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Vale a pena

29 Janeiro, 2009

consultar o blogue do Pedro Almeida Vieira. Concorde-se ou não com as suas  opiniões ele lê os documentos oficiais.  Sabe do que fala. E agora que o país debate ZPE, EIA’s, PIN… será útil perceber do que estamos a falar.

13 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 10:23

    O que eu acho piada é que as pessoas acham que tudo acabou em 2004.

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  2. cão-tribuinte's avatar
    cão-tribuinte permalink
    29 Janeiro, 2009 10:24

    a actual situação
    é «o estrago da nação»

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  3. João Semana's avatar
    João Semana permalink
    29 Janeiro, 2009 10:25

    A não perder esta leitura

    http://daliteratura.blogspot.com/2009/01/va-se-la-saber-porque.html

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  4. João Semana's avatar
    João Semana permalink
    29 Janeiro, 2009 10:27

    http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2142130.html

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  5. João Semana's avatar
    João Semana permalink
    29 Janeiro, 2009 10:31

    http://jugular.blogs.sapo.pt/668043.html

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 10:48

    Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonha, feixes de miséria, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia de um coice, pois que já nem com as orelhas é capaz de sacudir as moscas. […]“;

    temos
    “Um clero português, desmoralizado e materialista, liberal e ateu, cujo Vaticano é o ministério do reino, e cujos bispos e abades não são mais que a tradução em eclesiástico do fura-vidas que governa o distrito ou do fura-vidas que administra o concelho […]“;

    “Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo […]“;

    “Um exército que importa em 6.000 contos, não valendo 60 réis […]“;

    “Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo […]“;

    “A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela um saca-rolhas”;

    “Dois partidos monárquicos, sem ideias, sem planos, sem convicções […]“;

    “Um partido republicano, quase circunscrito a Lisboa, avolumando ou diminuindo segundo os erros da monarquia, hoje aparentemente forte e numeroso, amanhã exaurido e letárgico […]“;

    “Instrução miserável, marinha mercante nula, indústria infantil, agricultura rudimentar”,

    “Um regime económico baseado na inscrição e no Brasil, perda de gente e de capital, autofagia colectiva, organismo vivendo e morrendo do parasitismo de si próprio”;

    “Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, o direito garantido virtualmente na lei, posto, de facto, à mercê dum compadrio de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários”;

    “Uma literatura iconoclasta, – meia dúzia de homens que, no verso e no romance, no panfleto e na história, haviam desmoronado a cambaleante cenografia azul e branca da burguesia de 52 […]“;

    “E se a isto juntarmos um pessimismo canceroso e corrosivo, minando as almas, cristalizado já em fórmulas banais e populares […] teremos em sintético esboço a fisionomia da nacionalidade portuguesa no tempo da morte de D. Luís, cujo reinado de paz podre vem dia a dia supurando em gangrenamentos terciários.”

    GUERRA JUNQUEIRO 1886

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  10. Desconhecida's avatar
    José permalink
    29 Janeiro, 2009 11:04

    Acho muito bem que se escreva: “ele lê os documentos oficiais. Sabe do que fala”

    É esse o problema número um dos jornalistas e do jornalismo. E dos cronistas tembém…

    A humildade em o reconhecer é meio caminho andado para a sabedoria.

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  11. Desconhecida's avatar
    José permalink
    29 Janeiro, 2009 11:08

    O texto de Guerra Junqueiro é absolutamente pertinente.

    Para expulsar os fura-vidas do chico-espertismo nacional, cujo exemplo máximo já se vê quem é, há um método infalível: saber as coisas, estar informado devidamente através da leitura dos diplomas e leis e usar os métidos do fura-vidas: atirar onde dói mais.

    Com tácticas á Paulo Rangel, de punhos de renda e voz flausina nas críticas a fazer de conta que engrossa, não se arrumam estes fura-vidas.

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  12. Desconhecida's avatar
    Fernanda Valente permalink
    29 Janeiro, 2009 11:14

    Quer então dizer que no caso de projectos que envolvam investimento estrangeiro, estes não têm que ser aprovados com maior celeridade por comparação aos projectos de obras públicas?

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  13. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Janeiro, 2009 11:56

    O gajo sabe do que fala. E então se tem um estudo de impacto ambiental que diz que o parecer é negativo, excepto se for retirado o hotel e mais não sei que mais, quanto te,po é que acha que é necessário para o parecer ser positivo se for retirado o hotel e não sei que mais? Acha que vão fazer o estudo todo outra vez ou basta apenas o tempo de fotocopiar a papelada e dizer sim em vez de não? meia hora chegara?
    O gajo sabe do que fala. Eu por caso não sei nada de nada. Sou absolutamenmte leigo, mas acho estranho que toda a gente saiba do que fala e fale.

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