Em tempo de guerra, quer dizer, crise…
5 Fevereiro, 2009
….não se limpam as armas: tendência proteccionista que “deve ser aplicada de maneira consistente com as obrigações dos Estados Unidos sob os acordos internacionais“.
Vamos ver onde é que tudo isto vai parar…..quer a tendência quer a dita cláusula de atenuação.
7 comentários
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Ora nem mais.
( E a isto? Vocês andam distraídos?
http://bandeiranegra1.wordpress.com/2009/02/05/da-rale-a-burguesia-da-eskerda-trotskista-ide-vos-foder-rafeiros-do-kapital/ ).
Bom dia.
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aqui os bufos do largo dos ratos e ratas
protegem o pm na lavandaria dos blogues
o polvo undo nunca será vencido
nacional-socialismo fossilizado
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EUA: Senado aprova redução de imposto para imóveis
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco318534,0.htm
Já por cá é um ver-se-te-avias de sacar do parceiro impostos sobre imóveis que jamais viu e não lhe pertencem, como expõe uma vez, segunda e terceira, se os gajos teimam, bem sentados, sempre duvidando, num descontrolo de quem não tem gente, fiscais, para averiguarem no terreno, visto como o serviço parece andar por lá em pantanas, sem um que se disponha uma hora a levantar da cadeira.
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Eh, não que os banqueiros levaram-no todo em offshors e mais regabofe e há que buscá-lo à reserva dos salários mínimos. E é sempre o pobre do poviléu, trabalhador, reformado, se não desempregado, que junte os tostões e o pague.
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Então o Obama ía ser tão “amigo” da Europa! Tão multilateralista. Afinal… E o que dizer da barraca com o Bill Richardson e Tom Daschle? Até agora já são três membros da administração recusados pelo Senado. Começa “bem” a Administração Obama. O que não se diria se fosse com uma Administração republicana…
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Não se vislumbra nas actuais lideranças políticas capacidade de resolução da Recessão que se encavalitou na Crise criada internamente pela fantasia do Combate ao déficit e agravada pelas medidas incapazes para responder a ambas.
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Estão a ser próprias medidas que custam biliões de Euros a Portugal que agravam e inviabilizam cada vez mais pôr o País na direcção certa da saída da Recessão a avançar descontroladamente para o estoiro final dos “2 D’s”, Deflação-Depressão.
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Apenas eram, e são, precisas 4 medidas sem necessidade de quaisquer BailOuts, ajudas directas a sectores em Crise, reforços de subsídios de Desemprego etc
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1) Amnistia Fiscal Completa até ao limite de 750.000 € por Contribuinte
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2) Forte Baixa Fiscal em todos os Impostos (IVA para 15%, redução de 20% no IRS, IRC=10%) sem mexer nas Contribuições para a Segurança Social.
3) Eliminação completa do IMI
4) Instauração duma Taxa de 1% sobre todas as operações bancárias, sem aumento das taxas de juro bancárias e despesas aos clientes, para rapidamente se alcançar um Fundo de Garantia dos Depósitos Bancários superior a 75%
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Nos 6 meses seguintes reforma completa do Sistema Fiscal e Contributivo:
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a) IMPOSTO NACIONAL UNICO, 1%-2% sobre toda a facturação nacional incluindo a bancária, excluindo ou reduzindo a que provoque entrada de divisas na Exportação e Turismo, eliminando simultaneamente todos os Impostos sobre Lucros/Rendimentos/Produção e tributando só sobre o Consumo.
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b) TAXA SOCIAL NACIONAL, 0,5%-1% sobre toda a facturação nacional incluindo a bancária, exportadora e turística eliminando simultaneamente todas as Comparticipações de Empregadores e Empregados para a Segurança Social/Adse/Fundo Nacional de Pensões, direitos universais de todos os Cidadãos.
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Resistir ao NOVO social e político criado por esta Crise nunca vista, é garantir a chegada próxima da Colectivização total Economia irreversível, da Xenofobia e do Proteccionismo. Evidentemente condimentados com a violência social com as consequências radicais a nível politico-partidário.
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Estão aqui as medidas alternativas que os Situacionistas ou o Governo Sócrates se queixam ninguém apresentar.
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E um Novo Projecto Nacional do Liberalismo Avançado reforçando os Direitos Sociais dos Cidadãos (Saúde, Educação, Protecção no Desemprego e Reforma)
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o pior disto e’ que a emenda so’ se preocupa com o canada’ e a ue. os outros, que sa~o quem precisa mais de um come’rcio livre, va~o ser enterrados.
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