“Se José Sócrates estiver rodeado por um mar de massa cinzenta empenhado, novo, fresco, tirar Portugal da merda afigura-se-me possível. Entendo que o actual PS sozinho terá muitas dificuldades em fazê-lo: é como um núcleo de matéria não expandida, falta-lhe massa. A massa somos todos nós, todos os que têm algo para dar e não se revêem na direita, no que a direita tem feito ou apenas, como é o meu caso, acham que é tempo de a direita levar um cartão vermelho por péssimo comportamento e anti-jogo e ficar de fora nos próximos dois jogos.
Podemos e devemos melhorar a política, podemos e devemos devolver-lhe a dignidade perdida na última década graças mais aos desertores do que aos deserdados.”-Paulo Querido
Sobre este preocupante assunto, vale a pena ler a crónica «À desgarrada», da autoria de Nuno Brederode Santos, publicada hoje no DN e no seu blogue – ver [aqui]
1 — Praticamente todos os órgãos de comunicação social (do semanário local ao diário de referência) editam as notícias que querem, e dão-lhe o destaque que entendem merecer, por motivos óbvios, inclusivé por tendências ou subserviências político-partidárias, mas também por compromissos com agências de comunicação. Estou errado ? — creio que não !
2 — …Depois, há o banditismo de muitos, mesmo muitos jornalistas, que noticiam o que, e como querem, conforme amizades, conluios, pedidos, e até interesses pessoais ou colaterais… Acertei ? — creio que sim !
3 — No caso do PPD-PSD, é manifesto que MFLeite não consegue cativar; falta-lhe feeling comunicacional; carece duma boa agência e está “controlada” pelo poder de alguns media.
Tanto o senhor como o senhor Querido não peceberam nada da mensagem que estava incluída na frase (tirada à desgarrada) de um muito maior discurso.
Felizmente alguns comentadores já colocaram o assunto na sua devida proporção.
E acresce que alguns cavalheiros do PS ou apartidários têm-se posicionado cada vez mais para, a partir de 2009 ocuparem um lugarsito de destaque diferente e melhor renumerado do que a actual profissão (se a têm) lhes proporciona. Sem capacidades evolutivas, contentam-se com mais umas migalhas.
Depois, há a vaidade pessoal: para passarem a ser reconhecidos doutro modo no prédio, olhados na rua, protagonistas na pastelaria e no restaurante, detectados nas tv’s(de preferência atrás das personalidades, também serve), e mais, e mais.
A seguir, completa-se, de novo e com mais protagonistas, o círculo vicioso: o favor, a cunha, a corruptela, a corrupção, o tráfico.
Nesta centrifugação, encontram-se também muitos jornalistas.
Os jornalistas isentos sabem que quem se mete com o PS leva!Os patrões da Comunicação Social também.Nesta,em todos os orgãos,pululam os bufos e comissários politicos do PS muitos agindo com o mais total descaramento.Por detràs estão as agências de “comunicação” pagas directa ou indirectamente pelo Governo.E quem se porta mal ainda sofre represálias ao nivel dos contratos de publicidade.Não existe Liberdade de Imprensa,tal como não existe Liberdade de Expressão ou outras Liberdades em Portugal.Existe isso sim muita propaganda para esconder essa situação,sobretudo para que internacionalmente não seja visivel que Portugal vive debaixo de uma ditadura de facto.Hoje toda essa matilha está atiçada contea MFL.Porque Sócrates tem medo dela,não é licenciada pela Independente pois não?Tudo isto é óbvio,só não vê quem não quer.O pior cego….Mas onde há ditadura há sempre também felizmente Homens que se erguem resistindo.
o ps não se queixa
controla a comunicação social
desta ditadura nacional-socialista
GostarGostar
“Se José Sócrates estiver rodeado por um mar de massa cinzenta empenhado, novo, fresco, tirar Portugal da merda afigura-se-me possível. Entendo que o actual PS sozinho terá muitas dificuldades em fazê-lo: é como um núcleo de matéria não expandida, falta-lhe massa. A massa somos todos nós, todos os que têm algo para dar e não se revêem na direita, no que a direita tem feito ou apenas, como é o meu caso, acham que é tempo de a direita levar um cartão vermelho por péssimo comportamento e anti-jogo e ficar de fora nos próximos dois jogos.
