O BE não passa, actualmente, do partido sombra do Manuel Alegre .
Com uma diferença: O Manuel Alegre não tem qq proposta para o País real. É só diálogo, mais democracia e mais diálogo. O BE, não, o BE tem propostas. Umas fazem chorar, outras, também. De rir!
Esta, dos despedimentos autorizados nas empresas sem resultados, em plena crise, serviria de vacina, por muitos anos, caso fosse posta em vigor. Vacina contra os disparates de quem não passa de idiotas úteis!
Isto é o que se chama de uma proposta de suicídio “assistido”
MFerrer
Esta série de postas leva-me a uma conclusão:
Francisco Louçã,
Santana Lopes,
Ferreira Leite,
Durão Barroso,
e muitos outros,
não podem dar uma gaffezita.
O bem-amado Sócrates pode dizer
e fazer
os maiores disparates,
mesmo insidiosos.
Amanhã e na segunda-feira, a SIC emitirá dois episódios sobre “a vida íntima” de Salazar…
Uuiiiiiiiiiiiiiii, deve ter sido um garanhão e peras !…… A D. Maria viu-se aflitinha naquele boldel insuspeito…
Sucesso garantido da SIC: Salazar/mulheres/intimidades/sexo.
Se forem dois coelhinhos “homemséquessuáis”, assaltam a toca do lado para “adoptarem” as duas notas de 100 Euros do capitalismo… — a vidinha está a piorar, está frio, e têm que comprar casaquinhos de lã, um azul-bebé e outro rosinha…
MJRB lol…quando o Louçã estava a mostrar a sua sapiência sobre economia eu lembrei-me no caso de serem homo. O Miranda também se lembrou e prova é o post anterior (que não tinha visto). É isto o caviar? O meu caseiro faz melhor!
Hoje, em Coimbra, Sócrates aconselhou –sim, aconselhou !– os portugueses a verem o filme “Milk”, “sobre a vida dum político homosexual”.
Temos crítico de cinema na calha, ou o desenrolar duma passadeira cor-de-rosa para que “os portugueses e as portuguesas” se habituem a admitir de ânimo leve o casamento de pessoas do mesmo sexo, incluindo políticos ?
É difícil imaginar imagem mais mal escolhida para comparar a produtividade da capital com a do trabalho do que o casal de coelhos e o casal de notas de 100 euros.
Primeiro: Como ao Minhoto, também me ocorreu imediatamente a hipótese de apesar de constituírem um “casal” os coelhos serem homossexuais e terem uma produtividade nula em termos de coelhinhos. Não esperava que isto escapasse a um dirigente do BE.
Segundo: Os coelhos custam dinheiro, portanto para os pôr a produzir há que ter capital. Os coelhinhos serão fruto da união dos coelhos e do capital que eles representam.
Terceiro: Porque haveria alguém de ser tão louco que pusesse duas notas de 100 € numa cova? Só mesmo o Louçã. Já se as duas notas forem postas numa conta num banco depois de certo tempo haverá mesmo notinhas de 20 € ou pelo menos algumas moedas e lá se vai o argumento.
Foi por se lembrarem que este capitalismo é avassalador na distribuição de riqueza. que implementaram estas regras tão distributivas ,tão justas, que acabaram nos anos oitenta por implodirem apesar dos óleos gases e ouros, distribuindo a miséria justamente por todos.
Um licenciado em economia Comuna dá este lindo resultado…é o discurso da pobreza permanente, de Cuba, segundo a cartilha de que os trabalhadores estão impedidos de acumular capital e por isso indigentes.
…Que atrasado mental!
Ouvi uma parte do discurso do cretino Louçã. Inacreditável. Imaginemos um apocalíptico cenário do poder caído na rua e Portugal ser tomado de assalto pela cambada:
1. Fuga generalizada de capitais e auto-exílio da gente que faz funcionar o país, seja aquela da banca, indústria, ou comércio.
