Eutanásia
11 Fevereiro, 2009
A propósito do caso Eluana Englaro, vale a pena ler este parecer do CNECV, sobre o Estado Vegetativo Persistente. Não concordando integralmente com as conclusões, creio que o papel da vontade do próprio não pode ser posto de parte se quisermos falar de Dignidade.
5 comentários
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erros:
concordando
conclusões
dignidade
Abraço
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Obrigado. Gralhas corrigidas.
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Continuo a não perceber a invocação da dignidade… Não é essa a questão aqui! Um doente dependente é indigno? Um deficiente é indigno? Alguém que não queira ser sujeito a eutanásia, mesmo estando em situação de total dependência e mesmo sofrimento, é indigno? Só são dignos os que mantêm autonomia e “bom aspecto” até à morte?
Dignidade só se for no sentido de que se deve respeitar a pessoa e a sua vontade, eventualmente. É isso?
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“Dignidade só se for no sentido de que se deve respeitar a pessoa e a sua vontade, eventualmente”
Parece-lhe pouco?
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“Parece-lhe pouco?”
Se é nesse sentido, tudo bem. No outro é que não concordaria. 🙂
É que há muita gente para quem a eutanásia se justifica para que a pessoa em causa não fique numa situação supostamente “indigna” dado o seu estado físico. Ora isso, além de totalmente errado, a meu ver, é até ofensivo para quem está em sofrimento e dependência.
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