Podemos e devemos melhorar a política, podemos e devemos devolver-lhe a dignidade perdida na última década graças mais aos desertores do que aos deserdados.”-Paulo Querido
GostarGostar
Sobre este preocupante assunto, vale a pena ler a crónica «À desgarrada», da autoria de Nuno Brederode Santos, publicada hoje no DN e no seu blogue – ver [aqui]
GostarGostar
Conviria ler melhor o texto de Paulo Querido antes de se precipitarem nos comentários…
GostarGostar
E ela está certa, se a comunicas seca tudo à volta, como a hidra xuxa, na expressão baldaia, referida aos eucaliptos.
GostarGostar
Por partes, três por ora:
1 — Praticamente todos os órgãos de comunicação social (do semanário local ao diário de referência) editam as notícias que querem, e dão-lhe o destaque que entendem merecer, por motivos óbvios, inclusivé por tendências ou subserviências político-partidárias, mas também por compromissos com agências de comunicação. Estou errado ? — creio que não !
2 — …Depois, há o banditismo de muitos, mesmo muitos jornalistas, que noticiam o que, e como querem, conforme amizades, conluios, pedidos, e até interesses pessoais ou colaterais… Acertei ? — creio que sim !
3 — No caso do PPD-PSD, é manifesto que MFLeite não consegue cativar; falta-lhe feeling comunicacional; carece duma boa agência e está “controlada” pelo poder de alguns media.
GostarGostar
Adenda a 3:
Com alguns recentes disparates a prejudicarem-lhe “o discurso”.
GostarGostar
Tanto o senhor como o senhor Querido não peceberam nada da mensagem que estava incluída na frase (tirada à desgarrada) de um muito maior discurso.
Felizmente alguns comentadores já colocaram o assunto na sua devida proporção.
GostarGostar
E acresce que alguns cavalheiros do PS ou apartidários têm-se posicionado cada vez mais para, a partir de 2009 ocuparem um lugarsito de destaque diferente e melhor renumerado do que a actual profissão (se a têm) lhes proporciona. Sem capacidades evolutivas, contentam-se com mais umas migalhas.
Depois, há a vaidade pessoal: para passarem a ser reconhecidos doutro modo no prédio, olhados na rua, protagonistas na pastelaria e no restaurante, detectados nas tv’s(de preferência atrás das personalidades, também serve), e mais, e mais.
A seguir, completa-se, de novo e com mais protagonistas, o círculo vicioso: o favor, a cunha, a corruptela, a corrupção, o tráfico.
Nesta centrifugação, encontram-se também muitos jornalistas.
GostarGostar
Os jornalistas isentos sabem que quem se mete com o PS leva!Os patrões da Comunicação Social também.Nesta,em todos os orgãos,pululam os bufos e comissários politicos do PS muitos agindo com o mais total descaramento.Por detràs estão as agências de “comunicação” pagas directa ou indirectamente pelo Governo.E quem se porta mal ainda sofre represálias ao nivel dos contratos de publicidade.Não existe Liberdade de Imprensa,tal como não existe Liberdade de Expressão ou outras Liberdades em Portugal.Existe isso sim muita propaganda para esconder essa situação,sobretudo para que internacionalmente não seja visivel que Portugal vive debaixo de uma ditadura de facto.Hoje toda essa matilha está atiçada contea MFL.Porque Sócrates tem medo dela,não é licenciada pela Independente pois não?Tudo isto é óbvio,só não vê quem não quer.O pior cego….Mas onde há ditadura há sempre também felizmente Homens que se erguem resistindo.
GostarGostar
O meu primo diz que não mas é bem verdade, olen, verdadinha. Por baixo do avental está a faca. Em 2009 há contas a fazer.
GostarGostar