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Eutanásia

11 Fevereiro, 2009

A propósito do caso Eluana Englaro, vale a pena ler este parecer do CNECV, sobre o Estado Vegetativo Persistente. Não concordando integralmente com as conclusões, creio que o papel da vontade do próprio não pode ser posto de parte se quisermos falar de Dignidade.

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  1. nuno silva's avatar
    nuno silva permalink
    11 Fevereiro, 2009 13:54

    erros:

    concordando

    conclusões

    dignidade

    Abraço

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  2. Carlos Loureiro's avatar
    11 Fevereiro, 2009 14:24

    Obrigado. Gralhas corrigidas.

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  3. Tiago Azevedo Fernandes's avatar
    11 Fevereiro, 2009 14:58

    Continuo a não perceber a invocação da dignidade… Não é essa a questão aqui! Um doente dependente é indigno? Um deficiente é indigno? Alguém que não queira ser sujeito a eutanásia, mesmo estando em situação de total dependência e mesmo sofrimento, é indigno? Só são dignos os que mantêm autonomia e “bom aspecto” até à morte?

    Dignidade só se for no sentido de que se deve respeitar a pessoa e a sua vontade, eventualmente. É isso?

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  4. Carlos Loureiro's avatar
    11 Fevereiro, 2009 15:16

    “Dignidade só se for no sentido de que se deve respeitar a pessoa e a sua vontade, eventualmente”

    Parece-lhe pouco?

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  5. Tiago Azevedo Fernandes's avatar
    11 Fevereiro, 2009 15:24

    “Parece-lhe pouco?”

    Se é nesse sentido, tudo bem. No outro é que não concordaria. 🙂

    É que há muita gente para quem a eutanásia se justifica para que a pessoa em causa não fique numa situação supostamente “indigna” dado o seu estado físico. Ora isso, além de totalmente errado, a meu ver, é até ofensivo para quem está em sofrimento e dependência.

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