2. Paulatina ilegalização de toda a oposição, do PS até à direita CDS.
3. Início de guerra aberta com o PC envelhecido e provável absorção dos seus restos, num previsível 2esquema” unitário.
4. Numa primeira fase, acanalhamento das forças armadas, com a expulsão dos quadros de carreira e esmagamento da hierarquia, substituída por comissários políticos ao estilo dos senhores Portas ou Rosas. A partir daí, formação de um exército marcadamente político, de passo de ganso e espampanantes uniformes e profundamente impregnado do espírito policial que foi apanágio dos seus congéneres comunistas. Do farrismo guevariano, passam logo ao neo-prussianismo de corte leninista. Em menos de 5 anos.
5. Tomada de assalto de toda a imprensa e televisão e instauração de facto da censura e esta, muitíssimo mais radical que aquela que existia antes do 25 de Abril.
6. Leis de excepção que permitam a invasão indiscriminada do domicílio, controlo da correspondência, prisão preventiva sem acusação, etc.
5. Nacionalização de toda a propriedade privada. Num país de pequenos proprietários de T2 e de T3, imagine-se a terrível comoção que os louçaneiros causariam. Em nome da utopia, claro.
6. Externamente, Portugal desceria à categoria de Estado pária, semelhante a Cuba, Coreia do Norte, após a fase do tipo “bolivariana-porreirista” sempre previsível nestes latinos revolucionários de Lux, Papa Açorda e Alcântara-Café.
7. Finalizando, Portugal veria com espanto, como desapareceria gente sem deixar rasto, como as prisões se encheriam de “inimigos da revolução popular” e a prática corrente mas não assumida, da Pena de Morte abolida há 130 anos pela monarquia do sr. D. Luís I.
Fase 8. Intervenção militar estrangeira, linchamentos e ajustes de contas de norte a sul e provável tutela internacional.
Tudo isto é ficção. O sr. Louçã, os parasitas e gordos palhaçotes bem instalados que o cercam, as adolescentes pré-púberes de 55 anos e as badalhocas “griffeuses” que fazem o coro esganiçado das oportunas pseudo-fracturâncias de sarjeta, falam muito mas pouco podem. E nem sequer precisaremos de dizer NÃO PASSARÃO!, pois um vitalício tachinho burguês chega-lhes e sobra-lhes. A burguesia sabe bem como dar um pirolito aos seus filhotes mais dilectos…
Muito simples o estado manda em tudo, e o Louçã manda no estado.
È esse o clímax para este orador que me suscita na forma os processos da inquisição.
A forma e o conteúdo do discurso de Louçã deixa transparecer laivos ditatoriais.
Na reprodução dos coelhos a IGV não é paga pelo SNS, por isso a reprodução ainda é norma.
Isto representa o pensamento de esquerda de hoje em dia? É isto que quer o pateta Alegre?
Pressupondo que o homem acredita naquilo que afirma, realmente não passa de um imbecil. ” -O capital nada faz, é o trabalho que tudo faz”. Só faltou dizer que se fazem empresas sem capital. Esqueceu-se de informar onde.
Imbecil com seguidores. Idiotas uteis acéfalos cujos votos o ajudam a viver sem trabalhar.
Como se vê La Fontaine minimalista e tudo continua na ordem do dia. Nada como pôr os animais a falar para se perceber como certas pessoas são animais.
Nesta pequena fábula do Dr. Louçã dita com o fervor missionário (e o tom de voz) que o caracterizam, no entanto apareceram alguns deslizes zoológicos,
O primeiro é que os coelhos (supondo o cooelho livre, e não o infeliz de gaiola) não habitam em covas. Mas sim em tocas. Em segundo lugar as suas copulações frequentes desenrolam-se ao ar livre, na proximidade das tocas, porventura.
O facto de o Dr. Louçã os ter metido em covas (lugar profundo, dos cemitérios) do ponto de vista psicanalítico é interessante. Aparentemente o não dito do seu discurso associa o sexo frequente a um lugar de morte, a cova.
