É isso. Afinal, os israelitas são mas é amigos do Hamas – que é, essencialmente, toda a população de Gaza, já se sabe. São tão amigos, tão amigos que até os ajudam a matar as mulheres e os filhos. Está bem visto, CAA.
Ó sofia o que tem a bota com a perdigota? Talvez seja melhor aprender um pouco de inglês. Gostei do ursinho da menina do lado esquerdo. Os petrodólares vão dando para tudo.
AMANHÃ, dia 10 de Janeiro, pelas 15:00H, ira realizar-se uma concentração Pro-Israel pela paz, em frente à Embaixada de Israel em Portugal, Rua António Enes, 16, em LIsboa,
Esta concentração oraganizada pela Câmara de Comércio Luso-Israel, terá a participação de várias organizações judaicas, empresariais e evangélicos.
E os pobres exilados da terra, que vivem nas tendas, fugidos pàs escolas e mesquitas, além de hospitais, na aparência mais seguros, quando morrem sãovítimas jogadas pelo partido democrático do Hamas aos media do mundo. Via CAA e serviçais semelhantes, cada uma!
Aqui nois States Israel está em alta: Obama tem-se rodeado de gente que, no mínimo, revela alguma sensibilidade para as necessidades de Israel.
Pensamos que esta guerra é boa para o negócio e seria ainda melhor se ela se espalhasse por todo o Médio Oriente. Por isso acho que é de apoiar essa magnífica manifestação organizada por uns quantos milionários sionistas em Lisboa
Os terroristas palestinianos escusam de ter ideias pois não são os originais que se vão manifestar: eles contrataram uns gajos para fazerem de sionistas.
Paizinho o que é que estes senhores fazem na nossa terra ???
Isto não é a Palestina ???
Nós não somos palestinianos ??
Nós não temos marinha de guerra ?? não temos tanques ?? não temos bomba atómica ?? não temos exército ??
Como é que defendemos a nossa terra ??
Assim ??
Pindéricamente vestidos ??
Vai lá vai, até a barraca abana
Miguel Madeira, O Líder do Hamas Nizar Rayyan recentemente(morto/suicidio familiar*) enviou um dos filhos explodir-se contra um colonato de Gaza. Não sei qual a idade que tinha.
Que eu saiba e o link wiki abaixo confirma as crianças só são usadas para coligir informações, correio e transporte de munições. Tenho ideia de um bombista com 14 anos mas no link só diz 16. Pode ter sido uma tentativa. Provavelmente com essas idades não se é muito fiável. É mais frequente usar alguém que tem de limpar a honra de uma família e não tem caminho de regresso ou em alguns casos um deficiente mental.
Human Capital and the Productivity of Suicide Bombers
“…Our empirical analysis suggests that older and more educated suicide bombers are being assigned by their terror organization to more important targets. We find that more educated and older suicide bombers are less likely to fail in their mission and are more likely to cause increased casualties when they attack.”
Miguel Madeira respondi á sua pergunta como tem links deve demorar a aparecer. A resposta curta: só adolescentes mas tem uma taxa mais elevada de falhanços do que adultos.
Compaixão e equidistância
Jan 9, 2009 | publicado por mportas
Comenta Amir Sagie:
Lamento a não existência de demonstrações de simpatia com as dezenas de milhar de civis israelitas mortos, feridos e aterrorizados desde há 8 anos na cidade de Sderot e outras circunsdantes”
Amir Sagie é conselheiro da embaixada de Israel em Portugal. Encontro-o por ocasião das sessões plenárias de Estrasburgo. O leitor de esquerda mais impenitente fica, portanto, a saber que falo com um “reles representante da entidade sionista” e a comunidade judaica que o seu homem dirige a palavra a “um antisemita defensor de terroristas”. Sem a adjectivação própria das paixões, pode reduzir-se a coisa ao essencial: Amir Sagie é um sionista e eu sou solidário com a causa palestiniana. É razão bastante para estarmos condenados a falar um com o outro. Na pior das hipóteses, eu aprendo inglês e ele, o valor da paciência.
Como nos conhecemos, o seu comentário não me surpreende. Ele acusa-me de selectividade na compaixão com as vítimas da guerra. Não tem razão. Qualquer que seja o lugar onde se encontre, uma vítima não merece morrer. A compaixão não pode e não deve ser selectiva.
