários do BCP, é peremptório em afirmar que as pessoas têm razão.

    20) HF – O BCP propõem-me um perdão de uma aluída divida, que eu nada devo. Como é óbvio seria ingenuidade e total incongruência de raciocínio filosófico postergar os preliminares básicos de Engenharia Financeira e de Ciências Económicas. Só num estado de patologia maníaco-depressivo onde a alienação seria possível equacional a tese inverosímil de uma amnistia bancária ou de um gesto de magnânimo perdão, oferecido de bandeja. Só a Filhos de um banqueiros!….ou perdão a Amigos do Sr. Eng.º. Jardim Gonçalves de 285 milhões e depois vende-los por 320 mil Euros. Etc.etc.

    21) HF – Com tudo, só posso concordar com o Ex-Ministro das Finanças e Ex-Governador do Banco de Portugal Doutor Miguel Beleza recente ao Expresso afirma que a Ex-Administração do BCP parecia um BORDEL, ou seja quando lhe perguntaram “ Como vê a crise do BCP? Só sei que disse que aquilo parecia uma casa de ALTERNE”

    22) HF – Quanto á nova Administração liderada pelo Sr. Dr. Carlos Santos Ferreira deverá levar em conta os prejuízos de interesse público e de relevantes interesses financeiros sociais que representa a Comissão Europeia, sendo de carácter prioritário, visando a protecção social, constituindo uma grave ameaça para as instituições democráticas, sendo nesta Assembleia necessário esclarecimentos cabais, sendo certo que a protecção do património do Estado, na vertente FRAUDE FISCAL, tendo o ESTADO a possibilidade de assumir a posição de vitima ou ofendido da pratica de crimes de Burla tributária cometidas por esta Instituição Financeira.

    23) HF – Em 16 de Janeiro de 2008 escrevo para o C.A. do BCP a/c do Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira felicitando-o e desejando-lhe sucesso. Dizendo-lhe também que a integridade e idoneidade são características intrínsecas dos laços que regem a fidelização e recíproca confiança entre o Banco, Clientes e Accionistas. Que urgia reflectir e inflectir posições extremadas, vetar, a eclosão do conflito judicial em curso cujos os efeitos colaterais seriam fatalmente lesivos para o BCP.

    24) HF – Nessa mesma missiva dei-lhe conta que o Dr. Alípio Dias e o BCP foram constituídos Arguidos e não insensível a tais denuncias o PARLAMENTO EUROPEU também abriu um Inquérito sob uma Petição que fiz com 111 páginas e tanto a CMVM e o Banco de Portugal não estão inocentes nestas denuncias.

    25) HF – Na mesma carta informei ainda o Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira que abdiquei do respeito das normas de confidencialidade do tratamento da Petição e exerci o direito de queixa, informando o meu prejuízo indemnizatório aritmeticamente correcto e devidamente documentado seria a época de 115.118.627,58 Euros. Entendendo que o valor referido não é exagerado para tão grandes e nefastos prejuízos, sendo os danos morais mais valiosos que os bens matérias.

    26) HF – É evidente que os Advogados do BCP, pagos a peso de ouro e em defesa na acção de reparação de Danos bem como na eventual condenação na coima de 10%, nunca poderão fundamentar em defesa do BCP que o objectivo da queixa será para “enriquecimento sem causa”, ou um “locupletamento ás custas do BCP”, ou “acerto de vida”, ou “mudar de classe social”, ou muito menos um exagerado proveito patrimonial.
    Não se podendo permitir levar uma pessoa á mais completa destruição moral bem como prejudicar os interesses comunitários, exigindo-se uma punição exemplar.

    27) HF – De notar que o BCP tem ao seu serviço Distintos Advogados de LUXO que permitem ao GRUPO Millennium beneficiar de irregularidades ilegítimas em grandes negócios de tal complexidade como no caso em apreço bem como os artifícios fraudulentos das formas jurídicas que permitiu ao BCP beneficiar do Estado 42 Milhões de Euros, sendo só possível com Juristas de luxo cobrando pelo seu trabalho mais de 2.000 mil Euros/hora, uma sumptuosidade que o cidadão comum não tem acesso.

    28) HF – Adianto ainda ao Senhor Doutor Carlos Santos Ferreira que estes valores são do conhecimento de vários organismos, do Ministério Publico e ainda do conhecimento público conforme publicado no Jornal de Negócios e na primeira página do Semanário Económico sob o título: “LESADO DO BCP EXIGE INDEMNIZAÇÃO de 115 MILHOES”, noticia, entrevista desenvolvida na página 33 do referido semanário de 11/17-Maio de 2007, Edição nº. 1061, cujo Parlamento Europeu também tem cópia.

    29) HF – Referi ainda ao Sr. Doutor Carlos Santos Ferreira que em 01/01/2008 conforme mencionado acima pelo CORREIO DA MANHA, pedi á CMVM e ao Banco de Portugal a sugestão que as condutas muito graves cometidas pelo BCP devem ser objecto de apreciação isenta e que resulte em severa punição, devendo serem sancionados exemplarmente com sanções proporcionais e dissuasoras, incluindo privacidade de liberdade.

    30) HF – Como não obtive qualquer resposta, em 12 de Fevereiro pp. escrevi directamente para o Senhor Presidente do BCP Doutor Carlos Santos Silva manifestando-lhe que não deixava de ser pertinente a falta de resposta e consideração, fazendo lembrar a prepotência dos antigos Administradores e Presidentes e informei-o que não podia subestimar as mais nefastas consequência para a economia nacional com a divulgação de falta de rigor e transparência no mercado de Valores, Clientes e Senhores Accionistas, engendrando uma inevitável retracção dos investidores fidelizados e deserção de potenciais accionistas nacionais e internacionais. Aproveitei para lhe remeter duas cartas que enviei para o Millennium Investment banking datadas de 16 de Jan. e 8 de Fev. do corrente ano solicitando responsabilidades e diligências éticas sobre arranjos contabilísticos e novas trapalhadas em que nada abona a nova Presidência.

    31) HF – Só para enumerar uma das trapalhadas, desde 30 de Novembro de 2007 estou sem resposta por parte do BCP as valores das minhas contas e outras aplicações que abusivamente meteram todas no mesmo “saco”, contas essas que referi ao actual presidente Dr. Carlos Santos Ferreira e sendo 5 contas e mais um dossier n. 6431986 que até á data estou sem qualquer resposta.

    32) HF – Será que tais contas e dossier estarão associados a actos de ilegalidades, associados a actos realizados pelos gestores, afectados a tipo sociedades Offshores, envolvidos em engenharias financeiras onde estão em causa os movimentos envolvendo os mais de 700 milhões de euros?

    33) HF – Sendo manifestamente irónico quando é afirmado pelo Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira na conferencia de imprensa de 12 de Maio pp. “acredito que os accionistas terão presente o interesse do banco”. Que interesses!… e a resolução de todas as trapalhadas dos lesados e a colaboração para as punições das antigas Administrações, estando todos muito caladinhos!…. Sr. Presidente por favor não sorria tanto, resolva os problemas e prestigie o Banco que Vossa Excelência Preside. Não sorria com as desgraças de centenas de Famílias.

    34) HF – Relativamente aos meus processos em Tribunal que se arrasta desde 2000, penso que são da mesma data em que a SEMAP exigiu em tribunal uma indemnização de 300 milhões de Euros por ilegalidades cometidas pelo BCP e com novo julgamento marcado para o próximo mês de Setembro. Segundo analistas de renome, o processo a SEMAP tem fortes possibilidades de ser vitorioso, sendo uma grande preocupação para os Senhor Accionistas do BCP e alguém terá de assumir responsabilidades por essas ilegalidades.