Saõ pois de certo modo coelhos necrófilos. Como sempre as pequenas frases dos políticos são minas sobre os seus não dito. No caso associar o sexo à morte. A reprodução à morte.
Seja como fôr esta analogia dos coelhos só um urbanícola a podia ter construído. Quecas só na casinha, no caso, na covinha.
O resto do discurso…conviria ler mais Nietzche, as considerações que ele tece sobre o “discurso do ressentimento.”
Um abraço aos Blasfemadores e ao Louçã, sans rancune
E reparem…. há a presunção de que dois coelhinhos vão parir que nem… coelhos. O que se pressupõe que o acasalamento é com o intuito de gerar uma nova vida. Não existe portanto preservativos nem pílula nem planeamento. É sempre “Áviar”…. Minha nossa. Que discurso tão…. “católico”!!! O louça vai receber uma benção especial (tipo assim crucifixo e chouriços)!!! LOL
Na parábola dirigida aos crentes sobre coelhos, notas, buracos e reprodução, podemos pedir algumas clarificações:
As notas de 100 € não se podem reproduzir na medida em que é uma ligação homossexual entre duas entidades do género feminino.
Por sua vez, o caso dos coelhos foi apresentado como “se fosse um casal teriam coelhinhos”. Porém o casal poderia ter três variantes possíveis: dois membros do sexo feminino, dois membros do sexo masculino, ou um do sexo feminino e outro do masculino.
Portanto o casal de coelhos tem 66% de probabilidade de não se reproduzir.
Mas isso pode ser contornado com a permissão da adopção por casais homossexuais.
Sugiro que tanto as notas como os coelhos devem ter possibilidade de adoptar um juvenil da sua espécie.
É claro que a lição da parábola, (todas as parábolas encerram uma lição), fica um bocado prejudicada, mas a coerência do discurso fica boa e recomenda-se.
Nota: Além do Zé já não fazer falta, a Joana está em vias de deixar de fazer…
Uma cópula patafísicamente mais interessante seria entre um coelho homo ou hetero e uma nota de cem euros.
O nascituro, caso houvesse, seria o tão desejado coelheuro 100, realização do nirvana operarial,o ente, o Desejado, que substituiria a velha classe operária e a explorante classe patronal.
Sócrates é uma espécie de Xico Louçã quanto ao estilo: desbragado
desaustinado e masturbador. A diferença é que um fazmarchaatrás e
o outro fazfugap’rafrente. As coelinhas da PLAYBOI são um subproduto do capitalismo, logo, o ex. dos coelhos está falhado
ideologicamente.
eheheh
.
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A joana foi embora, não se faz. Já não voto mais neles.
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A Joana tem classe ! Bebeu “chá” !
Culta. Inteligente.
Mas o que poderia esperar depois de ter apoiado MSoares ?
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O BE não passa, actualmente, do partido sombra do Manuel Alegre .
Com uma diferença: O Manuel Alegre não tem qq proposta para o País real. É só diálogo, mais democracia e mais diálogo. O BE, não, o BE tem propostas. Umas fazem chorar, outras, também. De rir!
Esta, dos despedimentos autorizados nas empresas sem resultados, em plena crise, serviria de vacina, por muitos anos, caso fosse posta em vigor. Vacina contra os disparates de quem não passa de idiotas úteis!
Isto é o que se chama de uma proposta de suicídio “assistido”
MFerrer
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Esta série de postas leva-me a uma conclusão:
Francisco Louçã,
Santana Lopes,
Ferreira Leite,
Durão Barroso,
e muitos outros,
não podem dar uma gaffezita.
O bem-amado Sócrates pode dizer
e fazer
os maiores disparates,
mesmo insidiosos.
Curiosamente, ou talvez não, o CAA está ilibado.
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Amanhã e na segunda-feira, a SIC emitirá dois episódios sobre “a vida íntima” de Salazar…
Uuiiiiiiiiiiiiiii, deve ter sido um garanhão e peras !…… A D. Maria viu-se aflitinha naquele boldel insuspeito…
Sucesso garantido da SIC: Salazar/mulheres/intimidades/sexo.