Dito isto, é obsceno comparar a incerteza em que os cidadãos de Asqelon ou Sderot, cidades israelitas fronteiriças de Gaza, vivem desde 2001, com a insegurança dos da faixa palestiniana. A desproporção deste confronto não é apenas militar – é da ordem da vida, do dia-a-dia. Se um foguete marado é lançado de Gaza, a probabilidade de cair na cidade é, em si mesmo, marginal; se a atinge, a segurança faz tocar as sirenes e as pessoas têm abrigo. Eis porque os rockets fizeram um número de vítimas que quase se conta pelos dedos das mãos. Mais do desagradável, é perigoso, errado e politicamente contraproducente. Expressei esta opinião em Gaza, a vários deputados de vários partidos, antes de grande parte deles ter sido presa.
A insegurança na faixa de Gaza é de outra natureza. O milhão e meio de almas que ali vive não tem sirenes, não tem abrigo, não tem emprego e nunca sabe quando é que um buldozzer à frente de tanques de guerra lhe vai varrer a casa; não sabe quando é que verdadeiras bombas lhe vão cair dos céus ou se amanhã tem electricidade. Vive na dúvida sobre se Israel deixou entrar a farinha para fazer o pão com lume feito de papel encontrado sabe-se lá onde, que gás pode não haver e padarias já não há. É esta a desproporção das desproporções, a que torna obscenas quaisquer comparações.
Ao contrário do que Amir Sagie nos conta, este filme não começou em 2001 nem no rompimento de uma trégua a que, aliás, Israel faltou desde o primeiro dia – não a assinou, não cumpriu a sua parte na reabertura das fronteiras e procedeu a execuções extra-judiciais na faixa antes dos rockets do Hamas de novo terem começado a silvar. Vem de longe esta história. Quem vive em Asqelon não sabe que a cidade, em 1949, se chamava Al-Majdal. Mas em Jabalyia, o principal campo de refugiados do Norte de Gaza, ninguém esquece que foi daí que os seus pais e avós foram expulsos e as suas casas e bens destruídos. E que esses trágicos acontecimentos ocorreram seis meses depois de terem sido assinados os armistícios com os países árabes, já em “tempo de paz”…
Porque ataca Israel?
Porque em Gaza existe um povo que foi expropriado de passado, que não tem presente mas que, apesar de tudo e contra tudo, ainda acredita no futuro.
E porquê agora?
Porque, à semelhança de episódios anteriores, há líderes em queda que acreditam que uma boa guerra os faz subir nas intenções de voto a um mês das urnas.
E porque temos um imperador de saída e mais vale prevenir do que remediar, antes que o sucessor assuma a sala oval.
“[…] Karmal virou-se par os Islamistas, que há tanto tempo se opunham aos Regimes comunistas de Cabul. Anunciou que mudaria a bandeira do Afeganistão para reintroduzir o verde, a cor do Islão, tão imprudentemente retirada da bandeira nacional por Taraki, o que enfureceu o clero. Ao mesmo tempo […] avisou que o seu governo trataria «os terroristas, os bandidos, os assassinos e os ladrões de estradas» com «mão firme revolucionária».
Por «terroristas» entenda-se «guerrilheiros» ou – como o presidente Ronald Regan lhes chamaria nos anos seguintes – «combatentes da liberdade».
Terroristas, terroristas, terroristas. No Médio Oriente, em todo o mundo muçulmano, esta palavra tornar-se-ia uma praga, um sinal de pontuação sem significado em todas as nossas vidas, um ponto final colocado para acabar com todas as discussões sobre as injustiças, erigido como um muro pelos Russos, Americanos, Israelitas, Britânicos, Paquistaneses, Sauditas e Turcos para nos calar. Quem é que iria dizer uma palavra para defender os terroristas? Que causa poderia justificar o terror? Por isso os nossos inimigos são sempre «terroristas». […] Ouvi durante décadas esta afirmação perigosa formulada por capitalistas e comunistas, presidentes, primeiros-ministros, generais e elementos dos serviços de informação e, é claro, por editores de jornais [como o Público].”
Para Miguel Portas os Palestinianos podem fazer 500 tuneis debaixo de Gaza para contrabando mas não podem fazer abrigos para as populações civis…Podem ter rockets com alcance de 40km mas não têm trabalho nem produzir coisa alguma, podem destruir as estufas deixadas pelos Israelitas mas não têm de comer.