    35) HF – Concretamente aos meus processos, um já SUBUI Á RELAÇÂO e outro foi pedida a ABERTURA DE INSTRUÇÃO para apuramento de responsabilidades do BCP e do seu Ex-Administrador Dr. Alípio Dias.

    36) HF – Como é publico o BCP deu informações falsas ao Banco de Portugal e á CMVM, tendo esta ultima entidade aberto processo de contra – ordenação muito grave.

    37) HF – O Dr. Carlos Tavares como é sabido foi o segundo supervisor a ser ouvido no Parlamento, no âmbito das investigações ao BCP, depois do Sr. Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, e antes o Dr. Teixeira dos Santos, actual Ministro das Finanças e Ex-Presidente da CMVM.

    38) HF- Todas as personalidades referidas acima não são inocentes!…, e como acusou recentemente o líder do CDS Sr. Dr. Paulo Portas, o Governador do Banco de Portugal “ fechou os olhos” ás ilegalidades cometidas pelo BCP e que “ninguém lhe paga para andar distraído”, pois foram atempadamente notificadas por mim com dossiers completos das graves irregularidades cometidas pelo BCP demonstrando total desprezo inclusive quando solicitava informação para o Ministério Publico, tal como o mesmo desrespeito e procedimentos teve o Ex.-Administrador Dr. Alípio Dias.

    39) HF – De referir que o Doutor Diogo Feio, presidente do Grupo Parlamentar do CDS em declarações publicadas no Semanário “SOL” considerou que o Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, reúne já reduzidas condições para continuar em funções.

    40) HF – Adianto-lhes que na minha Petição que fiz ao Parlamento Europeu de grande relevância social, integrando-se nos domínios da actividade da União Europeia e que foi Admissível conforme determina o artigo 194º do tratado que institui a Comunidade Europeia, sugerindo que estavam reunidos os requisitos necessários para a demissão do Sr. Governador do Banco de Portugal, violando o Tratado da Comissão Europeia dado o Banco de Portugal fazer parte integrante do Sistema Europeu dos Bancos Centrais. Sendo esta informação dada a conhecer em 17 de Abril de 2006 ao Sr. Provedor da Justiça Dr. Henrique Alberto Freitas Nascimento Rodrigues.

    41) HF – Na carta acima manifestou ao Sr. Provedor a minha preocupação na defesa por parte deste, dos comportamentos vergonhosos do BCP e que não era admissível tanta promiscuidade, mesmo provindo o Senhor Provedor também do Banco de Portugal.

    42) HF – Depois de tudo que é sabido publicamente, os crimes cometidos pelo BCP e toda a promiscuidade, trafico de influencias, vasta ver o currículo do Ex-Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, é minha conclusão que o BCP foi construído com base na fraude financeira, criando a Administração mais arrogante e autoritária. Os valores de bónus que se “auto-atribuiam” são totalmente obscenos. Os principais mentores destas ilegalidades, da gestão danosa e da descredibilização do BCP, principalmente Eng. Jardim Gonçalves, Dr. Filipe Pinhal e Dr. Alípio Dias devem ser julgados como nos Estados Unidos, País que sempre se aponta como modelo de referência. Estes homens defraudaram o País, os Clientes e os Accionistas.

    43) HF – É oportuno referir o Exmo. Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados Distinto Advogado Doutor Marinho Pinto, que já prestou um excelente serviço ao País, entre outras grandes relevâncias afirmou: “A Justiça não pode ser forte para os fracos e fraca para os fortes”.

    44) HF – Considerando a Comissão a Guardião dos tratados assegurando o controle e a aplicação do direito comunitário e constituindo os gravíssimos crimes (Talvez a maior trafulhice jamais havida neste País) cometidos pelo BCP, falseando a concorrência com esquemas de tal complexidade dirigidos por meios artificiosos ou fraudulentos e com abuso de formas jurídicas, falseando a concorrência, considero enquadrável no âmbito da legislação admissível e perante a perspectiva de sanções internacionais, será legitimo pedir uma coima de 10% sobre o total de negócios realizados pelo BCP dividindo por todos os membros do Conselho de Administração desde a Presidência do Sr. Eng. Jardim Gonçalves, sendo doados a Instituições de Caridade.

    45) HF – Tenho documentação trocada com o BCP e do conhecimento do Tribunal, muito contraditória, por vezes absurda, basta ter em consideração de um extracto falso, tudo indicando arranjos contabilísticos, exigindo o esclarecimento e de fácil análise, verifica-se que á data de 31 de Agosto de 1999, tinha na minha conta DO Esc. 230.684.511$00 a descoberto, tendo um dossier de acções no valor de 391.040.00$00, logo um saldo a meu favor de 160.355.489$00. Pergunto como é possível e de uma forma tão má que em 3 dias, ou seja no dia 3 de Setembro de Setembro tenho uma desvalorização de 388.904.436$00.

    46) HF – Como é possível não constar no processo nenhum aviso de registo por parte do BCP, nem aviso de recepção e perante esta situação o Tribunal por sentença deu como um facto provado, dando bastante relevância a este facto que não existe.

    47) HF – Perplexo também fiquei que nas Sentenças recebidas do Tribunal nada consta em relação aos Auditores externos que com relatórios bem exemplificativos demonstraram as ilegalidades cometidas pelo BCP. Inclusive o Economista de uma empresa de consultadoria, com mais de 15 anos de experiencia Bancária, ajudando a criar um banco em Portugal, declarou a estranheza do extracto falsificado indicando tratar-se de “arranjos contabilísticos”.

    48) HF – Outro relatório elaborado por um economista, constata também que foi suprimido da minha conta 206.000 contos, provocando dano social e não puramente individual com a violação no mínimo ético e um perigo social mediato ou indirecto, sendo muito grave constar nos extractos o mesmo NIB para 2 bancos diferentes

    49) HF – O terceiro relatório elaborado por um Doutorado em Gestão de Negócios também evidencia várias ilegalidades do BCP, integrando crimes de Burla e Falsificação.

    50) HF – O quarto relatório elaborado por um especialista em ciências económicas, Licenciado em economia, Mestrado em gestão de empresas, Pós graduação em analise Financeira, questiona o BCP sobre qual a natureza dos registos contabilísticos das verbas subtraídas, relevando um grande conjunto de anomalias, constituindo prejuízos elevadíssimos para mim.

    51) HF – Espantoso alem dos factos referidos acima o Tribunal ignorou todos os relatórios, também não se pronunciou e ignorou a declaração do GRUPO FUTOP-Gestão de Patrimónios datada de 5 de Julho de 2000, empresa de grande prestigio que assumiu desde a sua criação a responsabilidade de proporcionar aos intervenientes nos mercados financeiros uma formação sólida e um conhecimento actualizado, consciente da complexibilidade e da permanente transformação dos mercados financeiros, a FUTOP e o Semanário Económico, resolveram juntar esforços e proporcionar uma análise técnica, tendo por minha solicitação declarado na data supra, as minhas instruções e que foram cumpridas na integra a transferência de 90.212.848$00 como acima mencionei. Este documento de prova e outros encontram-se no processo, mas nenhuma referencia foi feita pelo Tribunal.

