“cada jornalista receberá um kit composto” por duas seringas, dois toalhetes desinfectantes com álcool a 70 graus, um preservativo, uma ampola de água bidestilada, um filtro e um folheto informativo, conta agora com dois novos componentes: um recipiente e ácido cítrico.
não esquecer uma foto do patrão fica sempre bem.
O problema dos portugueses é que gostam de inovar mas só do ponto de vista formal (o que equivale a varrer o lixo para debaixo do tapete).
No entanto, esperemos que o conteúdo não venha a ser mais do mesmo…!
Uma sugestão para os novos e promissores jornalistas: explicar porque é que em certos meios da tugolândia há tanto clamor por causa do balanta, será só por causa dos palops falidos, por causa de alguma causa humanitária, por causa de alguma herança cultural do amendoim, por causa das saudades das tareias que os nosso rapazes levaram no tempo em que a china e a saudosa urss dava para tudo, por causa dos remorsos quanto ao que aconteceu aos “comandos africanos” que tendo combatido no exército colonial português e permanecendo na Guiné-Bissau após a independência, foram fuzilados pelo PAIGC. etc e tal? Investiiguem se há ou não gente que anda a mangar conosco enquanto o snif entra pelas narinas? Agradecia, até a minha burra zurraria assim como quabndo por distração minha me vê ligar para a tv1 ou p+ara a tv2.
A criação de novas marcas em Portugal divide-se em duas eras. AP e DP. Antes do “phone-ix” e Depois do “phone-ix”.
Depois do phone-ix dos CTT, qualquer novo nome é sempre excelente.
O nome não é mau de todo. I de informação, I de Internet, I de isenção, I de independente, etc. Mas tem alguns grandes inconvenientes. A começar pela Net, não poderá ter o domínio “www.i.pt” pois são necessárias 3 caracteres no mínimo. Presumo que usem qualquer coisa jornali.pt, o que também não resulta nada bem. E por exemplo nas pesquisas na Net, é uma marca que se perderá completamente qual agulha no palheiro.
Todas as crises são erros de imaginário. De resto a convulsão é salutar, uma coisa telúrica. Que seria de nós sem maremotos, vulcões, raios e coriscos. A cena política e a sua irmã siamesa a cena económica imitam em micro e em mais barato as grandes convulsões da natureza.
Predicar apenas como económica a crise também parece ser redutor. Não será antes uma crise de civilização?
È que elas crescem, declinam e morrem num espasmo imenso.
dahh
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é para concorrer com o público ao maior estoiro.
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o fernandes vais para motorista do avilezz
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Achei piada ao kit que é oferecido a cada jornalista:
-Um telemóvel.
-Um tripé.
-Um microfone.
Até parece ideia do Filipe Vieira.
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“cada jornalista receberá um kit composto” por duas seringas, dois toalhetes desinfectantes com álcool a 70 graus, um preservativo, uma ampola de água bidestilada, um filtro e um folheto informativo, conta agora com dois novos componentes: um recipiente e ácido cítrico.
não esquecer uma foto do patrão fica sempre bem.
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O problema dos portugueses é que gostam de inovar mas só do ponto de vista formal (o que equivale a varrer o lixo para debaixo do tapete).
No entanto, esperemos que o conteúdo não venha a ser mais do mesmo…!
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Uma sugestão para os novos e promissores jornalistas: explicar porque é que em certos meios da tugolândia há tanto clamor por causa do balanta, será só por causa dos palops falidos, por causa de alguma causa humanitária, por causa de alguma herança cultural do amendoim, por causa das saudades das tareias que os nosso rapazes levaram no tempo em que a china e a saudosa urss dava para tudo, por causa dos remorsos quanto ao que aconteceu aos “comandos africanos” que tendo combatido no exército colonial português e permanecendo na Guiné-Bissau após a independência, foram fuzilados pelo PAIGC. etc e tal? Investiiguem se há ou não gente que anda a mangar conosco enquanto o snif entra pelas narinas? Agradecia, até a minha burra zurraria assim como quabndo por distração minha me vê ligar para a tv1 ou p+ara a tv2.
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são os lena boys & girls, mais conhecidos pela legião de leilia na versão belfo.
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Não acho mal. é minimalista. Sugere o famoso id freudiano.
É a quinta letra das famosas 5 vogais.
E dá para pensar nos outros títulos de jornais:
O Expresso cópia servil do L’Express.
O SOL – houve mil jornais chamados assim, ou com conotações ao brilho. La Luz. etc. El Sol de Caracas.
