Tarde e a más horas
“Ministério da Educação admite alterar sistema de avaliação dos professores“, diz a notícia.
Politicamente já é tarde. Principalmente quando se fez da teima um estilo distintivo. Este é um dos principais problemas de Maria de Lurdes Rodrigues – a máscara colou-se-lhe à cara e não a vai conseguir tirar facilmente.
Todo o recuo, qualquer cedência, serão sempre vistas como uma grande vitória dos sindicatos e uma estrondosa derrota do Governo. Mas quem, desde o primeiro momento, colocou a questão nestes termos foi o próprio Governo.
Depois de uma contestação cuja dimensão social não teve paralelo desde o fim do PREC, [ALTERADO] o eventual recuo da (ainda) ministra sem retirar daí as devidas consequências políticas para si mesma [FIM DA ALTERAÇÃO] parece-me ser de um desplante notável. E, pior, politicamente inconsequente – porque uma atitude que há 1 ou 2 meses teria sido tacticamente inteligente, agora, depois de tudo o que foi dito e feito, parece ser o último e desastrado remédio de quem já só tenta salvar o seu lugar ministerial.

“…Senhor,agora é tarde…”
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A falta de sensibilidade que a maioria absoluta tem permitido, está a virar-se, mais uma vez, contra o governo (a outra, foi com Correia de Campos). Acreditaram que a população os apoiava. No entanto, para além dos fanáticos do “clube”, a radicalização do processo fez com que muitos pais quisessem saber, a sério, o que estava em causa. Foram às escolas, falaram com professores, pediram cópias da legislação e tiraram conclusões. Fácilmente perceberam que, afinal de contas, não eram “tretas” de sindicatos. A partir daí, a “opinião pública” começou a virar-se contra os que a tentaram manipular.
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«Precisamos de ter a noção de que as escolas têm dificuldades no seu trabalho e a minha disponibilidade é para ouvir e apoiar as escolas e os professores para fazer a avaliação», disse a ministra da Educação ao início da tarde, antes de entrar na reunião do Conselho de Escolas.
«É isso que tenho estado a fazer ao longo destas duas semanas e que vou continuar a fazer no início desta semana. Em primeiro lugar, vou ouvir os conselhos executivos e professores e todas as instituições com responsabilidade na área da Educação para poder decidir no sentido de apoiar as escolas», acrescentou.
Então mas até ontem ou anteontem(ou no Sábado,entrevista ao Expresso) não estava tudo bem,não havia alternativas,era esta avaliação o muerte!!,os profs e alunos eram uma cambada de manipulados,toda a gente tinha sido ouvida neste processo e não havia retrocessos,agora é assim?? A frio ?? O MFerrer já sabe ?? E o Jerónimo ?? E os outros devotos ?? Que ingratidão…
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Na verdade é muita chato ter de dar a mão à palmatória
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“A ministra da Educação assinou hoje um despacho, que entra em vigor segunda-feira, que «clarifica de uma vez por todas» o regime de faltas e desobriga os alunos com faltas justificadas à realização de um exame suplementar…”;
Perante isto só posso dizer que a ministra, além de ser incompetente, tem uma forte “pancada”.
Parece o general do Hussein, que relatava vitórias das suas tropas enquanto os americanos entravam em Bagdad.
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A ministra não disse que “o processo de avaliação dos professores estava a correr mal em todas as escolas”
Para que é que CAA coloca essa frase entre parentesis como se fosse frase da ministra quando essa frase é de João Dias da Silva, da FNE. CAA também sofre de iletracia? Como é possível andarem sempre a deturpar tudo! É tudo tolinho da carola.
Mas é evidente que não está a correr bem. Estão todos contra e a bater o pé, porque não querem.
Não consigo entender qual a necessidade de inventar frases à ministra para ficarem escritas em blogues, para aparecerem no google e para serem difundidas como se fosse verdade.
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Desplante notável é conceber a política como um inane braço-de-ferro, ou cena de pugilato, especialmente nesta tão difícil questão que convoca os mais batidos estrategos e operacionais da Inter, do PC e do BE para o terreno. É uma santa ingenuidade essa de preferir atacar a Ministra, ou, então, será imbecilidade sem remissão. Infelizmente, a direita não prendeu nada com Freitas do Amaral, por isso dá o triste espectáculo de alinhar com os que boicotam as reformas.