Escolheram a Guerra.
E porque é que não têm trabalho? :
A city that fed itself with its produce and the money its men made from working with the settlers, Mawassi is now dependent on food handouts from the United Nations.
(…)
One main reason that life is worse now, say many villagers, is the lack of attention paid to Mawassi by both the previous Fatah and current Hamas governments since the Israeli withdrawal.
Començarase por dar crédito a estas piadas do CAA como verosimeis. E terminara um por crer que os de hamas vao equipados com swasticas nazis e o famoso librinho escondido entre as roupas dos bombeiros suicidas nomeado “mein kampf”…
“I regret that I have only one live for my children and family….
I regret in second that I only have one live for my country and people…”
(from the ME)
Isto é uma das imensas diferenças culturais entre nós e eles…
Ainda ontem assisti, por acaso, a um debate na SIC, coisa que raramente faço (e ontem relembrei-me por não o faço), sobre a causa palestina ou a situação em Gaza. Foi chocante, primeiro a ignorância do painel que foi inversamente proporcional à arrogância demonstrada (do pseudo conhecimento do assunto) e à bajulice…
Foi um debate patético, mais patético ainda porque eram todos do mesmo quadrante “intelectual” (não quero insultar a palavra “intelectual”, desculpa intelectual)…
A adulação demonstrada pelo “fraqu’inhos” ou melhor “coita’dinhos” dos dois apresentadores, ou o quer que sejam (os anfitriões daquela pobreza), pelos seus convidados e detrimento absoluto das questões fundamentais e questões pertinentes, demonstra o espírito domesticado tuga, autentica “domesticación”…
Enfim…
Mas gostei do artigo da Isabel Stilwell no Destak de 7 de Janeiro:
“… Talvez, se acreditarem que nenhum juiz compactuará com estes maltratos, cheguem a acordo com aquele/a que, afinal, escolheram para pai/mãe dos seus filhos.
Os divórcios são sempre duros, mas é possível fazer um “bom divórcio” que consiste na maior prova de amor que os pais podem dar aos filhos, para além de uma lição de compatibilizar interesses de forma responsável e altruísta. Só leis e tribunais que assegurem o direito das crianças a ambos os pais, não pactuando com golpes baixos nem chantagens, interessam a Portugal. …”
Obrigado Isabel Stilwell, Sofia Ventura, Fernanda VALENTE…. Haaaaa não encontro um nome masculino na minha lista… porque será?
Repito, ainda hoje:
Em Portugal a tragédia do poder paternal contínua (agora deveres parentais, já nem Direitos há…) é o silêncio sem “um pingo de comoção humana.”
Uma ignomínia aonde tacitamente todos viram a cara com uma total indiferença, ignorância e cobardia… indiferença a um sofrimento descomunal, injusto… a uma descriminação aberrante e abjecta da parte do pseudo estado de direito…
Tudo só porque é Pai e não cabe na cabeça, nem é aceitável por ninguém que o filho possa ter um elo mais forte com o PAI, porque simplesmente é PAI….
Ignora-se tudo, o passado, os factos… viva os boatos e a difamação….
Aqui automaticamente há uma discriminação, não interessa o elo… vai automaticamente para a mãe e o pai é “nada”… nem um Direito, nem uma palavra…
A questão não é só “matar” o pai… é matar o pai dentro do filho, sem avaliar as consequências nefastas e dramáticas de tal…
“Direitos” dos Pais, justiça para os pais não há, é um vergonhoso escândalo…repito aqui os Pais são os Tavóras do mundo de hoje, o negro da era do apartheid, os judeus do “Endlösung” Nazi……
“Un tanque israelí ha abierto fuego y ha matado hoy a ocho miembros de una misma familia en la localidad de Yebalia, en el norte de Gaza, han informado fuentes médicas locales.”
“Un tanque israelí ha abierto fuego y ha matado hoy a ocho miembros de una misma familia en la localidad de Yebalia, en el norte de Gaza, han informado fuentes médicas locales.”
