Há tempos tinha referido aqui que o bailout era mais do que o gasto na guerra do Iraque e fui contrariado com um site esquisito com numeros e gráficos. Olhem para esses queijos!!!!
Os internacionalistas bolivarianos, o SOS, as “associações”, o governo, podem continuar a importar mão de obra imigrante(os locais não querem trabalhar-eu também o não faria pelos salários africanos que pagam- que é para os indígenas endividados à banca deixarem de pagar de todo os seus empréstimos…enquanto a classe política faz bairros sociais para os “pobres” e até o vice-rei de Gaia queria fazer bairros sociais para imigrantes legais!Tudo incentivos ao baillout caseiro…
Semearam, colham!
Entretanto percebi para que serve este blog. Retiro o meu pedido de explicações e de facto o número é muita grande e muita vermelho. Gosto das cores do gráfico.
A resposta parece óbvia. O que se está a tentar demonstrar é que os recursos dirigidos a estes supostos “planos de salvação” comportam encargos futuros com uma dimensão nunca antes feita, para além de assentarem numa visão sobre a economia completamente distorcida.
A Segurança Social tinha um depósito no BPN desde o tempo de Ferro Rodrigues em 1999. Foi levantado nas últimas semanas gerando problemas de liquidez que culminou na nacionalização do banco.
Porque é que esse elevado depósito foi criado ? O que une Ferro Rodrigues a Dias Loureiro ? João Luís Ferro Rodrigues casou-se com Joana Dias Loureiro em 2003. Espero que seja pura coincidência e que esteja a ver mosquitos por corda.
Gabriel porque é que não está na lista a Segunda Guerra Mundial?
Fado Alexandrino “ajustado para a inflação”, o Plano Marshall não foi caro porque estava tudo destruído na Europa. Logos os preços EUA vs Europa eram bem baixos.
Pois, isto é mau. Mas o pior é que a auto-regulação dos mercados tão badalada pelos neo-liberais, não passa de uma utopia, de uma falácia.
Isto não tem solução. E o que não tem solução, solucionado está.
Finalmente se vai ver os pés de barro do socialismo democrático/social democracia. E de como só conseguia enganar a população com juros baixos e fabricando o aquecimento do crédito.
Mas para alguns as Taxas de juro a 1% por Bancos Centrais, Fannies, leis a fomentar os empréstimos ao desbarato etc. são neo-liberais …
E a receita despejar dinheiro de outros(contribuintes) sobre o que falhou e que já se sabe que falhou é a bom. Lunáticos. Quem investiu ao menos não sabia o resultado e o “consenso” (lembra outra coisa não lembra esta palavra…) era que os preços das casas não desceriam nunca…
Do quadro acima falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)
Sou dos que acredita que a “contabilidade” não é uma ciência. É, antes, uma arte.
Já li tanta coisa sobre os custos sobre o Plano Marshall, ou sobre a Guerra do Iraque, que também aceito o que aqui me apresentam. Embora, com muitas dúvidas.
Mas, independentemente das dúvidas, sinto-me como aquele Africano da Namíbia, que viu cair uma coca-cola do céu, naquele filma “Os Deuses devem estar loucos”.
Acho que os “baillouts” de todo o mundo, vão “só” trazer a miséria e a pobreza das próximas gerações, sobretudo dos países mais desenvolvidos.
Pois, que os países que vivem na miséria, lá continuarão. Os Asiáticos que aprenderam que conseguem melhorar a sua vida através do trabalho, serão os próximos “donos do mundo”.
“The only single American event in history that even comes close to matching the cost of the credit crisis is World War II: Original Cost: $288 billion, Inflation Adjusted Cost: $3.6 trillion”
Mas claro que o quadro é de alguma forma enganador, quanto mais não seja pela razão que o lucklucky aponta: “Do quadro acima falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)”. E outro aspecto, nem todos o valor do bailout é efectivamente custo (parte é recuperável nos activos que passaram para a posse do estado). Mas o principal mantém-se: a quantia em causa é completamente absurda e o titulo do post do Gabriel é mais que justificado.
