Venha o IDE!!!
A hipótese aqui, referida de o BBVA adquirir uma participação qualificada no BCP, bem como outras tomadas de participação ou inclusivamente aquisições integrais de empresas portuguesas que se lhe seguissem, seria porventura a melhor forma de sairmos da crise. A um país com a dívida externa líquida mastodôntica como a que temos (cerca de 100% do PIB) e com um défice das transacções correntes em subida contínua (quase 12% do PIB) não resta melhor alternativa que abrir-se livremente ao investimento directo estrangeiro (IDE).
Trata-se de capitais que entram de uma forma perene, sem repatriamento de lucros significativo nos próximos tempos e que injectaria a liquidez que os agentes económicos nacionais tanto necessitam para a reconstituição de fundos próprios e(ou) redução de endividamento.
Para além dos ganhos de produtividade e, a prazo, de emprego que potenciaria nas empresas adquiridas, o IDE teria ainda a enormíssima vantagem de dispersar recursos por toda a economia, que os reaplicaria de forma bem mais eficiente e com menores riscos do que se os mesmos estivessem concentrados nas mãos de Sócrates.

Mas o bbva não está falido? Essa história não é apenas de especulação para aumentar o preço das acções e as venderem? O bbva está mesmo interessado?
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http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=351346
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Gestão de Rendeiro sob suspeita de burla
28/01/09 00:05
O banco privado foi alvo de buscas motivadas por denúncias do Banco de Portugal e da CMVM. Em causa estão suspeitas de alegados casos de lavagem de dinheiro, falsificação de documentos e burla qualificada.
http://www.economico.pt/noticias/gestao-de-rendeiro-sob-suspeita-de-burla-e-branqueamento-de-capitais_2139.html
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Pois
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Anónimo disse
28 Janeiro, 2009 às 9:08 pm
Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonha, feixes de miséria, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia de um coice, pois que já nem com as orelhas é capaz de sacudir as moscas. […]“;
temos
“Um clero português, desmoralizado e materialista, liberal e ateu, cujo Vaticano é o ministério do reino, e cujos bispos e abades não são mais que a tradução em eclesiástico do fura-vidas que governa o distrito ou do fura-vidas que administra o concelho […]“;
“Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo […]“;
“Um exército que importa em 6.000 contos, não valendo 60 réis […]“;
“Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo […]“;
“A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela um saca-rolhas”;
“Dois partidos monárquicos, sem ideias, sem planos, sem convicções […]“;
“Um partido republicano, quase circunscrito a Lisboa, avolumando ou diminuindo segundo os erros da monarquia, hoje aparentemente forte e numeroso, amanhã exaurido e letárgico […]“;
“Instrução miserável, marinha mercante nula, indústria infantil, agricultura rudimentar”,
“Um regime económico baseado na inscrição e no Brasil, perda de gente e de capital, autofagia colectiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio”;
“Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, o direito garantido virtualmente na lei, posto, de facto, à mercê dum compadrio de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários”;
“Uma literatura iconoclasta, – meia dúzia de homens que, no verso e no romance, no panfleto e na história, haviam desmoronado a cambaleante cenografia azul e branca da burguesia de 52 […]“;
“E se a isto juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizado já em fórmulas banais e populares […] teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade portuguesa no tempo da morte de D. Luís, cujo reinado de paz podre vem dia a dia supurando em gangrenamentos terciários.”
GUERRA JUNQUEIRO 1886
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entreguem aos espanhóis esta republica socialista de merda
a periferia de portugal advem de maus politicos e péssimas politicas de ensino, magistratura, agricultura,e por aí fora.
és solo mierda
acabem com a farsa da independência nacional
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E nesse caso lá seriam então os Espanhóis a fazer de Portugal uma Zona Economica Especial. Simplesmente por que ela é fundamental a nivel ibérico na perspectiva mundial. Mas a nossa “elite” dedica-se à “astrologia”, ou está escrito nas estrelas, ou há nuvens a tapar as estrelas. Pois é.
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O problema é dizermos “que venha o IDE” justo no momento em que há escassez de capitais. Quando o mundo crescia, dizíamos: aqui del rey que querem acabar com os centros de decisão nacionais.
É uma pândega.
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Leitura recomendada:
“Obama’s Reagan Transformation?”
By Lou Cannon no NY Times
http://100days.blogs.nytimes.com/2009/01/27/obamas-reagan-transformation/?8dpc
“Rewriting the rulebook for 21st-century capitalism”
Jeffrey Sachs, no Guardian
http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2009/jan/28/obama-policy-technology
E sobretudo:
School Reform That Works
By Bill Gates, no Washington Post
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/01/27/AR2009012702674.html
“Whenever I talk to teachers, it is clear that they want to be great, but they need better tools so they can measure their progress and keep improving. So our new strategy focuses on learning why some teachers are so much more effective than others and how best practices can be spread throughout the education system so that the average quality goes up. We will work with some of the best teachers to put their lectures online as a model for other teachers and as a resource for students.”
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…do que se os mesmos estivessem concentrados nas mãos de Sócrates…
ABRAM OS OLHOS OTÁRIOS: ficando à mercê de ‘sócrates’s’ ainda se poderá corrigir alguma coisa… agora, à mercê de ‘madoff’s’ (leia-se, alta finança internacional) é comer e calar sem direito a piar…
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Mas qual IDE qual carapuça? Quem é que quer investir em Portugal no estado decrépito em que os socialistas o puseram e sem a menor esperança de desenvolvimento seja a curto ou médio prazo?
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11.
Qualquer pessoa que ame o seu País, e a alma do seu povo.
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6. cão, o primeiro parágrafo do 5. é para si.
Convencidíssimo que os espanhóis o vão tratar muito bem. hahahaha como tratam o Saramago, pensa o tontinho.
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