    52) HF – Incompreensível também são as varias solicitações que o Tribunal fez ao BCP e com conhecimento do Ex-Administrador Dr. Alípio Dias sobre as condutas ilegítimas e sendo a Fraude Fiscal grave, o BCP, ocultou, recusou entregar ou exibir, programas ou ficheiros informáticos e qualquer outros documentos ou elementos probatórios exigidos pela Lei Tributaria, sabendo muito bem da sua falsificação. O BCP conforme consta no processo enganou sempre o tribunal dizendo que entregariam, mas o facto é que nunca chegaram ao Tribunal tal solicitação pedida pelo Exmo. Senhor Juiz. Também nunca foi levada em linha de conta pelo Tribunal esta conduta ilegal, nem referenciada nas sentenças.

    53) HF – De notar o que digo acima, são condutas violadoras muito graves cometidas pelo BCP, condutas violadoras, por exemplo falsificação de documentos, crime de abuso de poder e de confiança, sendo as penas de infracção fiscal que pertencem ao Direito Penal comum, constituindo o direito penal tributário um capítulo especial do direito penal.

    54) HF – Como a Lei é igual para todos porque que o Sr. Eng. Jardim Gonçalves não comparece em Tribunal sobe uma determinação do Exmo. Senhor Juiz. Sinceramente não vi no processo qualquer justificação, só me leva a crer que o Ex-Presidente do BCP cometeu o crime de desobediência. Também não vi qualquer referência ou punição.

    55) HF – Mencionando novamente o Senhor Provedor da Justiça, questionei-o e na DEFESA DO CIDADÃO, permitindo-me referir sem qualquer manobra dilatória, exigir decência e respeito pelo Cidadão, dado as acusações violentas que fiz a pessoas e organismos públicos, mereciam a intervenção de Sua Excelência Senhor Primeiro Ministro de Portugal, Engenheiro José Sócrates, dever que por inerência dos poderes fundamentais do Sr. Provedor a sua participação ao mais alto nível do Estado, deveria dar a conhecer o inaceitável que assista impávido e sereno desta situação de ingerência, não podendo ser de instrumentalização. Obviamente que não obtive resposta.

    56) HF – Em 8 de Fevereiro de 2007 informo o Senhor Primeiro Ministro de Portugal, Engenheiro José Sócrates das várias situações de INGERENCIA PÚBLICAS, bem como e nomeadamente as gravíssimas ilegalidades cometidas pelo Banco Comercial Português, falsificação de documentos. Abuso de confiança e branqueamento de capitais. Informei que fiz denuncia ao Parlamento Europeu.

    57) HF – Mencionei ao Senhor Primeiro Ministro uma carta que tinha remetido no dia anterior (07-02-07) para o Senhor Presidente da Autoridade da Concorrência onde a Comissão Europeia não foi insensível, desencadeando o inicio de uma investigação, repudiando totalmente a falta de resposta da Adc dizendo que o silencio do Sr. Presidente Dr. Abel Mateus não era inocente., recordando que as denuncias visavam pessoas da classe politica e outras figuras importantes, exercendo notoriamente o TRAFICO DE INFLUENCIAS.

    58) HF – Dei nota ao Senhor Primeiro-ministro Engenheiro José Sócrates que a ausência de resposta dos organismos públicos, mesmo sendo sempre solicitado respostas com o objectivo de informar o Ministério Publico, demonstravam consequências nefastas para o País, perigosas e arrogantes, servindo largamente os interesses de quem não está interessados na eficiência da Justiça, na consolidação do Estado de Direito, com violações graves de Regras Comunitárias.

    59) HF – A Presidência do Conselho de Ministros por incumbência do Senhor Primeiro Ministro envia-me um oficio nº. 1611 datado de 7 do Fevereiro de 2007 em que eu lhe respondi de imediato visando as INGERENCIAS PUBLICAS, referindo o trafico de influencias de Políticos e figuras importantes, nomeadamente o Ex-Administrador do BCP e Consultor do Banco de Portugal Dr. Alípio Dias.

    60) HF – Na missiva supra para o Senhor Primeiro Ministro Engenheiro José Sócrates referi que ninguém está acima da Lei e alertei-o para o art. 20.nº.4, da Constituição da Republica Portuguesa que consagra o direito a “Decisão Judicial em Prazo razoável. Bem como por outro lado, define a responsabilidade civil do Estado e os seus Órgãos e agentes nos seguintes termos: “ ESTADO e demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das sua funções e por causa desse exercício, de que resultem violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízos para outrem”.

    61) HF – O senhor Primeiro Ministro de Portugal ficou também informado dos vínculos pessoais e dos arranjos CLIENTELISTICOS, sendo também no meu caso a OMISSÃO ESTATAL, questões juridicamente muito relevantes, restaurando-se a ameaça de crise do principio da legalidade, sendo uma vez a cidadania EUROPEIA deve traduzir-se num sentimento de pertença efectiva a um ESTADO de Direito e na partilha de valores comuns tal como no enunciado no artigo 6º. Do TUE. Assinalando que a carta dos Direitos Fundamentais, apesar do seu carácter não vinculativo, contribui já para uma tutela dos Direitos Fundamentais pelo Tribunal de Justiça.

    62) HF – Estranho é que até hoje não recebi qualquer resposta se Sua Excelência Senhor Primeiro Ministro em relação ao segunda missiva. Sei que os meus Adversários são muito fortes e poderosos, mas acredito e conforme já referi que ninguém está acima da Lei, sendo estranho este longo silencio do Sr. Primeiro Ministro, duvido que alguém falou ás orelhas da Presidência do Concelho de Ministros, ou será que foi o caso?

    63) HF – Não pretendo ser inoportuno mas uma das Assembleias Gerais do BCP realizou-se a 6 de Agosto de 2007 e recordando o que afirmou publicamente Sua Excelência Senhor Ex-Ministro das Finanças, Distinto Doutor Miguel Cadilhe, “ Houve intrusão do Governo no Banco Comercial Português, SA”. A minha missiva para o Senhor Primeiro-ministro é datada de 8 de Fevereiro de 2007.

    64) HF – Muito haverá para dizer sobre as ilegalidades do BCP, e que pelo menos nesta Assembleia-Geral além destas denuncias há pessoas que sabem ainda muito mais e deveriam ser esclarecidas.

    65) HF – De grande preocupação são as palavras proferidas por Sua Excelência o Senhor Procurador Geral da Republica Doutor Pinto Monteiro “Estão em risco as investigações de branqueamento de capitais, com esta Lei, nunca mais serão investigados” Neste momento, “começa a haver sinais de que pode estar em perigo a autonomia do Ministério Publico”, excelente foi a afirmação “ Defendo uma Justiça que os Cidadãos entendam”.

    66) HF – Também de muitíssima grande relevância foi o proferido publicamente pelo Senhor Procurador Adjunto e Presidente dos Magistrados do Ministério Publico Doutor António Cluny que é gravíssimo a interferência e a permanente “FUSTIGAÇÃO PELO PODER POLITICO E ECONOMICO NA AUTONOMIA” na autonomia do Ministério Publico. Ingerências vergonhosas dos poderes públicos conforme denunciei ao Senhor Provedor, sendo Código Europeu de Boa Conduta Administrativa desrespeitado, demonstrado á primeira vista obscuridade, significando a tendência de defesa da antiga Administração do BCP. Bem como a de Órgãos do Estado.