Pois, é algo que não se sabe – após explodirem, não fica muito que permita aferir da idade do “mártir”. É claro que, sendo todos os que se fazem explodir maiores de idade, isso não constitui qualquer problema. Já me apetece citar o Aleixo ( não o poeta, mas aquele boneco que aparece na SIc Radical) outra vez…
Para Miguel Portas, o Hamas pode mandar bombistas suicidas à vontade habilitarem-se ao palácio de pérolas, raptar soldados que já voltam em caixões, atirar rockets, desviar aviões, mostrar o seu “ressentimento” em atentados em Madrid ou na Serra da Estrela, porque o busílis da questão é- como para o presidente do Irão- muito simples: os judeus não deviam estar ali; Israel não deveria existir. Ponto.
sem nenhum possivel sentido de humor ,afirmo, o miguel portas é o maior detrator da civilicação islamica. TESE
. os islamicos segundo portas,miguel,edificaram 6 #alhanbra# , diz depois de ficar careca.o pro trerrorista portas .careca por tanto rapar o cabelo nada mais encontra para elevar os islamicos.qualquer mediocre civilização em dezenas de anos fez mais que os islamicos em seculos ,,,,,,,,miguel ,,,,fica honesto .devolve a carteira de arquiteto .fica só terrosista
O miguelito tem que lançar umas bostas de vez em quando que aquilo no be está mau por ser considerado à direita. Verdade.
Trata-se de um infiel disfarçado mas nós quando aí chegarmos ao Andaluz tratamos-lhe da saúde.
É isso. Afinal, os israelitas são mas é amigos do Hamas – que é, essencialmente, toda a população de Gaza, já se sabe. São tão amigos, tão amigos que até os ajudam a matar as mulheres e os filhos. Está bem visto, CAA.
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Ó sofia o que tem a bota com a perdigota? Talvez seja melhor aprender um pouco de inglês. Gostei do ursinho da menina do lado esquerdo. Os petrodólares vão dando para tudo.
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AMANHÃ, dia 10 de Janeiro, pelas 15:00H, ira realizar-se uma concentração Pro-Israel pela paz, em frente à Embaixada de Israel em Portugal, Rua António Enes, 16, em LIsboa,
Esta concentração oraganizada pela Câmara de Comércio Luso-Israel, terá a participação de várias organizações judaicas, empresariais e evangélicos.
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E os pobres exilados da terra, que vivem nas tendas, fugidos pàs escolas e mesquitas, além de hospitais, na aparência mais seguros, quando morrem sãovítimas jogadas pelo partido democrático do Hamas aos media do mundo. Via CAA e serviçais semelhantes, cada uma!
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gaza= haxixe, armas e bombas
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Viva o banqueiro, uauauau, viva o banqueiro, uauauau…
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Questão – alguma vez o Hamas usou crianças como bombistas suicidas?
Refiro-me a uso real, não a crianças vestidas de bombistas em festas de carnaval.
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Aqui nois States Israel está em alta: Obama tem-se rodeado de gente que, no mínimo, revela alguma sensibilidade para as necessidades de Israel.
Pensamos que esta guerra é boa para o negócio e seria ainda melhor se ela se espalhasse por todo o Médio Oriente. Por isso acho que é de apoiar essa magnífica manifestação organizada por uns quantos milionários sionistas em Lisboa
Os terroristas palestinianos escusam de ter ideias pois não são os originais que se vão manifestar: eles contrataram uns gajos para fazerem de sionistas.
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Pois
Paizinho o que é que estes senhores fazem na nossa terra ???
Isto não é a Palestina ???
Nós não somos palestinianos ??
Nós não temos marinha de guerra ?? não temos tanques ?? não temos bomba atómica ?? não temos exército ??
Como é que defendemos a nossa terra ??
Assim ??
Pindéricamente vestidos ??
Vai lá vai, até a barraca abana
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Miguel Madeira, O Líder do Hamas Nizar Rayyan recentemente(morto/suicidio familiar*) enviou um dos filhos explodir-se contra um colonato de Gaza. Não sei qual a idade que tinha.
Que eu saiba e o link wiki abaixo confirma as crianças só são usadas para coligir informações, correio e transporte de munições. Tenho ideia de um bombista com 14 anos mas no link só diz 16. Pode ter sido uma tentativa. Provavelmente com essas idades não se é muito fiável. É mais frequente usar alguém que tem de limpar a honra de uma família e não tem caminho de regresso ou em alguns casos um deficiente mental.
http://en.wikipedia.org/wiki/Child_suicide_bombers_in_the_Israeli-Palestinian_conflict
http://middleeastfacts.com/Articles/teenage-suicide-bombers.php
http://emperors-clothes.com/interviews/abdo.htm Entrevista da BBC com um bombista Suicida falhado de 15 anos enviado pela Brigadas dos Mártires de Al Aqsa da Fatah.
