Disse Rui Moreira a MFL
13 Março, 2009
“Eu sei que não gosta nem de ouvir falar de regionalização. Mas compreenda que para quem aqui vive e trabalha já não acredita nas promessas da descentralização, nas panaceias da devolução de poderes, nas políticas sectoriais. Nós não acreditamos porque aquilo que vemos é que as políticas públicas vão sendo delineadas em função de prioridades que não beneficiam esta região” (ver aqui).
40 comentários
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Tem piada o comentário à notícia.
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Isto é o quê ????
É um referendo interno ????
Podes pôr 1
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Claro que não acredita. Nem poderia. A criação de mini feudos só serve para eternizar o poder do PS e PSD a nivel local sem criar qualquer diferença significativa ao nivel das prioridades locais ou da devolução de poderes à população.
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A Região do Norte tem língua própria:
“Nóz portugueses Não precisamos de jantares mas sim de grandes medidas para convater a crise em que nos incontramos. Eu como estudante de gestão e contablidade e fiscalisação estou pronto para ajodar a convater a crise mas com edeias não com jantares.Vamos fazer um alebantamento ao pais e ver a estratéjia que devemos tomar e se for perceso redozir ao efectivos do governo e restantes na acembeleia da Republica
Abilio Mesquita Brandão”
Hé acim mezmo, carago!!!
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Por enquanto é para beneficiar os grandes grupos económicos, bancos,consultores…e dá uma trabalheira ir ao Porto sem TGV!
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Pois, pois, só a demagogia ou autismo faz com que não se veja o que está a acontecer ao país. O norte de Portugal é uma das mais pobres regiões da europa, lisboa e vale do tejo, é a mais rica da peninsula. O problema é que quando o dinheiro e a criatividade do norte é realizada, facilmente é atraída com facilidades e outras mordomias noutras zonas. Obviamente o investimento público e os centros de decisão estão completamente afastados da realidade nortenha.
Veja-se o que acontece com o orçamento da ciência: 80% em lisboa. Não deveria ser ao contrário?
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Ai disse?
Uau……
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Duas gajas boas, mesmo boas, mas
mesmo muito boas, resolveram gozar
com um velhinho com mais de 80 anos.
Aproximaram-se e disseram-lhe:
– Ó velhinho, diz-nos uma coisa. O
que é que fazias com duas gajas tão
boas como nós?
– Só com duas, não fazia grande coisa.
Mas com mais quatro ou cinco, reabria
o Calor da Noite
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E quem é esse Rui Moreira? Para se citado pelo CAA é mais algum sacristão do Pinto da Costa ou do Menezes.
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Afinal qual é o problema da Regionalização ? Quem se sente pessoalmente ameaçado ?
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Do que não há duvidas é que na Europa os Países regionalizados tendem a ser os mais desenvolvidos (Alemanha, Reino Unido, Espanha, Italia, Nordicos etc). Quanto mais autonomia reginal mais potencial para enriquecerem. Os fortemente centralizados, ou mesmo com Democracias Ditatoriais, tendem a ser os mais pobres e atrazados.
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Lisboetas puros há poucos em Lisboa, até na classe politico-partidária Por isso existe um grande potencial de regresso às origens num Portugal Regionalizado. E não são precisos referendos. Está na Constituição como tantas outras coisas essenciais que nunca precisaram de referendo nenhum.
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Interessa ao capitalismo e à “não-esquerda” Moderna.
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os meus amigos deviam era perguntar aos vossos dignos representantes no governo (neste e em todos os outros) o que os leva a não investir no Norte!Quantos ministros há do Norte?Imensos!E deputados!Imensos!Então não venham para aqui carpir mágoas porque os lisboetas não têm culpa nenhuma!Os meus amigos nortenhos estão convertidos em carpideiras profissionais que são pagas para irem chorar nos funerais!Olha se o FCP e o pintinho andou a carpir atrás dos mouros! E não tem ganho tudo? Então será porque os vossos representantes políticos ainda são piores que a média?
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Polémica nos Açores in http://maquinadelavax.blogspot.com/
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Uma grande parte dos portugueses opões-se à regionalização porque ela se limitaria a replicar em mais um patamar toda a estrutura corrupta que já infesta o poder central e local. A maioria dos portugueses tem a noção de que a regionalização nada resolveria, basta ler as notícias sobre o Mesquita Machado e de tantos outros.
Existisse um sistema judicial eficaz, e certamente a maioria dos portugueses seriam favoráveis à regionalização, a uma descentralização. Ninguem duvide disso. O que algumas gentes do norte querem é simplesmente ignorar tudo isto, e avançar independentemente desta realidade em que vivemos. Ora qualquer pessoa (honesta) com pelo menos um neurónio saudável sabe que não pode ser este o caminho, assim seria construir a casa pelo telhado em vez das fundações, e como se só isso não bastasse, seria começar a construir uma casa por um telhado à partida podre e corrupto sem fundações. É por este modelo que corre o CAA ou o Rui Moreira ?