    Para finalizar acrescento se permite que pode-se desconfiar de qualquer integrante do grupo social mas de um Juiz NÃO. As decisões de um Juiz interferem na vida de todos, a quem cabe a ultima palavra sobre todas as relações que se travam na sociedade. Consciente do grande papel da nossa magistratura, nunca é demais e penso que é oportuno afirmar “ Ser Juiz é ter a chance de mudar o País”

    A função mais importante do Estado é promover a Justiça. A chave de um Estado moderno está no Poder Judiciário. Se não houver uma Justiça rápida e justa, as pessoas nunca vão confiar nas instituições do Estado.

    NÃO HÁ ALTERNATIVA. A SOCIEDADE QUE, POR QUALQUER RAZÃO, DEIXA DE CONFIAR NOS SEUS PRÓPRIOS MAGISTRADOS PASSA A VIVENCIAR O CAOS.

    Hermenegildo Ferreira (Devidamente identificado pelo BCP)
    Hermenegildof@sapo.pt
    27/Maio/08
    Responder
    8 05 2009
    Hermenegildo Ferreira (10:32:18) : O seu comentário está à espera de moderação.

    BANCO DE PORTUGAL
    Carta de 30/04/2009

    Informou que o BCP não violou nenhuma norma exposta na denuncia acima que justifique a actuação do BP.
    Com esta comunicação fica concluído o processo.
    NOTA: Terá de haver Justiça neste Pais……. (HF)
    Hermenegildof@sapo.pt
    912146699
    Responder

    Gostar

  91. Hermenegildo Ferreira's avatar
    Hermenegildo Ferreira permalink
    10 Junho, 2009 12:30

    Hermenegildo Ferreira disse
    10 Junho, 2009 às 12:28 pm

    O SENHOR GOVERNADOR DEVE SER EXONERADO DAS SUAS FUNÇÕES jÁ verificadas á muitos anos conforme o nº. 2 do artigo 14º. dos Estatutos do SEBC/BCE.

    JÁ BASTA!….a chocante protecção dos CRIMES PRATICADOS PELO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS.(BCP)

    Senhor Primeiro Ministro de Portugal e Ministro das Finanças dão a vergonhosa protecção.

    Leia por favor entrevista, não foi publicada porque o BCP comprou as paginas onde seria inserida a entrevista:

    Hermenegildo Ferreira (18:51:09) :

    PARABENS
    BCP
    A VERDADE DURA

    AS PERGUNTAS QUE FALTAM A 66 RESPOSTAS!..
    SURPREENDA-SE
    Refªs:
    – Sua Excelência Senhor Primeiro-Ministro de Portugal
    – Senhor Presidente do BCP Doutor Carlos Santos Ferreira
    – Engenheiro Jardim Gonçalves
    – Doutor Alípio Dias
    – Doutor Filipe Pinhal
    – Doutor Paulo Teixeira Pinto
    – Doutor António Vitorino
    – Doutor Miguel Beleza
    – Doutor Miguel Cadilhe
    – Doutor Abel Mateus
    – Doutor Paulo Portas
    – Doutor Diogo Feio
    – Doutor Carlos Tavares
    – Doutor Vítor Constâncio
    – Senhor Provedor
    – Exmo. Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados Doutor
    Marinho Pinto
    – Exmos. Senhores Procuradores-Gerais da Republica Doutores Pinto
    Monteiro e José Souto de Moura
    – Senhor Director Nacional Adjunto da Policia Judiciaria
    – Exmo. Senhor Presidente dos Magistrados do Ministério Público
    Doutor António Cluny
    – Auditores externos
    – Auditor nomeado pelo Tribunal (108 crimes noticia JN)
    – Grupo FUTOPE
    – TRIBUNAL
    – PARLAMENTO EUROPEU

    “o que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos nem dos desonestos, nem dos sem carácter, nem dos sem ética.
    O que mais preocupa é o silêncio dos bons”
    Martin Luther King

    Primeiro de Janeiro

    A/c da Senhora Jornalista Marlene Lima, bem como
    do Doutor Paulo Leal e do Sr. Carlos Lima

    Na sequência da nossa conversa remeto muito sumariamente os pontos da entrevista a publicar no V/prestigiado Jornal e disponibilizo-me para prestar todos os esclarecimentos que porventura julguem necessários.

    IMPORTANTE: Para o efeito pretendido a entrevista terá de sair no próximo dia 23, sendo o ideal no próprio dia da AG e se possível a nível Nacional. Se não sair a 23, 24, 25, 26 ou 27 a nível do Porto, como é óbvio o efeito pretendido é praticamente nulo, Para fazer sentido todos as questões não devem ser SUPRIDADAS da entrevista

    Aqui vão a respostas a algumas questões de relevo da entrevista. É só V.Exªs colocarem as perguntas, assumindo eu perante o Jornal Primeiro de Janeiro toda a veracidade das minhas declarações.

    Não foi publicada por incumprimento de contrato do próprio jornal, dado nesse dia ter saído uma pagina a cores inteira com publicidade do BCP e assim a incompatibilidade era muito grande, ou seja o BCP pagou mais e a entrevista ficou por publicar.

    Fiz no próprio dia (27 de Maio) cerca de 500 dossiers e entreguei aos Senhores Accionistas na Assembleia-geral.

    O TITULO DEIXO Á CRIATIVIDADE DE VOSSAS EXCELENCIAS

    A Assembleia-Geral Anual do BCP irá realizar-se no próximo dia 27 de Maio de 2008, pelas 15 horas na EXPONOR. (27 / terça-feira)

    ENTREVISTA

    HERMENEGILDO FERREIRA, do Porto, lesado pelo Banco Comercial Português, em entrevira exclusiva ao Primeiro de Janeiro denuncia os escandalosos crimes cometidos pelo BCP, com conhecimento do Ex-Presidente Eng.º. Jardim Gonçalves, Ex-presidente Dr. Paulo Teixeira Pinto, Ex-Presidente Dr. Filipe Pinhal, Administrador Dr. Alípio Dias que foi constituído Arguido bem como o Próprio Banco e também já com o conhecimento do actual Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira.

    1) HF – Penso que esta entrevista de grande relevância social deverá constituir esclarecimentos cabais a todos os Senhores accionistas e ao Publico em geral por parte do BCP e todos os entidades públicas envolvidas.

    2) HF – Como introdução permita-me referir que por determinação do Exmo. Senhor Procurador-Geral da Republica. Doutor José Adriano Machado Souto Moura, cujo mesmo entendimento teve o Senhor Director Nacional Adjunto da Policia Judiciaria, foi instaurado contra o Banco Comercial Português, Inquérito (DIAP) por indícios muito fortes de gravíssimas ilegalidades cometidas pela Instituição Financeira (BCP), nomeadamente; abuso de confiança, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, fraude fiscal, trafico de influencias e outros, tudo com conhecimento pessoal e por escrito do Ex-Administrador do Millennium-BCP Dr. Alípio Dias.

    3) HF – Fiz uma transferência em 25/10/99 de 90.212.848$00, esse dinheiro não consta em nenhum extracto. Pura e simplesmente sumiu.

    4) HF – Extracto falsificado no montante de 207.000 contos, o próprio gestor judicial ficou estupefacto com tal documento dando conta desse extracto denunciado por mim só no final da peritagem que demorou cerca de 4 anos.

    5) HF – Permita-me referir que o Sr. Perito nomeado pelo Tribunal, teve inúmeras reuniões com o Exmo. Senhor Magistrado, com Advogados e Economistas do BCP e nunca deu com o documento falso (extracto com menos 206.000 contos) inserido no processo, nem nunca fez referencia á transferência avultada de 90.212.848$00.