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“…Estão todos contra e a bater o pé, porque não querem.” – Anónimo 6.
Genial,como dizia o outro “…meu General fiz um prisioneiro!! Onde é que ele está?? Não quis vir !! Feitios não é ?? ” Que teimosos estes profs. !!
Depois fechem a porta…
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O “Comercial do Ano” tem estado muito ocupado! A seguir será que vai inaugurar a mercearia do primo?
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Pois é pena que vc transmita notícias falsas e distorcidas pela sua vesga pontaria:
A notícia da TSF é para enganar tontos:
Mas se ficam mais satisfeitos com a fantasia do que com a realidade, faz favor.
Se querem ver o que diz o Est. do Aluno e o que a Ministra hoje colocou no seu Despacho, façam o favor:
http://homem-ao-mar.blogspot.com
Está lá a realidade, os factos.
As notícias da campnha em curso podem continuar a lê-las na inocente TSF ou no Público.
Sirvam-se à vontade!
MFerrer
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@ votoembranco – não vote em branco porque alguém lhe pode por uma cruzinha no boletim. Vote nulo se não quiser votar em alguém.
Perder tempo com discussão inutil e acessória. Com a avaliação ou sem avaliação nada disto muda a Escola e o péssimo serviço que presta para o dinheiro gasto.
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Parece haver uma falta clamorosa de pragmatismo do Governo que adora surgir como “bota-abaixo”.
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Talvez confundido sobre o que é força, convicção, determinção, governar, poder, transmitir confiança, que dão sempre mau resultados práticos, politicos e eleitorais.
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Vazio de Pragmatismo, explicação deficiente e segurança discursiva em práticamente todas as àreas
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A Oposição à sua Direita pouco retira disto porque se apresentou ao País ausente de alternativas globais e vitalidade ao lado dos eleitores posicionado-se aos olhos do País como mera apoiante, pela ausência-silêncio-ou acabar por se calar, de todas as práticas politicas governamentais, melhores ou piores.
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Vazio politico na Democracia que transfere as proximas eleições a um exercicio de contagem de votos entre a Esquerda e uma convicta e altissima abstenção que não se retrata em nenhuma Liderança e Prática Partidária do espectro politico apresentado pelos Meios de Comunicação Social.
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É bom para a Esquerda mas do pior para a Democracia que surge imatura.
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É só uma opinião.
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É de mim ou a mensagem do anonimo 12 parece traduzida automaticamente. As frases nem fazem sentido… isto é cada um!
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# 11, tem toda a razão.
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Se não se retrata ou não tem confiança em nenhum dos Lideres ou Partidos que se apresentam ao eleitorado, tem duas opções seguras:
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se quer ir para a bicha, vote NULO (ou com uma cruzinha em todos, ou uma grande cruz sobre todo o boletim, ou simplesmente escrevendo em letra gorda “NULO”
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se não quere correr nenhum risco de falsificarem o seu voto pura e simplesmente não vote, ABSTENÇÃO.
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Se gosta dalgum dos Lideres ou dos Partidos e tem confiança absoluta que o representarão lealmente a governar o País como prometeu para ganhar votos, então não hesite vote nele.
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lucklucky,
Quem está contra o sistema vote nulo nunca branco. Precisamente. Pode aparecer sempre uma pequena caneta entre os dedos.
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Aposto que muito em breve vai surgir a versão «simplex» do tal modelo de avaliação que a D. Lurdes defende com tanto afinco como sendo o melhor do mundo. Ela própria o anunciou na entrevista ao Expresso.
O Preâmbulo dessa versão começará logo por sugerir que foram a escolas que interpretaram mal e operacionalizaram ainda pior.
No restante, ela fará o que for necessário para fingir que a sua Dama de Avaliação ainda vale o seu peso em ouro. No final a esmagadora maioria dos docentes irá ter Bom (o necessário para progredir) e ela ainda dirá que se provou que o sistema melhorou, já que no anterior modelo todos se ficavam apenas pelo Satisfaz.