* O Líder do Hamas foi avisado por telefone pelos Israelitas do ataque mas preferiu ser um Mártir com a família.
http://www.maannews.net/en/index.php?opr=ShowDetails&ID=34574
http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/129175
http://jeffreygoldberg.theatlantic.com/archives/2009/01/nizar_rayyan_of_hamas_on_gods.php
Human Capital and the Productivity of Suicide Bombers
“…Our empirical analysis suggests that older and more educated suicide bombers are being assigned by their terror organization to more important targets. We find that more educated and older suicide bombers are less likely to fail in their mission and are more likely to cause increased casualties when they attack.”
http://www.atypon-link.com/doi/abs/10.1257/jep.21.3.223
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Miguel Madeira respondi á sua pergunta como tem links deve demorar a aparecer. A resposta curta: só adolescentes mas tem uma taxa mais elevada de falhanços do que adultos.
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My post is a bit stupid but what can I do?
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A resposta de Miguel Portas ao «humor» do CAA:
http://www.miguelportas.net/blog/
Compaixão e equidistância
Jan 9, 2009 | publicado por mportas
Comenta Amir Sagie:
Lamento a não existência de demonstrações de simpatia com as dezenas de milhar de civis israelitas mortos, feridos e aterrorizados desde há 8 anos na cidade de Sderot e outras circunsdantes”
Amir Sagie é conselheiro da embaixada de Israel em Portugal. Encontro-o por ocasião das sessões plenárias de Estrasburgo. O leitor de esquerda mais impenitente fica, portanto, a saber que falo com um “reles representante da entidade sionista” e a comunidade judaica que o seu homem dirige a palavra a “um antisemita defensor de terroristas”. Sem a adjectivação própria das paixões, pode reduzir-se a coisa ao essencial: Amir Sagie é um sionista e eu sou solidário com a causa palestiniana. É razão bastante para estarmos condenados a falar um com o outro. Na pior das hipóteses, eu aprendo inglês e ele, o valor da paciência.
Como nos conhecemos, o seu comentário não me surpreende. Ele acusa-me de selectividade na compaixão com as vítimas da guerra. Não tem razão. Qualquer que seja o lugar onde se encontre, uma vítima não merece morrer. A compaixão não pode e não deve ser selectiva.
Dito isto, é obsceno comparar a incerteza em que os cidadãos de Asqelon ou Sderot, cidades israelitas fronteiriças de Gaza, vivem desde 2001, com a insegurança dos da faixa palestiniana. A desproporção deste confronto não é apenas militar – é da ordem da vida, do dia-a-dia. Se um foguete marado é lançado de Gaza, a probabilidade de cair na cidade é, em si mesmo, marginal; se a atinge, a segurança faz tocar as sirenes e as pessoas têm abrigo. Eis porque os rockets fizeram um número de vítimas que quase se conta pelos dedos das mãos. Mais do desagradável, é perigoso, errado e politicamente contraproducente. Expressei esta opinião em Gaza, a vários deputados de vários partidos, antes de grande parte deles ter sido presa.
A insegurança na faixa de Gaza é de outra natureza. O milhão e meio de almas que ali vive não tem sirenes, não tem abrigo, não tem emprego e nunca sabe quando é que um buldozzer à frente de tanques de guerra lhe vai varrer a casa; não sabe quando é que verdadeiras bombas lhe vão cair dos céus ou se amanhã tem electricidade. Vive na dúvida sobre se Israel deixou entrar a farinha para fazer o pão com lume feito de papel encontrado sabe-se lá onde, que gás pode não haver e padarias já não há. É esta a desproporção das desproporções, a que torna obscenas quaisquer comparações.
Ao contrário do que Amir Sagie nos conta, este filme não começou em 2001 nem no rompimento de uma trégua a que, aliás, Israel faltou desde o primeiro dia – não a assinou, não cumpriu a sua parte na reabertura das fronteiras e procedeu a execuções extra-judiciais na faixa antes dos rockets do Hamas de novo terem começado a silvar. Vem de longe esta história. Quem vive em Asqelon não sabe que a cidade, em 1949, se chamava Al-Majdal. Mas em Jabalyia, o principal campo de refugiados do Norte de Gaza, ninguém esquece que foi daí que os seus pais e avós foram expulsos e as suas casas e bens destruídos. E que esses trágicos acontecimentos ocorreram seis meses depois de terem sido assinados os armistícios com os países árabes, já em “tempo de paz”…
Porque ataca Israel?
