Uma vergonha do poder autárquico ao serviço do Menino de Ouro e da causa nossa, cópia fiel daquilo que se fazia no tempo da outra senhora e que o PS tanto se orgulha de ter combatido.
O que eu acho estranho é que não haja nem uma cabecinha daquelas a defender um modelo de escola privado, no qual o Estado interviesse através da atribição de ‘vouchers’. Nem uma. O corolário de muitas opiniões seria esse. Mas ninguém se atreve. Porquê?
Estamos de regresso, pela mão do PS, a um tempo de vergonha e de arbítrio que se julgava definitivamente afastado.
Ou o País acorda e corre com os sócrates e marias de lourdes que o sufocam ou estamos perdidos.
Ora façam o favor de ler a notícia do “Sol” (que também está neste momento no “Sapo”) sobre os tais computadores entregues às crianças (usadas como propaganda!….) e logo a seguir retirados….
A justificação da tal não sei quê Moreira, “comissária” de M-Lurdes Rodrigues e de Sócrates, é das maiores cretinices e pulhices que se possa ler !
(Vão brincar com os seus familiares, gentinha !).
País tristonho, entediante, corrompido. Sem futuro promissor.
E governado por MENTIROSOS E INCOMPETENTES !
…E o povo-NADA tem muita culpa nisso ! Tudo permite, ou prefere ignorar quem lhes tolhe a vidinha já em si dofícil e lhes barra o futuro — prefere telenovelas, futeboladas, “danças comigo”, “famosos, etc,etc.
O sítio vai piorar em todas as áreas de actividade, menos os patifes que vivem à custa do Estado e os vígaros de colarinho branco.
A iliteracia, Mr. Sátiro,
é um dos piores entraves ao desenvolvimento deste país.
Iliteracia nos lugares, nas aldeias, nas vilas, nas cidades, em Lisboa-capital do país também !
(claro que os sucessivos governos agradecem e promovem a anestesia).
2009 é um ano decisivo, muito mais decisivo do que as pessoas podem imaginar, para o futuro do país.
Os “galhos” não vão chegar para tantos “macacos” !… E o “fartar vilanagem” vai não só acentuar-se a partir de 2009, como trucidar –repito, trucidar !– quem se lhe opuser. Se em desespero, nem hesitam….
O MRJB está inspirado hoje. Os meus aplausos para a sua “raiva” controlada e lúcida com os podres que minam este nosso cada vez menos belo país à beira-mar plantado. E ainda enchem o povinho com Magalhães e banda larga, TGVs e PINs, típico de tecnocratas iludidos com a tecnologia (o que interessa é o que se faz com ela, e alguém tem discutido isso ultimamente?).
Estamos realmente a preparar os nossos jovens para um futuro que se vislumbra difícil e exigente? Estarão eles prontos a dar o seu melhor, para benefício de toda a sociedade? Ou aquele rapaz que na manifestação de “alunos” exigia menos aulas de substituição porque era jovem e precisava de faltar quando lhe apetecesse, é um retrato fiel dos resultados que o eduquês tem obrigatoriamente de produzir?
Eu por mim, a cada dia que passa, perco mais a esperança neste país. E a crise ainda mal chegou às nossas portas…Vai ser um fartar-vilanagem realmente, e em nome do sacro-santo “Estado”, que tudo decide, tudo ordena e tudo cobra (com juros se necessário!).
Caro Alexis, em 6. está enganado. A escola existe para servir a comunidade. Claro que num país como Portugal, isso é um conceito um pouco vago, tal como sociedade civil, participação cívica, democracia, justiça, etc…
Deve ser daqueles que considera a escola um depósito para crianças, que são lá colocadas aos 6 para saírem aos 18…No entretanto os professores que se amanhem com eles certo?
Do primeiro texto publicado no Abrupto me ressalta a frase:
“a avaliação é uma falsa questão”
Sintomático diria eu, que para se chegar ao estado actual bem descrito, de medo, de desinteresse, de desmotivação, de falta de qualidade, tenha sido “apenas”…… uma “falsa questão” que veio pôr a nu tanta coisa.
São vinte e tal anos de questões (pelo menos desde as primeiras reformas)que uma “falsa questão” veio despoletar.
