Eia, mais vinte governos, mais vinte estados! Mais vinte razões para posts indignados no Blasfemias!… (hhmmm, Gabriel, imagino que esteja chateado com essa coisa, right?…right?)
Caramelo,
se ler a noticia, reparará que a declaração de soberania nada tem a ver com «independencia», mas com a limitação de poder (daí o titulo da posta), ou seja, tais iniciativas pretendem ressalvar os direitos dos estados face ao centralismo e interferenca do estado federal.
E sim, tem a ver com soberania, pois que foram os estados que criaram, isto é cederam parte da sua soberania para a criação de um poder federal. Mas só na medida do estritamente fixado na constituição. Sucede, que na ideia destes proponentes, o estado federal há muito que tem abusado e ultrapassado as suas competencias. De acordo com o que se diz nas propostas legislativas nos anteriores mandatos e no presente pretende-se ainda mais alargar tais interferencias pelo que esses estados ao expressarem a sua soberania, rejeitariam uma serie de medidas para as quais não reconhecem competencia federal.
Conviria fazer um revisão ao período denominado “Grande Depressão”. Aquilo esteve muito para além de vinhas da ira, dust bowls ou manhattan transfers.
Irònicamente foram os japoneses que,com a melhor das boas – vontades, remediaram a coisa…
Aguardam-se os próximos “developments”…
“Centralismo e interferenca do estado federal”, assim sendo, parece-me que no fundo se trata apenas de uma versão “sui generis” da questão do poder regional.
Aos juristas recordo que “federação” é diferente de “confederação”.
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Interessante é que a Constituição dos EUA autoriza legalmente. Em paralelo, assiste-se também a movimentos para a criação e emissão de moeda própria. Em Inglaterra também.
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A nova desordem mundial surgida da aposta numa nova ordem que o maximo que conseguirá é uma nova ordem numa nova desordem, uma espécide do mesmo salvo o NEO-PROTECCIONISMO unica forma de recuperar de novo o Emprego conjugado com mais poder de compra dos Cidadãos à custa de forte baixa de Impostos.
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Nada mais trava o declinio e empobrecimento do Ocidente, em especial da Europa e dos EUA, cujo poder de compra alavancou o desenvolvimento em vários países. Estamos no ponto “omega” em que a “gordura” tem de ser “lipoaspirada”.
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Quanto mais tempo se continuar a perder mais tempo e meios consumirá a “cirurgia”.
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Nunca se esteve numa “Nova Ordem Mundial” mas sim num “FORTE REAJUSTAMENTO PLANETÁRIO” que esmaga os hábitos publicos de cada País forçando a novas realidades fiscais (mais dinheiro para os Cidadãos, muito menos para o estado) e redefinição do “para onde e para quê” os gastos dos Governos.
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Eu sei que isto é doloroso para a “Velha Ordem”. Um dizia “é a vida”. Ainda não tinha percebido que “é o que tem de ser feito, contra factos não há argumentos”. Ou melhor, há mas não prestam.
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Não resistam mais porque mais perderão, quiça tudo se teimarem.
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Essa vai ser o verdadeiro problema do BO: manter os estados … unidos.
E não se trata de um mero jogo de palavras…
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Voz esganiçada da extrema-esquerda, conhecido em Portugal por BE.
Guiado pela mão com obama eu vou,
E sigo como ovelha que encontrou pastor,
Guiado pela mão com Barak eu vou,
Aonde ele vai (aonde ele vai)
Agora entra a voz arrastada de bagaço dos comunas
Se Barak te diz – amigo,
Larga tudo e vem comigo
Como posso resistir ao
Ao seu amor (ao seu amor)
Agora entra o bloco central. Tudo monocórdico, igual e monótono:
Se Barak me diz: – amigo
Deixa tudo e vem Comigo.
Minha mão porei na Sua,
Irei com Ele (irei com ele)
Apoteose final com as vozes de falsete do PP
Se Obama me diz: – amigo
Sou Teu Tudo e vem comigo
Minha mão porei na Sua
Irei com Ele
lá lá lá lá
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Os KKK e aficionados começam a aparecer.