Porque em Gaza existe um povo que foi expropriado de passado, que não tem presente mas que, apesar de tudo e contra tudo, ainda acredita no futuro.
E porquê agora?
Porque, à semelhança de episódios anteriores, há líderes em queda que acreditam que uma boa guerra os faz subir nas intenções de voto a um mês das urnas.
E porque temos um imperador de saída e mais vale prevenir do que remediar, antes que o sucessor assuma a sala oval.
Tudo isto é mesmo muito triste. É repugnante.
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“[…] Karmal virou-se par os Islamistas, que há tanto tempo se opunham aos Regimes comunistas de Cabul. Anunciou que mudaria a bandeira do Afeganistão para reintroduzir o verde, a cor do Islão, tão imprudentemente retirada da bandeira nacional por Taraki, o que enfureceu o clero. Ao mesmo tempo […] avisou que o seu governo trataria «os terroristas, os bandidos, os assassinos e os ladrões de estradas» com «mão firme revolucionária».
Por «terroristas» entenda-se «guerrilheiros» ou – como o presidente Ronald Regan lhes chamaria nos anos seguintes – «combatentes da liberdade».
Terroristas, terroristas, terroristas. No Médio Oriente, em todo o mundo muçulmano, esta palavra tornar-se-ia uma praga, um sinal de pontuação sem significado em todas as nossas vidas, um ponto final colocado para acabar com todas as discussões sobre as injustiças, erigido como um muro pelos Russos, Americanos, Israelitas, Britânicos, Paquistaneses, Sauditas e Turcos para nos calar. Quem é que iria dizer uma palavra para defender os terroristas? Que causa poderia justificar o terror? Por isso os nossos inimigos são sempre «terroristas». […] Ouvi durante décadas esta afirmação perigosa formulada por capitalistas e comunistas, presidentes, primeiros-ministros, generais e elementos dos serviços de informação e, é claro, por editores de jornais [como o Público].”
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Para Miguel Portas os Palestinianos podem fazer 500 tuneis debaixo de Gaza para contrabando mas não podem fazer abrigos para as populações civis…Podem ter rockets com alcance de 40km mas não têm trabalho nem produzir coisa alguma, podem destruir as estufas deixadas pelos Israelitas mas não têm de comer.
Escolheram a Guerra.
E porque é que não têm trabalho? :
A city that fed itself with its produce and the money its men made from working with the settlers, Mawassi is now dependent on food handouts from the United Nations.
(…)
One main reason that life is worse now, say many villagers, is the lack of attention paid to Mawassi by both the previous Fatah and current Hamas governments since the Israeli withdrawal.
http://www.csmonitor.com/2008/0812/p07s02-wome.html
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Començarase por dar crédito a estas piadas do CAA como verosimeis. E terminara um por crer que os de hamas vao equipados com swasticas nazis e o famoso librinho escondido entre as roupas dos bombeiros suicidas nomeado “mein kampf”…
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“I regret that I have only one live for my children and family….
I regret in second that I only have one live for my country and people…”
(from the ME)
Isto é uma das imensas diferenças culturais entre nós e eles…
Ainda ontem assisti, por acaso, a um debate na SIC, coisa que raramente faço (e ontem relembrei-me por não o faço), sobre a causa palestina ou a situação em Gaza. Foi chocante, primeiro a ignorância do painel que foi inversamente proporcional à arrogância demonstrada (do pseudo conhecimento do assunto) e à bajulice…
Foi um debate patético, mais patético ainda porque eram todos do mesmo quadrante “intelectual” (não quero insultar a palavra “intelectual”, desculpa intelectual)…
A adulação demonstrada pelo “fraqu’inhos” ou melhor “coita’dinhos” dos dois apresentadores, ou o quer que sejam (os anfitriões daquela pobreza), pelos seus convidados e detrimento absoluto das questões fundamentais e questões pertinentes, demonstra o espírito domesticado tuga, autentica “domesticación”…
Enfim…
Mas gostei do artigo da Isabel Stilwell no Destak de 7 de Janeiro:
http://www.destak.pt/artigos.php?art=18788
“… Talvez, se acreditarem que nenhum juiz compactuará com estes maltratos, cheguem a acordo com aquele/a que, afinal, escolheram para pai/mãe dos seus filhos.