Quanto ao sistema de ensino propriamente dito, continuará a afundar-se, as usually!
E a isto a sua equipa chama “A segunda revolução” (Cf. http://ocanhoto.blogspot.com/2008/11/segunda-revoluo.html), sendo a primeira o 25 de Abril, entenda-se.
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O anónimo nº 6 tem razão. Por lapso e leitura apressada (só isso) coloquei a frase de Dias da Silva como se fosse da autoria de Maria de Lurdes Rodrigues. Já corrigi.
Peço desculpa pelo meu engano.
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A desmontagem perfeita relativamente à “clarificação” do Estatuto do Aluno
“O Governo emitiu ontem um despacho para “clarificar” o Estatuto do Aluno. Clarificar é um eufemismo. O despacho altera materialmente o disposto na lei e cede às pretensões dos estudantes e oposição, pondo um ponto final no exame com carácter reprovatório para os alunos com faltas justificadas. Para salvar o que resta da face de um ministério moribundo, o secretário de Estado responde que a confusão teve origem nas escolas. Os regulamentos “não eram claros sobre essa questão”, diz Valter Lemos. Mesmo a desonestidade intelectual tem limites. O Estatuto do Aluno é bem claro e permitia, até hoje, a reprovação dos alunos com faltas justificadas.
É só comparar o que diz o despacho com o Estatuto do Aluno.
Ponto 5 do despacho do ME: “Da prova de recuperação realizada na sequência das três semanas de faltas justificadas não pode decorrer a retenção, exclusão ou qualquer outra penalização para o aluno, apenas medidas de apoio ao estudo e à recuperação das aprendizagens, sem prejuízo da restante avaliação”.
Artigo 22.ª, 2, do Estatuto do Aluno: “Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino (…) deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.
Artigo 22.ª, 3, do Estatuto do Aluno: “Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaidade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova”.
O Ministério da Educação tem razão num ponto. O despacho é clarificador. Sobre a incompetência legislativa da sua equipa e sobre o peso político que lhe resta. Mais leve que um ovo”.
Pedro Sales
http://arrastao.org
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MFerrer @10, creio que é você quem quer ver a sua realidade. Como sublinhou até no seu blog, no estatuto do aluno está preto no branco “independentemente da
natureza das faltas”. Tratamento igual para faltas justificadas e injustificadas. O despacho começa logo por definir a excepção e, a partir daí, cria um cenário distinto para as faltas por doença. Acresce que os considerandos do despacho são um verdadeiro descartar responsabilidades.
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11 -lucklucky
As leituras que se fazem acerca do valor e significado dos votos nulos e brancos é a mais diversa, e o sistema eleitoral português não os distingue – votar nulo ou branco é igual ao litro.
Aparentemente só a abstenção é que conta para se tirarem ilações políticas.
No entanto penso que o voto em branco tem um significado mais claro (ou não seja “em branco”).
Algo do género: “são todos vinho da mesma pipa por isso não voto em nenhum”.
O voto nulo pode ser confundido com um voto que foi anulado porque o eleitor se enganou ao preencher o boletim.
No entanto estou a ponderar em não por os pés na sala de voto, apesar de não gostar muito da ideia, porque não gosto de abdicar dos meus direitos enquanto cidadão.
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Acabo de ouvir a Ministra a dizer, com ar sério (!!!!) que: “sim, senhora há problemas no processo de avaliação e estamos dispostos a simplificar. A ajudar as escolas a simplificar.” Como???!!! Como se as escolas fossem responsáveis pelo modelo!!! Ela já está a tentar virar “o bico ao prego”, dizendo que, afinal há problemas, mas que ela está aqui para ajudar!
Quanto ao estatuto do aluno… sem mais detalhes apenas uma palavra: Mentira. Pura mentira! Esta equipa está a alterar a lei (que eles mesmos forçaram), por despacho! Num domingo! E a dizer que: “são escolas que interpretaram mal a lei” (!!!!) e que ela “despachou” para esclarecer as escolas. Isto é muito grave, é mentira e falta de respeito pelos cidadãos. E não vai dar bom resultado.