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Mr. CAA colocou aqui a “interpelação” sob outra forma, de Rui Moreira a Manuela Ferreira Leite.
Mas omitiu (talvez porque nem houve) a resposta de MFLeite.
E se MFLeite não respondeu, naquele momento, fez muito bem !
Porque:
1 – Este já solidificado (e irreversível) sistema, este ESQUEMA vivencial em Portugal não é o mais adequado para implementar e consolidar a Regionalização do país — relações prosmícuas entre interesses privados, do Estado, dos partidos(PS, PPD, PCP), das autarquias, de políticos profissionais, da banca, de áreas jurídicas, etc, etc.
2 – As economias, as finanças, as indústrias, as culturas, as sociedades locais e regionais seriam a médio prazo não revalorizadas mas sim ostracizadas, manobradas, “almofadadas”, dados os interesses de quem estivesse em S.Bento e em Belém. Ou se quiserem, no Largo do Rato ou na Lapa — e respectivas “ramificações”…
Votarei contra a Regionalização.
Porque não acredito no processo cristalino da mesma e muito menos na transparência, sinceridade, honestidade dos que se colocam como putativos “administradores”.
Culpa de quem ? — de quem abusou do poder local ou em Lisboa, culpa dos eleitores desinteressados pelo seu destino, que não reagem perante prevaricadores e/ou incompetentes.
E…não há profundas, sólidas, autonomizadas culturas regionais que suportem a Regionalização !
Business ! — eis a causa “das coisas” !
Jobs for the boys ! — eis o desespero !
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Como convidado a um jantar, portou-se de acordo com o que se espera de um “homem do Norte”.
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“(…)Nós não acreditamos porque aquilo que vemos é que as políticas públicas vão sendo delineadas em função de prioridades que não beneficiam esta região”
E assim, a melhor solução é inventar mais uma camada de Estado. Haja quem pague!
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Pelas mesmas razões e com os mesmos argumentos:
Depois da Regiões terão de ser criadas as Sub-Regiões.
Depois das Sub-Regiões terão de ser criadas as Micro-Regiões.
Depois das Micro-Regiões terão de ser criadas as Nano-Regiões.
E assim sucessivamente…
Um dia serei independente!
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A Regionalização (ou melhor – a Descentralização) pode ser feita sem grandes custos para o Erário Público:
O que poderá e deverá desaparecer:
– Governos Civis (servem para muito pouco – passaportes, licenças e alguma burocracia) – são um sorvedouro de dinheiros pelo imenso “staff” de que os Governadores estão rodeados: secretários, assessores, juristas …
O que deverá ser reconvertido:
– CCDR’s (Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional). Aproveitando as NUT’s (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) passariam a ser cargos eleitos pela população. Sem parlamentos regionais, sem mais custos e aproveitando que já existe, com a possibilidade de extinguir gabinetes e secretarias regionais que de pouco ou nada servirão.
Em resumo: um Governo Regional em que o seu líder possa escolher a sua equipa de profissionais com competência humana e técnica (acima de tudo) e em que a filiação política fica totalmente arredada, porque as candidaturas para o cargo de Presidente de uma CCDR passariam a ser livres e independentes, ainda que o candidato pudesse ter apoio de um partido.
Portugal não pode esperar mais
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Todos as autonomias só são verdadeiras quando são reclamadas, por via do diálogo ou por algum tipo de ameaça. D. Afonso Henriques autonomizou-se da mãe através de uma batalha, as autonomias espanholas foram à custa do sangue e paz da guerra civil, as autonomias dos Açores e Madeira foram à custa do processo de descolonização. No caso das ex-colónias temos uma péssima experiência de como não desenvolvemos para a autonomia. Ser possessivo aqui é gerir mal, a boa gestão baseia-se na autonomia e responsabilização.
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Como convidado a um jantar, portou-se de acordo com o que se espera de um “homem do Norte”.
Diz quem lá esteve que também se ouviram uns bons arrotos e se sentiu o cheiro a peido, tudo para se fazerem as honras da casa.
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Pierre, espero que já estejas autonomo dos teus pais.
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Eu cá sou de Aveiro e proponho-me já para 1º ministro dessa região. Prometo: substituir o BPN pelo Banco Aveirense de Negócios; o combóio do vale do Vouga pelo TGV do Vouga que ligaria Aveiro a Viseu, subindo o Caramulo; as auto-estradas da região passavam todas para no mínimo três fachas de cada lado; o ordenado mínimo passaria para 750 €; proporcionaria o 15º mês para o povo ir passar férias na neve ou nos trópicos.