    6) HF – Obviamente que o Senhor Magistrado foi muito complacente com o Sr. Perito, pois este tipo de auditoria no máximo de 3 semanas estaria resolvido e demorou cerca de 4 anos.

    7) HF – Por coincidência o Sr. Perito tem escritório no mesmo edifício onde reside o Ex-Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, sendo o Sr. Perito acusado de 108 crimes de associação criminosa, tendo o Ministério Publico desmantelado uma rede que á 10 obtinha elevados lucros, referindo ainda que o Sr. Perito era Presidente da Associação dos liquidatários e que entravam também no esquema criminoso alguns funcionários judiciais que tinham de influenciar os Senhores Juízes…, noticia publica no Jornal de Noticias.

    8) HF – Pedi a substituição do Sr. Perito, indicando inclusive um novo, mas foi indeferido a minha petição

    9) HF – Tenho de falar em promiscuidade, tráfico de influências, relevando abuso de poder, talvez por influência do Ex. Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, visado na denuncia crime que fiz, ter sido Membro Consultivo do Banco de Portugal e Vice-Presidente da Associação de Bancos.

    10) HF – Conforme noticia do “Correio da Manha” o Ex-Administrador Dr. Alípio Dias tinha conhecimento dos vários crimes cometidos pela Instituição e não denunciou nada ás autoridades, nessa mesma noticia refiro a solicitação de pedido de esclarecimentos Sr. Governador do Banco de Portugal e para o Sr. Presidente da CMVM, denunciando 23 situações muito graves e que deveriam ser esclarecidas antes da Assembleia Geral do dia 15 de Janeiro passado. No cumprimento aos “Princípios Fundamentais” dos Regulamentos nacionais e internacionais.

    11) HF – Sendo tão simples como o Parecer/entendimento do Exmo. Senhor Ex-Ministro da Justiça Doutor António Vitorino que simplesmente explica: “Na prática a criminalidade económica são transacções financeiras muitas vezes a favor de aceder a actos ilícitos de corrupção e branqueamento de capitais”.

    12) HF – Deixe-me acrescentar, e tem toda a razão, julgo que foi a Exma. Senhora Directora do DIAP Doutora Hortênsia Calçado que muito recentemente afirmou publicamente “ Quem comete crimes obviamente não vai comunicar á Policia”.

    13) HF- Estanho também foi o Tribunal não levar em consideração 3 relatórios apresentados por mim por auditores externa que confirmam as trapalhadas. Tendo o Eng. Jardim Gonçalves cometido o crime de desobediência porque não compareceu no Tribunal conforme notificação do Exmo. Sr. Juiz, também o BCP sempre se furtou a entregar os dados solicitados pelo Tribunal.

    14) HF – Sem meu consentimento explicito e á revelia do aconselhamento de analistas financeiros, que com um rigor notável, fizeram um diagnóstico perspectivando uma retoma invulgar e imparável do Mercado de Valores a Administração do BCP já detentores do Banco Mello deram instruções para a venda intempestiva de uma carteira de acções em finais de Outubro de 1999. Efectivamente a previsão supra, viria a confirmar-se, sendo certo que passado 15 dias com a subida do PSI 20 desde Novembro/99 a finais de Fevereiro de 2000 valorizou 28%, bem como acções que valorizaram nesse período em 150% e 270%.

    15) HF – Como refiro acima, o BCP prejudicou-me gravemente com benefícios que deixei de obter em consequência da intempestiva e total abuso de poder, estando provado a Má gestão com o procedimento da venda da carteira de acções supra e de conseguirem um arresto de uma carteira de acções antes 15 dias da valorização bolsista.

    16) HF – Em 1 de Agosto de 2000 dei conhecimento ao Conselho de Administração e ao próprio Presidente do BCP Eng.º Jardim Gonçalves da calamitosa injustiça emergente da intervenção intempestiva e imponderada que lograram convencer ardilosamente o tribunal ao procedimento de um arresto de uma minha carteira de acções no valor superior a 120.000 Mil contos.

    17) HF – Espantoso Administração do BCP após tais condutas criminais, inclusive após ludibriar o Tribunal com a obtenção do arresto, passado dois meses reiterou toda a confiança na minha pessoa atribuindo-me um cartão de crédito Gold da American Express que é da gestão exclusiva do BCP, com um credito substancialmente alto. Confiança que sempre tive pois cheguei a movimentar 496.000 mil contos a descoberto na compra venda de acções sem qualquer garantia real com autorização para movimentar valores muitíssimo superiores e nunca foi interpelado para qualquer incumprimento das minhas obrigações.

    18) HF – Em 16 de Dezembro de 2002 e sem meu consentimento e na sequência do Aumento de Capital procederam o BCP procederam á venda de 33.001 direitos de subscrição, reclamei informado que o procedimento era contrario á lei. Que faz lembrar a famigerada campanha de compra de acções com baixo risco, lesando centenas de trabalhadores e clientes. Os clientes dizem que na altura valeu tudo, convencer analfabetos, idosos e leigos na área do investimento a comprar e aceitar crédito para compra de acções do BCP. Nem que fosse preciso ir a casa do potencial cliente, ou ir a um banco da concorrência fazer-se passar por sobrinho de um potencial cliente, isto segundo Informações de um gerente do BCP que tinha instruções precisas para o efeito.

    19) HF – Publicado no Expresso a SEFIN – Associação Portuguesa de Consumidores e Utilizadores de Produtos Financeiros, pela voz do seu Presidente considera a situação grave e após das análises das queixas e dos documentos fornecidos pelos ex-funcionários do BCP, é peremptório em afirmar que as pessoas têm razão.

    20) HF – O BCP propõem-me um perdão de uma aluída divida, que eu nada devo. Como é óbvio seria ingenuidade e total incongruência de raciocínio filosófico postergar os preliminares básicos de Engenharia Financeira e de Ciências Económicas. Só num estado de patologia maníaco-depressivo onde a alienação seria possível equacional a tese inverosímil de uma amnistia bancária ou de um gesto de magnânimo perdão, oferecido de bandeja. Só a Filhos de um banqueiros!….ou perdão a Amigos do Sr. Eng.º. Jardim Gonçalves de 285 milhões e depois vende-los por 320 mil Euros. Etc.etc.

    21) HF – Com tudo, só posso concordar com o Ex-Ministro das Finanças e Ex-Governador do Banco de Portugal Doutor Miguel Beleza recente ao Expresso afirma que a Ex-Administração do BCP parecia um BORDEL, ou seja quando lhe perguntaram “ Como vê a crise do BCP? Só sei que disse que aquilo parecia uma casa de ALTERNE”

    22) HF – Quanto á nova Administração liderada pelo Sr. Dr. Carlos Santos Ferreira deverá levar em conta os prejuízos de interesse público e de relevantes interesses financeiros sociais que representa a Comissão Europeia, sendo de carácter prioritário, visando a protecção social, constituindo uma grave ameaça para as instituições democráticas, sendo nesta Assembleia necessário esclarecimentos cabais, sendo certo que a protecção do património do Estado, na vertente FRAUDE FISCAL, tendo o ESTADO a possibilidade de assumir a posição de vitima ou ofendido da pratica de crimes de Burla tributária cometidas por esta Instituição Financeira.