Ser professor em Portugal sempre significou ter um emprego em part-time pago em full-time. Por isso o ambiente era tão bom nas salas de professores, ninguém fazia nenhum, andava tudo contente. Davam as suas aulitas, poucas, e punham-se na alheta, para o outro part-time (explicações, etc.). Conheço tantos…
Não haverá maneira de processar judicialmente um cacique avariador de qualquer câmara que disponha discricionariamente de bens públicos? Tanto advogado sem ter que fazer… É inaceitável que um pascácio qualquer, seja presidente de câmara, governador civil ou presidente de conselho executivo, possa dispor demagogicamente do éter, autorizando qualquer paspalho a fazer barulho na rua ou na escola com os poderosos meios de amplificação de ruído que hoje para nosso mal existem, e que o mesmo pascácio socretino impeça a apresentação pública de um livro que não incomoda ninguém a não ser o seu patrãozinho. Filhos da puta.
Grato.
Mas, creia, eu teria preferido enaltecer o regime, o governo e a sociedade portuguesa em geral. Estaria tudo e todos razoavelmente bem !
Não posso “calar-me” com tanta miséria que encontro e prevejo: económica, social, cultural, em todos os estratos da sociedade.
Miséria à qual governantes, CEO’s, administradores & que tais são indiferentes…
Uma vergonha do poder autárquico ao serviço do Menino de Ouro e da causa nossa, cópia fiel daquilo que se fazia no tempo da outra senhora e que o PS tanto se orgulha de ter combatido.
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O que eu acho estranho é que não haja nem uma cabecinha daquelas a defender um modelo de escola privado, no qual o Estado interviesse através da atribição de ‘vouchers’. Nem uma. O corolário de muitas opiniões seria esse. Mas ninguém se atreve. Porquê?
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Estamos de regresso, pela mão do PS, a um tempo de vergonha e de arbítrio que se julgava definitivamente afastado.
Ou o País acorda e corre com os sócrates e marias de lourdes que o sufocam ou estamos perdidos.
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Sem comentários.
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Ora façam o favor de ler a notícia do “Sol” (que também está neste momento no “Sapo”) sobre os tais computadores entregues às crianças (usadas como propaganda!….) e logo a seguir retirados….
A justificação da tal não sei quê Moreira, “comissária” de M-Lurdes Rodrigues e de Sócrates, é das maiores cretinices e pulhices que se possa ler !
(Vão brincar com os seus familiares, gentinha !).
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A escola está ao serviço dos alunos, só.
Não é local de lançamento de livros.
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Triste país…
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Isto é uma vergonha. Cada vez tenho mais vontade de fugir deste país.
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Minerva,
Conselho de amigo: se puder, se tiver condições para sair o mais depressa possível, faça-o !
O sítio vai piorar, e muito ! — com o “patrocínio” do PS.
Bom trabalho, óptimo acolhimento, e venha cá 1 vez/ano para ver familiares e comer um cozido à portuguesa.
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Mr. Luís Pedro Machado,
País tristonho, entediante, corrompido. Sem futuro promissor.
E governado por MENTIROSOS E INCOMPETENTES !
…E o povo-NADA tem muita culpa nisso ! Tudo permite, ou prefere ignorar quem lhes tolhe a vidinha já em si dofícil e lhes barra o futuro — prefere telenovelas, futeboladas, “danças comigo”, “famosos, etc,etc.
O sítio vai piorar em todas as áreas de actividade, menos os patifes que vivem à custa do Estado e os vígaros de colarinho branco.
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5-MJRB aplauso; de acordo.
Então a ileteracia não tem raízes?
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A iliteracia, Mr. Sátiro,
é um dos piores entraves ao desenvolvimento deste país.
Iliteracia nos lugares, nas aldeias, nas vilas, nas cidades, em Lisboa-capital do país também !
(claro que os sucessivos governos agradecem e promovem a anestesia).
2009 é um ano decisivo, muito mais decisivo do que as pessoas podem imaginar, para o futuro do país.
Os “galhos” não vão chegar para tantos “macacos” !… E o “fartar vilanagem” vai não só acentuar-se a partir de 2009, como trucidar –repito, trucidar !– quem se lhe opuser. Se em desespero, nem hesitam….