Tudo a bem dos aveirenses, que me entendem e que sabem para onde quero ir. E se o Governo não nos apoiasse exigiríamos a autonomia e quiçá a independência.
Por um Aveiro livre, muito livre e próspero
Votem em mim
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também se ouviram uns bons arrotos e se sentiu o cheiro a peido
São coisas muito naturais no Porto.
Claro que MFL deve ter ficado admirada de um convidado falar daquela maneira.
Para a próxima está avisada.
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#22 também podias ter umas lições de português
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Quando deram por ela, a separação estará feita. Como estão distraídos com o vosso umbigo não se apercebem, mas por aqui, cresce a uma velocidade fenomenal a vontade de liberdade, a separação dos invejosos, medíocres, feios, porcos e maus centralistas (sejam eles do norte, centro, sul ou do raio que os parta) que estão a levar os nossos tesouros, que estão a humilhar e a manchar a nossa honra. Comecem a perguntar quantas associações, quantas tertúlias estão a acontecer. Quantas pessoas, boca a boca, vão passando a ideia que este país assim já não faz sentido… Daqui nasceu Portugal, mas daqui vai também terniar esse portugal medíocre ecentralista, como nos áureos tempos do estado novo. O bafio actual já tresanda.
Por cá, no Condado Portucalense, estamos fartos de assistir à visão lisboeta do “postigo”, ou seja, só abarcam aquilo que observam do postigo lisboeta. Horizontes limitados, portanto. Estamos fartos de ver escrito no diário da república um artigo a dizer que é “de interesse nacional” a reconstrução da zona ribeirinha de lisboa. Estamos fartos de ouvir os milhões que vai custar o novoa eroporto (quando ainda hoje se gastam milhões no actual – o metro, por exemplo) e impedem que a Ryan Air se consolide no Porto. Estamos fartos de observar os milhões gastos na grande lisboa, onde, tipo funil, a massaroca da UE vai caindo a rodos, ao passo que o resto do país vai mendigando uns cêntimos para umas obritas. Estamos fartos de ouvir todos os dias, em todos os noticiários notícias de capital, como se isso fosse primordial para o desenvolvimento da nação. Estamos fartos de ver os nossos melhores cérebros terem que ir para a capital para arranjar emprego, isto apesar de as melhores escolas e universidades ficarem longe do eixo lisboa-cascais. Estamos fartos da deslocalização: os bancos mais poderosos têm a sede no Porto e a gigantesta teia de serviços e outsorcers estão em lisboa ou arredores… Estamos fartos. Um dia quando acordarem, uma parte do país que (era) é Portugal, será independente! É um sonho, mas que se vai concretizar, quando não sei, mas mais breve do que possam começar agora a pensar. Independência ou morte!
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Pela regionalização, sempre.
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Pela integração em Espanha como uma região autónoma sempre…Viva D.Teresa…-um país que nasce com um marricídio nunca será um país de futuro…
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Anónimo # 24 disse:
” # 22 bem podias ter umas lições de português.”
Poder podia, mas não quero!
Só aceito falar e escrever Aveirês. Português é uma língua colonialista!
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Só quem não conhece a mentalidade nortenha é que acredita que o problema da região é o centralismo do terreiro do paço.
nada mais errado. o problema da região norte são os barões, de tiques mafiosos, e empresários com mentalidade do séc. xix.
a grande maioria dos empresários do vale do ave, só para dar um exemplo, são de fugir. aquilo é gente que não existe e por causa disso as empresa deixam de existir também.
quanto ao rui moreira, quer é tacho. e o caa anda há anos a tentar dar-lhe uma mãozinha. deve ser para ficarem todos a mandar no feudo.
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“E quem é esse Rui Moreira? Para se citado pelo CAA é mais algum sacristão do Pinto da Costa ou do Menezes.”
anónimo, agora é que você disse tudo. na realidade não passa de um sem-terra, que anda a tentar construir um muro a norte para ver se se governa.
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#16
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Todas as “malfeitorias” que os adivinhadores apontam à Regionalização que não existe são apenas um espelho do que actualmente existe no Centralismo absolutista tal como dizem.
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Claro que Regionalização implica Assembleias Regionais com menos gente que a da Republica que está desnecessárimente inflacionada. Eventualmente um regime bicameral, com um Senado Nacional recolhendo representativamente as funções dos actuais Tribunal Constitucional e Conselho de Estado. Uma Assembleia da Republica muito menor.
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E onde a porca parece torcer o rabo: o Poder dos actuais directorios partidários “todo-poderosos” autonomizado nos novos Regionais donde nasceria a cupula nacional.
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Descentralização, é outra coisa. Já Marcelo Caetano tentou vender a Descentralização como se fosse Regionalização, a autonomia das Regiões, quando apenas criou delegações distritais subordinadas ao comando absolutista do Centralismo.