    23) HF – Em 16 de Janeiro de 2008 escrevo para o C.A. do BCP a/c do Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira felicitando-o e desejando-lhe sucesso. Dizendo-lhe também que a integridade e idoneidade são características intrínsecas dos laços que regem a fidelização e recíproca confiança entre o Banco, Clientes e Accionistas. Que urgia reflectir e inflectir posições extremadas, vetar, a eclosão do conflito judicial em curso cujos os efeitos colaterais seriam fatalmente lesivos para o BCP.

    24) HF – Nessa mesma missiva dei-lhe conta que o Dr. Alípio Dias e o BCP foram constituídos Arguidos e não insensível a tais denuncias o PARLAMENTO EUROPEU também abriu um Inquérito sob uma Petição que fiz com 111 páginas e tanto a CMVM e o Banco de Portugal não estão inocentes nestas denuncias.

    25) HF – Na mesma carta informei ainda o Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira que abdiquei do respeito das normas de confidencialidade do tratamento da Petição e exerci o direito de queixa, informando o meu prejuízo indemnizatório aritmeticamente correcto e devidamente documentado seria a época de 115.118.627,58 Euros. Entendendo que o valor referido não é exagerado para tão grandes e nefastos prejuízos, sendo os danos morais mais valiosos que os bens matérias.

    26) HF – É evidente que os Advogados do BCP, pagos a peso de ouro e em defesa na acção de reparação de Danos bem como na eventual condenação na coima de 10%, nunca poderão fundamentar em defesa do BCP que o objectivo da queixa será para “enriquecimento sem causa”, ou um “locupletamento ás custas do BCP”, ou “acerto de vida”, ou “mudar de classe social”, ou muito menos um exagerado proveito patrimonial.
    Não se podendo permitir levar uma pessoa á mais completa destruição moral bem como prejudicar os interesses comunitários, exigindo-se uma punição exemplar.

    27) HF – De notar que o BCP tem ao seu serviço Distintos Advogados de LUXO que permitem ao GRUPO Millennium beneficiar de irregularidades ilegítimas em grandes negócios de tal complexidade como no caso em apreço bem como os artifícios fraudulentos das formas jurídicas que permitiu ao BCP beneficiar do Estado 42 Milhões de Euros, sendo só possível com Juristas de luxo cobrando pelo seu trabalho mais de 2.000 mil Euros/hora, uma sumptuosidade que o cidadão comum não tem acesso.

    28) HF – Adianto ainda ao Senhor Doutor Carlos Santos Ferreira que estes valores são do conhecimento de vários organismos, do Ministério Publico e ainda do conhecimento público conforme publicado no Jornal de Negócios e na primeira página do Semanário Económico sob o título: “LESADO DO BCP EXIGE INDEMNIZAÇÃO de 115 MILHOES”, noticia, entrevista desenvolvida na página 33 do referido semanário de 11/17-Maio de 2007, Edição nº. 1061, cujo Parlamento Europeu também tem cópia.

    29) HF – Referi ainda ao Sr. Doutor Carlos Santos Ferreira que em 01/01/2008 conforme mencionado acima pelo CORREIO DA MANHA, pedi á CMVM e ao Banco de Portugal a sugestão que as condutas muito graves cometidas pelo BCP devem ser objecto de apreciação isenta e que resulte em severa punição, devendo serem sancionados exemplarmente com sanções proporcionais e dissuasoras, incluindo privacidade de liberdade.

    30) HF – Como não obtive qualquer resposta, em 12 de Fevereiro pp. escrevi directamente para o Senhor Presidente do BCP Doutor Carlos Santos Silva manifestando-lhe que não deixava de ser pertinente a falta de resposta e consideração, fazendo lembrar a prepotência dos antigos Administradores e Presidentes e informei-o que não podia subestimar as mais nefastas consequência para a economia nacional com a divulgação de falta de rigor e transparência no mercado de Valores, Clientes e Senhores Accionistas, engendrando uma inevitável retracção dos investidores fidelizados e deserção de potenciais accionistas nacionais e internacionais. Aproveitei para lhe remeter duas cartas que enviei para o Millennium Investment banking datadas de 16 de Jan. e 8 de Fev. do corrente ano solicitando responsabilidades e diligências éticas sobre arranjos contabilísticos e novas trapalhadas em que nada abona a nova Presidência.

    31) HF – Só para enumerar uma das trapalhadas, desde 30 de Novembro de 2007 estou sem resposta por parte do BCP as valores das minhas contas e outras aplicações que abusivamente meteram todas no mesmo “saco”, contas essas que referi ao actual presidente Dr. Carlos Santos Ferreira e sendo 5 contas e mais um dossier n. 6431986 que até á data estou sem qualquer resposta.

    32) HF – Será que tais contas e dossier estarão associados a actos de ilegalidades, associados a actos realizados pelos gestores, afectados a tipo sociedades Offshores, envolvidos em engenharias financeiras onde estão em causa os movimentos envolvendo os mais de 700 milhões de euros?

    33) HF – Sendo manifestamente irónico quando é afirmado pelo Sr. Presidente Dr. Carlos Santos Ferreira na conferencia de imprensa de 12 de Maio pp. “acredito que os accionistas terão presente o interesse do banco”. Que interesses!… e a resolução de todas as trapalhadas dos lesados e a colaboração para as punições das antigas Administrações, estando todos muito caladinhos!…. Sr. Presidente por favor não sorria tanto, resolva os problemas e prestigie o Banco que Vossa Excelência Preside. Não sorria com as desgraças de centenas de Famílias.

    34) HF – Relativamente aos meus processos em Tribunal que se arrasta desde 2000, penso que são da mesma data em que a SEMAP exigiu em tribunal uma indemnização de 300 milhões de Euros por ilegalidades cometidas pelo BCP e com novo julgamento marcado para o próximo mês de Setembro. Segundo analistas de renome, o processo a SEMAP tem fortes possibilidades de ser vitorioso, sendo uma grande preocupação para os Senhor Accionistas do BCP e alguém terá de assumir responsabilidades por essas ilegalidades.

    35) HF – Concretamente aos meus processos, um já SUBUI Á RELAÇÂO e outro foi pedida a ABERTURA DE INSTRUÇÃO para apuramento de responsabilidades do BCP e do seu Ex-Administrador Dr. Alípio Dias.

    36) HF – Como é publico o BCP deu informações falsas ao Banco de Portugal e á CMVM, tendo esta ultima entidade aberto processo de contra – ordenação muito grave.

    37) HF – O Dr. Carlos Tavares como é sabido foi o segundo supervisor a ser ouvido no Parlamento, no âmbito das investigações ao BCP, depois do Sr. Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, e antes o Dr. Teixeira dos Santos, actual Ministro das Finanças e Ex-Presidente da CMVM.

    38) HF- Todas as personalidades referidas acima não são inocentes!…, e como acusou recentemente o líder do CDS Sr. Dr. Paulo Portas, o Governador do Banco de Portugal “ fechou os olhos” ás ilegalidades cometidas pelo BCP e que “ninguém lhe paga para andar distraído”, pois foram atempadamente notificadas por mim com dossiers completos das graves irregularidades cometidas pelo BCP demonstrando total desprezo inclusive quando solicitava informação para o Ministério Publico, tal como o mesmo desrespeito e procedimentos teve o Ex.-Administrador Dr. Alípio Dias.

    39) HF – De referir que o Doutor Diogo Feio, presidente do Grupo Parlamentar do CDS em declarações publicadas no Semanário “SOL” considerou que o Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, reúne já reduzidas condições para continuar em funções.