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O MRJB está inspirado hoje. Os meus aplausos para a sua “raiva” controlada e lúcida com os podres que minam este nosso cada vez menos belo país à beira-mar plantado. E ainda enchem o povinho com Magalhães e banda larga, TGVs e PINs, típico de tecnocratas iludidos com a tecnologia (o que interessa é o que se faz com ela, e alguém tem discutido isso ultimamente?).
Estamos realmente a preparar os nossos jovens para um futuro que se vislumbra difícil e exigente? Estarão eles prontos a dar o seu melhor, para benefício de toda a sociedade? Ou aquele rapaz que na manifestação de “alunos” exigia menos aulas de substituição porque era jovem e precisava de faltar quando lhe apetecesse, é um retrato fiel dos resultados que o eduquês tem obrigatoriamente de produzir?
Eu por mim, a cada dia que passa, perco mais a esperança neste país. E a crise ainda mal chegou às nossas portas…Vai ser um fartar-vilanagem realmente, e em nome do sacro-santo “Estado”, que tudo decide, tudo ordena e tudo cobra (com juros se necessário!).
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socialismo sem rosto humano
só opressão-repressão
e agit-prop
o pm virtual deixou o pcp tomar conta da rua
PQP
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Caro Alexis, em 6. está enganado. A escola existe para servir a comunidade. Claro que num país como Portugal, isso é um conceito um pouco vago, tal como sociedade civil, participação cívica, democracia, justiça, etc…
Deve ser daqueles que considera a escola um depósito para crianças, que são lá colocadas aos 6 para saírem aos 18…No entretanto os professores que se amanhem com eles certo?
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Alexis Diz:
17 Novembro, 2008 às 11:05 pm
A escola está ao serviço dos alunos, só.
Não é local de lançamento de livros.
Então e a biblioteca municipal está ao serviço de quem?
Ou é só para os que não dizem mal do partido do sr. Fernando Rocha?
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“A escola está ao serviço dos alunos, só.
Não é local de lançamento de livros.”
Num sitio onde se lançam ovos, não será possível fazer o lançamento de livros, também?
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“O sítio vai piorar, e muito ! — com o “patrocínio” do PS.”
Já está e o presidente da república não sabe.
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É uma indecência não se poder fazer política nas escolas 😉
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Haja memória.E votar com memória menos curta.
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Do primeiro texto publicado no Abrupto me ressalta a frase:
“a avaliação é uma falsa questão”
Sintomático diria eu, que para se chegar ao estado actual bem descrito, de medo, de desinteresse, de desmotivação, de falta de qualidade, tenha sido “apenas”…… uma “falsa questão” que veio pôr a nu tanta coisa.
São vinte e tal anos de questões (pelo menos desde as primeiras reformas)que uma “falsa questão” veio despoletar.
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Ser professor em Portugal sempre significou ter um emprego em part-time pago em full-time. Por isso o ambiente era tão bom nas salas de professores, ninguém fazia nenhum, andava tudo contente. Davam as suas aulitas, poucas, e punham-se na alheta, para o outro part-time (explicações, etc.). Conheço tantos…
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Motivações claramente políticas, tanto da parte da CM de Matosinhos, como da CM do Porto. Os restantes organismos falam por si.
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Não haverá maneira de processar judicialmente um cacique avariador de qualquer câmara que disponha discricionariamente de bens públicos? Tanto advogado sem ter que fazer… É inaceitável que um pascácio qualquer, seja presidente de câmara, governador civil ou presidente de conselho executivo, possa dispor demagogicamente do éter, autorizando qualquer paspalho a fazer barulho na rua ou na escola com os poderosos meios de amplificação de ruído que hoje para nosso mal existem, e que o mesmo pascácio socretino impeça a apresentação pública de um livro que não incomoda ninguém a não ser o seu patrãozinho. Filhos da puta.
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Rxc,
Grato.
Mas, creia, eu teria preferido enaltecer o regime, o governo e a sociedade portuguesa em geral. Estaria tudo e todos razoavelmente bem !
Não posso “calar-me” com tanta miséria que encontro e prevejo: económica, social, cultural, em todos os estratos da sociedade.
Miséria à qual governantes, CEO’s, administradores & que tais são indiferentes…
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Muito bom! 😀
9
Os emigrantes não costumam votar PS. Será que é por quererem voltar? 🙂
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