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São vias diferentes. Modelos de organização politica nacional que nada têm a ver um com o outro. E com resultados e eficiência ajustados directamente às vontades, problemas, dificuldades e ambições regionais.
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A experiência em Portugal está bem avançada, aceite e comprovada: “madeiras” e “açores” nas Regiões do Continente com bem mais população que os insulares.
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E antes de acabarem os apoios da União Europeia. Depois é o Centralismo descartar-se com as Regiões.
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São soluções e Politicas diferentes.
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E era bom avaliar o nivel do debate Politico e Partidário espanhol. Compará-lo com a superficialidade, “voyeurismo” e a “peixeirada” do nosso actualmente em curso:
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-Aznar propone privatizaciones y el recorte del gasto público para superar la crisis
http://www.elpais.com/articulo/economia/Aznar/propone/privatizaciones/recorte/gasto/publico/superar/crisis/elpepueco/20090314elpepueco_4/Tes
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Esse Rui Moreira é por acaso aquele que, e depois de destroçar alguns dos negócios de sua família, tem escritórios em Lisboa?
Continua como a lesma: não anda e está na mesma.
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“Uma grande parte dos portugueses opões-se à regionalização porque ela se limitaria a replicar em mais um patamar toda a estrutura corrupta que já infesta o poder central e local.”
Suponho portanto que a maioria é a favor precisamente porque sabe que a regionalização não envolve a criação de um patamar adicional, mas a redução de um patamar excessivo e ineficiente.
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“Claro que MFL deve ter ficado admirada de um convidado falar daquela maneira.”
Pois, às vezes esquecemo-nos que a frontalidade é uma característica específica do Porto.
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Bom, vamos por partes.
Em primeiro lugar, para o PMS:não fui convidado. Fui anfitrião do jantar.
Em segundo lugar, para o J: deve estar a pensar noutra pessoa. nunca destrocei negócios, nunca os tive com a miha família, nem tenho escritório em Lisboa, onde raramente vou ainda que sempre com gosto. tenho escritório no Porto, tenho negócios próprios, desde que vim de Londres em 1978. A maior parte deles vendi-os há mais de 15 anos, por razões de saúde.
Tenho uma excelente relação com os meus 7 irmãos e irmãs, e com a minha mãe. os negócios de familia são geridos, desde que o meu pai morreu, em 2000, por dois dos meus irmãos.
Discordem. Não me importo, e até podem ter razão. Mas, quanto mais razão tiverem, menos precisarão de inventar.
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«Em primeiro lugar, para o PMS:não fui convidado. Fui anfitrião do jantar.»
Bom, não ficaria nada mal um pedido desculpas do PMS e do fado ao Rui Moreira.
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“Em primeiro lugar, para o PMS:não fui convidado. Fui anfitrião do jantar.” – Rui Moreira
“Bom, não ficaria nada mal um pedido desculpas do PMS e do fado ao Rui Moreira.” – CAA
Limitei-me a citar o Fado Alexandrino, e até foi para fazer um comentário em defesa do Rui Moreira. Não me pareceu de grande relevância para o meu comentário estar a corrigir o Fado quanto a esse aspecto. No Porto valoriza-se a frontalidade independentemente da condição de convidado ou anfitrião (pois o oposto da frontalidade é o cinismo e a hipocrisia).
Não vejo como possa eu ter ofendido o Rui Moreira (aliás, suponho que se refira a mim e não ao Fado Alexandrino por lapso). E se não ofendi, não faz sentido estar a pedir desculpas.
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PMS:
ninguém me ofendeu…
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Vamos juntos dar as mãos e todos dar uma ideia para acabar com a crise em Portugal e na Europa.
Se todos dermos uma opinião teremos mais força para combater a crise
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Portugal em crise
Portugalcrise.blogspot.com
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Eu como português. Não sei o que o partido socialista, mais o seu lidar quer dizer que quer analisar, a derrota pois se o ser. Primeiro-ministro não sabe a origem da derrota, pois eu sei é de ele ter uma maioria e de não aceitar ideias políticas dos partidos da oposição e de ele prometer e não cumpre e do desgoverno que ele esta a fazer em Portugal.
Com um governo assim a crise aumenta dia a dia os assaltos são todos os dias, a corrupção é praticamente todos os dias, a justiça está à espera de novas leis que sejam justas para todos os portugueses incluindo os políticos, quando ser suspeitos eles são obrigados a deixar o cargo e serem julgados como um cidadão comum.
Se todos políticos sejam do partido que for se só se interessar no ordenado ao fiz do mês, pois a crise continua porque para combater a crise e preciso trabalhar, não fazer que trabalhão e è o que esta acontecer.
Abílio Mesquita Brandão
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