Correio da Manhã – banalíssimo. Milhares de Correios. O Corriere de la Sera. O Courrier Diplomatique.
Em suma tudo muito jacobino e século dezanovizante. Metáforas de Luz e Progresso e Velocidade – os totens do iluminismo.
O i se calhar reduz-se ab initio à sua insignificãncia?
Chi lo sa.
Ah em matemática é o indicativo do número imaginário.
Quanto ao mais : haja concorrência e saude-se um novo jornal!
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Melhor só a do PM, que falou hoje na “roda quadrada”. Coisa de i-genheiro (“i” de Independente).
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Para um jornal que quer ser “nacional”, não ter sequer delegação no Porto é bem mais insólito do que qualquer nome que se queira dar ao título.
Mas fiquem entretidos com “i”sso.
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I o nome é I!!
Falta de I maginação.
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“Queria o i se faz favor…” nááá, não estou a ver-me a pedir um i… se o encontrar na mesa de um café, dou uma vista de olhos.
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Quanto ao título “I”, é muito económico.
Gastam menos tinta.
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É a quinta letra das famosas 5 vogais.
!!!!!!!!……..??????
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onde o martin se foi meter, é preciso ser ….
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mais um custo indirecto para as autoestradas.
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“No rés-do-chão, onde estarão montadas as secretárias”
acham isto moral e frequentável?
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i = Pode-se dizer que trabalhamos com a taxa i=10% etç..
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Levam material para os dias que tenham fazer a noite, passam pelo “Calor da Noite” e uma garrafa de Gasosa.
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É uma aproximação ao mundo da informática. Pode resultar. Mas onde interessa ver a inovação é, claro está, no conteúdo. Aí sim, há muito a fazer.
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I o que é que o Augusto Duarte foi fazer a casa do Pinto?
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O Padre da Cedofeita disse em tribunal.
– Que recebeu em sua casa Augusto Duarte.
– Nega que tenha dado algum dinheiro a Augusto
Duarte.
– Recebeu no Confessionário de Augusto Duarte, com autorização
do mesmo divulga a concersa havida
– Nao falava ao telefone por tinha conciencia que se encontra sob escuta
– Ganhava mensalmente 14 000 mil por mês
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Perdão . O Papa da Cedofeita – assim é que esta bem
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Receber em casa um árbitro, não é crime.
O que pode é ser politicamente condenável.
Esperemos pelas próximas eleições.
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Foi receber o cachet
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15
Nada como ter revisores, Obrigado. Tem toda a razão. È a terceira.
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15.
deixei-lhe mais 2 gralhitas para rever. Tenha paciência.
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Ele disse mesmo “é como a roda quadrada: quando se deixa de empurrar, ela pára”.
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O “i” é o número imaginário.
Será que vai ser um Jornal Imaginário?
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Agora percebo os “i” de hoje do E Deus criou a mulher…
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Luís Bonifácio,
Todos os jornais como todas as interpretações do mundo são imaginários.
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A criação de novas marcas em Portugal divide-se em duas eras. AP e DP. Antes do “phone-ix” e Depois do “phone-ix”.
Depois do phone-ix dos CTT, qualquer novo nome é sempre excelente.
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O nome não é mau de todo. I de informação, I de Internet, I de isenção, I de independente, etc. Mas tem alguns grandes inconvenientes. A começar pela Net, não poderá ter o domínio “www.i.pt” pois são necessárias 3 caracteres no mínimo. Presumo que usem qualquer coisa jornali.pt, o que também não resulta nada bem. E por exemplo nas pesquisas na Net, é uma marca que se perderá completamente qual agulha no palheiro.
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Gostava eu que fosse imaginária a crise da UE:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/03/os-erros-no-desenho-neoliberal-da-uem-e.html
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Todas as crises são erros de imaginário. De resto a convulsão é salutar, uma coisa telúrica. Que seria de nós sem maremotos, vulcões, raios e coriscos. A cena política e a sua irmã siamesa a cena económica imitam em micro e em mais barato as grandes convulsões da natureza.
Predicar apenas como económica a crise também parece ser redutor. Não será antes uma crise de civilização?
È que elas crescem, declinam e morrem num espasmo imenso.
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Deixei uma gralha para o revisor.
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Fernanda Valente dixit – O problema dos portugueses é que gostam de inovar mas só do ponto de vista formal –
A forma é o que mais falta – o que se vê mais são teoremas amorfos cheios de conteúdo.
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Também acho.
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Se ao menos fosse “u”, sempre se lhe limpava o cu.
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jornali – o jornal alentejano …
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