Mário Soares concorda com Ferreira Leite
19 Novembro, 2008
Mário Soares concorda com Ferreira Leite. Pelo menos foi isto que ele escreveu no artigo de ontem no DN:
Tenho-me sempre pronunciado no sentido de que não é possível, em democracia, fazer uma reforma do ensino contra a vontade generalizada dos professores, como fazer uma reforma da saúde contra os médicos e os enfermeiros ou uma reforma da justiça contra os magistrados.
(via 31 da Armada)
17 comentários
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Corporativismo gerontológico.
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Não concorda, não. A frase tem um duplo sentido. MFL tem uma grande vantagem sobre Mário Soares: já não acredita no Pai Natal. Julgar que se consegue reformar um sistema sem que os seus destinatários estrebuchem é de uma ingenuidade sem justificação. Já há mais de 60 anos é sabido que aquela tese, integrada na Escola de Relações Humanas, segundo a qual não existem diferenças entre os interesses das organizações e o interesse dos funcionários reflecte enorme superficialidade, para não se dizer que é uma grande treta
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Ya, que lá terá sido o que disse a Ferreira, mas o Alberto Sampaio ou lá que é, burro, pelos vistos, além de manhoso, como o dentolas dos Santos, quis arrevesar, ser mau, dar conta que a senhora não sabia o que dizia, e, qual mandatário momentâneo da interpretação da famelga de padrinhos no poder, truncou o que pode a dar a parecer que os bons, os padrinhos no poder, devem lá ficar eternamente, ainda que morram, mas nos seus filhos, netos e bisnetos, a explorar este povo nos bancos e nas empresas amigas dos governos do PS e do PSD. Assim mesmo à toa serve que baste a quem se visa e sabe que nos explora até mais não poder. Que este poder está paredes meias com o abuso das ditaduras, aqui e ali a tocar o ridículo palhaço circular.
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Rodapé nas notícias da TVI: “MFL admitiu que…” aquilo.
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Governar é Optar mas sem descriminar Cidadão, Eleitor, Empresa ou Instituição.
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Éste Modelo de Ensino tanto proibe a uns o direito de frequentarem as Escolas Privadas como a outros os mesmos 5.000€/ano/aluno que os das Publicas “recebem”.
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Não serve ninguém. Nem Pais, nem Filhos, nem Professores, nem o País. Descriminação total das Familias Portugesas, desigualdade e Injustiça perante a Lei, e resultados finais de “paródia”.
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-EDUCAÇÃO, “processo que visa o desenvolvimento harmónico do ser humano nos seus aspectos intelectual, moral, comportamental e físico para a sua melhor inserção na sociedade Portuguesa independentemente do meio familiar e social donde provém”,
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-ENSINO, “acto de ministrar conhecimentos de uma ciência, profissão, oficio ou arte para maximilizar o potencial pessoal do aluno de acordo com a sua vocação natural”.
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Apoio totalmente o Voucher “Cheque Educação”, liberdade de TODOS OS PAIS escolherem a escola dos filhos. A competição entre todas, Publicas e Privadas, pela livre escolha de cada Encarregado de Educação da que querem – ou de tirá-los de lá – sempre com o voucher “Cheque-Educação” sob a autoridade total dos Pais, encarregados de educação.
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Compreendo o receio de muitos Professores. Porém se confiam, como não duvido, na sua aptidão e qualidade para Ensinarem e Educarem (duas coisas diferentes,) a sua Escola teria em “Cheques-Educação” dos Pais de DOIS MILHÕES E QUINHENTOS MIL EUROS por cada 500 alunos e ano lectivo (500 alunos x 5.000€/ano lectivo/cada).
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Com toda a Gestão corrente e Condução sob a responsabilidade completa de cada Escola e do seu Quadro Docente. Com a vantagem competitiva das Escolas Publicas sobre as Privadas de já terem instalações. Equipamentos etc. AUTONOMIA E RESPONSABILIZAÇÃO DAS ESCOLAS.
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Este Modelo resolve práticamente tudo. E elimina o escandalo perdulário de UM QUARTO dos 5.000€ por cada aluno e ano lectivo pagos pelos Impostos de TODOS os Portugueses ser “consumido internamente” pelos chamados ‘Boys & Girls de todos os Partidos’ “nas direcções centrais e regionais, secretaria-geral, gabinetes da ministra e secretarias de estado e demais estruturas burocráticas do Dirigismo/Centralismo entre Ministério em Lisboa e cada Escola”.
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Para o Ministério sobraria a função Estado de definição universal, racios minimos e maximos, por exemplo alunos por turma, definição dos Programas e Conteudos, Disciplinas de cada ano lectivo, exame nacional anual para todos as anos lectivos e Escolas etc.
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e implementação das Escolas Publicas PROFISSIONAIS (um pouco na esteira das antigas Escolas Comerciais e Industriais) para fixar e absorver tudo o que anda disperso e instável por Cursos de Formação Profissional, Novas Oportunidades etc cujos resultados têm ficado muito aquém dos gigantescos gastos feitos.
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O objectivo final é preparar os jovens de acordo com as suas vocações e perfis naturais sem resultados de “paródia”. Para no inicio da vida adulta terem as “ferramentas” profissionais ou cientificas que lhe permitam ganhar a vida e a independência dos pais.