Os divórcios são sempre duros, mas é possível fazer um “bom divórcio” que consiste na maior prova de amor que os pais podem dar aos filhos, para além de uma lição de compatibilizar interesses de forma responsável e altruísta. Só leis e tribunais que assegurem o direito das crianças a ambos os pais, não pactuando com golpes baixos nem chantagens, interessam a Portugal. …”
Obrigado Isabel Stilwell, Sofia Ventura, Fernanda VALENTE…. Haaaaa não encontro um nome masculino na minha lista… porque será?
Repito, ainda hoje:
Em Portugal a tragédia do poder paternal contínua (agora deveres parentais, já nem Direitos há…) é o silêncio sem “um pingo de comoção humana.”
Uma ignomínia aonde tacitamente todos viram a cara com uma total indiferença, ignorância e cobardia… indiferença a um sofrimento descomunal, injusto… a uma descriminação aberrante e abjecta da parte do pseudo estado de direito…
Tudo só porque é Pai e não cabe na cabeça, nem é aceitável por ninguém que o filho possa ter um elo mais forte com o PAI, porque simplesmente é PAI….
Ignora-se tudo, o passado, os factos… viva os boatos e a difamação….
Aqui automaticamente há uma discriminação, não interessa o elo… vai automaticamente para a mãe e o pai é “nada”… nem um Direito, nem uma palavra…
A questão não é só “matar” o pai… é matar o pai dentro do filho, sem avaliar as consequências nefastas e dramáticas de tal…
“Direitos” dos Pais, justiça para os pais não há, é um vergonhoso escândalo…repito aqui os Pais são os Tavóras do mundo de hoje, o negro da era do apartheid, os judeus do “Endlösung” Nazi……
Conclusão: A sociedade Portuguesa está doente…
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Fez isto no intervalo de queimar mais uma cruz CAA?
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Menos oito perigoso extremistas dos maus)
http://www.publico.es/internacional/189737/tanque/israeli/mata/ocho/palestinos/misma/familia
“Un tanque israelí ha abierto fuego y ha matado hoy a ocho miembros de una misma familia en la localidad de Yebalia, en el norte de Gaza, han informado fuentes médicas locales.”
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Menos oito perigosos extremistas (dos maus)
http://www.publico.es/internacional/189737/tanque/israeli/mata/ocho/palestinos/misma/familia
“Un tanque israelí ha abierto fuego y ha matado hoy a ocho miembros de una misma familia en la localidad de Yebalia, en el norte de Gaza, han informado fuentes médicas locales.”
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#7
Pois, é algo que não se sabe – após explodirem, não fica muito que permita aferir da idade do “mártir”. É claro que, sendo todos os que se fazem explodir maiores de idade, isso não constitui qualquer problema. Já me apetece citar o Aleixo ( não o poeta, mas aquele boneco que aparece na SIc Radical) outra vez…
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# 15
Para Miguel Portas, o Hamas pode mandar bombistas suicidas à vontade habilitarem-se ao palácio de pérolas, raptar soldados que já voltam em caixões, atirar rockets, desviar aviões, mostrar o seu “ressentimento” em atentados em Madrid ou na Serra da Estrela, porque o busílis da questão é- como para o presidente do Irão- muito simples: os judeus não deviam estar ali; Israel não deveria existir. Ponto.
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sem nenhum possivel sentido de humor ,afirmo, o miguel portas é o maior detrator da civilicação islamica. TESE
. os islamicos segundo portas,miguel,edificaram 6 #alhanbra# , diz depois de ficar careca.o pro trerrorista portas .careca por tanto rapar o cabelo nada mais encontra para elevar os islamicos.qualquer mediocre civilização em dezenas de anos fez mais que os islamicos em seculos ,,,,,,,,miguel ,,,,fica honesto .devolve a carteira de arquiteto .fica só terrosista
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anda por aqui muita bebida estragada!
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O miguelito tem que lançar umas bostas de vez em quando que aquilo no be está mau por ser considerado à direita. Verdade.
Trata-se de um infiel disfarçado mas nós quando aí chegarmos ao Andaluz tratamos-lhe da saúde.
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