Obrigado pela informação Jorge A. Eu já sabia os valores aproximados da Segunda Guerra Mundial. Note-se que o Orçamento da Defesa dos EUA chegou a 120% do PIB na altura.
Completamente de acordo quanto ao absurdo da situação.
Só o facto de se comparar o custo desta crise ao montante gasto na IIGG é motivo suficiente para demonstrar o absurdo em que nos encontramos. E ainda há ano e meio estavamos todos nas nuvens…
Isto está tudo doido! E sabem para o que é que este “bailout” vai servir? Para daqui a uns anos os especuladores e capitalistas ganânciosos fazerem a MESMÍSSIMA COISA porque sabem que o estado vai suportar os custos das asneiras deles. O estado, essa coisa desnecessária e obsoleta na visão dos neoliberais q
o estado só concerta a porcaria de alguns porque assim decide. Erradamente. Melhor seria deixar o mercado funcionar.
Mas parece que tal intervencionismo á custa de todos e em beneficio de alguns é muito aplaudido por todos os que defendem que o estado deve dirigi a economia. Vê-se bem o resultado…..
Sim, sim, “deixem o mercado funcionar”! Não foi esse o “slogan” que ouvimos até à exaustão nas últimas duas décadas (peleo menos)? Deram rédea solta ao mercado e agora está à vista ao que é que o “livre funcionamento” do mercado nos levou.
O mercado é ganâncioso por natureza e desporvido de bom-senso. Assim sendo, o estado deve regulamentá-lo e fiscalizá-lo, sem entrar em excessos, como é óbvio. Neste caso, pede-se ao estado o mercado não teve: moderação. No entanto, também não estou de acordo com esta intervenção estatal pelas razões que o Dá Cá O Meu apontou.
“Deixem o mercado funcionar!”
O Adam Smith defendeu a suficiência da “mão invisível” nos mercados, mas nunca lhe passaria pela cabeça fazê-lo fora do quadro civilizacional em que a pensou.
O problema é que, hoje, a ética pessoal e institucional se transformou num arcaísmo para velhadas que não percebem nada disto de viver na “Jungle” como primata tipo alfa.
E os nossos queridos políticos ocidentais assobiam para o lado; alguém imagina o absurdo dos pagamentos feitos pela construtoras e pelos bancos aos partidos políticos? Sim, parece que, por cá, um senhor chamado Eng. Cravinho tinha uma ideia, o que é que foi feito dele?
E, os reguladores? Bom, aqui há dois tipos: o tipo 1 é o dos “compagnons de route”, e sobre esses não vale a pena falar; o tipo 2, porventura mais numeroso, é o dos meninos licenciados em economia e finanças que, na escolinha, só viram as figurinhas dos modelos e aquilo que outros disseram sobre os mesmos. Esqueceram-se de lêr os originais e, pior, de olhar à sua volta e integrar os conhecimentos na realidade. Transformaram-se assim nos idiotas úteis que não viram nem quiseram vêr.
Há tempos tinha referido aqui que o bailout era mais do que o gasto na guerra do Iraque e fui contrariado com um site esquisito com numeros e gráficos. Olhem para esses queijos!!!!
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Completamente absurdo. Este é um daqueles casos em que a cura vai ser mais grave que a doença.
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Então, alguém vai explicar porquê? Ou é só porque o número é muita grande e muita vermelho?
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o ultimo que apague a luz ( se ainda estiver acessa )
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Os internacionalistas bolivarianos, o SOS, as “associações”, o governo, podem continuar a importar mão de obra imigrante(os locais não querem trabalhar-eu também o não faria pelos salários africanos que pagam- que é para os indígenas endividados à banca deixarem de pagar de todo os seus empréstimos…enquanto a classe política faz bairros sociais para os “pobres” e até o vice-rei de Gaia queria fazer bairros sociais para imigrantes legais!Tudo incentivos ao baillout caseiro…
Semearam, colham!
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Loucura!