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E se forem 2 coelhos homossexuais?
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Minhoto,
Se forem dois coelhinhos “homemséquessuáis”, assaltam a toca do lado para “adoptarem” as duas notas de 100 Euros do capitalismo… — a vidinha está a piorar, está frio, e têm que comprar casaquinhos de lã, um azul-bebé e outro rosinha…
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MJRB lol…quando o Louçã estava a mostrar a sua sapiência sobre economia eu lembrei-me no caso de serem homo. O Miranda também se lembrou e prova é o post anterior (que não tinha visto). É isto o caviar? O meu caseiro faz melhor!
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Eh, Láááaaaaaaaaaaaaaaaaaa !
Hoje, em Coimbra, Sócrates aconselhou –sim, aconselhou !– os portugueses a verem o filme “Milk”, “sobre a vida dum político homosexual”.
Temos crítico de cinema na calha, ou o desenrolar duma passadeira cor-de-rosa para que “os portugueses e as portuguesas” se habituem a admitir de ânimo leve o casamento de pessoas do mesmo sexo, incluindo políticos ?
Ólarilóléla !
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Minhoto, 9
É um “caviar” muito reles, o “made in BE”. E o caviar reles faz mal ao fígado. Quando o compro é do bom. Caro, uma notinha de 100 não chega.
Não o tracaria, em momento algum, por um cabrito assado no forno e temperado pelo seu caseiro….
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É difícil imaginar imagem mais mal escolhida para comparar a produtividade da capital com a do trabalho do que o casal de coelhos e o casal de notas de 100 euros.
Primeiro: Como ao Minhoto, também me ocorreu imediatamente a hipótese de apesar de constituírem um “casal” os coelhos serem homossexuais e terem uma produtividade nula em termos de coelhinhos. Não esperava que isto escapasse a um dirigente do BE.
Segundo: Os coelhos custam dinheiro, portanto para os pôr a produzir há que ter capital. Os coelhinhos serão fruto da união dos coelhos e do capital que eles representam.
Terceiro: Porque haveria alguém de ser tão louco que pusesse duas notas de 100 € numa cova? Só mesmo o Louçã. Já se as duas notas forem postas numa conta num banco depois de certo tempo haverá mesmo notinhas de 20 € ou pelo menos algumas moedas e lá se vai o argumento.
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Quanto capital leva a família Louça para casa por mês?
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Foi por se lembrarem que este capitalismo é avassalador na distribuição de riqueza. que implementaram estas regras tão distributivas ,tão justas, que acabaram nos anos oitenta por implodirem apesar dos óleos gases e ouros, distribuindo a miséria justamente por todos.
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Um licenciado em economia Comuna dá este lindo resultado…é o discurso da pobreza permanente, de Cuba, segundo a cartilha de que os trabalhadores estão impedidos de acumular capital e por isso indigentes.
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O que tem a dizer sobre isto a F.E.R?Sabem o que é a F.E.R. não sabem?Começam-se a revelar os contornos do Processo Casa Pia.
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…Que atrasado mental!
Ouvi uma parte do discurso do cretino Louçã. Inacreditável. Imaginemos um apocalíptico cenário do poder caído na rua e Portugal ser tomado de assalto pela cambada:
1. Fuga generalizada de capitais e auto-exílio da gente que faz funcionar o país, seja aquela da banca, indústria, ou comércio.
2. Paulatina ilegalização de toda a oposição, do PS até à direita CDS.
3. Início de guerra aberta com o PC envelhecido e provável absorção dos seus restos, num previsível 2esquema” unitário.
4. Numa primeira fase, acanalhamento das forças armadas, com a expulsão dos quadros de carreira e esmagamento da hierarquia, substituída por comissários políticos ao estilo dos senhores Portas ou Rosas. A partir daí, formação de um exército marcadamente político, de passo de ganso e espampanantes uniformes e profundamente impregnado do espírito policial que foi apanágio dos seus congéneres comunistas. Do farrismo guevariano, passam logo ao neo-prussianismo de corte leninista. Em menos de 5 anos.