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Para ESTABILIZAR ESTE ANO LECTIVO é de bom senso a suspensão do modelo de avaliação aplicando a todos a Avaliação usada o ano passado para os Prof contratados,
para atalhar para NOVO MODELO QUE FIXE O SISTEMA DE EDUCAÇÃO e ENSINO no Basico, Secundário e Profissional para Escolas Publicas e Privadas que não podem estar permanentemente sujeitos a contestações, alterações e modificações etc sob pena de estarem sempre a implodir por não produzirem bons resultados gerais nem a forte estabilidade essencial a estes sector relevante da vida nacional incompativel com clubites partidárias ou fanatismos dirigistas/centralistas.
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Uma mera questão admnistrativa, AVALIAR, não tem relevância nem o interesse nacional que os Governantes parece estarem a atiçar.
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Professores acusam de extremista o e sádico e monocórdico Santos Silva.
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Ya, bué da fixe, ganda cena! Props Genoveve.
“ridículo palhaço circular” – Mário Soares? Pacheco Pereira? Alberto João? esses são mais esféricos…
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Grande treta! Digam lá quais foram os sectores reformados em ditadura, que se tenham mantido no mesmo rumo depois de instaurada a democracia. A verdade é que não se pode reformar um sector contra os seus profissionais. Nem outra coisa faz qualquer sentido, já que não há sector que funcione sem… esses mesmos profissionais.
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A diferença é que o Dr. Mário Soares acrescenta:
“Mas é também exacto que um Estado de Direito – legitimado por uma maioria democrática, como é o caso – não pode transigir..”
E o cerne das afirmações da Dra. Ferreira Leite não é a dificuldade em fazer reformas contra os interesses corporativos, mas a declaração (irónica ou não) de que seria necessário fazer uma pausa na democracia.
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Depois de escutar com atenção a totalidade do discurso e após se obsevar o verdadeiro sentido das palavras de Manuela Ferreira Leite, só se pode estar de acordo com a sua opinião. Em Portugal as maiorias absolutas confundem autoridade, que pouco tempo têm, com autoritarismo, que permanece no tempo e só nos faz atrasar.
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33:
Os fósforos…
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Muuuuita gente concorda com MFL. Sem ironia. Infelizmente.
http://caldeiradadeneutroes.blogspot.com/2008/11/sebastianismo.html
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Boa tarde. Mário Soares não diz que não sabe se não seria desejável interromper a democracia. Foi esta opinião que gerou polémica e não me parece que Soares a tenha repetido.
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Mia:
Os fósforos foram protegidos com a famosa lei que dificultava o uso dos isqueiros. Como sabe, isso não sobreviveu, sequer, ao próprio salazarismo.
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A Blogueira do costume está em pânico com a atoarda de MFL!
MSoares também escreveu isto:
(…) Porque não se juntam e conversam os sindicatos e a sr.ª ministra, para lhe apresentarem uma avaliação alternativa? Será assim tão difícil encontrar um consenso mínimo? Os advogados e os juízes costumam dizer que um mau acordo é melhor do que a eternização de uma boa demanda!(…)
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Zé:
Mas continuamos a ter fósforos made in Portugal, nopes?
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A discussão está interessante só falha num ponto:
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as reformas em Democracia exigem EVIDÊNCIAS MUITO MAIS FINAS que em Ditadura que “O É ASSIM E NINGUÉM PIA”.
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Donde para a Democracia funcionar é necessário ter leaders com a alta quelidade racional que requere. Quando não há refugiam-se no Dirigismo/Centralismo/Ditadura. O problema não é da Democracia é dos protagonistas que se assumiram ser ela.
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É mais que evidente, independentemente de razões, que o discurso neste tema é dum “desconchavo” desajeitado total.
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A tal ponto que a liderança politica para “ganhar a taça” esquece detalhes mais importantes que ela, por exemplo, cada semana que passa CUSTA aos Impostos dos Portugueses MILHÕES DE EUROS e INSTABILIDADE DE EDUCAÇÃO e ENSINO que tem, em Democracia, de prestar contas aos Portugueses na optica RESUTADOS REAIS/INVESTIMETO FISCAL FEITO.
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Essas do nós “SOMOS O REI SOL”, a Nobreza-Deus na terra contra a Burguesia (artes, engenho e oficios para criar Riqueza). O Obscurantismo vulgo Dirigismo/ Centralismo/ Ditadura, acaboiu no cadafalso há uns seculos atrás, diz a Histária em vários seculos diferentes.
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Até este momento a optica neste tema tem sido a moda virem-se queixar ao País quando não se entendem em meras tricas de pormanor simplesmente admnistrativo por mais relevantes que sejam no seu restrito ambito operacional. Responder isso como se fosse um problema de Estado ou de Governação parece um pouco ridiculo. Este ou outro Governo´qualquer em questões meramente admnistrativas só tem de resolver com os que estão directamente envolvidos (profs, militares etc).
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O País está à escuta a observar. Não duvidem que agirá com os multiplos instrumentos que tem à sua disposição. E neste preciso momento já tirou conclusões que o que lhe interessa em EDUCAÇÃO e ENSINO está desleixado e levianamente intervido pelas forças partidárias, é muito mais além do que avaliações que são uma parte minima da situação caótica em que se gasta à tripa-forra.
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