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«“Ministério da Educação admite alterar sistema de avaliação dos professores“, diz a notícia.
Politicamente já é tarde.»
CAA, leia o ponto 5 do memorando. O Ministério já admitiu, clara e expressamente, proceder a alterações ao regime.
Grande parte do problema tem a ver com o ‘marketing’ político. Vender o peixe… e houve peixe bom (ou não tão mau como o apontavam), que foi muito mal vendido. Este é só mais um exemplo.
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«Como se as escolas fossem responsáveis pelo modelo!!! Ela já está a tentar virar “o bico ao prego”, dizendo que, afinal há problemas, mas que ela está aqui para ajudar!»
Aparentemente, uma (boa) parte da papelada de que os professores se queixam, foi determinada pelas próprias escolas.
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Espere sentado, porque a ministra não muda. Afinal, o processo está a decorrer em todas as escolas e só muito poucas apresentam dúvidas na aplicação do modelo, que serão rapidamente esclarecidas.
Quanto ao despacho, ele não serve para desfazer engano nenhum. O despacho altera uma lei da AR, como tal é anulavel, não tem valor jurídico. Poderia regulamentar, mas nunca contrariar. É este o governo da trapaça que temos.
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@ votoembranco
O meu único problema com certamente percebeu é a possibilidade de fraude.
Quanto ás leituras políticas um aumento dos nulos certamente seria notado. Mas tem razão que a abstenção devido ao seu número torna-se por isso a que chama mais á atenção.
Deveria haver uma mudança na Constituição em que os brancos e nulos seriam lugares vazios na Assembleia.
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#18-
Não é por nada, mas aqui a “je” e mais o Levy e o Jorge já tinham dito isso mesmo no outro post do Gabriel.
Desta vez foi o CAA que salvou a honra do convento.
E foi por pouco, porque a pancada à four yorkshire man, ia fazendo com que os liberais ainda apoiassem anormalidades e trafulhices destas, vindas do Governo.
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neste postalzinho que é ai que toda esta treta tem vindo a ser comentada desde sexta-feira.
Os valentes dos críticos das famigeradas corporações de calões, deram à sola. Tirando o avatar a berlindo do MFerrer nem piaram- desde que se topou a aldrabice do Valter Lemos.
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tirar a vírgula entre sujeito e predicado e mais umas gralhas mas “a coisa” é essa.
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Bom,
Mas sabe JLS (#23) que são as escolas responsáveis pela papelada? Ou só sabe apenas “aparentemente”…
Conhece a papelada? Na versão actual?
Para não falar na desadequação e despropósito!
Sabe que fui avaliado por este modelo (na sua versão simplex-versão2007/2008) e as dezenas de tabelas não se aplicavam às actividades que decorriam na escola! E todas elas tinham o cabeçalho do Ministério da Educação! Será que alguém na escola fez montagens?
Luís Vilela.
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Jorge:
Com o MFerrer e o Valupi há que dar um desconto- eles bem que militam e se esforçam por vender a propaganda governamental. E até o devem fazer em horas extraordinárias- há que ser compreensivo.
No caso do bacano do Valupi (e é um bacano noutros aspectos) ainda lhe junta um bruto trauma por ter passado por salas de profs e isso também merece um desconto.
Agora a aldrabice governamental em nome do interesse da Pátria é que não.
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Por salas de profs na Moita- tadinho, desgraçado- há-de levar o trauma para a cova…
“:O?
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«Mas sabe JLS (#23) que são as escolas responsáveis pela papelada? Ou só sabe apenas “aparentemente”…
Conhece a papelada? Na versão actual?
Para não falar na desadequação e despropósito!»
Meu caro, sei que, na lei, a burocracia é semelhante à do regime geral da função pública. Como já desde a altura em que só existia a lei, já bradavam que era burocracia a mais. Tudo o que vier depois disso, na perspectiva do professor, é irrelevante. Se já era demais, vai continuar a ser demais.