Como se os EUA não tivessem os instrumentos adequados para evitar o separatismo.
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Em tempos até houve por lá uma guerra civil.
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… e, facto muito menos conhecido, até houve uma tentativa de criar um estado independente só de negros.
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Eia, mais vinte governos, mais vinte estados! Mais vinte razões para posts indignados no Blasfemias!… (hhmmm, Gabriel, imagino que esteja chateado com essa coisa, right?…right?)
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Caramelo,
se ler a noticia, reparará que a declaração de soberania nada tem a ver com «independencia», mas com a limitação de poder (daí o titulo da posta), ou seja, tais iniciativas pretendem ressalvar os direitos dos estados face ao centralismo e interferenca do estado federal.
E sim, tem a ver com soberania, pois que foram os estados que criaram, isto é cederam parte da sua soberania para a criação de um poder federal. Mas só na medida do estritamente fixado na constituição. Sucede, que na ideia destes proponentes, o estado federal há muito que tem abusado e ultrapassado as suas competencias. De acordo com o que se diz nas propostas legislativas nos anteriores mandatos e no presente pretende-se ainda mais alargar tais interferencias pelo que esses estados ao expressarem a sua soberania, rejeitariam uma serie de medidas para as quais não reconhecem competencia federal.
O que me parece muito bem.
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Conviria fazer um revisão ao período denominado “Grande Depressão”. Aquilo esteve muito para além de vinhas da ira, dust bowls ou manhattan transfers.
Irònicamente foram os japoneses que,com a melhor das boas – vontades, remediaram a coisa…
Aguardam-se os próximos “developments”…
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“Centralismo e interferenca do estado federal”, assim sendo, parece-me que no fundo se trata apenas de uma versão “sui generis” da questão do poder regional.
Aos juristas recordo que “federação” é diferente de “confederação”.
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Regionalismo, portanto… mas atenção aos incautos: o regionalismo americano é, por definição, mais virtuoso do que o do resto do mundo.
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“Tudo” pode acontecer nos USA, dada a situação social, política e económica.
BObama não teria um mandato fácil, mesmo que a crise norte-americana e internaciomal não tivesse atingido esta magnitude.
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Está visto que o AJJardim tem muita influência na América.
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Interessante é que a Constituição dos EUA autoriza legalmente. Em paralelo, assiste-se também a movimentos para a criação e emissão de moeda própria. Em Inglaterra também.
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A nova desordem mundial surgida da aposta numa nova ordem que o maximo que conseguirá é uma nova ordem numa nova desordem, uma espécide do mesmo salvo o NEO-PROTECCIONISMO unica forma de recuperar de novo o Emprego conjugado com mais poder de compra dos Cidadãos à custa de forte baixa de Impostos.
.
Nada mais trava o declinio e empobrecimento do Ocidente, em especial da Europa e dos EUA, cujo poder de compra alavancou o desenvolvimento em vários países. Estamos no ponto “omega” em que a “gordura” tem de ser “lipoaspirada”.
.
Quanto mais tempo se continuar a perder mais tempo e meios consumirá a “cirurgia”.
.
Nunca se esteve numa “Nova Ordem Mundial” mas sim num “FORTE REAJUSTAMENTO PLANETÁRIO” que esmaga os hábitos publicos de cada País forçando a novas realidades fiscais (mais dinheiro para os Cidadãos, muito menos para o estado) e redefinição do “para onde e para quê” os gastos dos Governos.
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Eu sei que isto é doloroso para a “Velha Ordem”. Um dizia “é a vida”. Ainda não tinha percebido que “é o que tem de ser feito, contra factos não há argumentos”. Ou melhor, há mas não prestam.
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Não resistam mais porque mais perderão, quiça tudo se teimarem.
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Estou acompanhando mais de perto essa “revolução” nos EUA. Já são mais de 20 estados. Aqui você pode ver a relação: http://www.libertarianismo.com/index.php/menuartigos/artigos/427-revolucao-silenciosa
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