Isto é tudo conversa da treta de que não nos interessa.
De que tal falar dos aumentos dos combustíveis desta semana? Os tais que refelectem o pico da semana passada e se esqueceram das descidas que se têm verificado há messes. Não interessa mais?
Deste episódio se deduz como os nossos parlamentares são imaturos e ainda acreditam no pai natal.
Quem quer que tenha tido a brilhante ideia da realização desta Comissão Parlamentar de Inquérito, devia ter estado mais atento à crítica velada feita pela procuradora Cândida Almeida; este desfecho já era de prever.
Excesso de zelo por parte dos nossos parlamentares que, depois de verem a “borrada” que fizeram ainda têm o desplante de afirmar que o objectivo era o arguido em causa falar sobre a supervisão bancária.
Eu só me pergunto o que é que o referido arguido teria para dizer em desabono das más práticas levadas a efeito pelo BdP nessa matéria, porque, finalmente, era isso que se pretendia, ou não?
Pena é que o não tenham chamado quando era secretário de Estado. Oportunidades houve, a vontade é que foi pouca!
Irra, cambada de inoperantes!
Vivam os círculos uninominais!
Coisas simples: sendo à porta fechada parece que ninguém se queria incriminar, não fosse o homem querer falar.
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Caro amigo
Isto é tudo conversa da treta de que não nos interessa.
De que tal falar dos aumentos dos combustíveis desta semana? Os tais que refelectem o pico da semana passada e se esqueceram das descidas que se têm verificado há messes. Não interessa mais?
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Este é um caso de justiça e é na justiça que deve ficar. Infelizmente, alguns deputados têm a mania que são juízes.
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Neste momento os directórios dos dois principais partidos devem estar a esfregar as mãos.
É no calar que está o ganho!
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Ou as figuras tristes que os nossos deputados fazem!
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Deste episódio se deduz como os nossos parlamentares são imaturos e ainda acreditam no pai natal.
Quem quer que tenha tido a brilhante ideia da realização desta Comissão Parlamentar de Inquérito, devia ter estado mais atento à crítica velada feita pela procuradora Cândida Almeida; este desfecho já era de prever.
Excesso de zelo por parte dos nossos parlamentares que, depois de verem a “borrada” que fizeram ainda têm o desplante de afirmar que o objectivo era o arguido em causa falar sobre a supervisão bancária.
Eu só me pergunto o que é que o referido arguido teria para dizer em desabono das más práticas levadas a efeito pelo BdP nessa matéria, porque, finalmente, era isso que se pretendia, ou não?
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“Um arguido tem o direito de não se incriminar.”
então mas seo homem é inocente. Ele até foi com o Dias Loureiro a Porto Rico e viram as fábricas.
Não, ele é é muito Omilde. E por iss, fiel ao seus principios, ficou calado. Na Sicilia chamam-lhe Omertà.
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Pena é que o não tenham chamado quando era secretário de Estado. Oportunidades houve, a vontade é que foi pouca!
Irra, cambada de inoperantes!
Vivam os círculos uninominais!
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e, o Dias Loureiro, quando é que ele vai à tal comissão? não vai? é pena! o segredo é a alma do negócios!
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Comentário 3:
– Nem mais!
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