5. Tomada de assalto de toda a imprensa e televisão e instauração de facto da censura e esta, muitíssimo mais radical que aquela que existia antes do 25 de Abril.
6. Leis de excepção que permitam a invasão indiscriminada do domicílio, controlo da correspondência, prisão preventiva sem acusação, etc.
5. Nacionalização de toda a propriedade privada. Num país de pequenos proprietários de T2 e de T3, imagine-se a terrível comoção que os louçaneiros causariam. Em nome da utopia, claro.
6. Externamente, Portugal desceria à categoria de Estado pária, semelhante a Cuba, Coreia do Norte, após a fase do tipo “bolivariana-porreirista” sempre previsível nestes latinos revolucionários de Lux, Papa Açorda e Alcântara-Café.
7. Finalizando, Portugal veria com espanto, como desapareceria gente sem deixar rasto, como as prisões se encheriam de “inimigos da revolução popular” e a prática corrente mas não assumida, da Pena de Morte abolida há 130 anos pela monarquia do sr. D. Luís I.
Fase 8. Intervenção militar estrangeira, linchamentos e ajustes de contas de norte a sul e provável tutela internacional.
Tudo isto é ficção. O sr. Louçã, os parasitas e gordos palhaçotes bem instalados que o cercam, as adolescentes pré-púberes de 55 anos e as badalhocas “griffeuses” que fazem o coro esganiçado das oportunas pseudo-fracturâncias de sarjeta, falam muito mas pouco podem. E nem sequer precisaremos de dizer NÃO PASSARÃO!, pois um vitalício tachinho burguês chega-lhes e sobra-lhes. A burguesia sabe bem como dar um pirolito aos seus filhotes mais dilectos…
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Tudo é amor, diz o Cristo.
E é tudo o capital, diz-lhe o Marx.
Mais a modo, diz o Bush, que tudo é guerra, comigo, e prepotência.
Mas o liberalismo é que é tudo, diz Miranda e assim o CAA, com o lcd à perna e toda a blasfémia.
Tudo é o poder das armas que se tenha, emenda o Olmert, seguindo a helenamatos.
E tudo é relativo, mes amis, responde-lhes Einstein, de cima da sua cadeira.
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Hoje, em Coimbra, Sócrates aconselhou –sim, aconselhou !– os portugueses a verem o filme “Milk”, “sobre a vida dum político homosexual”.
O Eduardo Pitta quer que ele seja passado em todas as escolas do país.
Veja aqui
http://daliteratura.blogspot.com/2009/02/milk.html
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Muito simples o estado manda em tudo, e o Louçã manda no estado.
È esse o clímax para este orador que me suscita na forma os processos da inquisição.
A forma e o conteúdo do discurso de Louçã deixa transparecer laivos ditatoriais.
Na reprodução dos coelhos a IGV não é paga pelo SNS, por isso a reprodução ainda é norma.
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#19 fado alexandrino
Por vontade dos Eduardos Pittas deste mundo, os casamentos heterossexuais seriam abolidos.
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Isto representa o pensamento de esquerda de hoje em dia? É isto que quer o pateta Alegre?
Pressupondo que o homem acredita naquilo que afirma, realmente não passa de um imbecil. ” -O capital nada faz, é o trabalho que tudo faz”. Só faltou dizer que se fazem empresas sem capital. Esqueceu-se de informar onde.
Imbecil com seguidores. Idiotas uteis acéfalos cujos votos o ajudam a viver sem trabalhar.
Sabem que mais? Puta que os pariu.
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Uma brincadeira com o tal minuto e meio:
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o louça esta a ir contra os seus proprios principios:
um casal de coelhos produz coelhinos
duas notas de 100 (casal homossexual) nao levam a lado nenhum
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Como se vê La Fontaine minimalista e tudo continua na ordem do dia. Nada como pôr os animais a falar para se perceber como certas pessoas são animais.