Mas sim, digo “aparentemente”, porque são aspectos que não estão na lei. Só por isso. Dizem os (alguns) professores que parte dessa papelada é da responsabilidade das próprias escolas.
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«Para que é que CAA coloca essa frase entre parentesis como se fosse frase da ministra quando essa frase é de João Dias da Silva, da FNE. CAA também sofre de iletracia? Como é possível andarem sempre a deturpar tudo! É tudo tolinho da carola.
Mas é evidente que não está a correr bem. Estão todos contra e a bater o pé, porque não querem.»
Muito pior que isso, aparentemente os sindicatos querem agir contra as escolas – e contra os professores – que estão a desenvolver, “normalmente”, os procedimentos de avaliação: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350320 (4º parágrafo).
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Bastou levar com uns ovos no carro, atirados por aluno, que foi logo a correr fazer um despacho a alterar o absurdo Estatuto do Aluno.
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# 20,
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um voto é um “cheque” (desde que não seja fraudulento, careca claro). Boa fé, não traição, entre duas as partes. Quando passarem “cheques em branco” digam-me que eu vou lá estender a mão à procura do “meu”.
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“Quando concorrer em eleições deem-me votos em branco, votoembranco, que eu acabo dos preencher (claro nunca a favor dos outros)”.
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Tenha juizo e saia da “carteira de escola”, venha para a rua, para a vida. Deixe-se de tretas que só lhe ficam mal.
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Ou NULO riscado duma ponta á outra, ou ABSTENÇÃO. Já percebeu porquê ?
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Votar não é uma paródia ou um mostr que “também lá estive”. Se votar mal é co-responsàvel nos prejuizos que ocasionou ao País. Ou desculpa-se perante os outros ? Entendeu ?
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A Ministra está numa de alquimia: sonha transformar esterco em ouro. O Governo e demais não sei, parecem entretidos com umas tentativas experimentais de “bruxarias” escondidos numa “encruzilhada qualquer”.
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A situação da governação da Educação já ultrapassou todos os limites da RAZÃO e da REALIDADE colocado-se no INDISCUTIVEL, assim uma espécie de coisa a piscar absurdos de imaturidade politica.
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Mas não se piquem. Abram os olhos.
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Há cerca de 2 anos a ministra criou um Conselho de Escolas como órgão de consulta com as escolas. O mesmo é composto por presidentes executivos das escolas eleitos pelos outros presidentes. Era o seu grande aparelho de legitimação para se pôr a cobro dos sindicatos. Esse mesmo conselho votou há 3 horas a suspensão da avaliação. A D. Lurdes parece mesmo o célebre ministro da propaganda de Saddam Hussein aquando da chegada dos tanques americanos a Bagdad. É triste…
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Apenas “ironia”. Uma “historia” duma parte das elites que se propuseram inspir civicamente os Portugueses em versão sonora popular:
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“-Qué q’achas desta coisa da Educação ?
Outra barrascada duns e doutros.
-Pá, vais meter o “papel de rebuçado” nas eleições ?
Inda no sei se me meto na bicha só p’a disfarçar pós gajos pensarem que eu sô dos deles, ou se não meto os butes.
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É pá e depois como é ?
Os gajos querem o deles i eu quero o meu. Venham cá a treta dos impostos pá sacarem o deles que eu mandus fornicarem-se (não reproduzo o termo certo para não ferir gente auditivamente mais sensivel)
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É pá i se t’apanham ou ficas desempregado ?
vô pó gamanço como eles
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Ganda pinta, diz o interrogador, é memo isso”
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Ficção intelectual de quem não anda de metro e gasta solas na calçada. Mas lá que é a voz do Povo a falar na rua, não é mentira.
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Uma posição de Pais (bem diferente da CONFAP) que pede a vossa atenção, assinatura e publicitação.
Ver em http://www.petitiononline.com/minedupt/petition.html
Obg
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Um governo sem autoridade como este, torna-se AUTORITÁRIO! O Salazar já caiu da cadeira há muito tempo… Este Sócrates cairá do (des)governo em 2009!
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Estamos perante mais um caso de insanidade mental. Grassa uma epidemia de mentiras torpes com base na intervenção de um ditador de meia tigela. Mais dia menos dia cai da cadeira sem compreender como de uma maioria absoluta se estatela no vazio.