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Entretanto percebi para que serve este blog. Retiro o meu pedido de explicações e de facto o número é muita grande e muita vermelho. Gosto das cores do gráfico.
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Gonçalo,
A resposta parece óbvia. O que se está a tentar demonstrar é que os recursos dirigidos a estes supostos “planos de salvação” comportam encargos futuros com uma dimensão nunca antes feita, para além de assentarem numa visão sobre a economia completamente distorcida.
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A Segurança Social tinha um depósito no BPN desde o tempo de Ferro Rodrigues em 1999. Foi levantado nas últimas semanas gerando problemas de liquidez que culminou na nacionalização do banco.
Porque é que esse elevado depósito foi criado ? O que une Ferro Rodrigues a Dias Loureiro ? João Luís Ferro Rodrigues casou-se com Joana Dias Loureiro em 2003. Espero que seja pura coincidência e que esteja a ver mosquitos por corda.
http://norteamos.blogspot.com/2008/11/pura-especulao-ou-pura-coincidncia.html
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“Porque é que esse elevado depósito foi criado ?”
Quanto é que era em 1999? Quantas vezes foram levantados de lá ou depositados 300 milhões? Várias vezes por ano ou a conta estava sempre a crescer?
O casamento foi aonde?
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Canal 29 . da jogo do Benfica na Grecia
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Aqueles $115,000,000,000 do Plano Marshall são a preço da época ou de agora?
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Explique lá isso em miúdos, ó Gabriel. É privativo para iniciados? Ou do que se trata, mesmo, aí?
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Gabriel porque é que não está na lista a Segunda Guerra Mundial?
Fado Alexandrino “ajustado para a inflação”, o Plano Marshall não foi caro porque estava tudo destruído na Europa. Logos os preços EUA vs Europa eram bem baixos.
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Fado (12)
preço actualizados com base na inflação.
Lucklucky (14)
não sei
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Isso não pode ser verdade, não consigo acreditar
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http://rawstory.com/news/afp/Iraq_to_hold_referendum_on_US_troop_11262008.html
Se vier a ser verdade o Iraque em 5 anos passou a ser mais Democrático e livre que os Elitistas Europeus.
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O capitalismo à solta é a pior face do terrorismo.
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Pois, isto é mau. Mas o pior é que a auto-regulação dos mercados tão badalada pelos neo-liberais, não passa de uma utopia, de uma falácia.
Isto não tem solução. E o que não tem solução, solucionado está.
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Finalmente se vai ver os pés de barro do socialismo democrático/social democracia. E de como só conseguia enganar a população com juros baixos e fabricando o aquecimento do crédito.
Mas para alguns as Taxas de juro a 1% por Bancos Centrais, Fannies, leis a fomentar os empréstimos ao desbarato etc. são neo-liberais …
E a receita despejar dinheiro de outros(contribuintes) sobre o que falhou e que já se sabe que falhou é a bom. Lunáticos. Quem investiu ao menos não sabia o resultado e o “consenso” (lembra outra coisa não lembra esta palavra…) era que os preços das casas não desceriam nunca…
Do quadro acima falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)
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Sou dos que acredita que a “contabilidade” não é uma ciência. É, antes, uma arte.
Já li tanta coisa sobre os custos sobre o Plano Marshall, ou sobre a Guerra do Iraque, que também aceito o que aqui me apresentam. Embora, com muitas dúvidas.
Mas, independentemente das dúvidas, sinto-me como aquele Africano da Namíbia, que viu cair uma coca-cola do céu, naquele filma “Os Deuses devem estar loucos”.
Acho que os “baillouts” de todo o mundo, vão “só” trazer a miséria e a pobreza das próximas gerações, sobretudo dos países mais desenvolvidos.
Pois, que os países que vivem na miséria, lá continuarão. Os Asiáticos que aprenderam que conseguem melhorar a sua vida através do trabalho, serão os próximos “donos do mundo”.
A chamada civilização ocidental caducou!
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“Do quadro acima falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)”
Lucky,
Muito bem visto.
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Caro Lucklucky,
“Gabriel porque é que não está na lista a Segunda Guerra Mundial?”