    40) HF – Adianto-lhes que na minha Petição que fiz ao Parlamento Europeu de grande relevância social, integrando-se nos domínios da actividade da União Europeia e que foi Admissível conforme determina o artigo 194º do tratado que institui a Comunidade Europeia, sugerindo que estavam reunidos os requisitos necessários para a demissão do Sr. Governador do Banco de Portugal, violando o Tratado da Comissão Europeia dado o Banco de Portugal fazer parte integrante do Sistema Europeu dos Bancos Centrais. Sendo esta informação dada a conhecer em 17 de Abril de 2006 ao Sr. Provedor da Justiça Dr. Henrique Alberto Freitas Nascimento Rodrigues.

    41) HF – Na carta acima manifestou ao Sr. Provedor a minha preocupação na defesa por parte deste, dos comportamentos vergonhosos do BCP e que não era admissível tanta promiscuidade, mesmo provindo o Senhor Provedor também do Banco de Portugal.

    42) HF – Depois de tudo que é sabido publicamente, os crimes cometidos pelo BCP e toda a promiscuidade, trafico de influencias, vasta ver o currículo do Ex-Administrador do BCP Dr. Alípio Dias, é minha conclusão que o BCP foi construído com base na fraude financeira, criando a Administração mais arrogante e autoritária. Os valores de bónus que se “auto-atribuiam” são totalmente obscenos. Os principais mentores destas ilegalidades, da gestão danosa e da descredibilização do BCP, principalmente Eng. Jardim Gonçalves, Dr. Filipe Pinhal e Dr. Alípio Dias devem ser julgados como nos Estados Unidos, País que sempre se aponta como modelo de referência. Estes homens defraudaram o País, os Clientes e os Accionistas.

    43) HF – É oportuno referir o Exmo. Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados Distinto Advogado Doutor Marinho Pinto, que já prestou um excelente serviço ao País, entre outras grandes relevâncias afirmou: “A Justiça não pode ser forte para os fracos e fraca para os fortes”.

    44) HF – Considerando a Comissão a Guardião dos tratados assegurando o controle e a aplicação do direito comunitário e constituindo os gravíssimos crimes (Talvez a maior trafulhice jamais havida neste País) cometidos pelo BCP, falseando a concorrência com esquemas de tal complexidade dirigidos por meios artificiosos ou fraudulentos e com abuso de formas jurídicas, falseando a concorrência, considero enquadrável no âmbito da legislação admissível e perante a perspectiva de sanções internacionais, será legitimo pedir uma coima de 10% sobre o total de negócios realizados pelo BCP dividindo por todos os membros do Conselho de Administração desde a Presidência do Sr. Eng. Jardim Gonçalves, sendo doados a Instituições de Caridade.

    45) HF – Tenho documentação trocada com o BCP e do conhecimento do Tribunal, muito contraditória, por vezes absurda, basta ter em consideração de um extracto falso, tudo indicando arranjos contabilísticos, exigindo o esclarecimento e de fácil análise, verifica-se que á data de 31 de Agosto de 1999, tinha na minha conta DO Esc. 230.684.511$00 a descoberto, tendo um dossier de acções no valor de 391.040.00$00, logo um saldo a meu favor de 160.355.489$00. Pergunto como é possível e de uma forma tão má que em 3 dias, ou seja no dia 3 de Setembro de Setembro tenho uma desvalorização de 388.904.436$00.

    46) HF – Como é possível não constar no processo nenhum aviso de registo por parte do BCP, nem aviso de recepção e perante esta situação o Tribunal por sentença deu como um facto provado, dando bastante relevância a este facto que não existe.

    47) HF – Perplexo também fiquei que nas Sentenças recebidas do Tribunal nada consta em relação aos Auditores externos que com relatórios bem exemplificativos demonstraram as ilegalidades cometidas pelo BCP. Inclusive o Economista de uma empresa de consultadoria, com mais de 15 anos de experiencia Bancária, ajudando a criar um banco em Portugal, declarou a estranheza do extracto falsificado indicando tratar-se de “arranjos contabilísticos”.

    48) HF – Outro relatório elaborado por um economista, constata também que foi suprimido da minha conta 206.000 contos, provocando dano social e não puramente individual com a violação no mínimo ético e um perigo social mediato ou indirecto, sendo muito grave constar nos extractos o mesmo NIB para 2 bancos diferentes

    49) HF – O terceiro relatório elaborado por um Doutorado em Gestão de Negócios também evidencia várias ilegalidades do BCP, integrando crimes de Burla e Falsificação.

    50) HF – O quarto relatório elaborado por um especialista em ciências económicas, Licenciado em economia, Mestrado em gestão de empresas, Pós graduação em analise Financeira, questiona o BCP sobre qual a natureza dos registos contabilísticos das verbas subtraídas, relevando um grande conjunto de anomalias, constituindo prejuízos elevadíssimos para mim.

    51) HF – Espantoso alem dos factos referidos acima o Tribunal ignorou todos os relatórios, também não se pronunciou e ignorou a declaração do GRUPO FUTOP-Gestão de Patrimónios datada de 5 de Julho de 2000, empresa de grande prestigio que assumiu desde a sua criação a responsabilidade de proporcionar aos intervenientes nos mercados financeiros uma formação sólida e um conhecimento actualizado, consciente da complexibilidade e da permanente transformação dos mercados financeiros, a FUTOP e o Semanário Económico, resolveram juntar esforços e proporcionar uma análise técnica, tendo por minha solicitação declarado na data supra, as minhas instruções e que foram cumpridas na integra a transferência de 90.212.848$00 como acima mencionei. Este documento de prova e outros encontram-se no processo, mas nenhuma referencia foi feita pelo Tribunal.

    52) HF – Incompreensível também são as varias solicitações que o Tribunal fez ao BCP e com conhecimento do Ex-Administrador Dr. Alípio Dias sobre as condutas ilegítimas e sendo a Fraude Fiscal grave, o BCP, ocultou, recusou entregar ou exibir, programas ou ficheiros informáticos e qualquer outros documentos ou elementos probatórios exigidos pela Lei Tributaria, sabendo muito bem da sua falsificação. O BCP conforme consta no processo enganou sempre o tribunal dizendo que entregariam, mas o facto é que nunca chegaram ao Tribunal tal solicitação pedida pelo Exmo. Senhor Juiz. Também nunca foi levada em linha de conta pelo Tribunal esta conduta ilegal, nem referenciada nas sentenças.

    53) HF – De notar o que digo acima, são condutas violadoras muito graves cometidas pelo BCP, condutas violadoras, por exemplo falsificação de documentos, crime de abuso de poder e de confiança, sendo as penas de infracção fiscal que pertencem ao Direito Penal comum, constituindo o direito penal tributário um capítulo especial do direito penal.

    54) HF – Como a Lei é igual para todos porque que o Sr. Eng. Jardim Gonçalves não comparece em Tribunal sobe uma determinação do Exmo. Senhor Juiz. Sinceramente não vi no processo qualquer justificação, só me leva a crer que o Ex-Presidente do BCP cometeu o crime de desobediência. Também não vi qualquer referência ou punição.