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O melhor do dia foi a ministra a explicar que as escolas não tinham percebido o “espírito da lei”. Portanto, a lei é a mesma, mas explicada.
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Pois, mas eu já tive 1 aula observada, já tenho a 2.ª marcada.
A avaliação ficará, mas alguns procedimentos serão banidos.
E é verdade que parte da complicação do modelo resulta de decisões das escolas.
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A historia irónoica de # 39 foi o resultado desta :
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“-Que acha desta coisa da Educação, ilustre colega ?
Ilustre, uma vertente complexa na dialectica sociológica com a financeira admitindo-se mesmo mutações genéticas nas camadas inferiores de Professores, Pais e Filhos. Quiçã relacionadas com o buraco de ozono pela demonstrativa influência magnética no microscosmos celulares. Um pouco o mistério dos cunhais de pedra nas piramides aztecas ou mesmo egipcias. Mas ilustre colega a solução está naquele livro “Pardais ao ninho” escrito pelo celebérrimo “Raiz Quadrada de três ao cubo” que estuda magnificamente o que já foi, o Passado. Ora quanto a Futuro nós sabemos qual é, só não conseguimos garantir que não falhe. A ciência ainda não foi capaz de resolver isso. Mas estamos certos.
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-E vai votar nas eleições em quem ?
Oh colega indiscutivelmente neles. É nossa obrigação civica votar sempre nos mesmos. A garantia do avanço civilizacional. O coleagae sabe que o resto é Povo, racaille. Gente simples de brandos costumes, muito compreensiva nos grandes desafios que a Crise. E cá estamos nós para garantir o Bem consubstanciado pelos mais elevados padrões intelectuais e cientificos.
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-E depois das Eleições ?
Ilustre colega, naturalmente que todos os impactos politico-sociais da crise e dos mutantes genéticos Professores, Pais, Filhos, vugarmente conhecidos por Cidadãos e Eleitores, precisam de abundantes meios financeiros. Têm de ser pagos com dignidade para pormos em marcha os nossos grandiosos designios nacionais ao nivel de autênticos “faraós” embora com todas as cautelas e prudências porque não sabemos bem se algum dia funcionarão bem e enriquecerão o Povo.
Como sabe bem que nesta coisas nunca falhamos. Nunca somos incompetentes, incapazes. A culpa é sempre da falta de dinheiro.
Mas resolve-se. Recorda-se daquele livro “Voando sobre um ninho de cucos” em que “Função do XYZ de três nove e quatro” afirmava cientificamente, basta não lhe chamar Impostos para não espantar a caça, troca-se o nome, taxa-multa-contribuição-emolumento ou outra coisa qualquer que soe diferente. No fim os Euros vêm todos parar na mesma ao nosso saco.
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Diz o Ilutres interrogador do Ilustre Colega, brilhantissimo. Dum autêntico “vasco da gama a caminho das indias”. Do melhor para os Portugeses, é só passarmos a mensagem na Comunicação Social.
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Apenas ficção humorada.
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Mas afinal, neste tabuleiro da educação, quem movimenta as peças? Pelo que se perceba deste governo, alguém segreda os lances à ministra.
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O último lance da ministra dá uma certa vontade de rir. Há poucas horas surgiu online uma aplicação electrónica para os professores submeterem os seus objectivos pessoais num site do ME. Pouco lhes importa que o decreto da avaliação estipule que os dados da avaliação estão sujeitos a sigilo entre avaliadores e avaliado (artg. 49º). O importante é o braço de ferro.
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O CAA devia pôr o nome do autor da imagem. Assim n vale.
Claro que a ministra da educação, ex-professora do ensino primário, não quer deixar de ser ministra. Mas isso não será um “leit-motiv” demasiado visto e repetido em Portugal? Claro que esta ministra é um “case-study” nunca antes visto…
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A 13 sobre sobre # 12. Ele há cada uma, é só dizer “traduzido automáticamente” o que não percebeu e recebe clarificação, não “adjectivos” ou “pareceres” sobre si.
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