Foi este post que deu origem ao quadro:
http://www.ritholtz.com/blog/2008/11/big-bailouts-bigger-bucks/
Lá é feita referência à IIGG:
“The only single American event in history that even comes close to matching the cost of the credit crisis is World War II: Original Cost: $288 billion, Inflation Adjusted Cost: $3.6 trillion”
Mas claro que o quadro é de alguma forma enganador, quanto mais não seja pela razão que o lucklucky aponta: “Do quadro acima falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)”. E outro aspecto, nem todos o valor do bailout é efectivamente custo (parte é recuperável nos activos que passaram para a posse do estado). Mas o principal mantém-se: a quantia em causa é completamente absurda e o titulo do post do Gabriel é mais que justificado.
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Obrigado pela informação Jorge A. Eu já sabia os valores aproximados da Segunda Guerra Mundial. Note-se que o Orçamento da Defesa dos EUA chegou a 120% do PIB na altura.
Completamente de acordo quanto ao absurdo da situação.
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Jorge A,
grato pela informação adicional.
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Só o facto de se comparar o custo desta crise ao montante gasto na IIGG é motivo suficiente para demonstrar o absurdo em que nos encontramos. E ainda há ano e meio estavamos todos nas nuvens…
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Isto está tudo doido! E sabem para o que é que este “bailout” vai servir? Para daqui a uns anos os especuladores e capitalistas ganânciosos fazerem a MESMÍSSIMA COISA porque sabem que o estado vai suportar os custos das asneiras deles. O estado, essa coisa desnecessária e obsoleta na visão dos neoliberais q
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o estado só concerta a porcaria de alguns porque assim decide. Erradamente. Melhor seria deixar o mercado funcionar.
Mas parece que tal intervencionismo á custa de todos e em beneficio de alguns é muito aplaudido por todos os que defendem que o estado deve dirigi a economia. Vê-se bem o resultado…..
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Sim, sim, “deixem o mercado funcionar”! Não foi esse o “slogan” que ouvimos até à exaustão nas últimas duas décadas (peleo menos)? Deram rédea solta ao mercado e agora está à vista ao que é que o “livre funcionamento” do mercado nos levou.
O mercado é ganâncioso por natureza e desporvido de bom-senso. Assim sendo, o estado deve regulamentá-lo e fiscalizá-lo, sem entrar em excessos, como é óbvio. Neste caso, pede-se ao estado o mercado não teve: moderação. No entanto, também não estou de acordo com esta intervenção estatal pelas razões que o Dá Cá O Meu apontou.
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“Deixem o mercado funcionar!”
O Adam Smith defendeu a suficiência da “mão invisível” nos mercados, mas nunca lhe passaria pela cabeça fazê-lo fora do quadro civilizacional em que a pensou.
O problema é que, hoje, a ética pessoal e institucional se transformou num arcaísmo para velhadas que não percebem nada disto de viver na “Jungle” como primata tipo alfa.
E os nossos queridos políticos ocidentais assobiam para o lado; alguém imagina o absurdo dos pagamentos feitos pela construtoras e pelos bancos aos partidos políticos? Sim, parece que, por cá, um senhor chamado Eng. Cravinho tinha uma ideia, o que é que foi feito dele?
E, os reguladores? Bom, aqui há dois tipos: o tipo 1 é o dos “compagnons de route”, e sobre esses não vale a pena falar; o tipo 2, porventura mais numeroso, é o dos meninos licenciados em economia e finanças que, na escolinha, só viram as figurinhas dos modelos e aquilo que outros disseram sobre os mesmos. Esqueceram-se de lêr os originais e, pior, de olhar à sua volta e integrar os conhecimentos na realidade. Transformaram-se assim nos idiotas úteis que não viram nem quiseram vêr.
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Mozzarella 29.
Onde é que deram “rédea solta” ao mercado, pode elucidar-me?
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“falta o importante $$$$ Vs PIB(Data)”
Só que aí o queijo ficava pequenino pequenino e a coisa já não tinha graça.
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Americanices.
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