Nesta pequena fábula do Dr. Louçã dita com o fervor missionário (e o tom de voz) que o caracterizam, no entanto apareceram alguns deslizes zoológicos,
O primeiro é que os coelhos (supondo o cooelho livre, e não o infeliz de gaiola) não habitam em covas. Mas sim em tocas. Em segundo lugar as suas copulações frequentes desenrolam-se ao ar livre, na proximidade das tocas, porventura.
O facto de o Dr. Louçã os ter metido em covas (lugar profundo, dos cemitérios) do ponto de vista psicanalítico é interessante. Aparentemente o não dito do seu discurso associa o sexo frequente a um lugar de morte, a cova.
Saõ pois de certo modo coelhos necrófilos. Como sempre as pequenas frases dos políticos são minas sobre os seus não dito. No caso associar o sexo à morte. A reprodução à morte.
Seja como fôr esta analogia dos coelhos só um urbanícola a podia ter construído. Quecas só na casinha, no caso, na covinha.
O resto do discurso…conviria ler mais Nietzche, as considerações que ele tece sobre o “discurso do ressentimento.”
Um abraço aos Blasfemadores e ao Louçã, sans rancune
Miguel Drummond de Castro
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E reparem…. há a presunção de que dois coelhinhos vão parir que nem… coelhos. O que se pressupõe que o acasalamento é com o intuito de gerar uma nova vida. Não existe portanto preservativos nem pílula nem planeamento. É sempre “Áviar”…. Minha nossa. Que discurso tão…. “católico”!!! O louça vai receber uma benção especial (tipo assim crucifixo e chouriços)!!! LOL
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Na parábola dirigida aos crentes sobre coelhos, notas, buracos e reprodução, podemos pedir algumas clarificações:
As notas de 100 € não se podem reproduzir na medida em que é uma ligação homossexual entre duas entidades do género feminino.
Por sua vez, o caso dos coelhos foi apresentado como “se fosse um casal teriam coelhinhos”. Porém o casal poderia ter três variantes possíveis: dois membros do sexo feminino, dois membros do sexo masculino, ou um do sexo feminino e outro do masculino.
Portanto o casal de coelhos tem 66% de probabilidade de não se reproduzir.
Mas isso pode ser contornado com a permissão da adopção por casais homossexuais.
Sugiro que tanto as notas como os coelhos devem ter possibilidade de adoptar um juvenil da sua espécie.
É claro que a lição da parábola, (todas as parábolas encerram uma lição), fica um bocado prejudicada, mas a coerência do discurso fica boa e recomenda-se.
Nota: Além do Zé já não fazer falta, a Joana está em vias de deixar de fazer…
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Gosto muito da Joana Amaral Dias. Faz-me lembrar a «Pipi das Meias Altas»: esperta; inteligente; aguerrida; combativa.
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Uma cópula patafísicamente mais interessante seria entre um coelho homo ou hetero e uma nota de cem euros.
O nascituro, caso houvesse, seria o tão desejado coelheuro 100, realização do nirvana operarial,o ente, o Desejado, que substituiria a velha classe operária e a explorante classe patronal.
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O casal do coelhinho Louça que deu? Ou estará “dinamitado” pelo capital? Eu prefiro as coelhinhas do Playboy.
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Ora bolas, já tinham topado a dos coelhos paneleiros com défice de reprodutividade….
Paciência!
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Sócrates é uma espécie de Xico Louçã quanto ao estilo: desbragado
desaustinado e masturbador. A diferença é que um fazmarchaatrás e
o outro fazfugap’rafrente. As coelinhas da PLAYBOI são um subproduto do capitalismo, logo, o ex. dos coelhos está falhado
ideologicamente.
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ahahahahahahaha
Este louça já me tinha feito rir com aquela do PP não poder falar de aborto porque ele não tinha filhos.
Mas esta dos coelhos foi linda.
Tá a sair-lhe a casca.
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