    55) HF – Mencionando novamente o Senhor Provedor da Justiça, questionei-o e na DEFESA DO CIDADÃO, permitindo-me referir sem qualquer manobra dilatória, exigir decência e respeito pelo Cidadão, dado as acusações violentas que fiz a pessoas e organismos públicos, mereciam a intervenção de Sua Excelência Senhor Primeiro Ministro de Portugal, Engenheiro José Sócrates, dever que por inerência dos poderes fundamentais do Sr. Provedor a sua participação ao mais alto nível do Estado, deveria dar a conhecer o inaceitável que assista impávido e sereno desta situação de ingerência, não podendo ser de instrumentalização. Obviamente que não obtive resposta.

    56) HF – Em 8 de Fevereiro de 2007 informo o Senhor Primeiro Ministro de Portugal, Engenheiro José Sócrates das várias situações de INGERENCIA PÚBLICAS, bem como e nomeadamente as gravíssimas ilegalidades cometidas pelo Banco Comercial Português, falsificação de documentos. Abuso de confiança e branqueamento de capitais. Informei que fiz denuncia ao Parlamento Europeu.

    57) HF – Mencionei ao Senhor Primeiro Ministro uma carta que tinha remetido no dia anterior (07-02-07) para o Senhor Presidente da Autoridade da Concorrência onde a Comissão Europeia não foi insensível, desencadeando o inicio de uma investigação, repudiando totalmente a falta de resposta da Adc dizendo que o silencio do Sr. Presidente Dr. Abel Mateus não era inocente., recordando que as denuncias visavam pessoas da classe politica e outras figuras importantes, exercendo notoriamente o TRAFICO DE INFLUENCIAS.

    58) HF – Dei nota ao Senhor Primeiro-ministro Engenheiro José Sócrates que a ausência de resposta dos organismos públicos, mesmo sendo sempre solicitado respostas com o objectivo de informar o Ministério Publico, demonstravam consequências nefastas para o País, perigosas e arrogantes, servindo largamente os interesses de quem não está interessados na eficiência da Justiça, na consolidação do Estado de Direito, com violações graves de Regras Comunitárias.

    59) HF – A Presidência do Conselho de Ministros por incumbência do Senhor Primeiro Ministro envia-me um oficio nº. 1611 datado de 7 do Fevereiro de 2007 em que eu lhe respondi de imediato visando as INGERENCIAS PUBLICAS, referindo o trafico de influencias de Políticos e figuras importantes, nomeadamente o Ex-Administrador do BCP e Consultor do Banco de Portugal Dr. Alípio Dias.

    60) HF – Na missiva supra para o Senhor Primeiro Ministro Engenheiro José Sócrates referi que ninguém está acima da Lei e alertei-o para o art. 20.nº.4, da Constituição da Republica Portuguesa que consagra o direito a “Decisão Judicial em Prazo razoável. Bem como por outro lado, define a responsabilidade civil do Estado e os seus Órgãos e agentes nos seguintes termos: “ ESTADO e demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das sua funções e por causa desse exercício, de que resultem violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízos para outrem”.

    61) HF – O senhor Primeiro Ministro de Portugal ficou também informado dos vínculos pessoais e dos arranjos CLIENTELISTICOS, sendo também no meu caso a OMISSÃO ESTATAL, questões juridicamente muito relevantes, restaurando-se a ameaça de crise do principio da legalidade, sendo uma vez a cidadania EUROPEIA deve traduzir-se num sentimento de pertença efectiva a um ESTADO de Direito e na partilha de valores comuns tal como no enunciado no artigo 6º. Do TUE. Assinalando que a carta dos Direitos Fundamentais, apesar do seu carácter não vinculativo, contribui já para uma tutela dos Direitos Fundamentais pelo Tribunal de Justiça.

    62) HF – Estranho é que até hoje não recebi qualquer resposta se Sua Excelência Senhor Primeiro Ministro em relação ao segunda missiva. Sei que os meus Adversários são muito fortes e poderosos, mas acredito e conforme já referi que ninguém está acima da Lei, sendo estranho este longo silencio do Sr. Primeiro Ministro, duvido que alguém falou ás orelhas da Presidência do Concelho de Ministros, ou será que foi o caso?

    63) HF – Não pretendo ser inoportuno mas uma das Assembleias Gerais do BCP realizou-se a 6 de Agosto de 2007 e recordando o que afirmou publicamente Sua Excelência Senhor Ex-Ministro das Finanças, Distinto Doutor Miguel Cadilhe, “ Houve intrusão do Governo no Banco Comercial Português, SA”. A minha missiva para o Senhor Primeiro-ministro é datada de 8 de Fevereiro de 2007.

    64) HF – Muito haverá para dizer sobre as ilegalidades do BCP, e que pelo menos nesta Assembleia-Geral além destas denuncias há pessoas que sabem ainda muito mais e deveriam ser esclarecidas.

    65) HF – De grande preocupação são as palavras proferidas por Sua Excelência o Senhor Procurador Geral da Republica Doutor Pinto Monteiro “Estão em risco as investigações de branqueamento de capitais, com esta Lei, nunca mais serão investigados” Neste momento, “começa a haver sinais de que pode estar em perigo a autonomia do Ministério Publico”, excelente foi a afirmação “ Defendo uma Justiça que os Cidadãos entendam”.

    66) HF – Também de muitíssima grande relevância foi o proferido publicamente pelo Senhor Procurador Adjunto e Presidente dos Magistrados do Ministério Publico Doutor António Cluny que é gravíssimo a interferência e a permanente “FUSTIGAÇÃO PELO PODER POLITICO E ECONOMICO NA AUTONOMIA” na autonomia do Ministério Publico. Ingerências vergonhosas dos poderes públicos conforme denunciei ao Senhor Provedor, sendo Código Europeu de Boa Conduta Administrativa desrespeitado, demonstrado á primeira vista obscuridade, significando a tendência de defesa da antiga Administração do BCP. Bem como a de Órgãos do Estado.

    Para finalizar acrescento se permite que pode-se desconfiar de qualquer integrante do grupo social mas de um Juiz NÃO. As decisões de um Juiz interferem na vida de todos, a quem cabe a ultima palavra sobre todas as relações que se travam na sociedade. Consciente do grande papel da nossa magistratura, nunca é demais e penso que é oportuno afirmar “ Ser Juiz é ter a chance de mudar o País”

    A função mais importante do Estado é promover a Justiça. A chave de um Estado moderno está no Poder Judiciário. Se não houver uma Justiça rápida e justa, as pessoas nunca vão confiar nas instituições do Estado.

    NÃO HÁ ALTERNATIVA. A SOCIEDADE QUE, POR QUALQUER RAZÃO, DEIXA DE CONFIAR NOS SEUS PRÓPRIOS MAGISTRADOS PASSA A VIVENCIAR O CAOS.

    Hermenegildo Ferreira (Devidamente identificado pelo BCP)
    Hermenegildof@sapo.pt
    27/Maio/08
    Responder
    8 05 2009
    Hermenegildo Ferreira (10:32:18) : O seu comentário está à espera de moderação.

    BANCO DE PORTUGAL
    Carta de 30/04/2009

    Informou que o BCP não violou nenhuma norma exposta na denuncia acima que justifique a actuação do BP.
    Com esta comunicação fica concluído o processo.
    NOTA: Terá de haver Justiça neste Pais……. (HF)
    Hermenegildof@sapo.pt
    912146699
    Responder

    Gostar

Trackbacks

  1. Mais regulação : O País Relativo
  2. cinco dias » A inultrapassável cabriola
  3. Estado de Previdência » João Miranda | Blogue
  4. cinco dias » Gummo & Zeppo

Deixe uma resposta para AJ Cancelar resposta